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Azrael

[Coliseu Island] As guerras vem e vão...

36 posts neste tópico

Postado (editado)

Rumo ao sofrimento...

 

O médico tinha muito trabalho com o gladiador, o corte era profundo e só não estava saindo mais sangue devido ao excesso de gordura que misturado com os músculos, já que sobretudo aqueles gladiadores eram atletas impediam que houvesse uma hemorragia mais desenfreada. Entretanto, sem mais delongas o profissional começava a trabalhar dando injeções e fazendo vários procedimentos antes de leva-lo a sala de cirurgia.

 

- Tudo bem doutor, eu acho que consigo chegar na sala de cirurgia...- Devido a ser um lutador, ele já nem sentia mais os efeitos das agulhadas, sentindo somente a dormência local no ferimento, e por saber que o corte era sério levava a mão ao rosto. Entretanto, Strange ainda precavido pedia a ajuda de Crixus que, então, depois que o médico usava as muletas para fazer o suporte ficar maior, carregavam o enorme homem em direção a sala de cirurgia.

 

Ao passar por todo a enfermaria, Córdoba via outros profissionais trabalhando em seus pacientes, continuava caminhando pelas macas, indo em direção a UTI, chegando lá via o doutor fazendo uma operação no tórax de um dos pacientes.

 

- KeKe, enfim chegaram, deixe ele ali naquela maca mais reforçada... – Como trabalhavam com pessoas muito grandes, quase monstros as macas dali tinham certo reforço e após isto o doutor continuava dizendo. – Depois ajude-me com este aqui, preciso que aja a separação tórax devido a termos que drenar coágulos no pulmão, e retirar bolhas pulmonares apicais.

 

O médico continuava a trabalhar no paciente retirando os coágulos e fazendo os procedimentos necessários, entretanto, antes de tudo precisa da ajuda do outro médico para segurar o expansor Finochietto.

 

O garoto que sabia demais...

 

 

O novo recruta da Marinha chegava perto dos jovens, dois deles, os mais espertos saiam correndo entrando na multidão sumindo na vista da dupla, entretanto, um deles ficava paralisado no lugar levando na boca o seu cigarro maligno que deixavam os olhos do moço perdidos. Apesar disso, era o líder do bando, por isso, além de ficar perturbado e assustado ainda tinha certa responsabilidade. O menino sorria, meio sem-graça e dizia:

 

-Bem, conheço Faith, caso seja isso que te interessa... – Bin, então, continuava demonstrando desenvoltura e expertise, ainda verifica o marinheiro, olhando fundo em seus olhos e verificando suas reações. – Ela não gosta mais de nossa fruta, agora anda com outros...

 

O adolescente balançava para frente e para trás, colocando as mãos no bolso e jogando o cigarro no chão, apagando o cigarro com o pé. Entretanto, dava uma piscadinha, em sentido do marinheiro, parecendo ter dado dicas em relação a Faith.

 

- Aproveitou muito de nós, entretanto, agora anda com outra turma a oeste do Coliseu... – Apontava a direção aonde poderia encontrar a garota, colocava a outra mão no bolso e desconcertando continuava relatando mais coisas: - Em um porão em algum lugar abandonado de lá, um galpão enorme, acho que aonde guardam algumas armas... – O menino dava de ombros, mas podia ver o suor no rosto. – Caso queira que vá com vocês? -...- Caso não, deixe-me ir embora?

 

 

O menino ficava ali com os braços encolhidos, já tinha sido algumas vezes preso, com isso já sabia como proceder com marinheiro e oficiais da Marinha. Portanto, ficava tranquilo observando a reação de Orich.

 

 

Fogo e metal...

 

O tigre vinha em ziguezague e no último momento disparava a rajada de fogo em direção ao coelho que desviava e mantinha a postura defensiva com a grande espada, após isto o menino avançava cortando a máquina e terminando com o primeiro oponente. Em seguida, simultaneamente via o gladiado vindo em sua direção e executando o corte diagonal aproveitando do ataque do Labbit.

 

- Morra, coelhinho! – O gladiador experiente via que sua única chance era atacar logo em seguida, a fim de surpreender seu oponente, enquanto ele finalizava o gato mecânico.

 

A torcida ia a loucura quando o robô tinha sido abatido, algumas partes da plateia ficava chamuscada pelas chamas, mas mesmo assim levantava e sacudia as mãos em direção ao céu. Entretanto, logo outro futuro companheiro de Soichiro & Bunny veria que não era só os gladiadores que ficavam machucados, devido ao furor dos torcedores e do fanatismo muitos envolviam-se em brigas ou eram atingidos por golpes dos próprios lutadores. A arquibancada tremia e pulava, enquanto a torcida pulava e gritava o nome do coelho.

 

- Coelho Rosa! Coelho Rosa! – As batucadas e palmas ficam ritmadas, enquanto a torcida gritava o seu apelido com grande força e potência.

 

 

Em contrapartida a espada vinha em direção diagonal a Soichiro, no sentido do tronco do coelho que teria que fazer alguma coisa para não ser dividido em dois e acabar tendo sua carreira como gladiador abreviada.

 

@Macar @Kadso @Demmon @Koreas

 

Obs: Essas bolhas pulmonares foram minha grande dúvida.

 

 

Editado por Azrael
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Colocado no devido local, o médico agradece a Crixus e vai na direção do doutor que estava com a mão na massa. Antes disso, fez a assepsia da melhor forma que encontrou. Os preceitos da cirurgia limpa viviam em seu coração, mas sabe que é possível que ali não sejam tão seguidos. Tentou ver as situação daquele local, pelos medicamentos que eles possuíam e a possível precariedade da UTI, imaginava que a prevenção de mortes não estava na técnica limpa, mas na alta dosagem de antibióticos.

 

- Doutor, a dosagem de antibiótico aqui que vocês usam deve sustentar um país né? - falou numa piada médica, afinal, quando não tem estrutura, taca antibiótico e deixa a seleção natural agir.

 

Paramentado da melhor forma possível, Strange entra no campo cirúrgico. Segura o afastador finochietto e procura se tem o mecanismo de trava, caso não tivesse, falaria: - Doutor, me senti de volta a época do internato - piada médica

 

Antigamente quando não existia respirador e afastadores com trava, os professores colocavam os alunos para ficar ambuzando o paciente ou segurando o suporte, normalmente como aluno é ansioso para trabalhar, ficavam tudo doido para ir e chegava lá não faziam nada

:lol: 

Inclusive, na criação dos respiradores (século 19/20, não lembro), as pessoas de uma cidade eram treinadas para ficar dia e noite se revezando para ambuzar crianças doentes de poliomielite (posso estar trocando a doença). Depois disso o médico conseguiu criar quase automático com alguns engenheiros.

 

" Bom, para mim, o orgulho de um cirurgião é uma cicatriz perfeita, cirurgia limpa e sem intercorrências. Lógico, quando temos caras fortes e atletas desse nível, eles aguentam um estrago maior. Mas se descompensam, é de vez."

 

Observando toda a anatomia, encontrava uma imagem forte para alguém comum. Para Córdoba, rotina em um plantão que recebe marinheiros baleados. Começou a sugerir algumas coisas ao médico: - Doutor, vamos lavar com soro fisiológico, retirar com a mão sempre é mais difícil depois que retiramos os maiores. Vamos jogar litros e litros até sair limpo, na pior da hipóteses usamos a água mais limpa possível e aumentamos o antibiótico.

 

Procurou gazes, depois de tentar limpar ao máximo e a água sair limpa, colocou as gazes, sempre respeitando o fio de suporte para fora. Servia para não deixar nenhuma dentro depois de seco.

 

- Esse procedimento de toracotomia é bem incomum para mim, normalmente os nossos traumas no hospital de onde vim eram abdominais. É um estrago bem pesado no tórax. Consegue pedir para alguém um dreno em selo d'água? - Strange por vezes tomava a frente das coisas, tentava não tirar a autonomia do Doutor, mas gostava de ser ativo nas cirurgias.

 

Feita a limpeza e retirada de gazes, observava os níveis de sedação durante todo o procedimento. Além disso, dependendo do quão limpo é o local, executava administração de doses de antibiótico a cada hora, normalmente são a cada 2 ou 3, mas era melhor prevenir que remediar. Cefazolina seria um sonho de consumo.

 

- Creio que com um sangramento bem limpo aqui e controlado, podemos deixar o dreno e observar. Qualquer sintoma respiratório podemos anticoagular ou fazer protocolo de TEP.

 

Desculpa ter deixado o final meio corrido, cirurgia não é meu forte e aí posso ter errado algumas coisas do ponto de vista científico
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Dois dos três sujeitos fogem rumo a multidão, o que era de se esperar... Eu poderia ir atrás deles mas decido deixá-los pra lá, afinal de contas eu só precisava de respostas. Por sorte o rapaz que tinha ficado para trás parecia estar disposto a cooperar. Deixo o garoto falar enquanto presto o máximo de atenção.

 

Pelo o que entendi Faith e os garotos tinha um lance carnal, bem, foi o que entendi com o "não gosta mais da nossa fruta...", nada que eu estava precisando saber. Olho para Augustus meio impaciente, estava louco para ir embora dali e ir pro Coliseu.

 

No momento que iria interrompe o monólogo o rapaz enfim me dar uma dica interessante, Faith estava próxima ao Coliseu. Me viro para Augustus: - O que acha? Fazemos nosso colega aqui nos guiar até esse suposto galpão ou deixamos ele livre? Acho que seria muito pro coração dele caso encontremos a Faith... - Digo isso com um sorriso contido, meu primeiro enquadro e dou de cara logo com um loser. Eu estava achando engraçado mas no fundo estava começando a sentir pena do sujeito.

@Kadso

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Awards

Acompanhava a abordagem de Kimi. De alguma forma, parecia que ele tinha conseguido alguma pista sobre Faith sem lá muito esforço, mas não tinha como ter certeza se era uma pista verdadeira ou falsa. O sujeito não parecia intimidado por marinheiros, acatava ordens, mas seguia o protocolo que lhe recomendavam. Já devia ter passado por isso outras vezes ao menos.

 

_ Se não se importa, venha conosco, não sabemos exatamente onde fica esse galpão. - "E nem quem vamos encontrar e como nos aproximar se precisar..." - Me dirijo ao sujeito pela primeira vez com esse convite para nos guiar até o local que ele disse, já respondendo ao Kimi sobre se deveríamos ou não levar ele. Tinha entendido as preocupações de Kimi, mas pelo que já foi visto, Kimi costumava ver o mundo de um jeito bem peculiar em relação aos demais. - _ Por favor, nos leve até lá, prometo que não faremos nada com você durante e te deixaremos livre assim que encontrarmos a Faith. - Tentava tranquilizar o sujeito, prometendo que ele não sofreria qualquer coisa, desde que não tentasse nos enganar, mas essa última parte ele não precisava ficar sabendo.

 

Deixava o sujeito ir na frente, mas a uma distância segura. Se ele parecesse querer fugir da gente, não pensaria duas vezes em o pegar novamente.

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Por sorte seu primeiro inimigo havia caído. Bunny não tinha tempo para comemorar ou para prestar muita atenção no que acontecia nas arquibancadas. A investida de seu inimigo era bruta e devia tomar cuidado para não cair na arena como muitos guerreiros antes dele. Utilizando sua sobra novamente ele faz com que fios atravessem o braço do adversário impedido que ele terminasse o ataque. Com isso feito ele giraria sua monstruosa espada para decepar o braço do inimigo com violência. Caso lago desse errado apenas recuaria se defendo. Com seu Kenbunshoku sempre ativo... 

@Azrael

Spoiler

Haki da Observação (Kenbunshoku)
Rank-B (100)
Descrição: 

  • Fora de batalha, o usuário consegue sentir a presença de pessoas nos arredores (raio de cem metros), mesmo que não esteja concentrado nisso. 
  • Fora de batalha, consegue sentir as intenções hostis nos arredores (raio de cem metros), mesmo que não esteja concentrado nisso. 
  • Em batalha, pode prever os ataques de inimigos em seu raio de visão. Consegue manter a concentração mesmo realizando outras ações, contanto que não sejam muito elaboradas.

黒い針 Kuroi Hari (Trico do Coelho)

Tipo de técnica:  Akuma no Mi
Descrição: Materializa sombras como frios pontiagudos, que se alastram por qualquer superfície até onde o usuário desejar. Essas agulhas afiadas são controladas de forma independente, podendo atacar um ou vários alvos simultaneamente. Os fios de sombra atravessam o corpo do oponente como agulhas, de vários ângulos diferentes e se mantendo lá como estacas, limitando a movimentação. O usuário pode altera o formato da sombra para que ao invés de perfurar como agulhas, só se entrelace no corpo do oponente o prendendo também, mas sem causar danos físicos. Força, resistência e dano depende do nível de manipulação do usuário com a fruta.

 

Arma:

Nome: Berserker

Rank: S

Aparência: É uma imponente espada tecnológica (sci-fi), que se assemelha a um cutelo. Feita de uma material leve e muito resistente, seu tamanho total é de 180cm. Não tendo uma guarda como é comum em espadas tradicionais, sua lamina desce até alem desse ponto, cobrindo boa parte do cabo da mesma. A parte não cortante da espada é cheia de desenhos de caveiras acinzentadas, que ficam avermelhadas quando ela esquenta. No inicio do cabo tem um acelerador parecido com os de moto, ao fim dele existe um botão amarelo.

  Mostrar conteúdo oculto

Mecanismos:

  • Overheating: Dentro da Berserker existe um núcleo tecnológico que é capaz de produzir chamas pela fricção (Algo parecido com que a Flame Dial faz). Dessa forma foi adicionado um sistema de aceleramento similar a de uma moto no cabo. Estando com a espada fechada, as chamas saem por pequenas bifurcações laterias, esquentando a parte que corta da lamina
  Mostrar conteúdo oculto
  • Devil's Throat: Apertando o botão amarelo no final do cabo ativa esse mecanismo. Que é bem simples, a parte que corta e a parte que não corta da lamina abrem e fecha, como se fosse uma boca. Partir disso, se Devil's Throat estiver aberto e o usuário acelerar o Overheating as chamas não serão contidas na lamina, assim, indo para frente como se fossem um lança chamas.
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O galpão e a fuga...

 

O garoto após responder as perguntas dos dois e concordar com tudo ia em direção ao galpão, por sinal viraram várias ruas e passaram por grandes aglomerações antes de chegar no objetivo. Entretanto, antes de fugir feito um doido entre a multidão, o rapaz dava mais alguns conselhos:

 

- Lembre-se que falei das armas? – Antes de terminar jogava o beque no chão e fugia correndo feito maluco, tropeçando e caindo fora, antes dos presentes escutarem o barulho de estilhaços e vidro voando no chão próximo da dupla de marinheiro.

 

Verificando melhor, August notaria a bomba de fumaça no chão que aos poucos dispersava o conteúdo no ar, entretanto, não tivera tempo nem de tomar alguma atitude ou reagir, pois no mesmo momento escuta outro vidro sendo quebrado.

 

- Crec- A bomba ainda estava passando pela região da vidraça quebrada. Ou seja, ainda encontrava-se no ar, voando em direção aos presentes. Entretanto, a única granada de fumaça que estava no chão, não tivera tempo de dispersar o gás de modo eficiente nos marinheiros. Portanto, a dupla ainda encontrava-se na mesma.

 

O galpão era enorme, igual aqueles que guardam aviões, com a imensa porta de ferro na frente, a porta, por sinal, dividia-se em duas e era de ferro maciço. Já o galpão feito de tijolos, o telhado em “V”, além das janelas estarem a uma boa distância do chão. Analisando melhor, a dupla veria que haviam duas câmeras em formato de Caracol, filmando os marinheiros na entrada do lugar.

 

 

Cirurgia...

 

O médico continuava trabalhando, entretanto havia cometido o equívoco de não ter colocado a trava no instrumento cirúrgico, então, balançava a cabeça negativamente. Entretanto, continuava a retirar os coágulos e depois de algum tempo injetava outro antibiótico no lutador ferido.

 

 

- Sim, vou pedir, entretanto, este lutador aqui sofreu com um pesado golpe na região torácica... – O médico começava a fazer algumas inserções cânulas de metal, depois seguia com os procedimentos. – Como nosso atendimento é improvisado, quando trabalhamos neste local embaixo do Coliseu.

 

O senhor contrariado continuava, utilizava máscaras e luvas, além de parecer cansado por estar trabalhando a muito tempo no homem. O médico fazia sinais no sentido das enfermeiras que traziam mais matérias e monitoravam a cirurgia e os procedimentos feitos pelos funcionários da saúde.

 

 

- Apesar disso, temos Hospital na ilha, este, por sinal é mais bem equipado... – O senhor, então começava a seguir e a concordar com as interjeições feitas e dadas por Strange. Executando os procedimentos e começando a ver melhora nos coágulos. No final, por ser atleta e ter condicionamento exemplar via melhoras reais na situação, apesar de tanto sangue.

 

- O bom é que os torcedores acabam ajudando a fazer com que o atendimento dos lutadores seja bem melhor... – O médico de novo balançava a cabeça, entretanto, agora dizia de maneira descontraída para Strange: - Se não fosse eles, certamente este aqui já estaria...

 

Depois de várias horas de cirurgia, enfim terminavam por fechar e costurar de novo o lutador que por pouco não havia morrido. Em seguida, continuavam a trabalhar com empenho, nos procedimentos auxiliares.

 

 

 

A luta final do Coliseu...

 

 

O coelho ignorava o robô e continuava a reagir ao homem, imobilizando e cortando o braço do sujeito, com grande destreza e terminando com outra luta. Apesar disso, o braço mecânico perdido era reutilizável e o lutador praticamente tinha sua constituição quase totalmente robótica.

 

 

- Eu me rendo, mas saiba que ainda haviam surpresas para você! – O olhar maligno do homem faziam o Coelho ficar pensativo. Entretanto, Soichiro poderia perceber que no peito do lutador, antes a estrutura metálica brilhava com a cor azul, agora apresentava coloração vermelha.

 

O mecanismo começava a fazer alguns barulhos, como fosse uma bomba relógio, entretanto, o lutador recolhia o braço e ia em direção a saída. Enquanto isso, a multidão em pavorosa gritava o apelido do desafiante, cada vez mais alto, até que alguns torcedores invadiam a arena. Apesar de que, muitos foram detidos pelos seguranças, a maioria chegava perto do coelho.

 

@Macar @Demmon @Kadso @Koreas

Editado por Azrael
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Percebendo tudo que ocorreu, Strange sabia como as coisas finalizaram. Estava tranquilo com o sucesso e começou a finalizar tudo. Baixar a anestesia, solucionar a sucção, deixar o paciente sequinho e limpo. 

 

Após terminar a assistência do que estava com o médico, começou a se desparamentar: - Bom, desculpa dizer isso, mas acho que a hora para mim está chegando. O senhor acha que precisa de minha ajuda para mais algo? - falou um pouco preocupado com a hora de voltar para o quartel.

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Finalmente chegamos ao galpão. O percurso tinha sido tranquilo e sem conversa, por isso, a súbita fala de nosso "guia" e sua fuga fez com que ativasse meu haki para me prevenir de algum ataque surpresa, o que não funcionou e nem mesmo era preciso (até então). Não me preocupei com a fuga do garoto, ele tinha nos trazido ao local e o combinado era deixar ele em paz depois, pelas "boas vindas" ele tinha cumprido sua parte já.

 

"Qual o motivo dessa recepção? Se pediram par virmos até Faith, supõe-se que ela deveria ser alguma aliada da marinha, e com nossos uniformes não tem como sermos confundidos com outra coisa!" - Pensava enquanto corria até a bomba de gás no chão, antes que dispersasse mais fumaça e a jogo novamente pela janela que veio, faço isso prendendo a respiração, afinal, não sabia que tipo de gás era, se continha algum sonífero ou qualquer outro efeito. Esperava que Kimi cuidasse da outra que tinha sido arremessada. Não sabia o que falar para evitar os ataques e chamar a atenção de Faith fazendo ela vir até nós, então simplesmente fui direto ao ponto.

 

_ Não viemos aqui para brigar! Queremos conversar com Faith, apenas isso! Temos uma proposta para ela!

 

Mantinha meu Haki da Observação ativo para me prevenir de futuros ataques enquanto esperava alguma resposta. Fazia tempo que não tinha uma surpresa dessas no Blue, tanto tempo tinha me feito relaxar um pouco, mas parecia que as coisas aqui poderiam ser mais complicadas.

 

@Macar

 


Spoiler

Haki da Observação
Rank: C ( 67 pontos )

Descrição: 

  • Fora de batalha, o usuário consegue sentir a presença de pessoas nos arredores (raio de alguns metros), caso concentre-se para realizar a percepção.
  • Em batalha, pode prever os ataques de inimigos em seu raio de visão. Porém, não consegue manter a concentração enquanto realiza outras ações, necessitando focar-se apenas em prever e desviar.

 

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Assim que o sujeito nos relembra da menção a armas sinto um frio na espinha, o infeliz nos emboscou? Terei minhas respostas depois! Trato logo de ativar meu mantra e me preparo para o que vem a seguir. Escuto barulho de estilhaços tanto vindo por baixo quanto por cima: - Hunf, covardes! - Dou um pequeno salto e executo minha técnica Scissors com as duas pernas, enviando assim duas lâminas de ar contra a bomba. Minha intenção é de que a bomba detone próximo à janela de onde veio. Após executar a técnica pouso no chão e me volto para Augustus, achei que ele iria pra cima com tudo... Enfim, ele tem mais experiência do que eu, então vou na dele.

 

Enquanto meu parceiro tenta dialogar concentro meu Mantra com a intenção de detectar o menor resquício de hostilidade. Se eles mandarem outra bomba pra cá eu vou pra cima e descer o cacete, estou precisando mesmo de algo para refinar meu uso do black power.


Spoiler

Nome da Técnica: Scissors
Tipo de técnica: Combate - Free-Style Combat 

Ataque Crítico - Força
Descrição: Scissors é uma poderosa técnica de projétil, na qual os usuários chutam o ar em alta velocidade e força, enviando uma lâmina de ar cortante.

 

Haki da Observação

Rank B [100 pontos]

  • Fora de batalha, o usuário consegue sentir a presença de pessoas nos arredores (raio de cem metros), mesmo que não esteja concentrado nisso. 
  • Fora de batalha, consegue sentir as intenções hostis nos arredores (raio de cem metros), mesmo que não esteja concentrado nisso. 
  • Em batalha, pode prever os ataques de inimigos em seu raio de visão. Consegue manter a concentração mesmo realizando outras ações, contanto que não sejam muito elaboradas.

 

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Awards

Bunny conseguia amputar o braço do seu adversário cibernético de forma rápida e limpa. Nesse ato, o grandalhão (todos meio que são, pela falta de estatura do nosso coelhinho) desistia da luta. A personalidade explosiva ficava um pouco decepcionada com aquilo, porem, ao escutar os gritos da plateia logo se animava novamente. – HAAAAAAAAAAA! Viu Soishiro!  Dois de três já!- Olhando para o lado esquerdo a outra personalidade respondia em um tom mais baixo, e calmo. – Você escutou o que ele falou agora a pouco!? Senti uma leve ameaça vindo dele....- Soichiro ficava um tanto preocupado e intrigado com aquele adversário. Momentaneamente passava por sua cabeça uma sabotagem na próxima luta, ou uma emboscada ao sair do coliseu. – Relaxa, se ele vim para cima de novo nos acabamos com ele de novo!- falava confiante.

 

Enquanto discutiam um pouco, a multidão tentava invadir o local das batalhas. – Geeeente.... esse pessoal ta meio que exaltado de mais não esta não!?- Olhando para o lado contrario respondia a ele mesmo. – Acho melhor sairmos daqui logo e ir procurar o pessoal...- Olhando para frente. – Para! Falta so uma luta e vamos ok!?- Sem muitos argumentos para Bunny, Soishiro aceitava.

@Azrael

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Enfim a preciosa...

 

Os dois marinheiros tentavam dialogar, após livrarem-se das bombas de fumaça, por sinal, de certa maneira perigosa, um deles pegava a granada com as mãos e enviava de novo em direção ao galpão.  Simultaneamente, os dois podiam ver risadas do lado de dentro, escandalosas e que ressoavam até de fora do balcão. Aos poucos, porém percebiam a grande porta abrir-se, entretanto, agora as vozes tornavam-se mais audíveis.

 

 

- Igrid-chan são uns cagões! – A voz feminina dizia, argumentando com a outra garota, enquanto segurava a barriga de tanto rir. Depois em uma das mãos segurava o lança-granadas artesanal, entretanto, antes que pudessem ver todo o cenário, os dois marinheiros eram surpreendidos com mais disparos em sua direção, a despeito das palavras descontraídos que pronunciavam: -Vejo que terá que ir Faith, apesar de que teremos que testá-los primeiro! - Outra moça com implantes cibernéticos nas pernas  gritava histericamente, mas a sua expressão era mais séria do que de Ingrid e a gordinha.

 

 

A garota sorria sem-graça, entretanto, com o olhar meio diferente concordava, estava dando gargalhadas, mas com os olhos lascivos, meio estranhos. Porém, complementava a fala de sua colega.

 

 

-Terei que voltar para aquele velho! – Inclinava o corpo para frente e para trás levando a mão no ombro das outras. Em seguida, as colegas pulavam cada um, em uma direção, nas plataformas da esquerda e direita. Observando melhor, os dois marinheiros veriam vários obstáculos e a enorme plataforma no fundo do galpão que ficava destaca dos demais, a certa altura do solo. Entretanto, entre os grupos havia caixas azuis, em cima de estruturar de madeira que eram soerguidas por empilhadeiras. Os corredores laterais com a presença de corredores ou lugares de suporte.

 

 

 A missão acaba e outra começa...

 

A cirurgia havia acabado e depois o grande sujeito era levado para o quarto improvisado, entretanto, depois de alguns momentos o médico continuava a argumentar com o assistente.

 

 

- Caso queira posso mostrar o Hospital da região, fica próximo, por sinal da base da Marinha... – O senhor colocava a mão no ombro do garoto, vendo grande potencial nele e possivelmente uma nova requisição para a Instituição que existia na cidade. – Vamos, vamos lá, creio que vai ver equipamentos ainda mais modernos, pois o lugar abriga os poderosos da região.

 

 

Encaminhava o sujeito em direção ao hospital passando as mãos nas costas de Strange, entretanto, o garoto demonstrava resistência. Apesar disso continuava, todavia foram interrompidos por outro recruta, desta vez uma jovem com olhar esperto e que muitos já deduziam quem seria. Aquela mesmo da entrada da Base da Marinha, que nossos amigos, Augustus e Orichi encontraram, por sinal esbaforida segurava os joelhos. Enquanto, instintivamente o médico retirava as mãos das costas do garoto.

 

 

- Finalmente te encontrei Strange... – A garota de cabelos verdes acenava com alegria por ter concluído a missão, entretanto, esperava que o menino viesse com ela o mais rápido possível. As duas enfermeiras no local ficavam abismada pela marinheira ter entrado tão fácil no lugar. – Vamos, vamos, o Capitão está o esperando! Temos uma missão urgente que precisa ser concluída!

 

 

Observando a situação, vários dos envolvidos na situação puderam perceber que Vicent, como responsável por aquela base era muito precavido e logo que sairiam mandaram outros marinheiros de encontro aos novos recrutas.

 

 

A luta definitiva, depois da derradeira...

 

No Coliseu apesar do tumulto, os envolvidos, ou seguranças conseguiam resolver togo o imbróglio, entretanto, Soichiro queria mais lutas e na última, havia outra surpresa, pois ao invés do padrão encontrado, de todos serem homens até agora, o que aparecia era uma mulher de cabelos loiros e belos traços. Além de roupa ousada, mas que segurava dois facões na mão, olhava firme para o coelho e dizia:

 

 

- Não espere uma luta fácil, como as anteriores... – Apontava em direção ao garoto e sumia no ar, como se fosse uma ilusão. Como fumaça surgia atrás do coelho, vindo com as duas armas, aparentemente a força da garota era tanta que tinha criado rachaduras aonde tinha desaparecido.

 

 

Na arquibancada outro sujeito surgia e vendo aquela luta levava a mão a cabeça, entretanto de maneira surpreendente pulava na arena, driblava os seguranças e vinha animadamente em direção ao coelho rosa. O sujeito utilizava de boné com o símbolo da gaivota, e toda aparentado com uniforme da Marinha.

 

 

- Te encontrei, enfim Soichiro... – Com o corpo forte e olhar descontraído gritava no sentido do coelho e depois completava alegremente, aparentemente pouco se importando com os seguranças presentes. – Temos uma missão! – Abrindo os braços e depois cruzando no peito, com altivez.

 

 

A garota vinha em direção ao coelho rosa, as armas ficavam com a aparência negra, entretanto, percebia também a fala do outro sujeito e ficava por alguns segundos relutante em atacar. Todavia continuava a luta, a torcida ficava em silêncio e sem entender anda por vários minutos, antes de gritar o nome da garota.

 

 

- A senhora do vento, a senhora do vento...- Sem entender nada, por aquela pessoa estar ali naquela luta. Apesar do desempenho do garoto ter sido surpreendente demais para terem designado lutadores tão fracos, o que não sabiam era a força daquele coelho rosa, que poderia ter matado os dois outros gladiadores, caso não fosse o destino dele não ter feito tamanho massacre.

 

@Macar @Demmon @Kadso @Koreas

 

Editado por Azrael
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