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Hemurin

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  1. Depois de ser xingada por Alfred por conta dos cuidados médicos sem seguir nenhum procedimento conhecido, Daisy fez uma careta para o navegador e voltou a preparar o seu frango, já que a próxima refeição se tratava de algo que estaria levemente dentro das suas habilidade. - Tem como pescar de dentro do submarino? To sem peixe pra fazer sushi. Não tem como fazer sushi sem peixe... Oi, At Chin, você quer comer uma fruta? E não vai nem esperar pelo jantar? Que fome, em? - Após remexer na sua bolsa por uns segundos, Daisy fechou a mão em uma forma arredondada, tirando a fruta da bols
  2. Com muita vontade de usar o Den Den Mushi para passar uns trotes, Daisy se sentiu traída pelo Alfredinho por ter pensado primeiramente em Yumi para esse tipo de tarefa. Por conta disso, sobrou olhar a contragosto para o ferimento no peito de Kobayashi, sem saber muito o que fazer. A garota procurou um lugar para lavar as mãos e um kit básico de primeiros socorros pelo submarino para tentar limpar o sangue do ferimento e ter uma ideia da profundidade do corte. - Hmmm... cirurgião Gato, acho que vamos precisar remover um órgão para garantir a boa recuperação do paciente. O que você a
  3. - Hmmm... o que é isso? Uma laranja podre? Quer provar, Gato? - Daisy apertou a fruta tentando descobrir alguma coisa, guardando na bolsa após a resposta da pelúcia. "Tá doida? Isso tem cara de que mata por dentro. Estou muito bem por agora, obrigado." Daisy se lembrou da habilidade de lã da companheira e algo que poderia ser feito para saber quando poderiam buscar os companheiros retardatários. - Bumi, não tem como a gente mandar um recado para os outros com um animal de lã? Eles já estão atrasados, e precisamos saber quando eles pretendem voltar pra eu ser
  4. - MUAHAHAHAA! VENCEMOS, LIXOS! Daisy e Gato riam maleficamente devido aos recentes acontecimentos - o galo finalmente estava pronto para janta, de certo modo. Infelizmente, o som e o impacto de uma explosão acabou tirando os dois do transe, além de ter dado um sumiço no Antônio Morrendo das Dores. O vilão cozinheiro seria o próximo a ser convidado para o duelo, tendo em vista que era menos interessante que o próprio bicho de estimação, mas isso ficaria para outra oportunidade. Sendo apressada por uma Yumi para entrar no submarino junto com Alfred, a garota estava pensan
  5. Por um momento de delírio, Daisy imaginou que estivesse em um spa, hidratando a cara com a uma máscara de argila (talvez porque tivesse ficado AFK por um turno) - mas o cheiro forte, o barulho de tiros de canhão e os gritos de Gato trouxeram a surtada de volta para a realidade. "Eu preciso lavar a alma, porque meu corpinho tá perdido. Podre! Vou precisar de banho por semanas..." Coberta de fezes, Daisy nunca imaginou que aquela água do mar guardada do longínquo primeiro turno do evento teria uma serventia tão necessária. O cheiro e o aspecto da merda era tão ruim que es
  6. Tendo a passagem interrompida pelo galo preto, Daisy sabia que não poderia mais evitar o inevitável - nem mesmo se chocou com a situação. Garota, pelúcia e galo se encaravam, fazendo seus preparativos para cair 2 minutinhos no soco sem perder a amizade. Pelo canto de olho, viu Alfred paralisado. Pobre navegador... Nunca deve ter visto um frangão preto e duro ameaçando a sua vida. Pelo menos isso deu um indício que seria um 1x1, e o homem paralisado continuaria brincando de estátua bem onde estava. Enquanto continuava a encarar o frango, segurava em uma de suas mãos o facão de cozin
  7. - Aaa, que maravilha... Pra explodir uma ilha que não fez nada, a marinha serve. Mas para deter bandidos... - Daisy reclamou olhando pra toda a frota que circulava a ilha, lembrando dos marines da sua infância e adolescência, que só serviam para beber, falar besteira e tirar vantagem por serem do grupinho. O problema é que, nesse caso, fazendo parte de um grupo que não trabalhava exatamente com regras e que ia roubar algo, ela não estava do lado certo da história. Mas estava levando em conta que iriam roubar de piratas que roubaram de alguém, então... "Vergonhoso! E eu que pensei q
  8. Após ouvir o plano de Yumi, que consistia em separar o grupo para cumprir dois objetivos distintos, uma preocupação atacou Daisy e seu fiel companheiro de pelúcia, já que nada de bom acontece depois da frase "vamos nos separar". Há diversas histórias e filmes (de terror, normalmente) onde esse tipo de plano se mostra uma completa furada. - Aii, sei não... Acho que não deveríamos nos separar, por mais que pareça a coisa certa a fazer... - Daisy comentou, olhando novamente para a proteção criada por Leonard, para o campo ao redor explodindo, para o gigante andando. Para falar a verda
  9. Muito feliz que teria uma cobaia para os seus tomates grelhados, Daisy retirou o recipiente que tinha guardado e foi aproximando de forma bem dramática e vagarosamente da pequena menina vestida de formiga. E aí tudo começou. BOM BOM BOM POW POW POW TEITEITEITEITEI RATATATATATATATATATATATATATAA BOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOM. "UAAAAI, PRO CHÃO, PRO CHÃO! É BALA PERDIDA, VAI PRO CHÃO!" - ABAIXA QUE É TIRO, GENTE! Seguindo as instruções de Gato, a garota puxou o braço de Kobayashi e se jogou no chão, pegando a caçarola para proteger o rosto das possívei
  10. A sopa ficou com tanto sabor quanto água, e isso fez Daisy se sentir ainda mais desafiada para servir um prato melhor na próxima oportunidade. Para isso, a garota precisaria de algum ingrediente para despertar inspiração e ousadia. Como carregava apenas o básico na bolsa, ela ficaria bastante atenta ao que pudesse encontrar pelo caminho (ou o mais atenta que pudesse). Já fora da sala secreta e voltando aos planos da missão, a garota se viu olhando para todos os lados em busca de alguma coisa. - Gato, olhos abertos para qualquer coisa que aparentar ser comestível! "Sim,
  11. - Obrigada por curar o Gato, Le Ziu. Vou aproveitar esse momento de planejamento e te pagar com uma bela refeição! Dentro do bunker e longe de perigos imediatos (além de outras distrações), Daisy conseguiu prestar atenção ao menos no teor da conversa do grupo. Aproveitando esse breve momento de descanso, a garota começou a tirar os materiais da bolsa que carregava para iniciar o preparo de uma refeição para o grupo. Não só o caminho que iam tomar importava, mas o prato que tinha que escolher poderia influenciar bastante no andar da missão. Afinal, uma refeição pesada poderia deixar
  12. - Maaaata, maaata, maaata! - a torcidinha junto com palmas da loira para o seu amigo de longa data foi a única coisa capaz de tirar a garota de um transe de quase morte. Toda a barulheira e habilidades dos outros membros do grupo, que estavam lutando com muito mais do que apenas uma planta imensa, diga-se de passagem, passaram despercebidos por ela. Sendo salva por um barulhento e descuidado amigo de infância (que estava agindo como um verdadeiro protagonista de shounen), menina e pelúcia conseguiram sobreviver mais uma mestragem - um pouco menos intactos do que no início, mas vivo
  13. Em questão de minutos, uma situação levemente descontrolada passou a um caos completo. Primeiro, os besourões começaram a descer e brigar no chão. Mas tudo aí até que estava bem, já que estavam brigando entre si com um material esquisito no meio. Só que infelizmente surgiram plantas esquisitas, gigantes, nem um pouco felizes e com dentes prontos para mastigar. Daisy não sabia se o mais estranho era o fato das plantas terem dentes ou andarem, mas não tinha muito tempo para se preocupar. Para facilitar, ela resolveu chamar os monstros de Cocodilhas. Será que essas plantas tinham bafo? A garota e
  14. Olhando para o céu e vendo coisas enormes, levou um tempinho para Daisy assimilar que os bichos do tamanho de elefantes filhotes na verdade eram besouros - e, aparentemente, estavam putos por motivos desconhecidos. A loira nem notou que metade deles estava agindo de forma diferente por conta da música da parceira com orelhas de gato. - Nossa, que besourões! Mesmo que eu tivesse uma plantação inteira de alecrim ou manjericão, ainda assim eu não tenho certeza se daria pra espantar eles. Nesse caso, só há um modo de distraí-los... - a garota então esticou os dois braços para frente e
  15. - Gato, eu acho melhor você ficar com o mapa. O que você acha? "Eu acho uma ótima ideia. Mas tenho uma melhor: guarda esse mapa bem direitinho e só se concentra no trabalho difícil de seguir as pessoas. Que tal?" - Leopoldo, tem uma pessoa dentro desse cubo? Isso é cárcere privado! - falou a garota para o agrotechboy, já esquecendo completamente a conversa com a pelúcia, posicionando o coelho nos seus ombros e colocando o mapa entre os dois. Seguindo floresta adentro com o pequeno grupo (o que reduziu as chances da garota de se perder, mas não de se distrair