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  1. Hoje
  2. JUMP+ anuncia nova obra do autor de Rosario+Vampire e outros 3 mangás A o site da Shounen JUMP+ liberou a data de 4 novas obras que irão fazer parte do seu acervo virtual, dentre elas um novo mangá de Akihisa Ikeda, autor de Rosario+Vampire. As obras são: Kaiju No. 8, escrita por Naoya Matsumoto (Pochi Kuro, Neko Wappa!). O lançamento será no dia 3 de julho. Senpai! Ore no Koe de Iyasa Renaide Kudasai!, escrita por Chilt (White Mage Syrup-san). Lançamento no dia 5 de julho. GHOST GIRL, escrita por Akihisa Ikeda (Rosario+Vampire). O lançamento será no dia 14 de julho. Gaming Lady, escrita por Ononani. O lançamento será no dia 21 de julho. Infelizmente, ainda não foi informado uma sinopse para os mangás que serão lançados nesse mês de julho. Fonte: WSJ
  3. Smite

    O Olorum é bom, no ult dele fica super rápido, mas aquela habilidade que ele ativa um sol pra atirar em um lugar é difícil de acertar. O Agni tem que ter umas manhas pra acertar o stun dele né? Acho um pouco difícil, mas tem um dano muito bom, ainda não cheguei a jogar com ele e nem a Perséfone, o ult dela é bem chato quando acerta. Um que é difícil, mas é divertido de jogar é o Vamana, mas não gosto muito desses deuses que são mais tank (tirando o Jormungandr).
  4. Discussão Spoilers de One Piece

    Bom ter uma imagem vazada da Yamato, ainda estava meio nebuloso só com os desenhos.
  5. Discussão Spoilers de One Piece

    Bom, o blog coreano liberou os spoilers agora pouco. Primeiras imagens surgiram.. - Ulti and Page One came back to their senses and are fine, it's stated that they're the strongest dinosaur df users among the beast pirates. - Yamato wanted to go and talk to Luffy somewhere where there is no Kaido's subordinates, Luffy said that he can just finish Kaido's fodders in 5secs but Yamato opposed and made a smoke screen. - The samurais invade the Banquet hall, Law checks the situation from his submarine. - Izo meets Kiku. -Luffy gives 5 minutes for Yamato to talk, the latter has said that he witnessed Oden's execution and was impressed, he wants to fulfill Oden's will. - Yamato's mask fell and we get to see his bare face, she is actually a beautiful woman, she used to hang out with Ace, Luffy watches Yamato and Ace's image comes to his mind. - Yamato explains that she witnessed the hour of legend on the day of Oden execution and she became Oden's fan. - Then she went to Kuri and she managed to find Oden's journal. No one knows about this journal, not even her father. - Oden journal became her "Bible". - She said that there is some very important things written in the journal, and that someone has to inherit Oden's will. - She chose to live as a man to follow Oden, but she's actually Kaido's daughter. - Yamato: "Please let me fight along with you. You're really strong. You remind me of Ace!" A verdade sobre Yamato – Ulti e Page One voltaram aos seus sentidos e estão bem, é afirmado pelas Piratas das Feras que os usuários de Akuma no Mi de dinossauros são muito durões e resistentes. – Yamato queria ir conversar com Luffy em algum lugar onde não há subordinados de Kaido, Luffy disse que ele pode acabar com os capangas de Kaido em 5 segundos, mas Yamato se opôs e fez uma cortina de fumaça. – Os samurais invadem o salão de banquetes, Law verifica como o plano está indo de seu submarino. – Izou encontra Kiku. – Luffy dá 5 minutos para Yamato falar. Yamato confessa que testemunhou a execução de Oden e ficou impressionado, ele quer cumprir a vontade de Oden. – Yamato quer ser como Oden. – A máscara de Yamato caiu e conseguimos ver seu rosto, ela é realmente uma mulher bonita que conhecia o Ace. Yamato observa Luffy e se lembra de Ace. – Não teremos One Piece na próxima semana. – Yamato explica que ela testemunhou a hora da lenda no dia da execução de Oden e se tornou fã de Oden.– Então ela foi até Kuri e conseguiu encontrar o diário de Oden. Ninguém sabe sobre este diário, nem mesmo o seu pai.– O diário de Oden tornou-se a sua “Bíblia”.– Ela disse que há algumas coisas muito importantes escritas no diário e que alguém tem que herdar a determinação de Oden.– Ela escolheu viver como homem para seguir Oden, mas na verdade ela é a filha de Kaido.– Yamato: “Por favor, deixe-me lutar junto com você. Você é realmente forte. Você me lembra o Ace!” Capítulo 984: Minha BíbliaHistória de capa Curta Número 24Oh Minha Família Gang BegeVol. 30: “Pound se apresenta como o pai delas.” Yamato: “Há 20 anos vi aquela lendária execução de uma hora!”“Nenhum outro samurai era tão bom quanto ele! Mas aqueles que o mataram foram Orochi e meu pai, fiquei tão frustrada! Mas mais do que isso, senti uma queimação no meu peito e as lágrimas não paravam de chegar …”“Depois disso, peguei o diário de Oden em Kuri e ele se tornou a minha Bíblia.”Luffy: “Quê! Diário?”Yamato: “Meu pai não sabe sobre esse diário! Aqui tudo está escrito sobre a sua vida violenta e” coisas importantes “. Agora que os Bainhas Vermelhas estão mortos… alguém precisa seguir a determinação de Oden!!!” Yamato: “Então, eu vou abrir as fronteiras deste país! Eu gostaria de lutar ao seu lado!”Luffy: “QUÊ? Você disse” filho “, não foi?”Yamato: “Kouzuki Oden era um homem certo? Então eu me tornei um homem! Você é muito forte, não mostrou tudo ainda!”Yamato: “Você me lembra o Ace …”[Filha do Kaido Auto-proclamada Kouzuki Oden Yamato]
  6. Piores finais: mangás com péssimos finais.

    Realmente YnN tinha uma excelente premissa baseada em um misto de terror e suspense temperados com mistério que foi se perdendo e descendo ladeira abaixo após o 1º arco. É uma pena por ser mais uma excelente idéia pessimamente executada, um verdadeiro desperdício.
  7. Piores finais: mangás com péssimos finais.

    Felizmente, nunca tinha tido essa experiência. Apesar de gostar bastante de Naruto, nunca tive uma ligação tão forte com a obra e também ela não teve um fim tão miserável. Também nunca tive tanta empolgação com Bleach a ponto de ficar mal com aquele fim ridículo. Mas aí surgiu Yakusoku no Neverland. Pra início de conversa, o primeiro arco foi o melhor da série. Na minha opinião, nenhum outro superou em qualidade. Entretanto, não acho que a coisa toda degringolou após a fuga: gostei bastante de Goldy Pond, o confronto do grupo armado dos Ratri contra Yuugo e Lucas, entre outros momentos, assim como algumas coisas deixaram a desejar, tipo a união com o grupo do Oliver, que foi ficando de escanteio tão logo acabou o arco de Goldy Pond. E a história foi intercalando bons momentos e momentos meia-boca. Até que chegou no ponto que a história desviou abruptamente do rumo original: quando a Emma diz que não quer matar os demônios, quer ajudá-los e tal. Pronto, a partir daí a história é resumida em uma sucessão de acontecimentos atropelados, plots mal desenvolvidos, personagens sub-utilizados e Fairy Tail. Todo o peso do ambiente, com demônios matando crianças, cenários obscuros, a sensação de medo, enclausuramento e perseguição que era característico do mangá tem uma queda galopante. Quando eles se encontraram com a trupe do Norman, eu pensava que o mangá estava chegando na metade ainda, rs. Não precisaria de muito para reescrever o final de YnN. Na verdade, a decisão "altruísta", digamos, de evitar a carnificina vingativa teria sido muito boa se fosse feita com mais cuidado, de maneira mais trabalhada e gradualmente (a Emma literalmente baseou a decisão no contato que teve com a Mujika e numas crianças demônio vivendo normalmente na cidade). Acredito que só essa mudança já eliminaria ou reduziria pelo menos os problemas que eu enumerei, além de não acabar com a atmosfera mais pesada do mangá. Por outro lado, se o rumo continuasse o mesmo, indo na direção da vingança contra os demônios, a história ocorreria de modo mais natural, por assim dizer. Obs.:Eu fiquei decepcionado também com a ausência do elemento "místico"/sobrenatural na cidade-sede dos demônios, que acabou sendo só uma cidade comum com uma temática de antiguidade, com a diferença de ser habitada por demônios .
  8. Ontem
  9. Duas Gatas e um Tigre

    A fuga pós roubo tinha sido bem sucedida. Os piratas tinham conseguido uma bela embarcação submarina e estavam indo em direção a Grand Line. Era para tudo estar dando certo, era para Jhon estar feliz com o sucesso momentâneo... Porém o homem não podia fazer o que mais amava fazer: Dormir. - Por que estou sendo escravizado dessa forma...? Era para eu estar sendo recompensado pelo roubo ter dado certo, mas em vez disso tenho que pilotar um submarino com a pouca experiência e conhecimentos que tenho! E aquela maldita mulher gata ainda ousa ir dormir?! Não, Archie também não está por aqui, também deve estar no mundo perfeito dos sonhos... Droga... - Enquanto pilotava, Jhon resmungava em fúria, mas em voz baixa. Encerrava seu resmungo quase chorando. Não tinha sofrimento maior para o homem do que ser privado do seu sono. Pilotando, Jhon tinha uma bela visão do fundo do mar. Os animais maiores eram a maior preocupação, mas por enquanto não haviam demonstrado sinais de ameaça. Mais a frente, um enorme paredão poderia ser visto, provavelmente o objetivo do pequeno grupo. Mesmo com aquela visão deslumbrante, Jhon só conseguia lutar com seu próprio sono, para que todos eles não dormissem literalmente com os peixes. Até que ouviu um " bom dia " vindo da companheira pirata. - Café... Geralmente odeio café já que ele vai contra meu passatempo predileto, porém nesse tipo de situação é o melhor remédio. - Jhon pegava o café que ela o entregava a medida que comentava, dando uma golada só no café quente, pra dar aquela acordada no camarada. - Devia sentir muito mesmo! A única parte do submarino que conheci até agora foi a sala de controle! Quero conhecer os quartos, as suas camas macias... - Uma lágrima escorria pelo canto de olho. Archie muda um pouco o assunto com uma pergunta talvez profunda. - Boa pergunta... Eu só saí da Marinha por ter me cansado de como as coisas funcionavam lá dentro. Eu sempre vi piratas como existências livres, os invejava por isso, e assim acabei me tornando um. Por mim eu teria ido morar em uma ilha quase deserta, e dormiria o dia inteiro. Entretanto tenho um senso de justiça desnecessário, parte de mim que me fez entrar em uma confusão depois da outra para ajudar desconhecidos, então eu fui arrastado de lá pra cá. Viajar pelo mundo para mim será o conflito dessas duas coisas: Procurar bons lugares para dormir sossegado, e cumprir com meu senso de justiça por onde passar. - Talvez fosse o efeito do café, mas Jhon falou mais do que queria, deu até uma leve despertada. - E você, Archie? Que tipo de pirata você vai ser ao viajar pelo mundo? - Jhon devolveu a pergunta de forma um pouco diferente, para ele era importante saber que os princípios eram minimamente parecidos, que ela não seria o tipo de pirata que era a escória do mundo. @Fuyu, @Dracon
  10. Duas Gatas e um Tigre

    O primeiro arco da sua aventura se encerrava melhor do que poderia imaginar. Se antes havia chegado em Geometric Island buscando apenas livros mais avançados de construção naval, agora Archie esbanjava de tesouros, um submarino, e claro, novos companheiros. Aos quais ela estava agradecida, pois sabia que não estaria ali sem eles. Era por volta das 10 da manhã quando a garota acordou de seu merecido descanso, e mesmo desperta, ficou algum tempo deitada, pensando no que havia acontecido, perguntando-se se o acontecido não era apenas um sonho do qual acabava de despertar. Arrumou-se e começou a perambular pela embarcação, parando em alguns cômodos aleatórios antes de encontrar a cozinha, onde preparou uma garrafa de café, e seguiu para a sala de pilotagem, donde Jhon não podia sair, já que era o único com conhecimento mínimo naquela área. - Boom dia... uau, a visão aqui é realmente bonita. - Disse com olhos brilhosos, ao passo em que acomodava-se ao lado do pirata. - Aceita? Vai ajudar a te manter acordado. - Ofereceu-lhe a xícara de café, enchendo-a e a empurrando sugestivamente antes mesmo de uma resposta, não queria ouvir não. - Eu sinto muito que nenhuma de nós possamos ajudar com a parte da navegação. - E tomou um gole de cafeína - Aliás, isso me lembra outra coisa. Como decidiu que queria viajar pelo mundo? @ShinoNaro
  11. Smite

    Ainda não joguei de Olorum, mas parec ser legal. Na noite passada eu testei o Agni e achei os golpes dele bons, apesar de não ter feito quase nada na partida. Passei o mesmo com a Perséfone.
  12. Bate-Papo e Recomendações de Filmes

    Observação: 4 meses desde a última postagem, portanto não é flood. Os gênios Reiner e Harryhausen fariam 100 anos agora:
  13. [Oficial] Astronomia

    Observação: a última postagem tem mais de 2 meses, portanto, não é flood conforme o regulamento do fórum. Alguns vídeos para quem gosta do tema: @Fuma
  14. Cancelados ou esquecidos? animes que mereciam uma continuação, um reboot ou remake.

    Eu gosto desse Fate, mas, entendi seu argumento. Tsukihime de fato mereceria um com "urgência". Slam Dunk me agrada, mas, um anime com os recursos atuais pode ser uma boa idéia de fato. O problema de Slam Dunk ganhar um anime novo é se o mangá parar novamente...
  15. Tem tantos que podiam ser refeitos ou ter remake, mas vou citar só 3 Fate Stay Night 2006: Essa versão do estudio Deen foi o primeiro anime de fate e é bem importante na historia ate pelo que veio acontecer depois com toda a franquia, contudo, no entanto, todavia, o plot desse anime era pra ser a rota fate (a da Saber), mas acabou que na metade pro final começaram a fazer uma misturada danada na historia, a animação dele é bem inferior aos dos animes da Ufotable, enfim, com o sucesso atual da franquia eu queria muito que animassem novamente a rota da Saber, dessa vez com a animação melhor da Ufotable e com a historia certa. Tsukihime: Outro anime da type moon que envelheceu bem mal, ele conta a historia das varias heroínas na VN, mas igual aconteceu em fate, a historia delas se misturam e acaba ficando muito confuso. Tem uma conversa de anos que o anime de Tsukihime vai ter um remake feito pela Ufotable, mas essa conversa tem uns bons anos já, a primeira vez que eu lembro disso foi em 2014/2015 e desde então não se tem mais noticia alguma, só espero e torço pra que um dia Tsukihime tenha o remake que ele tanto merece. Slam Dunk: Slam Dunk já tem um anime feito nos anos 90, o problema é que ele envelheceu muito mal, tem um monte de filler é o mais importante, não conta o que aconteceu no final do manga, aquela épica partida final nunca aconteceu nesse anime, sad. A esperança agora é que o manga vai voltar a ser lançado ou pelo menos vai ter algumas coisas novas, tomara que o manga faça sucesso novamente e resolvam fazer um remake desse anime, lembrando que Slam Dunk era um dos mais mangas mais populares da sua época, ele, Yu Yu Hakusho e Dragon Ball eram os mangas mais populares da Jump, ele foi muito importante para ajudar a popularizar o basquete para uma geração inteira de japoneses, tem personagens inspirados em jogadores reais dos anos 90 e a historia é muito boa, quem não conhece eu recomendo muito que de uma olhada, mas veja o manga kkkk.
  16. Quais animes você desejaria uma continuação ou que fosse completamente refeito? Defenda o seu anime injustiçado. Argumente em seu favor.
  17. Piores finais: mangás com péssimos finais.

    Você já teve a experiência de ver um mangá do qual você gostava muito terminar de uma forma desagradável? Que mangá? Como você reescreveria o final dessa obra?
  18. [Coliseu Island] As guerras vem e vão...

    Enfim a preciosa... Os dois marinheiros tentavam dialogar, após livrarem-se das bombas de fumaça, por sinal, de certa maneira perigosa, um deles pegava a granada com as mãos e enviava de novo em direção ao galpão. Simultaneamente, os dois podiam ver risadas do lado de dentro, escandalosas e que ressoavam até de fora do balcão. Aos poucos, porém percebiam a grande porta abrir-se, entretanto, agora as vozes tornavam-se mais audíveis. - Igrid-chan são uns cagões! – A voz feminina dizia, argumentando com a outra garota, enquanto segurava a barriga de tanto rir. Depois em uma das mãos segurava o lança-granadas artesanal, entretanto, antes que pudessem ver todo o cenário, os dois marinheiros eram surpreendidos com mais disparos em sua direção, a despeito das palavras descontraídos que pronunciavam: -Vejo que terá que ir Faith, apesar de que teremos que testá-los primeiro! - Outra moça com implantes cibernéticos nas pernas gritava histericamente, mas a sua expressão era mais séria do que de Ingrid e a gordinha. A garota sorria sem-graça, entretanto, com o olhar meio diferente concordava, estava dando gargalhadas, mas com os olhos lascivos, meio estranhos. Porém, complementava a fala de sua colega. -Terei que voltar para aquele velho! – Inclinava o corpo para frente e para trás levando a mão no ombro das outras. Em seguida, as colegas pulavam cada um, em uma direção, nas plataformas da esquerda e direita. Observando melhor, os dois marinheiros veriam vários obstáculos e a enorme plataforma no fundo do galpão que ficava destaca dos demais, a certa altura do solo. Entretanto, entre os grupos havia caixas azuis, em cima de estruturar de madeira que eram soerguidas por empilhadeiras. Os corredores laterais com a presença de corredores ou lugares de suporte. A missão acaba e outra começa... A cirurgia havia acabado e depois o grande sujeito era levado para o quarto improvisado, entretanto, depois de alguns momentos o médico continuava a argumentar com o assistente. - Caso queira posso mostrar o Hospital da região, fica próximo, por sinal da base da Marinha... – O senhor colocava a mão no ombro do garoto, vendo grande potencial nele e possivelmente uma nova requisição para a Instituição que existia na cidade. – Vamos, vamos lá, creio que vai ver equipamentos ainda mais modernos, pois o lugar abriga os poderosos da região. Encaminhava o sujeito em direção ao hospital passando as mãos nas costas de Strange, entretanto, o garoto demonstrava resistência. Apesar disso continuava, todavia foram interrompidos por outro recruta, desta vez uma jovem com olhar esperto e que muitos já deduziam quem seria. Aquela mesmo da entrada da Base da Marinha, que nossos amigos, Augustus e Orichi encontraram, por sinal esbaforida segurava os joelhos. Enquanto, instintivamente o médico retirava as mãos das costas do garoto. - Finalmente te encontrei Strange... – A garota de cabelos verdes acenava com alegria por ter concluído a missão, entretanto, esperava que o menino viesse com ela o mais rápido possível. As duas enfermeiras no local ficavam abismada pela marinheira ter entrado tão fácil no lugar. – Vamos, vamos, o Capitão está o esperando! Temos uma missão urgente que precisa ser concluída! Observando a situação, vários dos envolvidos na situação puderam perceber que Vicent, como responsável por aquela base era muito precavido e logo que sairiam mandaram outros marinheiros de encontro aos novos recrutas. A luta definitiva, depois da derradeira... No Coliseu apesar do tumulto, os envolvidos, ou seguranças conseguiam resolver togo o imbróglio, entretanto, Soichiro queria mais lutas e na última, havia outra surpresa, pois ao invés do padrão encontrado, de todos serem homens até agora, o que aparecia era uma mulher de cabelos loiros e belos traços. Além de roupa ousada, mas que segurava dois facões na mão, olhava firme para o coelho e dizia: - Não espere uma luta fácil, como as anteriores... – Apontava em direção ao garoto e sumia no ar, como se fosse uma ilusão. Como fumaça surgia atrás do coelho, vindo com as duas armas, aparentemente a força da garota era tanta que tinha criado rachaduras aonde tinha desaparecido. Na arquibancada outro sujeito surgia e vendo aquela luta levava a mão a cabeça, entretanto de maneira surpreendente pulava na arena, driblava os seguranças e vinha animadamente em direção ao coelho rosa. O sujeito utilizava de boné com o símbolo da gaivota, e toda aparentado com uniforme da Marinha. - Te encontrei, enfim Soichiro... – Com o corpo forte e olhar descontraído gritava no sentido do coelho e depois completava alegremente, aparentemente pouco se importando com os seguranças presentes. – Temos uma missão! – Abrindo os braços e depois cruzando no peito, com altivez. A garota vinha em direção ao coelho rosa, as armas ficavam com a aparência negra, entretanto, percebia também a fala do outro sujeito e ficava por alguns segundos relutante em atacar. Todavia continuava a luta, a torcida ficava em silêncio e sem entender anda por vários minutos, antes de gritar o nome da garota. - A senhora do vento, a senhora do vento...- Sem entender nada, por aquela pessoa estar ali naquela luta. Apesar do desempenho do garoto ter sido surpreendente demais para terem designado lutadores tão fracos, o que não sabiam era a força daquele coelho rosa, que poderia ter matado os dois outros gladiadores, caso não fosse o destino dele não ter feito tamanho massacre. @Macar @Demmon @Kadso @Koreas
  19. [Missão Rank-C] Vulcão

    Suspirei fundo aliviado ao perceber que não teria que reviver o meu trauma novamente, por enquanto, na frente dos três. Enquanto a conversa se desenrolava mais um pouco, eu continuava a atacar os frangos fritos pensando melhor na opção de roubar os da Kana já que ela não parecia com tanto apetite assim. Será que eu deveria usar algum jutsu? Impossível. Eu só sei controlar a terra, ela perceberia na hora e me daria um soco só. Então, uma distração? Sim, uma distração poderia funcionar... Algo que a fizesse olhar para outro lugar por um tempo como... Como... Um genjutsu! - SIM, GENJUTSU! BOA IDEA, HAKURYUU-SAN! DA PRÓXIMA VEZ IREI USAR GENJUTSU PRA ROUBAR A COMIDA DA KANA-CHAN! – Bradei ao garoto agradecido pela ideia que ele havia me dado. Porém, nesse momento, percebi que não era bem nesse sentido que ele havia falado sobre genjutsu. Por estar perdido demais nos meus pensamentos, acabei falando o que estava pensando naquele momento ao invés de responder como eu lidava contra esse tipo de jutsu. Graças ao azar que me distraiu, meu plano perfeito que nem havia sido posto em ação já havia sido exposto e, consequentemente, canceladoh. Agora prestando atenção no que a sensei dizia, vesti a capa que ela havia nos dado por cima da minha capa já imaginando a cena onde eu iria tirar aquela capa para me revelar mas aí teria uma segunda capa que não me revelaria, a seguindo assim que a mesma saiu do casebre junto dos meus colegas de time. O clima do lado de fora parecia tão ameno quanto tudo naquela vila inteira, o que fazia com que eu ficasse surpreso de realmente haver grandes ações como roubos e até mesmo brigas. Fora então que a sensei nos separou mandando a Kana e o Hakuryuu pra um lado enquanto nos dois iriamos para o outro. De imediato fiquei surpreso com uma sensei se envolvendo tanto numa missão de genins como nos, mas logo entendi o porquê. Ela queria se livrar de mim. Kana era forte e inteligente, se aparecesse alguém metido a besta ela o derrubaria no máximo com dois socos. Hakuryuu era ainda mais inteligente e sabe-se lá quanto mais forte que nos dois juntos, ele era a estrela do time. E então tinha eu, o azarado que só sabia fazer castelinho de areia nos jutsus. A forma que ela me olhou por alguns segundos e a forma que os civis daquela área estavam se comportando se recolhendo para não ver o que iria acontecer apenas reforçava a minha teoria. Aquele caminho iria dar provavelmente no cemitério, onde a sensei me enterraria sem que ninguém soubesse. Assim que a sua pergunta sobre a morte veio, dei um salto para trás sacando minha espada. - CALMA LÁ, SENSEI! EU SEI QUE SOU AZARADO E UM FARDO PRO TIME, MAS NÃO É CULPA MINHA! EU NÃO QUERIA SER TÃO AZARADO ASSIM E MUITO MENOS QUE VOCÊ SE TORNASSE NOSSA NOVA SENSEI, MAS É TUDO CULPA DO AZAR! DIGO, MEU AZAR, MAS É AZAR! AZAR É AZAR! ENTÃO EU NÃO VOU DEIXAR QUE SE LIVRE DE MIM ASSIM TÃO FÁCIL! EU AINDA NEM BEIJEI NA BOCA, NÃO POSSO MORRER BV! – Bradei para a mulher empunhando minha espada firmemente na direção dela, com a guarda levantada pronto pra reagir ao ataque dela. Era loucura tentar vencer uma ninja que foi oficialmente aceita pela Tsuchikage, mas eu ainda tinha meu orgulho ninja – iria lutar pela minha vida até o fim, mesmo que desde o começo eu não tivesse chance alguma. Meu coração estava acelerado naquele momento e eu quase podia sentir minhas mãos suarem, mas minha mente estava limpa. Se eu não morresse pro primeiro golpe dela talvez ela pensasse melhor na sua escolha de se livrar de mim e me desse uma chance de fugir, já que vencer ela seria impossível. Sendo assim, na primeira oportunidade que tivesse de conversar, eu iria tentar – por mais horrível que eu fosse nisso também. 「32%」
  20. L’odi lluita amb la lujuria

    A viagem que o portal azul fizera me transportando não fora nada agradável, mas confirmou que era realmente um portal. De uma floresta melancólica cheia de hollow e morte, dessa vez fui parar em um local que dava pra classificar como o total oposto – um parque de diversões com muitos humanos – vivos – e diversão para eles. Olhei primeiramente para o céu notando que ainda permanecia de noite, como na floresta, então eu ainda estava no mesmo mundo. A única confirmação que eu ainda não tinha era se estava na mesma área. - Mas tanto faz. Vamos direto ao que importa agora... Se há confusão em um lado, é pra lá que eu vou. É muito mais fácil conseguir comida no meio do caos do que em um lugar pacífico onde um herói da justiça pode aparecer quando se menos espera para combater o mal. Com correria e muita gente precisando de ajuda, encontrar uma presa sem sorte que não teve seus pedidos de ajuda ouvidos a tempo era fácil – era a melhor forma que eu tinha de agir. Sendo assim, avançaria em velocidade na direção das explosões e eventos sobrenaturais que estava ocorrendo por alí.
  21. [Discussão] Indie Games

    @Rebirth Consegui finalmente passar aquela parte da água no Ori! Acho que morri umas quinze vezes de novo antes de conseguir, e além disso, exatamente como eu pensava a parte que chegava mais longe era realmente perto do fim onde só tem que usar o Corte naquelas plantas que parecem lanterninhas hahahahah (e morri na primeira em uma das tentativas também). Agora parece que a parte seguinte também não será fácil, esse jogo foi o mais "difícil" dos Indies que já joguei, tem partes bem desafiadoras, deve ser mais fácil de jogar no controle.
  22. [Missão Rank-C] Vulcão

    Compartilhando informações e recebendo mais instruções sobre a missão, continuei ouvindo o desenrolar da conversa com uma evidente cara de descrença com as respostas de Naraka. Mesmo com a longa convivência, ainda não consegui me acostumar com a sua natural estranheza. - Hmm... Não muito, Hakuryuu. Genjutsu pode ser um problema... - respondi enquanto ponderava sobre a quantidade de participantes do grupo. Ainda que Dobei não parecesse muito preocupada, o fato de apenas cinco pessoas incomodarem tanto o vilarejo mostrava que eles tinham algum tipo de habilidade, e a primeira coisa que precisávamos sobre eles era informação. Mesmo que concordasse com a sensei até certo ponto, não podia começar a missão subestimando-os. A jounin já tinha algo em mente e se colocou em movimento, pedindo para segui-la. - Sim, sensei. Olhei para a capa e no breve instante que levei para decifrar a necessidade dela, Hakuryuu já estava coberto e removendo qualquer acessório que pudesse chamar atenção, como a bandana. O motivo veio em minha mente como um estalo: MANTER A DISCRIÇÃO. Joguei a capa sobre os ombros e tirei a bandana da testa para colocá-la amarrada ao redor da cintura, coberta pelo cinto de tecido. Pronta para partir, acompanhei a sensei porta afora para ouvir o restante das instruções, concordando com a cabeça. - Aii, ter esse trabalhão logo hoje que fizemos a viagem pra cá... Vamos, Hakuryuu. Boa sorte para vocês. - ansiosa com o que poderíamos encontrar, suspirei com uma cara de que não tinha muito o que fazer a não ser trabalhar. Dei um tchauzinho para o restante do time e segui o caminho. Assim que pisei no início da rua, algo começou a me incomodar. A vila era relativamente pequena, mas para apenas cinco pessoas causarem tanto problema, eles deveriam ter algum tipo de informante. Pensando no padrão das invasões e tudo mais, isso fazia sentido. Agora que via as galinhas soltas, encarar o frango mais cedo não pareceu certa... Até que ponto o possível vigia conhecia técnicas de espionagem e atuação? Pensando nisso, comecei a avaliar os meus movimentos para dificultar esse trabalho. Ao caminhar pela rua, tentaria segurar todas as reações que pudessem levantar suspeita, como olhar muito para os lados, andar muito tensa ou com movimentos travados, me movimentar de forma que destoasse das pessoas dali, sem pressa ou com uma lerdeza excessiva. Utilizava de algumas desculpas para conseguir olhar ao redor, como colocar o cabelo atrás da orelha, me espreguiçar ou forçar uns bocejos. Em poucas pisadas, consegui encontrar um passo calmo e livre de tensão. - Hakuryuu, nesse ponto acho que você já deve desconfiar, mas pode ter algum informante por aqui. Sei que é um saco, mas vamos ter cuidado, sim? - falei para o meu colega de time, vagando meu olhar sempre que surgia uma oportunidade para detectar alguém que desviasse o olhar repetidamente, nos encarasse de volta por muito tempo, entrasse muito em becos, se mantivesse nas sombras ou demonstrasse reações muito lentas. Forcei um leve sorriso para que um observador não visse nada além de uma conversa entre dois amigos, esperando que Hakuryuu não entendesse como algo esquisito. - Vou tentar falar com um dos homens das galinhas enquanto você fala com a velha. - Retornei alguns passos até um dos homens que tentava capturar as galinhas, de olho em seus movimentos, como mãos, olhar, tensão no canto da boca e o que mais pudesse levantar alguma suspeita. - Olá, senhor. Tem alguma estalagem nessa direção? - apontaria para o fim da rua, no sentido que Dobei pediu para seguirmos. - Fiquei sabendo que vocês estão tendo alguns problemas com uma gangue, então me disseram para passar a noite por aqui. Esperava que esse início de conversa pudesse desencadear alguma explicação por parte do homem. Caso não, tentaria perguntar se ele também recomendava passar a noite, e se sim, porque. Mesmo a resposta sendo negativa no caso de haver alguma estalagem, daria a desculpa de que precisaria chamar um primo para andar na direção que precisava, aguardando eles pararem de olhar para continuar por ali mesmo após a negativa.
  23. [Vaehaven] Abismo

    12° Turno O pequeno excêntrico chegou ao topo do altar sem nenhuma interrupção, mas ao fazer isso foi fuzilado com os olhares das duas híbridas que estavam lá. Pra variar, suas palavras não amenizaram a situação e, apesar de uma delas rir de modo abafado, a outra já dava passos em sua direção - Você está brincando com minha cara, seu merdinha? - Marcele, vulgo diabo-do-mar, estava enfurecida pelo que julgou ser uma gozação. - Outra dessa e eu te corto, a começar pelo seu brinquedinho ai de baixo... Fique próximo do violino que a suma-sacerdotisa já deve chegar para lidar com você... E não pegue o violino ainda! - Dava instruções enquanto uma de suas garras passava perigosamente pelo cós da calça de Kyrie, deixando claro pra maioria de qual brinquedinho falava. Próximo do violino, Kyrie perceberia a visão privilegiada que tinha sobre todas as ajoelhadas abaixo dele, sua mente poderia prover a imagem de um teatro lotado a espera de seu magnifico concerto ou de súditos rezando ao seu majestoso Deus. O que lhe fosse mais conveniente. Com uma espera suficiente para fazer o garoto loiro ficar no tédio, mas não pro mestre encher linguiça, a suma-sacerdotisa aparecia por de trás de forma silenciosa enquanto tocava a ponta de um de seus tentáculos pelo ombro e pescoço do garoto. - Então você voltou, o que significa serviço foi realizado? Excelente. - Seu sorriso marcante se destacava enquanto aproximava seu rosto junto do dele. - Como prometido, o violino está aqui para ti, só que antes dele ser seu, queremos que o toque após a nossa cerimonia... Compreenda que você é o nosso convidado especial e que poderá nos deleitar com sua música, então quando eu der o sinal você pode tocar o violino da maneira que quiser, mas precisa ser com afinco, precisa ser uma melodia para uma invocação digna de um deus! Sei que conseguirá pois és um também, né? Como sinal de boa fé, deixarei que pegue o violino para vê-lo, pequeno lorde. - Cada palavra era envolta de agrados e mimos cuidadosamente pensados por ela para persuadir o rapaz, já havia percebido sua inocência e tentava usar isso contra ele. Após a sacerdotisa se afastar com seus tentáculos, Kyrie poderia tirar o instrumento do estojo de madeira cheio de detalhes esverdeados e apreciar seu novo equipamento. Curiosamente, assim que tocasse no mesmo, sentiria uma forte sensação vinda do violino que por um mero segundo lhe traria uma sensação de "terror cósmico". Kyrie teria um tempo até sua performance ser requisitada e poderia se preparar. Musa perceberia que enquanto falava, o homem a sua frente não tirava os olhos de suas reações, nem mesmo uma mexida natural de pernas parecia passar despercebido de seus olhos. Ainda, continuou apenas com sua expressão séria e não mostrava a empolgação de antes com o que ouvia. Arrietty ouvia atentamente e era a que mais demonstrava empolgação, apesar de se segurar. Lovecraft esperou todas as perguntas virem e ficou algum tempo em silêncio. - Eu estava pensando que aquelas velhas haviam conseguido criar tal espécime, mas você veio de um acaso do destino, que surpreendente, você é especial de fato. - Falava serenamente enquanto se levantava e se aproximava do tubo com a mulher nua. - Desculpa pela sensação de aprisionamento, tentarei livrar mais o espaço. - O cientista soltava um leve sorriso de canto enquanto fazia o tubo deslizar por trilhos que iam rumo ao fim do laboratório. - Essa está pronta para a cerimonia, o que nos leva as suas perguntas. Eu não sou um subordinado, somos parceiros com propósitos distintos; Ela queria híbridas que a enxergassem como líder, então expulsei as velhas da seita e ela virou a líder de poucas desafortunadas ignorantes que ficaram, enquanto eu consegui um lugar que já tinha uma historia perfeita de camuflagem para fazer minhas experiencias genéticas. - Afastado alguns metros da sereia, o cientista não fazia questão de olha-la nos olhos, contudo seu tom demonstrava que o mesmo não mentia. - Quanto a sua última pergunta, é a mais complicada pois eu sou um caminho para a fé delas.. Bom, você não parece ser do tipo que acredita nesses lordes antigos, correto? Mas elas acreditam e devotam sua vida a isso... Elas só desejam virarem uma só com seus lordes e não se importam de como isso acontece... Eu sou apenas o facilitador de fazer essa crença continuar viva. Contudo, sendo justo com sua pergunta, elas não sabem que o que as transformam em híbridas é a minha ciência. - Nesse momento o cientista virava para Musa e observava atentamente sua reação, já havia percebido um certo olhar desconfortante e queria compreender totalmente o sentimento da sereia com tudo aquilo. Com o homem mais afastado, enquanto ouvia as respostas, Musa poderia notar melhor o laboratório, haviam diversas espécies marítimas presas em tubos de ensaio e aquários, desde simples peixes até criaturas que nunca havia visto. Um dos aquários era o mais chamativo pelo seu habitat diferente mas que ela já havia presenciado, a água suja e a terra podrida deixava claro que eram advindas do pântano da ilha, apesar de não ver nenhuma criatura lá dentro, ela conseguia sentir uma presença vinda de dentro. A sereia podia notar também que Arrietty ouvia toda a explicação sem expressar nenhuma surpresa, apesar de uma pequena expressão de descontentamento tomar-lhe a face, o que deixava claro de qual lado ela estava. Ao voltar sua atenção ao cientista, perceberia ele se aproximando novamente com alguns tubos de ensaio. - Eu estou muito curioso sobre essa substância química que te afetou... Se me permitir, gostaria de pegar amostras para alguns estudos... Em troca, posso te dizer a localização atual das velhas que eu mencionei. Diferente dessa nova seita, elas e Arrietty são sereias e podem ter informações mais valiosas de como a hibridez afeta a psique e outras coisas que não me interessam. - Questionou a híbrida esperando por uma proposta. Do contato inicial e pelas perguntas feitas, Musa perceberia que Lovecraft estava interessado apenas nas mudanças físicas e combativas que ocorriam nas híbridas, o outro lado da "moeda" não lhe era interessante e usual em sua pesquisa, o que poderia dizer muito sobre o cientista que ele era. @Dona Kinne @Jinkei
  24. Última semana
  25. Smite

    Sim, tem muitos jogadores que te fazem às vezes desistir de um jogo online, jogadores "perturbados", assim como em qualquer comunidade virtual (fórum, rede social, etc) tornam o ambiente desagradável. Por outro lado bons membros, fazem o jogo se tornar cativo.
  26. Smite

    Confira sim, é de graça também. Os personagens tem que ser comprados com a moeda do jogo, mas toda terça mudam os liberados da semana (igual no Smite). Também acho isso, chega uma hora que enjoa, o que não gosto muito de moba e de qualquer outro jogo online do tipo são as próprias pessoas, se for pra jogar online prefiro jogos como Wow, Magic, Dauntless, onde da pra fazer as coisas sozinho e se precisar de mais gente geralmente o pessoal é gente boa pra ensinar (no Wow ofocial mesmo tem muito gente que ensina as coisas lá, fazer doungeon, pegar item e tal).
  27. Smite

    Ouvi falar, mas, nunca joguei. O problema de vários MOBAs, eu acho justamente pela mesmice, muitos inovam pouco. Parece ser muito bom, irei conferir. Obrigado pela sugestão.
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