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Azrael

[Coliseu Island] As guerras vem e vão...

36 posts neste tópico

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A aventura tem início...

 

O casal 20 chegava na ilha de maneira acanhada, por sinal por influência de Augustus, Orichi estava pronto para alistar-se na base da Marinha, portentosa por sinal, entretanto, ofuscada pelo Coliseu da ilha, enorme e que tomava quase toda a cidade que por sorte era bastante movimentada com todo tipo de lojas, destacando até mesmo algumas com alta tecnologia, com todo o tipo de penduricalhos e bugigangas, podiam ver na porta destas, robôs de batalha, assim como as mais variadas armas.

 

 

- Cric cric. – Os animais em formatos variados, mas que não escondiam o andar desengonçado e autômato destacando nesses departamentos altamente tecnológicos. Além disso, o clima abrasivo da região próxima de um imenso deserto ao leste dava ao lugar o aspecto claustrofóbico e escaldante da cidade. Ademais, a maioria dos habitantes usavam turbantes, sendo as mulheres as mais cobertas, com apenas seus lindos olhos amostra.

 

 

 

Completamente absortos com tal grau de motivação, os recrutas viam que a cidade era viva e pulsante, apesar de em alguns momentos avistarem figuras pitorescas, vestindo não mais que sungas ou carregados de elmos espalhafatosos, armas e armaduras reluzentes. Dentre eles destacavam também alguns que utilizavam armas nunca antes vistas, até mesmo um senhor segurando uma bengala pitoresca e moderna.

 

 

 

 

Conhecendo o coliseu...

 

Enquanto isso, na arquibancada do Coliseu a estranha figura com roupa de coelho verificava as últimas lutas do dia. Por sinal, dois estranhos gladiadores digladiavam-se até a morte na arena de batalha, claramente um deles estava levando a pior, com vários ferimentos no corpo.

 

 

 

- Desista Kalil-san, você nunca ganhará de mim! – O outro homem bufava, o suor escorrendo no corpo molhado, em seguida levantava a mão em sinal de desistência. Aos poucos, o público levantava gritando em uníssono.

 

 

-Almeida-san, Almeida-san! – O povo de maneira entusiasmada gritava e esbraveja ressoando em todos os recantos do lugar. Certamente, Soichiro sentiria uma vibração no corpo, essa invadia por sua pele entrando diretamente no coração, algo incontrolável que ao mesmo tempo tornava tudo mais angustiante.

 

 

 

 

Perdido, depois de um longo interrogatório...

 

 

Em outro ponto da cidade, outro recruta da marinha andava calmamente na rua, observando as barracas de alimentação próximas do Coliseu e que vendiam todo o tipo de animal. Principalmente, fruto do deserto ao Leste, afinal lá era cheio dos mais variados animais.

 

 

 

- Senhor, senhor, não vai querer um sahalia? – Oferecia o réptil no espeto para o garoto que passava de maneira distinta por sua barraca, improvisada ali mesmo no chão de terra da cidade. – Custa apenas 5 berries? – Com olhar aflito, além de parte do rosto queimado pelo sol, o homem dava sugestões ao garoto.

 

 

 

Observando melhor veria no centro da rua totalmente feita de terra, encantadores de cobras, além de animais presos por fortes correntes de ferro, esses por sua vez aparentavam ser bastante ferozes, ao ter até mesmo a presença de focinheiras, assim como estarem sobre julgo de seus domadores.

 

 

 

- Mustafá-san quer vender suas cobras, vai querer uma? – Outro vendedor ofereci cobras à Córdoba, enrolado nas mãos e subindo no corpo veria que o homem tinha grande domínio sobre elas, poderia também ver escorpiões, grilos e outros animais no espeto. Além de outras exóticas carnes, apesar disso continuava a andar ignorando tudo, e por estar próximo do Grande Coliseu veria pequenas multidões saindo do lugar, felizes e fervorosas.  Os mais entusiasmados discutiam fervorosamente, dizendo até mesmo os nomes de alguns gladiadores famosos, dentre eles, um deles chamava a atenção, o nome Almeida.

 

@Koreas @Kadso @Demmon @Macar

 

 

Obs:  Por enquanto estou acertando o tópico, então se quiserem esperar...

Editado por Azrael
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Tinha passado por uma situação meio que inusitada, mas finalmente tinha chegado em Coliseu Island, com meu mais novo companheiro que tinha aceitado meu convite para se alistar como marinheiro: Kimi Orich. - _ Bem, nunca estive nessa base antes, mas tenho um amigo que está aqui, e combinamos de aqui ser nosso ponto de encontro. - Falava com Kimi. O "aqui" se referia a ilha, mas não tinha sido combinado nenhum local específico da ilha para o encontro, nem mesmo horário.

 

Obviamente já tinha ouvido falar do local, mas ainda assim não deixava de ser uma primeira impressão chocante todo o contraste que a ilha proporcionava. A mescla de deserto com robótico, trajes simples e animais mecânicos, tudo era bem esquisito à primeira vista. - _ Bem, é tudo bem incrível, veja essas lojas e esses... tigres?! - As pessoas pareciam confortáveis, mas o clima de alguma forma começava a me deixar um pouco sufocado. Retiro meu sobretudo da marinha e o enrolo no braço, para ver se amenizava as coisas, mas a sensação continuava, então o recoloco, mas por cima da cabeça, como se fizesse a vez dos turbantes que o civis usavam. Pensava no que Kimi achava de tudo. Ele parecia ser um turista no planeta pelo que pude perceber no caminho até aqui, porém era extremamente forte, iria ser de grande ajuda ter ele como companheiro.

 

_ Eu deveria ter combinado com ele um ponto de encontro... - Pensava alto enquanto procurava alguém. - _ Hei, Kimi-kun, fique de olho em algum idiota que parece um coelho, ele pode estar carregando uma arma maior que ele... de qualquer forma, vamos procurando enquanto vamos até a base da marinha.

 

Isso não era lá um grande plano, mas como seu amigo era marinheiro e seu acompanhante veio se alistar, poderia acontecer de conseguirmos as duas coisas de uma única vez. Dessa forma, se dirigia até a base da marinha junto com Orich.

 


OFF: Vou marcar pessoas que forem citadas de forma direta ou indireta no meu post apenas.

 

@Macar e @Demmon

 

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Sentando na pouco confortável arquibancada do coliseu, estava um ponto totalmente rosa. – Como viemos para aqui mesmo?- Conversava com sigo mesmo. – Já esqueceu ? Estávamos esperando o Augustus. As coisas ficaram bem entediantes e acabamos vinho ver o show!- Olhava para a esquerda. – Isso é um show!? É só matança sem sentido.- Vira o pescoço para direita. – Larga de ser chatooo! Sinta a vibração a gloooria!!!- Almeida vencia a batalha, todos gritavam e comemoravam. Bunny levantava os braços gritando entusiasmado também. Repentinamente ele se sentava olhando para a esquerda. – Acabou ne!? Vamos voltar logo que Augustus já deve estar chegando... Apesar que pensando bem.. Onde íamos nos encontrar mesmo!?- Se levanta olhando para direita de cima para baixo. – Vamos nos inscrever!!!! Onde coloca o nome na lista para lutar!?- Esquerda – Não, não... não mesmo!!!- Direita. – Vai ser uma ótima aventura!!! Vamos logo!!- Esquerda. – Não vai mesmo, você sempre me coloca em enrascadas!! Hoje não!- Direita. – Vamos looogo!- Começava a andar em direção da bilheteria do lugar.

 

Ao chegar na (provável) atendente ele fala: - Bom dia! Como faz para nos inscrevermos na arena!?- colocava a gigantesca espada no ombro e esperava a resposta. – Isso vai dar problema de novo....- Olha para o lado -xiiiii! Fica queito!-

 

@Kadso

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" A vida me mostrou o quanto poder ser cruel, não importa quantas vidas essas mãos tenham salvado, nunca haverá recompensa."  Perdido sem seus pensamentos, Strange caminha perto do Coliseu, alguns momentos para e olha para sua mão direita, enquanto a esquerda fica no bolso. Havia vendedores, animais, comida, tudo de forma improvisada. Alguns dias atrás, sua vida virou ao contrário. Um homem que dizia se chamar Karl matou sua família e funcionários, Córdoba havia acabado de fazer uma cirurgia plástica no homem. O rosto do assassino rosto mudou, aparentemente o criminoso queria isso para fugir da recompensa por sua cabeça.

 

Olhando para quem estava ao seu redor, um homem estava ali sentado oferecendo um espeto em troca de comida. Strange apenas joga 5 berries para ele sem pegar nada para comer. " Aquele rosto manchado do sol, parecia uma mácula hipercrômica, poderia ser só um simples melasma, mas aquelas marcas maiores preenchiam pelo menos 3 critérios do ABCDE, eu poderia ressecar e quem sabe tirar essa lesão. Evitar uma metástase cerebral em alguns anos. Agora não é hora para isso, esses dias preciso de paz."

 

Ao continuar o seu trajeto não deixou de notar os vendedores de cobras, apenas levantava a mão dispensando de forma gentil e numa distância segura, mas não conseguia deixar de reparar com mais cuidado aquelas feras, encoleiradas e amordaçadas. Seriam perigosas, ainda se perguntava por que os homens fariam isso, é um risco grande se alguma delas se soltar, ou poderia ser exatamente isso que eles desejariam em algum momento.

 

" Sugeriram eu esquecer tudo, me afastar dos problemas, quem sabe aceitar algum emprego de médico em outra ilha, comentaram que aqui haveriam problemas e alguns acidentes que seriam necessário cirurgiões. Cheguei e me alistei, minha única condição foi que eles deveriam levar cidadãos pobres para meus cuidados. Aparentemente aceitaram. Começo em breve, preciso de um propósito a seguir." O enorme Coliseu ali fazia uma sombra modesta, os vendedores ali, provavelmente ansiosos para o fim das lutas e apostadores virem gastar seus ganhos, protegiam-se o quanto podiam do raios solares. Adaptação é algo que está no DNA dos humanos, mesmo inconscientemente o corpo se adapta aos danos, rotina e traumas.

 

Seguindo mais um pouco, o médico escuta o som de comemorações, nomes de guerreiros que triunfavam trazendo fortunas e outros prejuízos. Um deles parecia ser mais citado com fervor: "Almeida. Quem será? O grande vencedor do dia?" Aproximando-se de parte da multidão, Strange tenta escutar um pouco do que falam, olha para os que parecem mais velhos e amistosos, pois jovens podem ser mais agressivos quando comentam sobre suas vitórias. Inclusive iria andar por perto de quem escolhesse, tentaria dialogar e tirar essa dúvida, enquanto olhava para algumas das coisas ali vendidas afim de se misturar, quem sabe perguntar para os que ali estavam em algum momento oportuno: - É campeão há bastante tempo ou está aqui recentemente?

 

Spoiler

Nome da Técnica: Precisão cirúrgica
Tipo de técnica: Profissão
Descrição: Strange analisa o seu oponente em busca de detalhes no seu corpo. Com isso consegue determina possíveis aptidões físicas quando comparadas a suas, ferimentos, fraquezas e pontos fortes. Quanto mais detalhado a análise, mais tempo demora, por vezes dificultando utilizar isso durante o combate, mas ajudando numa análise a distância para sua preparação. A sua efetividade esta diretamente relacionada com sua capacidade médica.

 

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Por não ter nada mais interessante para fazer acabo aceitando o convite de Augustus. Pra falar a verdade, creio que será uma ótima forma de despistar os meus antigos "donos". Ninguém acreditará que um fugitivo acabou se tornando marinheiro, bem, assim espero. E como ousadia pouca é bobagem acabo por retornar a ilha onde fica o coliseu, sim, sou louco mas fazer o que né... - Augustus, bem, nunca estive em nenhuma base da Marinha então não sei bem o que esperar... Ah, seu amigo costuma a assistir lutas no coliseu? - Só agora me veio a mente que poderei me encrencar, e se o amigo dele for um espectador assíduo das lutas? Quer saber? Vou me preocupar com isso mais tarde!

 

Deixo-me ser guiado por Augustus e fico encantado com as coisas ao meu redor: - Então um tigre é assim? Achava que eles eram maiores... E que raios são aqueles humanoides de ferro? São manequins? - Falo enquanto observo uma loja, tem muita coisa que vi apenas em livros, mas não me lembro de ver nada a respeito de humanoides de ferro...: - Ah, deve ser para treino né? A marinha deve ter um monte, me alistando eu poderei usar um desses? Quero refinar o uso do Black Power... - Começo a dar socos no ar feito um idiota, apesar que de fato eu seja... não tem como eu esconder minha excitação, então que seja!  Volto minha atenção ao Augustus: - Hã?!? um coelho carregando uma espada? - Minha cabeça começa a girar enquanto monto uma imagem de um coelho guerreiro: - WOW... SEU AMIGO É UM COELHO?!? - Vocifero enquanto coço a cabeça: - Lembro de ter lido sobre uma besta que se aparentava com um coelho que se alimentava de qualquer coisa que se mexia... A fábula dizia que uma certa vez um único coelho exterminou uma tropa de 50 homens, todos trajando armaduras pesadas... Será que seu amigo é da mesma raça? - De fato eu estava empolgado, que se dane a base da Marinha, quero ver esse coelho! Mas espera, e se na base tiver mulheres? Ah, agora não sei mais o que eu quero...: - ... E muita coisa para eu processar... e se invés de irmos para a base a gente ir dar uma olhada no Coliseu? Tipo, coisa rápida... É que eu nunca vi as coisas na perspectiva das arquibancadas... - Eita poha, o que eu estou dizendo?!? - Digo... nunca fui num Coliseu antes! - Só posso estar maluco! - Quer saber, vamos pra base mesmo!

 

Editado por Macar
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Awards

Bisbilhotando...

 

 Após dar de maneira pouco prudente o dinheiro ao vendedor de sahalia, o médico continuava demonstrando interesse na população, entretanto manifestava prudência só verificando a aparência e as enfermidades dos indivíduos. Alguns deles chegavam a fechar a cara e demonstrar impaciência, principalmente após Strange Córdoba passar pelo vendedor de cobra, ali pode perceber que alguém estava-o  seguindo um jovem alto e com uma cobra branca de estimação no ombro, entretanto o recruta  ignorava-o e ia rumo aos vendedores.

 

- Sim, sim, o que queres senhor? – De maneira muito educado, o homem abaixava a cabeça e voltava a levantar, prestando muita atenção no jovem que pela indumentária aparentava ser médico ou advogado, até mesmo por sua postura ao indaga-lo. – A sim, Almeida-san é com certeza nosso maior lutador, dono de um card de mais de 50 vitórias, apenas 2 empates e 1 derrota, conseguiu também o maior número de vitórias em um dia, cerca de 10 vitórias.

 

O senhor entusiasmado levantava as mãos em direção ao céu, e depois as juntava no meio do peito, balançando de um lado ao outro vigorosamente. Ademais, demonstrava grande entusiasmo e até mesmo fé no grande gladiador do Coliseu.

 

 

- Ele é um monstro! – Os torcedores todos levantavam a mão em uníssono, uns até beijavam o chão, de tanta emoção ao ouvir todos gritando. – Senhor, o senhor não vai querer ver os embates, ali fica o guichê e a todo momento há lutas por aqui! – Os habitantes degastados pelo sol aos poucos dispersavam, entretanto, o médico veria a sombra branca o seguido de longe, aparentemente tinha virado a esquina e desaparecido na multidão.

 

 

De volta as rinhas...

 

 

O impressionante coelho levantava da arquibancada carregando aquela imensa arma nas costas, em seguida ia em direção ao guichê responsável pela inscrição de novos lutadores, apesar disso antes de chegar ao local poderia perceber os olhos dos torcedores, além dos inúmeros olheiros, que ao ver criatura tão diferente ficam assustados, além de acompanharem seus movimentos de maneira afoita, principalmente a plateia que já via nele um novo possível campeão, ou alguém para apostar.

 

- Senhor, Senhor.... – O homem encurvado, além da pele desgastada devido ao sol chegava próximo do garoto, entretanto, antes que pudesse fazer qualquer menção Soichiro já estava falando com a moça do guichê, que estava bastante animado por sinal, aparentemente por Almeida-san ter ganhado outra luta.

 

- Bom dia, senhor! – Com o sorriso amplo no rosto a garota atendia aquele novato no mundo das lutas. Ao verificar melhor o garoto podia perceber que a atendente a todo momento olhava várias tabelas, com informações sobre vitórias e derrotas dos vários gladiadores. O card daqueles indivíduos, afinal era seu trabalho, pensativa continuava a conversa: - Aqui nós trabalhamos por grupos, ou desafios, pois todos querem lutar com Almeida-san... – Ela fazia uma mesura com a mão, colocando um dedo na boca: -Entretanto, devido a este problema você vai ter que passar por um sistema de qualificação...

 

A moça, então pegava um formulário em branco e pedia que Soichiro/Bunny  preenchesse-0 e depois continuava a repassar mais informações acerca de todo o processo que levaria as lutas, todavia devido ao Coliseu ser bastante movimentado sempre existia lutas e gladiadores a disposição, então não demoraria muito a entrar na Arena.

 

-Caso aceite, já vou avisando que aqui nossos lutadores são todos muito bem qualificados e equilibrados, logo não verá quase nenhuma diferença entre a primeira e a segunda luta, portanto, não abaixe a guarda em nenhum momento! – A advertência agora era séria e detalhada, demonstrando a dificuldade enfrentada pelos lutadores nas lutas.- Será dado 15 minutos de descanso entre a primeira e a segunda luta, além de meia hora para estar preparado, caso queira uma terceira luta?

 

A senhorita seguia carimbando o formulário dado ao garoto, ficava impressionada que ele era marinheiro, mas ali não havia discriminação, nem com o nível das suas armas, poderia ser usado tudo que seria pedreira.

 

- Quanto as armas, pode utilizar essas que você usa, e caso tenha magiazinha poderá ser usada também... – A moça entortava a boca, em sinal de reprovação, entretanto continuava a empurrar a ficha e a numeração do coelho, seria 293. – Nossos lutadores veem de todos os lugares podendo vir até da Grand Line, por isso a maioria dos competidores são eliminados na primeira luta espero que não seja seu caso... - A moça aumentava alguns fatores sobre a grande atração da cidade. Emburrada a menina continuava a atender as pessoas, enquanto o coelho rosa esperava...

 

 

Sonhos de loucos, e enfim há esperança?

 

O marinheiro havia recrutado aquele tão sofrido escravo para a Marinha, ao menos informalmente, que afinal já saberia mais ou menos como seria o cotidiano daquela instituição, invista que teve toda a viagem até ali para conhecer os meandros da corporação. Ao andar mais alguns minutos pelas ruas da cidade verificavam, enfim que estavam chegando próximo à tão sonhada nova vida, a entrada da base da Marinha, entretanto, alguns curiosos o olhavam com os olhos meio que surpresos. As barracas próximo ao quartel vendiam, principalmente, armas futuristas, majoritariamente adagas.

 

- É ele? O anjo caído? – As pessoas murmuravam umas com as outros, cochichando de maneira discreta, enquanto Orich ficava escondido usando de sua capa. Aos poucos porém chegavam próximo da entrada do quartel, então dois soldados o interceptavam, usando de duas lanças feitas de madeira, além de indumentária clássica da Marinha.

 

- Alto lá, aonde pensam que vão, aqui é a Base da Marinha desta ilha! – Os recrutas autoritários esbravejavam em direção ao casal 20, entretanto, alguns comerciantes no local fechavam a expressão emburrados pelos gritos estarem afugentando os clientes. Afinal, a maioria dos habitantes da ilha não gostavam da presença da instituição em Coliseu Island, devido ao fato que amavam as lutas e todo tipo de negócio relacionado a elas, como "venda de escravos".

 

- Bem, espere, espere Yossef-san, este aqui já parece da M...! – Um dos recrutas conseguia identificar o uniforme de August e recuava com a mão trêmula a lança, o outro continuava firme ao ver Orichi. Entretanto, ao longe o casal 20 poderia ver o Capitão da Base, ensinando os recrutas nos bonecos de madeira mostrando golpes de boxe, além de movimentos de luta. Todavia, com a confusão formada no portão, ele acabava para os movimentos e olhando a dupla intrusa, em seguida aprumava o corpo e vinha no sentido do portão, a expressão de seu rosto, por sinal, não era nada boa, balançando a cabeça negativamente.

 

 

@Macar @Kadso @Demmon @Koreas

 

 

 

Editado por Azrael
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Entre as conversas e as informações, Strange sente uma sensação de estar sendo observado. É incomum, tênue, sereno e sem perigo, pelo menos é isso que o médico acha. Enquanto está no seu contato com os mercadores, a conversa desenrola bem, mas de relance novamente percebe que alguém o está seguindo. Em meio as celebrações dali, o Córdoba ali acha que todos acharam alguém que os representa: " É interessante ver o que a opressão, medo e falta de esperança faz, gostaria de ter um objetivo assim, afinal, todo nós necessitamos de um lugar para pertencer. Acho que aquele que me segue deve buscar dinheiro, estou muito diferente do habitual, não pareço ser um marinheiro, seria presa fácil aqui."

 

- Imagino o quanto Almeida-dono deve ser incrível, quem sabe eu poderia ser o seu médico uma dia - Strange fala de forma amistosa e educada - obrigado pela sugestão, poderia me dar um desses? - então o doutor compra uma unidade do que era vendido ali, sendo algo possível de comer, tenta degustar apenas uma parte, mesmo com certa desconfiança, não sendo, guardaria no bolso para usar já já.

 

Ao entrar na fila, tenta se espreguiçar e observar devagar ao redor como era toda a estrutura da entrada, procuraria se aquela pessoa ainda o observa, afinal é meio estranho estar sendo seguido. Enquanto está chegando para compra dos ingressos, deixa na sua mão aquilo que comprou: " Se for mesmo um animal aquilo que vi ou alguém perigoso, não é prudente surpreender de forma agressiva".

 

É interessante ver o quanto o médico observa cada espaço do local, procuraria um lugar possível de se ocultar, poderia ser uma pilastra, mesmo sendo difícil de se misturar, afinal ele está vestido de forma diferente, é importante se tornar observador e não ser observado. Com o objeto que ele tem em mãos, procuraria um bom ângulo e distância. Se fosse possível ver o seu observador numa distância segura, chamaria sua atenção jogando o que tinha de forma amistosa, jogando numa leve parábola e sem muita força, precisão cirúrgica no movimento: - Comprei pensando em você, tudo bem? É que estou sendo um pouco cuidadoso, há poucos dias tive um probleminha.

Editado por Koreas
formatação
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Ao chegar no guichê, uma moça de atributos avantajados o atendia. Aquilo não representava nada a eles, apesar de estarem na marinha e documentalmente falando terem mais de dezessete anos, eles não passavam de pré-adolescentes. Portanto desejos carnais não eram muito comuns a eles. Em todo caso, a moça começava a explicar como funcionava as lutas no coliseu e entregava um formulário para eles preencherem. – Um sistema de qualificação, huum...- Começava a preencher. -  Interessante, como tem vários lutadores de todo o mundo, querem nos classificar. Provavelmente a primeira luta será para determinar que nível estamos.- Entregava o formulário. – Sim, a partir da segunda já deve estar bem próximo do que somos capazes. Estou ficando ansioso!!– Olhava para o lado oposto a da moça. – E a terceira seria o teste de fogo... Devo admitir que também estou ficando.- Pareciam bem animados pensando em como seria as classificatórias. Por estarem nos blues era a grande maioria das vezes os adversários que enfrentavam eram do nível proporcional a tais ilhas. O que fazia total sentido, porém, aqui tinham a possibilidade de acharem alguém da GL.

 

A moça continuava a falar sobre as lutas, mas Bunny não ligava para os desafios tinha confiança em seus anos de treino. E como já vimos no anime, as pessoas podem subestimar os lutadores pela aparecia e idade. – Temos que tomar cuidado, não podemos ficar muito tempo aqui, lembra que ainda temos que encontrar Augustus. Sem contar que algum superior nosso pode nos ver aqui e dar problema. Aff, toda vez a mesma coisa.- Levava a mão no rosto, enquanto a mulher começava a carimbar as folhas. – Tá booom!- e passava a numeração dele. – 293 né!? Certo, muito obrigado!- Agradecia a moça com muita cordialidade.

 

Olhava para o lado falando com o senhor que parecia ter conversado com ele antes de tudo. – Com licença, o senhor falou comigo!?- Aguardava uma resposta. Ele tinha algum tempo para escutar o que ele havia para falar, afinal de contas tinha que esperar ser chamado para a primeira luta mesmo.

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O trajeto não me parecia longo, toda a ilha era bem movimentada e tinha muitas coisas interessantes para se ver, e com a desculpa de que também estávamos em busca de uma pessoa, podíamos nos deter por mais tempo no percurso, sem contar estar que estar acompanhado melhorava muito, mesmo que as vezes a conversa podia parecer confusa, como Orich não se decidindo onde queria ir primeiro. Ainda assim conseguimos chegar num consenso de para onde iríamos primeiro, porém os comentários que se ouviam por parte dos civis eram irritantes e alguns pareciam até enigmáticos. - "Anjo caído? Será quê..." - Olhava de soslaio para Kimi. - "Bobagem. Se bem que isso poderia explicar muita coisa. De qualquer forma, isso não importa."

 

_ O que achou da ilha até aqui? - Perguntava quando estava próximo à entrada da base. Deixava a pergunta mais em aberto propositalmente. Kimi poderia entender que me referia às pessoas, costumes, comércio, mas se quisesse, poderia estender sobre os comentários ouvidos, sem pressionar ele. Emendaria outra pergunta também após sua resposta, para suavizar o clima, caso precisasse. - _ O que achou das espadas e adagas? Acha que eu ficaria bem com uma? Essas são bem estranhas e já faz tempo que não uso. O que acha que combinaria mais comigo?

 

O término da frase é no exato momento que somos barrados na entrada pela dupla de guardas, já era esperado algo do gênero. Meu uniforme estava na cabeça e nunca estive nessa base, não conhecendo ninguém senão Soichiro/Bunny. Colocava o uniforme de forma devida e retirava minha identificação como Nitouhei da Marinha. - _ Sou Augustus, Nitouhei. Esse comigo é Kimi Orich, o encontrei à caminho e ele deseja ingressar na marinha também. Vim à convite de Soichiro, ou Bunny, ou dos dois, sei lá. Preciso me encontrar com ele para realizar um trabalho em nome da Marinha e pretendo levar Kimi como reforço. - Dizia tudo tranquilamente, não tinha motivos para temer a Marinha sendo um marinheiro, já conhecia a maneira da trabalhar ali e seguiria todo o protocolo que fosse preciso. Nem mesmo o capitão da base vindo ao nosso encontro com uma cara de desaprovação fazia eu recuar, simplesmente repetiria o roteiro já narrado aos guardas à ele e aguardaria para saber como proceder a seguir com tudo, inclusive o alistamento e alguma informação sobre onde Soichiro/Bunny estaria.

 

@Macar

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Que lugar rico (cheio de variedade), e pensar que muitos gladiadores acabam morrendo sem terem aproveitado isso tudo... Ainda bem que "conquistei" minha liberdade! (Conquistei está entre aspas pois não foi bem uma conquista... Ou foi... Não sei!). - Me parece que aqui tem de tudo! É um lugar interessante mas aquele coliseu me incomoda... Sabe... Tenho algo para contar mas esse não é um bom momento! - Decido esperar me alistar para depois falar sobre minha vida, não quero que isso atrapalhe meu ingresso á Marinha: - Não sei muito a respeito de armas, mas achei o design estranho... Acho que não combina com o seu estilo classudo! - Respondo enquanto caminhamos. No caminho pude observar algumas pessoas murmurando sobre um anjo, isso me trouxe lembranças do meu pai adotivo.

 

Enfim chegamos na entrada da base e para minha tristeza somos barrados na entrada. Augustus toma a dianteira e nos apresentam para os dois homens. Pelo visto eles não foram com a minha cara, e é recíproco: - Não é muito respeitoso receber um futuro colega de trabalho dessa forma... - Falo com o homem a minha frente, não sou de abaixar a cabeça facilmente.

 

Enquanto eu o encarava outro homem veio nos receber, pela sua expressão presumo que seja alguém importante e que eu não lhe causei uma boa primeira impressão... Decido ficar calado, por enquanto.

 

 

 

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Awards

Postado (editado)

As qualificatórias começam...

 

O garoto estranho terminava de conversar com a atendente, em seguida ia rumo ao senhor que de maneira acanhada andava com as mãos atrás das costas, serenamente verificando os lutadores.

 

- Não, não era nada, ia te pedir, para, para, bem... – O homem envergonhado e encabulado, em primeiro lugar não queria arranjar confusão com os lutadores, por serem em sua maioria bem mais forte que ele, alguns chegavam até a ser traiçoeiros, por isso sempre tomava cuidado. – Queria só te informar aonde é o guichê, e como parece ser forte, bem... – O resto das palavras não precisariam ser ditas, ele queria apostar no menino devido ao impacto que causava aquela grande espada em suas costas, ao final do discurso levava as mãos a cabeça, depois prosseguia apontando em direção do letreiro eletrônico. – A sua numeração será indicada naquele painel eletrônico! – De longe poderia ser visto, o pequeno caracol iluminando a parede de maneira improvisada.

 

Em sequência, o menino sentava-se e após várias horas era chamado pelo placar eletrônico, ao adentrar a imensa arena de terra verificou a presença do inimigo do outro lado, com os braços levantados e chamando a galera.

 

- Priisco, Priscoooooooooo, Priscooooooo... – O gladiador incentivava a galera presente no estádio a gritar seu nome, vociferando com a voz grossa e batendo no peito, com grande orgulho de sua força. Ademais, Soichiro poderia ver que em sua mão carregava uma grande maça, além de na outra mão segurava correntes aonde verificava-se a presença de duas hienas amarradas.

 

O grande homem agachava desamarrando os animais, agora eles estavam soltos e iam em direção ao coelho rosa, circulando em volta dele, enquanto o gladiador sacudia a arma em cima da cabeça violentamente. O coelho poderia também ver a presença de um ferimento profundo no peito dele que ia até a cintura, certamente não seria a sua primeira vez no campo de batalha.

 

O inimigo evapora...

 

 

Do mesmo jeito que surgiu a sombra branca tinha desaparecido, entretanto, antes de sumir completamente, Strange Córdoba poderia perceber que o garoto havia adentrado no Coliseu, comprando um dos ingressos. Entretanto, dali em diante as coisas ficavam ainda mais nebulosas, afinal o médico disfarçava comprando um dos espetos e de maneira relutante devorando uma das guloseimas.

 

- Médico? Médico? – Os torcedores ficavam ainda mais empolgados chegavam até a carregar o garoto, levando ele rumo a entrada do Coliseu, com grande fervor os outros torcedores abriam passagem entusiasmados. – Médico, médico aqui! – Aparentemente, alguns tinham grandes zelos por seus campeões, ficando entusiasmados ao ver que aquele homem era daquela especialidade.

 

Ao chegar em uma sala mais retirada poderia ver a presença de dois guardas imensos, os dois cruzam suas armas, dois imensos machados, depois diziam em alto e bom som:

 

-Alto lá, o que estão trazendo para cá?- Os dois com os cenhos cerrados e voz grossa e altivas, além expressões sérias gritavam com os torcedores. – Aqui só podem entrar funcionários do coliseu!

 

Os torcedores continuavam a fazer festa, enquanto Strange Córdoba carregado praticamente não demonstrava reação, afinal sendo segurado por tantas mãos. Em alto e bom som respondiam em uníssono:

 

- Encontramos outro médico, veja, esse rapaz aqui pode nós ajudar? – Em resposta as falas dos homens, os dois guardas entreolhavam-se espantados, em seguida meio em dúvida ficavam estatísticos, até um senhor vestindo longo manto branco e de aparência encurvada, aparecer por de trás das grades do portão.

 

 

-Esperem, esperem, deixe-me vê-lo? – Restava agora ao garoto decidir o que queria fazer frente a euforia que transcorria no lugar. 

 

 

Novo recruta?

 

A dupla fica resistente, entretanto, ao ver postura dos outros marinheiros, mudam a entonação da voz, principalmente, a garota ao escutar o nome de Soichiro/ Bunny, além das argumentações do garoto com tapa-olho.

 

 

- Ora, seu, seu... – A recruta balançava a lança freneticamente no sentido do futuro Zatsuyou, entretanto era interrompida pelo Capitão da base que chegava sorrateiramente, colocando a mão no ombro da marinheira.

 

- Calma, calma Elisabeth-chan, eles são novos recrutas, venham, venham! – O homem chamava os dois marinheiros para dentro da base. O grupo, então seguia em direção ao prédio principal, acanhado o Capitão apresentava as instalações.

 

- Bem, no caso, seu amigo irá alistar? – Acanhado e andando com as pernas bastante arqueadas e as mãos cruzadas em frente ao corpo, o Capitão da base dizia em direção a August. A capa esvoaçante atrás, com a expressão séria, com a espada do lado. – Kimi Orich? Certo? Bom, esta é uma das várias bases que a Marinha tem no Blue, uma das mais fortes. – O Capitão seguia andando no campo de treinamento e adentrava a estrutura, entretanto, enquanto prosseguia fazia sinal aos homens que começavam a correr de maneira frenética ao interior da construção. Em seguida, um dos marinheiros trazia o uniforme padrão, obviamente seria direcionado ao Anjo Caído da dupla.

 

- Meu nome é Vicent-san, como são novos na Marinha, temo que terão que dar-me mais esclarecemos porque estão nesta ilha? – O comandante dizia com a voz empostada e fina que tinha, ao final os dois poderiam ver que tudo ali era muito bem organizado. Além do momento em que chegaram no escritório dele, poderiam ver que o ambiente demonstrava certo tom clássico e tradicional. – Além disso, quais são as intenções de você, Kimi Orich, como marinheiro? - Interrogava de forma descontraída, enquanto levava os pés,em cima da mesa. Ao verificar a janela, do lado de fora, a dupla poderia ver uma estranha gaivota, carregando algo no bico, aproximando velozmente do lugar.

 

@Macar @Kadso @Demmon @Koreas

 

 

 

 

 

Editado por Azrael
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Soichiro parava para escutar o envergonhado senhor, ele dava algumas informações extras sobre o funcionamento do lugar, que, se mostravam bem uteis. – huuuuum, muito obrigado pela ajuda. O senhor é bem gentil!- Ele tirava do bolso da roupinha fofa de coelho dele 100 Berrries e entregava ao velhinho tímido. – Aposte em mim!- Feito isso se dirigia ao assento, para então, esperar sua vez de entrar na arena.

 

- Tá, mas quem vai começar a lutar?! – Olhava para a esquerda. – Vamos resolver como sempre... jokenpo!- Era um péssimo método para os dois resolverem isso, era igual tentar ganhar jokenpo da sua sombra. Eles ficam HORAS, tentando ganhar um do outro. Mas sempre dava empate. Isso até o numero deles aparece no telão. – Tsc, já é nossa vez?! Não terminamos ainda.- Olha para a direita. – AAAAH, eu começo! Na segunda luta eu prometo nem dar palpites.- Olha para o lado oposto. – Serio?! Nem um?? IARIARIRIAIRAIRIAIRIAIRI! É um ótimo negocio esse!!-


O pequeno coelho adentra a arena, com sua imponente espada nos ombros. O seu adversário parecia ser o dobro dele, tanto de altura como de largura. – Gente... o homi é grande!- Levantava o braço dando tchauzinho para multidão, aproveita para já ativar seu Kenbunshoku.– Ele é grande, mas não é dois! Nós somos pequenos, mas não somos metade! Vamos quebra ele na porrada!!- O seu oponente libera duas hienas, que começam a rodear eles. – Não sei o motivo desses eventos colocarem animais para digladiar. Odeio isso!!- Dito isso ele faz com que sua sobra estique como vários fios negros, tais fios se enroscam em todos os oponentes limitando seus movimentos. -黒い針 Kuroi Hari!- Feito isso, parte para cima do Gladiador concentrado em seu Haki evitando surpresas. Assim que chega a distancia adequada desferi um corte de baixo para cima nele. Depois, dava um salto para trás recuando, matia seu Kuroi Hari ativo prendendo todos.

 

Spoiler

Haki da Observação (Kenbunshoku)
Rank-B (100)
Descrição: 

  • Fora de batalha, o usuário consegue sentir a presença de pessoas nos arredores (raio de cem metros), mesmo que não esteja concentrado nisso. 
  • Fora de batalha, consegue sentir as intenções hostis nos arredores (raio de cem metros), mesmo que não esteja concentrado nisso. 
  • Em batalha, pode prever os ataques de inimigos em seu raio de visão. Consegue manter a concentração mesmo realizando outras ações, contanto que não sejam muito elaboradas.

黒い針 Kuroi Hari (Trico do Coelho)

Tipo de técnica:  Akuma no Mi
Descrição: Materializa sombras como frios pontiagudos, que se alastram por qualquer superfície até onde o usuário desejar. Essas agulhas afiadas são controladas de forma independente, podendo atacar um ou vários alvos simultaneamente. Os fios de sombra atravessam o corpo do oponente como agulhas, de vários ângulos diferentes e se mantendo lá como estacas, limitando a movimentação. O usuário pode altera o formato da sombra para que ao invés de perfurar como agulhas, só se entrelace no corpo do oponente o prendendo também, mas sem causar danos físicos. Força, resistência e dano depende do nível de manipulação do usuário com a fruta.

 

Arma:

Nome: Berserker

Rank: S

Aparência: É uma imponente espada tecnológica (sci-fi), que se assemelha a um cutelo. Feita de uma material leve e muito resistente, seu tamanho total é de 180cm. Não tendo uma guarda como é comum em espadas tradicionais, sua lamina desce até alem desse ponto, cobrindo boa parte do cabo da mesma. A parte não cortante da espada é cheia de desenhos de caveiras acinzentadas, que ficam avermelhadas quando ela esquenta. No inicio do cabo tem um acelerador parecido com os de moto, ao fim dele existe um botão amarelo.

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Mecanismos:

  • Overheating: Dentro da Berserker existe um núcleo tecnológico que é capaz de produzir chamas pela fricção (Algo parecido com que a Flame Dial faz). Dessa forma foi adicionado um sistema de aceleramento similar a de uma moto no cabo. Estando com a espada fechada, as chamas saem por pequenas bifurcações laterias, esquentando a parte que corta da lamina
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GreenBewitchedIvorybilledwoodpecker-size

  • Devil's Throat: Apertando o botão amarelo no final do cabo ativa esse mecanismo. Que é bem simples, a parte que corta e a parte que não corta da lamina abrem e fecha, como se fosse uma boca. Partir disso, se Devil's Throat estiver aberto e o usuário acelerar o Overheating as chamas não serão contidas na lamina, assim, indo para frente como se fossem um lança chamas.
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Pela mudança de entonação na voz da moça, Soichiro/Bunny era definitivamente um "rosto" conhecido nessa base, ou quem sabe ela estava apaixonada, ou quem sabe justamente o contrário. De qualquer forma, não nos detemos muito para descobrir já que o capitão da base chegava, acalmava todos e nos convidava a entrar.

 

As instalações são rapidamente e superficialmente apresentadas. - "Esperava mais de alguém que estufa o peito para dizer que essa está entre as bases mais fortes dos Blues. Ele me parece acanhado, esse pode ser apenas uma forma de se promover." - Pensava nas coisas que essa base poderia ter escondidas com base nas coisas que já foram vistas na ilha, e talvez essa realmente fosse uma das bases mais fortes, deveria ser para segurar tantos aparatos tecnológicos e outras bugigangas. Em seguida um outro marinheiro entrega um uniforme a Kimi. Abro um sorriso. - _ Então é pra valer mesmo. Acho que vai ficar bem em você.

 

Somos levados ao escritório do capitão e finalmente o passamos a conhecer por seu nome. - _ É um prazer estar aqui, Capitão Vicent. Agradeço por nos receber. Como disse antes, me chamo Augustus, Nitohei da Marinha. É a primeira vez que venho para essa base. Fui designado para uma missão especial com Soichiro/Bunny. Somos amigos há tempos e ele precisava de alguém de confiança para realizar isso com ele. Como você é o capitão deve saber do que se trata mais do que eu, afinal, eu saberia apenas quando fosse sair com Soichiro/Bunny. Esse é Kimi Orich, o encontrei vindo para cá e ele me ajudou com um caso particular, além de ser extremamente forte. O convidei para se alistar, acredito que será um grande acréscimo e de valiosa ajuda nessa nossa tarefa. - "Até porque eu preciso de alguém de confiança também. Nada pessoal, Soichiro, ou Bunny, escolhe um nome só, praga..." - Soichiro/Bunny era de confiança, só não regulava bem da cabeça.Esperava que o capitão entendesse que queria Kimi nessa nossa missão e que ele aceitasse sem nenhum problema.

 

De resto, esperaria pela vez de Kimi dizer seus motivos para aceitar se alistar para ver o que Vicent diria/faria.

 

@Macar

 


Azrael, já pense num plot aí pra essa missão kkkkk pra próxima ilha

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Postado (editado)

 

O médico apesar de ter bolado toda uma situação, perdeu de vista a sombra ao ser levado nos braços por todos os ali presentes: " Acho que minha língua é grande demais, fui inventar de falar que era médico e agora tão me colocando como algum tipo de salvador de gladiador". Não que isso fosse uma coisa ruim ou indesejada por Strange, mas era interessante ver como eles agiam ao escutar a sua profissão. Ser carregado de um canto a outro não era tão ruim, era até cômico e um pouco de aventura seria importante, mas a medida que passou o tempo Strange percebeu que poderia estar se enrolando um pouco.

 

" Será que estar aqui me complicaria na marinha? E se eles souberem que sou da marinha isso pode me complicar aqui? Melhor não contrariar eles, mas tentar sair o mais breve possível. Depois explico a eles o que posso ou não posso fazer. É uma boa ideia." 

 

Eis que eles chegam a uma sala que possui dois guardas imensos, verdadeiros armários. Strange não é rápido, não é forte e muito menos resistente, sua única capacidade é fazer cirurgias: " Tô sentindo que estou entrando numa fria."

 

O gongo soa e um senhor aparece, possui uma roupa branca e estar totalmente encurvado: " Osteoporose, achatamento devido a hérnia de disco, hipercifose, parkinson? Não, melhor me concentrar aqui, não adianta ficar pensando nas coisas que ele pode possuir!"

 

- Bom dia! Sou Strange Córdoba, fui trazido aqui por esses senhores por que comentei que era médico e falei sem muita pretensão que um dia poderia consultar Almeida-dono - fala o homem para os ali presentes, fazendo uma reverência de respeito - Não se incomode, é apenas um comentário de um cirurgião jovem! Acabei de chegar aqui, me mudei há poucos dias!

Editado por Koreas
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Richi-chi... - Tento conter meu sorriso mas não tive exito, sempre me divirto com minhas provocações: - Eli-lady, espero poder nos encontrar futuramente... quem sabe sermos mais que colegas! Richi-chi... - Digo com uma piscadela enquanto sigo Augustus e o Capitão. Me impressiono com a base, mas para falar a verdade qualquer coisa me impressionaria (se levarmos em consideração o tempo que fiquei preso no Coliseu...). O sujeito (Capitão) se mostra bastante receptivo, fui com a cara dele. A área de treinos também me chamou atenção, pretendo voltar aqui para refinar meus movimentos. Fiquei o caminho todo sem falar nenhuma palavra, sabe, não queria soar como uma criança animada.

 

Enfim chegamos em seu escritório. Assim que adentramos fico impressionado (de novo) com o ambiente, decido permanecer calado enquanto Augustus fala. Enquanto isso pude notar um mapa mundial na parede e acabo me distraindo, o papo estava chato... homem forte, missão, blablablá... Será que é um erro estar aqui? Nesse momento olho para o uniforme e tento me imaginar como um marinheiro: - "Que roupa brega, queria um sobretudo fodão... Bem, que seja, mas vou usar essa camisa desabotoada!".   

 

Recobro minha atenção no momento que o Capitão me pergunta minhas intenções, de fato não seria interessante falar pra ele que queria usar a Instituição para me proteger, mas não gosto de mentiras, irei dizer apenas o que ele precisa saber: - A Marinha é inimiga dos piratas, eu também... Creio que se juntarmos poderei ser mais útil do que tentar fazer algo sozinho. Sem contar que ando um pouco ocioso, sabe, sem um propósito. Creio que dentro da Marinha poderei desenvolver algum objetivo! - Falo com tom firme enquanto o observo. Minha intenção não era impressionar ninguém com um discurso extenso, espero que ele não me faça mais perguntas...  

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Awards

Postado (editado)

De médico e louco todo mundo tem um pouco....

 

O médico do outro lado da grade observa com apreço o garoto sendo carregado pela multidão, parecia já ler no olhar dele todas as deduções que tomara a seu respeito. Apesar disso, mantinha a expressão séria, enquanto abanava a mão em sinal de desdém, depois argumentava de maneira firme e com a voz altiva e grossa.

 

- Não adianta garoto, eles vão ficar insistindo com você, e pode até ser p... – O homem parava no meio da frase, entretanto, dava sinal aos homens da guarda abrirem as grades. Em sequência, um dos brutamontes com imensa força, girava a grande alavanca e aos poucos as grades eram içadas. – Vejo que tem futuro, portanto, quero que me ajude com alguns gladiadores, antes de poder partir. – O senhor dava uma piscadela em direção à Strange, enquanto a multidão descia e empurrava o menino para dentro da grade.

 

- Boa sorte, garoto, lembre-se do meu preferido Tetraietes! – Parte da multidão gritava, enquanto a outra também respondia em uníssono, demonstrando enorme afeto também ao outro nome: - Commodus, ajude meu Campeão favorito!

 

Sem mais delongas, o menino adentrava o Coliseu, por sinal a construção tremia, com os gritos e as pessoas levantando, após atravessarem várias salas chegam no pavilhão dos feridos aonde havia vários gladiadores deitados em macas e sentados, alguns com pernas fraturadas e outros com muitos cortes.

 

- Veja, garoto, chamo isto de açougue a céu aberto... – O homem apontava para os feridos, em situações deploráveis, depois balançava a cabeça, levantando parte de sua túnica, depois começava a dar instrução. – Bom, precisamos de mais ajuda, portanto, te direi quais casos ou ferido deve tratar, concentre naqueles com luxações nas pernas, depois venha ao meu encontro no escritório, logo atrás, ali é nossa UTI improvisada, onde estão os casos mais graves.

 

Após isso, o homem apontava para duas jovens, que traziam instrumentos cirúrgicos ao garoto, em seguida direcionavam o médico há um grande gladiador, enorme, por sinal, que estava com o osso do joelho um pouco exposto. Além de gritar, de maneira histérica, entretanto, mantinha certa compostura, ao lado outro ferido, com um grande corte no braço, este também era bem musculoso.

 

- Senhor, senhor, aqui temos uma bacia com água limpa, além de ataduras, agulhas e todo tipo de fios, até fios metálicos de última geração. – A garota que também usava toga branca, com a expressão séria e tranquila repassava os instrumentos, enquanto a outra mostrava quem o médico deveria tratar. Uma delas era loira e a outra morena, com enfeites entalhados na cabeça e aparentando flutuar no chão, de tão delicadas que eram, contrastando com os brutamontes aos quais tratavam.

 

 

A roda do destino começava a girar...

 

O homem recostado na mesa chegava até a retirar um charuto da gaveta da cômoda, entretanto, antes de colocar o charuto na boca, o pássaro esquisito acertava a janela quebrando-a, caindo violentamente no chão. O Capitão dominado pelo susto, acabava quase também sendo levando ao chão, mas logo retornava com a postura altiva e despreocupada.

 

- Bem, bem garoto, vejo que é muito forte! – O comandante observava o garoto e a ave no chão que também voltava a postura altiva, levantando e fazendo um gesto de prontidão. Em sequência, esperava a resolução de Vicent, entretanto, mantinha a compostura. – Analiso também que deve ser bom de luta, apesar de por sua postura demandar certamente disciplina. – O homem agachava, enquanto retirava do pássaro, o envelope presente do guarda envelope cilíndrico pendurado no pescoço do animal, que não era tão franzino, robusto e com certa deposição de gordura no abdômen.

 

- Bom, trabalho, aqui está sua recompensa! – Dava tapas na cabeça da gaivota, colocando moedas no embornal dela, em seguida ela desengonçadamente caminhava em direção a janela e levantava voo, com grande dificuldade, entretanto, mantendo o empenho.

 

- Soichiro/Bunny, este realmente me dá trabalho, deve estar no Coliseu... – O Capitão Vicent balançava a cabeça ao ver o outro marinheiro indagar sobre o seu recruta que dava mais trabalho. Apesar disso, era forte, imprudente e por vezes havia pensado até em demiti-lo. Entretanto, a razão ou o coração tinham o impedido. – Bem, como amigos você deve saber como ele é?

 

O Capitão balançava a cabeça e sentava na cadeira abrindo o envelope, entretanto, mantinha os olhos nos dois, por sinal, seria difícil dizer se estava lendo ou olhando em direção aos dois. Entretanto, deveriam continuar a conversa, apesar da expressão de Vicent mudar duramente, e certa quantidade de rugas aparecem em sua testa.

 

-Bom, garotos, temo que vamos aceita-los nesta base, mas que isso, seu colega já pode até vestir o uniforme... – O Capitão, entretanto, mantinha a calma, apesar de em algumas partes da fala estar afoito e apreensivo, alguma coisa tinha incomodado, em seguida a fala do homem deveria até causar certo alvoroço na sala: - Temo que teremos que ir rumo a famigerada...

 

A pausa sinistra, encobria o verdadeiro teor do envelope, que de certo seria uma bomba.

 

- A Marinha no momento garoto, precisa do máximo de recrutas possível e é muito bom para seu colega... – Apontava em direção à Orich, entretanto, continuava falando de maneira disparada. – Creio que precisaremos convocar o máximo de homens possíveis e rumar para Grand Line, portanto, quero que partam a fim de encontrar seu amigo, Soichiro e bem, temos outro potencial recruta, que deveremos levar Strange...

 

O homem aparentava estar suando muito no momento, com medo de certas decisões que teria que tomar, entretanto, alguns caminhos na vida eram difíceis de executar e esse seria um deles.

 

- Ele vai precisar de treinamento, mas como médico será de fundamental importância na missão. Afinal, além de importante será enfadonha, pois teremos que passar em todas as ilhas dos Blues, com o intuito de trazer novos recrutas para a Marinha. – O Capitão Vincent argumentava de maneira enérgica, entretanto, de maneira cautelosa dizia: -  Caso queiram perguntar mais alguma coisa?

 

 

 

A luta começa e termina...

 

Enquanto isso, nosso coelho conseguia prender uma das hienas com as sombras saídas do corpo a envolvendo a outra que era parcialmente limitada, conseguindo atrasar seu ataque, entretanto, a hiena saltava e por pouco não o acertava. Sem mais delongas, o menino avançava rumo ao inimigo principal, entretanto, devido à técnica do adversário o brutamonte ficava preso, conseguindo desviar por pouco de um ataque fatal. O corte por sinal atingia o outro lado do peito formando um V gigante com a outra ferida, o homem gritava de dor, mas teimosamente continuava a lutar lançando a maça rumo ao tronco do coelho que estava de costas. O motivo do gladiador ficar nas costas do Soichiro, foi devido ao fato de sua espada ser muito grande, com isso ele dava alguns passos para frente pela inércia da arma. Abrindo espaço para o adversário usar da inércia provocada pela espada e do golpe para com muita dificuldade conseguir reposicionar e ficar nas sua retaguarda.

 

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaarghhhhhhhhhhhhhhhhhhhh- Os gritos do gladiador abafados pelos da torcida que freneticamente gritavam o apelido que davam ao recém-chegado lutador. O brutamontes, todavia, tinha escapado por pouco do golpe final, utilizando da maça afim de desviar a espada de Soichiro, golpeando-a várias vezes com o portentoso instrumento de batalha de Priisco. – Roger, Roger...

 

Na arquibancada veria o senhor que tinha apostado nele, vestindo roupa de coelho, balançando os braços e pulando, o estádio chegava até a tremer om tanta gente. Afinal, a luta parecia quase ganha, com as duas hienas lutando para desvencilhar, entretanto, agora o garoto teria que desferir o último golpe, ou dar a oportunidade para que o inimigo se render. Apesar de ter conseguido desviar da arma vindo na direção de suas costas com sucesso, mantendo distância dos oponentes e os prendendo com as sombras.

 

@Macar @Demmon @Kadso @Koreas

 

Obs: Bem, não sou muito bom em lutas, então malz, Demmon. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Editado por Azrael
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Todos os eventos se desenrolam, grades abrindo, piscadelas, muito barulho e nomes de gladiadores. Cordialmente Strange segue o homem, inclusive pensa em perguntar seu nome, mas acaba por ficar meio envergonhado. Então virasse levemente para trás e acena para os homens ali com certa vergonha, como quem diz que fará tudo que pode.

 

Seguindo por todo o trecho, escuta atentamente as ações, mas busca olhar pela construção do coliseu, quem sabe ver por alguma brecha da construção o que ocorre ali na arena. Não era perito em engenharia, mas sabia que aquele tremor com certeza não era sinal ruim, afinal, algo daquele porte era feito para aguentar todo o peso e fervor de batalha. Várias salas após, chegam ao pavilhão dos feridos: Pernas quebradas, corte profundos, escoriações, um homem morto? Não tenho certeza. Bem, tem uma boa quantidade de trabalho a ser feito. Imagino que eles não devem ter tantos médicos aqui, isso aqui não é o foco deles, creio que é uma luta dos mais fortes e experientes contra os mais fracos. Os grande campões se enfrentam? Creio que seja difícil, perderiam os astros muito cedo.

 

O homem para, dá instruções e diz que seguirá a UTI. Em seguida algumas mulheres aparecem com materiais de última geração, como era boa essa sensação de estar em casa. Tantas coisas para usar, tantas coisas para mexer, seria ótimo estar ali e usar tudo isso de novo. Uma extensão do corpo, não seriam fios, agulhas e ataduras, mas o próprio corpo de Córdoba que iria até aqueles homens em busca de tornar tudo bem eficiente e limpo.

 

- Olá! Eu sou Dr. Strange Córdoba, podem me chamar de Strange - fala de forma cordial enquanto analisa os material que foi dado - qual o nome de vocês? E do doutor chefe daqui? - fala se direcionando ao homem que acabava de sair.

 

Então os trabalhos começariam, dois brutamontes e mangas do médico arregaçadas: - Uma máscara por favor e duas luvas nº 7 - as mãos do médico eram suaves e magras - sem querer incomodar, mas creio que pode ser pouca água, poderia pegar mais?

 

Entre os preceitos da cirurgia está a limpeza profunda dos tecidos. Como também o planejamento: Bom, ortopedia não é minha especialidade, mas a gente se vira como pode. Um joelho luxado e outro com corte profundo no braço. Visão para realização do procedimento é essencial, então vou pedir para limparem o joelho do gladiador com bastante água limpa e depois cuido dela, vou precisar da ajuda do outro grandão.

 

- Sou Dr. Strange e irei cuidar de ambos - então se vira para uma das mulheres - lave o joelho dele com água abundante, pode usar seringa para injetar líquido, só pare quando a água estiver saindo límpida, então me chame!

 

Em seguida se virou aos cuidados do homem com o corte no braço, limpou com bastante água e cuidado, olhou o ferimento, evitou debridar, afinal manter o tecido seria essencial para preservar musculatura e proteção, também deve considerar que não é um paciente queimado. A limpeza com gases seria ótima quando já tivesse tirado praticamente todo o sangue, depois iria explorar a ferida a procura de estilhaços de algo, avaliação da profundidade e preparação para síntese.

 

- Possuem algum tipo de anestésico? Se não, alguma bebida alcoólica resolveria - pergunta as mulheres e depois olha para o grandão - bote um pano na boca durante o procedimento, não vamos trincar esses dentes né! Aliás, qual o seu nome? - é sempre importante o médico saber o nome daquele que está sendo tratado.

 

O uso de anestésico facilitaria tudo, basta aplicar um pouco na ponta superior do ferimento e depois descer a cada 1 cm aplicando, caso não tivesse, o homem ali precisaria suportar a dor. Então busca fios 1, de preferência hexagonal e explora a aponeurose dele, dando pontos simples de forma a preservar a força do tendão e músculo. Em seguida olha o aspecto geral do ferimento, em busca de uma melhor visão: - O que acha de uma cicatriz? Prefere mais grosseira ou algo mais disfarçado? - a espera da resposta puxa um fio 3-0 para os músculos - vou aproximar internamente o ferimento, devido a essa profundidade, essa região aqui eu prefiro dar um ponto em X sem muito aperto, isso vai deixar os músculos mais próximos e você recuperará a força praticamente total em breve não se preocupe que esses aqui absorvem.

 

Após ouvir a resposta do gladiador, prepara um fio 4-0 para finalizar: Uma cicatriz grosseira seria boa suturar o subcutâneo com um chuleio, uma mais disfarçada eu faria um intradérmico contínuo, ambos com fio não absorvível, pois evita inflamação e torna a sutura mais forte em longo braço. 

 

- Prontinho, agora vou precisar de seu braço bom para uma coisa! - levantasse enquanto troca as luvas para cuidar do outro gladiador.

 

Agora passou a parte fácil para Strange, cirurgia geral era o seu momento favorito do dia, ortopedia era algo que não praticava sempre: - Quando eu pedir eu quero que você segure a perna dele e faça uma força puxando, mantenha a força constante mesmo ele reclamando, então eu vou empurrar com força para o joelho voltar para o lugar, ok? - o médico conhecia suas limitações de força física, mas tinha confiança na sua precisão.

 

- Olá, agora é a sua vez, qual o seu nome? - diz o médico colocando as luvas, então começa a explorar o joelho dele com o dedo, buscando limpar alguma coisa ou avaliar danos, Strange sabia que anestesiar nesse caso não adiantaria, o jeito mesmo era executar a ação - bom, preciso colocar isso no lugar, você não conseguirá andar até eu fazer isso. Seu colega aqui vai segurar sua perna e puxar, então no 3 eu vou colocar no lugar com uma apreensão, certo? Bote um pano na boca e e cuidado para não morder a língua, eu sei o quanto isso dói!

 

A tranquilidade é essencial há um médico, isso faz o paciente aderir ao tratamento e facilita a execução dos procedimentos. Ter alguém forte como o primeiro segurando a perna do segundo e fazendo força puxando iria começar a estirar músculos, pele, tendões e deixar os ossos quase que afastados. O movimento de Córdoba seria uma apreensão para baixo, deixar os ossos juntos num encaixe brusco: É por isso que não sou fã de ortopedia, exige força demais.

 

- Então, vamos lá, puxe a perna dele e deixe tensionada - acena para o outro gladiador puxar a perna - No 3 eu vou encaixar, pronto? Vamos lá... 1 - então o médico encaixa com um movimento forte e apoiado - Isso, assim é bem melhor. Prefiro executar o movimento quando você não espera por que evita você resistir, imagino que tá doendo - consola o gladiador de leve.

 

Após feita a redução agradece a todos, então deita o gladiador do joelho machucado de lado.

 

- Agora realmente preciso de anestésicos injetáveis, se não possuir algo, peçam na UTI por favor! 

 

Quando conseguisse iria executar uma raquianestesia na altura da L2 para baixo, seria o suficiente. Busca os fios de Kirschner e começa a fixar o osso do homem. 

 

- Com isso aqui e uma boa recuperação você poderá voltar a lutar um dia, se não tivesse feito isso, não haveria chance, só colocar no lugar não cura - diz enquanto executa o procedimento - ufa, bastante coisa. Vocês possuem alguém que possa imobilizar aqui? Se não tiver eu faço, só não é minha especialidade! - diz em direção as mulheres.

 

Executar uma imobilização por um tempo seria o suficiente para diminuir o inchaço e deixar os ossos regenerarem. Com poucas semanas poderia tirar e voltar as atividades: - Não deixe de por força nessa perna, é o peso que faz os ossos regenerarem mais rápido, agradeça que não esfarelou, se não seria mais difícil de por peso e recuperar a função.

 

Por fim, terminado todo o trabalho tira toda a proteção e procura uma toalha para secar o suor.

 

Spoiler

Desculpa o posto longo e meio narrado, posso ter passado dos limites, mas quis deixar o mais fidedigno possível a realidade, exceto o final porque é impossível fazer fixação com fio de kirschner fora de centro cirúgico, mas estamos falando de RPG de One piece :lol:

 

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Mantinha minha postura como um bom subordinado deveria fazer perante seu capitão. Estive apreensivo por um breve período com a queda da gaivota, mas depois se tornou em alívio ao perceber do que se tratava e até mesmo tive que abafar um riso. Embora o "que se tratava" em questão era da queda da ave desajeita e não do teor da mensagem que ela trazia, afinal, ainda era desconhecida. Desconhecida, mas era possível imaginar que a notícia não era boa pela reação do capitão.

 

Assim que a ave é dispensada para continuar seu trabalho, Soichiro/Bunny se torna o assunto da vez. Seu paradeiro não era certo, mas ao menos tinham uma pista sobre onde começar a procurar por ele: o coliseu. Como era minha primeira vez ali, certamente que não conhecia o local, mas não deveria ser difícil de encontrá-lo, nem que fosse perguntando para os civis. A ilha tinha um Coliseu no nome, deveria ser uma espécie de ponto turístico dali de fácil acesso. - _ Sim, infelizmente. - "Pera, eu disse isso alto?" - Era a resposta à pergunta de Vicent sobre conhecer Soichiro/Bunny. Querendo consertar meu "erro", emendo uma pergunta. Era bom perguntar sobre o tal coliseu, mesmo sendo de fácil informação e acesso  (aparentemente), os civis da ilha não pareciam ser muito simpáticos com marinheiros, então nada melhor que perguntar para Vicent. - _ Err... hum e onde fica esse tal Coliseu, capitão?

 

O restante foi um momento de tensão. A tarefa foi dada, ao menos uma parte dela, mesmo que ainda o conteúdo da carta fosse um mistério, parecia ser ela o causador do pânico em Vicent. Iríamos para a Grand Line, mas antes precisaríamos recrutar mais pessoas para a tarefa. Dentre essas pessoas, um novo nome é citado, Strange, médico. Era essencial ter alguém assim numa tarefa que deixava o capitão de uma base atemorizado. - _ Ok, entendido, Capitão! Irei procurar por Soichiro no tal coliseu. E o senhor possuí alguma foto desse tal Strange?

 

Após ter isso, e Kimi ter feito o que quer que ele for fazer, vou em direção ao Coliseu, seguindo as coordenadas dadas, com Kimi. Queria fazer mais perguntas, mas não tinha motivos para importunar o capitão com perguntas sendo que o grupo ainda não estava completo. Assim que estivesse, voltaríamos e teríamos mais informações sobre nossa tarefa.

 

@Macar

 

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Soichiro obtinha êxito em sua investida contra seus adversários. – Devia ter colocado mais força nisso Soichiro!- Mantinha o olhar no gladiador. – Cala a boca Bunny! Não vejo motivos para matar ninguém nisso aqui...- Entretendo seu adversário era duro na queda, se recusava a cair e ainda mais, conseguia continuar lutando. Por sorte ao menos as hienas estavam sem ação, graças sua manipulação da An'ei An'ei no Mi.

 

Nesse momento pode observar o senhor vestido de coelho na arquibancada. – Ei! Você viu aquilo!? Nos temos um fã! IRAIRIARIAIIAI!!- Era uma cena surpreendente e inusitada, mas que agradava a ambas personalidades. Porém, não podia perder o foco, seu adversário ainda estava de pé e eles deveriam tratar de mudar isso. – E ai decidiu o que fazer!?- Dava uma leve e rápida olhada para esquerda. – Sim...- Seu tom era baixo.

 

O garoto matinha seu Kuroi Hari prendendo seus adversários. Fazia com que sua sombra cravasse como estacas no braço do Gladiador onde residia sua arma primaria, certificando-se que não a usaria para o atacar novamente. Com isso, avançava com velocidade em direção do grande inimigo. Dando uma voadeira de 2 pés no peito do adversário, sua intenção era o fazer cair no chão e ao mesmo tempo ficar em cima dele, para poder posicionando e pressionando sua lâmina na garganta do mesmo. – Desista... Não precisamos ir até o fim...- Soichiro falava em um tom tímido e baixo, provavelmente só o grandalhão iria escutar suas palavras. Caso o ele insista em lutar, o garoto coelho ira se afastar, girar sua colossal arma de cima para baixo com a parte posterior, ou seja a parte que não conta, voltada para a cabeça de seu insistente inimigo. Para que assim o desmaie evitando de matar.

 

Spoiler

Haki da Observação (Kenbunshoku)
Rank-B (100)
Descrição: 

  • Fora de batalha, o usuário consegue sentir a presença de pessoas nos arredores (raio de cem metros), mesmo que não esteja concentrado nisso. 
  • Fora de batalha, consegue sentir as intenções hostis nos arredores (raio de cem metros), mesmo que não esteja concentrado nisso. 
  • Em batalha, pode prever os ataques de inimigos em seu raio de visão. Consegue manter a concentração mesmo realizando outras ações, contanto que não sejam muito elaboradas.

黒い針 Kuroi Hari (Trico do Coelho)

Tipo de técnica:  Akuma no Mi
Descrição: Materializa sombras como frios pontiagudos, que se alastram por qualquer superfície até onde o usuário desejar. Essas agulhas afiadas são controladas de forma independente, podendo atacar um ou vários alvos simultaneamente. Os fios de sombra atravessam o corpo do oponente como agulhas, de vários ângulos diferentes e se mantendo lá como estacas, limitando a movimentação. O usuário pode altera o formato da sombra para que ao invés de perfurar como agulhas, só se entrelace no corpo do oponente o prendendo também, mas sem causar danos físicos. Força, resistência e dano depende do nível de manipulação do usuário com a fruta.

 

Arma:

Nome: Berserker

Rank: S

Aparência: É uma imponente espada tecnológica (sci-fi), que se assemelha a um cutelo. Feita de uma material leve e muito resistente, seu tamanho total é de 180cm. Não tendo uma guarda como é comum em espadas tradicionais, sua lamina desce até alem desse ponto, cobrindo boa parte do cabo da mesma. A parte não cortante da espada é cheia de desenhos de caveiras acinzentadas, que ficam avermelhadas quando ela esquenta. No inicio do cabo tem um acelerador parecido com os de moto, ao fim dele existe um botão amarelo.

  Mostrar conteúdo oculto

Mecanismos:

  • Overheating: Dentro da Berserker existe um núcleo tecnológico que é capaz de produzir chamas pela fricção (Algo parecido com que a Flame Dial faz). Dessa forma foi adicionado um sistema de aceleramento similar a de uma moto no cabo. Estando com a espada fechada, as chamas saem por pequenas bifurcações laterias, esquentando a parte que corta da lamina
  Mostrar conteúdo oculto
  • Devil's Throat: Apertando o botão amarelo no final do cabo ativa esse mecanismo. Que é bem simples, a parte que corta e a parte que não corta da lamina abrem e fecha, como se fosse uma boca. Partir disso, se Devil's Throat estiver aberto e o usuário acelerar o Overheating as chamas não serão contidas na lamina, assim, indo para frente como se fossem um lança chamas.
  Mostrar conteúdo oculto

 

@Azrael

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Me assusto com a entrada brusca do pássaro mensageiro, não havia notado que algo se aproximava, talvez pela ausência de hostilidade da ave ou, quem sabe, por eu não esperar que algo do tipo viesse a acontecer. Fico parado no mesmo lugar enquanto aguardo o desenrolar daquela situação. No fim o capitão acabou me aceitando, e isso me deixa aliviado já que eu não estava preparado para questionamentos longos, temo que cedo ou tarde cometeria algum deslize. 

 

A mensagem trazida pela ave parecia ser algo muito importante, nada que venha a aguçar minha curiosidade. Me volto ao capitão: - Obrigado por me aceitar! - Digo enquanto pego o uniforme. Como teremos que ir atrás do lendário Coelho guerreiro, decido vestir o traje ali mesmo: - Bem, se possível não olhem agora... - Bem, só decidi fazer isso pois estávamos rodeados apenas de homens, creio que ninguém se importará: - Isso será rápido... Dizia enquanto retirava minhas calças. A propósito, não estava usando cuecas mas isso era irrelevante! Visto a calça azul com cautela pois sei como o zíper pode ser traiçoeiro, pego a camiseta e a coloco sem abotoa-la.

 

Bem, estou pronto! Vamos para o Coliseu atrás do Coelhão! - Digo me dirigindo ao Augustus. Até esse momento eu estava alheio ao que o capitão e o meu companheiro pensava sobre eu ter me trocado na presença deles, de fato eu não me importava com isso e espero que eles também não se importem.  Se caso o capitão fique ofendido pedirei desculpas, claro, não quero ser rude no meu primeiro dia.

 

 

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Awards

Postado (editado)

O trabalho leve acaba...

 

 

A maioria dos gladiadores viravam o rosto recusando-se a ver o trabalho do médico, poucos falavam a não ser grunhidos ou alguns socos na parede, na maioria das vezes Strange escutava só algumas palavras:

 

-Hem?! - Depois ficavam sentados, prostrados nas cadeiras esperando o melhor, ou levantavam e simplesmente iam embora sem dizer nada, isto os melhores, dentre eles:  -  Crixus, prazer e muito obrigado! - O gladiador levantava aliviado, afinal tinha levado só aquele corte no braço, por sinal na maioria das vezes os pacientes não esquentavam quando o ferimento era nos membros superiores. " Será por quê?" Bem, continuemos...

 

A enfermeira ao observar o trabalho do médico via que ele havia esquecido ou não foi informado pelo doutor responsável sobre um dos pacientes, então, em seguida raciocinava de maneira prática o motivo do ocorrido " Esse doutor é esperto, não falou porque teria que carregar o paciente.", batia o pé de maneira impaciente, por sinal era a loirinha que tinha percebido a esperteza do homem, então, depois de alguns segundos e do profissional executar o serviço com os outros gladiadores, inclusive o que tinha o osso exposto no joelho, as garotas diziam:

 

- O senhor foi muito bem, entretanto, vamos ter que levar este brutamontes à sala cirúrgica pelo visto ele não poderá ser tratado aqui! – As enfermeiras diziam em uníssono, enquanto verificavam todo o trabalho do médico, por sinal, uma delas tinha percebido que haviam trazido o enfermo para o local errado. O gladiador, por sinal tinha o osso da coxa exposto, além do ferimento ir até o joelho, provavelmente tinha sido algum descuido, ou por ser tão gordo os atendentes não viram aquela corte horrível provavelmente de machado.

 

- Qual seria seu nome? Você vai querer ajuda? – O gladiador era bem gordo e forte, com um imenso machado nas costas que se recusava a retirar, em seguida o homem olhava com a expressão de poucos amigos.

 

- Vou para cirurgia? – O brutamontes parecia nervoso e de certa forma desolado por perceber que teria que fazer a restauração mais minuciosa de todos os músculos da coxa. Entretanto, parecia estar resoluto em aceitar qualquer procedimento que tivesse que fazer, mas pelo peso seria meio impossível sair dali.

 

As enfermeiras indicavam aonde deveria ir, por sinal era o mesmo local aonde o médico experiente havia adentrado, envolta Strange veria macas, além de algumas muletas que pareciam raquíticas nos momentos. Entretanto, ele tinha muita linha, além de agulha e uma porção de itens médicos a disposição, como álcool, iodo e outros remédios. Por sinal, eles estavam na bandeja que as enfermeiras traziam a ele.

 

- Temos que ir, senhor? Vamos completar o nosso trabalho com esse paciente na UTI! – As duas argumentavam animadamente e com as mãos juntas fazendo flexão com os corpos várias vezes (Ojigi sai-kerei), enquanto sorriam para Strange Córdoba.

 

 

O médico podia sentir nos últimos momentos que o teto vibrava violentamente, além de alguns pequenos escombros ou pó caírem no chão...

 

 

 

Vitória total...

 

 

O coelho controlava o gladiador com as sombras em forma de estacas, as estacas perfuravam o braço dominante do adversário, fazendo com que a maça caísse no chão. Em seguida, Soichiro & Bunny aplicava uma voadora no gladiador, fazendo o adversário cair no chão, depois subia em cima dele e apontava a espada em direção a garganta do sujeito, dando fim a luta do escravo das lutas de modo até honesto.

 

- Desisto, desisto! - O gladiador levantava a mão rendendo-se de maneira completa, depois ficava caído no chão aparentemente assustado pela própria luta em si.

 

Em sequência veria que as hienas agachavam encolhidas e tremendo, as duas caminhavam em direção as jaulas improvisadas no fundo da Arena, agora acelerando o passo, pareciam estar com muito medo.

 

Enquanto isso, os torcedores em alvoroço pulavam nas arquibancadas em tumulto gritando o nome ou apelido do coelho rosa:

 

- Roger Labbit! Roger Labbit! – A multidão furiosa berrava, entretanto, veria o pessoal médico entrando com roupas brancas e retirando o homem estendido no chão, os profissionais, por sinal nem olhavam para o gladiador.

 

Nos momentos seguintes em que o coelho rosa comemorava com a torcida o campo de batalha modificava, com alguns de manto cinza entrando para limpar a sujeira e depois de mais meia hora adentrava outro gladiador, então inesperadamente de um calabouço camuflado na arena de terra, um imenso animal surgia, com uns 2 metros de altura, desta vez bem diferente dos primeiros:

 

- Venham, venham a mim! Secutor irá vingar Prisco!- O homem segurava a espada em punho, enquanto o animal desvencilhava-se das correntes arrebentando-as e dando o rugido colossal que ensurdecia toda a plateia que ficava em silêncio e depois gritava:

 

- Vão usar aquela máquina! – Os torcedores desesperados e atônitos argumentavam, enquanto ficavam encolhidos em suas cadeiras de pedra. O gladiador que iria lutar também ficava assustado, entretanto, continuava a observar o adversário cuidadosamente, aparentemente este era outro dos experientes lutadores do Coliseu.

 

 

Após o rugido a criatura vinha em zigue-zague em direção ao coelho rosa, a boca ficando escancarada e de dentro via-se pequenas fagulhas vermelhas. O fã do Coelho podia ser visto na arquibancada, o único por sinal que estava em pé e comemorando vigorosamente com os outros torcedores sentados.

 

 

Outro problema para mim, além dos que já tenho...

 

O Capitão voltava a ficar acomodado na cadeira agora com a postura retilínea e com as mãos sobre a mesa, depois verificava os presentes observando que Orich começava a retirar suas roupas do nada. “ Outro para dar-me trabalho, já não basta aqueles dois...” O homem levava as mãos ao rosto de maneira violenta, com a expressão aturdida e desanimada, depois respondia à pergunta de Augustus:

 

- Bem, este é o Strange... – O senhor retirava da gaveta da mesa aonde apoiava os braços a foto do garoto, depois entregava ao marinheiro. Com a voz resoluta continuava tirando outra foto do mesmo móvel. – Caso consigam encontrar também Faith? – A expressão apática voltava ao rosto, apesar de ter que dar mais informações aos presentes.

 

- O Strange enviamos ao lado leste do Coliseu, por sinal agora estou lembrado... -  Virava a cadeira e ficava de costas para os dois, enquanto o sujeito colocava o uniforme da Marinha. “Esse vai dar trabalho, só espero que ninguém morra na missão, apesar de que com a força dele, será impossível nos Blues. ”  - Caso ele tenha falado que é médico, ele está enrolado, do jeito que os torcedores daqui são fanáticos, devem ter levado ele também para o Coliseu. – O homem balançava a cabeça pesarosamente, caso fosse outra situação, a Marinha não aceitaria aqueles recrutas doidos.

 

- Quanto a Faith, caso consigam achar pelas ruas bem, mas ela fica envolvida com criminosos, portanto, será opcional (Quest Opcional)! – O marinheiro levantava e fazia a Ojigi Keirei no sentido dos dois, invista que não poderia fazer cumprimentos com as mãos, e depois indicava a saída. - O Coliseu é a grande estrutura no centro da cidade, daqui vocês poderão vê-lo. - O Capitão Vicent mostrava a imensa estrutura da janela mesmo, e por estar no terceiro andar dava para visualizar melhor a estrutura colossal do Coliseu.

 

Em seguida os marinheiros passavam pelo campo de treinamento voltando as ruas, por sinal via os recrutas treinarem nos bonecos de madeira, além de alguns animais mecânicos dentro do quartel, ademais sirenes de segurança instaladas nas muralhas e portão principal, indicavam que o quartel era bem protegido. Por sinal, os dois guardas haviam sumido dali, certamente estavam envolvidos com os preparativos que o Capitão mencionara. Ao observar melhor veria alguns homens carregando caixas no fundo da estrutura, com certeza suprimentos que eram empilhados próximo uns dos outros. Do lado de fora, as pessoas viam os novos recrutas saindo do quartel com desconfiança, mas os ignoravam, entretanto, os dois rumavam ao Coliseu.

 

 

-Ei, ei senhores? - Como sempre em algumas lojas podia observar-se alguns comerciantes atraindo os clientes, além de certos estabelecimentos chamarem a atenção pela alta tecnologia. Entretanto, o que mais saltava aos olhos na caminhada era a presença de um grupinho de três garotos góticos.

 

@Macar @Kadso @Demmon @Koreas

 

Obs: Espero ter selecionado a maioria dos problemas, apesar que foi um turno muito difícil. 

 

 

 

Editado por Azrael
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Definitivamente Orich não era desse mundo. Subitamente, por algum motivo desconhecido, que poderia ser desde ansiedade em vestir o uniforme e se sentir um marinheiro, seja por mostrar prontidão e ir direto à missão, Kimi simplesmente se troca na frente de todos, inclusive do capitão. Como era  esperado, as demais pessoas ficaram embaraçadas com a cena, porém eu já tinha visto o falo de Kimi em atividade (calma, não aquela atividade, o vi mijando para ser mais preciso) e a situação até me pareceu mais natural, um progresso para ser sincero. Na verdade, devia muito ao tal falo, afinal, foi por ter visto ele que me interessei por Kimi (mas não pelos motivos que estão pensando).

 

Em seguida, Vicent nos entrega as informações pedidas com alguns bônus, inclusive vimos o tal Coliseu. - "Então esse é o tal Strange... e essa é Faith. Sobre o médico eu entendo, mas e quanto a essa?" - Não é informado muita coisa sobre a Faith, se era marinheira e se sim, por qual motivo ela estava de alguma forma envolvida com criminosos. Não que não tivesse motivos, muito pelo contrário, porém esperava receber um pouco mais de informações sobre ela e o motivo dela poder vir a ser importante, mas o cumprimento final de despedida mostrava que a reunião ali estava encerrada e estávamos dispensados. Talvez Vicent se apressou em nos dispensar forçadamente movido por vergonha alheia. Não importava, retribuo a Ojigi Keirei e pedindo licença, deixo o escritório.

 

_ Até que ficou bem em você, Kimi-kun! - Recomeçava uma conversa com Orich enquanto caminhávamos em direção a saída do quartel. Agora era possível observar outros detalhes que passaram despercebidos antes, tendo até mesmo os animais robóticos vistos fora como a segurança do quartel. - "Isso aqui é para prevenir ameaças que vem de fora ou as de dentro? Ou quem sabe controlá-las? Não, se fosse o caso, Soichiro/Bunny não seria um problema aqui... ou ainda seria? Ele realmente é bem forte." - De resto, até a saída foi apenas mais do mesmo, com exceção que a dupla que nos barrou na entrada não estava mais ali.

 

_ Bem, Kimi-kun, o que acha? Soichiro/Bunny no Coliseu, Strange no leste, e tem essa tal de Faith, para onde vamos primeiro? - Em resposta a pergunta, como se fosse uma pista do destino, em meio às muitas vozes convidativas, um trio um tanto quanto estranho chamava a atenção. Particularmente acreditava que poderiam ter alguma informação sobre Faith. - _ Kimi-kun, que tal? Vou deixar essa abordagem com você, será seu primeiro trabalho como marinheiro, vai lá.

 

Com o convite feito, aguardaria Orich tomar a iniciativa de ir falar com o trio. Por ser novo na marinha, e bem estranho ao seu modo, poderia encontrar alguma abertura, ponto de acesso para ir falar com o trio de forma mais natural de que eu faria, natural para aquele grupo poderia ser algo bem estranho, portanto Kimi poderia ser perfeito. Se eu percebesse que o trio já tinha nos visto juntos, eu acompanharia Orich na abordagem, mas caso o trio não nos tenha visto, fico ao longe e espero Orich fazer o trabalho de coletar informação.

 

@Macar

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" Um brutamontes, enorme, que não conseguirá andar e provavelmente quase ninguém vai ajudar." :thonk:

Pegando um dos livros dentro de sua bolsa, o Tratado de cirurgia de Sabiston, no capítulo de anestesiologia havia algumas instruções quanto ao bloqueio do plexo femoral.

 

- Preciso que juntem essas todas essas muletas, juntem em torno de 3 delas e as amarrem, tem o fio de metal aí 1-0 que é bem resistente, aguenta até ossos, então acho que dará certo - então poeira começa a descer do teto, a arena estava movimentada e isso dá um sorriso ao médico: " Já já chegará mais alguns homens quebrado, não sei se quero ficar mais tempo aqui pegando esses pepinos não :lol: ".

 

O médico vai atrás dos itens que ele precisaria: corticoide, morfina e lidocaína. Preparou uma seringa com cada uma delas, colocou o livro de lado e pediu para o grandão mostrar o braço: - Vou aplicar essa morfina para reduzir ao máximo sua dor, depois vou fazer um procedimento de bloqueio peridural para a dor diminuir ao máximo na sua coluna e quadril. Por último vou fazer um bloqueio muscular, isso pode ajudar você a conseguir andar com essas muletas improvisadas usando a perna boa!

 

Então Strange começa a fazer os procedimentos. Primeiro fez uma punção venosa e aplicou a morfina. Esperou um ou dois minutos, tempo que demoraria a agir, então pediu para o gladiador se curvar um pouco para a frente. Olhando no livro, viu que precisaria ir até a L2 para injetar o corticoide no espaço peridural, seria um bloqueio do nervo que diminuiria a inflamação e disparo de dor.

 

Por mim, foi até a região muscular atingida, começou a aplicar lidocaína como forma de anestesiar o local, para facilitar o gladiador andar, feito tudo, procuraria Crixus para ajudá-lo a carregar: - Crixus! Poderia ajudar aqui a carregar esse grandão? Senhoras - se dirigindo agora as mulheres - vamos levá-lo, tragam as muletas. Gladiador, lembre-se de sempre colocar o peso na perna boa, com esse tanto de medicação espero que você consiga andar!

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Como eu esperava ninguém se mostrou incomodado com minha nudez. Após me vestir me despeço do capitão e sigo Augustus para fora da sala enquanto tento, ao mesmo tempo que caminho, ajeitar as "coisas" dentro da calça azulada: - "Calça incomoda da poha, depois vou ver se consigo uma mais folgada..." 

 

Augustus puxa assunto, aproveito a deixa para lhe dizer meu descontentamento: - Que bom que gostou, meu amiguinho aqui não pode dizer o mesmo! - Digo apontando para "você sabe onde": - Essa calça é apertada demais... Meus movimentos ficam limitados, será que não posso usar uma bermuda? - Pergunto francamente mas independente da resposta eu darei um jeito futuramente, quem sabe não acontece um acidente... : - Mais tarde resolvo isso! - Trato de lhe dizer, não queria lhe encher com futilidades.

 

Sobre sua próxima pergunta, não sabia o que lhe responder, pra mim tanto faz para onde iríamos. No entanto, Augustus avista um trio estranho e pede para eu os abordar: - Ok. Me deseje sorte! 

 

Me aproximo do trio de forma pacífica e relaxada: - Olá! Estou precisando de umas "paradas", me falaram que eu conseguiria com uma garota... Faith... Sabe onde posso encontra-la? - Digo com um sorriso.

 

 

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Awards

Logo após sua ameaça, o grande gladiador desistia da batalha. -Ufa!- a plateia ia a loucura com seu desempenho, e claro que bunny levantava aquela colossal espada para comemorar com seus novos fãs. – Olha para nos Shoishiro!!! Eles nos amam!- Mantinha a espada com uma das mãos para cima. – Estou começando a ficar com vergonha disso tudo, não é muita exposição não!?- O tom de sua voz era baixo. – Claro que não!! Mas estão no chamando de Roger porquê? –

 

A arena era limpa, e nisso já meio de surpresa aparecia um grande animal. – Mas já!?- Colocava sua espada a frente de guarda. Por sorte a criatura recuava ao chamado do seu dono, porem o dono parecia ser maior que seu pet. – Mas será que não tem um gladiador que não foi vacinado com Deca quando era mais novo nesse coliseu não!?- se perguntava com um tom cômico de indignação.

 

O cyber tigre rugia aterrorizando o coliseu. – É minha vez certo soishiro!? -  Perguntava para si. – Sim...- respondia para si. – É hora de botar o gatinho pra dormir então!- o inimigo vinha em movimentação Z em sua direção. Bunny apenas saltava recuando, pelo fato de sua espada ser gigante só fazia questão de deixar seu adversário razoavelmente distante e claro, que quando entrasse na distancia adequada faria um corte horizontal na altura dos olhos. Com intenção de finalizar o cyber felino rapidamente.  

 

@Azrael 

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