Kadso

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  1. Ripper

    Fazer minha própria investigação não tinha trazido nada de útil para a tarefa, então, ao convite de Usagi, o acompanho até a presença que ele tinha sentido. Aos sinais de Usagi, eu fazia exatamente o que ele pedia, não por ser o lanterna do grupo, porque lanterna era a Hana que com certeza não era nem a terceira em sua divisão, mas por Usagi ser superior. Me escondia enquanto observava o ser responsável pela reiatsu emanada, parecia um humano vestido com um moletom vermelho, e também ao sinal de Usagi, tentava uma aproximação, porém o ser encapuzado tinha partido para outra direção, fazendo Momoe correr em sua direção depois de contar suas suspeitas, sem ao menos dar tempo de eu retrucar sua ideia ou sugerir algo. "Tsc... Impostor-chan, você mesmo disse que isso parece feito para nos separar e se afasta assim?! O que eu devo fazer? Esperar Shiro e Hana ou seguir o Impostor-chan? Parando para pensar, esse ser parece que quer ser seguido, primeiro nos mostrando sua localização, e mesmo indo para outro lugar, ele aumentou sua pressão espiritual, não faz questão de se esconder. O problema é que isso pode atrair os responsáveis por essas novas reiatsus... se contar que também pode ser uma armadilha... tsc" Assumindo que Usagi tinha suprimido sua reiatsu, se perdesse ele agora poderíamos ter problemas. Dessa forma, o sigo, era fácil, ele tinha seguido o encapuzado que tinha aumentado sua pressão espiritual. Se Shiro/Kuro e Hana fossem espertos, entenderiam isso e nos seguiriam. Reprimo minha reiatsu também e o sigo, não via motivos para esconde-la se era para Shiro e Hana me encontrar, mas sem saber o que Usagi queria e não atrapalhá-lo, faço o mesmo que ele. @Demmon
  2. [Rank-D] Surpresa não se avisa

    Minha estratégia tinha se mostrado um sucesso absoluto. Consegui não só atravessar o obstáculo como também ajudar uma companheiro indecisa no processo. Sem palavras para me agradecer ela perguntava se eu estava louco e pedia para não fazer mais isso que ela seria capaz de fazer sozinha. Ao que tudo indicava, meu ato heroico tinha inspirado alguma coragem em Mai para a próxima vez ela mostrar alguma utilidade para o time. - _ Não tem de quê, Mai-chan! - Respondia com um sorriso no rosto com a mão direita coçando a nuca. Não tinha percebido qualquer hostilidade ou irritação por parte de Mai, talvez a adrenalina e felicidade do feito me impediam de ver as coisas com clareza. - _ Mas, Mai-chan, não é por nada não, mas você é pesadinha, acho bom começar a pensar num regime para não nos atrapalhar em missão, a não ser que goste de parecer uma Akimichi. Quase pensei que não ia conseguir atravessar carregando você e te solto, ainda mais com você gritando no meu ouvido. Estamos em missão, gritar pode mostrar nossa localização para inimigos, não faça mais isso. - Falava com um sorriso no rosto, não censurando Mai por completo, mas como um ensinamento, inclusive fazia um sinal de jóia com a mão. - _ Pensando bem, agora faz sentido você ser a mais devagar entre a gente... A conversa é interrompida, pois Mitsuki-sensei já tinha se posto a correr sem nos dizer nada (e talvez por eu ter levado alguns cascudos, socos e pontapés de Mai, mas isso só vamos saber no próximo turno). Mais do que a sensei correndo, ver Okami preocupado com nossa entrega me fez lembrar que estávamos em missão (como se eu não tivesse dado um sermão sobre isso há pouco), portanto retomava a formação de antes três metros atrás a esquerda de Okami. Enfim, era possível avistar um castelo e Mitsuki-sensei quebrava o silêncio, o que não combinava muito com ela, mas novamente o silêncio imperava. O caminho tranquilo me fazia querer descansar, meus olhos se mostravam pesados, talvez por isso eu mesmo não estava interessado em conversar. A ansiedade de encontrar meu time pela primeira vez, sendo oficialmente um shinobi tinha tirado meu sono. Se a missão já estava mesmo a ponto de ser concluída, pensava que tinha sido bem fácil. Em todo o trajeto o grupo só encontrou um único obstáculo, mas isso tinha sido o suficiente para eu não achar ela monótona. - "Ah, não vejo a hora de chegar em casa e dormir. Será que nossa entrega é naquele castelo? Se for, será que podemos ficar e dormir um pouco?" Para algum observador distante, nesse momento nosso time até parecia um time mais maduro, sério. Sem conversas, estabanação, apenas pensando em concluir a missão, mas na verdade minha cabeça só pensava em dormir, tinha até mesmo esquecido sobre a pontuação.
  3. [Coliseu Island] As guerras vem e vão...

    Finalmente chegamos ao galpão. O percurso tinha sido tranquilo e sem conversa, por isso, a súbita fala de nosso "guia" e sua fuga fez com que ativasse meu haki para me prevenir de algum ataque surpresa, o que não funcionou e nem mesmo era preciso (até então). Não me preocupei com a fuga do garoto, ele tinha nos trazido ao local e o combinado era deixar ele em paz depois, pelas "boas vindas" ele tinha cumprido sua parte já. "Qual o motivo dessa recepção? Se pediram par virmos até Faith, supõe-se que ela deveria ser alguma aliada da marinha, e com nossos uniformes não tem como sermos confundidos com outra coisa!" - Pensava enquanto corria até a bomba de gás no chão, antes que dispersasse mais fumaça e a jogo novamente pela janela que veio, faço isso prendendo a respiração, afinal, não sabia que tipo de gás era, se continha algum sonífero ou qualquer outro efeito. Esperava que Kimi cuidasse da outra que tinha sido arremessada. Não sabia o que falar para evitar os ataques e chamar a atenção de Faith fazendo ela vir até nós, então simplesmente fui direto ao ponto. _ Não viemos aqui para brigar! Queremos conversar com Faith, apenas isso! Temos uma proposta para ela! Mantinha meu Haki da Observação ativo para me prevenir de futuros ataques enquanto esperava alguma resposta. Fazia tempo que não tinha uma surpresa dessas no Blue, tanto tempo tinha me feito relaxar um pouco, mas parecia que as coisas aqui poderiam ser mais complicadas. @Macar
  4. [Rank-D] Surpresa não se avisa

    O caminho tinha se mostrado tranquilo até então, o que frustrava todas minhas expectativas em uma missão fora da vila. Não encontrar um assaltantezinho sequer parecia indicar que o que estávamos transportando não deveria ser importante e por consequência essa missão também não era grande coisa. Pelo menos não tinha perdido mais pontos. O primeiro obstáculo encontrado era natural do caminho escolhido pela sensei que nos guiava. O motivo por ela ter nos guiado por esse caminho é dito de forma breve por Mitsuki que desaparece subitamente e reaparecendo do outro lado, esperando pelo trio de genins. Okami toma a iniciativa pelo time, criando clones de água para o ajudarem com um segundo impulso que o fizesse cruzar a escarpa, e oferecendo o mesmo artifício para o time. - "Hunf, exibido, só porque está ganhando, mas não vai ficar assim..." - Olho para Mai de relance e percebo certo nervosismo nela, e perguntava sobre o que ela estava pensando, que por sua vez, talvez percebendo alguma relutância de minha parte em prosseguir, me convida a ir na frente. - _ Tá querendo que eu vá na sua frente só por eu ser mais novo? Não tente bancar a durona, você não me parece muito confiante. Tenho uma ideia melhor! Que tal irmos juntos? - Fiz a pergunta sem esperar uma resposta e sem dar maiores explicações, convivência com Mitsuki, ou Okami estava certo sobre termos métodos semelhantes? Quem sabe. Deixava Mai pensando e qualquer outra sugestão que ela dessa seria ignorada. Nosso trajeto fora percorrido pulando de galho em galho por entre as árvores, olhava para o outro lado e procurava por um galho que parecesse resistente para novamente suportar o peso de duas pessoas, ou algo parecido, e assim que encontro, me volto a fim de tomar distância para um salto. As motivações para a ação a seguir são até nobres, tirando o fato de que querer se mostrar pra sensei e ganhar alguns pontos. Mai parecia nervosa no momento, e poderia ficar pior estando sozinha. Eu queria ajudar minha amiga e se a gente se ferrasse no processo, que fosse, não seria sozinho, em minha cabeça, Mai não se mostrava tão confiante de que conseguiria, então ela já estava lascada mesmo. Meu plano não era genial e obviamente não tinha sido testado antes, olho para os clones de água de Okami, dispensaria a ajuda deles, mas manteria eles ali, quem sabe se desse algum problema eles não pudessem ajudar? Conto até 3, suspiro fundo e saio correndo até Mai enquanto realizava os selos necessários para a Técnica dos Cabelos Estranguladores. - _ Vou te mostrar do que o clã Uchiha é feito! - No meu caso específico, coragem, precipitação e (talvez) falta de cérebro, não respondo por todo o clã, era só uma frase de efeito. Seguro Mai pela cintura com meu braço esquerdo e salto junto com ela. - _ QUE RIKKUDOU-SAMA NOS SALVE! - Tinha pensando em prender meus cabelos no galho escolhido anteriormente no timing exato em que o salto fosse perder a força e fosse começar a cair, com minha mão direita eu segurava meus cabelos como o Tarzan segura um cipó, afinal, a técnica deixava meus cabelos fortes o suficiente para estrangular uma pessoa, o que era o bastante para se segurar em um galho apenas (que era a intenção e projetei a técnica nesse momento para isso), mas não deixava meu couro cabeludo mais resistente, e não queria perder ele. Ao segurar meu cabelo evitava que meu corpo fosse segurado pelo couro. Na verdade, não tinha certeza sobre essa hipótese, coisa de criança que faz as coisas sem pensar, mas ao menor sinal de que pudesse ter algum risco de meu couro ceder ao peso de meu corpo, desfaria a técnica e aceitaria meu destino morrendo em uma missão rank D e levando outra vida comigo. - "Sorry, Mai-chan!". Com meu cabelo preso em cima, Mai e eu seríamos levados, como em um balanço, de encontro a parede de rocha (?) do outro lado, e assim seria fácil continuar a subir para encontrar Mitsuki e Okami, apenas concentrando chakra nos pés.
  5. Ripper

    "Cotista? Down? Quem essa pirralha pensa que é para falar assim?" - Uma veia saltava de minha testa enquanto prosseguia com a missão. Hana tinha se mostrado mais irritante do que parecia, mas em prol da missão engulo em seco no momento, deixando apenas transparecer minha raiva na expressão por um breve período. Pela primeira vez senti uma vontade de bater nela, mas isso com certeza traria consequências para a missão, querendo ou não, a Lolizinha era importante. A expressão é desfeita após Hana explicar uma das funcionalidades de sua Shikai. - _ Monitorar? Tsc... - Não era algo para desdenhar, estava prestando atenção ao que era dito por Hana, mas também queria contrariá-la. - "Estou mesmo discutindo com essa criança? Que ponto que eu cheguei." - Encerrava meu pensamento com um facepalm, nenhum dos presentes imaginavam o motivo. Finalmente chegamos ao local do assassinato, entramos no décimo andar de um apartamento por uma janela. O ambiente não era dos mais agradáveis e a pouca iluminação contribuía para isso. Cada um do grupo fazia sua parte. Coloco minha mão esquerda no punho de minha zanpakutou e sussurro. - _ Apareça, Hikarihime! Espero que isso facilite seu trabalho, Dama-chan. - A luz principal de cada cômodo do apartamento se acende. Ainda era um cenário de um assassinato, porém agora iluminado, esperava que com isso fosse mais fácil ver e recolher qualquer pista. Não me importava se isso pudesse de alguma forma chamar a atenção de outros moradores próximos que pudessem ver, afinal, eles não iam ver nada e poderiam considerar algo normal, uma inspeção investigativa e não poderiam considerar a entrada de suspeitos num apartamento (obviamente tem alguma segurança um apartamento que tem um prédio com pelo menos 10 andares) sem algum alarde e nem que fosse tão estúpidos para chamarem a atenção. Deixo Hana onde estava e vou procurar por algo suspeito em outro cômodo, quarto e banheiro. - "Que tipo de criatura a Kaminari-fukutaichou foi se meter? E saiu viva... bem, não sei o motivo da surpresa, ela é bem forte, fukutaichou." Como o Shiro disse, ignorei as presenças nesse turno.
  6. [Rank-D] Surpresa não se avisa

    Ainda não tinha certeza sobre o que seria pior, receber uma bronca da Mitsuki-sensei pelo sermão dado ou ser ignorado como eu estava sendo agora. Não tinha sido completamente ignorado, Mitsuki-sensei disse mais do mesmo, ainda de forma seca e apresentou um placar. Eu estava esperando uma bronca em pública ou algum outro tipo de castigo. A forma que a sensei lidada com a situação parecia mais chato, até frustrante. _ Hei, Okami, não é bem assim não. Nossos métodos foram completamente diferentes. E como assim "menos um"? Isso aqui é algum tipo de jogo? - Gradativamente meu interesse na missão aumentava. Não exatamente na missão, mas em ganhar essa competição, seja lá o que ela fosse, mas isso ajudava na missão de alguma forma. Se a sensei queria seriedade e que estivéssemos preparados para o que for, eu faria isso. Mantinha a posição à esquerda de Okami que carregava a entrega, atento a qualquer sinal de movimentação estranha ou algum som que sugerisse algo parecido. - "Nessa forma, se alguém vir por trás? Acho que essa formação é boa para andar junto, mas quando estamos protegendo algo, não é bom prevenir ataques pelas costas também? Se eu recuar um pouco vejo a retaguarda de Okami e ainda terei a visão do lado esquerdo dele. Só recuar e me manter um pouco à esquerda. Já temos a sensei como batedora." - Sem dizer nada, desacelero um pouco sem perder o grupo de vista, na verdade, ficava a aproximadamente 3 metros atrás do grupo. Não dizia nada, nem sabia se era exatamente um boa ideia na verdade, já que a sensei não tinha sugerido, mas ela também não sugeria nada mesmo, não fazia ideia do que ela achava sobre alguém guardar as costas, se era algo necessário, mas estava em busca de ganhar esse jogo aos meus modos. Percebia o Hatake fazendo alguns selos, ele mais do que ninguém precisava ser precavido, ele estava com o objeto da missão em mãos, mas não notava nada de mais na dupla de mulheres do time. Tudo parecia em ordem, mas me mantinha atento, procurava não perder a atenção em qualquer coisa (o que era bem fácil). @Pusheen Prefere que te marque ou não? Tem gente que não gosta.
  7. [Coliseu Island] As guerras vem e vão...

    Acompanhava a abordagem de Kimi. De alguma forma, parecia que ele tinha conseguido alguma pista sobre Faith sem lá muito esforço, mas não tinha como ter certeza se era uma pista verdadeira ou falsa. O sujeito não parecia intimidado por marinheiros, acatava ordens, mas seguia o protocolo que lhe recomendavam. Já devia ter passado por isso outras vezes ao menos. _ Se não se importa, venha conosco, não sabemos exatamente onde fica esse galpão. - "E nem quem vamos encontrar e como nos aproximar se precisar..." - Me dirijo ao sujeito pela primeira vez com esse convite para nos guiar até o local que ele disse, já respondendo ao Kimi sobre se deveríamos ou não levar ele. Tinha entendido as preocupações de Kimi, mas pelo que já foi visto, Kimi costumava ver o mundo de um jeito bem peculiar em relação aos demais. - _ Por favor, nos leve até lá, prometo que não faremos nada com você durante e te deixaremos livre assim que encontrarmos a Faith. - Tentava tranquilizar o sujeito, prometendo que ele não sofreria qualquer coisa, desde que não tentasse nos enganar, mas essa última parte ele não precisava ficar sabendo. Deixava o sujeito ir na frente, mas a uma distância segura. Se ele parecesse querer fugir da gente, não pensaria duas vezes em o pegar novamente.
  8. Ripper

    "Dama?! Isso quer dizer que ela já possui idade para a cópula ou que é de família nobre? Mas o que alguém de família nobre estaria fazendo na juunibantai? Vamos continuar investigando." - O fato de ainda não saber muito sobre com quem estava lidando é motivo para me refrear, inclusive deixo passar a descrença da "dama" quanto a minha força. - _ Calma aí, não quis te irritar ao perguntar sua idade, muito pelo contrário. Ôh Lolizinha eu quero te ver contente, não abandona o bonde da gente, na Seireitei confesso tu tem moral, vieram de Rukongai pra sentar no grau. - A última frase era dita cantando e fazendo gestos com as mãos como se fosse um McDonald. Essa era mais uma clássica música, dessa vez com algumas modificações, improvisada para a situação. Ainda antes de prosseguir com informações sobre a missão, a Loli revela que a borboleta, que até então eu não tinha dado muita importância era sua Shikai. - _ Humm... Lolizinha, e o que ela está fazendo exatamente agora, voando por aí? - Procurava pela zanpakutou de Hana enquanto ela jogava a borboleta de um lado para o outro, algo que também não tinha me atentado antes. Queria saber se a borboleta era uma transformação da zanpakutou ou se era uma habilidade externa à ela. - _ Não tocar? - A pergunta era mais para mim mesmo do que qualquer outra coisa, não passou de um pensamento dito em voz alto que foi prontamente ignorado pela Loli que se adiantava dando mais detalhes sobre a missão. Ouvia tudo que ela tinha a dizer atentamente. Shinigamis traindo a Seireitei não era exatamente uma novidade, talvez esse seja o motivo de sermos recebidos por Hana e sua shikai (tanto ela pode ser uma traidora, apesar de dizer que não, como alguma cautela para conosco). O restante da informação nova se tratava das credencias de Hana e o envolvimento da espécime com Kaminari antes de substituir o falatório por um choratório (também com falas pra piorar). - "Por que Kaminari não me fala esse tipo de coisa? Tsc" - _ Como o Imp... Usagi-fukutaichou disse, já sabíamos disso tudo, aliás, teve um esquisitão de máscara que levou uma bronca de seu fukutaichou por não nos dar informação, então não se preocupe. - "Por um momento quase chamei o Impostor-chan de Impostor-chan, com traidores na Seireitei não é bom chamar ele assim perto de estranhos." - _ Agora voltando à missão, você é especialista em genética hollow? Não parece verídico. - Fazia a mesma cara de deboche que tinha recebido. Devolvia na mesma moeda o que tinha recebido da Loli. Isso tinha o intuito de trazer ela de volta a si e continuar com a explicação. Pelo pouco observado, ela era hiperativa, algum nível de deficit de atenção e poderia queria responder algo quando provocada. - _ A propósito... - Arrancava alguns fios de meu cabelo e rasgava uma pequena parte da manga de meu shuhakushou, enrolava os fios na parte rasgada e jogava na borboleta. - _ O que exatamente aconteceria se encostássemos nela? - Queria saber o que causaria em algo orgânico e inorgânico que encostasse na borboleta, para ver se era venenosa ou algo do tipo, minha preferência para o teste seria uma folha ou um galho arrancado, mas em cima de um prédio não encontraria isso e não tinha certeza se teria outra chance de saber sobre isso. Com o convite de Usagi, o trio parecia pronto para sair de cima do prédio e demais esclarecimentos seriam dados no caminho (se a Loli tivesse de recomposto). - _ Ah, Dama-chan, por curiosidade, que tipo de modificação foi encontrada nesse hollow? @Demmon
  9. [Rank-D] Surpresa não se avisa

    A procurava pela sensei (agora era certeza sobre o sexo dela) não leva muito tempo, na verdade ela nem estava escondida, provavelmente nossa ansiedade nos impediu de ver as coisas com clareza, algo que estava praticamente debaixo de nosso nariz. Ela se mostrava direta, se apresentava e dava um breve resumo de sua tarefa para conosco antes de contar os "detalhes" da missão. Nessa altura, já não estava mais tão interessado assim na sensei. Ela tinha feito toda a minha expectativa criada ter ido embora. Ela era bonita, mas muito chata, e temível (talvez a palavra "imprevisível" fosse melhor, mas para a criança isso era ideal), no sentido de não saber o que se esperar dela, afinal de contas, quem recepcionaria seus alunos com uma explosão? Ou então, quem jogaria uma entrega uma entrega especial ao Daymiou para alto e deixaria para três gennins decidirem quem pegaria a caixa até que ela caísse? Isso nem era tempo nem para uma única queda de Jokenpo. O "temível" já estava tão impregnado em mim que minha primeira reação ao ver a sensei jogar a caixa foi correr dela, uma folha já tinha me lançado longe, o que uma caixa seria capaz de fazer? Por outro lado, o "temível" ainda não era suficiente para controlar minha boca. - _ Falar mal nas suas costas uma ova! Quem você pensa que é? Só por ser uma Jounin acha que pode explodir seus alunos? Não precisava daquilo, eu já tinha levado uma baita queda antes. E se essa entrega é assim tão especial pra alguém tão importante, por quê diabos você jogou ela pra cima? Você é idiota? - O sermão feito sem medir as consequências pela criança para sua sensei, tecnicamente era pelas costas dela, ela estava correndo com o trio de gennin logo atrás a acompanhando. Eu não tinha perdido tempo para ficar e ver se Mai ou Ōkami tinham pego a caixa. Assim como a sensei tinha deixado de ser interessante, meu interesse pela missão não era dos maiores também, tendo em vista que nem a sensei parecia levar ela a sério. A grande ironia em minha revolta era não se dar conta que tanto a mensagem explosiva como jogar a caixa para o alto eram ações que certamente eu era bem capaz de fazer. Aliás, meus companheiros gennins tiveram uma amostra já e a convivência durante o tempo certamente trariam mais coisas parecidas.
  10. [Coliseu Island] As guerras vem e vão...

    Definitivamente Orich não era desse mundo. Subitamente, por algum motivo desconhecido, que poderia ser desde ansiedade em vestir o uniforme e se sentir um marinheiro, seja por mostrar prontidão e ir direto à missão, Kimi simplesmente se troca na frente de todos, inclusive do capitão. Como era esperado, as demais pessoas ficaram embaraçadas com a cena, porém eu já tinha visto o falo de Kimi em atividade (calma, não aquela atividade, o vi mijando para ser mais preciso) e a situação até me pareceu mais natural, um progresso para ser sincero. Na verdade, devia muito ao tal falo, afinal, foi por ter visto ele que me interessei por Kimi (mas não pelos motivos que estão pensando). Em seguida, Vicent nos entrega as informações pedidas com alguns bônus, inclusive vimos o tal Coliseu. - "Então esse é o tal Strange... e essa é Faith. Sobre o médico eu entendo, mas e quanto a essa?" - Não é informado muita coisa sobre a Faith, se era marinheira e se sim, por qual motivo ela estava de alguma forma envolvida com criminosos. Não que não tivesse motivos, muito pelo contrário, porém esperava receber um pouco mais de informações sobre ela e o motivo dela poder vir a ser importante, mas o cumprimento final de despedida mostrava que a reunião ali estava encerrada e estávamos dispensados. Talvez Vicent se apressou em nos dispensar forçadamente movido por vergonha alheia. Não importava, retribuo a Ojigi Keirei e pedindo licença, deixo o escritório. _ Até que ficou bem em você, Kimi-kun! - Recomeçava uma conversa com Orich enquanto caminhávamos em direção a saída do quartel. Agora era possível observar outros detalhes que passaram despercebidos antes, tendo até mesmo os animais robóticos vistos fora como a segurança do quartel. - "Isso aqui é para prevenir ameaças que vem de fora ou as de dentro? Ou quem sabe controlá-las? Não, se fosse o caso, Soichiro/Bunny não seria um problema aqui... ou ainda seria? Ele realmente é bem forte." - De resto, até a saída foi apenas mais do mesmo, com exceção que a dupla que nos barrou na entrada não estava mais ali. _ Bem, Kimi-kun, o que acha? Soichiro/Bunny no Coliseu, Strange no leste, e tem essa tal de Faith, para onde vamos primeiro? - Em resposta a pergunta, como se fosse uma pista do destino, em meio às muitas vozes convidativas, um trio um tanto quanto estranho chamava a atenção. Particularmente acreditava que poderiam ter alguma informação sobre Faith. - _ Kimi-kun, que tal? Vou deixar essa abordagem com você, será seu primeiro trabalho como marinheiro, vai lá. Com o convite feito, aguardaria Orich tomar a iniciativa de ir falar com o trio. Por ser novo na marinha, e bem estranho ao seu modo, poderia encontrar alguma abertura, ponto de acesso para ir falar com o trio de forma mais natural de que eu faria, natural para aquele grupo poderia ser algo bem estranho, portanto Kimi poderia ser perfeito. Se eu percebesse que o trio já tinha nos visto juntos, eu acompanharia Orich na abordagem, mas caso o trio não nos tenha visto, fico ao longe e espero Orich fazer o trabalho de coletar informação. @Macar
  11. Ripper

    As últimas palavras de Usagi antes de nos despedirmos não foram suficientemente perturbadoras para tirar meu sono, mas foram o bastante para ocupar minha cabeça antes de dormir e depois de acordado. É estranho ficar expectante por uma coisa que você não sabe o que é. No caso de acontecer, como saber se era sobre aquilo que Momoe tinha falado? Para essa missão que envolvia a ida ao mundo humano, tinha optado por usar minhas botas da Oakley e meu Julliet. Nitidamente eu era o com mais estilo, melhor vestido do grupo, não era necessário votação. Porém, antes de cruzarmos o portal que nos levaria ao mundo humano teve um outro "diálogo", se é que poderia chamar disso, entre os tenentes convocados e o convocador para a tarefa que resultou numa intervenção do fukutaichou da juunibantai para maiores e melhores explicações sobre a missão, mesmo que isso fosse dado apenas por uma loli (só saberia disso depois) e um pedido "formal" de desculpas em nome da divisão. - _ Tsc, e não é que vocês tem honra? - Soltava um comentário que poderia ser interpretado de diversas maneiras. Não era como se eu não estivesse interessado nos detalhes do trabalho, mas só por me terem dito que poderia ter algo a ver com Kaminari eu tinha me decidido a fazê-lo e não estava disposto a deixar transparecer qualquer receio em colaborar, como os outros dois fizeram. Um outro sujeito surge, ou estava ali o tempo todo sem ser notado, e a ironia é que aparentemente ele não me nota, mas não me incomodo muito, afinal, por mais que ele não tenha pedido minha ajuda na segurança de Hana, eu definitivamente a protegeria melhor que os outros dois. - "Será que é por isso que precisamos de dois fukutaichous nessa missão?" - _ Pode deixar comigo que eu cuido dessa Hana! Ela é mulher, né? Digo, você disse no feminino, mas quero dizer, ela não é um traveco, né? - Não tive a resposta dessa pergunta de Tatsuo, mas a encontraria assim que cruzasse o Senkaimon. O grupo é recepcionado calorosamente por uma shinigami que reconhece os fukutaichous, como era esperado e pergunta sobre mim, se aproximando e recebendo um alerta de Usagi. - "O que será que ele quis dizer com isso?" - _ Ah, fala sério! Você que é a desconhecida aqui, eu sou Maekawa Kadso, terceiro posto da Juusanbantai, entendeu? TER-CEI-RO. Não é possível que não me conheçam, eu sou muito melhor que muitos outros fukutaichous e mais importante que isso, quantos anos VOCÊ tem? - Se entre os humanos a aparência por muitas vezes enganava, isso era ainda mais frequente entre shinigamis, e alguém com a aparência de uma criança poderia até mesmo ser mais velha que eu, e dentro dos limites da lei, pegável sem a censura da sociedade. Cada um ali fazia a pergunta que lhe interessava. Tanto Shiro/Kuro quanto Usagi já tinham perguntado o essencial para se começar a missão, eu me beneficiaria dessas informações tanto quanto eles, então procurei me beneficiar de outra forma também. OFF: por algum motivo estranho bugou tudo aqui e não consigo formatar esse post. Peço desculpas se ficar ruim de ler ou entender, principalmente ao mestre. Qualquer dúvida, sabe onde me encontrar, Chuchu Ah, também já é de madrugada para mim, estou com sono e não revisei. Vou ver se consigo amanhã. @Demmon
  12. [Coliseu Island] As guerras vem e vão...

    Mantinha minha postura como um bom subordinado deveria fazer perante seu capitão. Estive apreensivo por um breve período com a queda da gaivota, mas depois se tornou em alívio ao perceber do que se tratava e até mesmo tive que abafar um riso. Embora o "que se tratava" em questão era da queda da ave desajeita e não do teor da mensagem que ela trazia, afinal, ainda era desconhecida. Desconhecida, mas era possível imaginar que a notícia não era boa pela reação do capitão. Assim que a ave é dispensada para continuar seu trabalho, Soichiro/Bunny se torna o assunto da vez. Seu paradeiro não era certo, mas ao menos tinham uma pista sobre onde começar a procurar por ele: o coliseu. Como era minha primeira vez ali, certamente que não conhecia o local, mas não deveria ser difícil de encontrá-lo, nem que fosse perguntando para os civis. A ilha tinha um Coliseu no nome, deveria ser uma espécie de ponto turístico dali de fácil acesso. - _ Sim, infelizmente. - "Pera, eu disse isso alto?" - Era a resposta à pergunta de Vicent sobre conhecer Soichiro/Bunny. Querendo consertar meu "erro", emendo uma pergunta. Era bom perguntar sobre o tal coliseu, mesmo sendo de fácil informação e acesso (aparentemente), os civis da ilha não pareciam ser muito simpáticos com marinheiros, então nada melhor que perguntar para Vicent. - _ Err... hum e onde fica esse tal Coliseu, capitão? O restante foi um momento de tensão. A tarefa foi dada, ao menos uma parte dela, mesmo que ainda o conteúdo da carta fosse um mistério, parecia ser ela o causador do pânico em Vicent. Iríamos para a Grand Line, mas antes precisaríamos recrutar mais pessoas para a tarefa. Dentre essas pessoas, um novo nome é citado, Strange, médico. Era essencial ter alguém assim numa tarefa que deixava o capitão de uma base atemorizado. - _ Ok, entendido, Capitão! Irei procurar por Soichiro no tal coliseu. E o senhor possuí alguma foto desse tal Strange? Após ter isso, e Kimi ter feito o que quer que ele for fazer, vou em direção ao Coliseu, seguindo as coordenadas dadas, com Kimi. Queria fazer mais perguntas, mas não tinha motivos para importunar o capitão com perguntas sendo que o grupo ainda não estava completo. Assim que estivesse, voltaríamos e teríamos mais informações sobre nossa tarefa. @Macar
  13. [Rank-D] Surpresa não se avisa

    Todo meu apelo por uma competição mais justa é ignorado, assim como as prendas da derrota, o que fazia eu me perguntar se essas coisas tinham relação ou se Ōkami era mais um desses que achava que o importante era competir. Competir e dar o melhor a partir de agora. - "Hum, como se eu já não estivesse fazendo meu melhor, tsc." Sem tempo para verbalizar o pensamento, uma folha surge na minha frente parando à meio metro de meu rosto. Viro o pescoço rapidamente para ver o mesmo sucedia a Mai e Ōkami, e voltava rapidamente para a folha. Ela tinha uma mensagem curta, o que era bom, pois exigia uma leitura rápida para tomar uma ação rápida, e instintivamente, ao ler que a folha explodiria em 5 segundos cuspo nela, como se fosse um jutsu suiton para apagar um fogo que (ainda) não existia, como se ela fosse se incendiar antes de explodir, ou mesmo minimizar o impacto da possível explosão. Não tinha feito uma análise sobre a possibilidade de nossa sensei ser tão sádica, para não dizer ruim, a ponto de explodir os próprios alunos. De qualquer forma, aparentemente já estávamos em missão. Ao sinal de Ōkami o acompanho, com certa excitação. - "Já estamos em missão!" - Era o pensamento que permeava minha cabeça. Não sabia do que se tratava, mas a ordem era ir para o portão principal da vila, as dores da queda anterior e o cansaço tinha desaparecido magicamente, como se tivesse tomado uma poção que retirava toda e qualquer dor. A ansiedade era maior pelo ponto de encontro ser uma das saídas da vila. - "O que será que vamos fazer? Será que a missão é fora da vila?" - Em minha cabeça, cruzar a fronteira da vila, independente do ponto, me fazia mais próximo de meu pai, mesmo sem saber onde ele estava. _ Não. - Em resposta se via alguém. Procurava freneticamente, mesmo que o bilhete não disse nada sobre quem procurar. - _ Será que isso faz parte da missão? - Aliás, não dizia nada sobre procurar qualquer pessoa, só precisávamos ir até o ponto indicado. Ao chegar no local, era notável o cansaço de Ōkami (não sabia que não era cansaço, mas era o que eu entendia), o mesmo se passava comigo. Falava pouco, apenas olhava para os os lados, procurando por um rosto desconhecido. Não existia mais palavras, era só expectativa e ansiedade esperando o responsável pelo bilhete.
  14. [Coliseu Island] As guerras vem e vão...

    Pela mudança de entonação na voz da moça, Soichiro/Bunny era definitivamente um "rosto" conhecido nessa base, ou quem sabe ela estava apaixonada, ou quem sabe justamente o contrário. De qualquer forma, não nos detemos muito para descobrir já que o capitão da base chegava, acalmava todos e nos convidava a entrar. As instalações são rapidamente e superficialmente apresentadas. - "Esperava mais de alguém que estufa o peito para dizer que essa está entre as bases mais fortes dos Blues. Ele me parece acanhado, esse pode ser apenas uma forma de se promover." - Pensava nas coisas que essa base poderia ter escondidas com base nas coisas que já foram vistas na ilha, e talvez essa realmente fosse uma das bases mais fortes, deveria ser para segurar tantos aparatos tecnológicos e outras bugigangas. Em seguida um outro marinheiro entrega um uniforme a Kimi. Abro um sorriso. - _ Então é pra valer mesmo. Acho que vai ficar bem em você. Somos levados ao escritório do capitão e finalmente o passamos a conhecer por seu nome. - _ É um prazer estar aqui, Capitão Vicent. Agradeço por nos receber. Como disse antes, me chamo Augustus, Nitohei da Marinha. É a primeira vez que venho para essa base. Fui designado para uma missão especial com Soichiro/Bunny. Somos amigos há tempos e ele precisava de alguém de confiança para realizar isso com ele. Como você é o capitão deve saber do que se trata mais do que eu, afinal, eu saberia apenas quando fosse sair com Soichiro/Bunny. Esse é Kimi Orich, o encontrei vindo para cá e ele me ajudou com um caso particular, além de ser extremamente forte. O convidei para se alistar, acredito que será um grande acréscimo e de valiosa ajuda nessa nossa tarefa. - "Até porque eu preciso de alguém de confiança também. Nada pessoal, Soichiro, ou Bunny, escolhe um nome só, praga..." - Soichiro/Bunny era de confiança, só não regulava bem da cabeça.Esperava que o capitão entendesse que queria Kimi nessa nossa missão e que ele aceitasse sem nenhum problema. De resto, esperaria pela vez de Kimi dizer seus motivos para aceitar se alistar para ver o que Vicent diria/faria. @Macar Azrael, já pense num plot aí pra essa missão kkkkk pra próxima ilha
  15. Ripper

    De acordo com o pedido para comparecer na Juunibantai, era para chegar na divisão com urgência, e isso não foi nenhum problema. Tinham poucos, para não dizer quase nenhum "obstáculo" para me deter no percurso. Ao que tudo indicava, assim como muitos de meu esquadrão estavam em treino ou patrulha, o mesmo devia ser o caso das demais divisões na Seireitei, somado ao horário, tive raros cumprimentos que não passaram de acenos com a mão e cabeça. Ao chegar no ponto indicado encontro dois rostos conhecidos que definitivamente não eram da Juunibantai. - _ Ah, olá, Impostor-chan! Como vai? - Cumprimentava com meu característico sorriso no rosto, e com os olhos semi fechados poderia ser difícil perceberem o tempo detido no emblema de fukutaichou de Momoe. - "Gobantai? Então foi isso que aconteceu." - Desde o término da rebelião não tinha notícias de Usagi, mas era grato pela ajuda que dele na infiltração para resgatar o membro da Yonbantai que era prisioneiro da Nibantai que era a própria divisão de Usagi, sem contar a ajuda posterior em batalha. Essa traição tinha lhe custado sua saída dessa divisão. Se ele era um devoto da divisão assim como eu sou da Juusanbantai, isso deve ter sido muito caro. Sentia muita simpatia por ele, até queria saber mais dele sobre isso, se tiver a oportunidade conversarei com ele sobre isso. Em seguida me viro para Shiro/Kuro. - _ E você é o Esquisitão. Tudo bem? - O rosto era conhecido, mas estivemos pouco tempo juntos, o suficiente para o achar esquisito, mas de confiança. Com o trio convocado devidamente cumprimentado, o convocador finalmente dá as caras, ou quase. Um mascarado de nome Susumo. O sujeito parecia mais estranho que Shiro/Kuro, era de muitas palavras e ao mesmo tempo muita ação, ao menos indicava caminho, mostrava coisas, procurava outras, etc. Por outro lado, não parecia muito aberto para possíveis dúvidas, devia se julgar muito inteligente e com explicações impecáveis, mesmo que algumas coisas ditas parecessem enigmáticas. (Análise feita ao término de tudo, mas vamos por partes) Somos conduzidos até um laboratório por um corredor mal iluminado. Nesse momento, um inconveniente acontece. Não temos controle de tudo e muitas vezes nosso corpo nos surpreende positiva ou negativamente, e dessa vez foi negativamente. Uma vontade incontrolável de peidar se apodera de mim, e antes num corredor que não parecia ser o local que nos fixaríamos por mais tempo do que em outro local, então, sutilmente, o máximo possível por não sair qualquer barulho, deixo meu gás metano para trás. Por sorte, a má iluminação ajuda a disfarçar minha ansiedade, e sem barulho ninguém podia me culpar, todos eram culpados e inocentes ali, e sem dúvidas nenhuma pelo cheiro que subiu, vítimas. - "Pelo menos esse aqui tá de máscara..." - Pensava em Susumo, e também tinha ouvido e entendido tudo que o mesmo dizia mesmo nesse momento de "aperto". Chegamos num laboratório e Susumo continuava falando, as palavras agora tinham minha atenção dividida pelos aparatos todos do laboratório, mas ainda ouvia e entendia tudo, tanto que me viro com a mesma expressão para o tagarela quando ele diz o horário da atividade da criatura e levanto meu pulso esquerdo, simulando estar vendo o horário por um relógio que eu não tinha. Queria que ele entendesse a ironia do chamado de urgência nessas horas da manhã para uma missão na madrugada. Ele poderia convocar a qualquer horário, mas sublinhar urgência tinha se mostrado um exagero, e por um momento realmente acreditei que ele tinha entendido e agora estava irritado, pois tinha se virado com uma arma para nós. - _ Hei, peraí, não é pra tan... - Mas como se eu não estivesse falando ele continua e explica o que era essa arma. - "Juunibantai... não sei porque me surpreendo ainda, tsc..." - Exito um pouco para ver se algum dos dois pegaria a arma, mas não fizeram menção, então eu mesmo me adianto e a pego. No final, parece que foi a melhor decisão mesmo. De acordo com Susumo, só tínhamos um disparo e era aconselhado cansar o espécime antes de dá-lo, e ninguém melhor para cansá-los que os dois mais fortes ali, mesmo que eu não gostasse de admitir. De qualquer forma, não era minha propriedade e se fosse o caso, eu poderia passar para outro durante a missão ou mesmo antes. As instruções para a missão continuam até chegar na parte enigmática. - "Relação com acontecimentos da Kaminari-chan no passado?! O que ele quer dizer com isso? E boa relação com fullbringers pode ajudar de que forma agora que estamos em guerra?" - Susumo não dava aberturas para dúvidas e logo após isso nos dispensa. - "Com isso já são dois idiotas que conheço da Juunibantai." Saindo do laboratório me volto aos outros dois. - _ Alguma coisa contra eu levar a arma? Outra sugestão? - Aguardava a resposta antes de prosseguir. - _ Essa missão é bem misteriosa, como tudo da Juunibantai, até os membros, sentiram o peido que aquele Susumo soltou no corredor? Ele fede, por isso anda de máscara. Não sei porque eles precisam de membros de outras divisões para suas bizarrices. - "Curiosamente ele recrutou pessoas que estiveram no mesmo lado na rebelião, será uma coincidência?" - _ Bem, vou indo, é bom descansar, o período de atividade do que estamos atrás é da meia noite às três da manhã, não precisamos perder tempo aqui se vamos sair às 18:00 podemos acertar os detalhes durante essas seis horas com a investigação. Até mais! Com isso volto para minha divisão. Ajeito o que precisava ajeitar para seu funcionamento que não vou detalhar porque o post já está maior do que eu queria. - "Relação com acontecimentos da Kaminari... será que eu devo ir falar com ela? E se ela não me contar e ainda me proibir de ir nessa missão? Afinal, nem é de nosso esquadrão. Melhor eu ver do que se trata e se precisar falo com ela quando regressar. Se for necessário..." - Tiro um cochilo, na verdade pretendia dormir, já que iríamos para o Mundo Humano as 18 horas e o período de atividade do que quer que seja era da meia noite às três da manhã. 17:30 já estava acordo e pronto para ir até o portal que levaria o trio ao Mundo Humano.