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[The New Age] Dead End


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CENÁRIO       ***   ☠ 1º Turno ☠   Castelo de Gardênia - Piratas - Dia       Misturados em meio ao enorme número de piratas que a Althea tinha ao seu dispor estavam Jhon e Archie, que haviam acabado de chegar em Gardênia horas atrás. O motivo de estarem ali ? Um eminente ataque da Marinha e de um de seus Almirantes. Nenhum dos presentes sabia ao certo qual dos três figurões estava se dirigindo até lá, mas as suspeitas maior

☠ 18º Turno ☠ Alto Mar - Piratas - Tarde   - Eu não acho que você vá conseguir dormir muito com esses baderneiros fazendo fuzuê aí atrás. - O navegador se manifestou após dar uma boa analisada na "festança" que os piratas estavam fazendo por terem conseguido sair de Gardênia vivos. E não era para menos, eles foram os únicos piratas mercenários que haviam conseguido conquistar tal feito, mesmo que centenas deles tivessem chegado para apoiar a Yonkou Althea. Isso sem contar o grande

☠ 16º Turno ☠   Castelo de Althea - Piratas - Tarde                      De um lado estava Mugen, com algumas perfurações em seu corpo e um corte extenso em sua mão direita. Nada que fosse preocupante para uma almirante com poderes regenerativos tão fortes, é claro. Seu rosto também estava suado, mas ela definitivamente não estava à beira da exaustão, longe disso. Provavelmente gastar um bom montante de energia havia sido o irrisível preço para os danos que havia ca

Por várias razões, Leonard encontrava-se em um misto peculiar de emoções. A adrenalina e a ansiedade pela importância da missão era grande. Sabia que se tratando de sua reputação como mercenário, falhas não eram toleráveis. Afinal, quanto mais famoso - ou infame - o seu nome, maior a receita e, consequentemente, maior o triunfo científico alcançável. Entretanto, algo rondava as profundezas da sua mente. Era ânsia por oponentes dignos e por um campo de batalha onde pudesse finalmente se soltar de todas as suas limitações. De certa forma, era agonizante como tudo à sua volta parecia ser feito de papel desde que comera a fruta em questão. Estava muitíssimo desejoso para finalmente usar tudo o que tinha.

 

Tentou se situar com as informações dadas. Jamais havia visto o item requisitado pelas famílias Aesir de Khórus. Entretanto, o sufixo de “glifo” deixavam o contexto um tanto sugestivo. Era algo geralmente associado à escritas exóticas e antigas. Talvez algum tipo de registro histórico? Seu lado científico se coçava para pôr as mãos no item. Por outro lado, o lado furtivo da missão talvez desagradasse a faceta mais selvagem do rapaz. Ainda assim, em nada a ânsia por lutas se comparava à ânsia por novas descobertas.

 

As faces familiares acalmavam um pouco o espírito do caçador com nostalgia. Ayami Suzume, uma caçadora com a qual tinha lutado quando seguia em direção à Haunted Island, antes mesmo de sequer possuir seus poderes. E Kobayashi, um aliado deveras confiável em campo de batalha, com quem havia lutado para afugentar Edwin no passado. Os demais, não conhecia, mas esperava que fossem bons companheiros e que a missão desse bons frutos. 

 

Estando claro qual era o seu papel, finalmente pisou nas areias daquela praia. O calor lhe era propício por diversos motivos, apesar de ainda lhe ser um fator um tanto alheio. Haviam diversos elementos ali que seriam de interesse para o futuro. Por isso, enquanto Garret falava, Leonard mentalmente começaria a dar forma à sua dimensão de bolso com Hyperdimensional Architect. Nada muito complexo. Separando as salas, deixaria o mínimo de espaço possível para o seu inventário normal de itens. Fora isso, criaria dois espaços isolados do seu armazém normal no Bulk: um do tamanho de uma sala média e outro com o restante do volume total que conseguia armazenar. 

 

“O Às e suas apostas…” - repetiu para si mesmo, enquanto fazia os preparativos, preocupado com os vícios do ás.

 

De frente para o mar, projetaria uma esfera prateada de Exotic Matter à frente - na diagonal para baixo - tentando criar uma abertura no fundo do mar. Obtendo sucesso, ligaria aquela porta ao espaço maior para enchê-lo com água. Enquanto a água fluísse para dentro, voltaria-se para areia. Abrindo outra passagem conectada ao espaço médio, com a gravidade coletaria quantidades suficientes de areia para utilizar Ruined Star futuramente.

 

- Isso vale apenas para piratas 'famosinhos'? - voltou a face para Garret, que parecia finalmente ter retornado a assuntos mais sérios - Afinal, não é como se marinheiros de alta patente fossem minimamente inocentes. Com certeza, alguém em algum lugar deve odiá-los a ponto de pagar por suas cabeças - prosseguiu com certo desdém para com a organização - Na realidade… - interrompeu-se, antes que pudesse ser respondido -  Creio que isso vá depender de qual lado seria preferível… Atrapalhar menos - o tom de sua voz era nitidamente cômico - Claro, a furtividade absoluta é o objetivo primário. Porém, caso algum caos acabe por ser criado ou tenhamos que tomar algum lado, Ace of Spades-sama, deveríamos nos atentar em atrapalhar menos um dos dois lados em específico? - finalizaria, em um tom de diversão.

 

Estava adorando as possibilidades de prejudicar tanto Althea, quanto a Marinha. Entretanto, se fosse de interesse da Spades que alguma delas saísse com vantagem, como sempre colocaria a organização em primeiro lugar.

 

***

 

Spoiler

Nome da Técnica: Hyperdimensional Architect

Tipo de Técnica: Profissão - Inventor | Ankoku Ankoku no Mi

Descrição: Com o auxílio dos poderes de sua fruta e da habilidade Exotic Matter, Leonard dá forma à sua dimensão pessoal. Graças às suas capacidades de inventor, Leonard é capaz de moldá-la em corredores, salas, cômodos, prédios ou qualquer outro tipo de estrutura. Seus tamanhos, a velocidade, e a eficiência com que ergue essas estruturas dependem tanto do seu rank em inventor, quanto do seu rank na fruta.

 

Nome da Técnica: Exotic Matter

Tipo de Técnica: Ankoku Ankoku no Mi

Descrição: Criando grandes quantidades de um tipo especial de matéria exótica, Leonard abre passagens através do Bulk, podendo transportar, armazenar e em seguida invocar qualquer tipo de coisa que tenha sido previamente guardada. Geralmente, esse transporte, armazenamento ou invocação são imediatos, todavia, para corpos muito grandes o processo pode se tornar relativamente mais lento.

 

 

Nome da Técnica: Dark Field

Tipo de Técnica: Ankoku Ankoku no Mi

Descrição: Usando a Matéria Negra, Leonard é capaz de gerar ou alterar campos gravitacionais tanto no plano horizontal, quanto no vertical. Sendo assim, é possível fazer com que áreas, objetos ou pessoas possam ser atraídos, repelidos, levitados ou ainda esmagados. Uma das consequências dessa habilidade é a capacidade de anular campos gravitacionais, que não só protege o usuário de suas próprias técnicas, como também concede a capacidade de voo.

 

Nome da Técnica: Ruined Star

Tipo de Técnica: Ankoku Ankoku no Mi / Profissão - Inventor

Descrição: Concentrando vastas quantias de matéria negra em um ponto minúsculo, Reinhard usa seus conhecimentos de inventor e arquiteta um corpo muito especial: um buraco negro em rotação. Exclusivos para a defesa, eles podem fazer com que os ataques inimigos (ou elementos do ambiente) sigam por duas rotas distintas: serem devorados ou serem presos em sua órbita, formando um disco de acreção. Na primeira rota, porém, deve-se ressaltar que deletar ataques é algo impossível. Em vez disso, o buraco negro possui um limite que, quando extrapolado, o faz vomitar tudo que engoliu na forma de uma rajada de energia condensada. Já na segunda rota, os ataques meramente ficam presos à sua poderosa rotação. Entretanto, devido às altíssimas velocidades, o atrito incandesce a matéria e origina um disco luminoso que pode ofuscar inimigos. Naturalmente, a quantidade de luz e capacidade de ofuscamento dependem do rank da fruta.

 

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Yumi havia atracado na famosa ilha da Younkou Althea a Ilha Gardênia, ela tinha ido para aquela ilha num submarino junto com o Ye, Kobayashi, uma garota bem alta que parecia conhecer Kobayashi, o líder dos Spades Garret e Leonard e claramente o motorista do submarino Alfred. A nova missão deles consistia em roubar o Red Poneglyph da Althea usando os poderes de Leonard que a garota kemono desconhecia já que a ultima vez que ela viajou com ele o mesmo não tinha aquela aparência e poderes que poderiam ser providos de uma akuma no mi.

 

- Leonard você virou um cyborg? – a garota perguntou chamando a atenção do rapaz vendo que aparentemente ele havia virado uma maquina. Yumi sentia que aquele clima estava bem quente fazendo com que ela ficasse se abanando com a mão pra tentar se refrescar um pouco.

 

Antes que a garota pudesse ouvir a resposta de Leonard, Garret havia se pronunciado dizendo que se eles achassem algum pirata que tenha recompensa eles estariam livres para pegarem ele e por ser uma caçadora de recompensas aquilo até que poderia ser bom. Logo em seguida ele começou a tentar fazer uma aposta com aquela viajante que consistia em caso ele conseguisse acertar o alvo dele ela entraria pros spades caso ele errasse ela poderia contar pra governo sobre o plano dele e tudo mais.

 

- Eu já vi onde isso vai parar. – pensou consigo mesma ouvindo aquela aposta, ultima vez que ela viu algo parecido acontecendo que ela acabou sendo enganada e entrou pros spades, mas como Garret ela o líder deles infelizmente Yumi não iria se atrever a tentar avisar a garota que estaria entrando numa fria. - Nossa então vai ser usando esse poder que a gente vai pegar o Red Poneglyph da Althea. – pensou consigo mesma vendo Leonard fazendo alguma coisa para pegar água e areia que acabavam sumindo dentro de uma espécie de bolha.

 

- A Althea está por aqui ou existe alguma chance dela estar vindo para a ilha? – perguntou para o navegador que havia “liberado’’ aquele momento para perguntas depois de Leonard que ter feito uma pergunta ou comentário que ela não entendeu direito a finalidade. Logo em seguida Yumi olhou para Ye e Kobayashi para ver se eles iriam fazer alguma pergunta para o homem.

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A dupla havia tido sorte ao ser encontrado por Alfred, um navegador talentoso que também era membro da Spades e por meio dele serem conduzidos a um lugar tão exuberante em uma missão interessantíssima, em um local do mundo que não teriam acesso normalmente. No momento, a bem-humorada e espirituosa Aurora esticava as pernas e respirava fundo o ar puro, se sentindo aliviada por não estar mais dentro do mar em um caixão de metal incrivelmente enorme. Não que houvesse medo, porém desde que deu uma mordida numa fruta realmente estranha quando passava fome, passou a se sentir melhor em terra do que o mar, mas entre todos preferia o ar, isso sem dúvida. No seu ombro, o papagaio Malaquias batia as asas sem sair do lugar, uma nítida comemoração por visualizar uma floresta tão exuberante e rica - Paraíso tropical, paraíso tropical! - entoava nele, em um tom musical muito desafinado.

 

Naturalmente vestindo sua máscara, ajeitou suas coisas e deu uma boa olhada em todos ali, com um sorriso grande. Passou um tempo focando Garret, e se divertiu no quanto Pandora estaria tremendo ao estar na presença do Ás de Paus, agradeceu-a imensamente por conceder o controle por enquanto, pois explorar um novo território era um dos seus hoobies mais amados e a densa floresta cheia de cores seria um prato cheio. Portanto, o plano seria trocar com Pandora na segunda etapa do plano, ou quando o perigo apertasse na travessia. No fundo torcia para que não acontecesse, queimar uma selva tão maravilhosa como aquela seria um pecado tremendo.

 

Leornard era o ser enigmático cheio de proteções e tecnologias. Considerando a chance de tentar acompanhar seus movimentos, precauções e técnicas, Aurora estaria realmente perdidda, como se estivesse tentando entender um livro sobre a biologia dos sapos escrito na lingua dos pone. Como era ele que lideraria o grupo após Garret se juntar à marinha como shikibukai - o que achou uma fofoca enorme - decidiu tentar prestar atenção nele ou ficar sempre perto de Angus, pois ele era bem mais inteligente se comparado a ela. Quanto a fofoca do século, Pandora jamais deixaria que ela vazasse, sua lealdade ainda mais com a Spades era um dos traços mais fortes de sua personalidade. Acompanhava as coisas complicadas que Leonard conversava com o líder com um rosto de paisagem.

 

- Que grupo mais gozado, shishishi! - disse ela mais para os colegas do que os sobre-humanos Leonard e Garret - Prazer menina raposa-chan! - se apresentou com um sorriso sincero - Você gostaria de ser um animal? Deve ter uma relação muito forte com eles! Shi shi shi! Eu gosto muito de passaros, por isso gosto dessa máscara que estou usando! - e repentinamente notou Ye Xu ao lado dela - Ei, ei, esse cara do seu lado tem cara de lolicon... você é um lolicon, amigo? - primeiro agia como se ele não escutasse, depois perguntou diretamente para ele - Prazer também! Meu nome é Aurora! - e repentinamente Malaquias retrucava - Lolicon! Lolicon!

 

Seguindo sua analise exêntrica aos novos colegas, se voltou dessa vez a Kobayashi - Você tem cara de mau, por favor não me bata! Menina raposa, por favor, não deixe que ele bata na minha cabeça, que senão eu fico tonta e esqueço tudo que aconteceu. - diferente do ar bem humorado anterior, isso ela dizia com certo teor de preocupação, gostaria muito das memórias das aventuras que viveria naquele dia. Por fim, agora era a vez de Daisy - Prazer também menina loira bonita! Você tá com uma cara de perdida, cuidado para não se separar da gente na floresta! - era muito provavel que Aurora também se perderia nesse caso, tendo que ir chorando para os braços de Elizabeth.

 

Por falar nela, a deixou prestando atenção nos detalhes, sua diversão mesmo era na aventura e em conhecer tantas pessoas novas, interessantes, diferentes e fortes. - Esse é Angus! - pegou ele pelo colarinho e o arrastou pra perto, já imaginava que estaria um pouco afastado - Ele é um pouco tímido com gente nova!

 

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Parece os ventos do mar sopraram em minha direção dessa vez e tirei a sorte grande, a próxima missão fica na ilha de uma yonkou e vários dos figurões estão reunidos por aqui, mais uma vez estou em ilha ilha com mata fechada e cheia de perigos desconhecidos, será que essa floresta aqui pega fogo igual aquela de losers town? Fiquei curioso agora, se possível quero testar essa possibilidade, afinal, quando nosso furto for bem sucedido, vai ser preciso alguma distração para os piratas de Althea... Ainda tem meus amigos da marinha por perto, com tanta gente grande por aqui, com certeza a marinha deve ter mandado só gente de primeira linha, não sei ainda se isso é bom ou ruim, o ideal seria que a marinha e os piratas se matem enquanto vamos lá pegar nosso objetivo e dar no pé.

 

Dando uma olhada rápida ao meu redor vejo vários desconhecidos, na verdade só conheço Yumi e o senpai porradeiro, a garota loba logo perguntou uma coisa a Leonard, não o conheço, mas já sei que ele vai ser importante aqui, melhor ficar perto dele e de Yumi. Já por outro lado temos uma viajante perdida por aqui, Alfred devia estar muito louco para deixar isso acontecer, uma inocente teoricamente perdida no meio de um bando da spades, ta ai uma coisa que não se vê todo dia. Restava agora apenas uma dupla desconhecida e Leonard. Um homem de cabelo brancos e uma ruiva, nenhum dos meus amigos parece conhecer esses dois ai, que seja, vamos nos falando no caminho. Vendo essa garota de cabelos vermelho lembrei da ruivona saliente, realmente uma pena que ela não esteja aqui, seria de grande ajuda ter a rainha de espadas lutando ao nosso lado.

 

Bem ali na frente estava o final boss dos caçadores de recompensas, Garret, o ás de espadas, aquele que ocupa a posição que eu desejo um dia, essa missão só fica melhor a cada descoberta, quero prestar atenção em tudo que der nele, da personalidade ao estilo de luta... Leonard deu uma demonstração de seus poderes ali mesmo, não entendi bosta nenhuma de como isso funciona, essa akuma no mi é bem estranha. Basta dar o Red Poneglyph para ele que o mesmo vai saber como agir, não tenho que me preocupar com isso.

 

A ruivona parece ser bem amigável, já veio logo atrás de assunto com o grupo - Olá Aurora, meu nome é Ye xiu e não, não sou um lolicon, nem sei o que é isso na verdade... Já você me lembra um pouco uma pessoa que eu conheço, espero que possamos nós dar bem - Falei de suave para a garota, me segurei um pouco para não fazer nenhuma brincadeira sobre churrasco de papagaio para Aurora, ela disse que gostava de animais, não sei qual será sua reação com uma fala dessas, melhor ficar calado.

 

- Yumi e Senpai é muito bom ter vocês por aqui... Vamos derrubar alguns delinquentes! - Disse animado enquanto batia um punho no outro - Já quanto aos outros, meu nome é Ye Xiu, eu me meto em algumas confusões sem querer, mas não hesitem em pedir ajuda caso precisem, vamos fazer de tudo para que essa missão seja um sucesso - Acho que foi uma boa apresentação... Eles vão me conhecer melhor conforme fomos avançando.

Cerrei bem os olhos e abrir um sorriso afiado ao escutar a pergunta de Leonard, era exatamente esse tipo de coisa que eu queria saber sobre a marinha, claro que a missão é prioridade, mas não me importaria de matar uns marinheiro e piratas pelo caminho. Antes de tirar minhas duvidas pego meu guarda chuva e o abro para me proteger do sol da ilha, talvez assim esse calor diminua um pouco. 

 

- Minha pergunta é bem simples na verdade, existe alguma coisa em particular que devemos saber sobre essa ilha ou seus moradores? Quanto a marinha ou os piratas, qual deve ser nossa ação caso nos encontremos com um desses grupos no caminho? Existe alguém na marinha com quem devemos ter cuidado extra? Nos piratas eu sei que tem a yonkou...- Perguntei e fiquei com um resto mais sério esperando a resposta.

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O dia prometia ser movimentado. Entre os figurões que ocupavam o espaço, uma sujeita de estatura apoucada recostava-se próximo a uma das janelas do salão, era Archie, que podia ser vista constantemente bocejando desde a sua chegada, havia sido uma viagem longa e cansativa, de forma que a jovem chegou a pensar que jamais veria terra firme outra vez, antes de dar de cara com a majestosa ilha no horizonte. Deixou para trás um submarino e uma gatuna que ficou de tomar conta da embarcação, apesar de não confiar muito nela. O motivo de ter ido parar ali? Dinheiro, é claro. Os boatos de que Althea estava contratando piratas mar afora não demoraram para se espalhar e para se provarem verdadeiros, e uma grande ambiciosa como Archie não deixaria passar a chance de encher os bolsos enquanto usufruiria de uma ilha paradisíaca como Gardênia, era unir o útil ao agradável; ao menos, era o que ela achava, pois a realidade não estava sendo exatamente como pensou. – Aff... eu realmente achava que teríamos a chance de explorar a floresta dessa ilha. Sabia que os animais e as plantas podem atingir o tamanho de um prédio? E dizem mais: tem uma sociedade organizada de animais superinteligentes espalhados por aí, se entendi bem, eles até vão nos ajudar a lutar! – Comentou com Jhon, seus braços estavam cruzados e os olhos fixamente rumavam para a gigantesca fauna observável ao longe e apesar do tom, não estava reclamando. – Mas estamos aqui primariamente a trabalho, afinal. – E virou-se para dentro do salão.

 

Era difícil para Archie saber como se sentir em relação a batalha inevitável que começaria ali, não tinha vínculo com nenhum dos dois lados; mas naturalmente já cultivava raiva pelo lado inimigo. Almirantes, shichibukais e as tropas da marinha representavam todos a mesma coisa, o mesmo símbolo opressivo do governo mundial e sua tiranias, então, pelo menos, ela sabia que não estaria batendo em ninguém inocente quando a hora chegasse. No entanto, a incógnita da força das forças opositoras a deixavam mais atenta e cuidadosa, ao invés de estar totalmente confiante de si como normalmente é. Atraído a eles por alguma razão, brevemente um homem com um par de chifres se aproximou oferecendo-lhes cigarros que foram simpaticamente rejeitados por Archie com um sorriso e um balanço negativo de mãos. - Ah... obrigada, mas eu não fumo! - Era verdade, mas enquanto dizia esgueirou um dos olhos para tentar enxergar melhor o que era a substância verde no interior dos cigarros, enfim, curiosidade... - Ah, e pode me chamar de Archie.

 

O homem continuou por ali tentando puxar assunto e Archie não perderia a oportunidade para tirar algumas de suas dúvidas. - Hmpf... se ao menos a marinha pusesse o mesmo esforço que põe em derramamento de sangue em coisas mais úteis. Enfim, tudo que teremos que fazer hoje é segurar os subordinados dessa tal Mugen, não é? Aliás, como ela é? Seria de grande ajuda se soubéssemos que tipo de pessoas vamos ter que enfrentar.

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aesthetic, anime, and Cowboy Bebop image | Aesthetic anime, Cowboy bebop,  Old anime

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Jhon e Archie acabaram em um lugar totalmente inesperado quando partiram em direção ao grande mar dos piratas. Estavam em uma ilha, mas não era uma qualquer: Era a ilha dominada por uma Yonkou. Sim, uma das piratas mais poderosas do mundo. Jhon ainda se questionava como tinha aceitado estar ali, para servir como bucha de canhão sendo só um pirata peixe pequeno entre aqueles figurões. Mas logo se lembrou do motivo de ter aceitado essa furada.

 

" Eu geralmente só me envolvo em problemas por causa do meu senso de justiça, porém justiça não enche barriga... " - Pensou. Dinheiro, moveu o pirata ex-marinheiro para essa situação. " Ouvi por alto que um Almirante está vindo... Sério?! Quem sou eu para ajudar uma Yonkou?! Ela que devia vir aqui e me proteger desses monstros da Marinha! Eu só queria achar um canto seguro nessa ilha e ir dormir, posso aparecer no fim e fingir que ajudei no combate. " - Continuava pensando na sua situação.

 

Enquanto Jhon se preocupava, Archie estava frustrada por não poderem ir explorar a ilha. Comentou sobre as curiosidades daquela ilha.

 

- Bem, talvez durante a confusão sangrenta que vai acontecer quando a Marinha chegar, poderemos correr para a floresta. Enquanto lutamos para sobreviver, podemos observar a floresta. - O tom de Jhon era mais mórbido em comparação à companheira. Os piratas em volta deles também pareciam confiantes em relação da batalha.

 

Pouco depois, um homem apareceu e ofereceu um cigarro especial para Jhon e Archie relaxarem, com a garota já negando.

 

- Se eu relaxar mais um pouco, dormirei a batalha inteira. Eu também não fumo, agradeço a intenção. - Jhon recusou, bocejando em seguida. " Já vi esse homem em algum jornal, com certeza é um dos peixes grandes. " - Pensou. O homem prosseguiu e deixou seu desânimo com aquela vindoura batalha. - Sendo sincero, temos chances? Pelo que li nos jornais, vocês praticamente perderam o último conflito contra a Marinha, deixando o Rei dos piratas morrer e sofrendo na mão de um Almirante... Com todo o respeito, é claro. - Jhon disse algumas palavras duras, notando o que disse, logo adicionou a última parte para não irritar o sujeito.

 

 

 

 

 

 

 

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Numa simples ação de ir atrás de uma informação, Daisy conseguiu uma carona num submarino, acidentalmente encontrou um velho amigo e se juntou numa trupe de foras da lei que de vez em quando trabalha pro governo numa missão super secreta - ou nem tanto, já que tinha gente demais sabendo. Sendo guiada pelo senso de direção de uma velha com labirintite e um coelho de pelúcia chamado Gato, provando-se cada vez menos confiável, a garota continuava mais perdida que tudo, mas agora numa praia que não era em nada parecido com o lugar combinado de ficar.

 

- Ué, por acaso chegamos em Iljus Island? Se bem que eu nem lembro se combinamos de sair lá - perguntou a loira, com todos os sentidos possíveis apitando como se algo maquiavelicamente planejado e errado estivesse prestes a acontecer. Mas essa sensação poderia ser devido ao tempo que passou no submarino. Viajar dentro do mar era uma novidade, como um pequeno legume jogado na sopa, e se mesmo olhando para onde ia ela já se perdia loucamente, imagina não vendo nada além de água, peixes e água?

 

"Isso não lembra aquela história da menina que cai no buraco e toma no c#? Qual era o nome mesmo? Alice no País das Maravilhas?"

 

- Credo, Gato. Tenho certeza que a história não é assim, principalmente o final. Mas o início é isso mesmo - e o mais parecido é que a culpa acaba sendo toda sua. Afinal, não é por você querer saber mais sobre o Alfred que me fez cair no tal buraco da Aline?

 

"Não vem colocar a culpa em mim não, senhorita. Por minha causa que nós encontramos o Kobayashi."

 

Por ironia do destino e inscrição no evento, Daisy encontrou de forma não esperada o amigo de infância que estava procurando. Apesar de não ter dado tempo nem de respirar perto dele, já que estava uma correria de preparativos, planos e reuniões, ver a conhecida cara de marrento de sempre a alegrou no meio de todo o caos.

 

Leonard, você sai de perto dessa água, em? Se você enferruja, vai dar um trabalho pra gente... Me lembra até uma âncora que encontraram no fundo do mar e botaram no teto de uma loja. Passou uns dias e não sobrou nem o pó. Maresia é uma coisa que não se brinca...

 

"Óbvio que não sobrou nem o pó, roubaram, né? E quem que usa uma âncora de objeto de decoração? Um roubo mais que merecido..."

 

O restante da conversa com Gato se perdeu, já que um risinho aparentemente nervoso e histérico chamou a atenção da Loira. Era Aurora, interagindo com as outras pessoas.

 

- Aa, olá Amora. Isso no seu ombro é um pinguim? Eu soube que eles dão sorte... Hmm... Oi pra você também, Xe Yiu. - o calor misturado a floresta que havia por ali colocou uma ideia na cabeça de Daisy. Se dirigindo a água da praia, ela tateou algum recipiente na sua bolsa e o encheu com a água do mar. - Olha, nem sei o quanto terei que andar nesse matagal aí, mas caso a água normal acabe, prefiro beber água do mar do que xixi. Vocês não?

 

A menina soltou aquilo como se fosse a coisa mais coerente do mundo, parecia até sã - como se uma água lotada de cloreto de sódio não fosse piorar mais ainda a situação de alguém sofrendo com desidratação. Ainda assim, ela guardou a água. Logo Garret abriu a boca e fez a garota voltar a sua atenção para o grupo.

 

- Ai não, não gosto de apostas. Não tem como ganhar se sempre tem alguém que perde, né? Além do mais, não sou fofoqueira. Tá doido? Uma vez eu tava dormindo no orfanato e a Olguinha ficou com a língua enrolada por 3 dias porque ficava fofocando. Tenho certeza que foi obra da Besta-fera de Urará.

 

"Que diabo é isso de Besta-fera de Urará?"

 

Obviamente não entendendo o conceito de apostar, ignorando a pergunta de Gato e distraída com a parte de "pegarem a cabeça dele" comentada por Garret, parecia que essa participação especial num lugar que ela nem deveria estar iria render.

 

- Quando vocês falam de "pegarem a cabeça", vocês querem dizer que vão, tipo, colecionar algo? É isso, Tobarashi? - Daisy aproveitou o espaço para perguntas para alinhar as expectativas com esses termos desconhecidos.

 

"Pelo Deus dos Mares, Daisy. Eu acho que preencheram sua cabeça com vento."

 

_________________________________________________________________

 

Spoiler

 

Pra ajudar vocês a entenderem o surto, coloquei uma legendinha aqui:

 

Legendinha:

Em azul = Falas da Daisy

Em verde = Falas de Gato, o coelho de pelúcia.

 

 

Edited by Hemurin
fui otária e esqueci de errar os nomes dos personagens, mas todo o resto e tudin se manteve
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Enquanto ocupado com os preparativos, não tinha reparado a aproximação da caçadora até que ela se pronunciou sobre sua aparência. Ficou um pouco surpreso, mas assim que terminou de fazer suas perguntas de importância para a missão, voltou-se para a garota.

 

- Haha, Yumi-san, não - voltou-se para a garota, colocando a mão sobre a máscara e fazendo-a desaparecer - Nesse sentido, pode-se dizer que ainda sou 100% de carne e osso - prosseguiu, revelando seu rosto com uma expressão meio sem graça.

 

Na realidade, não era exatamente de carne e osso, mas não pelos motivos que ela  havia imaginado. Era um pouco complicado demais para explicar e Leonard não conseguia encontrar formas de resumir o suficiente. Por isso optou por simplificar a situação.

 

- Obrigado por se preocupar, Daisy-san - respondeu a outra garota, logo em seguida, também com um sorriso sem graça - Mas já tomei minhas precauções quanto a isso - finalizaria, novamente segurando-se para não simplesmente iniciar uma casual aula a respeito da física e química empregada em seus equipamentos.

 

Por um outro lado, a garota mascarada, apesar de aparentemente meio doida, soava bastante fofa e inocente. O visual e o papagaio eram bastante simpáticos, por isso Leonard acreditava que não teria grandes dificuldades de trabalharem juntos. Entretanto, tendo a personalidade introvertida que tinha, seria um tanto difícil começar algum tipo de contato. Já Ye Xiu, pelo sorriso dado quanto tocou no assunto de causar caos, parecia compartilhar alguns certos interesses. Julgava que talvez fosse mais fácil cooperar.

 

Leonard não era dos tipos extrovertidos, mas talvez porque a missão exigisse a liderança mais eficiente possível, sabia que o contato social era bastante necessário. Até por isso, viu-se um pouco preocupado com o silêncio dos demais integrantes.

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Foi uma viagem difícil para Angus, o repúdio ao mar e o medo já eram companheiros de longa data do habitante do céu já que era usuário de uma fruta, mas foram elevados a novos níveis ao se enfiar em uma lata no fundo do oceano por um longo tempo. Em um navio que ele controlava se sentia seguro, mas não em um pedaço de metal submerso, mesmo Alfred sendo um ótimo navegador, o nervosismo foi companheiro de Angus a viagem toda, mas a tortura teve fim. Respirou aliviado quando pisou em terra firme, afastou o pensamento de que provavelmente teria que retornar ao submarino para sair da ilha, tomou como objetivo achar um navio que pudesse usar para ir embora.

 

Quando o As começou a falar, Angus virou-se para dar atenção ao superior Spade. Passou boa parte da viagem estudando o As, mas não encontrou nada além do que o homem deixava transparecer. Não se manifestou sobre a caça a piratas já que não era seu objetivo ali, logo não se importava, porém a identidade secreta do homem era uma informação muito importante.

 

Ajeitou a máscara que usava desde que se juntou a viajem com a Spade. Esticou os braços e deu uma boa espreguiçada. Olhou a sua volta para toda a praia e onde começava a mata, como esperado a praia estava vazia, apenas seu pequeno grupo estranho estava ali. E como alguém que adora uma estranheza, Aurora já foi puxar conversa com todos, não satisfeita ainda puxou Angus para a conversa também. 

 

Havia observado os companheiros durante a viajem, prestar atenção neles diminuía o nervosismo. Achava Leonard exagerado, mas sabia que grande parte do plano dependia dele. Também tinha um cara que aparentemente não conseguia lidar com o fim de sua vida escolar já que continuava usando uniforme da escola. De todos ali, os que mais chamaram sua atenção foram; uma menina que aparentemente falava com seu Coelho de pelúcia, sentiu certa empatia por ela e uma outra com orelhas e rabo de lobo, se perguntava se eram de verdade ou não, e no caso de não forem, onde estaria acoplado aquele rabo, porém manteve sua dúvida para si mesmo, achou melhor não perguntar. 

 

- Eai a todos - Foi como saudou todos, por baixo da máscara sua expressão desanimada de sempre, não esperou alguma resposta e virou-se novamente para o As. 

 

- Já temos um caminho traçado para a infiltração? Algum mapa que podemos seguir, ou entrada secreta conhecida?

 

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There was nothing to fear and nothing to doubt.

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- Prazer em conhecê-la também garota-pássaro. – cumprimentou a uma garota com mascara de pássaro que havia vindo se apresentar. – São tantos que eu fico até na duvida. Que legal também gosto muito de pássaros e muito bonito sua mascara. – começou a conversar com a mesma que de repente se direcionou para Ye perguntando tanto para ela quando para o rapaz se ele era um lolicon fazendo com que espaçasse uma risada abafada de Yumi por ter achado aquela pergunta repentina engraçada.

 

- Eh... Não prometo nada Ye. – respondeu o rapaz sobre eles derrotarem uns delinquentes depois de ter recuperado seu folego depois de ter começado a rir do mesmo.

 

Observando as outras pessoas Yumi se deparou com uma garota bem alta com uma espécie de coelho de pelúcia e a mesma estava conversando com ele. – Gato? – se perguntou quando ouviu a garota chamando o coelho de gato. – Pra uma floresta como essa deve ter alguma fonte de água ou alguma planta que contenha água, mas se vai ser potável isso ai já é outra historia. – comentou referente ao que a garota disse quando a mesma pegou um pouco de água do mar para caso eles ficassem sem água.

 

- Ufa. Pensei que você havia modificado todo seu corpo para virar uma maquina. Isso seria bem estranho depois de tanto tempo sem te ver acabar vendo você totalmente modificado... Apesar de que não ta muito longe disso. – comentou aliviada vendo o rosto humano dele e logo em seguida vendo aquela enorme e esguia causa robótica que deixou a garota kemono um pouquinho curiosa.

 

- Ah... Esse calor está muito chato. – se irritou um pouco por ainda estar calor, então ela juntou suas mãos e criou um guarda-chuva discreto feito de lã para se proteger do sol. – Pronts, agora está melhor pelo menos o sol não vai incomodar mais. – disse agora mais feliz por aquele calor ter aliviado um pouco.

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Leonard não se afetou com a resposta do às. Na realidade, cogitava se sequer encontrariam um marinheiro minimamente famoso para isso. Fora a Almirante, não acreditava que houvessem outros significantes. Mas, né, nunca diga que dessa água não bebereis, porque vai que bebereis. Nunca se sabe, um marinheiro notório o suficiente poderia aparecer. 

 

- Entendido - respondeu firmemente ao ás quanto a delegação que lhe havia feito.

 

Após acenar para Garret, Leonard voltou-se para Alfred, concordando com o que ele estava dizendo. Desde o começo, para Leonard já era um tanto claro que a Yonkou estaria ali. Afinal, ela já havia se enfraquecido demais e arriscar seu território principal não seria nada vantajoso.

 

Ademais, ao que recebeu o papel, Leonard fez seu capacete ressurgir. Naturalmente, sendo Alfred o navegador mais hábil do grupo, era ele quem guiaria o grupo dentro da floresta. Porém, não seria por isso que Leonard e Machina não se informariam a respeito do trajeto.

 

- Machina, digitalize isso e envie uma cópia para Dawn - disse Leonard, estendendo o papel para uma das câmeras no corpo do cubo.

 

- Sim, senhor - o cubo se manifestou prontamente, aproximando-se com seus sensores visuais.

 

Leonard não tinha dados a respeito da ilha além daquilo que já “público”. Por isso, a princípio não viu necessidades - e nem meios - de questionar o trajeto. Achou que seria melhor seguir Albert que, por conseguir navegar naquelas águas, certamente devia ser um navegador bastante habilidoso.

 

A “verdadeira Gardênia” sem dúvidas era surpreendente. Reinhardt diversas vezes viu sua mente fixada nos tipos de informações que poderia extrair com alguns experimentos. Entretanto, os negócios sempre ficavam em primeiro lugar. Isso porque os negócios representavam o financiamento de sua pesquisa principal. E a floresta, por mais rica que pudesse ser, nem de perto se comparava com ela.

 

A altura em que chegaram em uma região coberta de cogumelos suspeitos, o nervosismo do rapaz já havia praticamente passado. Seu profissionalismo e obstinação em cumprir aquela tarefa com absoluta perfeição esmagavam impiedosamente quaisquer outros sentimentos que tentassem surgir em seu âmago. Foi até por isso que a sua intuição o fizera imediatamente suspeitar da aparência dos cogumelos. Sem dúvidas, havia algo errado ali: os cogumelos destoavam demais da exuberância da ilha. Foi quando seus olhos fitaram as flores vermelhas abraçando os cogumelos que seu braço imediatamente se estendeu lateralmente.

 

- Todos, parem onde estão - disse de súbito em tom mortalmente sério - Tem algo de muito errado com as plantas aqui… Parasitas? - finalizou, soturno e introspectivo, fitando principalmente o chão.

 

A princípio, as flores podiam parecer inócuas, meras epífitas. Entretanto, suas raízes penetrantes não enganavam: eram um tipo de parasita. Olhando através do chão e do ambiente ao redor com The True Sight, Leonard tentava interpretar com sua genialidade a única incógnita que lhe faltava naquela equação perigosa: o método de infecção das flores. Fato era que os “cogumelos” que viam não passavam de apenas estruturas usadas para a reprodução. O corpo principal, as hifas, ficavam impregnadas no solo, como se fossem raízes responsáveis pela nutrição do fungo. A razão para a localização dos parasitas estava no nome: não era à toa que a flor se alimentava do corpo de “frutificação”, afinal devia haver muito mais material nutritivo concentrado ali do que nas finas hifas espalhadas pelo subsolo. E ela devia adorar material nutritivo concentrado. Por isso, temia que talvez seu grupo pudesse virar comida.

 

Queria prosseguir com sua análise do solo, mas algo mais surgia em seu Haki. A ideia de que insetos fossem patrulheiros era extremamente exótica para o rapaz, por isso, a princípio não soube diferenciar se eram subordinados de Althea ou predadores. No entanto, qualquer que fosse sua natureza, sabia que seu grupo devia sair da vista das criaturas. Também era uma incógnita se elas possuíam HdO ou não. Porém, se o tivessem, no mínimo seus alcances eram menores do que o seu. Além disso, talvez houvesse uma possibilidade de não poderem ver auras distantes tão facilmente assim.

 

- Shh, venham para perto e façam silêncio - sibilou o mais baixo possível para todos os grupo - Algo se aproxima. Machina... - finalizou, emitindo os comandos para o cubo.

 

Imediatamente faria surgir uma bolha de Invisible Air ao redor do grupo. Se tivessem sorte, os besouros não deveriam ser capazes de sentir suas auras. Entretanto, pensando no pior dos casos, voltaria-se para Yumi, que já sabia ser uma animadora:

 

- Se nos perceberem, quero que os encante com sua música, Yumi-san - disse o caçador com urgência, mas em baixo tom.

 

Enquanto monitorava os insetos com seu sexto sentido (HdO), Leonard voltaria seus olhos para o display holográfico no capacete. Continuando as análises com The True Sight, tentaria procurar sinais das raízes das flores no subsolo. Queria descobrir como aquela praga se propagava: através terra, gradativamente andando e escalando suas presas? Ou pior, por sementes pelo ar? Se não encontrasse indícios das flores pelo solo, temeria pelo pior.

 

De qualquer forma, caso pressentisse que a música de Yumi não seria suficiente, com o HdO reagiria aos ataques com Gravitational Lensing.

 

***

 

Spoiler

Nome da Arma: Deus Ex Machina

Rank: A

Aparência: Trata-se de um cubo metálico prateado, dotado de vários encaixes e detalhes estéticos, além de uma certa luminescência arroxeada. Geralmente, encontra-se flutuando ao redor de seu dono, podendo ser manipulado através do movimento das mãos ou por comandos verbais. Todo seu corpo é envolto por uma espessa armadura metálica de resistência referente ao seu rank, que não só é capaz de resistir a golpes, como também às condições climáticas adversas a que pode ser submetido. Além disso, no centro de todas as seis faces, existem visores arroxeados responsáveis pelas capacidades sensoriais do artefato.

Spoiler

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Mecanismo: Machina possui em seu interior diversos dispositivos complexos capazes gerar um campo eletromagnético inato que, além de possuir as suas capacidades inerentes, pode também emitir dois tipos de ondas especiais: uma que resfria e outra que aquece. Consequentemente, por poder alterar a temperatura em regiões específicas da atmosfera, Machina acaba também conseguindo manipular outros elementos climáticos, tais como: a umidade, a pressão e, por conseguinte, os ventos. Inclusive, no que tange as capacidades intrínsecas ao campo, este artefato não só detém a habilidade de flutuar, como também a de realizar descargas elétricas. Entretanto, sem dúvidas, sua característica mais notável é o fato de possuir uma inteligência artificial, que não só permite manipulá-lo pelo movimento das mãos, como também por comandos verbais. Ademais vale a pena ressaltar que: os seis visores ao centro de suas faces são responsáveis tanto pelas capacidades sensoriais da inteligência artificial, quanto pelas análises ambientais. Em suma, pode-se definir Machina como um ajudante ou então uma boa companhia - pelo menos aos olhos de Leonard.

 

Dawn’s Neural Net

Rank: S

Descrição: Dotada de uma Inteligência Artificial Fraca, a armadura é totalmente computadorizada, podendo tanto ser controlada pela máquina, quanto por sensores neurais. Sendo assim, no geral, esse mecanismo não apenas facilita o manuseio de seus componentes diversos, como também possibilita o controle da cauda como se fosse parte do corpo do próprio usuário.

 

The True Sight

Rank: S

Descrição: Por toda sua extensão, especialmente no visor ao centro da face, existem sensores capazes de analisar e mapear o ambiente ao redor do usuário. Sendo assim, no interior de seu capacete está localizada uma tela holográfica, a qual exibe as diversas informações coletadas a respeito da armadura e do meio. O visor em questão pode ampliar imagens - para fins de disparos de precisão - exibir a visão em diversos comprimentos de onda, fornecer sonar, radar e, por fim, uma espécie de visão especial em wireframes. A última, em específico, nada mais é do que uma forma muito simplificada de visualizar o ambiente, mas que em contrapartida oferece a possibilidade de ver através de matéria opaca. Entretanto, ainda com este fator vantajoso, essa modalidade de visão não possibilita identificar seres-vivos através destes materiais, tornando-a em uma ferramenta bastante situacional.

 

The Blessing of the Abyss

Rank: S

Descrição: Além da proteção naturalmente garantida por uma armadura completa, Dawn também é muito bem capacitada para proteger o usuário de diversos riscos de natureza física (temperatura, radiação e etc), química (substâncias ou gases perigosos) e biológica (vírus, bactérias ou outros contaminantes). Sendo assim, com a presença de filtros de ar, seu interior é completamente isolado do ambiente externo, podendo manter a autonomia do usuário por alguns turnos mesmo em ambientes com ausência completa de oxigênio. Ainda, adicionalmente ao isolamento hermético, a armadura também garante proteção contra ambientes onde pressão seria inóspita.

 

Nome da Técnica: Invisible Air

Tipo de Técnica: Profissão - Navegador

Descrição: Aquecendo e resfriando determinadas regiões do ambiente, Leonard gera diversos diferenciais de pressão que criam múltiplas camadas de vento. Estas, por sua vez, são comprimidas por um outro distinto diferencial de pressão muito maior que aqueles responsáveis por deslocar os ventos ao seu redor. Dessa forma, cria-se uma espécie de véu ao redor de uma área ou indivíduo capaz de refratar o ar, tornando aquele(s) em seu interior completamente invisíveis. É perfeitamente possível mover esta região a seu critério, porém ela não pode ter mais do que alguns metros de diâmetro. Naturalmente, aqueles que atravessarem o véu serão capazes de enxergar o que ele oculta.

 

Nome da Técnica: Gravitational Lensing

Tipo de Técnica: Ankoku Ankoku no Mi

Descrição: Com um balançar de mãos ou um simples pensamento, Leonard pode criar grandes quantidades de matéria escura, que exercem uma poderosa influência gravitacional nos arredores. Graças à sua natureza, o espaço ao redor se deforma, fazendo com que os ataques sejam desviados ao seu redor - como em uma espécie de lente gravitacional - e em seguida sejam redirecionados ao critério de Leonard.

 

@Sesshoumaru @Aglow @Dracon @Hemurin @Ayami

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- Realmente seria bom que a marinha e os piratas começassem a se enfrentar, isso facilitaria um pouco para a gente. – pensou consigo mesma ouvindo a resposta que Garret deu para Leonard, ignorando um pouco a parte de ‘’coletar’’ marinheiros que par Yumi era desnecessário aquilo. – A própria fauna e flora da ilha dão conta de ameaças externas. – refletiu sobre aquilo olhando em direção a floresta.

 

- Isso é complicado, vamos ter que evita-las e se possível fazer com que ambas se confrontem. – disse analisando o fato que Althea com certeza estaria na ilha a essa altura. Alfred deu para todos do grupo um mapa com a rota que eles iriam passar até o castelo de Althea mesmo que fosse por um caminho mais longo aquilo era pra evitar se encontrar com os marinhos e piratas.

 

Depois das explicações e da deixa de Garret o grupo acabou adentrar na floresta de Gardenia que começava a se mostrar verdadeiramente bela, porém em certo ponto aquilo mudou de uma forma estranha. Os cogumelos mudaram de cor, a grama se tornou mais rasa o local se tornou meio sem vida. - O que é aquilo? – comentou vendo o que parecer ser flores vermelhas com grandes raízes nos cogumelos logo quando Leonard ordenou para que eles parassem. – Parasitas... – balbuciou vendo melhor as flores nos cogumelos. – Realmente pode ser... Diferente de mais cedo aqui parece mais sem vida. Essas flores devem estar sugando os nutrientes do local, além disso, temos que levar em conta que se esses cogumelos forem venenosos pode ser que essas plantas sejam imune a veneno e talvez sejam venenosas também. – disse para os seus companheiros enquanto analisava de longe as flore, cogumelo, o chão, tudo no geral usando seus talentos de cozinheiro que apesar de ser fracos por enquanto ela ainda era capaz de usa-los para auxilia-la na analise daquela situação.

 

Não muito tempo depois de analisar e comentar com o grupo Leonard acaba por fazer com que todos se juntassem a ele fazendo aquele quadrado ou cubo algo assim fazer algo para que eles ficassem escondidos. – Entendido. – acatou as ordens do líder usando seu haki da observação para tentar ‘’ver’’ o que estava se aproximando enquanto se preparava pegando sua flauta para poder encantar os inimigos usando sua musica fazendo com que eles ficassem sob seu controle. Do seu guarda-chuva Yumi fez com que um pequeno passarinho saísse dele e fosse para uma das arvores um pouco mais longe deles se camuflando para que ela pudesse ver melhor o que estava se aproximando e para ter uma visão melhor daquelas flores vermelhas.

 

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Status:

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Profissão

Animadora: Rank-A (387) |  Cozinheira: Rank-C (50)

Haki

Haki da Observação
Rank: B (100)
Descrição: 
  O usuário tem a capacidade de sentir a presença de pessoas de intenções hostis nos arredores (raio de alguns metros) em situações fora de batalha, mesmo que não esteja concentrado nisso. Em batalha, consegue prever ataques de inimigos em seu raio de visão e manter a concentração mesmo realizando outras ações, contanto que não sejam muito elaboradas.

Skill:

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Akuma no Mi

Yomo Yomo no Mi

Rank: A (250)

Descrição: Esta fruta do tipo paramecia, permite o usuário criar e controlar Lã de várias cores tornando o usuário em 人間のウール Uru no Ningen(Humano Lã). A Lã criada pelo usuário possui a mesma propriedades naturais da lã, como isolante térmico, absorção de água/umidade, fácil manipulação, dentre outras propriedades. O usuário tem a capacidade de mudar a fofura/maciez da lã para pode torná-la mais dura/resistente. A lã, quando no estado fofo/macio, é capaz de produzir um estado de relaxamento quando em contato com o alvo, que pode até chegar a dormir devido à fofura aconchegante da lã.

 

Nome da Técnica:  Uru Doll
Tipo de técnica: Akuma no mi - Yomo Yomo no mi.
Descrição: 
Yumi cria 24 bonecos de lã com tamanhos variados entre centímetros até metros (cerca de 10m) podendo ter o formato que ela desejar. Os bonecos podem ser controlados ou não pelo usuário, assim podendo compartilhar informações com a dona. Os bonecos são capazes de relaxar o daqueles que tocam fazendo com que o alvo comece a entrar num estado de sonolência, porém a velocidade em que isso ocorre é equivalente ao tamanho deles, quanto maiores eles forem mais rápido surgirá o efeito. Independentemente da quantidade e dos tamanhos dos bonecos eles não afetam as demais técnicas de sua akuma no mi Yumi, assim, permitindo que a garota crie quantos bonecos forem permitidos até 10m sem afetarem outras habilidades relacionadas à sua akuma no mi.

 

Nome da Técnica:  Animal Melody.
Tipo de técnica: Profissão - Animadora
Descrição: 
Ao tocar uma melodia utilizando um instrumento musical o usuário é capaz hipnotizar os animais para assim poder controlá-los. Enquanto o animal estiver ouvindo a melodia, o mesmo estará sobre o efeito da hipnose. Essa técnica pode ser utilizada eventualmente na domesticação de animais.

 

 

 

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O homem respondeu com convicção que tinham chances, que dessa vez estavam jogando em casa e por isso estavam melhor do que na batalha que perderam.

 

- Bem, se é o que diz. Espero que seja uma batalha simples, que acabe tão rápido que eu nem precise fazer nada. - Jhon dizia para Bob. Isso poderia ser interpretado errado como " que a luta acabe antes que eu precise fazer algo para resolver ", mas ele só não queria ter que fazer nada mesmo, literalmente.

 

Minutos depois dessa conversa, criaturinhas pequenas surgiram. Um deles então começou a explicar o plano de defesa do território. Parte do grupo, a maioria de piratas contratados como Jhon e Archie, teriam que ir para a floresta enfrentar os marinheiros invasores. A segunda parcela que ficaria para defender a cidade e o castelo, seria da turma mais próxima da Yonkou. - Como assim? Que injustiça! Eu poderia muito bem ficar e defender os quartos do castelo, verificaria todas as camas para garantir que estão seguras. Mas claro, escolheram o melhor serviço pro grupinho da Yonkou. A injustiça do mundo começa dessa forma. - Jhon comentava com Archie sobre sua revolta. Porém imaginava que a companheira estaria bem animada pra ir ver a floresta. - Certo, já que não tem jeito, vamos conhecer a floresta... - Disse muito " animado ". E assim seguiram Bob para o dever.

 

Logo depois o cenário alterou, árvores imensas iam surgindo, falando em imenso, os insetos também eram enormes. Alguns até foram amigáveis com o homem chamado Bob. " Será que essas criaturas vão ajudar no combate? " - Indagava na sua mente.

 

Bob recebia alguma mensagem no seu den den mushi, e avisou que os inimigos haviam chegado. Disse que esperariam os inimigos, encerrando com a ordem para se espalharem e escolhessem o melhor local para receberem os convidados. Jhon se aproximou de Archie. - Como só conhecemos um ao outro aqui, acho melhor ficarmos juntos. Se tivermos sorte, as armadilhas vão impedir os inimigos e vamos ser pagos só pra assistir. Entretanto, se houver um combate, eu gostaria de poder ficar só olhando a distância se possível. Na verdade, talvez eu me deite em um desses arbustos e me finja de morto. - Comentou essa última parte mais baixo, já planejando um jeito de dormir no campo de batalha.

 

Jhon usaria seu haki da observação para se precaver.

 

 

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Haki da Observação
Rank: C (40)
Descrição: 

  • Fora de batalha, o usuário consegue sentir a presença de pessoas nos arredores (raio de alguns metros), caso concentre-se para realizar a percepção.
  • Em batalha, pode prever os ataques de inimigos em seu raio de visão. Porém, não consegue manter a concentração enquanto realiza outras ações, necessitando focar-se apenas em prever e desviar.

 

 

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Ouvidos os esclarecimentos dados pelo chifrudo (que acabavam não esclarecendo lá muita coisa das dúvidas reais da garota), a jovem Archie cruzou os braços pondo-se a pensar no que ele acabara de dizer. – “Então tudo que precisamos fazer é segura-los para que não tomem esse lugar. Mas, se vamos mesmos fazer isso, não faria mais sentido estarmos posicionados aos arredores do castelo?’’ – E, quase como se o narrador onisciente estivesse lendo os pensamentos da garota, o grupo de pequenos e adoráveis minks previamente mencionado por ela entrava na sala para dar introdução ao plano que deveriam seguir no campo de batalha. Se esforçou para ouvir atentamente, enquanto lutava consigo mesma para não se distrair ante a fofura dos bichinhos; numa distância apropriada, seria possível ver que as íris da garota haviam tomado a forma de um coração de São Valentim.

 

No fim, ficava decidido que Archie e Jhon estariam na linha de frente da “guerra’’, seu sangue já começava a ferver. – Ei, sem corpo mole dessa vez, viu? – Disse dando um tapinha nas costas do companheiro preguiçoso – Se fizermos um bom trabalho talvez consigamos até um aumento, hehe!

 

Estava tão empolgada para ver logo a floresta de perto que manteve-se perto do líder da equipe. Alguns lances de escadas e metros de chão depois, a onírica e fantástica floresta estava bem ali, a um toque de suas mãos. Distraiu-se entre giros para observar tudo, acenos e sorrisos para os animais gigantes que pairavam por ali. – Uaaaaah! É realmente incrível! – Seu entusiasmo era tanto que, por alguns instantes, simplesmente esqueceu-se a seriedade da situação que a levava a estar ali, mas não podia evitar. – Olha Jhon, não mentiram quando disseram que a flora era gigante! – E apontou inocentemente para uma árvore ao seu lado, sem sequer perceber que era de tamanho normal, ela quem era baixinha demais em comparação. Porém, despertou de seu estado de descontração ao ouvir que os inimigos já haviam atracado na ilha. Era questão de tempo.

 

Assim como um predador que sai a caça, Archie mudou repentinamente de expressão, tornando-se mais séria e concentrada. Bastava um lugar para ficar. Julgando os edifícios como alvos fáceis para um eventual ataque a distância, a garota optou por escalar uma das árvores de tamanho médio próximas ao lago, posicionando-se em um dos galhos. Dali, poderia ter uma visão relativamente ampla do ambiente para encontrar inimigos, ao mesmo tempo em que estaria camuflada pela folhagem.Certo, eu consigo dar conta disso! - E armou-se com seus par de luvas.

 

Spoiler

Nome da Arma: Rouves
Rank: B


Aparência: Um par de luvas pretas com extremidades brancas, feitas de uma liga tão resistente quanto metal (condizente ao rank) mas ainda tão maleável e com textura semelhante a de um tecido sintético. A liga serve como isolante térmico e elétrico, retendo seus efeitos na superfície, impossibilitando que as mãos do usuário sofram. Há um compartimento no centro das luvas cercado por quatro ornamentos metálicos.

Mecanismos: O compartimento das luvas é um receptor de dials e discos, possibilitando a Archie usar um heat dial e aquecer seus punhos, por exemplo. Através de diferentes comandos ela pode regular a intensidade do uso desses dials e discos, podendo dispara-los ou usa-los continuamente.

 

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aesthetic, anime, and Cowboy Bebop image | Aesthetic anime, Cowboy bebop,  Old anime

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- Vamos nos dar bem simmm! E não liga para o que o Malaquias fala, ele conhece umas palavras estranhas que ninguém mais conhece! - respondeu animada a Ye Xiu com um grande sorriso. - Não, não é um pinguim não! Pinguim não voa, pelo menos não os normais! - era evidente a distração da menina em não notar ser chamada de Amola, contudo Malaquias não seria tão indigente, por algum motivo pareceu ter se ofendido - Quer apanhar? Cê quer apanhar? - e esticou uma das patas em direção ao coelho - Elefante! - e diante da proposta da menina com relação à agua, Aurora sabia que deveria intervir. - Não faça isso. - disse colocando as mãos no ombro da menina, de modo sério. - Elizabeth me disse para não tomar água salgada, só doce. Então coloca um pouco de açucar antes de beber! - sorriu, se voltando para Yumi. TInha feito seu trabalho de educar, era médica afinal de contas. Quer dizer, não exatamente ela, mas... quem fora Angus sabia? - Muito obrigada! Seus acessórios de lobo são fofos! - e notando a menina reclamar da temperatura, acompanhou a criação de um guarda chuva de lã, muito impressionada. - Mas que poder legal!

 

Recebeu o mapa de Garret e se preparou para a travessia, o calor era grande de fato mas não aparentava incomodar a animada Aurora que a tudo observava. Era capaz de dar uma pequena olhada para cada planta em seu campo de visão naquela floresta colorida e exuberante, e isso a divertiu muito pelo tempo o qual durava o cenário. Contudo, aos poucos as cores exuberantes foram sendo subistituídas por tonalidades neutras, as grandes árvores deram lugar a cogumelos enormes e embora não fosse tão bonito, Aurora ainda estava interessada, uma paisagem que nunca havia visto. Malaquias, por sua vez, estava ligeiramente decepcionado - a selva era a sua praia. Em um determinado ponto porém, sentiu que estavam esquecendo alguma coisa, mas não lembrava o que. Ou quem.

 

Quando Leonard liberou seu cubo mágico, Aurora arregalou os olhos e eles brilharam de emoção como uma criança vendo um brinquedo automático.

 

MFW I see something sugoi - GIF on Imgur

 

 

Ainda não havia conseguido se aproximar de Leonard, ele parecia muito inteligente e falava de um modo o qual ela não era capaz de acompanhar, então só acompanhou o cubo se movimentando e quando respondeu seu mestre o brilho nos olhos só aumentou, dava soquinhos no ombro de Angus para ele olhar também. E quando menos podia esperar, o antigo rei de paus pedia para que esperassem, e segundo o que dizia, se voltou às flores vermelhas nos cogumelos, observando-as de longe. Obviamente não tinha como tirar conclusão, então apenas acompanhou o raciocínio deles. Se aproximou mais como pedido, enquanto perguntava baixinho para Angus - Vai ter música? - e ainda se virou para Malaquias colocando o indicador sobre os lábios em um "xiu". Obviamente torcia para não ser nada, não queria dar seu lugar a Pandora tão cedo.

 

 

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- Gato, eu acho melhor você ficar com o mapa. O que você acha?

 

"Eu acho uma ótima ideia. Mas tenho uma melhor: guarda esse mapa bem direitinho e só se concentra no trabalho difícil de seguir as pessoas. Que tal?"

 

- Leopoldo, tem uma pessoa dentro desse cubo? Isso é cárcere privado! - falou a garota para o agrotechboy, já esquecendo completamente a conversa com a pelúcia, posicionando o coelho nos seus ombros e colocando o mapa entre os dois.

 

Seguindo floresta adentro com o pequeno grupo (o que reduziu as chances da garota de se perder, mas não de se distrair), Daisy buscava nas árvores algum tipo de fruta que pudesse trazer alguma informação sobre o lugar. Infelizmente esse não foi o único foco da garota, já que ela também olhava para o chão em busca de pedrinhas com formatos diferentes. E nessa caminhada pela floresta, ela até mesmo esqueceu de onde estava, e o pior, o que estava fazendo.

 

- AI MEU DEUS, TEM ALGUMA COISA NAS MINHAS COSTAS! - no susto, a garota falou um pouco mais alto que o tom normal. - Aaa, é o Gato... Desculpa.

 

"É CLARO QUE SOU EU! QUEM VOCÊ PENSOU QUE FOSSE? A BESTA-FERA DE URARÁ? NÃO QUERO IR MAIS COM VOCÊ, VOU COM O MEU MAPA NAS COSTAS DO HOMEM DE LATA COM O CUBO MÁGICO ALI QUE TEM A CABEÇA NO LUGAR."

 

- Que besteira, Gato. A besta-fera de Urará não gruda nas costas, ela quebra os ossos, eu acho... Cuidado com essa agressão verbal, em? Aii, que vontade de cheirar alecrim. - a loira remexeu a bolsa em busca do porta tempero e deu uma leve fungada. - Aaa, que alívio. Nada melhor do que uma erva fresca para acalmar o dia. Vocês querem cheirar um pouco também? - a garota ofereceu alecrim ao grupo, como se estivesse fazendo uma boa ação. - Aaa, o que me lembra... Floresta, litoral... A noite aqui deve ter bastante mosquito, não? Ainda bem que tenho alguns temperinhos que podem servir como repelentes...

 

A floresta começou a se abrir numa espécie de clareira, mas Daisy logo notou que as árvores iam sendo substituídas por cogumelos imensos. O que chamou a atenção da garota foram os pontos avermelhados nos cogumelos, dando um aspecto de feridas nos fungos.

 

- Gente, eu acho que esses cogumelos anêmicos precisam de ajuda. Essas plantas devem estar acabando com eles! Olha que coisa triste... Com um cogumelo só já daria pra fazer uma bela sopa pro resto do ano.

 

"Tá louca de fazer sopa de cogumelo esquisito? Do jeito que você é doida, ia ter um surto psicótico na hora."

 

Seguindo o conselho de não se aproximar das plantas, Daisy abandou qualquer tentativa de investigação e voltou a prestar atenção na conversa dos outros.

 

- Quem tá vindo? Vocês convidaram mais alguém? - a garota encarou séria os outros membros do grupo.

 

"Amigo que não é, ou não estariam se escondendo."

 

- Mas que tipo de música a Yuki vai cantar? Não gosto muito de música lenta... Façam silêncio pra Yuri cantar!

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Se tudo der certo o melhor realmente é que marinheiros e piratas se enfrentem e com as prováveis yonkou e almirante na ilha, o melhor mesmo é deixar as duas facções gastarem sua força uma com a outra, com essa brecha vamos conseguir cumprir nossa missão com relativa facilidade, contudo, no entanto, todavia, eu não desejo matar marinheiros para pegar suas recompensas, meus motivos são bem mais pessoais, o que tiver de ser, será, vamos em frente para ver o que acontece. Sobre os mecanismos de defesa da ilha, estou um pouco curioso para saber como irão agir, talvez ate dê para usar isso em nosso favor e a ilha se vire apenas contra a marinha.

 

- Se a ilha for muito problemática eu posso tocar fogo em tudo, já tenho experiência com isso e garanto que os animais próximos irão fugir, o problema é que vai chamar muito a atenção para cá, em todo caso, estejam abertos a essa possibilidade, porque se precisar se usada, já estou pronto. - Comentei com o grupo, era bem verdade que isso nos ajudaria, mas eu estou mais afim de tocar fogo em outra floresta mesmo, podemos dizer que criei gosto pela coisa.

 

O Ás de espadas logo partiu e nosso líder era o rei de espadas, antes de sairmos de vez nos é entregue um mapa com a nossa rota, além de uma breve explicação sobre a mesma, como também sou um navegador relativamente qualificado, vou dar uma olhada mais atenta para ver se existem rotas alternativas, não tem problema nenhum saber outros caminhos da ilha, é melhor conhece-los e não usar do que ir na ignorância ou desespero e ficar perdido por ai, numa ilha perigosa como essa, isso seria o fim. Não custa nada olhar um mapa mesmo, vou aproveitar a oportunidade.

 

A flora local ia se alterando conforme avançamos na mata, logo as plantas deixam de ficar menos coloridas e tudo parece um pouco mais sombrio - Será que era a esse tipo de mudança que o ás estava se referindo? E ninguém notou que Koba ficou para trás? - Perguntei para o grupo, todos estavam tão concentrados que esqueceram disso pelo jeito... Os cogumelos eram bem estranhos, sabe aquele ditado não mexe com quem esta quieto, pois então, vou ficar aqui de boa sem cutucar ou incendiar nada, confesso que ficar assim está me deixando ansioso, não sei quanto tempo mais consigo ficar com essa sensação sem fazer uma besteira...  

 

Leonard quebrou o ritmo, ele parece ter sentido algo se aproximar e deu um aviso, como não vou ficar dando sopa pro perigo logo segui sua ideia, não sei o que é ainda, na verdade nem senti nada, vou usar meu haki para ver se descubro algo. Yumi usar suas habilidades de animadoras, já sei bem do que a loba-chan é capaz de fazer, como ela não disse par por tampões de ouvido dessa vez, tudo deve ficar bem, vou me preocupar apenas com o nosso entorno.

 

Caso aparece uma presença hostil nos arredores, não posso lançar bolas de fogo ou atirar de metralhadora porque isso denunciaria nossa posição, as outras opções são cortes de ar e uma luta mais próxima, a principio vou ficar apenas de alerta caso nosso grupo sofra ataques da ilha e se por acaso a música de Yumi não der jeito, vou lançar cortes de ar em direção a ameaça. Realmente é um droga lutar sem saber os poderes dos outros, daqui só conheço os de Yumi e Koba, os outros são incógnitas, que saco... - Fiquem atentos, não sabemos o que vem por ai - Alertei a todos antes de me preparar para o combate.

 

Spoiler

Nome da Técnica: Cortes de Ar
Tipo de técnica: Profissão
Descrição: Consiste em usar o clima tact do guarda chuva para concentrar uma determinada quantidade de ar em um pequeno ponto, para em seguida lançar o ar em direção ao inimigo. A rajada de ar sai em forma de meia lua da arma e tem o tamanho de uma adaga aproximadamente. Um outro uso dessa técnica é na forma de um potente jato de ar.

 

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Após mais algumas trocas de palavras, o grupo estava pronto para partir, menos o aluno que preferiu ficar na praia fazendo castelinhos de areia, ficou surpreso por Aurora não ter pedido para todos esperarem um pouco para ela também fazer um. Quem acabou por responder a pergunta de Angus foi o navegador que também entregou um esboço de mapa para todos ali, como Alfred se mostrou um ótimo navegador, Angus deu de ombros quando o homem disse que tinha na cabeça a rota que iriam seguir. 

 

Seguiu ao lado de Aurora quando o grupo começou enfim a caminhada, estava pronto para segurar a menina no menor indício de que iria se embrenhar no mato atrás de algum bicho bonitinho ou planta que chamasse sua atenção.

 

A bonita floresta que cercava o grupo durante o avanço mudou e se tornou algo bem estranho a Angus, as arvores deram lugar a cogumelos sem vida tão altos quanto elas, a vegetação rasteira cobria o chão. Assim como todos os outros não pode deixar de observar os cogumelos e as flores enraizadas em suas bases, aparentemente causando a cor do fungo. Ouviu a voz de Leonard pedindo para pararem, porém nesse momento olhou para cima, sentiu presenças distantes se aproximando do grupo, sem por parte deles hostilidade porém isso provavelmente se dava por não terem notado o grupo, ainda. Por baixo de sua máscara sua expressão era de surpresa. Eram insetos gigantes.

 

- Fique perto - Falou para Aurora.

 

Viu que Leonard também era usuário de Haki, pois também notou a presença, pediu para sua amiga se preparar e também fez seus preparativos, Angus pensou em lançar uma neblina ao redor do grupo, mas decidiu por não, o computador de bordo do Leonard era muito mais capaz do que o habitante do céu.

 

- São insetos voadores gigantes. - Anunciou ao grupo enquanto ignorava as batitinhas de Aurora em seu ombro, notou que não falaram nada sobre o que se aproximava, então pensou que talvez ainda não soubessem. Melhor ficarem surpresos agora do que no momento que precisem se defender. - A música não vai ser pra você dançar

 

Não tirou os olhos da direção que sentia as presenças, lembrou-se que a ilha não só era morada de Althea como também primeira linha de defesa da pirata, assim como tudo que nela estava. Talvez batedores? Patrulhando? Não pensou na possibilidade dos insetos gigantes serem apenas, bem, insetos. Como estavam em território inimigo seria sábio entender como inimigo qualquer nativo, ainda mais se forem insetos gigantes.

 

- INSETOS GIGANTES VOADORES, UMA DAS MINHAS MELHORES OBRAS. PREPARE-SE ANGUS. O DIA DO SEU JULGAMENTO CHEGOU, VOCÊ ESCOLHEU ME NEGAR, AGORA IRÁ SENTIR MINHA IRA! 

 

Ignorou a voz em sua cabeça, estava focado na aproximação dos insetos, esperava que as habilidades de Leonard dessem conta de esconder todos, porém estaria pronto para usar Stribog caso os insetos atacassem o grupo.

 

 

 

Spoiler

Nome da Técnica: Stribog

Tipo de Técnica: Profissão - Navegador

Descrição: Cria a diferença de pressão pelo aquecimento e resfriamento da atmosfera, favorecendo assim a criação de ventos velozes gerando um grande tornado com tamanho de acordo com o rank do item. O poder/tamanho do tornado depende depende diretamente do Rank na profissão.

 

 

 

 

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There was nothing to fear and nothing to doubt.

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 3º Turno 

 

Floresta - Piratas - Dia

 

Escondidos, Archie e John aguardavam a chegada de seus inimigos enquanto seus outros aliados, juntamente de Bob, tomavam suas devidas posições. A maior parte dos piratas optou por ficar perto da cachoeira para evitarem ataques por trás, enquanto Marley, um pouco mais corajoso e imprudente que os demais, posicionou-se em frente às casas, buscando chamar o máximo de atenção possível. De qualquer forma, demoraram algumas horas até que os inimigos surgissem. Contudo, diferentemente do esperado, a espécie de adversário que os aliados de Althea teriam que enfrentar não trajava azul e nem lutava pela justiça. Pelo contrário, tratavam-se de outros companheiros de carreira : os famosos piratas do shichibukai Harriet.

 

- É, isso vai ser mais problemático que do que eu pensei. - Bob afirmou enquanto coçava a cabeça. Pelo visto nem ele e nem os demais haviam considerado a possibilidade da Marinha utilizar seus mais novos aliados naquele embate.

 

De qualquer forma, mesmos surpresos com a chocante notícia, os mercenários não exitaram e logo iniciaram o confronto, dando início à um pequeno pandemônio em meio ao paraíso natural em que estavam. Observando os arredores, e as faces dos presentes, a dupla acabou notando que a maior parte deles eram piratas famosos que de certo possuíam uma força considerável. Por outro lado, por mais que os inimigos tivessem poder, uma parte deles parecia ser sido avariado no caminho até ali, como era visível pelas marcas de mordidas nos corpos de alguns e pelas expressões de dor de outros, que pareciam ter sido afetados por outro tipo de ataque. 

 

Enfim, enquanto a batalha se desenvolvia e Bob atropelava alguns coitados com a sua forma de dinossauro ancestral, um ser com aparência de tigre de bengala surgiu saltando por entre as árvores e pousando logo em frente ao lago com sua katana em mãos. Tratava-se de Romeu, um dos homens mais proeminentes de Harriet e de certo um dos mais misteriosos, já que ninguém até então havia conseguido descobrir se o pirata sua raça devido à sua aparência peculiar. Por um lado, alguns argumentavam que ele era alguém usando uma zoan devido aos seus atributos físicos de dar inveja, enquanto outros chutavam que Romeu fosse um mink, já que ele sempre desaparecia em noites de lua cheia. No final das contas, pelo menos até o dado momento, ninguém havia descoberto a identidade do felino, e se dependesse dele, as coisas continuariam assim "ad eternum".

 

- Vocês não pensaram que passariam desapercebidos né ? - Romeu falou enquanto olhava para a dupla de protagonistas. Observando o tigre mais de perto, dava para se notar que ele tinha cerca de três metros e um porte físico exemplar. Provavelmente era o sonho de consumo dos amantes de furries, mas essa informação não era relevante para o momento.

 

Logo após a sua fala, com um golpe ágil, ele lançou um projétil de ar comprimido em direção ao tronco da árvore em questão, buscando parti-la ao meio. Com a espada ainda em mãos, ele optou por observar como os dois se virariam antes de continuar sua ofensiva de costas para o pequeno e raso lago dali.

 

***

 

Floresta dos Cogumelos - Spades - Dia

 

Spoiler

 

 

Encabulado com a possibilidade de existirem perigos naturais naquela região, mais em especial advindos das pequenas flores vermelhas distribuídas pelo local, Leonard decide fazer um "check-up" dali com seus equipamentos ultra tecnológicos desenvolvidos pelos alunos do Senai. Ao mesmo tempo que isso ocorria, o mesmo caçador tomava providências para que o grupo continuasse desapercebido, e assim, evitasse conflitos desnecessários com os animais locais.

 

De qualquer forma, escondido na invisibilidade juntamente do restante de seu grupo, o logia concluiu sua analise. O resultado ? Dentro do esperado. De fato as flores vermelhas estavam servindo como meio de coleta de nutrientes para plantas de tamanho maior, para ser mais preciso, cerca de uma dezena delas, pelo número de raízes interligadas em um só ponto. Não dava para se afirmar ao certo o tamanho dos receptáculos de nutrientes, mas considerando o quão grandes eram os cogumelos, eles não deveriam ser pequenos e nem mesmo frágeis.

 

Dando uma boa olhada no que os aguardava mais para frente, o Rei também notou que existiam alguns aquíferos distribuídos pela rota que passariam. A maioria deles contava com uma fina camada de terra os protegendo, o que poderia ser um risco para certos indivíduos. 

 

- Garota, acho que nossos amigos perceberam a nossa presença. - Alfred falou em tom frio enquanto fazia algumas anotações em seu mapa. Aparentemente ele estava cogitando mais algumas outras possibilidades de caminhos em virtude das companhias indesejadas que haviam acabado de aparecer. 

 

Notando que a maioria dos "besouros" havia de fato percebido o grupo com um HdO de rank aparentemente mediano, Yumi inicia a execução de sua performance e consegue domar cerca de metade deles. Os outros, aparentemente com um pouco mais de força de vontade e com barulhos criados pelas asas do líder dos insetos conseguiu se manter sã. Divididos entre dois grupos, o líder dos insetos decidiu parar a ronda e fez com que seus aliados parassem em frente aos dominados em posição de ataque enquanto pareciam se comunicar. De qualquer forma, mesmo não sabendo a língua dos besouros gigantes, Suzume deveria fazer alguma coisa se quisesse impedir algum pandemônio entre eles.

 

Aliás, o coitado do papagaio Malaquias também havia sido afetado pela música da caçadora de tabela, já que também era um animal, e parecia estar pronto para seguir os comandos da animadora. Se estivesse nos planos da Tecelã fazer alguma coisa com a ave, esse era o momento para tal.

 

Ao mesmo tempo que a animadora produzia sua melódia, o chão debaixo dos CdRs também começava a tremer em pequena proporção, como se algo estivesse se mexendo debaixo deles em reação às ondas sonoras produzidas na superfície juntamente com o som das asas dos besouros. Alguns mais proeminentes no uso HdO ( Rank B ) poderiam notar que cerca de 10 seres vivos estavam se aproximando de onde eles estavam em alta velocidade, enquanto os outros somente sentiam a vibração em seus pés. De qualquer jeito, eles não demorariam mais do que alguns segundos para alcançar a superfície, embora seus objetivos ainda fossem obscuros.

 

Enquanto isso, tendo seus animo refrescado por uma breve brisa marítima que passou por ali convenientemente, Koba continua a construção da sua obra de arte. Nesse momento da aventura o castelinho já havia tomado proporções bastante expressivas, mas aparentemente ele não estava agradando todo mundo, já que um trio de caranguejos furiosos estavam avançando em direção à construção. Será que nosso grande aventureiro teria o vigor para defender a construção ou ele optaria por usar algum dos recursos que tinha para achar seus amigos ? Isso nós só descobriremos na próxima mestragem.

 

 

***

 

Avisos :

 

  • O prazo será de 72hrs para postar. Acabar o prazo o tópico vai se trancar automaticamente, como está rolando no tópico do keel.
  • Eventualmente, algum tipo de item estranho pode aparecer durante a jornada de vocês, dependendo de como vocês joguem. Obter esse item poderá ser um pouco mais difícil que o normal e você só saberá que tipo de item é ao conquistá-lo.
  • De resto vale as regras do tópico de inscrição. Vou comunicando as coisas na MP que fiz com vocês e pelo discord. 
  • Caso restem dúvidas sobre a possibilidade de existir outra zoan do animal tigre, olhem o caso da zoan do cachorro linguiça.
  • @Keel Lorenz@ryu-ryu @Sesshoumaru @Aglow @ShinoNaro @Dracon @Hemurin @Ayami @Fuyu
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Słodki Flirt, gra, w której podrywasz chłopaków i umawiasz się na ...

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Construir um castelo de areia a princípio parece ser uma tarefa extremamente fácil; basta adicionar água a areia em um volume pequeno, o suficiente para deixá-la com a textura de barro e, assim, ser capaz de moldá-la ao seu gosto. Algo tão simples que até mesmo uma criança de cinco anos na sua primeira vez na praia conseguiria fazer.
 

Mas, na verdade, não era. 


A água salgada, as pancadas aleatórias de vento que vinham do mar, a temperatura ambiente e o horário influenciavam se você iria obter êxito ou não na construção de um bom castelo de areia. O que, no meu caso, devido a grande quantidade de pessoas próximas que iam e vinham trocando informações e realizando preparativos para adentrar naquela ilha, era só a ponta do iceberg de problemas que eu devia me preocupar. 

 

Ainda assim, eu não deixei que a minha determinação fosse abalada. Não mesmo. Ao invés de desistir do castelo de areia, eu me foquei tanto em construí-lo que, em algum ponto, todo o barulho de conversa sumiu e eu nem percebi que havia sido deixado para trás - sozinho - como eu bem queria. Graças a isso, depois de um tempo que eu chuto ter sido ONZE DIAS naquela construção, ela finalmente estava concluída. 

 

- Finalmente a minha Escola de Areia está pronta... FINALMENTE! HEY, MALDITOS! VENHAM VER A PERFEIÇÃO QUE EU ACABEI DE CRIAR! - Bradei finalmente olhando para trás e percebendo que eu estava sozinho. 

 

Em uma expressão de “Eu não acredito que esses filhos da puta me deixaram pra trás”, observei melhor ao meu redor para ver se encontrava em quem eu iria descontar a raiva que estava sentindo no momento, mas tudo o que vi foram três caranguejos tão putos quanto eu vindo na minha direção. A princípio a minha ideia era literalmente inflar minha perna direita e bicar as três criaturas pro outro lado da ilha, mas, respirei fundo e logo entendi quem estava errado ali. 

 

Não eram os animais em seu habitat natural, mas sim eu, o humano que estava lá futucando toda a areia onde eles provavelmente caçavam seu alimento para sobreviver. A sobrevivência não se limitava só a mim, um simples estudante com o sonho de se tornar o Rei das Escolas um dia, mas também a pequenos animais marítimos como aquele que só espumavam pela boca e andavam de lado. 

 

- Tsc. Tá, tá. Foi mal, porra. Vou deixar a praia de vocês em paz, beleza? Aproveitem a escola que eu criei ali e cuidem bem dela. Se eu voltar e vê um pedaço que for destruído, os três irão virar o meu jantar. Entendido? 

 

E fechando o punho para causar uma pequena explosão de aviso, parti em direção a floresta.  

 

Ainda bem que eu nunca havia faltado a aula de escoteiro, caso contrário, eu realmente estaria com problemas ali. Depois de ter rasgado diversas vezes o que deveria ser um mapa nas minhas inúmeras tentativas de fazer uma boa bandeira para pôr no topo da minha escola de areia, a qual no final havia dado certo e eu consegui uma ótima bandeira branca, tudo o que me restava era seguir os ensinamentos contidos na minha cabeça. 

 

Ensinamento número um: Procurar por pegadas. Essa parte foi extremamente fácil já que a areia da praia me ajudou bastante a descobrir por onde meus companheiros de excursão escolar haviam ido, porém, não durou por muito tempo. A grama veeeeeeerde e rasa que começou a tomar conta do solo acabou com a minha esperança de achá-los facilmente, uma vez que pegadas não só não ficavam marcadas como também a grama ia dissipando a areia dos pés deles. 

 

- OOOOOOOOOOOOOOOI, CONSEGUEM ME OUVIR? OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOI!  

 

Ensinamento número zero: Se você esquecer os ensinamentos depois do número um, grite e peça ajuda. 

 

Mas também, quem caralhos estuda para se tornar um escoteiro? Que tipo de futuro é esse, ficar andando na mata, subindo montanha e comendo cocô de esquilo? É óbvio que, apesar de frequentar as aulas, eu não iria prestar atenção no conteúdo; ou possa ser que até tenha prestado, mas, com a minha mente estudantil avançada, essas informações foram apagadas e substituídas por outras mais importantes. Sim, só pode ter sido exatamente isso o que havia acontecido.
 

O problema era que isso não me ajudaria naquele momento, mas encontrar alguém que pudesse, sim.  

 

Em excursões escolares era comum alguns alunos mais lesados se perderem da sua turma e irem em direções diferentes, as vezes se metendo em encrenca e mobilizando um corpo de bombeiros inteiro que estavam sem nada para fazer só para procurá-los. Só que esse não seria o meu caso. Ao invés de continuar chamando por alguém que nunca iria me ouvir, e já que haviam cogumelos gigantes por todo o lado, faria um breve alongamento nas pernas e então usaria a minha força para saltar até a mais próxima e assim buscar chegar até a que estivesse mais alta possível. 

 

Uma vez lá em cima, buscaria mais uma vez por informações. 


Informações essas que não vieram. 
 

A maldita ilha era atolada de árvores que escondiam o solo mais do que eu escondia as minhas notas baixas de matemática da Diretora, mesmo que eu estivesse ali não iria conseguir ver nada além de verde das folhagens e marrom dos cogumelos. Uma veia de raiva saltou sobre a minha testa e, em um sorriso não muito simpático, inflei minhas pernas e em um salto as explodi – decidindo me locomover pelo alto das árvores. A viagem seria muito mais rápida e no primeiro sinal de vida humana, eu desceria.
 

Mas não de uma forma normal, senão não seria eu. 
 

Assim que'u ouvisse a voz dos malditos que me deixaram pra trás e não me ajudaram na construção da minha escola de areia, eu inflaria os braços e desceria com tudo até o chão, socando-o para causar uma explosão alta o suficiente para assustar até a vida passada deles. Claro que não miraria no grupo já que minha intenção não era ferí-los, (ok talvez só um pouco), mas sim de causar um pequeno sustinho
 

- COMO VOCÊS COMEÇAM A EXCURSÃO ESCOLAR SEM O REPRESENTANTE DA CLASSE, MALDITOS? VOCÊS QUEREM QUE EU OS EXPLODA AGORA OU DEPOIS, HÃÃÃÃÃÃÃÃÃN!?!?!?!?


Perguntaria PUTO da vida, sem a mínima intenção de parecer calmo ou de me querer acalmar. Naquele momento eu realmente queria que tivesse algum louco o suficiente para falar um A torto pra mim, que aí sim, a porrada ia estancar e eu não responderia por mim. Ao menos as minha ações iriam esquentar as coisas por alí já que, vendo que o lugar era só mato e árvore, deveria tá chata pra caralho.
 

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O resultado das análises ao mesmo tempo preocupou e tranquilizou o sniper. Por um lado, sua hipótese de que flores começariam a brotar do nada nos companheiros para absorvê-los vivos tinha sido completamente refutada. Por outro, havia algum outro tipo de perigo para enfrentar. Pelo que em breve perceberia, porém, talvez o inimigo estivesse em uma forma relativamente mais conveniente de se enfrentar do que havia imaginado.

 

"Em torno de 10 alvos… A aproximadamente…?" - continuou a observação, tentando memorizar melhor a posição das raízes e estruturas de interesse.

 

Havia percebido uma série de aquíferos, que também poderiam ser uma ameaça para os akumados do grupo. Entretanto, caso passasse suas localizações para Alfred - após o fim daquele empecilho-, o navegador poderia traçar uma nova rota, evitando-os. Ou, no mínimo, poderiam prosseguir caminho sabendo quais pontos deveriam tomar cuidado.

 

Falando em Alfred, foi exatamente sua fala que alertou Leonard de que a viagem seria mais turbulenta do que o previsto. Diante do sucesso, mesmo que parcial, do plano de domar os besouros com a música, seus olhos cintilaram. Na mente do caçador, uma espécie de tabuleiro de xadrez nada ortodoxo se montava. Por isso, ficava claro que mesmo o controle de apenas metade dos besouros já significava um cravamento muito significativo para as peças inimigas. Mesmo com a presença do líder  - claramente uma peça de valor superior -, ainda que os domados não fossem capazes de efetuar uma troca de 1 por 1, tinham a vantagem no grande esquema das coisas. E não apenas no quesito poder, como também no quesito tempo: já que os besouros estariam ocupados estranhando-se e lutando entre si e, a princípio, seu grupo não. 

 

Entretanto, o sorriso convencido do caçador não durou tanto assim. Logo pode sentir vibrações e reações no seu Haki que remodelariam completamente o tabuleiro calculado. Imediatamente fitaria os arredores, julgando quais eram as áreas mais seguras ao redor. Considerando que o caminho adiante ficava às 12 horas e a praia às 6, a princípio Leonard queria comandar um recuo na diagonal para trás, às 8 ou 4 horas. Contudo, mudaria sua decisão caso houvesse outra alternativa longe das 12 horas - onde haviam armadilhas naturais de água - que fosse mais segura.

 

- Hmpf… - resmungou com desdém - 10 hostis emergindo. Salto evasivo às 8 horas* - comandaria, lacônico e extremamente focado no embate que deveria começar.

 

- Entendido! - respondeu Machina, imediatamente cessando a habilidade e recuando próximo do ombro de seu criador, pronto para receber novas ordens.

 

Simultaneamente pensando na discrição da operação, Leonard julgou que seria chamativo demais deixar que as lutas se desenrolassem no céu. Afinal, julgava que a vista de um bando unido virar-se contra si mesmo era alto um tanto exótico. E atrair olhares curiosos era a última coisa que queria naquela situação. Aliás, a ordem de se esgueirar por entre a selva provavelmente tinha esse exato motivo. Na análise do comando da Spades, a cobertura vegetal deveria fornecer uma vantagem e tanto no quesito discrição. Por isso, enquanto saltasse na direção segura numa diagonal para trás, trataria de forçar o tabuleiro a se moldar ao seu favor.

 

- Dark Field… - balbuciaria, então, ativando sua habilidade enquanto recuava.

 

Criando vetores de atração nos besouros em direção ao solo, Leonard empregaria seus poderes para fazê-los pousarem imediatamente e à força. Compelir que aquela frente de batalha fosse para o chão não apenas aumentaria a discrição, como também aumentaria o número de aliados disponíveis para realocação no tabuleiro de Leonard. Afinal, boa parte dos combatentes de seu grupo eram mais proficientes e menos chamativos no combate corpo-a-corpo.

 

Utilizando-se da liberação residual de matéria negra gerada por Dark Field, Leonard prepararia algumas defesas menores de Gravitational Lensing. Então, usando de seu HdO e capacidades de atirador, reposicionaria as barreiras de acordo com os eventuais danos que o ser do subsolo pudesse causar. Naturalmente, teria cautela com os cálculos de redirecionamento dos trajetos, pois não queria que os ataques desviados acabassem atingindo algum aliado. Além disso, em último plano, tentaria devolver os ataques lançados para os inimigos, se possível.

 

* Eu coloquei 8 horas, mas o Leonard pode dizer diferente dependendo do que o mestre disser que ele julgou melhor.

 

***

 

Spoiler

 

The True Sight

Rank: S

Descrição: Por toda sua extensão, especialmente no visor ao centro da face, existem sensores capazes de analisar e mapear o ambiente ao redor do usuário. Sendo assim, no interior de seu capacete está localizada uma tela holográfica, a qual exibe as diversas informações coletadas a respeito da armadura e do meio. O visor em questão pode ampliar imagens - para fins de disparos de precisão - exibir a visão em diversos comprimentos de onda, fornecer sonar, radar e, por fim, uma espécie de visão especial em wireframes. A última, em específico, nada mais é do que uma forma muito simplificada de visualizar o ambiente, mas que em contrapartida oferece a possibilidade de ver através de matéria opaca. Entretanto, ainda com este fator vantajoso, essa modalidade de visão não possibilita identificar seres-vivos através destes materiais, tornando-a em uma ferramenta bastante situacional.

 

Nome da Técnica: Dark Field

Tipo de Técnica: Ankoku Ankoku no Mi

Descrição: Usando a Matéria Negra, Leonard é capaz de gerar ou alterar campos gravitacionais tanto no plano horizontal, quanto no vertical. Sendo assim, é possível fazer com que áreas, objetos ou pessoas possam ser atraídos, repelidos, levitados ou ainda esmagados. Uma das consequências dessa habilidade é a capacidade de anular campos gravitacionais, que não só protege o usuário de suas próprias técnicas, como também concede a capacidade de voo.

 

Nome da Técnica: Gravitational Lensing

Tipo de Técnica: Ankoku Ankoku no Mi

Descrição: Com um balançar de mãos ou um simples pensamento, Leonard pode criar grandes quantidades de matéria escura, que exercem uma poderosa influência gravitacional nos arredores. Graças à sua natureza, o espaço ao redor se deforma, fazendo com que os ataques sejam desviados ao seu redor - como em uma espécie de lente gravitacional - e em seguida sejam redirecionados ao critério de Leonard. 

 

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Tão cedo chegaram ali, houve muito tempo para se posicionar antes da batalha e o caos se instaurarem, mais precisamente, algumas horas. Chegava a cogitar a possibilidade da lutar nem mesmo ter um início. - Fala sério, por mais quanto tempo vamos esperar aqui? As armadilhas devem ter dado cabo de todos eles. - Afirmou levianamente, apenas para ser contestada pouco depois. O silêncio era cortado pelo som de passos frenéticos que precediam a chegada de uma manada de piratas já abatidos, mas com sede para avançar. - ''No fim, os dois lados apenas usaram piratas para terceirizar a própria briga, enfim, não posso dizer que já não esperava por isso.'' - Tudo ocorria num pequeno intervalo de tempo; puxava do bolso conchas e as equipava cada uma numa das luvas. Não tirava os olhos dos incontáveis piratas com rostos familiares que faziam-se presentes nos dois lados, se gladiando. Suspirou profundamente, estava um pouco nervosa, não podia mentir para si mesma, mas quem também não estava naquele momento? Era a primeira vez em que encarava uma batalha de verdade, uma que apresentasse perigo a sua vida. E não demorou para o perigo encontra-la.

 

Se recompôs forçadamente ao perceber que estava sob a mira de uma fera (literalmente) cuja força não deveria ser subestimada a avaliar pela sua presença. - Ei... devemos ir com tudo pra cima desse cara. - Assim que terminou sua fala viu-se alvo de um ataque, não era propriamente o que ele mirava acertar, mas seria afetada se não reagisse. - ''A árvore inteira, sério?!'' - Pensando rápido, Archie apenas impulsionou-se transversalmente em direção ao solo para evadir o ataque. No chão, avançou rapidamente na diagonal do homem-tigre, atenta para desviar, caso necessário. Era arriscado, mas queria abrir uma brecha para Jhon. Suficientemente próxima, a garota desferiria uma saraivada de socos lacerantes ao longo do corpo do homem; graças aos dials, a cada soco um corte de vento era projetado, dessa forma, tentava descobrir se poderiam neutralizar ou ao menos diminuir a potência do fio de seus cortes. Caso fosse atacada e não houvesse tempo para desviar, usaria haki como defesa.

 

Spoiler

Nome do Equipamento: Axe Dial
Rank: C


Aparência: Uma concha comum

Mecanismos: Pode ser usado para atacar com cortes de vento.
 

 

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aesthetic, anime, and Cowboy Bebop image | Aesthetic anime, Cowboy bebop,  Old anime

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Olhando para o céu e vendo coisas enormes, levou um tempinho para Daisy assimilar que os bichos do tamanho de elefantes filhotes na verdade eram besouros - e, aparentemente, estavam putos por motivos desconhecidos. A loira nem notou que metade deles estava agindo de forma diferente por conta da música da parceira com orelhas de gato.

 

- Nossa, que besourões! Mesmo que eu tivesse uma plantação inteira de alecrim ou manjericão, ainda assim eu não tenho certeza se daria pra espantar eles. Nesse caso, só há um modo de distraí-los... - a garota então esticou os dois braços para frente e posicionou o coelho de pelúcia, como se fosse entregá-lo aos inimigos. - Gato, faz cocô agora!

 

"QUE? POR QUE?"

 

- Rápido, Gato! Se forem rola-bostas, você já sabe o que eles vão fazer quando virem o seu cocô. Aí a gente corre!

 

"Mas nem que eu tivesse uma diarreia daquelas eu conseguiria fazer a montanha de merda que você precisa pra distrair todos eles."

 

- Tá, então vamos voltar pro plano C. Será que essas plantas vermelhas são veganas e estão fazendo testes com os cogumelos gigantes para criar o hambúrguer com gosto de carne sem carne de verdade? Só há um jeito de descobrir!

 

Procurando um pedaço de carne em seus pertences, Daisy temperou-a com o alecrim que estava na mão e, com os olhos, escolheu um cogumelo próximo com as plantinhas vermelhas para jogar a carne. Posicionou-se para jogar a carne crua temperada e comentou com o grupo:

 

- Gente, é o seguinte. Se as plantas ignorarem as carnes, quer dizer que são veganas e não devemos nos preocupar. Caso não... Bem, já sabem. Vamos ficar longe delas e tentar um caminho alternativo.

 

Se sentindo desafiada pelas plantas que poderiam estar fazendo experimentos para encontrar algo que tivesse o sabor de carne, mas sem ter carne de verdade, Daisy lançaria o pedaço temperado tentando acertar uma planta. Ansiosa para saber o resultado daquele teste, Leonard trouxe novidades nem tão legais assim: 10 novos amiguinhos iam se juntar ao grupo por baixo.

 

- E eles vão sair aonde? Aqui? - a garota perguntou apontando o dedo para o pedaço de terra embaixo deles. - Ou Ali? - Daisy apontou para o chão logo à frente. - Se a gente tem que pular às 8 horas, que horas são agora? Acho que estamos atrasados! Pulamos mais vezes pra descontar o atraso?

 

"É pra você pular pro sudoeste, sua burra!"

 

- Aa, certo. E pra que lado fica o sudoeste?

 

"Cala a boca e pula pra onde Leonard pular."

 

Não sabendo diferenciar nem direita e esquerda, Daisy esperaria alguém apontar ou pular pro lado certo para seguir o movimento depois.

Edited by Hemurin
tirei um M perdido
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