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[The New Age] Bloody Justice!

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Dracon
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Bloody Justice!     Cenário:   1º Turno Cernizza, Base da Marinha         A maior, mais desenvolvida e relevante cidade da ilha Maggiore se chamava Cernizza, localizada mais ao sul. Dissoante da terra arrasada e com pouca vida da ilha, Cernizza apresentava um bom tamanho e um certo nível de desenvolvimento, principalmente nas partes mais ricas dos comerciantes mais bem sucedidos. Em um lugar de destaque, estava a Base da Marinh

2º Turno Grand Line, quilômetros de Maggiore   Cortando o mar com celeridade, a frota dos revolucionários se aproximava cada vez mais do porto norte da ilha Maggiore. O grupo era composto de um navio colossal, dois navios grandes e muitos navios médios, obviamente o maior e mais importante vinha na frente. Ao contrário das velas brancas dos marinheiros e embarcações comuns, e das negras usadas pelos piratas, a frota navegava sob velas e bandeiras azuis, com o símbolo dos Libera

3º Turno Grand Line, quilômetros de Maggiore   Masrath deu uns passos para frente, interrompendo a discussão dos dois subalternos que continuavam o debate, olhando para o porto de Maggiore, já perto o suficiente para não precisar de nenhum apetrecho para observar. O pier pegava fogo, mas continuou mesmo assim - Vamos começar. - estava bastante reflexivo.   Imediatamente o lagarto retirou de sua cintura um tipo de rojão, acendeu e apontou para cima. Foi como fogos de a

Como uma caçadora de recompensas, Han Pau vivia caçando pessoas procuradas pela Marinha ou de contratos realizados com contratantes, os quais ela não se importava quem fosse. Momo, sua Madrasta, era da Marinha, então Han nutria certa empatia com essa organização, porem não aprovava seus métodos. Um exemplo disso era a situação daquela cidade. Ao chegar no dia anterior, deixou seus pertences dentro de seu barco que ficou no porto que estava ligado a um vilarejo, seguiu até lá e procurou uma hospedagem. Deixou os pertences no Mae Ni mas levou seu perfume e maquiagens básicas para o rosto, que ela não deixa para trás. Acabou se alojando no hotel-taverna por sua localização e fácil acesso a bebida. Comeu alguma coisa antes de dormir e apagou, a viagem pelo mar foi cansativa e o estado daquela cidade e dos moradores chegou a mexer um pouco com Han Pau. Ouvia as histórias daquela ilha e imaginou um local próspero, pelo tanto de metal que produziam e exportavam. Mas aquela claramente não era a realidade.

 

Ao acordar no outro dia ajeitou o sutiã que tinha uma das alças caídas, por ter dormido só de calcinha e sutiã. O calor ali não era brincadeira e ela sentiu isso. Ajeitou suas partes intimas e colocou sua roupa branca, como de costume. Colocou sua maquiagem e passou seu perfume. Enquanto se arrumava ficava pensando no seu trabalho: prestar apoio para a marinha quando ela precisasse. Ao que tudo indicava alguma coisa iria acontecer naquela cidade, Han Pau deduzia que poderia ter algo a ver com os metais das "pedras com energia do mar". Mas nesse caso, eles teriam que ir para outra parte da ilha, o que não fazia sentido para a jovem. De qualquer modo, ela teria que ficar ali e prestar apoio quando necessário. Suspirou fundo, prendeu a espada na cintura e desceu para tomar o café da manhã.

Pensava em pedir algo "pesado" pra comer junto de uma boa bebida, queria experimentar alguma bebida local. Enquanto descia as escadas Han Pau viu um grupo que, passando o olho rápido, daria com certeza mais de cento e cinquenta marinheiros. Na frente desse grupo duas mulheres conversavam. Parou por alguns segundos e ficou olhando.

 

- Hum? - Deixou escapar um barulho, claramente demonstrando uma dúvida sobre aquilo tudo "Será que é esse o grupo que eu tenho que prestar apoio?" Pensou consigo mesma "Aquelas duas que estão a frente provavelmente são as líderes desse pessoal..." *fuuuuu* Deixou um longo suspiro sair "Vou comer e ver se alguém ali sabe sobre o que está acontecendo..." Seguiu para a taverna.

 

Era uma situação meio desconfortável para Han Pau, se ela se apresentasse para aquele grupo muito provavelmente teria que ficar submissa perante as ordens daquelas duas mulheres. Ela não se sentia confortável seguindo as ordens de alguém, muito menos alguém estranho posto para ordenar apenas por um trabalho. Por outro lado, começar um diálogo com estranhos não era seu ponto forte, mas comparado com receber ordens era muito mais aceitável.

Sentou no banco que fica de frente para o balcão e chamou o barman - Bom dia - Disse com seu sorriso simpático - Tem alguma bebida e comida típica aqui? Se tiver, pode trazer por favor - Soaria amigável e simpática, sem qualquer tom que demonstrasse hostilidade. Se não tivesse alguma comida ou bebida típica, pediria a melhor bebida e comida, independente do preço. Esperava que o barman fosse ficar mais aberto a dizer alguma coisa sobre aquele movimento lá no centro se o consumidor pagasse bem para seu negócio. Assim que ele voltasse com a comida e bebida, pagaria enquanto perguntava - E aqueles marinheiros lá fora hein, o que tá acontecendo? - Perguntaria em um tom alto o suficiente para que quem estivesse em volta pudesse escutar. Sabia que o povo ali não era muito receptivo a estrangeiros, então estava bem atenta. Estava disposta a pagar comida e bebida, até mesmo dinheiro, pela informação.

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Soichiro e Bunny chegam na praça principal do pobre vilarejo de Wallowdale. Eram um ponto luminoso rosa no meio do batalhão de marinheiros, isso para não falar da singela espada de um metro e oitenta, apoiada em seus ombros. Sem duvidas chamavam bastante atenção para eles. Soichiro estava muito incomodado, intimidado e mantinha sua cabeça baixa. Foi colocado nessa missão e não conheciam ninguém ali, que era bem desconfortável para ele. 

 

Em certo momento Vice-Almirante Nina, que havia acabado de explicar o objetivo do batalhão naquele vilarejo, chama uma garota ruiva que estava ao seu lado. Soichiro olhava de rabo de olho para a mulher e aproveitava para ver os outros a sua volta, além da ruiva outros dois se destacavam: um homem de tampa olho e outro loiro. Estavam todos em formação não tinha muito o que se falar ou ser feito, a não ser esperar pela batalha.

 

Soichiro começa a curvar seu corpo, como se estivesse passando mal do estomago ou do intestino. Mas na verdade estava segurando a manifestação de Bunny que estava profundamente entediado de ficar ali parado. -AAH~~- Colocava a mão na boca abafando o som imediatamente. Com certeza era Bunny querendo expressar seu tedio. – xiii! Fica quieto... Não sei o que está aí enchendo a paciência, logo vamos entrar em batalha, calma...- Falava em um tom extremamente baixo. Suas bochechas estavam coradas, para sua sorte ninguém poderia ver isso.

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Era a primeira vez de Augustus na Grand Line. Não tinha realizado muitos trabalhos em sua carreira pela Marinha, mesmo assim havia sido convocado para realizar a guarda de uma prisioneira na prisão subterrânea de Cernizza. Embora sua patente não fosse das mais altas (muito pelo contrário), esperava que colaboraria de outra forma em Cernizza, pois modéstia à parte, mesmo sendo poucos  seus trabalhos, sempre tinha se sobressaído em força no South Blue, e havia rumores de revolucionários chegando na ilha. Não ter passado por muitos apuros até então, aparentemente não era o suficiente para o credenciar para ser uma força combativa contra os revolucionários, ou uma outra hipótese era a  Marinha ainda não confiar nele, mas não conseguia pensar em um motivo para essa última opção.

 

Além do mais, não era como se estivesse fazendo a guarda de toda uma prisão e vários detentos. A única cela ocupada tinha apenas uma mulher que não parecia ser grande coisa, afinal nem mesmo se dignificaram em algemar ou acorrentar ela. Sarah Fortune, uma marinha recém admitida parecia muito bem ser capaz de tomar conta dessa situação sozinha. Ao pensar em Sarah, Augustus vira seu pescoço em direção à ela e a olha de cima à baixo, fixando seu olhar nas pequenas asas da habitante do céu, visíveis mesmo naquele ambiente. - "Ou será que é nela que não confiam...?" - Procurava encontrar uma razão para ter sido levado até ali. A tarefa parecia demasiada fácil e estava se mostrando um tanto quanto monótona.

 

_ Hum! - Pigarreou, um indício súbito de que estava prestes a quebrar o silêncio que imperava até então. - _ Sarah, né? - Sarah era uma das poucas coisas que sabia sobre a marinheira ao seu lado. Uma das poucas informações recebidas sobre seu trabalho era que faria com uma Sarah e que era uma novata, a tinham apresentado, mas ainda não tinham conversado, por seja lá qual for o motivo. Dispensando uma reapresentação de sua parte e demais rodeios, continua. - _ Vim do South Blue, acredito que você está aqui a mais tempo que eu. Sabe me dizer o que levou a moça aqui atrás estar presa? - O nome da prisioneira fora informado, assim como o tempo em que ela estava enclausurada. Provavelmente Sarah não sabia muito mais que Augustus, ainda assim, seria interessante saber qual a opinião de Sarah por sua conterrânea. Permito que Sarah fale se assim desejasse, antes de introduzir a própria prisioneira na conversa. Me volto e fico de frente para a cela, procurava enxergar tudo na cela que a iluminação do local permitisse, por fim fixava meu olhar em Angelina. O olhar não era condenatório, estava mais para avaliador. - _ E então, Angelina. O que tem a dizer? - A pergunta era propositalmente rasa. Na maioria dos casos semelhantes, as pessoas costumavam responder que eram  inocentes e que não sabiam o motivo de estarem presas, ou tinham um ataque de fúria querendo bater em quem lhes perguntavam, será que Angelina era diferente?

 

Enquanto ouvia Angelina, me certificava através do Haki da Observação até onde eu conseguia, se tinha mais alguém por perto além de nós três (Sarah, Angelina e Augustus), e também tentava me lembrar de alguma informação sobre as chaves da cela de Angelina. - "Será que deixaram comigo e eu não me lembro? Ou deixaram com ela?" - O "ela" era Sarah. Apalpava meu corpo, tentando me lembrar se tinha deixado em algum bolso. Olhava ao redor, talvez estivesse pendurada ou em alguma mesa. Não tinha intenção de libertar Angelina, mas era bom saber onde estava a chave da cela que eu cuidava, por via das dúvidas.

 

[hr]

Dracon, usei esse post como teste, escrevi as vezes em primeira e outras em terceira pessoa, conforme achei como ficava melhor para expressar minha ação. Veja se está entendível, se posso continuar intercalando a pessoa em meus posts ou se prefere que eu escolha entre primeira ou terceira pessoa por post ou durante todo o evento.
Lucky e Priisca que estão diretamente envolvidos aqui, digam se conseguem entender também ou não, por favor.

 

Spoiler

Haki

Haki da Observação
Rank: C ( 67 pontos )

Descrição: 

  • Fora de batalha, o usuário consegue sentir a presença de pessoas nos arredores (raio de alguns metros), caso concentre-se para realizar a percepção.
  • Em batalha, pode prever os ataques de inimigos em seu raio de visão. Porém, não consegue manter a concentração enquanto realiza outras ações, necessitando focar-se apenas em prever e desviar.

 

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A moça ficava a postos na frente de todo o pelotão e ao lado da Vice-almirante Nina, o corpo todo tremia quase que involuntariamente devido a expectativa do avanço dos revolucionários. Controlava os impulsos demonstrando tranquilidade, mas sempre dando uma expiada na direção aonde estava o porto aonde aconteceria a tão esperada invasão. Entretanto, ao ver seu superior conversando baixinho com ela, respondia com sussurros, todavia disfarçava mantendo a compostura, ou seja, tentava não movimentar a cabeça de forma afirmativa para não entregar as instruções repassadas pela comandante. Porém...

 

 

- Sim, Vice-Almirante Nina-san... – A ruiva concordava com a superior e já começava a observar os soldados no pelotão, lá percebia figuras pitorescas, como um dos recrutas vestido com roupa de coelho e outro com um tapa olho na face. “ A marinha está aceitando todo o tipo de recruta ultimamente, desde o incidente...” Agora não era hora para pensar nisso, por isso só mantinha a atenção na Vice-Almirante Nina. Entretanto tentava expor suas ideias: – Bem, imagino que pretenda, então, fazer emboscadas para frear o avanço do exército revolucionário e posicionar atiradores nos prédios vejo que aqui temos edifícios com dois a três andares que poderiam ser úteis. – A Sargento- ajudante observava o local com grande apreensão em vista que era um vilarejo muito pobre e o ideal seria evacuar a cidade e lutar por cada rua com pequenos contingentes.

 

 

-Podemos também organizar um pequeno grupo para evacuar as pessoas mais pobres do vilarejo, creio que será o melhor a ser feito.Charlize Therone continuava sussurrando no sentido do oficial sempre de olho na tropa e com as mãos agora trêmulas, entretanto, seu instinto era ajudar na evacuação, não era lá muito corajosa. – Creio que também podemos criar certos empecilhos como destruir algumas destas casas, entretanto, posso também usar os poderes de minha Akuma no mi para criar túneis ou até buracos? – A garota argumentava com a voz trêmula, todavia não sabia se daria tempo para executar todos as suas assertivas, entretanto, continuava. – Taparmos esses buracos com feno ou tábuas, os animais podemos levar junto com o grupo de evacuação, principalmente aqueles que serão mais úteis, os cavalos, agora os cães deixemos que escolham correr ou ficar... – A garota não tinha nenhuma pretensão de salvar a todos, sabia que numa guerra isso seria impossível, mas certamente veio à mente que poderia usar a tática de terras arrasadas e pôr fogo em tudo para impedir o avanço do exército inimigo. – O meu plano é que podemos destruir algumas casas próximas a estrada sul que leva a capital, com o intuito de criarmos obstáculos ao avanço final inimigo, além disso podemos colocar materiais inflamáveis, na área sul, principalmente nas edificações feitas de madeira e caso seja possível destruir alguns destes prédios ou casas mais decrépitas, o próprio feno pode ser usado para queimarmos tudo, já que deve pegar fogo rápido. Já na parte norte aonde fica o porto também utilizamos da mesma tática preparando algumas casas com feno e outros materiais inflamáveis encharcando de bebida e todo tipo de coisa, e no momento que os inimigos estiverem próximo do porto incendiamos as estruturas próximas, mas antes posicionamos nos prédios adjacentes alguns atiradores, entretanto eles devem ficar longe o suficiente da “confusão”, do fogo, e prontos para alvejar qualquer inimigo que consiga sair de nosso embuste, ou seja, próximos suficiente para um tiro limpo.

 

A garota tomava fôlego, mas logo continuava demonstrando toda a sua estratégia.

 

 

- Para confundir deixaremos a grande maioria de nossos soldados próximo da saída sul e da estrada que leva a Cernizza, certamente pensarão que os emboscaremos no centro da cidade, mas nossa estratégia será manter todos concentrados em um mesmo local. – A moça empolgada mantinha a presença de espírito elevada. – Talvez dois atiradores no centro da cidade para confundir os inimigos que vierem afoitos para este local aonde estamos e o restante nas vielas e ruas que levam ao entroncamento principal para Cernizza. Lá podemos usar até de pessoal no chão em algumas ruas, mas sempre atacando por emboscadas e sendo assessorado por atiradores.

 

 

Após expor todo teu pensamento pensava em como o exército inimigo poderia avançar, certamente caso não fosse atacar pelo porto poderia usar de outro método, como os flancos e lá em movimento de pinça poderiam ser todos pegos. Entretanto, mantendo todos na área que levava a Cernizza poderiam lucubrar os adversários.

 

 

- Para outro embuste podemos destruir algumas casas que estejam decrépitas no flanco direito e esquerdo e se possível colocar materiais inflamáveis e depois fogo na hora da invasão, a fim de evitarmos sermos cercados por todos os lados. – A sargento-ajudante prosseguia a linha de raciocínio que era extensa, todavia gostava de expor tudo que tinha em seu pensamento. – Podemos deixar para esta tarefa grupos pequenos de duas duplas para colocar fogo e para nós avisar de qualquer avanço inimigo. -...- Na segunda parte do plano quando incendiarmos o flanco direito e esquerdo, a ideia que eu tenho e fazer um funil com o fogo nas casas e as estruturas destruídas de modo que poucos inimigos possam passar por vez e consigamos lidar com eles de maneira mais efetiva. Além de barrar possíveis ondas de invasores por todos os lados dando tempo mesmo que consigam apagar ou simplesmente ignorar o fogo de recuar a tropa o máximo possível para uma fuga.

 

 

Charlize Therone agachava no chão e fazia risco na própria terra mesmo, um traçado vertical próximo do porto simbolizado por uma bolinha e dois riscos convexos em direção a estrada sul que levava a Cernizza. Simbolizando os flancos direito e esquerdo da cidade.

 

 

- Claramente, percebo que está cidade será destruída com a invasão pelo próprio método e caráter que vivenciei dos revolucionários.- A garota falava da sua experiência em Rivendell com aquele grupo. – Eles usam ciborgues e são pessoas de métodos sórdidos. – Ela fazia uma pausa enquanto levantava-se do chão com esforço batendo nas calças de couro e principalmente nos joelhos. – Certamente essas pessoas serão usadas para experimentos caso sejam capturadas e sabe- se lá o que faram com elas, portanto.... – Olhava para o coelho rosa e para a garota sentada ao longe e para tropa e dizia em voz alta: - Evitem serem capturados porque senão terão um destino pior do que a morte!!!


Terminava a sua fala e virava em direção a Vice-Almirante Nina, a expressão estava séria e um pouco melancólica, entretanto mantinha a postura forte e resoluta.

 

-Caso não seja possível concluir meu plano quero levar aquele coelho, a garota sentada no bar e o tapa-olho comigo e ficaremos a frente do exercito inimigo! - A garota complementava sussurrando no ouvido da Vice-Almirante Nina, depois mantinha a postura esperando por novas ordens.

 

Spoiler


 

 

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Quem imaginaria que um dia eu trajaria a farda da Marinha? Pior, que eu faria isso apenas por não ter nada melhor pra fazer? De qualquer forma cá estou, prestes distribuir bordoadas. Não poderia estar mais contente! Falar em contente, onde diabos está o Augustus? Aquele infeliz teve a audácia de me largar aqui e ir pra outro lugar. Se eu descobrir que ele está matando serviço para ficar de bobeira num bordel... Cara, só de pensar nisso eu já fico com inveja! Pelo menos vou poder me mostrar para Nina, quem sabe meus feitos não a surpreende...

 

Após observar meus arredores notei que o 'coelhudo' também estava presente. Deixo para o cumprimentar depois, meu foco deve ser a Nina e somente ela. Por falar nela, seu discurso me atingiu como um raio petrificante. Puta merda, isso não é hora para ficar excitado- " Nem invente de ficar duro!" - Penso enquanto dirijo o olhar para outra direção.

 

Graças a isso pude notar a situação do vilarejo. Não entendo o motivo da elite não cuidar de um ponto estratégico desses... São essas atitudes que municia os revolucionários aproveitadores. Ainda bem que a Marinha se prontificou a protege-los, acho que estou começando a sentir orgulho de usar essa farda!

 

 

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Por ter sido recém-admitida, não me preocupava tanto com os motivos de estar ali, só estaria seguindo ordens, sem questionar. A intenção era causar uma boa impressão aos superiores, então, estaria atenta e concentrada na tarefa que até então, julgaria ser algo simples. Apenas me perguntava o motivo de precisar de 2 agentes para algo tão trivial. 

 

Os olhares do companheiro de trabalho eram incômodos, e apesar de me manter na postura de guarda, eram totalmente perceptíveis. Assim que era abordada pelo mesmo, desviava o olhar para ele, ouvindo atentamente as indagações do homem ali. Era totalmente estranho ser "interrogada" pelo mesmo, principalmente pelo fato de "estarmos no mesmo barco".

 

Sim, me chamo Sarah... - Responderia sem muito interesse no rapaz. 

- Não tenho muitas informações, se é isto que quer saber. Estou apenas cumprindo ordens. Porém, julgando pela situação e pelos rumores de um ataque proximo, desconfio que o ataque tenha como objetivo recuperar a garota ou que tenha algo a ver com ela. Eu como novata, concluo que irão focar na linha de defesa, e que nossos superiores acreditam fielmente que ninguém passará por eles, mas nos deixaram aqui por precaução. Responderia em um tom audível para todos, até mesmo para a prisioneira. Sua reação com o que era dito, talvez pudesse indicar algo sobre a teoria do qual teria acabado de citar, seja concluindo a mesma, ou não. 

 

De qualquer forma, para ter nos deixado aqui, a mocinha não deve representar tanto perigo, e não deve ter feito algo tão grave. - Terminaria por ali, voltando para minha posição de guarda. Apesar de aparentar ter subestimado a prisioneira ao indicar que não éramos "grande coisa", isto provavelmente instigaria a garota a fazer algo, se a mesma fosse capaz. Eram muitas conclusões a serem tiradas, e este jogo precisaria de tempo, caso fosse nossa intenção, então, teria toda a paciência do mundo. De qualquer forma, não era meu trabalho interrogar a refém, então, apenas ficaria atenta a tudo que me seria perceptível - como a interação do colega com a prisioneira - e focaria na minha tarefa - apesar da inquietação de Augustus ser desconcertante. 

TCHIE!  - Resmungaria, revirando levemente os olhos.

 

Evitaria usar Haki e coisas do tipo... não saberia quais habilidades a prisioneira teria ou seu nível de percepção, então, toda precaução era essencial.

Edited by Lucky.
erro de interpretação.
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"Slowly, just take my body. We need to copy these emotions, So baby Focus! Can't be nobody, don't you get it? I'm broken come and fix me... 느끼고 싶은 온기" ♪

 

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Finalmente peguei alguns dias de licença para desembarcar, tirar uns dias para poder aproveitar um pouco da cidade. Com esse pensamento termino de pentear os cabelos observando o espelho e saio feliz e animada a procura de uma coisa que sei muito bem o que é e enche meus olhos, doces e algo que alimente minha mente, livros. Algo me diz que neles poderei encontrar e conhecer bastante sobre a minha história, já que ainda não consigo me lembrar muito bem de onde vim.

 

Caminhando pela cidade, que parecia bem animada e movimentada, parei para perguntar, há algumas barracas atrás onde ficariam os itens que eu estava a procura e fui avisada que logo depois de duas esquinas eu deveria virar a rua à esquerda, em uma viela, e logo encontraria o que procurava. Então assim o fiz. Ao entrar na rua, notei que a mesma estava um pouco deserta, mas não me importei muito, e prossegui. Por um momento, me senti perseguida e parei, olhei em volta, para trás, mas não havia ninguém, quando volto meu olhar para frente só vejo um bastão vindo em direção a minha cabeça, e penso, essa vai doer...

 

Acordo jogada em um colchão, de aparência velha e repulsiva, mas minha cabeça dói tanto que essa é a menor das minhas preocupações, ainda deitada e com uma mão na cabeça, arrumei minha saia com o a outra mão, e observei ao entorno, pensando ter morrido, mas pelo visto eu havia sido pega e estava na prisão da Marinha, ouvia de longe a voz de um homem que estava conversando, mas na verdade ele não estava longe, parecia estar de guardião na cela.

 

- Pronto, não lembro muito bem da minha história de vida e ainda levo uma pancada na cabeça, perfeito... 

 

Quando dou por mim, o guardião está falando comigo.

 

- Eu pensei que o senhor pudesse me explicar porquê estou aqui. - Me levando aos poucos ajeitando minha roupa. - Eu estava indo comprar alguns doces e livros, mas aparentemente me confundiram com alguém que também tem asas, porque eu não fiz nada, sou inocente de qualquer que seja a acusação. - Olho para ele com o olhar mais simpático possível em busca de uma aproximação e depois para a outra guardiã que estava por perto também.

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2º Turno

Grand Line, quilômetros de Maggiore


 

Cortando o mar com celeridade, a frota dos revolucionários se aproximava cada vez mais do porto norte da ilha Maggiore. O grupo era composto de um navio colossal, dois navios grandes e muitos navios médios, obviamente o maior e mais importante vinha na frente. Ao contrário das velas brancas dos marinheiros e embarcações comuns, e das negras usadas pelos piratas, a frota navegava sob velas e bandeiras azuis, com o símbolo dos Liberatores bordado.

 

- O senhor acha mesmo que é uma boa ideia invadir esse lugar nesse momento? - perguntou um homem-largarto que estava ao lado esquerdo do líder da campanha.

 

- Não é uma boa ideia não, é péssima. Gostamos de agir estratégicamente para morrer todos juntos sem cumprir objetivo nenhum. É cada pergunta… - respondeu uma mulher de cabelos negros e curtos.

 

A menina, do lado direito do líder, usou um binóculo para tentar enxergar ao longe enquanto o largarto fazia que não com a cabeça.

 

- O Alto Conselho assim decidiu - respondeu Masrath Kimus, o Cardeal da Castidade - Os outros dois cardeais estão fazendo seus movimentos nesse enorme tabuleiro de xadrez. Foi delegado a nós a tarefa de tomar essa ilha e com isso controlar a maior fonte de kairoseki do Governo Mundial. Contudo, não há motivos para subestimar o inimigo. Portanto, façam o possível para completar o objetivo.



 

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Masrath Kimus

Cardeal da Castidade


 

- Yeees sir! - respondeu a menina animada. - Ouviu mink? Se esforce.

 

- Você vê algum pêlo na minha pele?

 

- Estou fazendo um favor a você. Melhor mink do que um maluco estranho insistindo em usar a forma híbrida cem por cento do tempo…


 


 

 

Cernizza, Base da Marinha, Prisões

@Kadso @Priisca @Lucky.

 

De fato era uma história muito estranha. Os marines, principalmente Augustus que já trabalhava um tempo a mais na marinha, sabia que os marinheiros prendiam diretamente criminosos que possuíam preço pela cabeça, o que evidentemente não era o caso de Angelina. Muitas vezes piratas, revolucionários, e com menos frequência criminosos locais. A teoria de Sarah era válida, mas só quem podia validá-la ou não era a própria prisioneira.

 

Usando seu haki da observação, Augustus não notou presenças além do trio e após ter feito a inspeção, lembrou que a chave mestra responsável por abrir todas as celas não ficavam com os guardiões e sim pendurada na parede do lado das escadas que levavam a base da marinha e ao nível do mar. Mesmo nesse caminho, não havia sentido presença alguma, era bem provável que a maioria estivesse ocupada com o evento principal.

 

 



 

Vilarejo Wallowdale, Praça Principal

@Azrael @Macar @Demmon

 

Charlize era simplesmente uma metralhadora de ideias, fornecendo muitos tipos de planos em diversos lugares com vários objetivos e definitivamente não era algo ruim, tendo em visto que não foi interrompida por Nine em nenhum momento. Talvez Nine tivesse seus planos, ou realmente estivesse perdida, havia também a chance dela estar esperando a iniciativa da subalterna, o fato é que após Charlize ter terminado, ela assentiu. - Você parece ter mais experiência do que muitos aqui. Li relatórios que expressavam essa natureza macabra dos revolucionários.

 

Ficou alguns segundos em silêncio, olhando para todos, raciocinando. - Não será possível aplicar tudo isso com o tempo que temos, portanto vou dar prioridade as mais possíveis e importantes. Você como uma sarjento-ajudante não seria respeitada para comandar a maioria deles, então vou selecionar um ou outro recruta, e… - parou e olhou para as tropas, apontando para Orich e Soichiro, atendendo ao pedido de Charlize - VOCÊS DOIS! VENHAM AQUI! - e após a aproximação da dupla, continuou.

 

- Vocês têm uma missão especial, vão até o porto e façam uma barricada para impedir o avanço inimigo. Como vocês vão fazer isso não é do meu interesse, assim que possível mandarei atiradores. Ela vai supervisionar, mas como sarjento-ajudante é um cargo da infantaria, ela ainda não pode comandar oficialmente. Vão. - recomendou apontando para Charlize.

 

Pegando a passagem norte, eles não precisariam andar muito para chegar ao porto, era um espaço estreito, uma praia quase inexistente e um pier modesto de madeira mofada que se estendia por dez metros no mar e na costa. Haviam alguns estabelecimentos fechados que ficavam de costas para a praça e por isso de frente com o pier e com o mar, mas por todo o canto eles podiam ver pilhas e pilhas de fenos, carroças de madeiras aqui e ali, muitos caixotes e barris vazios, tralhas diversas de madeira, tábuas velhas, móveis caindo aos pedaços e colchões furados. O acesso principal ao porto era uma entrada de quatro metros de largura, cercada dos dois lados pelas paredes das construções e lojas do porto. Não havia ninguém lá.


 


 

 

Vilarejo Wallowdale, Taverna

@.Juao

 

Han foi atendida de prontidão, logo diante de seus olhos estaria um prato com panquecas e molho de tomate por cima, pois a gama do lucro era bem maior do que o desconforto natural com estrangeiros, assim Han agia corretamente e até como se portava e se trajava. Comerciantes não costumavam tratar viajantes mal, ainda mais em uma cidade tão arrasada pela pobreza.

 

- Algo grande certamente. É muito raro vermos marines nessa vila, tantos assim ao mesmo tempo é um evento e tanto. E se não me engano, há uma Vice-Almirante no meio deles. - Han tinha um conhecimento moderado sobre a marinha, sabia que aquele cargo era muito alto para uma cidade tão pequena em uma das muitas ilhas da grand line.

 

Após ter feito sua refeição, começou a notar uma movimentação lá fora. Grupos moderados e pequenos se moviam para todo lado, conduziam animais, entravam nas casas, arrastavam objetos de pouco valor a lugares específicos, alguns podiam ser vistos nos telhados. Repentinamente, a porta da taverna se abria com violência. - ESTAMOS EVACUANDO A CIDADE! UMA FROTA DE REVOLUCIONÁRIOS VAI ATACAR A ILHA!

 

As pessoas na mesa então se levantaram prontamente, quase correndo em direção a porta. Han, que não era marinheira, tinha a liberdade de agir como quiser até receber uma ordem direta de um oficial ou alguém importante. Poderia ser uma vantagem ou uma desvantagem. A escolha era dela.


 


 

  • Azrael, se possível, use poucas cores como por exemplo uma para fala e outra para pensamento. Fica melhor para ler.

  • Kadso, eu achei um pouco bizarro, mas no fim a escolha é sua. No final vou avaliar segundo minha dificuldade em conseguir entender rápido, então tenha isso em mente.

  • Lucky, coloque sua ficha no perfil por favor, fica mais fácil para acessá-la.

  • Qualquer dúvida MP ou discord.

 

 

PRAZO ACABA EM 12/12/2020 às 21:56

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- Entendo - Disse em resposta para o atendente. A viajante começou a comer suas panquecas com molho de tomate, achou que faltou alguma carne ali no meio do prato, tipo carne moída, caso contrario era melhor ter usado outro molho. O gosto era tão particular que a Han Hola acabou não se importando. Enquanto comia, deduziu que essa vice-almirante que o cara tinha acabado de mencionar era a pessoa que ela devia se apresentar para receber eventuais ordens. De qualquer forma o contrato previa suporte e não necessariamente virar membro da tropa de alguém.

 

Voltou a comer tranquilamente seu café da manhã, se acontecesse alguma coisa ela prestaria o suporte o qual foi contratado para fazer, até lá ficaria ali na taverna. Queria experimentar algumas bebidas alcoólicas da região, alem de comprar alguns modelitos novos de roupas. Uma pena que todos seus planos foram por água a baixo.

Assim que Han Hola termina suas panquecas uma movimentação intensa começa fora da Taverna, era gente pra cá e gente pra lá, gente conduzindo animais, animais conduzindo gente, animais conduzindo animais, gente conduzindo gente... algo de errado não estava certo. Estava prestes a pedir uma bebidinha dahora, já estava na hora de se embriagar, quando tomou um belo susto com alguém que abriu a porta da Taverna com violência.

 

- Ara? - Deixou escapar um barulhinho de susto e surpresa. Virou pra olhar o individuo que entrou com tamanha grosseria e antes que pudesse perguntar o que estava acontecendo, o rapaz já gritou que o pessoal daquele vilarejo estavam evacuando a cidade por causa de uma frota de revolucionários que estavam prestes a atacar a ilha.

 

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Com um longo suspiro e um rosto de desolação, Han Hola entendeu a situação quase instantaneamente. Seus planos de beber e comprar roupas foi arruinado e o motivo de ter sido contratada estava claro. Revolucionários iam atacar aquela a ilha e isso provavelmente tinha algo a ver com as pedras com energia do mar, porem a jovem bela dama com nome duvidoso não podia ter certeza disso. Seu papel era prestar suporte para a Marinha que iria entrar em combate contra essa investida revolucionaria.

O pessoal da Taverna começou a se levantar de suas mesas e ir em direção a porta, só não correram porque provavelmente teriam problemas para sair ao mesmo tempo. Óbvio que iriam embora dali, mas esse não era o caso da Caçadora de Recompensas. Han Hola continuou sentada ali, esperando todos saírem. Seu raciocínio foi simples: considerando que eles passariam pelo vilarejo, eles tem de atracar e pra isso vão descer no porto que ela havia atracado no dia anterior. Só tem um caminho que eles podem vir, que foi o mesmo ela mesma passou: o norte do vilarejo. Eles vão vir daquela direção e a Marinha sabe disso, devem estar preparando alguma coisa. Ela não iria se colocar na linha de frente logo no inicio, há mais de cento e cinquenta marinheiros ali alem de uma vice-almirante, a jovem preferiu esperar os Revolucionários chegar para saber como eles vão se movimentar.

Assim que todos saíram da Taverna a jovem continuou ali, o local ficava bem no centro e por isso provavelmente daria pra notar tanto a movimentação da Marinha quanto dos Revolucionários. Procuraria janelas, seja no térreo ou no primeiro andar, naquela Taverna para ter uma visão clara do que está acontecendo e agir de acordo.

 

 

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A garota fazia sinal de sentido para a Vice-Almirante Nina, depois de ela dizer que não seria possível aplicar todas as estratégias que havia sugerido, entretanto, a ruiva ficava bastante contente pela oficial haver pego a essência de tudo que tinha dito.

 

 

- Sim, Vice-Almirante Nina, irei com esses dois para o porto!Charlize Therone falava de maneira animada, enquanto caminhava em direção ao porto com os outros dois marinheiros.

 

 

Animada a garota virava em direção aos companheiros de Marinha, mantendo sempre a retidão e os passos firmes, entretanto, carregavam em sua mão o lança-granadas, mas para fazer charme do que para usá-lo.

 

 

- Tsc, espero que tudo fique resolvido por aqui e que recebamos mais reforços... – A ruiva argumentava enquanto caminhava no sentido do porto. -Afinal, temo que iremos precisar para escoltar os que estão sendo evacuados a fim de que possam chegar em segurança em Cernizza. A estrada pode ser dura até lá, todavia vamos nos concentrar em nossa tarefa.- Charlize Therone demonstrava estar apreensiva com tudo que estava acontecendo e começava a falar sem parar; próprio de pessoas que estavam ansiosas e que era marinheira de primeira viagem em comandar. 

 

 

A garota via tudo que tinha a disposição e logo vinha a ideia de bloquear a passagem entre as lojas que seria de mais ou menos quatro metros com as carroças, ou seja, utilizando os estabelecimentos para escorar as mesmas. Empilhando e fixando as carroças de maneira a formarem um muro que ia até a metade dos estabelecimentos que seria preenchido com bastantes feno, de modo a compactar o material inflamável nas carroças para que pudessem colocar fogo.

 

 

- Bem, vamos carregar essas carroças para aquela passagem de quatro metros entre as lojas e fechar o caminho com elas... – A garota verificava os colegas e depois começava a falar suas ideias de modo que buscasse explanar como via a situação. – Vamos compactar tudo com feno, e usar destes colchões na frente e atrás das carroças a fim de dar maior solidez.

 

 

A moça coçava a cabeça pensativa e seguia tua linha de raciocínio, entretanto não era tudo o que planeja.

 

 

- Um de vocês verifique as lojas e veja se tem mais alguma coisa dentro delas que possa ser usado como material inflamável. – A garota começava a carregar as carroças e o feno rumo a passagem, depois continuava a falar. – Caso tenha bebidas ou roupas será de grande valia para nós ou qualquer outra coisa que possa ajudar a tapar essa passagem, cordas para amarrar as carroças, ou outros instrumentos.

 

 

A moça carregava o feno com grande prontidão, entretanto, sua voz não era autoritária, mas firme e forte de modo que teus pensamentos ficassem claros para todos.

 

 

- Já podem ir encharcando as lojas com material inflamável... – A garota começava a pegar os caixotes, eles teriam outra utilidade, rechear ainda mais os muros e alguns deixaria para colocar a cerca de 4 metros do muro principal. – Vamos aumentar a largura deste muro colocando caixotes atrás das carroças e vamos levar algumas para a próxima esquina, a fim de criarmos mais duas barricadas antes do centro da cidade.

 

 

Entretanto, a garota percebia teu erro e começava a aglomerar em uma das carroças as caixas e alguns colchões depois o feno e puxava tudo de uma vez para a passagem, lá começava a organizar a barricada. Os barris enchia de feno e também colocava dentro de uma das carroças. Depois passava para outro lado e continuava a procurar mais um local propício, próximo de algum estabelecimento de madeira e que estivesse decrépito suficiente para permitir que o fogo se alastra rapidamente, então, começava a montar o piquete seguinte.

 

 

“Eles poderiam também queimar o píer, caso seja possível, mas deixarei isso para aquele Coelho com aquela espada esquisita. ”

 

-Caso queiram queimar o píer também ele parece já estar caindo aos pedaços ou qualquer outro truque que queiram bolar... -A moça dava de ombros e continuava seu trabalho com maior rapidez agora, já tentando procurar outro estabelecimento para colocar fogo, e que seja propício para isso: - Fiquem à vontade! - Dava um sorriso e seguia tua labuta.

 

 

 

 

 

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Após uma rápida inspeção, não sinto nenhuma presença próxima além das duas habitantes do céu que dividiam o espaço da prisão comigo. Não que eu esperasse que tivesse alguns guardas guardando guardas, mas geralmente as prisões são guardadas por diversas equipes em locais estratégicos (possíveis rotas de fuga) em níveis. De qualquer forma, apenas não queria ser entendido errado por outros marinheiros caso fosse pego conversando com a prisioneira, que parecia não saber o motivo de estar presa, tornado a conversa mais interessante, e esse foi o motivo de ter checado se tinha presenças próximas.

 

Sarah tinha tocado num ponto interessante, a Marinha se articulava para defender a ilha de um ataque revolucionário. Por outro lado, olhando novamente para a prisioneira, não conseguia enxergar nela qualquer potencial que mobilizasse os Revolucionários para isso, e novamente, ela não estar acorrentada significava que eu não era o único que pensava dessa forma. Os recursos da ilha eram algo que valessem um ataque, não Angelina. Eu estava há bem pouco tempo em Cernizza e mal tive tempo de acompanhar a rotina dos habitantes locais, tinha ouvido uma coisa ou outra sobre as diferentes classes e exploração de trabalhadores, mas em que lugar do mundo isso não existia? Rumores como esse eram bem poucos para deduzir que a prisioneira à minha frente possa estar envolvida em algo parecido.

 

Penso em jogar uma "isca" para saber mais de Angelina, e me arrependo por ter dito anteriormente à Sarah que estava há pouco tempo na ilha e ter perguntado sobre a prisioneira, afinal, se Angelina tivesse ouvido, ela entenderia na hora do que se trataria, por outro lado, quando eu cheguei na prisão com Sarah, Angelina estava dormindo, ou desacordada, e se eu não estivesse ouvido errado, antes de me responder ela tinha dito algo como ter levado uma pancada na cabeça. Será que ela tinha acabado de acordar? Talvez ela não tinha ouvido sobre mim, mas apenas o que Sarah tinha dito. Arrisco.

 

Estufo meu peito e levanto meus ombros. _ Não se faça de inocente! Você foi pega invadindo um centro de extração de kairoseki com ajuda de outros trabalhadores. Uma parte do material foi contrabandeada, e encontramos pequenos fragmentos com você, o que estamos certos que são amostras para novos compradores! Seus amigos estão vindo agora para te resgatar como você ouviu. Qual outro motivo você e eles viriam para cá?! - Fazia uma pequena pausa e olhava de soslaio para Sarah (poderia ser difícil ela perceber ou entender diante do atual cenário/iluminação), esperava que ela pudesse entrar no jogo. Continuo. - _ Você foi sentenciada à uma execução pública para servir de exemplos para outros, mas estamos dispostos a abrandar a pena caso você colabore conosco. Quem ajudou você na invasão de um campo de trabalho? Quem são seus clientes? O que seus amigos de fora pretendem? - Toda minha fala era num tom baixo, audível apenas para Sarah e Angelina, ainda assim mostrava rigidez e seriedade. Minha postura implicava autoridade e mantinha ela enquanto esperava para ver se conseguia tirar algo importante de Angelina.

Nesse intervalo de tempo, também tinha deixado de procurar pelas chaves da prisão, já havia me lembrado onde estavam.

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Ouviria atentamente o que a prisioneira teria dito, fazendo um leve comentário retórico para com Augustus: Então é comum a marinha abordar prisioneiros com uma "paulada na cabeça"? Que desumano...

Terminaria o comentário, findando por cruzar os braços. Era inegável que toda aquela situação estava sendo tediosa, então, até a inquietação do parceiro ali seria um bom passa tempo. Logo, de forma repentina, ouço ele lançar acusações a garota. Se aquilo era ético ou não, não era da minha conta, mas ao notar o gesto do mesmo para mim, retribuiria com um leve sorriso no canto dos lábios. 

"Então ele quer jogar? tudo bem!" - Assim que terminava o pensamento, me viraria para a prisioneira, me aproximando a cela, ficando á uma curta distância das grades. Decidiria bancar a policial boazinha, já que Augustus teria tomado o outro papel. - "TCHI!" - resmungaria mentalmente. Adoraria ser a policial má. 

 

- Eu realmente odeio ver um dos meus nessas situações... Se você realmente é inocente, tentarei te ajudar. Mas para isso, preciso que me diga tudo que se lembre. É dificil acreditar que uma pessoa simplesmente não tem nenhuma história de vida. Se realmente quer ter uma chance, ajude quem quer lhe ajudar.  - Diria com a voz mais doce e a expressão mais compreensiva do mundo.

 

Após isso, aguardaria o que a garota teria a dizer, e então, daria as costas e caminharia em direção a saída daquele local com um leve comentário: Meu parceiro aqui e os outros não são tão bonzinhos quanto eu...

Teria deixado meu posto para ir á procura de algum Den den mushi por ali. Caso a garota estivesse realmente ali por engano, avisar aos superiores seria o ideal... de qualquer forma, seria algo totalmente util. Ao menos, assim esperava.

 

AAAAAAH AUGUSTUS! VOCÊ TINHA QUE SER O POLICIAL MAL?  - daria alguns resmungos baixinhos durante o caminho e então, usaria meu Haki de observação durante o trajeto por precaução. Não queria ser pega desprevenida por alguém ali, sejam os superiores ou os inimigos. De qualquer forma, não iria tão longe. Também observaria o local, caso houvesse outras coisas do qual julgaria ser útil - como as chaves da sela - que seria improvável de encontrar, mas não se pode culpar uma garota por ser otimista. 

 

Caso ocorresse tudo tranquilo, livre de interferências, voltaria para meu posto.  Caso eu sinta alguém, tomaria total cautela, no intuito de se passar despercebida.

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"Slowly, just take my body. We need to copy these emotions, So baby Focus! Can't be nobody, don't you get it? I'm broken come and fix me... 느끼고 싶은 온기" ♪

 

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Parece que não precisarei forçar a cabeça por enquanto, faço como me foi ordenado e me dirijo ao porto. O plano não me agrada pois não sou de ficar escondendo, prefiro meter as caras. Bem, tudo ao seu tempo!

 

Me prontifico a sair recolhendo qualquer coisa que servirá na barricada enquanto observo os arredores. - " O que será que rolou por aqui? Parece um vilarejo de moribundos..."  - Penso. Na primeira oportunidade irei em buscas de respostas.

 

Felizmente uma chance me apareceu. A moça responsável pediu para um de nós para procurar por qualquer coisa inflamável nas lojas abandonadas: - Deixe comigo! - Disse e enquanto me dirijo para o estabelecimento mais próximo. Aproveito para manter meu mantra ativado.

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Vice almirante chama Soichiro e bunny para frente, dando algumas ordens especiais. Nisso pode observar melhor o homem de tapa olho. Um sorrido escondido era esboçado por Soichiro, ao reconhecer  Kimi. – Orich-san é, é, é, muito bom ver um rosto amigo...- Sua voz era baixa e tremula. Sua superiora explicava rapidamente como seria sua missão especial.– Si, sim, senhora...- O pequeno Soichiro acenava com a cabeça acatando as ordens com humildade. – AEEEEEEEEEOOOO CARAL~~- Bunny tomava a frente falando. Rapidamente o coelho rosa leva a mão na boca. – Desculpa Vice almirante....- Sua voz volta a ser suave e tremula. – Não faça isso Bunny...- Olhava para o nada, para falar com ele mesmo. – ME DEIXA SOICHIRO! É ALGO PARA FAZER FINALMENTE!- Voltava seu rosto aos marinheiros. – Mais uma vez me des, desculpem por ele...- Fazia uma pequena reverencia.

 

Chegando ao local, a sensação era de cidade fantasma. E isso só iria piorar se dependesse do pequeno coelho. - スピリッツ Supirittsu! – Soichiro falava. – LEVANTEM MINHAS ALMAS PENADAS!!! IRAIRIARIAIRAIIRAI!- Bunny completava. Aos poucos, das sombras que as construções formavam, saiam esqueletos negros voadores. Eram no mínimo uns dez, que saiam pegando as coisas e empilhando conforme a ordem da garota ruiva.

 

Com isso o coelho rosa começava a avançar em direção do píer, sacava sua gigantesca espada, apertava o botão amarelo no final do cabo ativando o Devil's Throat. A espada se abria como uma boca de dragão. Com isso girava seu Overheating iniciando um jato de fogo. – TO FICANDO QUENTE!! MUAHHAHAHAHHA!!! – Aos poucos ele começa um belo incêndio no píer. Olhando para a direita falava. – Tem certeza que isso é uma boa opção!?- Olhando para a direita ele respondia para si mesmo. – não! Hahahahha- Ria conforme continuava a jorrar fogo.

 

 

Spoiler

 

スピリッツ Supirittsu (Alma Penada)
Tipo de técnica:  Akuma no Mi
Descrição: Manipula sombras ao seu redor criando esqueletos fantasmas voadores. Muito versáteis podem dar suporte como também atacar os oponentes. Causando tanto dano de contusão, como de perfuração com seus dentes. Eles pode tentar limitar os movimentos dos adversários, segurando seus membros. Força, resistência e dano depende do nível de manipulação do usuário com a fruta.  Poder dos espíritos de sombra se divide a cada nova entidade formada.

 

 

Armas:

 

Nome: Berserker

Rank: S

Aparência: É uma imponente espada tecnológica (sci-fi), que se assemelha a um cutelo. Feita de uma material leve e muito resistente, seu tamanho total é de 180cm. Não tendo uma guarda como é comum em espadas tradicionais, sua lamina desce até alem desse ponto, cobrindo boa parte do cabo da mesma. A parte não cortante da espada é cheia de desenhos de caveiras acinzentadas, que ficam avermelhadas quando ela esquenta. No inicio do cabo tem um acelerador parecido com os de moto, ao fim dele existe um botão amarelo.

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Mecanismos:

  • Overheating: Dentro da Berserker existe um núcleo tecnológico que é capaz de produzir chamas pela fricção (Algo parecido com que a Flame Dial faz). Dessa forma foi adicionado um sistema de aceleramento similar a de uma moto no cabo. Estando com a espada fechada, as chamas saem por pequenas bifurcações laterias, esquentando a parte que corta da lamina
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  • Devil's Throat: Apertando o botão amarelo no final do cabo ativa esse mecanismo. Que é bem simples, a parte que corta e a parte que não corta da lamina abrem e fecha, como se fosse uma boca. Partir disso, se Devil's Throat estiver aberto e o usuário acelerar o Overheating as chamas não serão contidas na lamina, assim, indo para frente como se fossem um lança chamas.
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3º Turno

Grand Line, quilômetros de Maggiore


 

Masrath deu uns passos para frente, interrompendo a discussão dos dois subalternos que continuavam o debate, olhando para o porto de Maggiore, já perto o suficiente para não precisar de nenhum apetrecho para observar. O pier pegava fogo, mas continuou mesmo assim - Vamos começar. - estava bastante reflexivo.

 

Imediatamente o lagarto retirou de sua cintura um tipo de rojão, acendeu e apontou para cima. Foi como fogos de artifícios vermelhos que estouraram, fazendo com que a frota parasse imediatamente. Segundos depois dezenas de ruídos de morteiros atirando foram ouvidos, eles saíam exclusivamente do navio colossal e do navio grande, pois os médios não tinham armas de tamanho alcance.

 

Era uma chuva de chumbo em Wallowdale. 

 

 


 

 

Vilarejo Wallowdale, Porto

@Azrael @Macar @Demmon

 

Os três marinheiros se encaminharam então para o porto do vilarejo visando fazer a primeira linha de defesa, a barricada. Charlize dispôs os materiais que havia ali do modo que pensou ser mais conveniente, a fim de formar uma barreira sólida quando estivesse pegando fogo. Por sua vez, Orich foi em direção às lojas para encontrar mais materiais úteis.

 

Por algum motivo tudo estava fechado, pelo menos as primeiras três portas jaziam trancadas, mas abriu a quarta, Se tratava de uma pequena adega de vinhos, que também servia como um modesto bar. Algumas mesas redondas estavam em pé e encostadas nas paredes direita e esquerda, junto com cadeiras, todas elas de alumínio. Na frente e por isso oposto à entrada, estaria o balcão com uma pequena entrada a direita e atrás do balcão uma parede forrada por garrafas de vinho deitadas em espaços quadrados que entravam na parede.

 

Enquanto isso, como plano adicional, Charlize tinha a ideia de colocar fogo no pier, e tinha a pessoa certa para isso, Soichiro. O menino incendiou o píer com certa facilidade usando sua espada bolada, colocando a aplicação dos vinhos em xeque, o alcool podia fornecer um bônus ou não, teriam de decidir sobre aquilo. O mais importante, porém, estava feito: a sólida barricada foi formada e só precisava ser incendiada e o píer já queimava.

 

Spoiler

 

 

 

 

 

Foi quando viram em primeira mão a pequena frota revolucionária se aproximar, formada por um navio colossal, alguns grandes e muitos navios médios velejando sobre bandeira azul. Após isso houve um sinalizador vermelho cruzando os céus saindo do navio colossal, fazendo a frota inteira parar a alguns quilômetros do porto. Estampidos ao longe romperam e saía uma pequena chuva de balas em direção a cidade, cruzando porto sem atingi-lo. Orich, dentro da adega não via nada, mas seu mantra começava a avisá-lo do perigo.

 

O trio sabia que havia um acesso pelo lado direito a outra parte da cidade, mas não era um caminho tão óbvio, certamente desconhecido para invasores. Se desejassem voltar para a cidade, aquele seria o acesso, ou poderiam ficar ali por enquanto.

 

 



 

Vilarejo Wallowdale, Praça Principal

@.Juao

 

Han Cock decidia tomar um papel mais estratégico e para isso precisava de mais informações. Podia olhar pelas janelas do térreo, mas elas não revelavam tanto assim, portanto subiu as escadas e entrou em seu quarto, havia uma janela ao fundo ao lado da cama. Ao se aproximar, viu filas e filas de pessoas e animais, um fluxo contínuo que saía dos caminhos a direita e esquerda, fora as que saíam dos prédios situados da praça principal. O fluxo escoia em direção ao sul, em direção a Cernizza, a capital de Maggiore. Não seria tão fácil, é claro, chegar até lá, mas evacuar a cidade seria prioridade.

 

Fora esse aspecto, ela notava atiradores em cima dos prédios da praça principal, barricadas de coisas de madeira sendo erguidas em lugares estratégicos, só esperando as pessoas passarem para serem incendiadas. Era um cenário de guerra sendo construído e ela assistindo de camarote. Infelizmente isso é um evento e as coisas não são tão tranquilas, logo enxergou um dos atiradores pegando um sinalizador e usando-o, liberou uma luz azul.

 

Uma bala de canhão caiu do céu e acertou o telhado ao lado do atirador, derrubando ele. Logo em seguida, outra. E mais outra. E mais outra. Em poucos segundos começava uma chuva de balas, com uma caindo em seu quarto, o projétil quebrou o telhado com facilidade e atravessou o chão com barulho, fazendo o andar do quarto começar e se enfraquecer e inclinar em direção ao buraco. Por toda a praça podia escutar estampidos semelhantes, mas tinha um problema maior ali.

 

 



 

Cernizza, Base da Marinha, Prisões

@Kadso @Lucky.  @Priisca

 

Para extrair informações da prisioneira, Augustus começava uma encenação um tanto convincente, tendo a ideia comprada pela recruta Fortune. Infelizmente, aquilo não levaria a nada se a prisioneira continuasse calada como ficou repentinamente, seria apenas perda de tempo. Sarah foi além e saiu do seu posto, começando a andar pela prisão, viu que estava realmente vazia - a justiça parecia funcionar muito bem na cidade, contendo revoltas de trabalhadores armaguradas e diminuindo a criminalidade quase a zero. Todas as jaulas estavam trancadas e fechadas. 

 

Achar a chave mestra da cela não seria um milagre, pois como também foi designada para ficar em guarda, era do seu conhecimento que a chave estaria pendurada ao lado da porta que dava acesso ao resto da base. Quanto ao den den mushi, não havia nenhum na prisão, portanto assim que viu a porta de madeira, a abriu sendo revelada a ela escadas que subiam. Ao tomar esse caminho, subiu os degraus em caracol por um minuto e saiu no fundo de um corredor largo cheio de portas, sendo que uma delas estava aberta.

 

Ao se aproximar, reconheceu ser a sala de um dos capitães da base, havia algumas estantes na sala, um tapete azul abaixo de uma escrivaninha de centro. A sala estava vazia, mas em cima da mesa havia um mini den den mushi, comunicadores de pouco alcance que só funcionam na mesma ilha, mas serviria para o propósito.

 

 


 

  • A música também serve para o núcleo do juao
  • Qualquer dúvida MP ou discord.

 

 

PRAZO ACABA EM 15/12/2020 às 10:02

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Mantenho-me em silêncio, porque o que me ensinaram quando cheguei a Terra é que quando eu for presa, essa é a melhor opção. Porto-me de maneira tímida, mesmo considerando a vida de pirata, jamais me imaginei em uma cela tão rápido assim.

 

Ouço Augustus e Sarah falando, penso em manter o silêncio, mas sinto que preciso encontrar uma forma de sair daqui, e talvez essa única forma seja falando.

 

- Senhor Augustus e Senhorita Sarah - vi seu nome no uniforme - eu juro pelos céus para vocês que não sei do que se trata eu estar aqui. - Cruzo um braço e coloco a mão do outro braço no queixo, como se estivesse pensando um pouco. - Talvez possam ter me confundido com algum outro habitante do céu, pelo que vi, não sou a única nesta região... - Olho para Sarah de uma forma um pouco irônica, mas uso-a de uma forma que talvez possa passar imperceptível, afinal, mesmo sendo calma, ajo muitas vezes com ironia, para minha própria diversão, é o seu modo de agir, esse é o meu passatempo.

 

- Lembro-me que estava em navegação, tratando de alguns negócios, chegamos na cidade... - parei para pensar - Há quantos dias dormi? Acordei no mesmo dia? Porque o que lembro é que atracamos hoje e desci para comprar alguns doces e livros, não sei se sabem, mas sou apaixonada por livros, principalmente sobre romance. Será que algum dia encontrarei o amor da minha vida? Mas penso que talvez deva ser um habitante do céu, para dar continuidade a minha genética ou um habitante da terra, para miscigenação, sempre que penso nesse assunto fico com dúvidas sobre qual tipo de homem devo escolher. O que acham? 

 

Esperando a resposta para minhas perguntas percebo que saí completamente do foco do interrogatório, de algo que não tenho culpa e fui para um assunto em que minha mente é completamente livre, romance.

 

 

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  • Tristah featured this topic

Ao passar pela chave mestra, decidi deixa-la por ali e então, a pegaria na volta. Caso ocorresse algo, Augustus poderia pega-la, então, tira-la do local naquele momento não seria o ideal, portanto, seguiria o caminho. Após subir as escadas e então me deparar com outro corredor completamente vazio, comentaria baixinho:

 

E as coisas não param de ficar mais estranhas...   - então, seguiria o caminho até a sala com a porta de madeira, do qual estaria aberta. Como teria reconhecido der a sala de um superior, e devido a checagem anterior, ciente de que não teria sequer uma alma por ali, apenas adentrava a mesma. Observava o local em um ângulo de 360 graus e logo me deparava com o pequeno caracol ali. Em silêncio, levo o dedo indicador até os lábios, soltando um pequeno chiado para o bichinho:

 

Shhhh!...

 

Logo começaria a explorar a sala. Provavelmente a ficha criminal de Angelina estaria ali, então, procuraria pela mesma. Mas antes, escoraria a porta. Não sei o que estaria temendo... talvez a teoria anterior do qual teria dito. Se alguém aparecesse por ali, teria como me esconder e recebe-lo com um uma bala na cabeça. Então, também usaria meu Haki algumas vezes, por precaução. 

 

- incrível como uma garota que está atrás das grades me dá tanto trabalho...  - comentaria comigo mesma, em um tom de voz que estaria mais para um sussurro. 

 

Começaria a mexer na escrivaninha. Se houvesse papeis ou documentos sobre a mesma, mexeria com cautela, um de cada vez, para então, deixar novamente na mesma posição que estaria anteriormente. Abriria as gavetas - caso não precisasse de chaves -, procuraria pelas estantes e todo local que me fosse perceptível. Devido aos meus calcados que teriam um leve salto, a cada passo dado faria um leve barulho no piso, então, também ficaria atenta ao som. Se tratando da sala do capitão, provavelmente teria alguma saída de emergência/fuga por ali, então, caso fosse sobre o piso, o impacto dos calçados fariam algum som oco. 

 

Caso as gavetas da escrivaninha precisassem de chaves, também procuraria a mesma por ali. Principalmente embaixo do tapete, o que seria improvável de alguém procurar ali, então, as chances seriam maiores. Caso não achasse as mesmas, procuraria algum clip de papel, ou algum objeto de metal que fosse maleável, e tentaria improvisar uma chave. Resumindo: Olharia com cautela cada canto do local. 

 

Caso nao encontrasse nada, apenas pegaria o Den Den mushi com cuidado e levaria o mesmo até Augustos. 

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A garota apavorada arrumava a barricada, entretanto, matinha serenidade suficiente para fazer o processo de forma organizada e como era meticulosa demorava em ajeitar os objetos, entretanto, agora já deduzia para que servia os colchões “Deve ser para amortecer o impacto de qualquer golpe desferido contra a barreira e dar suporte que o fogo alastra-se de maneira mais efetiva. ”  Enquanto fazia os ajustes via um dos marinheiros ir em direção as lojas e adentrar uma delas, o outro, por sinal, colocava fogo no píer. As chamas subiam, entretanto, isto causava um efeito inesperado, pois logo em sequência ouvia os disparos vindo em direção a cidade. De súbito virava o rosto ao colocar o último colchão e via os imensos navios ao longe, logo vinha a mente como fosse um grito agudo “Buster call...”, já tinha lido sobre isso nos livros e apesar de ser raro e muitas vezes escondido pela Marinha, ainda sim havia relatos de acontecimentos correlatos. E ao ver aquele navio colossal e toda aquela fragata só pode pensar “Como fomos ingênuos...” Balançava a cabeça, mas não havia mais tempo para mais pensamentos teria que agir.

 

 

- Soichiro coloque fogo na barricada e vamos fugir! – A garota retirava do coldre o lança granadas e empunho corria em direção a loja que o Tapa-olho havia entrado.

 

 

- Vamos embora Orich, os Revolucionários estão atirando! Vamos! Vamos! – A moça segurava teu lança granadas e disparava próximo do píer duas granadas e mais duas ao chegarem próximo do caminho escondido, uma no caminho que iam percorrer e outra próximo ao topo das lojas.

 

 

- Vocês fiquem esperto com as balas de canhão e tudo mais que vier.... – A garota apreensiva dizia, enquanto verificava os marinheiros. – Vamos ficar juntos para proteger o grupo com mais efetividade!

 

 

Entretanto, procurava agarrar a mão dos marinheiros e puxá-los para dar maior chance de não ficarem perdidos na fumaça. Depois seguia atenta ao Haki da Observação e os destroços que poderiam cair em cima do grupo, entretanto, quando estivessem longe o suficiente da fumaça iria largar as mãos dos dois e seguir com extrema cautela junto ao caminho.

 

 

- Acho que vamos ter que ajudar na evacuação das pessoas também, então, fiquem de olhos abertos e sintam à vontade para sugerir... – A garota pensava seriamente em fazer a transformação completa para coelho, na decorrência da situação piorar. – Caso tenham alguma ideia? Entretanto creio que o melhor seja destruirmos o caminho que viemos, Soichiro, por favor, queime tudo e vamos seguir em frente.

 

 

Charlize mantinha os olhos no chão, e nos arredores, principalmente nas lajotas das casas sobre sua cabeça. E nos sons das balas de canhão e disparos “Devo ter precipitado o contra-ataque inimigo ao queimar o píer, bem, isto foi ruim. ”

 

 

-Bem, tivéssemos que fugir afinal a frota inimiga era muito numerosa e por sinal, ficaríamos sobre os canhões inimigos que seria muito ruim no momento... – A garota pensativa continuava a raciocinar. – Estou pensando no momento em seguirmos para o sul e tentarmos achar a Vice Almirante Nina-san para pedirmos mais instruções do que fazer, mas caso o caminho esteja muito obstruído pensei em ficar longe do centro por enquanto, até os disparos inimigos pararem de cair sobre nossas cabeças.

 

 

Observando ao redor tentava contextualizar o ambiente para tomar a melhor decisão, entretanto, já tinha na cabeça que deveriam ficar longe do centro pelo menos por enquanto. Charlize Therone ficava com a arma em punho e sempre de olho e pronta para desviar de qualquer empecilho usando até do seu Tekkai ou Soru em situações que fosse necessário fazê-lo. 

 

 

Spoiler

 

Nome da Técnica: Tekkai
Tipo de técnica: Combate (Rokushiki)
Descrição: 
O Tekkai endurece os músculos dos usuários como ferro, a fim de anular o dano recebido de ataques. No entanto, ele pode ser quebrado por forças fortes o suficiente. A força do Tekkai pode variar para usuários com diferentes condições físicas, um praticante com maior nível de força muscular tem melhor uso de Tekkai. Além disso, apesar da densidade física aumentada que se ganha ao ativá-lo, deve lembrar-se que o corpo do praticante ainda é de carne e osso. Ademais, Tekkai não pode endurecer o corpo contra-ataques não físicos, fazendo com que o especialista seja tão vulnerável como o normal para certos ataques.

 

 

Nome da Técnica: Soru
Tipo de técnica: Combate (Rokushiki)

Ataque-Crítico-Agilidade
Descrição: Soru permite aos usuários locomoverem-se em velocidade extremamente altas, a fim de evitar ataques, bem como para atacar com mais velocidade e mais poder. O usuário some da visão do oponente transformando em uma imagem especular parecendo desaparecer da vista do inimigo, como em um "passe de mágica"

 

 

 

 

 

 

 

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Minha ideia de conseguir informações com a prisioneira não parecia que daria qualquer resultado. Angelina parecia me ignorar mesmo mantendo firmemente minha pose autoritária, me fazendo até pensar se isso poderia ser algum tipo de desacato. Aguardo por mais um tempo, o que pareceu valer algo, afinal, Angelina tinha resolvido falar. Talvez o delay na resposta tenha se dado pela pancada na cabeça que ela tinha mencionado e não propriamente um desacato à minha autoridade.

 

A pancada na cabeça parecia ter sido bem forte. De início, ela segue o protocolo que manda todo réu dizer que é inocente à mim e Sarah, mas ela não tinha percebido Sarah saindo da sala logo após ela tinha colocado sua mão no queixo para prosseguir com a história que geralmente termina com um "sô trabaiadô sinhô".

 

Porém o relato de Angelina toma um rumo completamente inesperado. Mais uma na conta da pancada? Quem sabe. De qualquer forma, agradecia duplamente aos céus, primeiro por Sarah ter saído, segundo pela má iluminação que impedia Angelina de me ver corando e provavelmente com um filete de sangue escorrendo pelo nariz. Dizem que a oportunidade faz o ladrão, e um homem no auge de seus 20 anos, a sós com uma bela mulher (presa) que pretendia encontrar o amor de sua vida, parecia ser a cena de crime perfeita. Como quem não quer nada, levanto meus braços e os cruzo apoiando em minha nuca, exibindo meus bíceps para que Angelina pudesse ver muito bem. ?

 

_ Hum... Entendo, entendo. Me diga, qual é o seu tipo de homem ideal? - Sem perceber, estava em uma conversa sobre romance, esquecendo completamente que há pouco tempo estava interrogando uma prisioneira. Falando e gesticulando bastante, fazia questão de mostrar meus braços por vários ângulos. - _ Bonito? Forte? Gentil? Com uma carreira bem sucedida? - Olho para o local onde estavam as chaves, olho para a cela com Angelina. - _ Sabe, você não parece ser uma pessoa ruim. Deve ser ruim ficar aí sozinha, sua cabeça deve estar doendo, vou te fazer companhia, espere um pouco.

 

Vou até o local onde as chaves estão e as pego, vou até a cela de Angelina e a abro, entro lá dentro e nos tranco, continuo com a chave. - _ Vem cá, deite aqui, deixa eu ver onde dói em sua cabeça. - Me sento na colchão da prisão a bato em minhas coxas indicando à Angelina onde ela deveria encostar a cabeça. Estava prestes a tirar uniforme, ao menos a parte de cima para ficar mais confortável (e é nessa com essa imagem que eu quero que a Sarah chegue) . - _ Pode vir, não precisa ter medo, prometo que não vou machucar você. Então, o que você dizia antes mesmo sobre miscigenação?

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Tive sorte na quarta tentativa, como as portas anteriores estavam seladas achei melhor deixa-las do jeito que estavam. Com isso tive o prazer de me deparar com um bar abandonado. Pude notar que atrás do balcão havia uma adega abastecida, pela cor presumo ser garrafas de vinho. No momento que decido pular o balcão sinto algo me incomodando: - " Que sensação é essa?"  - Meu mantra detecta que tem algo de errado acontecendo do lado de fora: - "Será que eles já chegaram?!?" 

 

Corro para fora do estabelecimento e me deparo com a Charlize correndo. Olho em direção ao pier e me surpreendo com a frota inimiga: - CHIACHIA... Eles querem acabar com a gente antes mesmo de pisarem em terra? Vão sonhando! - Nesse momento pego minha manopla e a empunho na mão direita. Me viro para a Sargento ajudante e lhe digo: - Pode deixar a retaguarda comigo, se tem algo que sei fazer bem é cuidar do traseiro dos outros! CHI-CHI-CHI! - Me volto para a chuva de metal com o meu mantra focado, minha intenção é de que com isso eu detecte as bolas que estão prestes a nos acertar. Assim que eu for detectando as esferas mais próximas faço uso do 'Impact Dial' presente na manopla para absorver o impacto do projétil, com isso aproveito para abastecer o Dial enquanto neutralizo o ataque deles. Caso algum projétil se aproxime de mim, usarei a técnica 'paper' para desviar sem gastar muita energia. 

 

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Equipamento

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Nome da Arma: Heaven Heavy Punisher
Rank: A

Mecanismo: Um tesouro antigo confeccionado com Kairoseki, a parte de dentro da manopla é forrada de forma a evitar o contato do usuário com o mineral, possui um Jet Dial e um Impact Dial acoplados. A efetividade dos dials é equivalente aos seus ranks padrão [Rank C].

HAKI

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Haki da Observação

Rank B [100 pontos]

  • Fora de batalha, o usuário consegue sentir a presença de pessoas nos arredores (raio de cem metros), mesmo que não esteja concentrado nisso. 
  • Fora de batalha, consegue sentir as intenções hostis nos arredores (raio de cem metros), mesmo que não esteja concentrado nisso. 
  • Em batalha, pode prever os ataques de inimigos em seu raio de visão. Consegue manter a concentração mesmo realizando outras ações, contanto que não sejam muito elaboradas.

TÉCNICA

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Nome da Técnica: Paper
Tipo de técnica: Combate - Free-Style Combat 
Descrição: Paper torna o corpo do usuário extraordinariamente flexível para evitar ataques, flutuar e dobrar o corpo como um pedaço de papel.

 

 

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4º Turno

Vilarejo Wallowdale, Porto

@Azrael @Demmon @Macar
 

 

 

A chuva de balas era incessante, as esferas negras saíam com estampidos constantes da frota dos revolucionários fazendo uma trajetória parabólica, evitando assim o porto mas destruindo o resto da cidade. Se os marinheiros olhassem pra cima, veriam riscos negros, como estrelas cadentes destrutívas, balas com grande velocidade e mesmo com pouco poder de destruição saberiam fazer um estrago pela quantidade.

 

Charlize então pegou seu lança granadas e lançou duas no píer já moribundo e consumido pelo fogo, a velha estrutura de madeira finalmente cedeu, parte caiu na beira da praia, ainda queimando e a que estava no mar afundou como uma âncora de ferro. Não havia mais pier. A outra granada destruiu parte da frente de uma loja que ficava na rua estreita que iriam pegar, distribuindo escombros e madeira queimando no caminho, enquanto a outra granada danificou o telhado de uma das lojas, fazendo o mesmo mas com telhas quebradas.

 

Começaram então a correr em direção oeste, pegando o caminho alternativo e quanto mais se afastaram do porto, mais perigo de serem atingidos. Não por balas diretamente, como ainda estavam perto do mar, as balas passavam diretamente por eles, tendo em visto que o morteiro tinha um alcance superior, mas destroços podiam ser derrubados diante de suas cabeças. Preparados, aqueles soldados da infantaria conheciam técnicas bem interessantes e avançadas para o cargo deles. Destroços caíam em direção a Charlize mas ela os evitava com o Soru, Já Orich manipulava seus movimentos de modo incomum, desviando das madeiras flamejantes com destreza. Mas era certo que o caos aumentaria.

 

Correram por mais um tempo até saírem em uma rua mais larga, perpendicular a que haviam tomado. Pela direita, na direção do mar, era sem saída, totalmente tomada por casas, mas pela esquerda a rua continuava por mais um período. Poucas balas caiam ali, mas podiam avaliar que o nível de destruição já era considerável. Tomando a esquerda, logo estariam a um setor adijacente a praça principal, a chuva de chumbo era maior ali, telhados em frangalhos obstruía caminhos, casas haviam sido demolidas, lares destruídos. Nesse caminho, alguns marinheiros tiravam escombros do lugar a procura de alguma coisa, enquanto um homem de terno estava ao lado deles, superviosionando.

 

- Vocês estavam no porto? - perguntou o homem, julgando pelo caminho que estavam vindo - Preciso que vocês vão para a entrada da cidade, ao sul onde os habitantes estão sendo conduzidos. Nina está fazendo o possível para protegê-los das balas, então precisamos de todo o apoio possível lá.

 

Sabiam, um pouco por cima, que poderiam chegar ao referido lugar continuando o caminho que estavam fazendo e virando para esquerda, depois de ter percorrido toda a cidade, mas quanto mais se aproximavam, mais o pandemonium aumentava.

 

Enquanto isso, Soichiro havia ficado para trás, provavelmente uma distração sobre humana. A barricada ainda não pegava fogo e os navios menores já se aproximavam da praia - mesmo sem pier consegueriam atracar, mas demorariam um tempo adicional razoável para isso.

 

 



 

Vilarejo Wallowdale, Praça Principal

@.Juao

 

Era uma destruição digna de filmes de ação. Casas, que já não prezavam em ter uma base e estrutura fortes e lógicos segundo a engenharia civil, eram alvos faceis e frágeis e eram demolidas em pouco tempo. A praça central em resumo era um caos total, marinheiros restantes corriam dali como podiam enquanto desviavam de shurikens de cerâmica, não havia mais nenhum popular ali felizmente. Han Cock por sua vez havia hesitado, o piso do seu quarto cedia e derrubava ela e tudo que havia ali no andar do bar, além disso uma das paredes não aguentava o recebimento de dois tiros consecutivos e parte da construção ia pra frente deixando uma pequena janela a suas costas para escapar. 

 

Não havia mais porta, os escombros haviam tomado tudo, lá dentro daquele espaço caótico ela só via poeira, destruição, fumaça e o início de um incêndio, morreria asfixiada em pouco tempo. A queda, além disso distribuíu dores por todo seu corpo, não sentia ossos quebrados porém, mas estava tonta por ter batido a cabeça, além de toda confusão ao seu redor.

 

 


 

 

Cernizza, Base da Marinha, Prisões

@Kadso @Lucky.  @Priisca

 

Sarah resolvia procurar a ficha da prisioneira para se certificar melhor sobre o que aquele assunto se tratava. No primeiro vislumbre ela só notaria as estantes, contudo ao adentrar a sala e observar mais atentamente, notaria um arquivo de metal ao lado da porta, sendo tampado pela porta aberta. Se aproximando dali, abriu a primeira gaveta e viu muitas pastas e cada pasta várias folhas, as pastas eram organizadas por ordem alfabética, portanto havia dado sorte. Olhando precisamente no “A”, achou a ficha de Angelina Luz, e ao abri-la viu uma foto simples dela, junto com as informações e acusações. Segundo o que estava ali escrito, havia sido apurado que ela havia chegado na cidade a pouco tempo e considerando a ofensiva dos revolucionários, suspeitavam de se tratar de uma espiã.

 

Não haviam provas, segundo o documento, a prisão havia sido preventiva. Sarah não sabia se a marinha podia fazer aquilo, tudo que notou é que a instituição estava tomando todas as precauções possíveis. No fim do documento, mencionava que a prisioneira seria interrogada e liberada após isso, se tivessem certeza de sua inocência. Luz havia sido presa sem provas, sob o pretexto de espionagem e no documento não mencionava de quem havia vindo a ordem, o que era incomum. Seu haki da observação não sentia nenhuma aura por perto, portanto pegou o den den mushi, e partiu novamente para a prisão.

 

Seu plano era pegar a chave na volta, mas ela não estava mais lá e ao se aproximar se depara com Augustus, sem camisa, trancado dentro da cela com Angelina Luz. As coisas haviam escalonado rápido demais, não era aquele tipo de romance que o povo curtia.


 


 

 

 

 

  • Mais atenção no prazo, galera. Perder turno é um pouco ruim, atrapalha na avaliação e tal. Quando estão debaixo de uma chuva de chumbo tende a ser um pouco pior. o tópico tem trancamento automático e fecha 48h após a mestragem, segundo o horário de Brasília.

  • Qualquer dúvida MP ou discord.

 

 

PRAZO ACABA EM 17/12/2020 às 10:35

 

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A vida é uma caixinha de surpresas, como diz nosso amigo Joseph Climber. Quem diria que meu post, que eu havia postado na verdade não foi postado e caso tenha sido, sumiu de alguma forma? Graças ao player(ou alguma outra coisa), Han Kock acaba hesitando e não consegue sair. Graças a isso a bela e recatada dama perde um turno.

Com os tiros que a Taverna recebeu, Han Kock caiu no piso do bar. Após cair, a jovem se levanta e olha rapidamente ao redor, não conseguia ver opções para fugir por conta da nevoa de poeira, escombros e fumaça. Consegui ver uma janela nas suas costas. Mesmo tonta e com dores pelo corpo por causa da queda, se dirigiu para a janela que havia atrás dela para tentar sair dali. Caso houvesse algo em seu caminho, tentaria cortar com a espada que estava em sua cintura.

 

Ao passar pela janela, procuraria um lugar para tentar se abrigar até voltar a raciocinar direito.

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Ao ouvir o marinheiro falar, notei que ele estava mostrando os bíceps e não estava entendendo o porquê dele estar fazendo isso. Será que ele está com problema nos braços, pois não vejo outro motivo para fazer tal demonstração.

 

- Então, Senhor Augustus, eu tenho uma grande queda e paixão por homens inteligentes, carinhosos, geralmente loiros e homens fortes... não, nem pensar, com certeza essa parte física não me atrai, prefiro homens... - Junto minhas mãos como em uma prece, abro um sorriso apaixonado e as bochechas se coram - Aah... - suspiro - Homens que podem ser fortes sem demonstrar fisicamente que são, isso que faz meu coração palpitar. - Fico ainda em êxtase imaginando. - Minha família é muito tradicional, então penso que um homem da terra me causaria muitos problemas. 

 

Começo a pensar sobre isso quando vejo que Augustus abre a cela e entra na mesma, comigo, e se oferece para ajudar-me com a dor na cabeça, a princípio até penso em atacá-lo para pegar as chaves, mas isso iria contra o meu modo de agir e também não tenho culpa para assumir, então permaneço somente em observação. Penso em receber a ajuda dele e mostrar-lhe onde dói, mas vejo-o tirando a camisa e isso realmente me deixou duvidosa se seria ou não o certo a se fazer. Dou um passo em frente a ele, mas paro, pois ouço passos vindo em nossa direção pelo corredor.

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Após a fuga atribulada do porto, os dois marinheiros que restaram embrenharam-se pelas ruas e vielas desviando dos tiros de canhões inimigos e vendo todo o cenário de destruição e prédios caindo aos pedaços, além das casas sendo reduzidas a escombros.

 

- Cuidado, Orich! – A ruiva desviava de tudo e todos e dava uma ajuda ao outro marinheiro de vez em quando empurrando-o de destroços que caiam e dos obstáculos quando fosse possível. Apesar de que o jovem tinha retirado tua manopla e parecia gostar de ficar destruindo e aparando os destroços, ou como começava a raciocinar a moçar “ Absorvendo a energia cinética dos objetos? ”, entretanto, com persistência a dupla continuava seu caminho. –Vamos! Vamos! E o Soichiro?

 

A garota dava conta de que faltava um deles, por sinal com aquele ambiente caindo aos pedaços e os sons ensurdecedores do bombardeio continuo e ininterrupto seria difícil até mesmo dizer aonde estava ainda mais sentir algum marinheiro faltando. Entretanto, teu coração apertava como nunca antes e o estômago revolvia em desespero, afinal o destino dele poderia ter sido a morte. Todavia sem tempo a ruiva continuava e logo já estavam via próximos de alguns remanescentes da marinha que revolviam destroços, certamente seria alguma pessoa.

 

-Sim, estávamos no porto! – A moça argumentava em voz alta e forte, não ficando reprimida pela interrogação do sujeito na sua frente. Entretanto intrigada por tudo que estava acontecendo no momento prosseguia respondendo de forma nervosa pela situação em que encontrava-se a dupla. Após isso, prestava atenção nas observações feitas pelo suposto Marinheiro.

 

-Nunca vi este uniforme antes, o senhor é da Marinha? – A garota em dúvida raciocinava “Apesar de que hoje em dia está todo mundo usando uniformes alternativas, como aquele coelho e o tapa-olho aqui. ” Resmungava com sigo mesmo, mas fazia sinal de positivo e em seguida começava a pensar como faria para chegar até a área sul. “Eu posso pegar uma reta daqui até lá, vai ficar mais fácil e prático, afinal não tem como errar. ” A ruiva já sabia mais ou menos aonde era o Sul, então, seria essa sua linha de ação.

 

Charlize Therone verificava tudo e todas as possibilidades e vendo que os bombardeios só ficavam mais intensos a medida que seguia em frente e não querendo perder outro marinheiro decidia a sua linha de ação. A ruiva observava ao redor e dizia com tom sofrido e quase em um sussurro.

 

- Bem, daqui para frente vai ser muito difícil e temo que a situação piore ainda mais... – A garota dava um suspiro, enquanto transformava-se na Forma Completa de Coelho. – Eu não sou sua superior, mas agradeço por me seguir até aqui e ajudar, entretanto, caso queira ficar aqui e auxiliar estes “marinheiros estranhos” ou ir comigo, você que decide...-...- Apesar de que aparentemente já decidiram por ti! -Dava de ombros e concentrava em sua tarefa em procurar um lugar mais adequado para cavar para isso utilizava de seu Olfato Apurado.

 

O coelho de porte enorme começava a verificar o chão vendo se era possível cavar de maneira satisfatória e rápida no local, procurava alguma parte que estava desnuda, ou seja, sem destroços e com apenas terra, entretanto, ao ver que conseguiria aumentaria a velocidade a fim de chegar logo na profundidade de 3 metros e meio e com o intuito de evitar qualquer interferência externa dos bombardeios ou prédios que caíssem. Entretanto, antes dizia com a expressão engraçada de coelho, com os dentes enormes:

 

- Bem, mas caso queira ir junto comigo terá que ser rápido de baixo da terra e ficar colado comigo... – A garota sorria com aqueles dentes assustadores: - Vou fazer uma diagonal e ir direto para o sul passando por baixo de tudo e tentarei abrir um túnel que dê para você, mas não garanto nada.

 

O coelho cavava quase verticalmente o chão a fim de primeiro chegar na profundidade adequada, caso tivesse fácil ia para mais de 3 metros e meio, mas nunca passando de cinco metros.

 

- Orich chegando lá ajude-me no túnel de abertura com tua manopla para aparar qualquer explosão ou projétil vindo em nossa direção. – O coelho continuava fazendo com que a terra retirada fosse compactada nas laterais e no topo do túnel a fim de garantir maior segurança, entretanto, pedia para o companheiro. – Agarre bem firme nos meus pelos e roupa... – A roupa era de couro, portanto, caso o tapa-olho segura-se bem poderia chegar em segurança até a parte final do túnel.

 

Charlize Therone tinha em mente que como seguiria uma reta com o mínimo possível de desvio poderia chegar bem na parte sul. Entretanto, sempre usava de seus instintos para captar o som ambiente e caso possível escutar os barulhos das balas de canhão chocando com o chão a fim de desviar ou alertar o marinheiro de possíveis perigos vindo do teto, ou seja, desmoronamentos causados pelos impactos dos projéteis diretamente no chão. Usaria Tekkai na eventualidade de alguma rocha ou viga fosse em sua direção e depois contornaria o obstáculo. Para isso também utilizaria de teu Haki da Observação a fim de avaliar o nível de risco da empreitada e quando teria que parar ou desviar rapidamente cavando na terra. A ruiva também procuraria avaliar aonde estaria a Vice Almirante Nina-san utilizando do mesmo método e como o Haki abrangia 100 metros calculava que não teria dificuldade em encontra-la, apesar de estar embaixo da terra e aumentando a profundidade caso as ameaças apresentassem serem além de sua capacidade. Caso estivesse sentindo falta de ar ou qualquer outro problema na respiração que interferisse na escavação procuraria voltar a superfície e abrir dutos de ar, mas logo retornando e começando a cavar na direção sul. Na decorrência de não estar sentido nada prosseguiria em seu intento o mais rápido possível até a área sul.

 

- Orich fique esperto com meus sinais, e permaneça atento, por favor! – No caso de estar sozinha ia o mais rápido possível até o local abrindo caminho no subsolo, então, o buraco final na área sul e usando Soru para desviar de qualquer material que viesse em sua direção ao sair do buraco. Ou seja, sendo rápida para pular fora do buraco e desviar de projéteis vindo em tua direção.

 

Lá oferecia a alternativa de usarem o túnel para fuga dos refugiados do vilarejo remanescentes e também para fazer o recuo das tropas. Entretanto, não sendo possível executar teu plano de escavação iria utilizar a forma de coelho para correr até o Sul rapidamente, usando também de Soru para aumentar ainda mais a velocidade. Além do mais, caso Orich fosse pediria para ele segurar em suas costas e roupa de couro para seguirem mais rápido, pulando e saltando pra os lados para fugir do fogo inimigo.

 

 

 

Spoiler

 

Nome da Técnica: Soru
Tipo de técnica: Combate (Rokushiki)

Ataque-Crítico-Agilidade
Descrição: Soru permite aos usuários locomoverem-se em velocidade extremamente altas, a fim de evitar ataques, bem como para atacar com mais velocidade e mais poder. O usuário some da visão do oponente transformando em uma imagem especular parecendo desaparecer da vista do inimigo, como em um "passe de mágica"

 

Nome da Técnica: Tekkai
Tipo de técnica: Combate (Rokushiki)
Descrição: 
O Tekkai endurece os músculos dos usuários como ferro, a fim de anular o dano recebido de ataques. No entanto, ele pode ser quebrado por forças fortes o suficiente. A força do Tekkai pode variar para usuários com diferentes condições físicas, um praticante com maior nível de força muscular tem melhor uso de Tekkai. Além disso, apesar da densidade física aumentada que se ganha ao ativá-lo, deve lembrar-se que o corpo do praticante ainda é de carne e osso. Ademais, Tekkai não pode endurecer o corpo contra-ataques não físicos, fazendo com que o especialista seja tão vulnerável como o normal para certos ataques.

 

 

Haki da Observação
Rank: B - 100 pontos
Descrição: 

  • Fora de batalha, o usuário consegue sentir a presença de pessoas nos arredores (raio de cem metros), mesmo que não esteja concentrado nisso. 
  • Fora de batalha, consegue sentir as intenções hostis nos arredores (raio de cem metros), mesmo que não esteja concentrado nisso. 
  • Em batalha, pode prever os ataques de inimigos em seu raio de visão. Consegue manter a concentração mesmo realizando outras ações, contanto que não sejam muito elaboradas.


 

Spoiler

 

Forma de Coelho: Alto poder de escavação, boa velocidade e instintos de Coelho. Bom para fugas, aumenta a poder de ataque nas pernas e sua agilidade. 

 

Nome da Técnica:  Escavação ( Herança)
Tipo de técnica: Akuma no mi – Usagi Usagi no mi
Descrição: Habilidade semelhante a Mogu Mogu no mi, fornece ao usuário alto poder de escavação, formando verdadeiros túneis sobre a terra, interconectados, permitindo ao dono da fruta bolar estratégias ou chegar a lugares fortemente guarnecidos. O túnel é variável dependendo da vontade do jogador, a profundidade das galerias não é tanta quanto o do portador da Mogu Mogu no mi. Usada na forma completa de coelho. 

 

Nome da Técnica:  Olfato apurado ( Herança)
Tipo de técnica: Akuma no mi – Usagi Usagi no mi
Descrição:  O olfato do coelho é muito apurado, podendo distinguir cheiros mesmo sob o solo, dando advertência sobre o perigo, através da análise dos diferentes odores emitidos por predadores ao atacar. 

 

 


 

 

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