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[The New Age] Thalassophobia


Keel Lorenz
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The New Age Thalassophobia           ***     A Alta Cúpula     Ilha desconhecida; Meses atrás.   ***   As passadas de um salto alto eram facilmente audíveis por todos os elementos naqueles suntuosos corredores de mármore. Sua emissora, uma mulher bela e esguia, vestida de branco, avançava quase que nervosamente em direção às portas do grande salão secreto.

The New Age Thalassophobia           ***     5º Turno     Em algum lugar dos mares do Novo Mundo;      ***     @Sovereign Hajime @Diable @Bills   De fato, os integrantes daquele trio não eram os únicos que estavam estranhando a presença dos guardas. Muitos outros, naquele silêncio coletivo que precedeu o lançamento dos pods, também estavam formulando suas hipóteses a respeito daquelas… en

The New Age Thalassophobia                     ***                         13º Turno Em algum lugar dos mares do Novo Mundo;       ***   @Nie @Harper   Conforme olhasse para trás, veria que entre as entranhas e cadáveres, não haviam vestes que não fossem as de marinheiros. Nenhum dos que não haviam sido desfigurados lhe pareceram familiares. Depois do que havia feito, era um tanto inviável descobrir se havia matado a tripulaçã

    Depois de longos anos aposentado, diversos pensamentos passavam pela cabeça do mágico Kyon Night. Servindo como uma espécie de agente fantasma dos Spades, além de uma curta carreira pirata antes disso, havia aprendido diversas coisas acerca das principais organizações do mundo. Spades, Marinhas, Piratas, esses não estranhos ao rapaz. Todavia, os revolucionários o intrigavam. Era a organização cujas ações faziam menos sentido do ponto de vista lógico. Concluiu que trabalhando para eles, ao menos por um curto período de tempo, levaria a conseguir informações sobre a organização, essenciais para expandir suas conexões. O objetivo de Night era derrubar seu Nêmesis, Edwin, e por consequência seus aliados, incluindo um bastante problemático.  E após perder quase toda sua tripulação no passado, alguns para a morte, por sua arrogância, não pretendia mais tentar resolver tudo sozinho. Novos companheiros teriam que surgir, e ele esperava que naquele lugar, fosse capaz de conseguir algum deles.


   Kyon já havia visto diversas coisas esquisitas em sua vida, como akumas no mi completamente quebradas que envolviam coisas como sonhos e telecinese. O mundo, entretanto, não parava de surpreender o rapaz. Um navio vivo era algo novo. Os tons vermelhos pareciam músculos do corpo humano, como se a pele tivesse sido completamente arrancada. Um ambiente assustador para alguns, mas tranquilo para alguém que já havia cruzado com o maior psicopata dos mares ao menos 3 vezes em sua vida.

 

   Durante a viagem, o mágico manteve uma calma expressão, evitando esboçar sorrisos, na maior parte do tempo. Em alguns momentos, porém, memórias acompanhadas de traumas do passado assolavam sua cabeça, o deixando visivelmente angustiado. Aproveitou grande parte dos momentos observando seus companheiros de quarto, hábitos, armas, cor das peças íntimas, qualquer coisa que lhe desse suas valiosas informações, qualquer uma que pudesse lhe servir como uma peça para dar um check-mate em Edwin. Em seu tempo livre, fazia pequenos truques de mágica para si mesmo, que o traziam lembranças dos mais alegres dias de sua vida.

  

    Com o passar dos dias e uma aparentemente interminável viagem, resolveu tomar uma atitude mais direta. Retirando um baralho de seu kit de mágica, começou a embaralhá-lo calmamente, pouco antes de quebrar o gelo daquele lugar:

 

   - O que acham de um jogo de 21?- Perguntou o rapaz, mostrando aos demais a carta do topo do baralho, um ás, antes de retornar a embaralhar.- Porém vamos deixar o jogo mais interessante. Iremos apostar algo... peculiar. O jogador que fizer a pior pontuação terá que mostrar aos demais suas mais preciosas memórias. Que tal? 

 

    Após terminar de embaralhar, deixou uma última consideração:

 

   - E não se preocupem com a iluminação de merda desse lugar.- O mágico prosseguiu retirando sua usual luva da mão esquerda, revelando um membro robótico. Em seguida, seu dedão dobrou, revelando um isqueiro simples, dando alguma iluminação a mais aquele maldito quarto.- Posso dar um jeito nisso, por um tempo, kukuku.

 

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Inspirada por uma criação aristocrática protagonizada pelos maiores generais que sua região natal já viu, a senhorita Wittelsbach tinha como plano sair da sua zona de conforto. Certamente dentro dela poderia se tornar uma das maiores estrategistas de seu país, mas jamais uma das maiores do mundo. Seu objetivo certamente era complexo, porém as circunstâncias atuais contribuíam de forma extremamente favorável ao seu favor. Apesar de planejar mergulhar na carreira revolucionária para adquirir experiência e contatos, fisgaria a oportunidade que possivelmente seria a mais importante de sua vida; pouco tempo após entrar nas forças revolucionárias, seria convocada ao que chamaria de "a oportunidade de uma década". Em um fracasso, certamente perderia todas as suas chances de ascender rapidamente na carreira; caso bem sucedida, adiantaria sua carreira em ao menos cinco anos.

 

Em um das maiores — quiçá a maior — incursões da engenharia moderna, aquela operação demonstraria ser totalmente fora da curva. Não só a embarcação, como também figurões e outros indivíduos recrutados de todos os cantos do mundo revelariam que aquela operação seria de suma importância não só para os Liberatores, como também impactaria diretamente os futuros acontecimentos do mundo.

 

Apesar da localidade simplória que se estacionara, Michaela von Wittelsbach demonstraria passivamente toda a sua fidalguia. Enquanto as tropas esperariam por ordem de seus superiores, prepararia uma rápida degustação de chocolates — hábito que floresceu durante sua criação, contrastando das demais nobres ao optar por chocolate amargo e café ao invés dos típicos chás e bolos finos — ao pegar uma pequena caixinha e apanhar uma ornamentada barra de chocolate. Sua paixão por alimentos amargos era evidente, tal como a expressão de prazer que fracassaria em ocultar totalmente, ao fitar aquele delicado alimento de cacau. Entretanto, antes aproximar uma das barras de sua boca, sentiu uma espécie de estalo em sua mente, fitando duas garotas dentro de sua zona de ataque. Perderia sua sanidade por alguns instantes, mas discretamente evitando que isso tome parte do seu semblante, liberaria apenas um sussurro quase imperceptível.

 

— Ara ara...

 

"HÃ?! Eu estou no paraíso?! Eu tinha como objetivo único subir na carreira, mas existe não só uma, mas sim duas garotas fofas! Uma possui seios volumosos, um belo rosto e um lindo cabelo azul-claro! Já a outra possui uma beleza nobre, e apesar de seu corpo hidrodinâmico, é extremamente fofa! Não consigo mais me segurar, preciso cas-ti-gá-las..."

 

Apertaria mais forte seu chocolate, e ao se preparar para o abate, o tempo ao seu redor figurativamente pararia. Subitamente uma versão chibi angelical de Michaela surgiria, iniciando uma batalha épica contra o chibi demônio que a controlava como uma marionete. Após uma discussão épica digna de anime um shounen — que evidentemente não será narrada nesse post — o lado angelical é declarado o vencedor, abatendo o demônio que controlava a jovem de cabelos de coloração caramelizada. 

 

"E-e-e-e-evidentemente isso é apenas um delírio da minha mente. Meu objetivo final é me tornar a maior conquistad...-" Novamente cairia em tentação com o duplo sentido do termo, voltando ao normal em uma fração de segundos. 

 

"Prioridades! Castigar uma garota fofa é um prazer temporário, mas a glória de conquistar um país será eterna!"

 

Apesar de cair em tentação por alguns segundos — que passariam como horas na mente da jovem sádica, diga-se de passagem — certificaria-se de responder de forma apropriada o rapaz que abordaria todo o grupo. Apesar de sua mente demonstrar uma natureza tanto... problemática, sua aparência externa permaneceria inabalável. Descobrir mais sobre seus companheiros seria possivelmente interesse de todos os presentes, então se certificaria de fazer uma boa primeira impressão. Aproximando-se de forma doce de Kyon, o fitaria enquanto paralelamente o encurralaria ao efetuar passos para frente, sorrindo para ele.

 

— Imagino que seja uma ótima oportunidade de nos conhecermos melhor! Certamente... — Interromperia sua fala por alguns segundos, tentando evitar seu hábito de encher sua fala de ornamentos complexos  — ... com isso teremos maior sucesso no campo de batalha, certo? Aliás, meu nome é Michaela. Como vocês se chamam? — Utilizaria de seu carisma para também trazer os demais para a conversa. Com uma entonação doce como o canto de uma sereia, certificaria de se apresentar como uma figura amigável.

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"Bom dia, boa tarde ou boa noite. Tudo bem com você? Digamos que comigo mais ou menos, caso seja educado e rebata a pergunta para mim após respondê-la. Antes que me pergunte porque "Mais ou menos", já irei explicando para poupar sua saliva. "Mais ou menos" porque... Eu não sei, e é isso, respondido!!! Enfim, vou parar com esses meus episódios de delírio. Pareço uma esquizofrênica jogando pensamentos aleatórios como se tivesse alguém lendo ou escutando mentalmente isso aqui. Talvez seja por isso que Kamille III-sama não me casou com algum príncipe encantado e rico? Eu merecia esse prêmio, ainda mais considerando que sou "A mais bela Hohenzollern". Mas quem disse isso? Adivinha... eu mesma! Não me critique por não ter todos os membros. Sou linda mesmo assim, Onii-chan! Sobre eu não me casar, perdão por desviar o assunto, é que eu fico num estado depreciativo por lembrar que provavelmente as chances de encontrar o Yin para meu Yang, alguém que queira uma sereia robô porradeira anarcocapitalista gatinha fofa baixinha loli legalizada como esposa são baixas. Sendo assim, eu irei morrer virg..."

 

Antes que eu pudesse cumprir meu "Pensamento", acordo, meio assustada por tudo ter sido tão rápido e justo na parte mais expositiva da sua linha sofrer uma interrupção brusca. Era só um sonho, no fim das contas e agora eu me encontrava deitada em uma superfície não muito confortável — Apesar de ser uma cama — posta contra uma parede incomum e com uma iluminação porca. Saudades de quando eu era uma nobre e tinha todos os privilégios do reino... Aliás, aonde eu estou mesmo? Ah, sim! Estou em um navio na Grand Line de posse dos líderes revolucionários. Liberatores, para ser mais específica. Lembro de concordar participar quando convocada. Não poderia perder uma das melhores — se não a melhor — oportunidades de servir à causa como eu prometi para Kamille III-sama. Conhecimento, experiência, moral destacada entre muitos e etc são as outras coisas que provavelmente eu poderei adquirir fazendo minha parte com êxito; talvez com minhas ações unidas a de meus companheiros impactando em consequências à nível global, também. Isso tudo fora o fato de me prometerem que meus feitos nesse movimento da organização seriam transmitidos até o conhecimento de minha mãe adotiva. Assim ela saberia que sua pequena filha não de sangue estava desbravando o mundo.

 

Por falar em "Companheiros", lembro-me de que não estaria sozinha, e por causa disso, buscaria descer da minha cama sem esquecer meus pertences, logo indo de encontro à aqueles que estariam do meu lado. Quando eu finalmente chegasse e conseguisse identificar com exatidão quem eram meus aliados, esboçaria uma expressão de insatisfação à primeira vista. Um cara de cartola, um comedor de casadas bem vestido, uma peituda meio moe de cabelo azul e uma psicopata. Todos pareciam... humanos. Qual o problema com isso? É simples, minha mãe adotiva Kamille III-sama me explicara que humanos são, em sua grande maioria, desprezíveis e maldosos que tratam os meus semelhantes — Sirenos e homens-peixes / tritões — como sub-raça, portadores de doenças, monstros violentos e perigosos e, acima de tudo, inferiores que só servem como mão de obra barata para satisfazerem seus desejos carnais e... não preciso dizer o resto, né? Seria difícil eu me abrir e confiar em todos eles, de fato; porém, por serem meus aliados e existirem "Humanos bons" — Lê-se "Confiáveis" — no mundo como Carmilla-san e Matthaus eu tentaria fazer um esforço para confiar neles mesmo que por dentro eu esteja receosa com isso. 

 

"Humanos... devo confiar neles? Não sei... mas, vou tentar."

 

Me manteria quieta a maior parte do tempo, analisando cada um com base no meu julgamento pessoal. Minha primeira reação aconteceria apenas após Michaela, uma de minhas companheiras, me encarar com seu olhar malicioso e fazer coisas estranhas com o chocolate em sua boca. Provavelmente estava pensando besteiras sobre mim, me levantando algumas hipóteses sobre ela não gostar da mesma fruta que eu, apenas me encarando para ver se eu reagiria positivamente ou negativamente, uma estratégia para saber da minha índole ou talvez eu apenas estava fazendo conclusões precipitadas sobre ela. Não dá para saber, apenas convivendo com ela até ter uma análise concreta a respeito da jovem. A segunda reação seria com Kyon, o garoto da cartola que — De forma eloquente — abordara a todos ali presentes nos convocando para um jogo de baralho, acendendo um isqueiro através de seu braço mecânico logo em seguida, indicando que ele também era um ciborgue, assim como eu. Convenientemente o mecanismo dele era útil para a situação extremamente específica em que estamos, com uma iluminação pífia. Talvez houvessem mais mecanismos e isso eu veria com o tempo.

 

Notaria Michaela se aproximar dele tomando a frente no diálogo do grupo. Ela parecia bastante extrovertida pela sua primeira fala, apontando um fato bastante verídico em sua segunda a respeito de nos conhecermos melhor e isso fortalecer nosso trabalho em grupo, também se apresentando. — Kamille. Prazer em conhecê-los. Espero que sejamos bons companheiros daqui pra frente e façamos um bom trabalho juntos. Vosmecê, da cartola, poderia dizer-me, por obséquio, quem criou este braço e qual a matéria-prima usada nele? — Finalizaria minha linha de diálogo com certa indiferença; demonstrando educação, porém, me apresentando e dando uma palavra de confiança, indagando Kyon no final. A frase quase engasga na minha garganta e não sai, mas, daria tudo certo, no fim. Não diria meu sobrenome por meus próprios motivos muito menos que eu sou uma sereia. Esta última informação seria mantida por muito tempo e nem mesmo eu tenho certeza se irei revelar em algum momento. Talvez minha parte ciborgue seria destrinchada depois, embora agora estivesse meu braço coberto pelas mangas de meu vestido e minha perna pela meia-calça colorida e decorada com símbolos de Copas que estou vestindo. Em uma possibilidade de luta — Altíssimas vide a grande importância desta missão para terem convocado revolucionários de diversas origens e habilidades  eles descobririam facilmente.

 

Toparia jogar com Kyon, pois, por algum motivo a carta de "Copas" parecia me dar sorte ou algo do tipo, buscando sacar as cartas assim que ele me oferecesse. Fitando por alguns a estrutura incomum e estranha Como eu já havia notado antes — do navio vivo, tentaria imaginar como algo desse tipo foi criado, tendo minha posição final sendo um pouco próxima de Urane, a que parecia a mais "Normal" dali, embora eu pudesse estar enganada a qualquer momento.

 

@Diable@Night@Pusheen@Sovereign Hajime

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- Sonic's the name! Speed is my game!

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Encostado em um canto qualquer enquanto avaliava sua própria situação, sem se perguntar como foi parar ali porque nem o próprio mestre deveria saber, Koichi acabou notando que uma outra pessoa havia acabado de ser jogada naquele mesmo recinto. Pela aparência do rapaz, o mesmo parecia se encaixar no estereótipo de espadachim boladão asiático que cometeria seppuku se pegasse a namorada fodendo com o vizinho. De cara o menino não gostou muito do tipinho do rapaz, contudo, considerando sua situação, não era como se Shinguji estivesse em posição de exigir algum estuprador, canibal ou coisa do tipo como companhia. Afinal, por mais que as torturas realmente fossem desagradáveis e Koichi estivesse contando os segundos para comer o cu de todos os marinheiros naquele recinto, estar sozinho conseguia ser algo ainda mais incomodo para o moleque, que era inegavelmente carente e viciado em atazanar os outros.

 

- BUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH ! - Assim que o cabeludo foi trancafiado ali dentro, o pirata iniciou uma choradeira estridente e beeeeem demorada. A intenção daquela ação, juntamente da fala seguinte, era conquistar a empatia do cabelinho de fogo que estava na frente dele, que em tese deveria sentir um mínimo de compaixão com relação à situação daquela não tão inocente criança. - ME PRENDERAM AQUI SÓ PORQUE EU SOU FILHO DO REI DOS PIRATAS ! ISSO NÃO É JUSTO ! ME TIREM DAQUI AGORA OU EU IREI MANDAR O PAPAI VOLTAR LÁ DO INFERNO PARA PUXAR O PÉ DE VOCÊS. - Ele continuava o seu teatrinho por pura diversão, esperando que alguns dos marinheiros ficassem putos com aquela barrulheira

 

De qualquer forma, assim que a situação se acalmasse depois daquela choradeira falsa, Shinguji voltaria sua atenção à um assunto que realmente importava : a sua fuga. Com um possível aliado criminoso, as cartas que tinha na mangá para voltar para sair daquelas correntes aumentavam, fazendo com que arriscar um contra ataque realmente valesse a pena. Eventualmente Koichi poderia esquartejar o rapaz assim que ele apresentasse algum sinal de hostilidade ou fosse chato demais, mas pelo menos por agora, ele seria uma boa ferramenta.

 

- Ei, seu moço do disco voador . O que você acha de fugir junto comigo ? O papai me ensinou uns truques enquanto ainda estava vivo e acho que posso tirar nós dois daqui se tiver alguma ajuda. - Por mais que a intenção fosse parecer uma criança normal, Shinguji pensou que deixar claro a sua capacidade de fazer uma coisa ou outra não era uma má ideia. Afinal, que tipo de imbecil aceitaria se aliar com um moleque melequento se ele não demonstrasse alguma serventia ?

 

"Me pergunto como aqueles degenerados estão se virando sem mim..." - Um questionamento avulso sobre seu bando lhe sobreveio enquanto aguardava a resposta do outro pirata.

 

Spoiler

O Koichi acha que ele é filho do Rei dos Piratas pq ele tem anmesia, pra quem não sabe.

 

a parte cortada é referência a música do Raulzito. Ele não falou realmente "do disco voador".

 

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Um espadachim exaurido mentalmente tentava relembrar como havia parado naquele lugar e situação. Saiu da sua ilha atrás de aventuras e nesse curto tempo conquistou uma recompensa pela sua cabeça e virou pirata, sinceramente na época não lhe importou muito, quiçá até foi uma massagem em seu ego ter sua força reconhecida, mesmo que erroneamente, contudo o lado ruim de tal recompensa o encontrou e mostrou a péssima escolha de ser considerado inimigo da justiça. Hiden, que viveu isolado em sua ilha por anos e neutro a rixa pirata vs marinha, já havia percebido que a instituição seria um empecilho em suas aventuras e isso lhe causava certa repulsa e indignação, se perguntava se demais piratas se sentiam assim ou simplesmente eram maléficos por prazer para manter a dualidade de tal briga. Voltou em si somente quando ouviu o grito e os contatos físicos nada amigáveis em seu corpo que se arrastava com certa dificuldade com tantas correntes em volta de ti, ainda sim tentava dar o seu melhor para se locomover e tentava não demonstrar nenhuma reação aos xingos. O escarlate se mantinha o tempo todo de cabeça baixa sempre olhando para o chão metálico e os sapatos pretos dos marinheiros, hora ou outra se atrevia a olhar para os lados e para a cintura dos marinheiros atrás de suas espadas, computando toda informação que podia mas na maior parte do tempo se mantendo um "preso obediente".

 

Apesar do seu esforço, ele não era recompensado e acabava empurrado pro chão frio e sujo, aonde se manteve até a cela ser fechada. - Tssch. - Pela primeira vez no seu rosto inexpressível surgiu uma ponta de desgosto com fúria que estava mantendo preso dentro de ti, com certa dificuldade e ajuda do ombro e cabeça, empurrou-se até que conseguisse sentar e buscou por alguns segundos se ajeitar como podia para ficar confortável e próximo das grades, por fim deu um longo suspiro que expulsava seu cansaço e revolta. "Uma mente clara e saudável e tudo que tenho para me manter são... Preciso controlar meus sentimentos." Pensamentos de seus ensinamentos formais de samurai passavam por sua mente enquanto seus olhos buscavam se adaptar ao novo ambiente, para que pudesse examinar cada espaço da nova cela. Evidentemente o que mais lhe chamou a atenção foi a criança que logo começou a chorar, Hiden o encarava por longos segundos e em silêncio até que sua face mudou para uma expressão de desgosto  - Quanto Roxo! - Soltou um baixo desabafo enquanto revirava o rosto. "Estar nessa embarcação já é uma merda por que nada aqui é quente, é tudo neutro ou de cor fria que só trás depressão e desgosto, certeza que é proposital pra fazer a gente ficar louco embaixo da água e preferir a morte que viver... Ai depois de todo esse sofrimento psicológico eu venho parar com uma criança mimada e escandalosa cheia de cor negativa!" Os ensinamentos formais foram descartados pois tanto sua mente, quanto seu corpo estavam em revolta.  

 

Recuperou-se do seu mini piti junto da calmaria da criança, essa que estava em um estado mais deplorável que o seu, o que deu o gatilho para imaginar o porque ele estava ali. "Para uma criança ser tratada assim, com certeza é perigosa e odiada, o que corrobora com sua historia pois já ouvi historias sobre o tal rei dos piratas... Resta saber se ele é um perigo para mim, pois até agora se mostrou só chorão... ou ele pode ser um anão querendo me enganar... Anões kakaka." Analisou o companheiro de cela com uma expressão neutra e desconfiada, porém a criança logo tratou de fazer um convite um tanto agradável ao espadachim. Apesar do primeiro parágrafo, Hiden não tinha se entregado e aceitado seu destino, cada ato seu até ali visava na brecha de conseguir armar sua fuga, seja pelas informações que tentava acumular ou pelo fato de se mostrar "entregue e desgastado" aos marinheiros. Juntou as forças que continha em suas pernas e buscou se impulsionar para conseguir levantar em um pulo, visando ser a sua melhor opção e caso perdesse o equilíbrio, jogaria seu corpo na parede para se estabilizar, se aproximaria do garoto mas mantendo uma distância segura enquanto encarava-o. 

 

- A proposta me parece interessante e vai de encontro com meus planos... Desde que o truque seja cabível, estou disposto a ajudar. - Apesar da primeira vista ter parecido apenas um shota chorão, a postura havia mudado e agora parecia ser uma criança interessante... ou um anão. A ajuda não caracterizava que o mesmo confiava no seu companheiro de cela, mas para Hiden era uma chance a mais de fugir, mesmo que isso fosse seguir o plano de uma criança (ou anão) pois além das correntes que o prendiam, infelizmente o samurai era quase um inútil sem uma arma em mãos, e talvez o roxeado fosse seu escape. - Eu sou Isao Hiden, e você? É um anão ou uma criança? - Enquanto ainda estava desconfiado que o mesmo podia ser um anão, ele também desviava o olhar para não precisar ver os olhos roxeados do mesmo. 

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Quando eu for devidamente vacinado, quero ser o chibli Rak

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   Enquanto observava as pessoas que teria que trabalhar finalmente se pronunciarem, Kyon se deu conta de que, por mais que não fosse o mais velho ou talvez o mais forte, era certamente o mais experiente, e que mais havia sido torturado pelos desafios que o mundo proporcionava . As duas primeiras pessoas a se pronunciarem foram uma Kuja e uma Sereia. A Kuja passava um ar de nobre masoquista, e se apresentou sorrindo para o animador, após aparentar ter um pequeno debate interno. Seu sorriso recebeu de volta uma expressão séria, fria, consequência de uma mente com um aspecto analítico, em conjunto com traumas que o impediam de sorrir mais do que poucas vezes. Ele encarou de volta Michaela, visto que assim a mulher havia se apresentado, respondendo-a de certa forma:

 

   - Me chamo Night. Kyon Night. - O rapaz deu uma pausa semi dramática , prosseguindo com uma assustadora presença: - Não me importo se vocês gostam de chocolate ou de coelhos gigantes. Só quero informações que possam ser importantes de suas memórias, isso é tudo.

 

   Diferentemente de Michaela, Kyon não fez questão de demonstrar ser amigável aos colegas. Não os conhecia, e não havia nenhuma motivação em fazer amizade com randons que poderiam morrer na próxima hora. Queria companheiros fortes, que lhes pudessem ajudar em seu objetivo. Fama. E a cabeça de Edwin. Após, foi a vez da sereia de apresentar. Night não havia conhecido sereias fora de histórias, de modo que o fato dela andar sobre aparentes duas pernas o surpreendia um pouco. De qualquer forma, a mulher se apresentou, e apesar de uma demonstração amigável, aparentava estar fazendo um grande esforço para isso. Kamille era seu nome. Ela também havia perguntado sobre o braço cibernético de Kyon.

 

   Seu braço... Apesar de defasado aquela altura, ainda era uma lembrança de o porque não devia simplesmente sair peitando npcs muito mais fortes do que ele. Não que isso tivesse colocado muito juízo em sua mente, mas ao menos a lembrança ainda estava lá. Com a pergunta da sereia, o mágico se colocou a responder:

 

   - Esse braço foi construído por um cientista, Hans. Essa merda já foi boa um dia, mas já deve estar bastante defasada diante dos inimigos que vamos enfrentar nesse tal de novo mundo.

 

   O rapaz, mantendo sua expressão séria, e de certa forma sinistra, resolveu contar uma história:

 

   - No passado fui um capitão pirata. Tinha um companheiro, Adolf. Ele confiou em uma mulher de cabelos vermelhos. No instante que ele virou as costas para ela, porém, percebi que era uma cilada. Ela mirou em suas costas, e arremessei uma carta.- Nesse momento, pegou um Rei de seu baralho. Suas memórias não eram cristalinas o suficiente para que ele lembrasse qual foi a carta, o que de certa forma frustrou o  rapaz.- Minha carta infelizmente não chegou a tempo, e Adolf morreu com um tiro pelas costas.

 

    Ele pegou sua bengala, com o braço humano, e foi apontando para cada um dos presentes. Foi possível notar que Kyon estava se tornando sentimental de mais:

 

   - Confie e será traído. Descuide-se e será morto. Mate antes que te matem. É assim que esse lixo de mundo funciona.

 

    Ele suspirou, voltando a sua calma habitual.

 

   - Não exigirei que confiem em mim, mas não esperem que eu confie em pessoas que conheci há apenas alguns dias atrás. Fiquem espertos.

 

    Frio como uma pedra, jogou duas cartas para cada uma das pessoas que haviam aceita, ou que aceitariam o jogo a partir daquele momento. Não manipularia o baralho, jogando honestamente.

 

   - Vamos começar?-Diria, como se houvesse ignorado todo o discurso anterior, num tom até que certa forma amigável.

[hr]

 

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- Ah, acredito que o truque funcione, só vai exigir um pouco de saliva e urina de nós dois, mas o que é um peido pra quem já está cagado. - Mesmo ainda estando no seu disfarce de moleque catarrento e chorão, Shinguji se deu ao serviço de fazer aquela piada. - E não, eu sou menino humano normal. - Ele mentiu casualmente. - Meu pai podia ser muito mal, mas ele nunca encostou um dedo em uma anã. Se me lembro bem, ele dizia algo sobre elas serem muito apertadas, mas eu não sei o que ele quis dizer. Você sabe, tio ? - Buscando aliviar seu tédio, o pirata continuou dando papo para o rapaz.

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 Deitada de uma maneira desconfortavelmente confortável que só leitores vorazes conhecem, na cama de cima de uma das beliches de canto, posta adjacente às paredes vivas do submarino de carne, Urane lia compulsivamente O Assassinato do Expresso do Ocidente, d'A Gata Cristina, uma famosa escritora de romances policiais. Enquanto isso, solfejava uns versos repetitivos do pop que tocava absurdamente alto em seu fone de ouvido, que provavelmente também poderia ser ouvido em algum grau pelas pessoas próximas.

 

 - La la la la la ~ 

 

 Seu fone de orelha única permitia que ela ouvisse tudo que acontecia enquanto ela fazia todo esse multitasking voluntário. Mas até o momento, ela escolhia ignorar quase tudo. Ninguém parecia estar acrescentando nada de muito relevante sobre a situação, de qualquer forma. Até mesmo porque além de estar ineficientemente lendo e ouvindo música, também refletia um pouco sobre o fato de estar ali naquele momento. E o pensamento acabava em:

 

 O que eu fiz para acabar num navio feito de tripas?

 

 Não sabia uma resposta fácil para aquela pergunta, realmente. Mas sentia consigo que a resposta na verdade seria esta: tudo. Tudo o que fizera até ali a levara até ali, e essa resposta era de uma simplicidade tão fatal e verdadeira que não ajudava mesmo era em porra nenhuma.

 

 Ainda alheia a todo o falatório dos companheiros de missão, Urane percebe uma sensação estranha vinda de um dos companheiros - se é que já podia chamá-los assim, provavelmente não -, e a partir daí interrompe um pouco sua leitura para focar a sua atenção. Sem mover-se absolutamente nada, diminui sensivelmente o som de seu fone de ouvido emitindo uma carga elétrica a partir de si mesma e, quando a dita cuja revela seu nome, Urane fecha seu livro de maneira abrupta, cortando o som do dormitório com um som seco:

 

 - Michaela, você poderia me dizer porque suas intenções parecem confusas? Não sei dizer se são hostis ou não. Você é retardada?

 

Spoiler

Nome do Equipamento: 8D Single Ear High Frequency Headphone
Rank: A

Aparência: É um fone de ouvido grande, preso em orelha única, com detalhes em preto, branco e azul.
Mecanismos: O fone na verdade é um potente aparelho auditivo acoplado com um sistema de rádio de alta frequência que permite ao usuário focar sua audição em um raio e interceptar frequências sonoras (como ligações telefônicas e den den mushi) em um raio de até 10 km. Utilizado com um sistema de geolocalização (como o Haki da Observação em níveis mais altos), ele permite ao usuário identificar presenças e ouvir o que elas estão dizendo. Tudo isso pode ser feito apertando um sistema complexo de botões na interface acoplada à orelha ou automaticamente por Urane, que emite correntes elétricas específicas. O fone também é um fone e permite a quem está utilizando-o ouvir músicas bem altas. O aparelho precisa ser recarregado eventualmente, e isso pode ser bem fácil caso o usuário seja uma fonte de energia elétrica.

 

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Jess Mac

URANE | BÔ ZEBU | MEI

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A primeira reação do espadachim foi um suspiro longo seguido de um sorriso de canto, o certo grau de desapontamento era mais por ele do que pela criança, até por que o truque parecia ser mesmo advindo da cabeça de um, e ele por sua vez ter depositado uma certa expectativa no plano foi um erro dele. Apesar disso, Hiden não se demonstrava desapontado ou enojado com o truque, sabia que técnicas nada convencionais em circunstâncias criticas eram essenciais para a sobrevivência e essa era exatamente uma, correto? O problema era o que viria depois, por que a não ser que o mijo do garoto seja ácido o suficiente para corroer as correntes, o samurai com certeza não jogaria mijo em si mesmo na tentativa dela ser um lubrificante e faze-las escorrega-las pelo corpo, pelo menos era isso que ele conseguia imaginar que a criança iria propor. 

 

- Ainda bem que não é um anão, anões são pessoas baixas. kakakakakaka - O duplo sentido fazia o samurai rir e era um escape para também se esquivar da ultima pergunta, o samurai era bom de piadas mas essa parte já era pesada demais. - Aonde você vai juntar esses líquidos? De qualquer forma eu não estou apertado pra ir ao banheiro por enquanto só se eu forçar... mas esse truque não me parece muito sólido, eu vou propor outro plano e vemos qual é o melhor, assim não descartamos o seu. - Buscava ser legal ao seu jeito, afinal estava falando com uma criança, apesar de ser estranha, era uma criança porque é trouxa e não sabe o que vem pela frente. - Eu posso tentar criar uma abertura para você, que pode tentar roubar alguma arma escondida ou colher informações uteis. Se é filho de quem falas, eu acho que não é só chorão e tem algum valor, correto? - Hiden apostava na sua teoria pela sua própria experiência de criança e no que podia observar do garoto, já que os machucados pareciam ser bem sérios pra qualquer criança comum aguentar, então poderia render algum fruto o plano, o mal seria levar uma surra do guarda a troco de nada. 

 

 

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Quando eu for devidamente vacinado, quero ser o chibli Rak

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Aquela embarcação com toda a certeza do mundo era um dos lugares mais bizarro que o jovem Edgard estivera em toda sua vida. O local parecia estar vivo e havia conexões cibernéticas nele, ele se perguntava se aquilo estaria vivo. O rapaz ainda sem muito rumo estava numa embarcação de revolucionários, ainda muito incerto do qual seria seu futuro. Ele tinha um grande sonho, e usaria essa situação para começar a trilhar seus passos em busca do One Piece. Edgard diante de tal inicio de aventura buscaria aprender sobre esse gigante mundo em que vivia.

 

O jovem estava em um alojamento dentro desta embarcação, junto de 3 elegantes damas e um cavaleiro de cartola. O rapaz imaginava se iriam formar algum tipo de equipe/time revolucionário. Edgard era um nobre cavaleiro e ouvia o que os outros presentes ali tinham a dizer, ele ouvia atentamente os detalhes do que eram pequenas apresentações, enquanto sentava elegantemente com suas pernas cruzadas.  Até ali seus companheiros(?) eram Kyon Knight, que possuía membros mecânicos e propunha um jogo de 21, o jovem gostou de cara do cavaleiro e iria aceitar a proposta. A carismática e elegante Michaela que fora a que propôs as apresentações, Edgard gostava da presença da mulher. Kamille uma jovem com vestes orientais, que aparentava ser muito desconfiada de todos, era como se tivesse acontecido algo com ela. Havia também mais uma garota de cabelos azuis entre eles, porém ela ainda não havia dito nada.

 

- Com licença caveiro e damas, eu me chamo Edgard De Lacroix. - Diria enquanto se levantaria e tirava seu chapéu, mostrando educação e respeito por aqueles que estavam ali. - Bem, sou um ex estudante de medicina e um atirador. Eu possuo também conhecimentos de rotas marítimas, um dos meus hobbies favoritos. - Ele falaria calmamente olhando nos olhos te todos presentes ali. - Espero que possamos nos dar bem e obtenhamos sucesso no que estiver para vir. - Terminaria sua apresentação com sorriso em seu rosto. - Podemos então começar esse jogo? Vamos nos conhecendo melhor com a caminhar da partida. - Terminaria num tom sugestivo enquanto colocaria seu chapéu novamente.

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The New Age

Thalassophobia

 

 

 

 

 

***

 

 

 

 Turno

 

 

Em algum lugar dos mares do Novo Mundo; 

 

 

***

 

 

@Night @Diable @Bills @Pusheen @Sovereign Hajime

 

Durante a maior parte daquela viagem, o infame mago fálico manteve-se em estado de, talvez, profunda auto-avaliação. Por vezes suas expressões limpas sofriam de interferências oriundas da revisão que, de certa forma, fazia a respeito de seu passado. Seus traumas provavelmente eram aquelas memórias que mais conseguia reviver de forma vívida por certos momentos. Entretanto, fora isso, também esteve revisando suas experiências e conhecimentos a respeito do mundo ao seu redor. Tudo, claro, com a finalidade de vingança. Eram poucos os que gostavam do antigo às da Spades, o Joker. Contudo, nesse quesito Kyon parecia ser alguém bastante fora da curva. Quem sabe, seu ódio por Edwin talvez beirasse a obsessão. 

 

Provavelmente por conta do tédio e da conclusão que um de seus erros passados teria sido não liderar adequadamente, em determinado momento mago decidiu retomar sua busca por novos aliados. Tinha que retomar sua caçada em busca do Joker, e a melhor e mais conveniente de forma de aliciar aliados seria estreitando os laços com aqueles que viajava. O jogo e a aposta de memórias íntimas eram de fato um excelente método para alcançar isso. Nem todos, porém, demonstrariam interesse na dinâmica.

 

Michaela também era outra naquele ambiente que estava revisando seu passado e suas aspirações. Entre a plebe, talvez seus desejos não fossem dos mais comuns. Pelo menos não em forma, já que geralmente o desejo por conquistar poder, terras e riquezas não necessariamente possuía um meio específico envolvido. Na realidade, talvez de uma forma um tanto clichê, era possível dizer que a maioria das pessoas se preocupavam mais com o ponto de chegada do que com a estrada em si. Já a nobre definitivamente não parecia ser desses tipos. O desejo de se tornar uma estrategista conquistadora era algo até bastante estoico e, talvez, a postura da garota  - além da elegância e modos inerentes do sangue nobre - também o fosse. Entretanto, por dentro, quaisquer sinais de processos mentais saudáveis em Michaella pareciam se degradar com certa velocidade.

 

Sabe-se lá por qual motivo, emergindo de seus pensamentos, Wittelsbach foi a primeira a se aproximar. Fazendo-o de forma doce e com postura impecável, pronunciou-se comentando a respeito da melhoria em batalha que poderiam ter se conhecessem melhor um ao outro. Era a primeira a entrar naquela mesa de Blackjack.

 

Logo ao lado, Kamille também começava a prestar melhor atenção aos seus companheiros. Ainda que com receios.Também esteve mergulhada em suas intenções naquela viagem até então enfadonha. Sitou-se no tempo e no espaço, além de lembrar-se das promessas que havia feito. Assim como boa parte dos personagens nos quais a história se foca, apesar de seus receios específicos, concordava a respeito da cooperação para causarem um impacto maior dentro daquele grande evento que acontecia lentamente bem diante de seus olhos. O problema era só que as coisas pareciam transcorrer tão lentamente que… era como esperar a tinta na parede secar.

 

Sua união talvez não fosse direta, mas com a reflexão maior a respeito das aparências dos humanos ali, o interesse da sirena parecia aumentar. Pelo menos a princípio, sua aproximação e pergunta direcionada a Kyon estavam sendo interpretados como um sinal positivo para entrar nojogo. Por isso, com a subida no número de jogadores de Blackjack, gradativamente “a tinta parecia secar mais rapidamente”.

 

A subsequente reação de Night às adesões de sua proposta provavelmente fora um tanto rude. Apesar da reconhecida utilidade compartilhada por todos em se aproximar de novos aliados, o mago em específico parecia que não baixaria tanto o seu critério mínimo de seleção. Realmente, ainda que não passassem no teste, a brincadeira no mínimo serviria como uma coleta de informações a respeito dos demais revolucionários na prática.

 

Antes que os últimos pudessem se aproximar, talvez movido pelos elementos em comum que tinha com a outra ciborgue naquela sala, Kyon ainda contou um pouco a respeito da origem daquelas partes. Sem se dar conta, talvez, com a moral da história dada, talvez estivesse também deixando escapar um pouco da origem a respeito da sua atual personalidade e motivações.

 

O ultimato frio e calculista de Kyon - deixando claro que não faria a cortesia de esperar pelos demais -, porém, foi interrompido por uma presença que até então estava distraída com um livro e músicas em altos volumes. Até aquele momento, Urane esteve mergulhada em um mundo de fantasia, dentro de outro mundo de fantasia. Porém em determinado momento, viu-se questionando a respeito das inevitabilidade das consequências de suas ações. Assunto que, assim como acreditava, talvez fosse inútil, mas ainda assim deveras interessante.

 

Finalmente, reativa a algumas sensações captadas por seu haki da observação, a logia decidiu interagir com um dos demais ocupantes daquela cabine. Definitivamente, não da melhor forma, fez algumas perguntas a Michaela. Apesar de oficialmente ter adentrado naquele núcleo de relações, nenhuma aproximação física aconteceu, fatalmente demonstrando que não tinha interesse naquele jogo proposto pelo Mago das Rolas.

 

No entanto, antes que o conflito entre as damas pudesse dar quaisquer sinais de uma explosão, Edgard pronunciou-se. Até então, o rapaz esteve refletindo a respeito da situação e local em que se encontrava. Enquanto silenciosamente assistiu os demais, além de analisá-los individualmente, também lembrou de suas motivações e sonhos brevemente. Foi quando algo finalmente pareceu mudar que ele, o último, decidiu se levantar e fazer as devidas apresentações. Bem como Michaela e Kamille IV, sua aproximação e falas também tinham deixado clara a intenção de participar do jogo. 

 

Por ter se incluído na proposta de apostar memórias íntimas, Kyon habilmente puxou 4 grupos de 3 cartas. Para fins de poupar turnos e por conta do jogo ser relativamente famoso, seus integrantes já previamente conheciam as pontuações de cada uma das cartas. O ases valiam 1, reis, rainhas e valetes valiam 10, enquanto as demais cartas valiam de acordo com sua numeração. Além disso, claro, já conheciam uma das formas mais simples de se jogar: comparar as mãos de cada um e suas pontuações.

 

Michaela

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Kamille

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Edgard

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Kyon

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***

 

 

@Nie @Harper

 

Por um tempo, Koichi se manteve inerte, jogado no canto da sela. Aparentemente, absolutamente nada de fato importava ao rapaz a não ser quando se tratava de atazanar os outros. Afinal, nenhum pensamento mais complexo parecia ter sido elaborado até que terceiros se fizeram presentes no ambiente. Com a chegada de Isao, porém, isso mudou. Como se o som do fechar das grades fosse um despertador para aquele estado apático, Shinguji começou a berrar e ameaçar os marinheiros com o seu suposto parentesco famoso. Claro, a ideia era apenas irritar, quesito em que pareceu obter sucesso visto a cara de desgosto estampada no marine que tinha acabado de passar a chave na cela. Para a sorte dele, não tinha que ficar por ali nem mais um segundo, por isso acabou por se retirar em resmungos daquele lugar.

 

Quando o marinheiro putinho bateu a porta no fim do corredor, o jovem pirata já não viu mais motivos para seu teatro. Dirigiu-se ao companheiro de cela, buscando um companheiro para, talvez, facilitar a fuga daquele lugar miserável. Mesmo estando na mesma situação terrível que o garoto, Hiden ainda se viu capaz de expressar desgosto para com... Bem, talvez todo o contexto que Koichi representava. Realmente os tons não o favoreciam.
 

Até então, o espadachim estivera refletindo a respeito de seu passado, seu antigo lar e também sua primeira recompensa. Valor este que a princípio lhe pareceu um tanto irrelevante, ainda que amaciasse um o ego, porém que agora talvez já não parecesse tão conveniente assim. Afinal, estava preso em razão da recompensa por sua cabeça. Aliás, tendo em vista que os cartazes não especificavam o bem-estar do alvo, provavelmente tinha bastante sorte de estar vivo àquela altura.

 

Mediante a proposta, Isao colocou um pouco mais de atenção à situação, à aparência do jovem e procurou deduzir como alguém como ele teria parado ali. A ideia lhe parecia bastante tentadora, já que não estava nem um pouco disposto a desistir. Afinal, talvez por pior que a criança pudesse ser, com certeza cooperar com alguém que nitidamente também tinha seus motivos para escapar não poderia ser pior. Entretanto, cauteloso, optou por concordar com a aliança apenas mediante uma condição: queria saber qual era o plano.

 

Naturalmente, sendo quem era - ou quem não era -, a proposta de Koichi era no mínimo absurda. Talvez fosse um tanto razoável pensar que situações absurdas pediam por planos e medidas também absurdas. Entretanto, não pelos motivos que normalmente se espera, o espadachim Hiden não parecia concordar com a ideia. Na realidade, parecia estar sendo surpreendentemente racional para com uma ideia tão selvagem quanto a de se cagar, se mijar e se cuspir para escorregar fora das correntes. Afinal, era fato que nenhum dos dois conseguia se mover bem - Shinguji menos ainda dentre os dois - e os escrementos e secreções talvez necessitassem de certo... Manuseio para que tivessem chance de funcionar. Por isso, não estando num literal casulo de correntes - apesar de também estar algemado em várias partes -, Hiden queria se aproveitar da sua melhor mobilidade para tentar se utilizar de algum guarda no seu plano de fuga.

 

Naturalmente, havia certos desafios em chamar a atenção dos marinheiros. Suas auras estavam aglomeradas em um certo ponto da embarcação, aparentemente se divertindo longe dos corredores prisionais. Aparentemente, não haviam tantas pessoas presas assim.  Não à toa, a amotinação definitivamente não devia ser algo tão comum mediante a possibilidade de ser completamente desintegrado pela própria Kinshin. Entretanto, graças à esse mesmo medo, os marinheiros não estavam se isentando totalmente da tarefa de vigiar as celas. De tempos em tempos, os prisioneiros Koichi e Isao poderiam perceber que um sujeito mal encarado, vestindo o manto da justiça, passava por ali vigiando o interior das celas e batendo nas grades para, quem sabe, impor alguma ameaça.

 

 

***

 

  • Conforme os avisos do turno passado, o prazo para postar é de 48h. O tópico será programado para fechar automaticamente, sendo que eu vou dar alguns minutos a mais até para arredondar o horário. 
  • Agora o evento começa a gradativamente se aquecer. Porém, por conta da ideia das cartas, acho melhor continuar permitindo postar mais de uma vez por turno.
  • Por conta do que eu tinha planejado para os jogadores @RGB e @Slam achei melhor não continuar com os acontecimentos com os personagens afk. Por isso, até a volta deles, os personagens estarão na geladeira e (até pra facilitar) quando voltarem devem postar com base no 1º Turno.
  • Como eu já havia dito, porém, atrasar muitas vezes pode acabar complicando a situação para reinserir o plot específico dos marines no plot global do evento (já que os acontecimentos em cada um dos núcleos tem certa influência na história geral que acontece longe dos personagens por enquanto). Por isso, se demorarem demais, vão estar automaticamente convidados a se retirarem do evento. Sem mortes, claro. 
  • Isso também vale pra caso algum dos revolucionários ou piratas não postem. Talvez seja ainda mais rigoroso pra vocês, afinal por conta dos marines estarem ambos parados a possibilidade do plot ser avançado por alguém nessas circunstâncias são muito menores.
  • Inclusive, também quero lembrar que não penalizarei edições de turnos não finalizados. Não havendo PvP, vocês estão livres pra poderem combinar as edições de eventuais erros entre si. Edições de turnos já finalizados, porém, serão duramente punidas na avaliação. 
  • De resto, valem as regras gerais.

 

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   Após a pequena história contada pelo mágico, foi a vez de uma garota de cabelo azul se pronunciar, uma espécie de protótipo de e-girl que parecia viver com a cabeça em Nárnia. Quando finalmente largou seu mundinho de fantasia, aparentou ignorar sua fala sobre o passado, e focar na nobre Michaela, muito provavelmente por ter feito seu post antes. Aproveitando que a menina havia tirado o fone de ouvido, o mágico aproveitou para provocá-la um pouco, e fazer uma oferta.

 

   - Ei, você aí de cabelo azul.- Retirou uma inofensiva batata de seu inventário, e ofereceu para a mulher.- Pode dar uma mordida nisso e me devolver, por favor?

 

   Naquele momento, Kyon se lembrou que pessoas pagavam milhões de beli por produtos consumidos por E-Girls, então aquela seria uma oportunidade para expandir seus fundos financeiros, caso concluída com sucesso. Talvez E-Girls sequer existissem em seu mundo e aquilo tudo fosse um devaneio de sua sequelada mente, mas não custava a tentativa, afinal os nobres pareciam muito o tipo de gente que compra coisas como essas. Após Urane, foi a vez do outro rapaz do grupo se pronunciar. Uma apresentação simpática, demonstrando seu conhecimento em rotas marítimas. Aquilo seria extremamente útil... caso ele estivesse navegando o navio. Ou seja, qual seria a maldita utilidade de um navegador naquele quarto?  Todavia, o recado meio rude de Night já havia sido dado, e não havia necessidade de fazê-lo novamente, portanto apenas manteve sua expressão séria para Edgard, apesar de sinalizando que havia ouvido o que ele tinha pra dizer.

 

   Por fim distribuiu todas as cartas com as faces para cima, por algum motivo desconhecido, ao invés do normal, que seria manter a primeira carta oculta. Com isso, notou que estava perdendo o jogo. Como o jogo deveria acabar esse turno, por motivos de plot, comprou uma carta, a olhando preventivamente, antes de jogá-la ao chão. Todavia, qualquer carta diferente de um 8, iria se tornar um. Como? Forçando a conexão de Timaeus em seu olho, dando um rápido tapa no próprio olho . Com o poder do monstro-olho, forçaria uma projeção, com uma luz controlada para ter a mesma tonalidade das demais cartas, sobre a carta, gerando um artificial 8 de paus.

 

   - Parece que tirei a sorte grande, 21!- Diria, antes de por a carta sobre a mesa. Com isso, a pressão estaria jogada sobre  Kamille, que seria a próxima a jogar. Por algum motivo, o jogo de cartas parecia ter virado um exame chunnin, mas nada como se conhecer melhor, não é mesmo?

 

   A determinação de Kyon era grande para preservar suas memórias, visto que nelas estava sua famosa e legendária arma secreta, que foi demonstrada em ação em uma ocasião anterior. Dessa forma, a fim de poupar todos os presentes das visões do paraíso(na cabeça dele), tentaria vencer o jogo. Caso sua pequena trapaça fosse descoberta, entretanto, aceitaria sua derrota, e daria aos presentes a oportunidade de conhecer, não apenas sua arma secreta, como os eventos de Otherside e dos Spades por completo.

 

   Night se manteria calado e sério no resto do tempo, apenas aguardando o movimento de seus companheiros. Ao final do jogo, guardaria as cartas de volta em seu kit de mágica. A seguir, o "show das memórias" aconteceria da seguinte forma com o perdedor, caso não fosse o próprio Kyon: Ele retiraria Timaeus de dentro do buraco de seu olho, caso não fosse ele próprio o perdedor, e o conectaria na testa do alvo. Com sua flauta e esperada contribuição do perdedor, o hipnotizaria usando A Terceira Cartola. E por fim comandaria Timaeus, para que suas memórias fossem passadas de forma rápida, como um flashback motivacional de personagem shounen.(Um shounen que não é Naruto). No fim, pegaria Timaeus de volta, o guardando novamente dentro de seu olho.

 

Spoiler

Nome da Técnica: A terceira cartola, Angelina
Tipo de técnica: Profissão
Descrição: Night, inspirado pelo flautista de Hamelin, toca uma suave melodia com sua flauta. Essa técnica tem o intuito de controlar os ouvintes com sua música, de certa forma hipnotizando-os. Tem efeito melhor em criaturas do que humanos, sendo também usada para domá-las.

 

Nome do Pet: Timaeus
Rank: A

Aparência: Bs_fe08_mogall_monster.png Um monstro pequeno em formato de olho, que Kyon usa em substituição a seu olho perdido.

Padrão comportamental: Timaeus costuma se prender a alguma parte do corpo de Night. Sendo apenas um olho pequeno, é incapaz de falar. Apesar disso, é bastante inteligente, e parece ser curioso com a mente humana. É capaz de aprender alguns truques, se ensinado. Sua capacidade de movimentação é limitada, se arrastando lentamente.

Habilidades: 

  • Projetor: Timaeus é capaz de gerar hologramas e luzes fortes, que se tornam opacas a partir de uma certa distância. Se estiver conectado, Timaeus é capaz de gerar imagens a partir da mente de seu parasitado.
  • Conector: Os tentáculos de Timaeus podem se conectar a alguma parte de um corpo humano, se tornando uma extensão dele, como um olho extra. Ao se conectar, porém, o ser humano "parasitado" por Timaeus tem um gasto de energia acima do normal.

   

@Pusheen @Sovereign Hajime @Bills @Diable, vo roubar na cara dura mesmo.

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Demonstrando superficialmente suas peculiaridades, os indivíduos que partilharia o dormitório — ao menos em sua maioria — atiçariam a curiosidade de Michaela. Uma moçoila de temperamento ponderado e de caráter reflexivo como ela certamente não tardaria a elucidar sua opinião acerca de indivíduos certamente... peculiares. Kyon, apesar de uma personalidade inicialmente proativa e até que sociável, rapidamente contrastaria consigo ao demonstrar uma certa inclinação para uma personalidade mais fria e séria, também demonstrando sinais patológicos em uma perspectiva neurológica. Posteriormente, o mancebo mergulharia o dormitório em uma atmosfera lúgubre ao relatar um pouco de suas melancólicas memórias. A herdeira dos Wittelsbach escutaria impassivelmente a história, demonstrando sua personalidade fleumática ao destrinchar internamente cada um de seus detalhes.

 

"Um rapazote um tanto confuso, eu diria. Se fosse para chutar, diria que seus traumas forraram totalmente sua personalidade anterior, gerando uma pessoa conturbada e recheada de diversas facetas. Talvez a diferença entre seus comportamentos durante diferentes falas seja um reflexo disso. A forma que ele sofreu e lida com isso chega a ser..."

 

"... tão patética que é fofa." — Concluiria internamente, contendo habilmente a expressão de prazer que quase surgiria.

 

Após um roteiro de um filme digno de Óscar ser explanado por seu intérprete, Urane — que até então demonstraria estar em um local tão longe que para ser traçada uma metáfora bastaria a mudança da última vogal — fecharia abruptamente seu livro, cortando toda a atmosfera caliginosa do local com um questionamento um tanto... peculiar. Apesar de ser uma frase um tanto problemática, ao passo que pessoas normais se sentiriam ofendidas e rapidamente contra-atacá-la-ão, a fria e dissimulada revolucionária se limitaria a sorrir simpaticamente. Com o impacto do movimento supracitado, conseguiria com sua perspicácia alguns segundos para pensar em uma explicação plausível. Todavia, Edgard acabaria por quebrar aquela situação antes que qualquer uma das moçoilas fosse capaz de se pronunciar, se apresentando e concluindo sua fala com um tom subjetivo.

 

"Essa foi por pouco. Para ela sentir um pensamento tão profundo meu, seu haki deve ser formidável. Isso é de fato um desperdício! Não posso vendá-la durante o ato para apimentar as coisas; logo um dos meus fetiches favoritos! Isso é um complexo desperdício! Absurdo! Infame! Infame!" — Finalizaria praguejando com o xingamento mais intenso de seu vocabulário, sendo incapaz de ocultar sua decepção mesmo com sua forte dissimulação, suspirando.

 

"Bem... já que esse é o caso, só me resta uma opção." — Concluiria, discretamente encarando Kamille da mesma forma que um leão encara sua presa, possivelmente gerando um calafrio nela. Antes dela pegar a "onee-san" no flagra, cinicamente desviaria o olhar.

 

"Retomando o foco... não tenho uma impressão firme sobre esse Edgard. Aparentemente é um navegador com inclinações burguesas, haja vista seu interesse por rotas marítimas e seu aspecto de fidalgo. Ademais, pelo seu tom sugestivo, suponho que seja um tarado facilmente manipulável. Pessoas não devem agir como bestas libidinosas. Devemos nos conter, certo? Ademais, sua personalidade é muito genérica para eu extrair alguma conclusão profunda. Hmm..." — Inclinaria levemente a cabeça com um semblante que demonstraria uma ligeira dúvida acerca do rapazote libidinoso.

 

Após algumas reflexões, retomaria o foco principal para o jogo. Kyon manipularia habilmente as cartas em uma performance que certamente arrancaria um "Woah! Sugoi!" das pessoas mais impressionáveis, distribuindo as cartas para os jogadores. Michaela possuía impressões mais fortes sobre Kyon e Urane; além disso, detinha um esboço em sua mente sobre a luxúria de Edgard, fruto da soma da impressão deixada por seu tom subjetivo e um pouco do que Michaela julgaria ser sua "intuição feminina". Todavia, seu conhecimento sobre Kamille era nulo. Apesar de ser do seu interesse ter impressões mais fortes acerca dos dois últimos companheiros citados, seria incapaz de agir ativamente para sabotar o jogo de ambos, uma vez que seu conhecimento sobre cartas era extremamente superficial. Logo, restaria para Michaela apenas encarar apaticamente suas cartas, segurando-as na mão direita enquanto morderia mais uma vez um chocolate apanhado por sua mão esquerda.

 

"Possuo conhecimentos bem limitados acerca dessa tal Kamille. Primeiramente, demonstra um vocabulário adornado; se fosse para chutar, diria que é uma aristocrata. Por sua aparência diria que tem entre 17 e 20 anos, logo a possibilidade de ser versada na literatura por auto-didatismo é bem baixa, a não ser que seja alguém muito fora da curva. Além disso, demonstrou um certo interesse na prótese do Kyon e em sua matéria-prima. Conjecturando tais fatos, diria que é uma nobre de 18 anos e uma engenheira. Por seu perfil antissocial, diria que cresceu isolada. Talvez seja uma engenheira com interesse em se desenvolver na guerra, eventos onde a engenharia é aprimorada ao extremo e possuí grande demanda? Sim, diria que é isso."

 

Por ser mais familiarizada por jogos de tabuleiro como damas e xadrez, considerava cartas jogos baseados meramente na sorte, sendo indignos de sua atenção. Caso perdesse, certamente poderia inventar uma história cativante como a de Kyon, sendo dificilmente algum problema para a ardilosa moçoila. Se limitaria a observar os outros jogadores, captando mais alguns traços para esboçar melhor suas personalidades. Veria Kyon comentar algo acerca do jogo, esperando o movimento de Kamille para ter uma noção melhor do que estaria ocorrendo. Paralelamente a isso, conversaria casualmente com seus companheiros para extrair mais informações soltas. Focaria principalmente em Kamille, uma vez que foi a única fora Michaela que não falou tanto sobre si.

 

— Aliás, senhorita Kamille. Percebi que tem interesse pela prótese do Kyon e por sua matéria-prima. A senhorita é versada em engenharia? Sempre tive interesse pela área, mas sempre fui inábil para tal. É fascinante a capacidade que os engenheiros possuem em se adaptar aos mais variados tipos de demanda, não? Eu mesma encontro diversos problemas no casco do meu navio de viagens — que possui um casco revestido de aço para resistir aos indivíduos mal-intencionados que encontramos nos mares — necessitando de altos custos em sua manutenção. Todavia, recentemente li sobre engenheiros que desenvolveram materiais extremamente resistentes à maresia. Realmente fascinante! — Se comunicaria gentilmente com Kamille, demonstrando expressões corporais abertas e um tom de voz vívido. Por mais que o volume do conteúdo de sua fala seja denso — um método de evitar esquivas por parte da "engenheira" — sua oratória desenvolvida tornaria todo aquele denso conteúdo leve como uma pluma, enchendo-o de perguntas retóricas e possibilidades de sua companheira se comunicar.

 

— Inclusive... Esse é o caso da sua prótese, Kyon? Quando não são danificados por inimigos, são pelas cruéis forças da natureza. Certamente um perigo.  Falaria com um tom um tanto mais ácido, suspeitando do quão calado o indivíduo — que até agora era o mais comunicativo dos cinco — estava.

 

— Aliás, suponho que Edgard, como um companheiro navegador, também passe por esses problemas, certo?. Por mais que a guerra seja dura, ela gera um desenvolvimento exponencial tecnológico para cortar esses custos, nos beneficiando caso vivamos o suficiente para ver seus frutos. É extremamente complicado conciliar os lucros ganhos numa ilha com os gastos para se deslocar para outra, concorda? — Falaria de forma pausada e gentil.

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- Você é chato. - Koichi expressou verbalmente a principal conclusão que conseguiu tirar do homem que estava em sua frente. Era óbvio que existiam planos melhores que o já pensado pelo menino, e que inclusive eram mais efetivos e exigiam menos esforço dos dois, mas que eles não tinham a mínima graça se comparados ao plano da urina. 

 

A ideia principal de Koichi era mijar e cuspir no coitado do espadachim para que ele, assim como já previsto, usasse os líquidos como lubrificantes e saísse das correntes. Claro, as chances daquilo funcionar eram baixas, principalmente porque o cabeludo provavelmente não contava com a mesma flexibilidade corporal do habitante do céu. Como os nossos queridos leitores já devem ter pensado nessa altura do campeonato, a ideia principal daquela estrategia era fazer com que um homem supostamente honrado passasse por uma situação tão degradante quanto ser mijado por um moleque chorão. No final das contas, como o espadachim não caiu na pegadinha, Shinguji desistiu daquele papo e optou por fazer propostas sérias.

 

- Como você acha que eu vou roubar uma arma nesse estado, esticando meu pinto e batendo na cara dele ? Eu estou preso com Kairoseki, seu acéfalo. - Irritado com o quão entendiante era Hiden, Koichi decide usar sua verdadeira personalidade para continuar com aquela conversa. Afinal, ameaças e xingamentos tendiam a dar resultados mais rápidos quando o ouvinte era edgy Shelby. - Agora cala a boca e me escuta. Com a porra do meu Haki do Rei eu provavelmente devo conseguir derrubar alguns desses guardas de merda ou deixá-los amedrontados, contudo, isso não vai ter nenhuma serventia se não pegarmos as chaves dessa cela. E já que você provavelmente é um babuíno que só sabe balançar a sua espada como se fosse um pinto de borracha, eu vou usar de uma música minha beeeem irritante para atrair o guarda que está fazendo ronda para dentro daqui, já que ele deve ter livre passagem pela prisão. Assim, depois que o guarda entrar aqui dentro para me calar, eu uso Haki do Rei nele e você o finaliza com uma rasteira, cuspe, cabeçada ou qualquer merda que vier na sua cabeça. - O menino explicou seu plano da maneira mais ofensiva que achou. Como ele desejava que o rapaz se fodesse, ele não se deu ao trabalho de avisar que a música também o afetaria.

 

- Esse plano está ok para você ou o cabelinho de fogo ainda não está satisfeito ? - Ele questionou para ter a certeza de que seu possível parceiro estava de acordo com aqueles termos. - Se você quiser, eu posso tentar procurar fraquezas no corpo do guarda que entrar aqui e contá-las para você durante o combate. - Usava de mais um argumento para tentar convencer Hiden. Não que isso fosse muito necessário, já que ele aquele curso de ação definitivamente mais plausível do que o plano do mijo. - Ah, eu já ia me esquecendo da sua pergunta. Meu nome é Koichi D. Shinguji, mas prefiro que me chame de "Soberano das Trevas", se possível. - Já cansado de desperdiçar tanta saliva com um piratinha de meia tigela, Koichi optou por se calar.

 

Caso Isao estivesse de acordo com o seu plano, Koichi iniciaria a execução do mesmo, realizando as suas tarefas naquela estratégia da mesma maneira que havia explicado anteriormente. Se necessário fosse, ele ficaria cuspindo nos pés do guarda em questão e usaria de seus hologramas para criar cópias de Hiden, mas só usaria tais táticas em último caso.

 

Contudo, na hipótese do espadachim boladão não estar de acordo com aquilo tudo, ele se calaria e aguardaria mais alguns momentos para ver como a coisa toda se desenrolaria no My Dick. 

 

"Será que a Spades aceitaria comprar a cabeça dele na mão de um pirata para revender depois ?" - O menino se questionou à respeito do usuário de Nitoryu. Durante os poucos minutos que conversou com o homem, já havia ficado bem claro que aquele não era um dos seus, e por consequência, deveria se mostrar útil para continuar sendo seu aliado. Caso contrário, matá-lo para se divertir definitivamente se tornaria uma opção.

 

Spoiler

Nome da Técnica: O ritual da criança enjaulada 
Tipo de Técnica: Animador
Descrição: Utilizando de sua voz, Koichi entona uma canção aterrorizante que ele supostamente aprendeu no submundo. Tal habilidade tem a capacidade de prejudicar os sentidos ( visão, audição e fala ) daqueles que escutam a música, com exceção do próprio Shinguji que já está acostumado com os timbres da melodia. Na medida que suas vítimas são expostas à melodia, elas podem acabar tendo alucinações em função do contínuo processo de deterioração de seus sentidos, o que acaba prejudicando também a sua percepção de mundo, e consequentemente a sua capacidade sua capacidade de distinguir o real do imaginário. Essa técnica, em função dos seus efeitos, também deixa os afetados mais propícios à possíveis tentativas de controle mental, hipnose e afins por parte do shotinha. Essa habilidade também é capaz de controlar animais de mesmo rank do atributo "animador" de Koichi através do terror causado pela melodia, o que torna a mesma uma boa ferramenta para o usuário domar eventuais feras em seu caminho.
 

Haki do Rei

Descrição: Por fim, existe o Haki dos escolhidos. O Haki do Rei é o único que não pode ser treinado e conquistado, o usuário deve ter nascido com ele, a pessoa apenas pode aprender controlar seu uso inato. Ele se trata do poder da intimidação, dando ao usuário o poder de nocautear e intimidar adversários com o espirito fraco. Com base nesse mesmo princípio, ele se mostra capaz de até mesmo domar bestas. Sem controle, ele pode ser ativado em crises de fúria e momentos de exaltação, atingindo todos a sua volta. Para direciona-lo, é preciso aprimorar seu controle. Além disso, quando ocorro um enfrentamento direto entre dois usuários desse tipo de Haki, ondas de choque que racham o ar podem ser geradas semelhantemente a Gura Gura no Mi.

 

Illusion Eye

Rank: B

Descrição: Através de uma funcionalidade bem parecida com a do holograma do "Aquele que tudo vê", o usuário também pode criar hologramas de objetos ou outras coisas conforme desejar. Diferentemente do holograma anterior, esse é bem mais realista e pode enganar aqueles que tem um Haki da Observação deficiente ( já que o range do HdO dessas pessoas pode não abranger o local aonde o holograma foi projetado )

 

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Słodki Flirt, gra, w której podrywasz chłopaków i umawiasz się na ...

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Tão breve quanto o pirralho mostrou sua verdadeira personalidade, o sorriso e a calma sumiram do rosto do samurai. Uma sessão de xingos começou a cair encima dele enquanto apenas ouvia em silêncio e cabisbaixo, contudo uma veia saltava da testa estilo clichê de anime assim que terminava de ouvir o companheiro de cela.

 

- Bem que eu desconfiei que você era um merdinha do caralho, seu shota aroxeado. - Hiden se referia ao piti sobre a cor predominante do boneco, pois na pseudo ciência do samurai, cores nunca mentem.  - Vamos fazer essa merda pra ver o que acontece. - Seu tom notavelmente estava seco, diferente da sua cusparada direcionada ao chão.

 

O estado de espirito era de putaço! O até então calmo espadachim não desfazia a cara azeda do mesmo modo que ignorava as ultimas palavras de Shinguji, buscava apenas se locomover até uma meia distância das grade e do garoto. Hiden era alguém que tentava compreender os sentimentos alheios, mas ter que aguentar um pivete pau no cu, pois não veio nenhuma expressão formal pra usar, que tentou lhe enganar era demais pra sua sanidade. "Moleque maldito, agora entendo por que está todo machucado, é a porra de um maluco megalomaníaco" Ainda revoltado, buscava se agachar de modo que seus joelhos pudessem ficar minimamente flexionados, isso se fosse possível por causa das correntes, e esperaria para dar um futuro impulso. 

 

Buscando se concentrar para o que estava por vir, o espadachim conseguia clarear sua mente e pensar com mais cuidado nas informações úteis que o pirata passou. "Por ele estar usando a pedra do mar, ele comeu uma daquelas akuma no mi... Se aliar isso ao haki do rei, da pra notar que ele com certeza é forte." Agora tinha mais informações sobre o moleque que falava como se tivesse que ser obvio tais fatos, o que só o irritava ainda mais. "O maldito com certeza sabe que pode me afetar com o haki ou com essa música, mas não tocarei no assunto por que agora quero que vá tudo a merda." Apesar da raiva inibir o bom senso do homem, Hiden também estava sendo confiante em si mesmo, apesar de preso, ainda não era um peso morto. Se por um acaso Shinguji estivesse esperando um "ok" do samurai, olharia para ele e balançaria a cabeça, afim de confirmar que estava pronto, após apenas iria respirar fundo e aguardar a tal música, já que o mesmo também usava melodia como forma de ataque e sabia muito bem do potencial que tinham. 

 

Com o plano em curso e com a possível chegada do guarda na cela, o samurai escarlate estaria em um teatrinho que estava sofrendo e incapacitado - que talvez nem precise de teatro - mas esperaria pelo haki do parceiro provisório para então se aproveitar da sua posição e impulsionar seu avanço com uma cabeçada no rosto do marine, com o primeiro golpe efetivo, voltaria sua cabeça para trás e emendaria outra cabeçada na boca do estômago, buscando fazer o mesmo cair no chão com o peso do seu corpo, se conseguisse o feito, se dobraria acima do mesmo e continuaria a dar cabeçadas no rosto do marine até descontar toda a raiva que estava acumulada. No caso os primeiros golpes falhassem e o guarda se mostrar mais forte que o esperado, o samurai utilizaria Yoroi para aumentar sua defesa e contra-atacaria novamente buscando utilizar as correntes que prendiam seus punhos para capturar algum dos membros inimigos junto de mais cabeçadas no rosto buscando finaliza-lo do mesmo jeito descrito antes. Parte de sua raiva era que em uma coisa o pivete tinha razão, ele era quase inútil sem suas espadas. 

 

Spoiler

Nome da Técnica: Hinogami Kagura - Yoroi
Tipo de Técnica: Técnica de Combate
Descrição: Hiden fica imóvel e endurece seus músculos para que seu corpo fique duro igual ferro, afim de anular o dano de ataques recebidos, contudo a técnica pode ser quebrada por uma força maior.

 

Fazer personagens que "não" podem usar um xingamento mais chulo é um erro feio.

 

 

 

 

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Quando eu for devidamente vacinado, quero ser o chibli Rak

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Com as cartas sendo distribuídas o jovem acabou ficando com 20 pontos, com uma dama de copas, um 5 de espadas e um 5 de ouros. Era um pontuação que Edgard via de dois jeitos; próxima da vitória e ao mesmo tempo bem distante, pois se ele puxasse uma carta as chances de não serem um ás, que era a única coisa que lhe interessava eram enormes. Entretanto, ele estava com 20 pontos poderia simplesmente parar por ali e esperar os outros estourarem suas pontuações. Esperar em sua cabeça era a escolha mais lógica e sensata, porém será que aquilo realmente era o melhor a se fazer? Com essa dúvida na cabeça o jovem escutaria por um breve momento, se atentando aos outros.

 

Kyon fizera um comentário deveras excêntrico; ele queria que uma das garotas ali mordesse uma batata e devolvesse para ele. O jovem achava aquilo um absurdo e se perguntava se aquilo era algum tipo de fetiche. Ter objetos mordidos por garotas bonitas seria um fetiche atual? - Você não pode estar falando sério? - O rapaz sem intenção acabaria falando num tom para que ouvissem, com olhar perplexo. - E-er... - Tossiria com a garganta. - Bem, desculpe me intrometer, mas é um pedido bem peculiar o seu. Você tem algum tipo de interesse em objetos tocados por belas damas? - Edgard usaria de seu deslize para tentar entender melhor o que era aquilo e conhecer um melhor seus companheiros, ele ficaria bem atento a reação da dama de cabelos azuis. Logo em seguida do comentário de Kyon, ele anunciaria que tinha tirado 21 pontos, o que o tornava vencedor até o momento. Permanecer com os 20 pontos já não era mais uma opção tendo em mente que alguém já havia alcançado os 21 pontos, o jovem tinha meios para trapacear e alcançar os 21 pontos, porém para ele aquilo não valia a pena e esperaria normalmente pela a entrega da sua próxima carta.

 

Michaela havia questionado Kamille sobre seu interesse na prótese de Kyon e acabaria questionando-a se possuía conhecimentos em engenharia, mostrando uma certa admiração pela área e pelos engenheiros em si. Ela também questionaria Kyon a respeito de sua prótese, indagando que ela além de sofrer danos por inimigos, acabaria sofrendo por atos normais do mares, como a própria maresia. O que era natural para as máquinas, sendo seus pontos fracos. A dama lhe questionaria a respeito de como era difícil conciliar os ganhos com os gastos indo de uma ilha para outra. - Bem, eu diria que é uma grande sorte para nós todos o avanço tecnológico que cada vez se expande mais para lados nunca vistos antes. Com a nossa tecnologia atual, sofremos com desgastes indo e vindo dos diversos mares, o que acaba sendo um pequeno empecilho quando não se tem alguém contigo para resolver esses pequenos desgastes ou uma tecnologia de ponta que não se abala tão facilmente. - A realidade era que o jovem Edgard era rico o suficiente para não se preocupar com os custos vindo dos desgastes, porém como ele também era um navegador, ela sabia bem como aquilo ocorria constantemente. - Eu concordo com a senhorita, é realmente uma situação difícil de se controlar ainda mais indo para mares poucos conhecidos. Espero um dia poder ser dono de uma embarcação capaz de aguentar com facilidade todos os mares. - Terminaria seu discurso com um sorriso no rosto, voltando sua atenção para o que Kamille iria dizer, ele imaginava se a mesma era realmente uma engenheira ou era alguém como uma forte admiração por essa área.

 

@Diable@Bills@Pusheen@Night

 

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 Aparentemente naquele dormitório as pessoas não ligavam para a ordem do lugar. A quantidade de pessoas e interações era demasiada e, como o som de sua música estava baixo, ela ouvia tudo. Inclusive o que não havia para ser ouvido.

 

 

 vamos brincar de chicote, mocinha

 

eu bato

 

 

 O sussurro familiar e assustador lhe trouxe um frio na espinha, deixando a revolucionária desconcertada por um milésimo de segundo. Aquelas vozes eram velhas conhecidas afinal e, de certa forma, a haviam trazido até ali também. A jovem se recompôs num estalo, com um movimento de cabeça, reagiu emitindo uma corrente elétrica para aumentar o volume de seu fone.

 

 E isso nos levava à batata de Night. O jovem queria oferecê-la uma batata, por algum motivo. Então ela fitou-o novamente, bem fundo nos olhos. Não sentia nada hostil então não devia estar envenenado. Não sabia se estava apetitosa, mas estava com fome.

 

 Pegou a batata e comeu. Ficou encarando Night enquanto segurava a batata antes de devolvê-la. Devolveu metade.

 

 - Você também é retardado, né? Que nem a tal Michaela, que não me respondeu - disse Urane, elevando o tom de voz no final. Tendo dito isso, Michaela deixa seu livro na beliche e aproxima-se de Michaela com um passo incrivelmente rápido e luminoso, pondo seu rosto próximo ao da nobre sadista - Michaela-chan, espero que você não atrapalhe a missão. Se você atrapalhar eu vou ter que te matar, tá? Nada pessoal.

 

 Depois de ter ameaçado Michaela de morte, Urane pensou que talvez o clima ficasse um pouco tenso. Não sabia se isso era importante ou não. Mas achou melhor quebrar o gelo. Deu uma olhada para os lados, um pouco pensativa, ajustou a postura e se pronunciou.

 

 - Hmmmm, meu nome é Urane. Não prestei atenção no nome de vocês para ser sincera. Se depois eu achar importante eu pergunto, eu acho.

 

  E voltou para a beliche ler. A playlist segue.

 

Spoiler

Nome da Técnica: 雷神の歩くRaijin no Aruku (Passo do deus do trovão)
Tipo de técnica: Combate + Akuma no Mi
Descrição: Essa técnica permite ao usuário mover-se pelo ar ou solo velozmente sob a forma de um relâmpago, podendo alterar sua direção abruptamente durante o curso. 

 

 

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Jess Mac

URANE | BÔ ZEBU | MEI

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Eu observaria Kyon Night responder-nos de forma ordinal, começando por Michaela. Ele a retrucava de forma um tanto quanto fria. Completamente entendível, já que, ao menos no momento atual em que nos encontramos, éramos completos desconhecidos um com o outro e eu não poderia julgar este comportamento utilizando como base a minha opinião pessoal à não ser entendê-la me colocando no lugar do indivíduo peculiar. Vivi — pelo menos a parte que eu me lembro da minha história como um todo — praticamente isolada de humanos conhecendo apenas alguns antes de chegar até aqui, sendo este mais um motivo de eu não poder julgá-lo. Entendo muito pouco sobre os seres humanos, suas ambições, seus pensamentos e afins.

 

Indo analisar as reações de Michaela a respeito da resposta dada por Kyon, sou completamente distraída por um som alto e uma emissão de sons vindo da boca de alguém, virando-me para saber da onde vinha aqueles barulhos. Era a garota de cabelo azul que outrora estava apenas quieta e calada cantarolando e curtindo sua música aparentemente sem se importar de estar incomodando os demais. Sendo a mais próxima dela, apenas busco me afastar para um ponto em que o som não me incomodasse demasiadamente e me deixasse abespinhada. Tendo ela iniciado uma linha de diálogo com Michaela, desistiria da ideia de analisá-la, prestando atenção na fala de Kyon, mais importante no momento.

 

Ele contava sua história com sucesso e... que decepção. Esperava bem mais já que eu — como uma amante da literatura — já tinha lido histórias e suas morais finais como essas por aí dos livros que Kamille III-sama me trazia. A que ele me contou era triste? De fato, assim como as outras; porém, encararia com indiferença por não me surpreender em absolutamente nada. A clichê história de se dar mal, dar a volta por cima e buscar vingança de todos os meios cabíveis para tal. No entanto, um nome dito por ele despertaria minha curiosidade: Hans. Me foi explicitado por Kyon que Hans foi um cientista que criou e entregou o que hoje é o seu braço — que eu não faço a menor ideia do lado já que o dono do personagem não colocou na ficha —. Seria esse Hans o mesmo Hans-sama que engendrou ambas minha perna e braço esquerdos ou seria apenas uma coincidência?

 

— Compreendo. Constato que vosmecê deves muito ao senhorzinho "Hans". — Balbuciaria em resposta à história narrada por Kyon com um tom remansoso. Ao passo em que fecho minha boca, Edgard de Lacroix, um homem bem vestido, se apresenta. Demonstro desinteresse por ele à não ser pelas minhas suspeitas de ele ser o nobre de alguma casa pelo fato dele alegar ser um ex estudante de medicina. Arguiu também sobre a possessão de conhecimentos marítimos. Talvez ele possuísse bons dotes, no fim das contas. Sem mais delongas o jogo de Blackjack se iniciaria brevemente. Ah, sim! Ignoraria o pequeno flerte desagradável de Kyon para com a garota de cabelos azuis. Pediu para mordê-la um alimento e depois que o entregasse de volta. Edgard foi o único a se importar, aparentemente. Mas que desperdício de comida hein Kyon?

 

Ao receber as cartas, manteria sua postura nobre e séria assim como vem fazendo desde o começo, analisando meus companheiros para saber o quão longe eles levariam a competitividade no jogo de cartas. Vejo minha mão, e... dezessete (17). Não era uma pontuação ruim, poderia ser pior, então... estava tranquila com a pontuação que peguei. Por algum motivo repentinamente eu desviaria minha atenção para pensar na quantidade de chás que eu poderia beber se essa missão fosse um sucesso. Meu desvio de foco foi cortado após Kyon bradar bem alto que tinha tirado vinte e um (21), a pontuação máxima. Certamente ele estava com sorte, mas, uma coisa eu sei que faria caso eu fosse a perdedora.

 

— É com pesar que eu declaro que não irei contar nada para os senhores aqui presentes. Não lembro-me de ter mencionado que iria fazê-lo, apenas que iria colaborar e comparecer no jogo. Situo-me corretamente? — Exclamaria para todos os três que estavam no jogo caso eu fosse a perdedora. Não saberia se a garota de cabelos azuis ouviria, então, a frase não seria construída incluindo-a na sentença. Se outro tivesse perdido, eu apenas me manteria calada, observando sua história, caso este se dispuser a contá-la, claro. Assim como eu, não tinha a obrigação de contar caso não quisesse fazê-lo, podendo usar do mesmo argumento que eu usara para tal. Simplesmente não poderia contar sobre minhas relações familiares ou minha história já que ela é principalmente desenvolvida pelo fato de eu ser uma sereia, coisa que eu não queria que os presentes nesse navio vivo descobrissem tão cedo. Isso é, se eles vão saber até o fim disso tudo. Deixo um adendo de que caso tentem me obrigar ou coisa do tipo, não hesitarei em usar da força para impedir.

 

De repente, sou abordada por Michaela que começava a desenvolver todo um diálogo interrogativo. Eu ia ficando mais perdida na medida em que ela ia demonstrando mais e mais as suas ideias. Ela me perguntou se eu sou uma engenheira. Isso é alguma palavra de uma língua estrangeira? A única língua que eu sei — além, claro, da habitual, falada por todos — é a língua dos peixes que me permite falar com qualquer tipo de criatura do gênero mencionado. Inclusive, este conhecimento compartilhado entre os presentes sobre eu possuí-lo iria gerar uma reação negativa. Provavelmente pensariam que eu era uma maluca ou uma bruxa. Talvez uma usuária de alguma Akuma no Mi que dê as capacidades de se comunicar com peixes. Essa última parte é, no entanto, improvável. "Usuários de Akuma no Mi não podem entrar na água, né?" Finalizo o meu pensamento acerca da minha teoria sobre as possibilidades de reações com essa dúvida latente. Sabia pouco sobre as emoções humanas, então não pensei muito nas variáveis. Devem haver outras milhares de maneiras deles reagirem, certamente. Creio que deu pra entender, né? Aliás, será que há algum usuário de Akuma no Mi aqui? Creio que não, mas... do jeito que eles são estranhos e pelo fato de eu saber pouco sobre suas habilidades mais ainda que sobre as informações pessoais eu não duvido.

 

— Senhorazinha Michaela, peço que perdoe-me pela minha falta de educação com base nos conceitos éticos e morais por estabelecer uma perquirição acima de outra perquirição, mas... o que és "Engenharia"? É algum nome mitológico para chá? Não, eu não ingeri a Fruta do Chá. — Indagaria para Michaela com uma expressão de dúvida profunda e um dedo no queixo, ignorando o fato dela deixar bastante explícito e ter dialogado com um tom adequado para diálogos informativos o que é "Engenharia" e o que exerce um "Engenheiro" em sua estrutura de trabalho por eu cismar com a palavra "Engenharia", presente na oração, em específico. Eu nasci isolada em um reino, então, esses termos eram completamente desconhecidos para mim. Após, ela parecia ter um papo científico com Edgard, que a retrucava. Pareciam um casal no início da paquera, como nos livros de romance da famigerada escritora Netsua Enaj. Gosto bastante dela, aliás.

 

Pensando bem, Michaela parecia ter dito algo sobre "Materiais resistentes à maresias". Lembro-me de Hans-sama, o cientista que providenciou minhas próteses mecânicas mencionar que meus membros não eram devastados pelas devastadores forças da natureza, se adaptando em qualquer tipo de ambiente. Ele deve ter pensado nisso com base na ideia de que meus membros mecânicos estão conectados diretamente ao meu sistema neural, indicando que, por exemplo, um raio de Sol quente que atingisse o braço normalmente me obrigaria a ter que aguentar um pedaço de metal quente conectado aos meus nervos, o que geraria desconforto em demasiado. Na minha nadadeira para que se transformasse em pés e vice-versa com o mesmo conceito, já que, eu posso andar ou nadar normalmente como se fossem pernas e/ou nadadeiras comum sem me preocupar com enferrujamento das partes pela água. Talvez ela tenha lido sobre cientistas excepcionais como Hans.

 

"Tudo isso e levando em conta que meu braço é virtualmente indestrutível... Esses materiais desse tal Novo Mundo que ele utilizou são poderosos."

 

@Diable@Night@Pusheen@Sovereign Hajime

 

bah, li o post do biscoito depois e to com preguiça de mexer no post vai assim msm

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- Sonic's the name! Speed is my game!

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The New Age

Thalassophobia

 

 

 

 

 

***

 

 

 Turno

 

 

Em algum lugar dos mares do Novo Mundo; 

 

 

***

 

 

@Night @Diable @Bills @Pusheen @Sovereign Hajime

 

Em meio a rixa das garotas, Night rapidamente demonstrou seu espírito empreendedor. Claro, no fundo querendo provocar Urane, estendeu-lhe um tubérculo para que desse uma mordida. Provavelmente, em algum lugar daquele mundo existiria algo análogo a internet. Se fosse o caso, certamente e-girls existiriam. O mercado cuidaria para que isso acontecesse de qualquer forma.

 

Prosseguindo então para o jogo proposto por ele mesmo, Kyon distribuiu as cartas normalmente. Já que os indivíduos ali não tinham acesso a mestragem, para manter seus papéis de forma convincente, obviamente não saberiam a mão de cada um. Entretanto, apesar da confusão inicial, tudo pareceu correr bem. No limite do possível, claro. Isso porque o mago logo percebeu que sua mão estava bem mal. Sendo astuto que era, rapidamente alterou as regras a respeito de quem seria o próximo a comprar e puxou uma carta. Acertadamente, não seria a carta que lhe faria ganhar. No entanto, seus artifícios e cartas na manga eram muitos, com alguns hábeis movimentos dignos de um ilusionista, conseguiu conferir uma nova textura à carta, clamando os 21 pontos. A banda não tocava bem assim, no entanto. Teria que descartar uma carta ao que tivesse comprado. E ele mesmo não havia percebido isso.

 

Michaela, uma das participantes da quase-briga anterior, acabou optando por nem sequer responder Urane. Optou por manter sua máscara, á não mais tão convincente assim - graças ao Haki da Observação -, de moça fofa, recatada e do lar. Ela mesma havendo percebido isso, continuou deixando seus pensamentos degenerados escaparem, sem nem ligar.

 

Voltou-se, então, à assuntos que provavelmente encarava como mais interessantes: Edgard e Kamille. Após longos pensamentos e deduções a respeito de ambos, Michaela voltou-se brevemente ao jogo que Kyon estava tentando com bastante esforço organizar. Nem sequer havia cogitado tentar ganhar - mesmo que não houvesse a possibilidade de tentar, visto a situação -, entretanto já havia premeditado sobre como burlaria a penalidade proposta. Bem, ninguém ali - o propositor do jogo incluso - parecia ser muito honesto, afinal.

 

De qualquer forma, desviando-se completamente do assunto, ainda ignorando Urane, começou a indagar a respeito de um elemento que era incomumente comum naquele grupo: próteses mecânicas. Mesmo Edgard, que havia especificamente sido abordado a respeito de suas perícias com navegação, também possuía algo bastante semelhante a uma prótese mecânica. No mínimo curioso, de fato.

 

O navegador, por sua vez, a princípio parecia estar levando aquele jogo… Meio torto bastante a sério. Em meio aos cálculos probabilísticos acertados que fazia para tentar determinar qual era a melhor decisão a se tomar, foi distraído por um das proposições indecentes, que de certo começavam a parecer típicas, do Mago das Rolas. Logo em seguida, porém, percebeu que seus esforços mentais teriam sido em vão. Afinal, Kyon havia acabado de clamar vitória. Edgard parecia ter um pouco mais de noção do que estava acontecendo ali, porém esperou por esperar sua vez calado, o que não melhorou em nada a confusão naquele cômodo. Provavelmente esperando que alguém o orientasse a comprar alguma carta - perdidão -, o zazalandense voltou-se para saciar as perguntas distrativas de Michaela. 

 

O papo cabeça - acho - parecia progredir entre os elementos... Exóticos daquele grupo, entretanto Urane não estava nem aí. Ela também era outra que tinha o seu próprio passado problemático para enfrentar e não parecia muito disposta a levar desaforos extras para casa. A princípio, numa reação bastante simples e provavelmente diferente do que Kyon esperava, aceitou o tubérculo, pacificamente tentando matar a fome. Porém, os cachorros não demoraram a ser soltados: depois de mastigar tudo, respondeu o silêncio e a oferta de batatas com insultos e ameaças diretas. No entanto, parecia ser pertinente adiantar que nenhum dos elementos insultados ou ameaçados pareciam minimamente sãos para responderem da forma que esperava.

 

Depois de uns shows de luzes logia e a tempestade acalmar, porém, a garota achou que o clima iria ficar pesado. Pesado demais até mesmo para um grupo de lunáticos como aquele. Talvez tentando quebrar o gelo, apresentou-se - mas demonstrando que não se importava com os nomes dos demais - e voltou a escutar pop em altos volumes em sua beliche. 

 

Se a situação já estava complicada para humanos, Kamille estava se sentindo mais perdida ainda. Aparentemente, a sirena desconhecia a maior parte dos costumes dos habitantes terrestres. Entretanto, ainda com fatores considerados distrativos para ela - vulgo a quase-briga que ocorria ali - procurou entender as interações que acontecia no grupo do suposto papo-cabeça. Deu uma curta resposta, comentando a história que Edgard havia relatado, mas logo tornou a focar-se no jogo de cartas maluco. Pelas suas contas, mesmo com o deslize do mago, ainda era a perdedora. Kamille, no entanto, não teve como saber disso. Apenas prosseguiu fazendo-se presente no suposto papo cabeça que estava acontecendo ali sobre próteses mecânicas, tecnologia e navegação.

 

Àquela altura, Kyon Night já havia pensado em todos os detalhes de como extrairia as memórias à força. Entretanto, ninguém parecia ter prestado atenção suficiente no jogo para se lembrar de anunciar quem era o perdedor de fato. Já tendo ido longe o suficiente a ponto de trapacear, não é como se o mago ligasse de fato em exibir as memórias de quem de fato havia perdido a aposta. Estava preparando-se para aleatoriamente pregar seu olho mágico em alguém, quando um som e uma vibração surpreendentemente emergiram dos bolsos de todos os tripulantes dos arredores. Eram os dispositivos de comunicação que receberam mais cedo.

 

Aparentemente, cada pessoa havia recebido uma orientação específica, visto que muitos começaram a se mover nas mais diversas direções. Agora, as entranhas daquele animal-submarino pareciam mais um formigueiro.

 

***

 

@Nie @Harper

 

Diante da proposta de Isao Hiden, no entanto, Koichi Shinguji pareceu perder completamente a paciência. Ficava claro que estava atrás da saída mais legal e não da saída mais eficiente e fácil. Putinho, iniciou uma longa explicação sobre como deveriam fazer para roubar as chaves e escapar dali. Isao, obviamente ofendido com tanto xingamento gratuito, a princípio retribuiu na mesma moeda. Entretanto, possivelmente tendo noção de que seria melhor cooperar do que tentarem escapar sozinhos - por mais que não… se gostassem muito -  aceitou a proposta.

 

Se a princípio esteve um tanto em choque com a revelação da real personalidade de Shinguji, agora estava é putaço. Mesmo ele que costumava ser calmo e compreensivo, naquela situação apenas conseguia enxergar razão nas seções de tortura que os marines faziam. O “moleque maldito” realmente devia ser algo bastante irritante, ainda mais levando em conta que estavam lidando com Koichi há muito mais tempo do que ele. Todavia, ainda que estivesse pistola demais com o garoto roxo, tratou de tomar algumas medidas para que pudessem emboscar o guarda na próxima vez.

 

Quando sua mente se acalmou, o espadachim não pode deixar de revisar os elementos ao seu redor, o plano e os riscos da empreitada. Apesar de algumas vantagens que teria em relação ao marinheiro, o Haki do Rei e a música muito bem poderiam incapacitá-lo. A princípio, o mais perigoso talvez fosse a música, já que ficaria mais próximo e mais tempo exposto a ela que o marine em diversos cenários que se pudesse pensar. Entretanto, o espadachim parecia bem mais propenso em acreditar no seu taco e no fato de que, diferente do marine, estaria preparado para os impactos mentais que a música e a aura causariam.

 

Para a sorte e, principalmente, a sanidade de Isao, Koichi esperou até que o som da porta no começo do corredor pudesse ser ouvida. O início da terrível melodia foi como um soco para o espadachim. Entretanto, sua determinação o manteve firme em sua postura. Até porque o foco da música não era tanto o dano físico e sim a retirada dos sentidos. Gradativamente sentiu sua visão, audição e fala esmaecerem. Se continuasse perdendo sentidos daquela forma, as opções de sinais para início do ataque reduziriam dramaticamente.

 

 

 

 

E a coisa piorou. E muito. Havia um enorme borrão preto em sua visão, além de uma completa incapacidade de ouvir as coisas ao redor exceto a música tenebrosa. Diferentemente de Koichi, Isao não pode perceber a chegada e abertura da cela por parte do marine. Ele também cambaleava bastante, não podendo ver, ouvir e nem xingar o causador daquilo. Entretanto, tateando as celas, e por ainda escutar a terrível melodia, pode encontrar o epicentro do seu problema. Ao centro da cela, entre os dois piratas, não o via, mas sabia onde Shinguji estava. Voltado para o garoto, graças à distração causada pela música, momentaneamente havia se esquecido de Isao em suas costas.

 

Hiden não havia percebido a chegada do marinheiro, porém pelo menos de uma coisa sabia: sentiria uma pressão por conta do Haki do Rei. Esse seria seu sinal, mas também sua potencial ruína. Tinha que resistir a aura a qualquer custo para mirar a cabeçada. Naquela situação, instantes mínimos pareceram segundos. Para a sorte do espadachim, porém, quando sentiu a aura do garoto afrontar a sua, apenas uma sensação de medo o tomou. Isso o paralisou por alguns segundos. Porém, o marinheiro, que também fora paralisado pelo mesmo tipo de sentimento, estava bem mais perto do ponto de origem do Haki do Rei. Foi graças à isso que, quando Isao finalmente foi capaz de controlar seus medos, o marinheiro ainda permaneceu alguns instantes completamente paralisado de terror.

 

O espadachim sabia exatamente o que fazer, mas, naquela situação, e não tendo se lembrado de concentrar em seu Haki da Observação para mirar melhor, sua cabeçada não atingiu exatamente o alvo desejado. Por sorte, porém, o golpe duro nas costas do carcereiro atordoado o fizeram cair para frente no chão, em cima de Shiguji em seu casulo de correntes. Tanto o Haki do Rei quanto a música cessaram imediatamente com o impacto. A luz, os sons e a fala voltavam gradativamente para os dois atingidos naquele cubículo de metal. Excetuando Shiguji, que apenas havia sido desconcentrado, todos estavam bastante atordoados. 

 

Foi quando a visão clareou o suficiente para o carcereiro e o espadachim, que outra desvantagem acometeu o homem: diversas copias de Hiden estavam espalhadas pela sala. Se ambos já estavam atordoados pela música e pelo Haki, o marinheiro quando retornou achou que estava vendo tudo dobrado. Ficou confuso por alguns instantes, garantindo exatamente a brecha que Isao precisava para se recuperar e continuar com as cabeçadas.

 

Estava jogado em cima de Shiguji, olhando para todos os lados, quando sentiu um novo golpe duro em seu torso. Isso foi o suficiente para que finalmente voltasse a sentir a hostilidade advinda da aura do espadachim. Porém, para seu completo azar, foi quando virou a cabeça para o clone verdadeiro que uma nova cabeçada estava em trânsito. Levando mais uma na boca, não aguentou e desmaiou.

 

Para Isao, o combate também não havia sido nada fácil. Nem sempre pode acertar a exata porção mais dura do crânio, por isso o mundo também girava ao seu redor. O carcereiro, no entanto, parecia estar numa situação bem pior: estava completamente desacordado. Só não sabiam até quando.

 

***

 

  • Novamente, o prazo é de 48h e o tópico fechará automaticamente.
  • Não tinha visto antes, mas o RGB havia oficialmente se retirado do evento. Contudo, os avisos do turno anterior ainda valem para o @Slam e demais jogadores.
  • Lembrando que edições de turnos não finalizados não serão penalizadas. Vocês estão livres pra poderem combinar as edições de eventuais erros entre si. Edições de turnos já finalizados, porém, serão punidas na avaliação. 
  • De resto, valem as regras gerais.
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    Conforme o jogo rolava, após a simpática entrada de Edgar, e a rude rejeição de Urane,  Kyon não deixava de pensar. Apesar da excentricidade dos pares, aquela coleta de informações parecia bastante inútil por hora. Não havia aprendido nada sobre a organização dos revolucionários, apenas sobre esquisitice dos presentes naquela altura. De qualquer forma, não tinha outra opção melhor além de ficar naquele local no momento, até que uma oportunidade melhor aparecesse, portanto assim o fez. Àquela altura, Night já estava se arrependendo de ser uma pessoa fria e analítica, visto que teria que analisar verdadeiras MURALHAS de coisas aparentemente inúteis, mas já que sua personalidade era assim, o que fazer além disso?

 

    A primeira a agir depois das falas do rapaz foi Michaela. Ela parecia utilizar de suas falas para extrair aspectos importantes(ou não) da personalidade dos demais presentes na sala. Sua reação a fala provocativa de Urane, revelou um sorriso aparentemente falso, demonstrando que a nobre poderia ser mais ardilosa do que aparentava inicialmente. Além disso, ela deu uma pequena provocada sobre o braço de Kyon, que apenas respondeu com um aceno positivo com a cabeça. Infelizmente, tudo aquilo não passava de um grande nada. O importante num tabuleiro de xadrez não é a cor das peças(além de ser amigo ou inimigo), e sim como elas se movem no tabuleiro, e a forma de usá-las para o check-mate. Por fim, informações não relevantes poderiam ser tranquilamente deixadas de lado.

 

   Em seguida, Urane aceitou a oferta e comeu sua batata. Uma moça simpática e bastante gentil. Um doce. Fazia tempo que o mágico não havia conhecido pessoas tão meigas quanto a moça dos fones de ouvido. Após ser indagado como retardado, o mágico manteve sua expressão séria, quebrando seu silêncio, com uma pitada de ironia.

 

   - Me chame do que quiser. Mas lembre-se, Urane-chan. Posso não se o mais forte ou o menos excêntrico. Mas até mesmo um peão é útil se for utilizado de forma correta. Não se esqueça disso.

 

   Aquela fala poderia revelar algo sobre a verdadeira personalidade séria e fria de Kyon, por trás de uma máscara de alguém idiota, que ele fazia apenas para tentar se divertir um pouco e manipular pessoas. Após Urane, foi a vez de Edgard tomar iniciativa. Revelando ser ligeiramente pervertido, o rapaz indagou Kyon sobre um suposto interesse em objetos tocados por belas damas. O rapaz, sendo sincero, não tinha interesse naquilo, porém tinha ciência de que era algo desejado pelo mercado. Mantendo uma expressão séria e aparentemente sem emoção, respondeu num tom de voz típico de um comerciante, voltando novamente a brincar um pouco:

 

    - Não.- Após, ergueu a batata mordida de forma relativamente triunfante.- Mas se quiser isto, podemos negociar. Estou aceitando ofertas iniciais na casa de 1 bilhão de beli. Este é um artigo raro e de uma edição limitada, se eu fosse você aproveitaria esta singela oportunidade de obter este valioso item, não se sabe que outra vez se poderá ter uma oportunidade como essa, não é mesmo? - Após isso, Edgard trocou um blá blá blá com Michaela, demonstrando novamente que era navegador.

 

   No final, foi a vez da sereia Kamille tomar as rédeas. Ela parecia ter um certo interesse por Hans. Aparentava ter alguém com o mesmo nome no passado. Isso o intrigava um pouco de certa forma. Além disso, ela aparentava ter bastante desconhecimento sobre o mundo humano. E um grande interesse por maquinário, também aparentava ser uma ciborgue. Kyon resolveu portanto brincar um pouco com a sereia, tentando confundi-la um pouco mais.

 

   - O modo que você fala de Hans, parece que foi alguém especial para você.- Ele prosseguiu mostrando seu braço para Michaela.- Será que o Hans que a senhorita parece conhecer e o Hans que fez esse o braço são a mesma pessoa?- Ele colocou o braço em posição novamente.- Não importa. O que importa é que essas belezinhas funcionem?-Finalizou apontando para o braço.

 

    Depois um mal entendimento com as regras do jogo que o próprio mágico havia criado, aquilo acabou terminando numa tremenda confusão. Após o estranho fim do jogo, interrompido pelo som de seu dispositivo de comunicação. O mágico havia achado o conteúdo da conversa interessante, porém não parecia se importar muito com algumas coisas, visto que não era um revolucionário como os demais. De certa forma ainda interessado em informações, propôs uma troca com os demais, ao passo que tirava suas próprias conclusões a respeito da situação:

 

   - Parece que todos recebemos ordens disso aqui.- Apontou para o comunicador.- Minhas ordens foram ir pra traseira do navio(Ui Pristine) com Urane. Acredito que vocês também estejam designados em duplas ou trios certo, e até por isso foram colocados sobre o mesmo quarto, assim como eu a aquela E-Girl ali.- Por fim concluiu seu raciocínio.- Proponho que dois de nós troquemos comunicadores, dessa forma estaremos compartilhando nossas posições, e poderemos saber onde estamos uns aos outros para nos ajudarmos caso necessário.

 

   Night já havia dito anteriormente que não se importava com eles. E de certo era verdade. Suas reais intenções com as trocas de comunicadores eram apenas obter mais meios de conseguir possíveis informações sobre os Liberatores, além de que não havia necessidade de ter comunicadores individuais se iriam em duplas. Em conclusão, o mágico ofereceu seu próprio comunicador. Visto que ele próprio não era um Revolucionário, não receberia coisas muito importantes dali. Porém, os demais na sala aparentemente não sabiam disso, de modo que provavelmente estariam dispostos a realizar a troca.

 

   Utilizando sua flauta, tocou uma melodia não-especial no volume mais alto que podia, com o intuito de chamar a atenção de Urane caso a revolucionária ainda estivesse entretida com os fones de ouvido. Depois a alertaria da mensagem e do plano. Esse parágrafo, porém, apenas aconteceria se a revolucionária não estivesse prestando atenção, como já havia demonstrado fazer anteriormente.

 

   Antes de partir para a traseira do navio, deixou uma última consideração com o trio:

 

   -Estou um pouco curioso a respeito de algo... desse navio... - Ele continuou, mantendo sua expressão séria, que certamente não combinaria com as palavras que estava prestes a dizer.- Ele parece ser um navio vivo. Se algum de vocês encontrar o clitóris disso, me avise. Pretendo testar umas iterações.

 

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    @Pusheen @Diable @Sovereign Hajime @Bills

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A proatividade de Michaela em buscar pautas interessantes para diálogos "corriqueiros"; ao menos para uma riquinha obcecada por guerras que conviveu toda a sua vida apenas com militares, sendo assuntos de cunho geopolítico, e, em última instância, filosofia — caso enjoasse do primeiro, optando por debater acerca das divergências de autores barbudos de alguma civilização antiga — o equivalente aos questionamentos triviais de pessoas comuns, envolvendo temas que vão desde a previsão do tempo ou até o rebaixamento do Loguetown F.C. da liga regional de futebol; falharia miseravelmente. Ademais, sua inabilidade para falar de assuntos do cotidiano — mesmo com tantos anos de treinamento para amenizar sua deficiência nessa área — era evidente, apesar daquela peculiar garota de olhos amarelos não fazer ideia disso.

 

O desgaste mental que a moçoila sofreria era evidente. Observaria os acontecimentos e falas ao seu redor transcorrerem "normalmente", apesar de estranhamente não compreender totalmente sua ordem por uma alienação temporária de suas faculdades mentais, talvez um genial aparato do player, que estaria em falta com suas horas de sono; e ao jogar um certo jogo distópico, acabou por esquecer de postar e escreveria com uma perceptível dificuldade em compreender a ordem dos acontecimentos apenas despertando após o movimento extremamente cool desferido pela degustadora de batatas. Sua sanidade mental já não estaria uma das melhores, figurativamente cambaleando sem perceber que sua máscara se comportaria como pedra em queda livre. Ao visualizar a e-garota-raio, seu semblante se alteraria drasticamente, dando espaço a um sádico olhar, que visualizaria Urane tal como um leão ao avistar um bando de leoas. Todavia, devido ao seu desgaste mental já explicado, seria incapaz de diferenciar a diferença poder entre ambas, encarando-a de igual pra igual.

 

— Ara ara. Não penso em atrapalhar a missão, evidentemente. Todavia, agora percebo que a estética de seus poderes apenas perde em beleza para o brilho dos seus olhos... — Lamberia seus próprios lábios, aumentando gradualmente a loucura em suas expressões faciais.

 

— ...meu coração está palpitante. Minha vontade de ter atos ero... Tossiria, voltando ao seu tom de voz comum. Bateria de leve em sua própria cabeça, mostrando sua língua numa expressão que contrastaria totalmente com o show mostrado até então — Minha vontade de ter atos... heroicos em missão é pura e evidente. Garanto que não serei um empecilho em seus objetivos, senhorita Urane. — Prosseguiria de forma totalmente cínica, ignorando o surgimento do seu modo sádico após um defeito de fábrica ocorrido após sair de sua zona de conforto e tentar falar como uma pessoa normal sem discurso ou ideias prévias. Entretanto, apesar de se recompor um pouco, seu tom de voz e seu semblante demonstrariam um certo constrangimento.

 

— Ademais... — Se calaria por alguns segundos, buscando se esquivar da saia justa que se meteu. 

 

"Como isso foi acontecer? Eu não estava totalmente preparada para falar de assuntos corriqueiros? Senhor Richard, você mentiu para mim?"

 

— ENGENHARIA! COF COF — Tossiria novamente, voltando ao tom de voz calmo demonstrado antes do seu surto — Bem... engenheiros são pessoas que projetam coisas complexas, tal como o braço do Kyo-

 

Subitamente, sua fala seria interrompida por um som e uma vibração em seu bolso. As notificações viam dos comunicadores recebidos por todos os membros da tripulação, muito provavelmente sendo aparelhos para coordenar de forma mais eficaz as ações dos tripulantes. Já retomando totalmente sua capacidade cognitiva, Michaela apanharia o comunicador, encarando-o enquanto demonstraria uma certa incredulidade. Por causa de sua criação em um palácio isolado do mundo, apenas se informava através de livros e dicionários, crescendo totalmente distante de qualquer tecnologia e desconhecendo totalmente suas funcionalidades. Apesar de tão bela e jovem, Michaela na realidade era completamente boomer.

 

"Como que essa coisa estranha funciona? Enfim, essa geringonça está ordenando meu deslocamento até o setor de reconhecimento. Nada mais racional do que seguir essas ordens ceticamente."

 

— Até mais, senhores. Acredito que isso tenha sido uma conversa bem... produtiva... — Terminaria com um tom de voz hesitante, sendo incapaz de disfarçar o seu surto, mesmo com tanta dissimulação em sua mente digna de um vilão de algum filme dos anos 80, fracassaria. Ademais, se deslocaria prontamente até o local solicitado.

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Como havia previsto, o impacto da música e do Haki afetou seus sentidos e comprometeu parte do seu plano, que durante os segundos de confronto sem os sentidos pode apenas contar com seu esforço e muita sorte para que as suas cabeçadas desajeitadas fizessem o guarda desmaiar. Apesar de triunfante e de pé, o rapaz permanecia inerte com seus sentidos bagunçados pelas cabeçadas, sabia que com certeza teria uma enxaqueca mais tarde mas esse não era seu maior problema agora. Hiden voltaria sua atenção ao marine e o empurraria com o pé junto de alguns chutes para tira-lo de cima do garoto roxo, que se fosse acertado de raspão pelo fato do samurai estar zonzo seria satisfatório, após se ajoelharia em cima do pescoço do marinheiro colocando toda sua força e peso para asfixia-lo, o momento era propenso para se recuperar da tontura e se livrar de qualquer ameaça do guarda. Mata-lo era a alternativa mais prática para que ele não desse mais trabalho e Isao não era o tipo que hesitava nessas circunstâncias.

 

- Se alguém estiver vindo avise, arroxeado. - Hiden estava ocupado e não podia concentrar seu haki no momento, então esperava que o garoto maldito tivesse o HdO, já que o tipo mais raro ele tinha. Ao pensar nisso, havia a chance de alguém ter sentido o haki, mesmo que as auras de antes estivessem longe, então não ser pego de surpresa já era um passo importante. Finalizado a asfixia com sucesso, voltaria sua atenção em vasculhar o corpo morto atrás de pertences que poderiam lhe ser útil, obviamente seu alvo principal eram as chaves das correntes que buscaria com cuidado em cada bolso, mas se conseguisse algum comunicador ou informações sobre a embarcação seria bom, na situação que estavam talvez até uma bala de menta seria uma coisa útil.

 

Caso estivesse com as chaves o escarlate se libertaria para seguir com suas ações, ações essas que seguiria mesmo sem elas e preso, ignorando por hora o pirata ao seu lado e iria em direção as grades concentrado para usar seu haki, tanto por falta de confiança no "companheiro" quanto para se situar e sentir se havia outros prisioneiros, observaria todo o corredor atrás de algum vigilância por den den mushi ou derivados. Com o corredor livre para ser explorado, voltaria sua atenção para algo que pudesse lhe servir de arma, para se sentir menos inútil e mais seguro, e principalmente das chaves das correntes caso não as tivesse achado no guarda, já que as chances eram altas dele não ficar andando com elas. Fosse esse o caso, seu primeiro ato era se libertar das correntes.

 

Hiden voltava para a cela em posse de todas as chaves que achasse, inclusive as da cela, e fixava sua atenção para o garoto, que provavelmente estaria todo revoltado e um pé no saco. As cabeçadas que o mesmo distribuiu até aliviaram sua raiva, mas era olhar pro arroxeado para seu mau humor permanecer. - Fui verificar se tinha vigilância por den den mushi. - Não precisava se explicar mas achou necessário para manter o mínimo naquela parceria conturbada. - Enquanto um for útil ao outro podemos manter uma aliança temporária, mesmo você sendo um merdinha. - Hiden falava com indiferença enquanto se ajoelhava e começava a libertar o usuário de haki do rei de suas correntes, apesar dos riscos, ele não era traiçoeiro em deixar o garoto preso, o que provavelmente era o que faria com ele. Obviamente nunca se sabe o que se passa na cabeça de um maluco, então ele poderia simplesmente atacar o samurai ou simplesmente sair correndo sozinho, fosse o que fosse, tentava estar preparado seja para se defender ou seguir sozinho. Agora ele tinha que traçar seus próximos movimentos através das informações que obteve e seguir atrás do mais importante; suas espadas. 

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Quando eu for devidamente vacinado, quero ser o chibli Rak

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 - Hm - respondeu Urane a filosofia de Night com secura e preguiça. Dizia para si mesma que não se importava com essa filosofia de botequim, mas a verdade mesmo era que discordava em termos.

 

 - De que adianta ser útil e morrer, ô caralho? - pensou.

 

 E numa confusão cronológica bizarra gerada pelo fato de interagir com Night e Michaela em um espaço de tempo bem curto, logo estava obtendo a resposta da sadista. A modulação do humor da garota, deveria confessar, lhe causava um certo estranhamento. Definitivamente era uma retardada, agora, ser era uma das perigosas já não sabia dizer. Matá-la ali mesmo não parecia muito produtivo, também. O mesmo, porém, não dava para ser dito da jogada comercial de Night em tentar vender a batata mastigada por um preço absurdo.

 

 - A revolução realmente está contando com pessoas muito diversas, hmpf - pensava.

 

 Depois disso, já não houve muito tempo para interações e saiu puxando Night pelo submarino afora em direção ao local ordenado. Enquanto isso, focava seu Mantra em associação com o radar auditivo de seu fone 8D para tentar localizar Pristine e ver se ouvia algo interessante.

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Jess Mac

URANE | BÔ ZEBU | MEI

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Finalmente a batalha entre os dois bêbados, digo, entre os dois determinados guerreiros havia sido finalizada depois de uma curta cessão de cabeçadas. Tirando a parte em que foi o marine caiu em cima de si, Koichi achou aquela situação toda muito divertida, afinal, sempre era ótimo assistir dois idiotas em péssimas condições digladiando entre si. Provavelmente era assim que os romanos se sentiam ao ver os pobres gladiadores se matando em seus coliseus, mas isso era assunto para outro momento. No momento, o garoto tinha outras prioridades. A principal delas era se livrar dos grilhões e correntes que o acorrentavam, e para isso, ele iria se arrastar até o homem atordoado e procuraria pelas chaves em seu corpo usando a ponta de seus dedos. Talvez a sua flexibilidade lhe ajudasse um pouco naquela tarefa, talvez não, mas fato era que pelo menos naquele momento, ele estava melhores condições que Isao, que mal conseguia manter a cabeça no lugar.

 

Caso não tivesse sucesso em sua empreitada, bem, a única opção que lhe restaria era aguardar o espadachim boladão se recuperar e libertar seu querido amiguinho roxo.

 

De outro modo, obtendo sucesso naquela tarefa e tendo seus movimentos livres, a primeira coisa que faria era usar das tais chaves para abrir as outras celas. A possibilidade de outros oficiais surgirem, é claro, existia, contudo Koichi lidaria com isso simplesmente usando HdO para notar sua presença e desviar de seus ataques ao mesmo tempo que usava seu Ghoul maior ( o da Letra A ) para combater o inimigo com mordidas e arranhões. Com um pequeno pandemônio tendo sido formado pela libertação dos outros prisioneiros, Shinguji retornaria para a sua cela de origem e usando Kurouzu, arrancaria uma das barras de metal da tela e usando o mesmo poder, tentaria criar uma arma de corte semelhante à uma espada para seu parceiro. Na pior das hipóteses o homem teria mais uma arma ao seu dispor, então a ação pensada pelo menino só tinha benefícios.

 

- Sabe quando você acaba de comer um pacote de salgadinho e só lhe restam duas opções : aproveitar o farelo aos poucos ou estourar o saco pra ter um montão de diversão de uma vez ? Eu estou nessa situação, e escolhi a primeira opção. Mas digamos que eu me entedio bem fácil e tem muitos sacos aqui pra estourar. - Mesmo sendo uma analogia infantil, Koichi achava ter que sua mensagem havia sido clara o suficiente para não se estender mais do que isso. Ser xingado era uma coisa, e sendo objetivo, era divertido para o garoto ver as pessoas irritadas consigo. Esse não era o problema em si.  O ponto em questão era que Hiden passava uma intensa aura de tédio e ainda se sentia no direito de sugerir ações para Shinguji, que era um espécie de "espirito livre" e odiava pensar que estava seguindo comandos. Os dois fatores juntos, em uma situação normal, já seriam o suficiente para Koichi cometer um homicídio, mas felizmente a possibilidade de assistir o pobre coitado lutando por sua vida lhe parecia divertida demais para se jogar fora tão cedo.

 

Aliás, caso o nosso caro leitor tenha cogitado a possibilidade de Shinguji simplesmente jogar o saco no lixo, digamos que bem...ela não existe. Afinal, que tipo de senhor das trevas e regente do mal iria colaborar com o meio ambiente fazendo tal ato ?

 

Concluído o diálogo entre os dois e com a possível libertação do resto dos prisioneiros, nosso pequeno rapazinho iniciaria a sua jornada em busca de seus itens. Com as seus remédios ele poderia tratar os seus ferimentos o que lhe daria um boost antes de tentar assumir o controle de embarcação. Além disso, ele ainda estava curioso para saber se Zorc, seu morceguinho camarada, estava presente na embarcação. Se esse fosse o caso, o bichano deveria estar em uma acomodação razoavelmente grande, então a busca de Shinguji se guiaria por esse critério e pelo seu HdO. No caminho, aproveitaria o tempo livre para massagear seu corpo.

 

Spoiler

Haki da Observação - Rank B ( 147 )
Descrição:
 

  • Fora de batalha, o usuário consegue sentir a presença de pessoas nos arredores (raio de cem metros), mesmo que não esteja concentrado nisso. 
  • Fora de batalha, consegue sentir as intenções hostis nos arredores (raio de cem metros), mesmo que não esteja concentrado nisso. 
  • Em batalha, pode prever os ataques de inimigos em seu raio de visão. Consegue manter a concentração mesmo realizando outras ações, contanto que não sejam muito elaboradas.

 

Nome da Técnica: Trupe do Terror

Tipo de Técnica: Akuma no Mi

Descrição: Usando seus poderes, Koichi pode criar uma série de "Ghouls" roxos com olhos estranhos em torno de seus corpos. Tais monstrinhos, assim como o resto das habilidades do personagem, contém propriedades gravitacionais, podendo o usuário exercer repulsa ou atrair coisas usando os carnicais como pontos de origem. Outra propriedade interessante, e meio óbvio dos bichos é a de poder atrair as outras habilidades de Koichi, sendo eles uma espécie de imã que auxilia na precisão de tais técnicas. Caso Shinguji assim prefira, ele também pode fazer monstros utilizando um molde uma forma física maior. Além disso, os atributos dos ghouls são medidos dividindo o número de seres pela pontuação do usuário em akuma no mi.

 

Nome da Técnica: Kurouzu
Tipo de Técnica: Akuma no Mi
Descrição: Koichi forma em alguma parte de seu próprio corpo, um pequeno vórtex gravitacional, atraindo para perto de si objetos ou pessoas conforme a vontade do usuário, assim como também pode afastar coisas e objetos com essa habilidade. Ele também pode tentar "distorcer" seu alvo com a sua gravidade enquanto utiliza tal técnica.

 


Nome da Técnica: Contorcionismo
Tipo de Técnica: Animador/Combate
Descrição: Usando da flexibilidade de um artista de circo em combate, Koichi pode contorcer seu corpo de forma que consegue realizar diversos tipos de movimentações que uma pessoa comum não conseguiria para atacar, defender ou desviar.

 

 

Nome da Técnica: Improviso
Tipo de Técnica: Inventor
Descrição: Usando os recursos que dispõe, sejam eles restos de objetos ou até materiais em sua completude, Koichi pode criar invenções "improvisadas" rapidamente para atender ao seu objetivo atual. A capacidade de criar coisas depende dos pontos distribuídos em inventor.

Link para a ficha: Link

 

Nome da Técnica: Nuru
Tipo de Técnica: Médico
Descrição: Apertando e massageando algumas áreas de seu próprio corpo ou de um corpo diferente do seu, Koichi pode amenizar ou até mesmo neutralizar a dor advinda de eventuais ferimentos e coisas do gênero. A efetividade da técnica depende do ferimento em relação ao rank do personagem na profissão.

 

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Słodki Flirt, gra, w której podrywasz chłopaków i umawiasz się na ...

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