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Dona Kinne

GM One Piece
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About Dona Kinne

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  1. Nohime escutou em silêncio a voz emitida pelo casulo. Ao contrário do que aconteceu com Tomori, o questionamento da matriarca não a fez sentir raiva. Podia-se dizer até que entendia a criatura. Matar humanos fazia parte de sua natureza. Não se podia chamar de 'cruel' condená-la por algo que estava fora de seu controle? Compreendia o monstro, mas aquilo não a faria hesitar. Afinal de contas, Nohime também estava apenas tentando continuar a viver. — Entendido. — Ela respondeu à irmã enquanto passava os olhos pelos seus adversários. Resolveu mudar de posição. Não consegu
  2. Kyrie franziu o cenho, sem entender o que havia falado para ofender a diabo-do-mar e nem de que brinquedinho ela estava falando. Primeiro que ele não era mais criança para brincar com brinquedos, e segundo que ela não havia nem apontado para os bolsos dele. Onde é que ela achava que ele estava guardando um brinquedo? Na cueca? Quem faria uma coisa anti-higiênica dessas? Aqueles pensamentos não ocuparam muito tempo a mente da pequena divindade, no entanto, pois a verdade é que ele estava muito mais interessado no violino do que naquela interação social. – Perto do violino? Certo, vo
  3. Kyrie arregalou os olhos, absolutamente confuso diante da resposta de Musa. Arriety não havia o dito que ela era 'como ele'? Então não era lógico que ela fosse uma espécie de divindade? E o que era aquilo de 'pesquisa' que ela estava falando? Por algum acaso era possível saber que alguém não era uma divindade por meio de 'pesquisa'? Aquilo realmente não fazia o menor sentido. — Bom, então tá, né... — Kyrie murmurou para si mesmo, esquecendo completamente de soar formal. Escutou atentamente às próximas palavras de Arriety, o que não significa dizer que compreendeu-as pl
  4. Nohime atentamente à explicação da irmã. Franziu o cenho sutilmente, sem conseguir deixar de se incomodar com a forma que Asichi e sua irmã haviam juntado forças para tentar enganá-la. Para tentarem fazer ela achar que Tomori havia morrido, de todas as coisas. Pensou em perguntar se aquilo era mesmo necessário, mas desistiu. Tinha a impressão de que já sabia o que Tomori ia responder. Aquilo era um teste para saber se ela seria capaz de raciocinar friamente diante de uma situação de grande stress. — Espero que você esteja mais segura agora... Que eu ficarei bem mesmo quando você nã
  5. O efeito surpresa que almejava criar com seu deslocamento pelos portais não fora o suficiente para impedir que a criatura reagisse ao seu ataque e a desarmasse. A garota segurou um grunhido de dor devido à dor em sua perna e não perdeu tempo em desativar o seu fullbring. Esperava que a súbita transformação do martelo em uma lâmina pequena e o ataque de Asichi fossem o suficiente para que a criatura soltasse o objeto. Ao mesmo tempo em que erguia-se do chão, a garota estenderia a mão para frente, puxando a alma de sua tesoura em sua direção para fazer com que seu fullbring voltasse para ela.
  6. Uma vez que o embate havia terminado, Lady Leopolda apareceu de seu esconderijo e veio correndo na direção de seu humano com uma expressão meio assustada. Kyrie deu um suspiro cansado e ajeitou o cabelo. Não dava indício nenhum de estar abalado por tirar uma vida, mas também não demonstrava nenhum tipo de prazer naquilo. A impressão que ele passava era simplesmente de alívio por ter terminado uma tarefa irritante, porém profundamente banal. — Ultimamente, sempre que eu luto o meu cabelo fica uma bagunça. Acho que está muito grande. Será que está na hora de cortar? — Ele perguntou p
  7. — Não era ela? — Aquela não era a resposta que Nohime esperava. Claramente, ainda havia aspectos das habilidades do inimigo que ela não entendia. Antes que pudesse obter qualquer esclarecimento quanto àquilo, o adversário reagiu, lançando um imenso ataque de teia na direção das duas. Nohime moveu a parte cortante do martelo contra a parede, criando uma fenda dimensional grande o suficiente para ela e Asichi darem um passo para dentro e fazer com que o ataque passasse direto por elas - assim como acontecia nos filmes de exploração de caverna, quando o herói se desvia de uma rocha g
  8. Uma vez que havia conseguido fazer seu alvo escutá-lo mais uma vez, Kyrie esboçou um sorriso satisfeito nos lábios. A determinação do inimigo em continuar aquela luta, entretanto, levou aquela expressão a se contorcer em uma de desgosto. Os olhos de Kyrie eram os mesmos de uma pessoa que estava tentando limpar uma mancha especialmente difícil de remover. Era uma expressão que dizia "a sua existência é um incômodo". — Suponho que está na hora do gran finale então. — Disse o rapaz, embora sentisse que a beleza de sua apresentação estava sendo completamente desperdiçada naquele energú
  9. A imagem do cadáver de Tomori, atravessado pelo braço imenso daquela criatura monstruosa, assolou os sentidos de Nohime fazendo-a arregalar os olhos. Não. Era impossível. Não conseguia acreditar que sua irmã seria morta com tanta facilidade por um mero lacaio do inimigo principal. Aquilo parecia tão errado para ela que Nohime simplesmente não conseguiu acreditar no que via. Talvez não acreditar fosse uma artimanha inteligente de seu psicológico para conseguir lidar com a situação. Sendo ou não o caso, Nohime abraçou inteiramente a negação. — O inimigo tem habilidades ilusórias. —
  10. Por mais que a matriarca parecesse saber que ela estava apenas ganhando tempo, não resistiu a responder o que ela diria. A resposta, infelizmente, não lhe trazia nenhum conhecimento. Aqueles que eram fortes e livres não temiam nada? Ela já sabia disso. O problema era como ser forte, como ser livre... Talvez fosse inútil pensar naquele tipo de coisa quando estava prestes a morrer, mas também, todo pensamento é inútil quando se está prestes a morrer. A manifestação das reiatsus de suas aliadas estourou às suas costas, indicando que sua tentativa de ganhar tempo havia sido um sucesso.
  11. — Uma raposa que voa? Meu Eu, o cão é muito bem articulado... — Kyrie deixou escapar uma exclamação de surpresa, mas aquilo não o impediu de continuar a sua performance. Seu ataque pseudo-aquático teve sucesso em acertar o marine e, de quebra, tirou um pouco do impacto de seu soco. Mesmo assim, o garoto sentia uma dor na lateral de seu corpo que deixava claro que ele não queria tomar nenhum dano direto daquele homem. Enquanto pensava em seu próximo movimento, o marinheiro fez algo que fez uma veia saltar na testa da pequena divindade. Não havia nada no mundo que deixava o garoto ma
  12. Mesmo com a guarda alta, Nohime não conseguiu impedir-se de ser encurralada pelo inimigo antes mesmo de perceber sua presença. Exatamente como aconteceria em um filme de terror, a personagem com o design de figurante fora a escolhida para morrer primeiro. A única coisa que tinha a seu favor era que a mulher escolhera conversar com ela em vez de assassiná-la de imediato. — Obrigada. — A garota respondeu ao elogio feito à sua dimensão com um sorriso sincero, embora houvesse nele algo um tanto melancólico. Era triste constatar que, de certa forma, sua psiquê tinha mais em comum com aq
  13. Não tinha como negar que o aviso de Tomori sobre encarar aquilo com seriedade era direcionado especialmente para ela. Lembrou-se do ferimento em sua coxa, resultado de sua imprudência anterior, e se perguntou se aquilo não poderia atrapalhá-la em uma situação de batalha. Bom, se Tomori tinha a trazido com ela, devia achar que estava tudo bem. Era mais um motivo para ser cuidadosa, no entanto. Surpreendeu-se com a tarefa que a mulher deixou para ela. Compreensão sobre habilidades espirituais não era o seu forte. Se bem que talvez houvesse sido exatamente por isso que Tomori havia lh
  14. — Oh? Quando eu vou ganhar meu uniforme também? — Nohime perguntou. Sentia-se um pouco deslocada com sua combinação típica de moletom e calça jeans. Escutou atentamente as informações sobre a distribuição de pessoas no local. Não esboçou nenhuma reação de surpresa. O que era realmente surpreendente era o fato de uma novata como ela estar participando de uma parte tão crítica de uma missão tão importante. Tinha a influência de sua irmã para agradecer por isso. Caminhou ao lado das duas em silêncio, concentrada no cheiro do que quer que estivesse no fundo da caverna. A l
  15. — Errado, humano tolo! Estes poderes advém da minha divindade e não de um mero instrumento! — Bradou o garoto. Seria bom para todos que Aisa acreditasse no que Lorde Kyrie dizia e não tentasse roubar Glória, ou a humanidade teria que presenciar naquele dia a cantoria de Lorde Kyrie, algo para o qual possivelmente ninguém estava preparado. Ao se ver alvejado em três direções diferentes, o garoto alterou os movimentos de suas mãos, convertendo aquela melodia rápida e cortante em uma leve e inspiradora. Pequenas onomatopeias brancas como nuvem surgiram numa escadinha diagonal da esque