Keel Lorenz

GM One Piece
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Sobre Keel Lorenz

  • Rank
    The Lord of Dawn
  • Data de Nascimento 09/08/97

Informações de Perfil

  • Gênero
    Masculino
  • Local
    Idofront

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  1. Resultados de Avaliações

    @Koreas - Devido à completa inespecificidade, o jutsu não está aprovado. - Com descrições tão genéticas torna-se possível fazer um grande leque de movimentações que eventualmente superariam qualquer rank que déssemos à técnica. - Para criar jutsus, procure fazer algo mais específico. Do contrário, haverá a necessidade do pedido ser um Estilo de Luta relativo à sua regalia. Dessa forma, o Estilo de Luta consumirá 6 dos slots de jutsu custom grátis que uma regalia tem até completar 10 jutsus. - A respeito do Rank, deverá ser no mínimo A.
  2. [Missão Rank-C] Vulcão

    - Hmpf… - resmungou baixinho, diante da frase inconclusiva. Afastando-se cuidadosamente da porta, passeou os olhos por todo o ambiente, enquanto pensava a respeito da frase. Não era algo estranho de se dizer para aquela situação. Hakuryū conseguia imaginar um monte de contextos para a conversa que batiam com a situação passada por Dobei. Fazia sentido que estivessem tentando se defender de alguma forma e procurassem por alguma chance de, por exemplo, deixar aquela aldeia problemática. Entretanto, sem mais informações, ficaria difícil entender o que realmente aqueles aldeões queriam fazer. Ainda assim, aquilo apenas ajudava para a aura de tensão e crise do lugar. Fixando os olhos na mulher com dificuldades com a galinha, rapidamente calculou seu trajeto e procurou agarrá-las com cuidado. Calmo, observou-as bicar suas vestes como uma fútil resistência. Ladrões batem carteira e fogem. Roubam cordões de ouro e furtivamente tentam sumir entre a multidão. Se seguidos, novamente, fogem. Porém, Hakuryū não fugiu. Muito menos esboçou qualquer nervosismo ou ansiedade, como se tivesse acabado de se apossar das galinhas e estivesse procurando uma rota para fugir. Aliás, com seu ar distante, era difícil que alguém visse mais do que um garoto desligado. Tão desligado que demorou alguns segundos a perceber que seu disfarce tinha sido arruinado. Talvez um henge tivesse sido uma melhor decisão, porém já era tarde demais. Novamente desorientou-se com os brados da mulher, sem entender do porquê o revelar do disfarce parecia tanto ter sido a gota d’água. Momentaneamente teve a sensação de que a sensei não estava sendo totalmente sincera quanto à situação da vila. Realmente, para uma vila que dependia do setor de hospedaria, aquele que havia os recebido mais cedo e nem ninguém parecia ser muito… hospitaleiro. De qualquer forma, Hakuryū talvez ainda fosse um pouco de ingênuo demais para entender os motivos de ser tratado daquela forma. Entender situações sociais não era seu forte, ainda mais quando o contexto por trás dos comportamentos das pessoas parecia ser tão complexo. Naturalmente, formulava suas hipóteses e porquês, entretanto inevitavelmente um quê mais humano parecia faltar em seus raciocínios. Assim que viu a mulher seguir com urgência, também disparou em sua direção. Já que havia conseguido agarrar as galinhas que ela não conseguia alcançar com facilidade, supôs que conseguiria utilizar de sua agilidade para alcançá-la e avançarem lado a lado. - Senhora... Senhora?! - chamaria repetidamente em bom tom para até que ela parasse e prestasse atenção, ou até que a alcançasse - Desculpe, mas notei que estava tendo dificuldades - prosseguiria ao que estivessem lado a lado - Aqui estão… - estenderia as bichinhas para que ela pudesse pegá-las e seguir seu caminho - Me chamo Hakuryū - prosseguiria, se possível, adaptando sua posição se necessário para dar uma breve reverência - Será que poderia me ajudar? A vila parece estar tendo problemas… Quem são esses ladrões de que falam? - terminaria, talvez inadequadamente calmo demais para a situação em que se encontravam. E isso, provavelmente porque não havia entendido a reação da mulher com precisão. . Arregalaria os olhos e estremesceria os ombros de susto com a apresentação da professora. Novamente Dobei havia aparecido com uma velocidade monstruosa e isso configurava apenas mais um motivo para prolongar a surpresa estampada em sua face. Rapidamente, porém, recompôs-se assentindo com a cabeça para o comando da professora. Caso não tivesse conseguido alcançar a dona e entregar os animais, rapidamente procuraria por alguma terra próxima que parecesse… "Ciscável". Procuraria deixá-las o mais próximo possível do tal local que presumia ser capaz de deixá-las ocupadas ciscando e, então, dispararia atrás do clone. [...] Naturalmente, sua mente afiou-se diante de uma descrição de assinatura de Chakra por parte de Dobei. Hakuryū tinha certeza de que ela havia dito anteriormente que não era tipo sensor. Entretanto, não poderia se deixar ser pego naquela suspeita. Procurou manter sua face o mais limpa possível conforme escutasse. De qualquer forma, também estava interessado na assinatura, por isso brevemente se focaria em suas capacidades sensoriais para sentir o que havia próximo da estalagem. Não apenas isso, ficaria também atento ao chakra da professora e seus nuances, por segurança. Ainda não tinha como comunicar suas suspeitas aos colegas de time, infelizmente. - Acho que… - iniciaria, tentando manter seu ar pensativo e distante habitual - A previsão da hora do ataque está um pouco errada. As pessoas parecem bastante apressadas, como se houvesse um tipo de toque de recolher - prosseguiria, contraindo o cenho e estranhando um pouco a situação - Talvez eles estejam pressentindo que o ataque deve acontecer mais cedo que o previsto - sugeriu, calmamente, mas pensando no fundo que talvez aquilo não fosse uma mera casualidade. Hakuryū estava um pouco descrente que a inteligência de Iwagakure estivesse sendo tão displicente a ponto de analisar a situação tão mal. Para ele era claro que as pessoas que estavam vivenciando os saques de fato é que detinham a previsão mais precisa de quando o próximo deveria acontecer. Instintos às vezes tinham razão. Mas para os profissionais de Iwa, o não vivenciamento da situação deveria ser um mero detalhe. Eles deveriam ter ferramentas ainda mais avançadas que instintos para prever os ataques. Então… Por que? Claro, havia a possibilidade tanto do setor de inteligência simplesmente estar errado, quanto ter repassado a informação errada intencionalmente. Mas com a nova recente suspeita de Dobei… As coisas complicavam mais ainda. Han, tentou manter-se inexpressivo, controlando-se por dentro. - Acho que… - inicou, primeiramente olhando ao além, como se estivesse distante em pensamentos, mas logo focando o olhar nos aliados - Um bunshin desses que a sensei usou disfarçado de dono da pousada comum henge para dar um chilique deva ser uma distração boa o suficiente - um pouco nervoso, acabaria falando um pouco mais que o normal - Já que não temos genjutsu - completaria, rapidamente olhando para todos para captar suas reações - Poderíamos nos aproximar furtivamente e se alguém puder usar um Kanashibari e um outro puder atacar de longe, daria pra neutralizar um desgarrado ou, no mínimo, descobrir se é apenas um chamariz sem nos aproximar - finalizou, meio preocupado se conseguiria de fato controlar o nervosismo. @Hemurin @ryu-ryu
  3. [Rank-D] Surpresa não se avisa

    Missão: [Rank-D] Surpresa não se avisa Rank: D Nº de Turnos: 6 Jogadores: Kadso, Ancalagon, Fugere urbem Avaliação do mestre: @Ancalagon @Kadso @Fugere urbem
  4. Resultado de Avaliações

    @Pusheen - Após o que a equipe pode analisar no decorrer do evento global, campanha e aventuras, foram constatados diversos problemas sérios com a sua fruta. Por motivos de equilíbrio do sistema, a Wado Wado no Mi está vetada, e por isso será retirada da personagem Athena. A retirada via rpg ocorrerá por um mini rp aonde a personagem morre e voltará a vida, de forma parecida ao que aconteceu com o npc Sasha. - Para compensar essa perda, disponibilizamos ao jogador a possibilidade de trocar o prêmio que ganhou no evento Romance Dawn II por um dos outros prêmios correspondentes. - Lembramos também que o reset especial ainda existe.
  5. Resultado de Avaliações

    @ShinoNaro - A descrição do estilo de luta precisará de modificações. - Você deve acrescentar que a gravidade dos efeitos negativos causados pela manipulação dos chamados pontos de pressão dependem do seu rank em médico em relação à resistência do alvo. - Também é necessário lembrar que, apesar dos feitos que se relacionam com anatomia humana e conhecimento médico dependerem da pontuação em profissão, feitos físicos, como por exemplo aqueles mostrados por usuários de rokushiki, ainda dependerão da pontuação em combate e em atributos físicos.
  6. Resultado de Avaliações

    @Ayami - Aparência: Retirar a parte citando que o animal consegue rasgar navios grandes com facilidade, não é tão simples e muito menos fácil fazer isso assim no RPG. - Entendemos que se trata de um caso de um PET com heranças animais e que tem uma habilidade especial de entrar na sombra. Assim, os sentidos aguçados deveram ser descritos separadamente por slot e serão cobrados a parte. Já a sombra, você pode seguir essa ideia dessa afinidade com a sombra ou colocar que o lobo comeu uma akuma custom da sombra, em questões financeiras não vai ter diferença. - Entrar na sombra do inimigo é over e quebrado e por isso está vetado. Ele pode entrar na sombra apenas da usuária e dona dele, mas não no corpo dela. Além disso, as partes que ele usa pra atacar e proteger que estão fora da sombra são sucetíveis sim ao dano e obviamente saem apenas da sombra da personagem e não são invuneráveis. - Telepatia não faz sentido nenhum com o tema de sombras e com o universo de OP, vetado. - Como esse pet tem funcionalidade de uma armadura, o preço base é de 1,4 bilhão de berries + 100kk da habilidade da sombra a ser alterada + 100kk para cada herança animal.
  7. Resultado de Avaliações

    @Diable - Ficha aprovada! Encontre um mestre e comece sua aventura agora mesmo!
  8. Michaela von Wittelsbach

    Ficha Técnica Obtenção dos pontos de experiência: Inicial [80 pontos] Ilhas [0 pontos]: links para as avaliações de ilhas Eventos [188 pontos]: Romance Dawn II; Troca de Pentagramas [0 pontos]: links para trocas efetuadas Reset [94 pontos]: Nathalia Sapphire;Saldo: 362 pontos Aplicação dos pontos de experiência: Atributos FísicosForça: 122 | Resistência: 100 | Agilidade: 100 | Destreza: 40 Atributos de SuporteCombate: 100Navegador #1: 100 | Animador #2: 20Haki do Armamento: 22 | Haki da Observação: 20Akuma no Mi: 100 Disponibilidade de slots de técnica: Combate: 3/6 Navegador #1: 0/5 Animador #2: 0/2 Akuma no Mi: 3/5 Regalias: Paramecia Custom - Romance Dawn II; Reset Especial; Pentagramas Obtidos: Ilhas Mestradas [1 ilhas]: Shell of Eternity Total obtido: 10 pentagramas Total trocado: 10 pentagramasSaldo: 10 pentagramas
  9. [Missão Rank-C] Vulcão

    Cerrando os olhos, Hakuryuu lançaria um olhar desconfiado com certo ar de desprezo para Naraka. Ele já havia dito que sua fraqueza talvez fosse “velhos pelados”, e Han tinha um palpite muito forte para qual seria o motivo daquilo. Foi tentando espiar o banheiro feminino que ele acabou por se deparar com um dos contratantes anterior. E Hakuryuu não gostava nem um pouco de pensar nas indecências que seriam possibilitadas caso ele aprendesse genjutsu. - Hmm - balbuciaria, ainda com a expressão de desprezo, imaginando os tipos de depravações que ele deveria estar querendo cometer. De qualquer forma, Hakuryu logo tratou de voltar a ponderar sobre eventuais lutas. Conforme a resposta de Kana, ninguém no time parecia ter boas capacidades no campo de genjutsu. Talvez seu controle de chakra auxiliasse em tirar outrem de uma ilusão. Porém, temia que aquilo talvez não fosse tão eficiente quando o atingido fosse ele mesmo. - Sim, vamos - responderia, ainda um pouco aéreo devido aos planejamentos estratégicos internos, dirigindo-se para o lado de fora acompanhado da garota. Tendo chegado à rua depois das instruções da professora, Hakuryuu ainda estava aparentemente um tanto alheio à situação. Naturalmente, cogitava diversas coisas por dentro. Ao que iniciou sua caminhada em direção à idosa, respondeu: - Hai, vamos nos encontrar mais adiante para compartilhar informações… - prosseguiu, um tanto focado no caminho que tinha à frente, afinal realmente estava pensando bastante a respeito do que a garota a havia falado de espiões. [...] Momentaneamente, parando para pensar melhor, era estranho que um vilarejo de aspecto tão pacato tivesse pessoas tão apressadas. Foi ao que associou aquela pressa em entrar em casa por parte das pessoas por ali com o que pessoas de cidades maiores geralmente faziam por conta da criminalidade que uma luz se acendeu em sua mente. Todos os moradores pareciam saber que o ataque aconteceria em breve. Sua expressão sonolenta rapidamente despertou com um ar de preocupação. - Eh? - o garoto surpreendeu-se com a resposta da velha. Não estava exatamente mentindo, afinal realmente tinha chegado recentemente, estava preocupado com a gangue e realmente estimava que talvez devesse ficar por mais algum tempo até que a situação fosse resolvida. Entretanto, a velha parecia ter algum tipo de detector em seu nariz. Talvez ela fosse como um dos seus antigos colegas de equipe, com um nariz excepcional capaz de captar vacilos na fala? De qualquer forma, ainda estava um pouco preocupado em conseguir informações antes que todos os aldeões sumissem das ruas e o ataque começasse. - Os ocultos...? - indagou, agora confuso e gradativamente ficando com pressa para descobrir. Foi surpreendido com o torso que surgia na porta atrás da cadeira de balanço. Brevemente levantou o olhar e encarou o homem um pouco assustado. Momentaneamente pensou que talvez fosse conseguir mais informações, no entanto o sujeito não parecia estar de muito bom humor. - M-mas… - balbuciou em resposta ao enxotamento, com o dedo erguido em sinal de “espere” - E-eu… - estava prestes a retorquir a insinuação de que perturbava a idosa quando estremeceu com o impacto da porta diante de si. Em sua inocência, pensou em como as pessoas de Gojinka tinham um comportamento meio estranho, sem entender exatamente o porquê. O garoto reconhecia o perigo que rondava à vila, claro, mas não tinha como compreender o real sentimento daqueles que moravam ali. Por um momento, acreditou que teriam interesse em informar os demais para que se mantivessem seguros. Foi enquanto ouvia as vozes abafadas do outro lado da porta que percebeu que as coisas não seriam tão convenientes assim. - Hmmmmmm… - atento ao seu sensor, virou a cabeça para rapidamente checar o perímetro. Estava nervoso com o tempo que se esgotava, mas ao mesmo tempo sentia que seria errado aproximar os ouvidos. Permaneceu hesitante por uns breves instantes até que pensou que, tendo em vista a razão estar ali, talvez só uma espiadinha fosse justificável. Avançando em direção à porta, manteria seus passos leves para que não fosse ouvido ou produzisse ruídos em eventuais assoalhos de madeira, por exemplo. Tentando colocar a orelha o mais próximo possível da porta, tentaria ouvir a conversa ao mesmo tempo que visualizasse as assinaturas de chakra no interior. Seria como ouvir duas figuras humanoides energéticas se comunicando, imaginou. Enquanto espiasse o assunto da conversa, ficaria atento ao chakra daqueles dentro da casa. Caso dessem indícios de que tinham percebido sua presença e fossem se aproximar da porta, rapidamente efetuaria os selos de um Shunshin no Jutsu (Rank-D) (sem a fumaça) para se fazer desaparecer antes que fosse visto. Fugido, procuraria algum lugar onde pudesse se esconder até que a barra estivesse limpa novamente. De seu esconderijo, observaria a situação da mulher das galinhas, já pensando em como se aproximar para obter informações. A princípio, esperando que a porta da casa anterior fechasse, ficaria observando o trajeto para tentar intercepta-las. Assim que a porta voltasse a se fechar, sairia de seu esconderijo, procurando fazer-se percebido no campo visual da mulher para que não estranhasse. Então, assim que encontrasse a brecha para a interceptação, avançaria procurando agarrar os animais com cuidado para não machucar. Caso obtivesse sucesso, rapidamente as estenderia em direção àquela que parecia ser sua dona. Ajudando a mulher, esperava que ela pudesse lhe ajudar. Ademais, estaria sempre atento se assinaturas de chakra suspeitas começassem a se aproximar em sua direção. Han Hakuryū Chakra: 114 - 6 (Shunshin) + 2 (Economia - Controle de Chakra) = 110 @Jinkei
  10. [Khórus] Réquiem

    Ainda tensionados, os olhos de Leonard levemente se abriram, consternados com as novas informações captadas pelo Haki. Claro, ainda eram meras hipóteses, que careciam de testes que as fortalecessem. Entretanto, a confirmação de que apenas pessoas com fragmentos de aura de cor normal tinham se movido por curiosidade ao acidente era uma pista bastante contundente. E as suas marchas desorganizadas eram algo que reforçavam ainda mais o ponto: muito provavelmente alguém estava projetando sua consciência a ponto de se tornar visível para controlar as pessoas e, pelo que o contexto parecia querer dizer, provocar manifestações. Naturalmente, repassaria as informações para seu banco de dados de forma quase imediata. Também havia notado a baixa taxa de “falhas” dentre os controlados, o que apenas atestava o poder da técnica. Já havia testemunhado hipnoses dos mais variados tipos. No entanto, nunca tinha sido capaz de visualizar tamanhas mudanças na aura dos afetados. Era um fenômeno inédito, que havia feito a pressão interna da bomba que o Rei de Espadas era começar a subir. Não era do tipo que se deixava levar tão fácil, mas se o inimigo continuasse daquela forma… O vazio do caos gravitacional não era algo nada bonito de se testemunhar. Voltando o seu olhar, momentaneamente desatento dos arredores, focou novamente em Machina que conectava-se a um terminal suspeito. Não seria a primeira vez que fora invadido e, por isso, Leonard temia pela integridade dos dados que o davam forma. Contudo, não pareciam haver outro jeito e, de um jeito ou de outro, aquele não seria o único risco pelo qual teriam passado juntos. [...] Fazendo surgir seu corpo compostos de dados dinâmicos, Machina observou a ilha com olhos maravilhados. Havia visto a paisagem do “lado de fora” e, assim como seu criador provavelmente achava, a ilha-cidade era linda. Entretanto, o mundo dos dados era a sua casa e a falta de tato de seu inevitavelmente fazia parecer com que visse o mundo através de uma tela de vidro. Do seu ponto de vista robótico, aquele mundo virtual não tinha comparação com o mundo real. Mergulhando de cabeça no mar de uns e zeros, Machina logo pode identificar as pegadas deixadas pelo inimigo. Entretanto, conforme seguia os rastros, a facilidade de rastreio chamou sua atenção. As coisas pareciam convenientes demais e, por isso, suspeitou de uma armadilha. Calculando que talvez a ideia do inimigo fosse uma faca de dois gumes, optou por continuar mesmo assim. Se aquilo significasse conseguir os dados, então o faria, mesmo diante de alguns riscos. Com um sorriso, observou o aglomerado de dados que tinha obtido na palma de sua mão. Porém, a expressão durou pouco. Sabia que deveria relatar imediatamente, entretanto o ataque cibernético iminente o fizeram tomar outras medidas mais urgentes. Fazendo a cópia das informações obtidas rapidamente desaparecer do display em sua mão, iniciou seus protocolos de defesa. Graças ao nível tecnológico da cidade, julgava que o tráfego de dados das bandas por ali deveriam ser ridiculamente altos. Por isso, em vez de recorrer a uma estratégia tão bruta de defesa como uma barreira criptográfica, optaria por algo que faria o inimigo acreditar que havia vencido a luta até que fosse tarde demais. Criando uma cópia simplificada sua e a uplodando na rede, Machina faria surgir um clone sobreposto à sua posição. Então, desviaria dos ataques vindos pelos flancos deslocando-se para alguma direção livre. Enquanto as correntes de dados atacassem seu dummy, Deus Ex rapidamente tentaria desconectar-se totalmente da rede da ilha, antes que o inimigo pudesse dar falta de dele. [...] - Sim, é imprescindível - concordaria com o outro caçador, um pouco aéreo conforme observava Machina a alguns metros - Assim que atravessar os obstáculos e estivermos dentro do prédio, conforme o combinado lhe invocarei. Agradeço pela paciência... - rapidamente finalizaria, fechando o portal ao que ouvisse uma afirmativa por parte do homem e voltando a matutar sobre informações há pouco adquiridas. Estava prestes a abrir seu display para averiguar o estado de Machina, quando seu sexto sentido detectou uma urgência. Com um fulgor nos olhos em resposta à detecção, sua expressão dentro do capacete mudou drasticamente para uma fúria gélida: estava pronto não apenas para se defender, como contra-atacar. Graças ao Haki, não havia necessidade de observar o ambiente, coletar as informações, construir uma imagem mental, planejar o movimento e reagir. Simplesmente saberia quais eram os movimentos do inimigo e apenas teria que reagir. Rapidamente virando na direção dos atiradores, traria a mão à frente do corpo em um movimento circular. Deixando um rastro de matéria negra, rasgando o ar com as garras de sua armadura, Leonard rapidamente materializaria uma Ruined Star entre eles e os atiradores. Enquanto os fossem desviados de quaisquer que fossem suas rotas para serem devorados pelo pequeno buraco negro, na outra mão, Izanami surgiria. Movendo o rifle ao redor do eixo de seu corpo, também em direção ao centro, subitamente estacionaria em um ângulo relativamente aberto em relação à direção dos disparos inimigos. Sabendo qual era o exato limite da barreira de distorção criada pelo buraco negro defensivo que havia arquitetado, Leonard anteciparia o efeito de lente gravitacional que curvaria os disparos de sua arma, como bem costumava fazer, mas com os mecanismos das mesmas. Seu dedo se moveria dezenas de vezes, entretanto apenas dois feixes emergiriam. Como resposta à possibilidade dos inimigos também possuírem o Haki da Observação, Leonard somente teria a intenção de acertar o exato ponto central entre a posição dos snipers. Então, sem se atentar como o caos de disparos se comportaria após a colisão, dois Fission Shots de 10 disparos cada explodiriam em direções aleatórias. A princípio, o preço por poder desorientar os inimigos - que subitamente se veriam sem a previsão do HdO, na urgência de desviar - e ainda ter a chance de atingi-los, seria também correr risco de atingir a si mesmo. Entretanto, graças ao buraco negro adicionado àquela equação, Leonard sabia que o fator Fission Shot poderia ser ignorado. Tinha o arquitetado para que a diferença entre as distâncias do buraco até leonard e do buraco até os inimigos fosse decisiva para o ângulo de escape de órbita dos tiros. Em suma, daquela posição, dificilmente poderiam ser alvejados. Já o contrário, não valia da mesma forma. Além disso, se seus próprios tiros voltassem, no fim também serviriam para alimentar a besta gravitacional faminta. Havendo ganhado tempo para si mesmo e Machina, Leonard se prepararia para a próxima parte do plano. Assim que visse que Machina havia se soltado do terminal, com Dark Field criaria uma leve força atrativa em sua direção. Algo suficiente para apenas atrair corpos próximos. Assim que o cubo se soltasse do terminal, a atração somada com sua velocidade de locomoção natural deveriam diminuir o tempo necessário para que Leonard pudesse agarrá-lo com sua mão livre. Paralelamente, também estaria atraindo o buraco negro mas que, por estar um pouco mais longe, demoraria alguns bons segundos a mais que Machina para tocar o caçador. Então, com Machina em mãos, começaria a voar sentido prédio senatorial. A essa altura, aumentando o poder de atração e, consequentemente a velocidade com que o buraco negro o seguia túnel adiante, faria com que a esfera negra ocluísse a entrada deixada para trás. A passagem estaria coberta por uma esfera de negro absoluto, entretanto, aquilo ainda era algo chamativo demais ao seu ver. Por isso, manipulando com os poderes de sua fruta a matéria negra que constituía a singularidade, converteria a habilidade para algo semelhante ao Planetary Devastation. Atraindo as paredes, teto e assoalho do túnel, colabaria a passagem permanentemente. Então, dissiparia quaisquer rastros de seus poderes. Havendo fechado o caminho dos inimigos até si mesmo, prosseguiria avançando dentro do corredor, atento ao The True Sight para encontrar o caminho até o senado. Enquanto não encontrasse o primeiro sinal da esquemática interna do prédio dos senadores, escutaria se Machina tinha a alguma informação a relatar. A Dawn gravaria as informações passadas para Leonard, afinal o caçador estaria ocupado utilizando de suas perícias em inventor, para ler aquela planta de wireframes, e em navegador para encontrar seu caminho dentro daquela estrutura quase labiríntica. Assim que identificasse em seu campo visual o interior do prédio senatorial a uma distância razoável, dirigiria-se para Machina: - Agradeça Eagle-san por sua paciência - curto e com pressa, Leonard faria o cubo desaparecer para dentro de seu espaço pessoal antes que ele pudesse dizer algo. - Mas… - o cubo balbuciaria, logo vendo seu campo visual tremeluzir por completo, revelando o interior de um dos construtos de Leonard. Então, faria um som de certa frustração, quase como se pudesse expirar o ar de seus pulmões - Eagle-sama - então, prontamente retomaria sua postura de cordialidade - Em nome de meu criador, agradeço sua paciência. No momento, ele deve estar prestes a realizar a travessia até o interior do senado - o cubo lentamente se aproximaria, preparando o Invisible Air, já que o protocolo para reinvocação não tinha mudado - Peço encarecidamente que espere comigo no interior da bolha até que seja o momento - prosseguiria, bastante mecânico, mas ainda com o tom eletrônico suave característico de seu gerador de voz. Então, não havendo outros pertences em sua posse que não fosse aquilo que vestia, começaria a converte-se em matéria negra, intangível. Pouco antes de virar elemental, mirando bem na direção em que o cômodo mais próximo do senado estava, Leonard utilizaria os princípios de Bullet Jump para se lançar em direção ao interior do prédio, atravessando os obstáculos graças às suas propriedades imateriais. Obtendo sucesso em chegar perto do prédio do senado, procuraria por um local onde não houvessem pessoas e pudesse ressurgir em sua forma normal novamente. Caso novamente obtivesse sucesso e a “barra estivesse limpa” reinvocaria Eagle e Machina para aquele plano. Então, voltaria a ficar material e visível. Esquemas da Situação Habilidades Mencionadas Itens e Mecanismos Mencionados @Corrupto aposentado
  11. [Missão Rank-C] Vulcão

    Hakuryuu já tinha ouvido falar de mandalas e algumas de suas propriedades. Dentre elas a proteção, talvez. Entretanto um jutsu daqueles, por provavelmente cair dentro dos elementos yin e yang, certamente deveria ter propriedades e funcionalidades praticamente impossíveis de se prever. Talvez até devesse haver composições que conjurassem liberações elementais, entretanto o real conceito por trás do jutsu era ininteligível ainda para o garoto. Havia guardado a informação e, por ela já ter dito que não revelaria até que fosse a hora, Han optou por se fazer esquecer um pouco do assunto. Querendo ou não, ser shinobi ainda era uma profissão e, portanto, deveria se portar como tal. Não pode se distrair por tais assuntos. O garoto não sabia dizer o que faltava. Porém, enquanto ela repassava as informações adicional, era como se sentisse algo como uma certa incerteza na linguagem corporal de Dobei. De qualquer forma, Hakuryuu ainda acreditava que poderia depositar sua fé na professora. Escutou atentamente às instruções, já que aparentemente havia uma previsão aproximada do horário do ataque e guardas não seriam necessárias. Não teve nenhuma objeção ao plano, já que diante da situação de incerteza de local de ataque, dividir-se e misturar-se parecia serem as melhores formas de se lidar com a situação. - Entendido, Dobei-sensei - respondeu firme à ordem de seguí-la - Gochisousama - brevemente prosseguiu, unindo as mãos e respeitosamente depositando os utensílios sobre a mesa de forma organizada. Tendo finalizado a sua refeição, levantou-se com presteza e alcançou a sua capa. Antes de vestí-la, no entanto, certificou-se de que sua bandana não ficaria à vista. A amarraria no braço para que ficasse coberta pelo manto quando a vestisse. Suas roupas não ficariam tão à vista, mas também tratou de dar um jeito no adorno de sua cabeça. Ao que puxou a espécie de ferrolho que o segurava em seu cabelo, sentiu um certo desconforto. Já havia perdido o costume de ficar sem ele e, por isso, não se sentia tão à vontade. Porém, diante da falta de opções, apenas soltou e ajeitou rapidamente seu cabelo que ficaria alguns centímetros mais comprido. Arrumando e guardando o adorno e as fitas com cuidado em uma de suas pouchs ninja, suspirou e finalmente terminou de lançar o manto sobre seu corpo. Como sempre, optava por ser o mais discreto possível. E, por mais que o adorno não fosse sinônimo de discrição, o fato de que ninguém ali já havia o visto sem o item provavelmente deveria ser chamativo. Por isso, silenciosamente, um pouco corado e contendo a vergonha, Hakuryuu também rapidamente tratou de se lançar através da porta para seguir Dobei. Caminhando do lado de fora, interessado em estudar o possível campo de batalha, distraiu-se de sua nova aparência temporária. Logo voltou o olhar para professora, que retomava suas explicações a respeito do plano. - Hai - acatou, lacônico para variar, brevemente fitando Kana e esperando que estivesse pronta para seguirem pela rota estipulada. Quieto, mas fervilhando por dentro, Hakuryuu levantava discussões internas a respeito de “como diferenciar os civis dos bandidos-alvo”. Talvez, se chegasse perto para conversar seus chakras denunciassem o nervosismo ou algo do tipo. Entretanto, sua maior preocupação era a respeito de julgar a aparência ou não. Por um lado, acreditava que ser possível que literalmente qualquer um poderia estar mancomunado com a gangue. Por outro, questionava se não estaria apenas pensando demais e levando as coisas ao extremo desnecessariamente. Chegando à metade da vila deixada sob seu encargo, Hakuryuu silenciosamente passou os olhos pelos indivíduos mais próximos. Aquela altura, sentia-se calmo, quase com uma expressão sonolenta, ainda que sua cabeça fervilhasse com ideias. Apesar do caos causado pelas galinhas, prontamente focou na senhora adiante, que balançava na cadeira inclinável. Não só por sentir certa afinidade com a calma e lentidão com que a maioria dos idosos se portava, mas também por que não acreditava ter jogo de cintura o suficiente para se virar em uma situação social em que desconhecidos certamente estariam ocupados e distraídos com a fuga das galinhas. - Kana-san, vou entrevistar a senhora mais adiante e ver se há mais candidatos adiante nessa rua - pontuou em tom monótono, prontamente avançando suas passadas na direção da velhinha. Até mesmo uma velhinha poderia ser informante de uma gangue? Sim, era o disfarce perfeito. Pelo menos, era isso que um dos Hakuryuus chibi em sua mente pontuava para os demais. Outros, porém, contrapunham-se argumentando que talvez fosse exagero pensar assim. Indeciso, o garoto acreditou que talvez um meio termo fosse o mais adequado. Aproximaria-se calmamente, acreditando que a probabilidade do informante ser uma idosa era remota. Afinal, talvez nem enxergasse direito. Entretanto, por via das dúvidas, manteria-se atento ao seu sensor. Se sentisse grandes variações na frequência de vibração da senhora, aí sim suspeitaria. Antes de atingir a distância apropriada para se comunicar, brevemente passaria os olhos pela rua adiante. Procuraria observar quem eram os elementos que compunham a rua da vila naquele instante. - Boa noite, senhora - diria Han de forma clara ao que atingisse relativa proximidade, reverenciando a anciã respeitosamente. Contudo, talvez por conta dos pensamentos anteriores, omitiria as informações que denunciassem sua identidade - Cheguei recentemente a Gojinka e ouvi rumores a respeito de uma gangue... - emergiria em um tom meio pensativo após alguns instantes de sua saudação - Devo ficar por mais algum tempo e agradeceria se pudesse me confirmar se os rumores são verdadeiros ou não - finalizaria, mantendo-se em silêncio e esperando que a idosa respondesse. Questionaria se não estava sendo robótico ou formal demais. Entretanto, o foco em suas capacidades sensoriais para com a aura da senhora e eventuais assinaturas suspeitas nos arredores cumpriam bem o papel de distrair sua mente do assunto.
  12. The Decay

    ?????? ?? ??????? - Mundo Humano | @Diable Conforme caminhasse, a sensação de algo que encobria sua sensibilidade espiritual era onipresente. Por vezes, poderia sentir como se fosse uma força semelhante à opressão causada pela reiatsu de seres superiores. Talvez algo semelhante a estar na presença do capitão-comandante da gotei 13. Porém, só em parte. No fundo, Ichigo sentiria na pele que algo naquilo era diferente. Não parecia com a energia emanada por um ser vivo naturalmente em detrimento de sua escalada espiritual. Pelo contrário, agora que já fazia algum tempo que havia chegado naquela cidade estranha, podia sentir algo quase semelhante a uma queimação em sua pele. Não era algo que seu corpo de reishi jamais tivesse sentido. No entanto, estava longe de parecer algo sério. Dentre tudo, uma propriedade ficaria muito clara: dependendo da direção para qual seguia, a intensidade dessa força desconhecida variava. Ao que seguisse no sentido sudeste, podia sentir seus sentidos espirituais turvarem. Muito mais em comparação do que seguisse para sul ou leste. Seguir em direção norte ou oeste aliviaria um pouco aquela sensação ao seu redor, mas não tanto quanto se caminhasse mesma distância em sentido noroeste. Ademais, caminhar para nordeste ou sudoeste pouco variava a força. Além daquelas que podia fazer com a sua sensibilidade espiritual, seus olhos também poderiam fazer suas próprias constatações. Pelo aspecto das construções, a cidade certamente devia estar abandonada há anos. E, quanto mais do terreno percorresse, maior seria sua sensação de estar sozinha ali. Não havia sequer sinal de outros shinigamis e, por vezes, Ichigo poderia se pegar em situações muito semelhantes às que os vivos deveriam enfrentar todos os dias. A ausência da sensibilidade espiritual e a dependência dos sentidos herdados de seu corpo mortal certamente não deveriam ser reconfortantes. Em sua caminhada para evitar locais fechados, logo se veria deixando o perímetro mais densamente urbanizado. Seguindo por uma rua que gradativamente se convertia em uma estrada, não demoraria para ver adiante de si uma chancela que levava para um dos espaços mais abertos que teria visto até então. A estrada maior em que a shinigami se encontrava era cortada por uma menor, em um cruzamento cujos sinais de trânsito já estavam há muito apagados pelo tempo. Como já poderia constatar há um certo tempo, os prédios e conjuntos habitacionais de aspecto antigo estavam ficando para trás, cada vez mais dando lugar para pinheiros e outras árvores de clima tipicamente frio. A estrada principal seguia sentido sudeste. Aberta e plana, era cercada também por pinheiros verdes. Contudo, em comparação à floresta de concreto em que esteve até então, sem dúvidas poderia perceber melhor se algo suspeito ou perigoso se aproximasse. Curiosamente, caso olhasse para trás, observando a chancela de onde haveria vindo, poderia averiguar um alambrado de alumínio e cercas de arame farpado baixas, que certamente demarcavam os limites daquela cidade suspeita. Mais importante, à frente do alambrado, outra placa no alfabeto familiar poderia ser vista. - SS-SOCORRO! - uma voz seca subitamente poderia ser ouvida ao longe, vinda de dentro da floresta de pinheiros que margeava a estrada principal. Por mais que fosse uma shinigami treinada e possuísse alguns truques na manga, sem sua sensibilidade espiritual, a situação da protagonista não seria muito diferente daquela de um mero humano portando uma katana diante do perigo em meio a noite densa. @Diable
  13. [Missão Rank-C] Vulcão

    Naturalmente, Hakuryu esteve compenetrado nas informações que Naraka e Kana estavam fornecendo. Tomava notas mentais e cogitava possíveis aplicações em combates futuros. Estava bastante curioso para ver em ação, já que até estava um pouco incomodado com a falta de especificidade dos relatos. Tinha noção, porém, que deveria controlar um pouco mais os seus impulsos naquele aspecto. Como sempre, optaria por manter-se silencioso. Menos era mais, só teria que ser paciente para ver as habilidades das quais falavam. Foi então que a maior incógnita do grupo apareceu em sua mente. “Meu rikudou…” - ao que seu foco brevemente flutuou para a direção da sensei, surpreendeu-se com a frequência do chakra da mulher. O breve susto converteu-se em uma certa preocupação. A mulher parecia uma panela de pressão pronta para explodir. Seu exterior parecia que tudo estava sobre o mais absoluto controle, porém as vezes ela deixava transparecer o stress por alguns pequenos sinais. Só então Hakuryuu tinha percebido o quanto de stress parecia transbordar através da assinatura de chakra dela. - Entendido… - respondeu em tom pensativo à pontuação da mulher, seguindo e observando a mulher com um ar um pouco preocupado. Perdido em pensamentos a respeito do que poderia estar fazendo a sensei dar aqueles sinais, a princípio Hakuryuu acabou por não prestar muita atenção no cenário. Demorou a perceber que haviam chegado. Foi quando os demais colegas de equipe começaram a discutir sobre galinhas que seu foco rapidamente se quebrou. Com as sobrancelhas contraídas fitou ambos, meio confuso, sem entender o porquê da conversa. No entanto, logo virou-se, percebendo a presença daquele que, por suas falas, parecia ser o contratante. - Boa noite, senhor - Han respondeu, em respeitosa reverência, logo após a apresentação da professora. Naturalmente, percebeu a certa rudeza nas palavras do homem. Entretanto, talvez por ser um tanto inocente demais, optava por manter-se sempre discreto. Jamais responderia à grosseria do contratante e apenas manteve-se sorrindo simpaticamente para a situação quando a professora e os demais colegas comentaram o equívoco do homem. “Ai… Mais um bêbado pra dificultar a minha vida…” - manteve-se sorrindo, achando graça para que “deixasse aquela passar”. Por dentro, porém, estava sorrindo de nervoso pelo fato de ter que lidar novamente com gente fora do juízo por causa da bebida. - Dōmo arigatō - Hakuryuu agradeceu contido à hospitalidade do homem, tanto que duvidava se sequer seria ouvido por qualquer um na sala. Não estava acostumado com aquele tipo de ambiente… De certa insalubridade. Porém, manteve-se calmo para não perder a compostura e nem a educação. Discrição, sempre. A sensei, porém, não parecia estar muito familiarizada com estes conceitos. Observou seus comportamentos iniciais, procurando não chamar atenção para o fato. Quase imediatamente também deu início à sua refeição. Sentado de postura ereta, esperou pacientemente até que pudesse se servir e calmamente iniciou a comer. Como sempre, relevaria a falta de etiqueta dos demais. Não seria de seu feitio criticar tais posturas de qualquer forma, afinal. Entretanto, ele mesmo jamais faria algo tão chamativo. Seu foco quanto ao assunto, porém, rápida e facilmente foi tomado pelas explicações da sensei. Manteve-se lentamente comendo enquanto sua mente perdia-se visualizando as informações passadas pela professora. Era quase como se um filme passasse em sua cabeça. Não era difícil de compreender a motivação dos alvos daquela missão. Possuíam um certo ufanismo em relação à vila oculta da pedra que os levava a acreditar que a vila poderia facilmente sobreviver isolada em sua grandeza. Qualquer um que entendesse um pouco do assunto sabia que o fechamento das fronteiras e isolamento econômico era incapaz de trazer crescimento para qualquer região. Entretanto, teoria econômicas à parte, entender as motivações era apenas uma parte do serviço. Enquanto comia distraído, mantinha-se pensando a respeito de formas de agir. Quando a professora voltou a falar, seu olhar subitamente subiu, novamente entrando em um quase transe, visualizando as informações compartilhadas. Claro, entender o contexto no qual a inteligência da vila havia os enviado para lá era algo quase instantâneo. Hakuryu sentia falta de informações sobre como previam que o combate deveria ocorrer de fato. Só assim poderia começar a pensar em como reagir. Entretanto, de antemão, graças à informação de que um ataque ocorrerá de madrugada, Han já podia antever que precisariam descansar em turnos. - Hmm… - Hakuryuu resmungou baixinho, percebendo o surto da professora. Para ele parecia que Dobei na realidade não queria ter genins em sua cola, já que era algo que poderia arriscar seu histórico de missões como jounin - Bom… - recompôs-se como leves tossidas depois de crer ter percebido algo a respeito da sensei - Nem de longe sou tão forte quanto a Kana-san, mas procuro sempre treinar meu corpo para não ficar na mão em combates corpo-a-corpo - iniciou, assim que os demais terminaram de falar, lembrando-se das ondas de impacto que Kana conseguia produzir na terra em sua missão anterior - Se algum lutador conseguisse se aproximar de mim, conseguiria me virar por alguns segundos com evasivas razoavelmente rápidas. O problema seria o contra-ataque, já que eu dependeria de executar selos durante a evasão - Hakuryuu deu uma breve pausa - Entretanto, creio que genjutsu seria o maior dos problemas para mim… - logo retomou, meio pensativo, mas voltando-se para seus dois colegas de time - Kana-san, Naraka-san, o quão bem vocês lidam com genjutsu? - finalizou, indagando aos colegas de equipe, já que habilidades ilusórias tendiam a ser um pouco raras entre os ninjas. Estava prestes a fazer as devidas perguntas a respeito da inteligência feita por Iwagakure, porém Kana antecipou-se. - Sim, essas informações seriam muito úteis - concordaria com a kunoichi assim que ela terminasse de falar - Acho que seria bom nos dividirmos em turnos de guarda - prosseguiu, passeando os olhos pelo ambiente, atento ao seu sensor - Dobei-sensei, por acaso você possui algum tipo de técnica sensorial? Porque se tivesse, poderíamos nos dividir em times de dois. Enquanto dois descansam, dois vigiam. Cada time com um sensor - finalizou, esperando atentamente pela resposta dos integrantes de seu time. @Jinkei
  14. [Missão Rank-C] Vulcão

    A princípio, era óbvio que Hakuryuu estava levando os comentários sobre ser vendido na brincadeira. Esboçava uma certa expressão de estranhamento por conta do humor peculiar. Entretanto, cada vez mais convencia-se de que os integrantes de seu time, em especial sensei e Naraka, eram completamente insanos. Por vezes, a falta de hesitação nas falas fazia Han brevemente acreditar que de fato estavam cogitando tráfico humano ali. Ligeiramente duvidando da sanidade das pessoas ali, seus olhos arregalados passeavam pelo cenário, talvez em busca de uma rota de fuga. - Eh? - Hakuryuu, então, surgiu de seu estado de suspeita, balbuciando surpreso diante do comentário a respeito de deslizamentos. Novamente seus olhos preocupados passearam pelo cenário. Dessa vez, porém, observando o topo do relevo, de onde as pedras deveriam vir. Ouvindo a conversa dos três de fundo, que não pareciam gritar, mas também não pareciam fazer questão de se segurarem no tom de voz, Hakuryuu engoliu seco. Sentiu um frio subir pela espinha, virando imediatamente a face quando Naraka de ênfase em uma das palavras de sua frase, já quase como se sentisse as pedras se movendo lá no topo. Àquela altura, já sabia que o tal azar não era mais do que uma mera crendice. Entretanto, ainda temia que a despreocupação quase excessiva do grupo desencadeasse algo que sua pistolinha não fosse capaz de pulverizar. Ao que se viu chegar à beira do precipício, novamente engoliu seco. Olhando para a esquerda, observou a escuridão, meio cagando de medo de tropeçar e, bem… Você já sabe. Entretanto, Han acabou por não ter muito tempo para se preocupar. Várias coisas aconteciam paralelamente ao surgimento daquela estradinha perigosa. “Garoto… Bem vestido…?” - Hakuryuu repetiu mentalmente com uma expressão meio confusa - “Falar… Sobre habilidade especiais?!” - prosseguiu, arregalando os olhos ao que percebeu que finalmente obteria as informações que havia desejado obter desde o começo. Seus sentidos e atenção, então, finalmente focalizaram-se. Estava atento, pois sabia que o que estava prestes a escutar certamente teria algum valor. Especificamente, estava um pouco incomodado com o fato da sensei não compartilhar um pouco do que sabia fazer. Tendo em vista o quão rápida era, Hakuryuu sabia que não devia ser pouca coisa. Entretanto, por preferir a discrição de não ser insistente, acabou por manter-se silencioso esperar atentamente que alguma pista lhe escapasse por entre as falas no futuro. “Taijutsu, raiton e shurikens… “ - Hakuryuu escutava a tudo atentamente, fazendo notas mentais para que lembrasse de tudo - “Doton e… Fascinante...” - o ar de foco de Hakuryuu acentuou-se diante dos relatos de Naraka. Sem dúvidas, tornar-se num elemento de escolha era algo interessante e útil. Apesar do certo ar de incerteza dado, Hakuryuu estava bastante esperançoso de que poderia ver uma técnica do tipo bem à sua frente. Melhor ainda seria ver o momento em que tal técnica despertasse. Por isso, sua nota mental teria sido manter-se atento a Naraka e possíveis reações de seu corpo. Logo que Dobei voltou a falar, seu tom talvez atipicamente sério acabou por chamar a atenção do genin. Estava entretido em imaginar as habilidades de seus companheiros de time, porém também sabia quando era a hora de se levar as coisas à sério. Naturalmente, entendia o ponto de vista de Dobei, economizar a energia quando gastá-la não era a única opção certamente lhe parecia o certo a se fazer. Porém, não podia deixar de se sentir intrigado a respeito de qual habilidade ela deveria ter. Afinal, a sua escolha para aquela missão, naquele tipo de relevo não parecia ser despropositada. - Entendido - Hakuryu respondeu firme, prosseguindo adiante com cuidado juntamente à sensei. Com o devido foco em escolher onde era seguro pisar, conforme seguia Dobei, Hakuryu por vezes se pegava observando o semblante diferente que a sensei havia adquirido. Ainda tinha muitas perguntas a respeito de quem ela era. Ademais, estaria atento caso algo suspeito surgisse em seu sensor de chakra. @Jinkei
  15. [Treino] A prática leva à perfeição

    @Koreas @Rebirth @Nie Recompensas liberadas para pedido de atualização! Treino: A prática leva à perfeição Nº de Turnos: 10 Jogadores: Koreas Rebirth Pontuação Final: Hotaka pega 2 pontos em nin Korenari pega 2 pontos em tai Técnicas/Manipulações/Estilos de Luta Obtidos: Hotaka pegou Doton e Jiton magnetismo Korenari pegou Shurikenjutsu, Taijutsu e Kumo Ryu