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Geu

Póesia Poesia do Geu

71 posts neste tópico

e bom,mas deveria te feito elas mais pequenas,perdeu muito da essência com texto logo opinião.

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Agora, Dohko disse:

e bom,mas deveria te feito elas mais pequenas,perdeu muito da essência com texto logo opinião.

Nuss, sério?

 

O primeiro tem muitas estrofes mas a leitura é até leve e rápida; Já o segundo metaforiza a resiliência e também o estado aparentemente imutável da seca, a seca é como convidado que se quer fora da festa logo, mas que fica até o fim, você desfalece e perece pouco a pouco, e o poema tenta evocar esse sentimento, de que custou de mais.

 

Mas de toda forma, obrigado pelo comentário, espero que os próximos possam ser mais no seu estilo. ;)

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Yo!

 

Eu gostei das duas. A segunda é mais difícil de compreender, mas isso a torna mais intrigante, então mesmo que eu não tenha pego direito a mensagem dela eu acabei gostando mais (Tenho um fraco por coisas que me deixam intrigada rs).

E não sei se foi intencional, mas a forma como ela foi escrita sem estrofes, me fez ter uma leitura "corrida"... eventualmente fiquei com a boca seca no final da leitura shuahsuahsuhasu

Eu notei que você variou um pouco a estrutura na primeira, ficou bom também, mas senti que poderia ficar melhor se algumas estrofes tivessem uma montagem diferente.

 

Anyway, quero ver mais poesias tuas Geu, escreves muito bem e diversifica bem as palavras. Gostei bastante do seu estilo!

Geu curtiu isso

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Sonhador

 


O caminho é longo e cheio de dificuldades, a cada turno a lua se reserva com o sol, as árvores morrem e seu último suspiro de vida cintila voejando por aí, as folhas caem no empoeirado túmulo cinza, onde o inverno anuncia seu rigor, a neve se forma no âmago do céu, invisível ao pobre sonhador, que em devaneios viu sua vida sair pela janela, nascer e morrer, como delicada flor.

Mais um pouco e a chuva começou a cair, molhou a terra fez o calor se partir, fez os olhos de um sofredor marejar, brilhantes como dantes, assim fora no início, mas perdera sua vida, seu último resquício, oh que lastima! Pobre estrupício!

No entanto, na suma de suas dores, no resumo de suas tristezas, adquiriu aquele coitado certa destreza, como doutor, analisou a cada passo seu próprio coração, viu o que sentia, o que lhe evocava emoção, percebeu como padecia por projeto de sua imaginação.

Artifício do diabo, espetáculo, enganação! Pobre coitado caindo em ciladas, a cada toque do frio vento do norte, a cada nova e solitária caminhada. Perdeu o herói sua determinação, quebrou-se sua velha espada. Que restara? Quase nada.

Mas como é belo esse reino, quão lindo é o ato de sonhar! Mudar o que já fora feito, contínuo o ansiar. Mudar o imutável, tocar o intangível, fazer prosa do ilegível e cantar em meio a dor. Com o coração, o peito, em meio a tanto ardor, uma ferida exposta, porta para maldosas propostas, ingresso para filme de terror.

Ele fora, passo após passo rumo ao clímax proposto, morreria com ódio, eterno desgosto, ou iria concluir, o que começou em seu dormir, em seu sonho maravilhoso.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

#1.Por que você leria poesia:

 

"Todo mundo é escritor, a diferença é que uns escrevem outros não."

 

Parafraseando José Saramago, somos nós todos escritores, e ser escritor é um trabalho ingrato! Não apenas se o vemos como profissão, mas vendo o próprio ato de escrever, de usar as palavras, de evocar emoções em quem lê; e indo mais além, todo mundo também é poeta, mas precisa o poeta conhecer a fundo o poema? Não.

 

A poesia é tão bela que nasce sem rima, sem número de estrofe, sem segredo de rima, sem número de linha, ou tamanho determinado; O poema, a parte que escrevemos, é apenas o veículo como muitos outros que a transmite, então sinta a poesia, tanto a que você pode transmitir por meio de palavra quanto a que você lê.

 

Não importa também a melancolia, a demência, a dor, a carência e até o amor que figura nos temas mais massificados em poesias, principalmente de quem está começando.

 

-------------------------------------

 

Pensei em ir dando uns toques, o que acham? Não que eu seja muito bom para ensinar ninguém, mas se alguém aprender algo comigo eu ficaria muito feliz. hauahua

 

 

 

Editado por Geu
Jaque. e Her Mih One curtiram isso

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Problema para mim na poesia lá na época do secundário é que eu sempre interpretava diferente da professora e me saía mal nas provas devido a isso. Daí fui em exame nacional e tirei 14 com poesia de Fernando Pessoa.

Desde esse tempo minha opinião é que cada pessoa tem sua interpretação sendo que o autor é que sabe o que realmente quis dizer e sentiu com aquilo. Não gosto de poesia e isso deve-se muito graças ao aprendizado escolar que não soube dar e cultivar o interesse nos alunos, bem pelo contrário eles o destruíram no meu caso. 

 

Contudo Geuzão eu acho que tu tens talento na escrita e nas letras e parece que gostas do que fazes. Da mesma forma que sem as ciências e matemáticas o ser humano não teria evoluído até o que é hoje o mesmo vale para outras áreas como a música, as letras e muitas mais. Sem escritores não existiriam séries maravilhosas como "Game of Thrones" e sem poesia não existiriam tantas e tantas lendas e cânticos, até mesmo os tão adorados Deuses nórdicos que eu tanto gosto não seriam tão interessantes.

 

Bem eu li e se você continuar postando eu vou continuar a ler, só não pede para eu entender. 

Editado por Heisuke
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1 hora atrás, Geu disse:

Pensei em ir dando uns toques, o que acham? Não que eu seja muito bom para ensinar ninguém, mas se alguém aprender algo comigo eu ficaria muito feliz. hauahua

 

Isso é legal!

Pode se sentir a vontade para usar o tópico de Dicas Literárias também se quiser...

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essa ficou melhor,mas leve como gosto,mas teve alguns partes que as palavras não rimam bem,mas com o tempo vc melhora 

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Em 4/9/2016 at 4:45 PM, La Dernière Lullaby disse:

Yo!

 

Eu gostei das duas. A segunda é mais difícil de compreender, mas isso a torna mais intrigante, então mesmo que eu não tenha pego direito a mensagem dela eu acabei gostando mais (Tenho um fraco por coisas que me deixam intrigada rs).

E não sei se foi intencional, mas a forma como ela foi escrita sem estrofes, me fez ter uma leitura "corrida"... eventualmente fiquei com a boca seca no final da leitura shuahsuahsuhasu

Eu notei que você variou um pouco a estrutura na primeira, ficou bom também, mas senti que poderia ficar melhor se algumas estrofes tivessem uma montagem diferente.

 

Anyway, quero ver mais poesias tuas Geu, escreves muito bem e diversifica bem as palavras. Gostei bastante do seu estilo!

Muito obrigado ;)

 

Houve um próposito sim na organizão do segundo, mas estaria mentindo se disesse que planejei secar sua boca. kkk

 

Sobre as dicas, até tenho algumas pra compartilhar no tópic lá, acho.

 

5 horas atrás, Heisuke disse:

Problema para mim na poesia lá na época do secundário é que eu sempre interpretava diferente da professora e me saía mal nas provas devido a isso. Daí fui em exame nacional e tirei 14 com poesia de Fernando Pessoa.

Desde esse tempo minha opinião é que cada pessoa tem sua interpretação sendo que o autor é que sabe o que realmente quis dizer e sentiu com aquilo. Não gosto de poesia e isso deve-se muito graças ao aprendizado escolar que não soube dar e cultivar o interesse nos alunos, bem pelo contrário eles o destruíram no meu caso. 

 

Contudo Geuzão eu acho que tu tens talento na escrita e nas letras e parece que gostas do que fazes. Da mesma forma que sem as ciências e matemáticas o ser humano não teria evoluído até o que é hoje o mesmo vale para outras áreas como a música, as letras e muitas mais. Sem escritores não existiriam séries maravilhosas como "Game of Thrones" e sem poesia não existiriam tantas e tantas lendas e cânticos, até mesmo os tão adorados Deuses nórdicos que eu tanto gosto não seriam tão interessantes.

 

Bem eu li e se você continuar postando eu vou continuar a ler, só não pede para eu entender. 

Fico feliz por sempre ter seu apoio bro, vamos ver se vc muda de gosto ein :lol:

 

4 horas atrás, Dohko disse:

essa ficou melhor,mas leve como gosto,mas teve alguns partes que as palavras não rimam bem,mas com o tempo vc melhora 

Hquahauahaahu

Ótimo, eu tenho em diversos estilos, logo uma irá lhe agradar por completo. Mas cra, vc sabe que nem todos os versos precissam rimar, right? N existe um modelo certo pra poesia, tem soneto, verso livre, verso branco etc...

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Ressequido

 


A boca seca
Os olhos afundam
As mãos vão a cabeça
O copo volta seco
E o coração cheio
De maldizeres
Afunda
Em um labirinto
Em uma melancolia
A lembrança despedaça o homem
O amordaça
E somem
Suas esperanças
A boca seca
Todos os dias
A dor castiga
E é insuportável
Que a boca seque todos os dias

Me são suprimidas as palavras
Acorrentadas minhas ações
Retorno para o inicio
E ainda são turvas minhas noções
Mas um dia consigo
E não falo nada
Porque não entendo
E então eu espero
Que o desespero me bata novamente à porta
Que eu caia
Sentindo minhas mazelas
Meus pecados
Tão fortes
Como um ardil
Como um carrasco
E por um momento eu entenda
Por qual motivo
Continuo a sofrer
E então eu percebo
Que seca a boca
Por que só a uso para maldizer
Para jogar pragas
Para ofender
E me seca a vida
Como sertão esquecido
Como árvore morta
Ave a esmorecer
E mais a frente vejo
Bocas secas
Desejos mortos
Sonhos rachados
Vivem todos vidas secas
Do patrão ao empregado
Até que por fim morre
Em agonia
Quem enchia a boca para se engrandecer
Saiu das bocas as pragas
Como que bicho acoiçado
Sedento por consumir cada gota
De orvalho
E de bondade
Por isso foi-se a caridade
Do caldo que se servia ao viajante
Saiu da cabeceira e também da estante
Um livro em que se contasse
Dessa lenda
Desse folclore
De quando se importava
Com o que sofria desse mal

Hoje os homens
Se veem acuados
E se voltam para o mal
Para o desejo inocente
Que torna cada um individual
Se perdem os pares
Se quebra o amor
E seca a terra
Padecendo em dor
Pois ninguém tem coragem de oferecer água a seu ninguém
Cada um tem um cantil
De engenhoso artífice
Ao qual não permite
Beber quem o tem
Mas passa um pobre
Um coitado e pede
Enquanto carrega o próprio
Mas logo os dois se despedem
E não bebe água ninguém
A boca permanece seca
E já esquece da água o sabor
A lembrança da chuva chicoteia
Faz o sertanejo clamar por morte
Mas que não se engane quem acha que teve sorte
De nascer em outro lugar
Pois na terra toda
A seca vem consumindo
E foi-se a vida
E só sobrou a morte
Não cabe a esse poema a mesma sorte
Pois quem sabe um que leia
Livre alma dessa carcereira
E não se apegue
A esse ideal enraizado
E dê de beber ao filho
Que perece ao seu lado
Talvez nesse momento
Chova
E socorra assim muitos outros
Que estão na seca e murmuram
Não sabem que quem secou a terra
Foram nós todos.
 

 

 

 

Atualizado

 

Leiam ;)

 

Os outros dois poemas eu tive que apagar por problemas técnicos - porque eu não sei editar o tópico direito - mas depois eu trago eles de volta. :lol: 

 

Parece que eu não sei marcar as pessoas também :lol:

Editado por Geu

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Belo tópico Geu. Seus dois primeiros poemas foram os que mais me agradaram e consegui captar oque buscou transmitir. 

 

Amor também me agradou bastante, pequenos poemas que não buscam rimar, e sim passar uma mensagem clara é muito interessante. 

 

E isso ae, sentimentos antes de rima

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Goste, Geu. a primeira do topo e a ultima do segundo post ficaram muito boas, tocou meu coração. Espelhos eu também curti. posta mais o/

 

marcar é simples

coloca @ e logo em seguida a primeira letra do nick do "fulano(a)" vai carregar varios nicks, vai escrevendo ate aparecer o nick da pessoa que vc quer mencionar e clica no nick quando aparecer.

Geu curtiu isso

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Aqui uma resposta boa poque ler POESIAS.

 

               Ta vendo Aquela Garoa

 

Ta vendo aquela garota logo ali,

Não tem nada fora do normal

Porem ela chegou e ganhou moral

Veio deslumbrante e elegante

Todos pensaram que ela era a tal

Uma garota qualquer.

Veio de fino chegou do meu lado

E me mostrou que ela era uma garota

Especial quando a vi não queria

Deixa La ir, pois eu senti algo sobrenatural.

Algo me dizia que você era muito especial

Para min e que eu não podia de deixar partir

Um sentimento que veio e me tomou razão

Tomou posso do meu coração.

Fiquei sem reagir não soube que fazer

Em você não conseguiria para pensar

A toda hora e momento queria está

Com você quero esta não sei te explicar

O que pode ser ou que será?

Sei que você legal e especial.

E vou esta te esperando ate o final.

 

Editado por Mélancolie
Formatação exagerada em tópico alheio

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3.

 

Os meus ossos lutam, para se libertarem desse anátema

Passarinhos que se esvaem aflitos do oco de um tronco tenebroso

Raios jogados por um deus sem prática

Um caos completo, um escuro ruidoso

 

Um mundo inteiro, uma galáxia, láctea do meu ser

Semente de uma árvore morta, horta de mal dizer

Ser eu, mas me ver morto, oco, me ver morto é pior que morrer

Uma parte minha que se perdeu em metáfora, que se perdeu em prazer

 

Prazer de criar máquinas, manequins

Fins que se encontram em confins

Da terra arenosa, prestes a desaparecer

A voltar ao silêncio ruidoso, voltar a se parecer

 

Com o mundo que imaginei

 

Vidro preto

 

Já pensou se no preto, bem no fundo

Se houver

O que há no preto?

E se estamos no preto!?

Nós todos, tudo

Quem não está não vê

Não sente, não se importa

E nos agüentamos calados

Mudos como o anoitecer

 

Pegadas

 

Tem, ali, um belo caminho podado por forças desconhecidas

Perfeitamente empilhado no chão de neve

Pintado, descrito, sonhado; de tantas idas e vindas

E tão leve

Quanto macabro.

 

É de se perder no vermelho, no rubro destoando de um preto forte

De um furacão lento e destrutivo

São diversos, vários versos indo de encontro ao nada, ao norte

Em meio a uma sorte desgraçada, de um branco igual, sozinho e desiludido

 

Pego de surpresa por palavras singelas, quiçá sinceras ou bem armadas

Sonhando com guerras e rios tranqüilos

Quando não se ouve nada.

Nada de novo, incomum. Comum é não ouvir nada.

 

E ouve. Como um canto libertador de um silêncio armado.

Um branco nobre, maculado pelos erros sanguinários, manchas veementes e irracionais, mas sábias, mais sábias que as demais.

Demais pondera, demais especula. Há certa gula, certa ânsia de viver

De amar até a dor, de amar até doer.

 

Vê o branco aquela mancha encarnada, aquela morte estampada na natureza

Um pecado, dois pecados uma vida de pecados.

De conselhos ouvidos e deixados de lado

E nada faz, não faz nada.

 

Perspectiva.

 

Eu suava, e suava eu, escorria e caía, eu caía de mim

Explodia no chão, em dor, em agonia

E caía de novo, já dizia

 

Entre as árvores, entre os mortos, entre as folhas no chão

Pisando nas cabeças, esmagando os corpos, os mortos, sem respeito algum

As árvores cresciam, e iam, além da terra, além das expectativas

Cresciam num vigor tremendo, temendo no âmago, o perder

Não conheciam o que vinha entre as nuvens enigmáticas, como eu não conhecia mistério nenhum

 

Eu caía numa floresta qualquer, que subia aos céus, fugindo do fogo que crescia ao meu pé

E não se via, nada via, não era pra ver.

Mas via alguém, do outro lado, de um lado aquém ou além

 Metros de distância ou distante de ninguém

 

Via outros homens, outras árvores

Presas da mesma sorte, peças da mesma arte

E via um outro o que nós via

Todos nos vemos, mas vemos o que?

 

Cansaço

 

A espera

Vêm

E reverbera

Na escuridão

No corpo

Na solidão

De todos.

 

Todos os que andam cansados

Sorriem por sorrir

Vão por ir

 

Brilha no coração desamparado,

Uma espera.

 

Alguns minutos de paz

Antes de dormir.

 

Âncora

 

Na queda, há alguma graça em meio ao desconsolo

De ter caído, de ter falhado

Da dor imensa de estar

 

Estar em dor como ferida que não se pode recuperar

E a graça é uma xícara de ironia

Porque é reconfortante estar na dor da falha

Porque assim não estamos na dor da vida

 

Na dor de deixar tudo perfeito todo dia

De nunca errar

De ser o seu melhor eu para todos, e o pior para si mesmo.

 

 

Her Mih One e Jaque. curtiram isso

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Devo-lhe dizer que tens uma excelente habilidade para isto.Há muita complexidade em boa parte de seus versos e eles não foram colocados de forma artificial "para rimar" ,tudo parece ter significado.

Que a vida continue lhe dando inspirações.

Geu curtiu isso

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Em 30/01/2017 at 9:05 AM, Robin disse:

Devo-lhe dizer que tens uma excelente habilidade para isto.Há muita complexidade em boa parte de seus versos e eles não foram colocados de forma artificial "para rimar" ,tudo parece ter significado.

Que a vida continue lhe dando inspirações.

Muito obrigado Robin, seu comentário foi muito especial para mim. <3

 

Deus te ouça kkkk tenho escrito pouco esses dias mas volta e meia me vem a inspiração e faço mais poesia. (acompanhe o tópico, please e.e)

Editado por Geu

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Todas as pessoas

 

Ando escrevendo um trabalho em cem páginas brancas

Ando escrevendo, minhas pernas são canetas?

Eu sou uma caneta

Cheia de tinta preta, e podre, fantasmagórica

 

Um porre, um mar gelado e misterioso, uma sina metafórica

Eufórica, me vejo logo nua, com a mão entre as pernas, escrevendo no meu corpo branco, doce e leda

Queda, resumo do meu ser, ser pra esvair tinta preta em qualquer canto que a aceite, aceite!

Apenas se una a mim, junte sua essência a minha, enfie, esfregue seu âmago no meu

 

Meu pudor. Já se foi, e isso é tão errado quanto é certo que trabalhos não são aceitos em branco

Branco, tudo tão vago, vácuo eterno, quântico

Para mim, já não há nada, nada que valha, nada romântico

Nada entregue ou sofrido, quiçá pedidos, nada sinceros, se já não se perdem em pranto

 

Nesse universo escuro, nessas ruas sem pessoas, nessas pessoas sem pessoas

Soa logo a trombeta final, ressoa esse meu ser negro, liberta-me dessas barras brancas e meigas

Dessa menina rosada

Inflama e arda

Cuspa as folhas brancas, jogue os galhos negros ao céu, libertos, trocando amores em singelos dialetos...

Com o nada.

 

Mas as folhas continuam brancas, parecem que não se escreveu nada.

Não. Se. Escreveu.Nada.

 

 

Queda

 

Meus olhos caem nas minhas olheiras

, eu caio depois,

e eu caio nesse buraco,

e lá no fundo, que há?

Eu.

 

Nordestino

 

 

Junto a seca, o pó do chão, tiro das brechas da cálida mão, tiro do sangue que corre cansado, tusso dois tufos e mais um bocado, vou juntando agoniado tanta areia, tanto nada, e me desfaço em puro pó, grão doído, amargurado, que não floresce, não faz bordado, nem arte, me parte e caio separado, desconexo e sem nexo de pensamentos, sofrimento apenas, em pequenas dozes, a todo momento. Aqui, ali, acolá, cada grão, cada pó, vai chorando, debulhando, me desfazendo, vai passando a vida, e assim que sou grão, volto grão e vou morrendo. Mas, fui menino, e como menino, canso de chorar, de me derramar, de perder meu pouco, que de pouco não tem nada, uma vez que pouco a pouco a areia forma a terra, forma o sertão, um pássaro na alvorada, um pouco atrevido, que não aceita ser muito nada.

 

Feio

 

 

Às vezes parece um fogo, parece uma alma aflita

Às vezes transmuta, queima meu peito, grita

Infla por dentro, corroí o meu ser, e sangra, e daí a pouco para

E esfria, e acalma, e se vê:

 

Vê a dor do nada, que não se move, que não fala

Mas se sente, vem da mente, mas ela não pode perceber

E nem eu, entrementes, sentes, declama e derrama

Conclama essa dor enraizada, que faz de tudo, enquanto não faço nada

 

E nem posso, e nem quero, não sinto dor.

 

Por que se esvai por um momento, pela ferida, pelo coração pulsante ao vento

Pelo toque da morte, pelo caminho do sangue, pois derrama, pinga, caí no chão

Coço a garganta, e a garganta coça a mão

E escrevo o que penso

 

Falo, rio, sou eu.

 

 

Trabalho sujo

 

 

Sinto um som ensurdecedor transpassando como uma lança enferrujada minha alma penosa

E como rio corre de mim tanto a poesia quanto a prosa.

Mais corre, fugido

Roubado de mim, sem antes ser traduzido

Trazido aos berros, por mãos sujas de tinta e preso em papel manchado de suor

E não para, essa dor na mente, essa certeza de estar errado, mas de estar, somente

 

 

Folha

 

 

Sou uma folha, ávida para se encontrar com o grafite, com as palavras

Um embrulho que retém pensamentos, como o pulmão faz de refém o ar

Louco por emoções, louco para amar

 

E quero ser algo, além do branco singelo, humilde.

Quero ser mar, quero ser sol, quero ser sorrisos.

Quero um amontoado de coisas boas, rebuscados adjetivos.

 

Então desenho, e desdenho do desenho feito, refaço, faço um monturo de papéis defeitos

Folhas rasgadas, rabiscos grotescos

As ergo todas e dependuro.

Resta-me a dor, resta-me o escuro.

 

Do meu eu, agoniado

Feito refém do meu ego endeusado

Mártir da minha mania de ser perfeito

Falha

Folha falha

Apenas folha... Perdida...

 

 

Forma

 

O coração é um buraco

E é escuro, parece opaco.

Mas é profundo

Como o mar, de não se ver o fundo

 

De se afogar e de contar-se em estrelas quantas coisas tem lá embaixo

E mais embaixo, e mais um pouco

Pouco a pouco, vê-se o oco ser mais cheio que um abraço

Mais cheio que um sorriso sincero, mais raro que ouro

 

E se torna o buraco, num pestanejar, num bocejo

Uma lente, uma câmera, e vai tirando fotos

Vai transformando desejos

E memórias, histórias, lugares remotos

 

Em realidade mais uma vez

 

 

Carta molhada

 

 

Você é uma pessoa impressionante

Você é o tipo de pessoa que só se acha uma vez a cada dez mil visitas a cafeteria pitoresca da cidade

Você é única, deidade, musa, amor

 

Fica nessa janela sentada, sem medo de cair

Sorrindo e vasculhando minha mente com a sua, mente que não vasculhas, mas quase sempre pensa em mim

E eu em você, escrevo cartas e recebo as suas, fica nua

Sem vergonha, com uma delicadeza que não me deixa imoral, moral da história: eu fico mal.

 

Mal de não te ver com clareza, mal de ponderar sua beleza, por não ser ela real

Mel, manjar, mana da imaginação, emana, derrama estrelas, canção

Ao pé do ouvido, em meros sussurros, quase todos mudos, pois você não fala

Olha para mim sentada, sorrindo, pensando se vou descobrir.

 

É tudo branco, em cores claras, manchas de café prestes a sumir

O ir e vir, o nunca mais ver, o ver você de novo, mas você sem ser você

 

O amor virou tinta, o coração bagaço

E os seus contornos, pintados com os meus, somem

A tinta brilha, seca e cai

 

E o coração sangra, a mente mente, por que me ama

A dor se perde comigo, mas não volta quando me encontro

E vai pingando, vai juntando, escrevendo ponto a ponto

E eu te vejo novamente

Tão serena

Tão em paz.

 

Editado por Geu
Jaque., Her Mih One e Bills curtiram isso

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Estes últimos ficaram perfeitos. Este Todas as pessoas ficou muito perfeito, não que os outros não estejam, mas este ficou muito bonito e profundo; o Folha também esta de parabéns.

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Tens talento real, sejam quais forem suas ocupações futuras, não deixa a chama do dom das letras se apagar de sua vida.

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Menino, que bom te ver de volta =3

E veio de repertório cheio hasushuhu

 

Eu gostei muito de Todas as Pessoas e Folha... Dentre as poesias foram as que tiveram um melhor jogo de palavras, então fica uma leitura lírica bem rica, é como dançar com as palavras, ou seja, os versos são bem harmoniosos. E nossa, teve algumas ai bem difíceis de compreender (e eu não compreendi ushaushau), mas isso não é uma crítica, acho a confusão interpretativa uma qualidade desde que todo o texto esteja combinando. As curtas são bem agradáveis e fáceis de criar uma cena literal na mente e acho que esse é meu maior elogio para suas poesias não são todos que consegui ver como um pequeno fime na minha cabeça, mas as que consegui, foram de forma impecável... Todas as pessoas entre elas foi a que mais me causou um impacto visual.

E voltando ali onde falei sobre o jogo de palavras, é uma característica bem forte sua brincar com tons semelhantes em um mesmo verso, acho que se eu ler sua poesia em outro lugar vou reconhecer facilmente hsuahauhu...

Well, apesar de todos os elogios, eu tenho uma crítica a fazer também... Eu senti uma certa repetição de ideias de uma poesia para outra (O sofrimento, o nada e a ideia de estar sempre preso à escuridão)... Não é um defeito, mas particularmente eu gosto de uma maior diversidade nas palavras e ideias.

 

Enfim, é isso... poste mais =3

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Póde mim

 

Não vou mais escrever

Vou viver, escrevendo

Viver como se eu fosse palavras, sem dizer

Viver como livro, mesmo sem ter ninguém lendo

Crendo eu que ninguém leia

Tendo minha vida só para mim

Extraindo sangue e as pedras do coração

Formulando afora, o que aflora a dentro

Momento

É escrever

Memento sobre mim

Lamento escrachado

Dor enraizada

A raiz própria exposta

E ir escrevendo como quem respira, e ir respirando como quem escreve prosa.

 

Métrica

 

Belo é estar errado

É comer o outro

Sem estar enamorado

 

Dança de cadeiras

 

A flor é miúda, a gente é cheirosa

A rosa é maus, nós somos bela

O cravo é delicada, você um espinho

O crisântemo é falso, e eu sou verdadeiro

Jasmim é sofrido, o povo não sente nada de mal

 

Surpresa

 

A alegria é ver no rosto sujo de olheiras, abundante em cicatrizes e provado nos trabalhos

Um sorriso, riso da vida ou não, fruto da terra onde tem buraco, luz própria do opaco

Troco ao sofrimento

A alegria é ver os rios encherem os mares, e continuarem doces lagares

Desaguarem mais maduros, filhos puros, diferentes, mas ainda maiores

Odes a natureza, como desculpa pelo desmatamento

Ver de onde se tira árvores, brotarem árvores a todo momento

Minhoca viva debaixo da terra, do chumaço amaciado sob os pés, homens vivos debaixo do espaço

Terra solitária, pó não desprendido

Há alegria, Ah... Alegria!

Ver o pobre fazer poesia.

E todo mundo é pobre, sofrido

Pobre de ser amado

Lado a lado, só sofrimento

E a qualquer momento, explode felicidade.

 

Parecidos

 

Me chama à chama

Me Afoga no fogo

Me joga no seu jogo

Como peça, não me impeça

De te amar, amargurado

Amarrado dentro de mim, fora de mim um mim tão raso

Me mate Matê

Me veja te ver

Olhe eu olhar no seu eu

Beija meu falar, esqueça que beijo me deu, me dê outro

Me ame muito, mais ame um pouco à pouco

E meia hora passada, passe a me amar de novo

Me afague, mas não me apague

Me escreva, se atreva e me crave em você

 

 

Apenas despeja, oh coração meu, deixa cair essa panela enferrujada e cravejada de dores, que arde, mas que carrega um liquido gelado

Um mar, de tão pesado

Poesado

 

 

Ilógico

 

Eu começo dormindo, todos os dias

Sonolento sorrindo, às obrigações

Cansado, mas persistindo

Indo, somente, nesse ritmo ilógico e misterioso

 

Meu pulmão não puxa, tenta, mas se afoga, afaga-se nessa sensação deliciosa da morte

Meus pés tremem, não articulam os passos, os pensamentos não encaixam nas ações

Nãoháespaço

Morre lento

E não se sabe

Que estava certo, todo o tempo

 

Amor há dois

 

Parece que a gente ama sofrer,

Só ama porque dói quando não ama

E amamos porque dói

Amamos a ponto de deixar doer.

 

Ex ego

 

É muito claro, ver o quanto eu sou cego

É difícil ver no escuro, no breu

Mas eu enxergo

Nitidamente, todas as coisas, tudo que envolve eu

Ou o meu ego.

 

Tempo

 

Há uma pia negra, em algum espaço cósmico entre o fim e o principio

A água é negra, e os reflexos todos brancos

E o ralo desconhecido

 

Mas a água cai, o pretume todo, o breu não desaparece

E vai para algum canto

Esquece

 

Seca, e depois de tanta sequidão, algo floresce

Nasce em meio a tanta morte e peste

Apenas o ciclo da vida

Parece.

 

Editado por Geu
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Mentiras

 

Aonde foi minha beleza?

Aonde foi o motivo do meu sorriso e da minha delicadeza?

Sem destreza

Nas palavras, tropeçando nas fantasias carnavalescas

 

Perdido

Vagueando por entre bailes da madrugada derrelito

Aflito por não te ver mais uma vez

Porque você é ainda tão viva, tão leda e tão apaixonante na minha saudade?

 

Malditas cidades, prisões com janelas e teto de céu azul

Multidões de guardas confundidos

E você em uma cela tal que o número não me é permitido

Saber.

 

Um mal querer perfumado, de recados sutis e marcas de batom manchado

Machado de Assis

Quis

Me cravar você no meu peito

No meu eito já não há mais o quê

As palavras me perguntam tristonhas

Aonde? Aonde está você...

 

Verdades

 

Às vezes o tempo para correndo

Chega numa velocidade tal que se passa

E vai se passando um tempo após o outro sem nunca um outro final

 

De forma tal que se vê

O passado no presente tão presente quanto um presente enfeitiçado

Tirado de poções e de livros abarrotados

 

De lorotas

Se vê na frente 

Que o passado não volta

Mas que o tempo chega no fim,

 

Na chegada

Antes de se dar a largada

Antes de se dar

Conta

 

-----------------------------------

 

Decidi marcar vocês porque quero opiniões, sdds comentários. :lol: 

 

@Jaque. @Mélancolie @Robin @IACOOBVS KAIZEN @Embriagado Melômano @Heisuke

@cdf @Dohko

 

O que acharam dos últimos, compartilhem suas observações. Obrigado por cada comentário também. Sempre dou o like, mas acabo esquecendo de responder de volta, logo arrumo um post pra isso. 

 

Como vão? 

 

 

 

 

Editado por Geu
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Em 27/03/2017 at 11:41 PM, Geu disse:

Mentiras

 

Aonde foi minha beleza?

Aonde foi o motivo do meu sorriso e da minha delicadeza?

Sem destreza

Nas palavras, tropeçando nas fantasias carnavalescas

 

Perdido

Vagueando por entre bailes da madrugada derrelito

Aflito por não te ver mais uma vez

Porque você é ainda tão viva, tão leda e tão apaixonante na minha saudade?

 

Malditas cidades, prisões com janelas e teto de céu azul

Multidões de guardas confundidos

E você em uma cela tal que o número não me é permitido

Saber.

 

Um mal querer perfumado, de recados sutis e marcas de batom manchado

Machado de Assis

Quis

Me cravar você no meu peito

No meu eito já não há mais o quê

As palavras me perguntam tristonhas

Aonde? Aonde está você...

 

Verdades

 

Às vezes o tempo para correndo

Chega numa velocidade tal que se passa

E vai se passando um tempo após o outro sem nunca um outro final

 

De forma tal que se vê

O passado no presente tão presente quanto um presente enfeitiçado

Tirado de poções e de livros abarrotados

 

De lorotas

Se vê na frente 

Que o passado não volta

Mas que o tempo chega no fim,

 

Na chegada

Antes de se dar a largada

Antes de se dar

Conta

 

-----------------------------------

 

Decidi marcar vocês porque quero opiniões, sdds comentários. :lol: 

 

@Jaque. @Mélancolie @Robin @IACOOBVS KAIZEN @Embriagado Melômano @Heisuke

@cdf @Dohko

 

O que acharam dos últimos, compartilhem suas observações. Obrigado por cada comentário também. Sempre dou o like, mas acabo esquecendo de responder de volta, logo arrumo um post pra isso. 

 

Como vão? 

 

 

 

 

Andas bem inspirado e já dá para ver que se formou um estilo próprio seu. Parabéns, sendo bem sincero você já atingiu a maturidade para ser publicado. Já pensou em tentar enviar seu trabalho para alguma editora ou lançar uma edição própria independente? Talvez seja um momento de reunir material e tentar publicar. Continue assim cara.

Geu curtiu isso

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22 horas atrás, IACOOBVS KAIZEN disse:

Andas bem inspirado e já dá para ver que se formou um estilo próprio seu. Parabéns, sendo bem sincero você já atingiu a maturidade para ser publicado. Já pensou em tentar enviar seu trabalho para alguma editora ou lançar uma edição própria independente? Talvez seja um momento de reunir material e tentar publicar. Continue assim cara.

Pensei apenas quando vi sua sugestão no tópico da fanfic. Entretanto não sei, sinceramente, se já estou num grau para lançar meus poemas. Escrevo por que gosto e tenho sérios problemas com procrastinação. :lol: Tenho um estilo próprio, mas tento sempre refina-lo e conhecer cada vez mais o meu processo. Ah, e muito obrigado pelos elogios e pelo apoio no tópic e nas palavras bro. Tmj.

 

Na questão de livros, eu estou tentando, me desafiando a escrever um. Mas na prosa, não no poema. Acho um coisa maravilhosa tentar escrever uma história que não perda a essência da ideia, mesmo sendo grande e tendo que manter o fascínio e a cativação em todo o momento. O escritor, acredito eu, descobre muito mais de si no processo e consegue explorar muito mais os temas que a inspiração lhe dá. E estou "escrevendo" - eu dou pausas que custam mais que o inverno em got :lol: , mas sempre penso sobre - não pelo pensamento de ter um livro - , mas pela experiência e experimentação em si.

 

Não penso no escrever como carreira, mas ao mesmo tempo seria muito bom ver ou lutar para ir mais longe. Um conselho muito bom para quem escreve é não pensar no produto e sim no processo, a ansiedade pode sufocar a inspiração e os extintos que vão ali com você nos momentos de desenvolvimento e de escrita. É o famoso escreva por escrever. Talvez isso me tolha para um visão de publicação, mas com certeza é uma vereda certa no escrever.

 

Vou escrevendo, se algo assim realmente acontecer seria muito bom... 

 

Esse conselho de reunir material é muito bom. Mas também acho que preciso escrever mais e explorar mais temas.

 

Mas enfim, seu reconhecimento é muito bom cara. ;)

 

Aliás, qual poema você mais gostou? e.e

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