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Hemurin

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  1. Em meio a todo aquele caos por conta de um plano um pouco imprudente, mas tão bom como qualquer outro, ali estava eu, com o pau quebrando no meio dos Muriyari. Era óbvio que sabiam ninjutsu, depois de toda aquela demonstração de explosão, vento, brilho e kunais. Em meio segundo, parecia que nem estávamos mais na vila pacata e silenciosa. Atrás de uma barreira de pedra sólida, eu só tentava encaixar as coisas no lugar. Quando e como eles passaram? O que estavam fazendo com Hideki? Hideki estava com eles? Hideki está vivo? - Droga, matamos Hideki? Vamos receber o pagamento dessa miss
  2. - Droga de missão e de pessoas desconfiadas... Gojinka, estou devastada. - resmunguei baixinho, enquanto andava pela rua. Novamente, o homem não me deu nenhuma resposta muito direta, mas me chamou atenção o fato dele nunca ter visto a tal gangue. E minhas suspeitas sobre o toque de recolher se atiçou com a mulher gritando para o homem se apressar, ainda que aparentemente ele tenha tentado me despistar com um jantar ou algo assim. Tive que me afastar desses pensamentos, porque alguma coisa se aproximava de mim em linha reta. É agora. Respirei fundo e parei completamente para prepara
  3. - Olha aqui, meu senhor... Eu não sou esfing... - interrompi meu resmungo e respirei fundo numa clara tentativa de acalmar os nervos. Quando me dirigi ao homem das galinhas, eu esperava que ele me mandasse embora, me chutasse, que se recusasse a responder ou até que fosse um inimigo disfarçado e tentasse me matar com os frangos, mas não estava nos meus planos receber um enigma. Rikudou sennin, se você existe, por favor, não deixe que eu exploda e bata na cabeça de gente inocente hoje, logo agora que eu preciso de respostas, amém. O que ele quis dizer? A voz do homem ainda ecoava em
  4. Compartilhando informações e recebendo mais instruções sobre a missão, continuei ouvindo o desenrolar da conversa com uma evidente cara de descrença com as respostas de Naraka. Mesmo com a longa convivência, ainda não consegui me acostumar com a sua natural estranheza. - Hmm... Não muito, Hakuryuu. Genjutsu pode ser um problema... - respondi enquanto ponderava sobre a quantidade de participantes do grupo. Ainda que Dobei não parecesse muito preocupada, o fato de apenas cinco pessoas incomodarem tanto o vilarejo mostrava que eles tinham algum tipo de habilidade, e a primeira coisa
  5. Seguindo os movimentos de Dobei, com uns pulinhos aqui e outros ali, a travessia no escuro com risco de morte correu até que bem. Cheguei viva até o final e, aparentemente, sem perder nada. Soltei o fio de aço da kunai que havia preparado antes e guardei ambos os itens. A adrenalina do caminho me encheu de energia, e respirando fundo aquele ar, continuei rumo a Gojinka. Como se também obedecesse as instruções da sensei, a vila se apresentou após a curva. - Misericórdia. A cara do abandono esse lugar, né não? Bem, pelo menos se o Pinto no Balde fosse aqui, frango não ir
  6. Enquanto acompanhava o time, continuei tentando fazer um repasse das conversas que eu tinha ouvido pelas ruas de Iwagakure, procurando algo útil sobre Gojinka. A única coisa que me veio a mente foi uma fofoca sobre a vizinha que apareceu antes da primeira missão (uma senhorinha de 80 anos com a cara toda chupada) - reza a lenda que ela na verdade é uma grande piranha, adora casados e dança no pole dance toda sexta-feira no pub local. A coisa mais emocionante que vi a velhota fazer nesse tempo todo foi regar as plantas, então duvidei da informação. E, mesmo que seja verdade, errada não tá. Tem
  7. Seguindo para o portão principal, senti o clima ficar mais ameno agora que se aproximava do crepúsculo. A reunião anterior claramente não seguiu tão bem quanto eu imaginava... Obrigada pela ajuda, Pinto no Balde! Hakuryuu parecia concentrado em alguma questão, emergindo à superfície quando normalmente recebia alguma pergunta. Fiquei um pouco desconfortável com a caminhada silenciosa, mas tentei me segurar para não ficar forçando. Mantive meus pensamentos no que viria a seguir, e acabei soltando sem perceber: - Hmm... Normalmente missões rank-C podem envolver algum tipo de luta, né?
  8. Um dia após voltarmos de nossa missão, estava me aventurando pelos arredores de Iwagakure, vasculhando pedra sobre pedra para encontrar um lugar que fosse interessante para reunir o time recém-formado. Ainda pensava bastante sobre o fato de não nos conhecermos muito bem (no caso, Hakuryuu e Hiro), e o que isso poderia trazer de problemas em uma nova tarefa. Eu tinha em mente um lugar onde a gente pudesse comer, por motivos óbvios: se tudo de errado pudesse acontecer e no final restasse apenas ódio, a gente comia e ia embora. Não tem como ficar de mal humor depois de uma boa refeição.
  9. Link para a ficha: AQUI Pedido: Alterar reputação para Esforçado; Adicionar 4 pontos nos Atributos (1 pela conclusão da missão e 3 pela reputação), distribuindo 1 ponto em NINJUTSU (2 em Potência) e 3 em TAIJUTSU (2 em Força e 4 em Velocidade); Atualizar Pontos de Chakra para 136 (68*2 da Reserva de Chakra), ficando assim: Adicionar 1 slot de Jutsu pela reputação Esforçado; Remover a parte do duplo sentido no segundo parágrafo da Personalidade, acabei voltando atrás porque não vejo isso se encaixando mais na personagem sem dar ideia er
  10. Durante a volta, Naraka soltou aquela pergunta que estava coçando no pedacinho da minha cabeça que não tava reclamando: isso não foi fácil demais? - Bem... Teve muito trabalho manual, e não descobrimos o que causou. Mas se o sensei vier falar que fizemos o trabalho pela metade ou que deu tudo errado, a gente mata ele e enterra com essa terra diferen... OLÁ, HIRO-SENSEI, COMO VOCÊ ESTÁ? - mudei de assunto rapidamente, já que ele parecia ter sido invocado. Desabei a falar, um pouquinho desconcertada por ter sido pega de surpresa. - Trocamos a tal terra e adivinha só? Foi uma droga. N
  11. Apesar de não ter encontrado dinamites, o chapéu de palha e maravilhosas máquinas agrícolas, fiquei feliz que pelo menos tivesse algumas coisas úteis para o nosso trabalho. Pegamos tudo que precisávamos e nos adiantamos para começar logo, já que levaria um bom tempo. Hakuryuu, com suas habilidades sensoras, mostrava onde a terra estava estranha, a gente cavava, colocava tudo em sacos e mudávamos de local para recomeçar tudo. - Ai que droga, ainda falta muito? - perguntei pela 10ª vez. Mais um pouco daquilo e finalmente, FINALMENTE, chegou o momento de tirar
  12. - Nossa, pensei que algo diferente ia acontecer... A ta, que saco, continuamos na estaca zero. - a teoria de que o chakra em contato com o material reagiria de alguma forma caiu por terra. Levantei a cabeça e entendi que algo tinha acontecido. Apesar de falar para eles se afastarem, esqueci de esperar que os dois ninjas fizessem isso de fato. E agora, no lugar dos meus parceiros de time, eu quase tinha conseguido criar dois montinhos de terra com olhos. Presa em uma expressão de descrença, decepção e um sorriso nervoso, fiquei sem saber o que fazer diante daquela situaç
  13. Nakombi respondeu Naraka antes que que eu pudesse chutá-lo para impedir de falar sobre o seu azar. Aparentemente, o humor do contratante não se alterou muito, e como ele logo chamou o seu filho para começarmos a missão, não precisei amaciar o meu parceiro de time na porrada por estar falando besteira. O filho (que tinha um sobrenome sugestivo) se aproximou, e meu olhar demorou para avaliá-lo - isso porque o ser humaninho tinha uma estrutura corporal que parecia não ter fim. Quando finalmente consegui focalizar o seu rosto, travei no arbusto que ele carregava no lugar das sobrancelh
  14. Então trocar terra significava... trocar terra mesmo. Jurava que seria um código ou alguma coisa relacionada a agricultura, mas não. Tenho que parar de tentar ver códigos onde não há. Será que o calor já está me fazendo surtar? O sensei até que deu uma explicação razoável, considerando o índice de álcool em seu corpo. Se existisse alguma blitz policial, quanto tempo de prisão Hiro pegaria estar alcoolizado em alta velocidade? Mas a primeira coisa que me veio em mente foi: CRISE EM IWAKAGURE? A economia estava tão ruim a ponto de aceitar enviar ninjas para qualquer missã
  15. - Porra, Naraka! Faltou você pedir desculpas para mim, em? Já falei sobre essa chatice de ficar culpando sorte ou azar. Aaaaai que saco. Lá vem você com essa merda de novo. Não to acreditando nisso! Que merda, cara. Mal começamos a missão e você já me faz passar por uma vergonha dessa! Lixo total. O surto do Naraka me fez passar vergonha com o time novo, meu auge ninja. Já não basta ter o sensei que precisa urgentemente da ajuda do Alcoólicos Anônimos, ainda vem esse moleque desgracento falar besteira. Fiquei chateada. Totalmente transtornada. COMPLETAMENTE fora de mim.