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[Vahlor Island] - Legion


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   Apesar da intenção inicial de se ir até Liar Island, uma repentina ligação do alto escalão dos revolucionários foi responsável por uma mudança de planos. Havia pistas de algo ligado à A.P.T.M. em Vahlor Island. Por meio do den den mushi, não foram informados muitos detalhes à dupla, apenas de que um homem de meia idade chamado Tera iria ao encontro deles, assim que recebesse a notícia de que haviam chegado.

 

   Ao desembarcar na ilha, no reino de Sôhmirs, a dupla se deu conta de que a cidade tinha um comércio razoável, com alguns cidadãos vendendo e realizando compras pacificamente. Se olhassem ao céu, notariam que estava ensolarado, com algumas poucas nuvens no céu, e um vento bastante agradável.

 

   Se olhassem ao redor, também seriam capazes de ver alguns estabelecimentos. Lojas de flores, tavernas e até mesmo armas circundavam o comércio central. Algumas figuras estranhas se misturavam entre os pedestres, enquanto faziam trocas ainda mais estranhas, indicando que alguma forma de mercado negro também pudesse estar misturado entre o mercado central.

 

   Ao perceber a presença de duas aparentes turistas, uma mulher se aproximou. Ela parecia bem segura de si, e portava uma pistola. Ela cumprimentou a dupla efusivamente:

 

   -Sejam bem vindas a Sôhmirs. Meu nome é Sarai. Posso ajudar?  

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Apesar da intenção inicial de se ir até Liar Island, uma repentina ligação do alto escalão dos revolucionários foi responsável por uma mudança de planos. Havia pistas de algo ligado à A.P.T.M. em Vahlor Island. Por meio do den den mushi, não foram informados muitos detalhes à dupla, apenas de que um homem de meia idade chamado Tera iria ao encontro deles, assim que recebesse a notícia de que haviam chegado.      Ao desembarcar na ilha, no reino de Sôhmirs, a dupla se deu conta de que a

"Hoojiro... Hoojiro. Quem que coloca esse nome no filho, hein? Se o pássaro tiver algo haver com as habilidades dele então... faz sentido eu acho." — Finalizaria meu pensamento refletivo acerca do nome do líder da Ilha dos Tritões como pontuado por Peu outrora. Estaria encarando o céu reluzentes com ambos os braços — Obviamente cobertos — atrás do pescoço enquanto isso. O clima dessa vez estava ameno, diferentemente das outras ocasiões. Pelo menos desta vez minha má sorte não acarretará em tempe

A dupla seria desviada de sua missão inicial, buscando em Vahlor Island pistas para a missão atribuída por Vesper Arcebus. Num local pacato na medida do possível, contrastando totalmente com a maré de azar caótica que até então misteriosamente afligia a dupla, uma mulher extrovertida portando uma pistola repentinamente surgiria naquele dia ensolarado, abordando-as. Ademais, há que se destacar que Michaela estaria com uma dor de cabeça que deixaria seu humor mais turbulento do que de costume, ond

A dupla seria desviada de sua missão inicial, buscando em Vahlor Island pistas para a missão atribuída por Vesper Arcebus. Num local pacato na medida do possível, contrastando totalmente com a maré de azar caótica que até então misteriosamente afligia a dupla, uma mulher extrovertida portando uma pistola repentinamente surgiria naquele dia ensolarado, abordando-as. Ademais, há que se destacar que Michaela estaria com uma dor de cabeça que deixaria seu humor mais turbulento do que de costume, onde o pessimismo e a raiva afetariam ligeiramente suas decisões. Uma mulher abordando a dupla do nada? Na melhor das hipóteses trata-se de uma golpista, ou talvez uma assaltante. Não conjecturaria nada muito específico por desconhecer o cardápio de crimes da cidade, mas uma chama estranha se acenderia dentro de seu coração. Afinal, caso estivesse certa em sua teoria, ganharia alguns objetos para descontar sua raiva, raiva esta extremamente sutil, quase que imperceptível em seu semblante gentil e comunicativo.

 

"Não sei o que ela quer, mas verei isso como uma oportunidade de conhecer melhor esse terreno. Andarei conforme a valsa, tomando um risco calculado."

 

— Olha só, quanta gentileza! — A cumprimentaria com uma extroversão equivalente, prosseguindo ao acenar para Kamille deixar sua aliada lidar com isso — Eu e minha companheira estamos procurando um armazém com bons mantimentos e uma taberna com quartos com um preço agradável. Poderia nos indicar locais assim?"

 

"Assim mato dois coelhos com uma cajadada só. Sempre é interessante ter acesso às informações de uma taberna."

 

Agiria de forma extremamente ingênua e colaborativa com Sarai, aguardando com o intuito de descobrir até onde ela iria. Ademais, caso ela fosse de fato uma pessoa bem intencionada, conseguiria a localização de um bom ponto para começar sua busca pelo homem de meia idade. Em caso de conflito, teria Kamille consigo, o que lhe proporcionaria tempo suficiente para pensar em um plano perante potenciais ameaças, dando para Michaela um certo relaxamento mesmo com seu estado mental afetado pela abstinência de café. Apoiando-se em sua bengala enquanto aproximaria seu dedo do mecanismo que prepararia o saque da lâmina oculta, sorriria, esperando as próximas falas de Sarai, que definiriam suas próximas ações.

 

"Se eu não conseguir café em uns 3 turnos, vou acabar sendo obrigada a torturar alguém." — Concluiria, quebrando a quarta parede.

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 "Everything that lives is designed to end. They are perpetually trapped in a never-ending spiral of life and death. However, life is all about the struggle within this cycle. That is what 'we' believe."

 

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"Hoojiro... Hoojiro. Quem que coloca esse nome no filho, hein? Se o pássaro tiver algo haver com as habilidades dele então... faz sentido eu acho." — Finalizaria meu pensamento refletivo acerca do nome do líder da Ilha dos Tritões como pontuado por Peu outrora. Estaria encarando o céu reluzentes com ambos os braços — Obviamente cobertos — atrás do pescoço enquanto isso. O clima dessa vez estava ameno, diferentemente das outras ocasiões. Pelo menos desta vez minha má sorte não acarretará em tempestades ou vice-almirantes querendo me matar. Ou será que não?

 

Bem, se vamos nos meter em confusão de novo, só o tempo dirá. Fato é que de repente uma humana nos abordara simpaticamente, algo que obviamente desperta meu lado receoso. Sei que há humanos bons por aí porém também sei que alguns podem utilizar de palavras bonitas e influenciáveis para conseguir vantagem e/ou enganar uma pessoa. Essa mulher pode ser uma dessas pessoas ou eu estou simplesmente desconfiando demais dela usando como base o que me ensinaram no passado.

 

"Ela sabe lidar com pessoas melhor que eu, devo confiar em sua lábia." — Pensaria e depois faria uma conclusão mentalmente, ficando quieta. Também teria notado o aceno da minha companheira, o que me ajudou a tomar uma decisão de certa forma. Já confiamos o suficiente uma na outra para sabermos o dever de cada uma. Ela é a mente e eu o corpo. Poético, não? Enfim, por ora apenas manteria uma postura mais reclusa, porém elegante. Isso para não deixar nenhum ângulo do meu vestido à mostra pois isso poderia revelar minhas partes robóticas, o que seria um problema. Não sei muito bem a aceitação dessa ilha com esse tipo de coisa, mas todo cuidado é pouco.

 

Mesmo querendo manter ambas Michaella e eu fora de confusões, não hesitaria em intervir por ela caso ocorresse algum conflito, seja lá qual for. Se acima de tudo não tivesse nenhum problema me manteria quieta observando os arredores para ver se encontraria alguma comida de qualidade que valesse a pena levar enquanto as seguisse — Isso é, se saírem do lugar —. Além de tudo isso, acenaria educadamente para a humana se ela falasse comigo, não prolongando além disso. 

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Sarai, então, suspirou, como se tivesse ficado mais tranquila com a resposta. Com o dedo, apontou para frente, em direção ao mercado.

 

- Se seguirem em frente, encontrarão uma taverna bastante conhecida, localizada num duplex de madeira. Lá eles vendem coisas comuns como, vocês sabem, comida, bebidas e... "tapas na pantera."- Houve especial ênfase na última parte. Sarai então continuou: -  O nome da taverna é "Sidra de astúrias." No caminho também poderão encontrar alguns itens... "úteis" no mercado, contanto que consigam acertar o nome deles. Existem também outras tavernas, mas considerem essa como minha recomendação especial.

 

Enquanto conversavam, o agora trio foi capaz de avistar, à distância, um jovem pirata roubando as mercadorias de uma velha senhora, antes de correr voado dali, se aproximando de onde estavam localizadas Michaela e Kamille. Com velocidade no gatilho, Sarai acertou um disparo na perna do ladrão, que caiu ao chão enquanto gritava de dor.

 

- Sohmirs é um reino para onde as pessoas vem perseguir as riquezas escondidas nas cavernas, mas também pode se tornar bastante perigoso. Tomem cuidado e evitem causar problemas aqui.

 

Virando as costas para a dupla enquanto alguns seguranças chegaram para capturar o jovem ladrão, Sarai, lentamente, iniciou a andar na direção contrária.

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Num átimo, a interlocutora suspiraria em alívio, como se não estivesse carregando consigo más intenções. Falaria sobre os itens disponíveis na taberna, tal como seu nome e localização. Também seria possível avistar um mancebo roubando uma mercadora idosa, recebendo um tiro de Sarai e agonizando de dor no chão. Após essa cena não tão adequada para o horário local, a atiradora finalizaria com uma fala, se despedindo da dupla revolucionária. Antes de Sarai virar as cortas para a dupla, Michaela acenaria com a cabeça para baixo em agradecimento, apoiando seu braço no ombro de Kamille para indicar que elas também deveriam prosseguir. Ademais, logo se lembraria acerca da burrice de sua companheira. Será que ela se perderia no caminho? Seria sequestrada pelo homem do saco? Veria um unicórnio atravessando um arco-íris e iria ao seu encontro? Muitas perguntas se passariam na mente de Michaela, que mesmo após algum tempo juntas, seria incapaz de mensurar de forma exata o quão burra Kamille era.

 

"Meu Deus... o que eu faço?"

 

— É-é-é-é... Kami-chan? — Mesmo sendo portadora de uma personalidade calma e insensível, seus "trabalhos maternos" a deixariam um tanto quanto desconcertada. Deveria medir bem suas palavras para evitar a revolução do pré-escolar por mais tempo de merenda e menos deveres de casa. — Como a moça bem disse... aqui é um lugar cheio de distrações e perigos, então não posso te perder de vista... lhe dou duas opções: ou você segura na minha mão ou terei que usar uma cordinha para não te perder. — Infelizmente, seu tato não seria tão bom em situações assim, erguendo uma espécie de coleira de cipós que aparentemente surgiria do além. Ademais, apoiaria sua mão em sua bochecha, sorrindo de forma suspeita enquanto aguardaria uma resposta. — Aliás, se for uma boa garota, pagarei um lanchinho. — Concluiria.

 

Independente da resposta de sua companheira, utilizaria cada neurônio presente em seu corpo para conseguir levar a Dora Aventureira para seu objetivo. Deslocar-se-ia contra tudo e contra todos — provavelmente julgaria a luta contra o vice-almirante como uma tarefa mais fácil — finalmente chegando em carne e osso em seu objetivo: a taberna Sidra de Astúrias. Utilizando sua bengala em uma mão desocupada, adentraria discretamente o estabelecimento, realizando um panorama de toda a estrutura visível, traçando metodicamente protocolos para todas as situações possíveis, observando rotas de fuga, diversas nuances na linguagem corporal de todos os indivíduos visíveis e outros detalhes que nenhuma pessoa sã sequer notaria. Paranoica de natureza, a abstinência de café apenas pioraria esse quadro. Suspiraria, fitando Kamille e apontando para que ela se sente em alguma mesa próxima.

 

— Ah, sim. Também pode escolher o que comeremos, eu pago. Boas garotas devem ser recompensadas, certo?

 

"Espera. Eu sou esposa ou mãe dela? Se bem que não somos casadas... amiga, talvez? Não... companheira? Aliada? Guardiã? Não... a força física dela é bem maior que a minha. Talvez então eu seja guardiã da pureza e da inocência da Kami-chan? Parece verídico."

 

Após suas reflexões acerca de sua relação com Kamille e certificar-se que sua companheira está em sua devida posição, se aproximaria do balcão, apoiando-se em sua bengala e sentando em um banquinho próximo ao taberneiro. Olharia para os lados, fitando-o logo em seguida com um olhar perspicaz e predatório de forma com que se assemelhe à uma águia. Com um estômago vazio após a viagem turbulenta, escolheria os pratos sugeridos por Kamille. Ademais, como em suas ordens constavam que o informante iria ao seu encontro, a escolha mais prudente seria aguardar em um local movimentado pelo tal do Tera.

 

— Além disso, tem café? — Se lembraria de um detalhe de suma importância para a manutenção de sua sanidade.

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A mulher que primariamente havia despertado certa desconfiança em meu ser dava diversas informações provavelmente úteis, incluindo seu nome. Gente boa demais ou eu que sou desconfiada de mais? — Que clichê. — Reagiria à interrupção do pequeno assalto, indicando que aparentemente criminosos não são bem vindos aqui — São em algum lugar? — e... somos criminosas. Bom, ignorando quase que completamente a despedida da humana a não ser uma frase em específico entraria num estado de reflexão profunda. Mais uma vez a cultura humana me deixaria confusa. — "Tapa na pantera"? Vocês pagam pra bater em uma pantera? Humanos... — Indagaria à minha companheira com certa cara de nojo a respeito da fala de Sarai.

 

De repente, sou abordada por Michaella que começara a adotar um comportamento estranho. Quer dizer, estranha ela já é — Óbvio —, mas você entendeu o que eu quis dizer. Continuando, eu não entendi muito bem o que ela planejava, mas suas palavras pareciam fazer sentido, exceto pelo... — Sem mãos dadas ou qualquer coisa do tipo. Isso é pelo seu próprio bem. — Responderia seu pedido com um tom sério. Segurar as mãos seria problemático pois caso eu empolgasse demais iria apertar e consequentemente quebrar as mãozinhas dela sem querer. — Vou te seguir, confio na sua intuição. A protegerei se necessário. — Finalizaria.

 

Após, prosseguiria com ela até a tal taberna com nome de bebida enquanto olharia ao redor. Provavelmente a viagem não teria empecilhos então não vou encher linguiça com isso. Assim que chegássemos, procuraria dar um bom dia ou boa tarde para quem me abordasse educadamente na entrada, ignorando os outros clientes e funcionários. Em seguida, junto à Michaella me assentaria, ouvindo sua fala e me deixando com uma expressão fofa por um único instante, recobrando a postura logo depois para que ninguém mais visse.

 

— Pois bem. Requisito dois prato feitos com duas cebolas médias, quatro tomates, três pimentões, duas abobrinhas e dois dentes de alho, todos picados. Também deve conter ramo de tomilho, azeite, sal e pimenta-do-reino. Desconheço o nome popular desta receita então ficarei devendo-te. Sem nada a mais e nada a menos. Para bebida vosmecê pode me dar leite quente e à minha companheira, café. Avise-nos quando finalizar, por obséquio. E não nos recomende nada que inclua peixe caso não tenha o que eu quero. — Faria meu pedido à quem me parecesse ser o atendente do lugar, logo após me aquietando e mantendo a postura formal, esperando algo acontecer. Só não sei se o atendente vai entender o que eu quero. E também se tem Ratatouille, né.

 

"Espero que não apareça nenhum esquisito. Uma taverna vai ser cara de pagar quando eu destruir."

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   A dupla então decidiu seguir o caminho pelo mercado em direção à sidra das astúrias. O comércio parecia absolutamente normal durante o caminho, sem sequer a ocorrência de um incidente, como o ladrão que recebera o disparo de Sarai. Talvez, tivesse sido apenas um caso isolado. 

 

   Após seguirem pelo caminho, sem problemas, se depararam com a entrada para a Taverna. Apesar de ser um duplex, não parecia ser um estabelecimento muito grande. Uma placa de madeira, com a inscrição "Sidra das astúrias", erguida na parte superior da parede frontal era o maior atrativo do estabelecimento, além de algumas flores e plantas que simbolizavam possivelmente materiais de bebidas. A porta de entrada era dupla, também de madeira, similar às portas de um cassino no velho oeste.

 

   Ao cruzarem a porta, se depararam com um bar, que possivelmente também funcionava como recepção para se alugar os quartos no andar de cima. Liderada por uma bela barmaid, o local tinha uma decoração característica, com várias bebidas localizadas atrás do bar principal, como um chamativo para os clientes. Na parede opostas, cartazes de recompensa, incluídos alguns que pareciam recém-chegados. Na parte oposta à entrada, ao fim do bar, escadas que levavam a um andar de cima, possivelmente aos quartos. Ao centro, mesas e cadeiras, repletas de bebuns, que pareciam estar se divertindo bastante enquanto cantarolavam  Sake no Bink, ainda que de forma meio torta, dando uma espécie de música ambiente ao local.

 

   Na específica mesa do Bar, a barmaid parecia conversar com uma figura encapuzada, isolada dos demais. Apesar do capuz, era possível de notar algumas coisas. A primeira, era que ele também levava uma espécie de bengala, assim como Michaela, e a deixara apoiada sobre o banco que estava sentado. A segunda, era que ambas suas mãos aparentavam ser feitas completamente de metal, indicando que era um ciborgue. À sua frente e sobre a mesa, estava um copo de uma bebida. Caso Kamille puxasse um pouco da memória, identificaria a bebida como sendo a própria Sidra das Astúrias, que dava nome ao bar. Um pouco antes das duas chegarem a conversar com a barmaid, conseguiram captar um pouco da conversa, em especial Michaela, que parecia bastante atenta.

 

   - Obrigado pela bebida, Olga-Sama. - Agradeceu o homem, com uma voz cibernética e formal.

 

   - Hmpf. - Resmungou a mulher, com um ar convencido. - Há algum tempo éramos nós lá atrás, cantando Sake no Bink. Realmente tenho saudade daqueles tempos.

 

    Após uma pequena pausa, o homem respondeu, enquanto continuava a encarar o copo.

 

   - Aqueles foram bons tempos, Olga-Sama. - Disse a voz cibernética, que parecia guardar arrependimentos. - Mas olhe pra mim agora. Tudo que consigo fazer é apenas observar o que costumava ser minha bebida favorita. Mesmo em minhas memórias, não consigo sequer lembrar mais o gosto claramente. Mesmo as outras memórias daqueles tempos. Em breve também se irão.

 

     - Hmpf. - Resmungou novamente a mulher.- Você sempre acaba ficando melancólico quando vem pra esse lugar. - Foi então que a Barmaid notou a presença de Michaela e Kamille, mudando o foco de sua atenção para a dupla: Posso ajudar? -  Perguntou a mulher, pouco antes de ser abordada pelos pedidos de Kamille e Michaela, nessa ordem. A sereia pediu algo bem específico, mas que não pareceu intimidar a mulher.

 

     - Custará 500 beli. - Disse a barmaid, enquanto pôs dois pratos sobre o balcão. Então, prosseguiu aparentemente retirando ingredientes de baixo do balcão, os jogando para o alto. Sacando duas facas, realizou cortes rápidos, de modo que a comida caiu pronta sobre os pratos. Era uma salada gourmet, basicamente, portanto não precisava ir a fogo. Por fim, serviu o leite de Kamille e o café de Michaela, com copos e canudos de madeira, possivelmente salvando algumas tartarugas. Por fim, o homem ciborgue, que estava quieto até então, finalmente resolveu se pronunciar, após um sinal feito a ele por Olga.

 

   - Peço desculpas pela melancolia anterior. São apenas lamentações de um velho ranzinza. Sejam bem vindas a Sohmirs: Michaela e Kamille. Espero que aproveitem o reino.

 

    Após uma pequena pausa, ele se pronunciou novamente:

 

   - A propósito, esqueci de me apresentar. Creio que atualmente as pessoas me reconheçam por um codinome, uma espécie de apelido. A.P.T.M.

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A comida seria servida tranquilamente para a dupla. Entretanto, paralelamente à sua espera pelo tal do informante, perceberia uma história paralela ao seu redor. Um homem com voz cibernética e formal falaria com a barmaid, demonstrando uma intimidade notável enquanto se comunicaria com a mesma numa linguagem notável por seu tom melancólico. Ademais, apanharia seu café e o beberia delicadamente enquanto observaria o diálogo com seus olhos brilhando como os de uma criança, demonstrando uma satisfação pouco demonstrada através de seu semblante normalmente intocável. Subitamente, o homem cumprimentaria Michaela e Kamille, afirmando ser o próprio A.T.P.M.. Com isso, beberia novamente seu café enquanto o encararia com o olhar predatório de uma águia, sorrindo enquanto diria com um sorriso perspicaz:

 

— Ouvi boatos acerca da presença dos Spades nessa ilha, e um conflito com os mesmos não é algo nem um pouco... desejável. Com isso temos um impasse, eu suponho? — Realizaria uma pausa entre suas falas, sinalizando para que Kamille continuasse agindo normalmente. — Ademais, excluindo as consequências de uma ação hostil para ambos os lados, não é muito cortês iniciarmos um conflito no meio de uma refeição. Observando isso, creio que um armistício seja proveitoso para ambos os lados. 

 

"Não posso ser gananciosa ao ponto de querer abocanhar uma cobra dentro de seu próprio ninho. Ademais, minha missão foi claramente buscar o informante e a partir daí começar a agir. Formalmente, estamos simplesmente aguardando pela chegada do mesmo enquanto degustamos um almoço em uma taberna qualquer. Além disso, não imagino grandes motivos para ele iniciar um conflito com duas revolucionárias de cargo baixo sem nenhum pretexto. Todos nós estamos fazendo nosso trabalho e podemos coexistir desde que as circunstâncias não façam nossos caminhos se cruzarem."

 

Com uma frieza anormal, julgaria aquele homem como alguém minimamente sensato, evitando um conflito em curto-prazo. Ademais, se aproximaria do balcão com o intuito de pedir mais um café e uma refeição qualquer para acompanhar Kamille. Em sua visão pragmática, tudo aquilo seriam negócios, ou seja, enquanto que ambos conseguissem lucro e cumprissem as funções delegadas, poderiam coexistir até certo ponto. Entretanto, apesar de sua atitude cortês para alguns e leviana para outros, não conhecia as nuances da personalidade do A.T.P.M., não sabendo medir com exatidão o que passaria em sua mente. O gesto de pedir algo seria um teste para a coexistência de ambos naquele ambiente, apoiando-se em sua bengala com o intuito de retaliar qualquer agressão que o mesmo dirija à dupla. Caso ele se preparasse para um ataque, não hesitaria em revidar. Todavia, caso ele colaborasse, simplesmente desfrutaria de um bom almoço.

 

"O que você fará, afinal? Inclusive, ainda há a chance de ser um blefe. Entretanto, já vi pessoas descaradas o suficiente para declarar publicamente suas intenções. Homens de ação extremamente honestos, eu suponho." — Divagaria por seus pensamentos enquanto aguardaria os próximos acontecimentos.

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"Que música mais... Deixa pra lá." — Pensaria imediatamente após ouvir os homens bêbados cantando uma melodia atípica. Por mais que eu pensasse já ter ouvido em algum lugar, não conseguiria lembrar. Eu também poderia gravar mas... não, enfim. Prosseguiria junto à Michaella em busca de tirar a barriga da miséria. Chegando em uma certa mesa, um homem com voz atípica parecia estar conversando. Poderia escrever sobre minha análise acerca dele se não fosse por — Uma bebida dessas por aqui, não esperava. Aliás, por que eu não esperava? — Seria minha primeira e única reação em tom inaudível, ignorando o tal homem por ora.

 

— "Empoderada". Suponho que és dessa maneira a forma cujo qual elogiam as damas por aqui. — Faria um breve comentário a respeito da coroa ao vê-la fatiando os ingredientes que pedi com magnificência e tranquilidade, embora não me surpreendesse muito — Contraditório —. Esperando que Michaella fosse pagar a refeição, me assentaria sem preocupações passando a mão por debaixo do vestido para ajeitá-lo corretamente. Após, iniciaria a comer com a mão direita e total educação, de forma lenta. Perceberia a presença do cara com voz diferenciada e pele de metal mas também notaria o sinal de Michaella, mantendo a normalidade. — Olá. Bem haja. — Balbuciaria em resposta ao ciborgue, não prolongando.

 

"Parando pra pensar, eu conheço esse cara? Ele sabe nossos nomes. Além disso, é um ciborgue e parece estar usando da lábia, típico de humanos. Ao menos foi isso que me ensinaram. Fez até um cumprimento cortês. Talvez ele seja um aliado mas não cairei nessa conversa mole. Velho tarado." — Finalizaria o pensamento fitando o ciborgue com um rosto "indiferente" enquanto comia. Continuaria olhando para ele mesmo que finalizasse as refeições e/ou viessem mais para devorar. Em nenhum momento perderia o glamour e a classe.

 

De qualquer forma, não sei o que Michaella pensa, mas confio no intelecto dela. Creio que apenas atrapalharia o andamento das coisas apesar de eu não ser burra — É sim — e poder tentar ludibriar um humano na fala. Se eu conseguiria? Provavelmente não já que se o ciborgue tiver falando a verdade sobre sua ocupação ele é um sujeito astuto. Bem, manteria a serenidade e a quietude a todo momento. Caso acontecesse um conflito, eu hei-de intervir para proteger a mim mesma e à Michaella usando as mecânicas base do Gyojin Karate para combater a ameaça. Do contrário, apenas continuaria comendo sem falar nada. Tô até silenciosa demais nessa ilha. O cara que me controla é um babuíno preguiçoso e não consegue escrever falas.

 

"Rei do Mar gigantesco, meio mundo de marinheiros, Vice-Almirante de magma, névoas e caçadores do Novo Mundo e agora um ciborgue depressivo esquisito. Não aparece nenhuma pessoa normal na minha vida?"

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   Com uma expressão indecifrável, devido ao capuz que lhe cobria grande parte do rosto, o autoproclamado A.P.T.M. parecia escutar Michaela atentamente enquanto encarava sua bebida. A barmaid Olga parecia um pouco irritada, entretanto, qual dona de bar gostaria de ver seus clientes brigarem afinal? Após o fim da indagação da Michaela, A.P.T.M. respondeu, parecendo concordar, de certa forma.

 

   - Um conflito com os Spades.- A voz cibernética estava... robótica, como estava até então e era de se esperar.- Já faz um tempo desde que não faço parte da organização diretamente. Desde a guerra interna que ocorreu algum tempo atrás, sendo mais específico. Mas criminosas com recompensas pelas cabeças tem outras coisas com o que se preocupar em uma ilha dominada por Spades além de minha história, suponho. A não ser que sejam mais uma daquelas pessoas enviadas para me caçar. - Ao completar a frase, ele retirou o capuz, revelando sua aparência. Por fim, retirou uma cartola amassada de seu bolso, deu um pequeno soco para desamassá-la e a colocou, completando sua figura sinistra. Seu corpo pareciam ter alguns tubos, por onde circulava uma espécie de líquido azul, que também era presente em alguns frascos que carregava.

 

   - Não tenho interesse em conflitos desnecessários. Afirmou, enquanto encarou a barmaid, que retornou um sinal positivo com a cabeça. - Esse bar também me traz algumas memórias do passado. Danificá-lo traria um gosto amargo em minha boca.-Após essa fala, se virou para o balcão. -Agradeço novamente bela bebida, Olga - Sama. - Num movimento final, deu um empurrão em sua própria bebida, a deslizando pelo balcão, até que a mesma caiu diante de Kamille. - Considerem como um presente final. Desperdiçar bebida é um pecado.

 

  Ao fim, se levantou e partiu dali. Ou ao menos eram suas intenções iniciais. Repentinamente, um dos bêbados deu um grito de dor e caiu ao chão, levando às mãos ao peito. Olga, que estava servindo o último pedido de Michaela, interrompeu o trabalho diante do ocorrido. A experiente mulher realizou um breve check-up, constatando que o pior havia ocorrido. Um ataque cardíaco, de modo que a vida daquele jovem bebum havia ficado por um fio, após seu coração repentinamente parar de bater. O clima no bar ,outrora de cantoria, era de apreensão, em silêncio. Por fim, o ciborgue se pronunciou, após observar a situação de longe, por algum tempo.

 

   - Este jovem ainda pode viver. Deixem-no comigo. Sou médico.

 

  Aproximando-se do bêbado, o ciborgue retirou uma de suas cápsulas com o líquido azul, colocando o líquido sobre uma enorme seringa, injetando a substância no coração do homem. Em seguida, iniciou uma massagem cardíaca padrão. Enquanto o procedimento era realizado, uma nova presença adentrou o bar. Um senhor de meia-idade, cujos traços mais característicos eram seus óculos redondos e um grande rifle. Ele pareceu meio surpreso com o ambiente do local, mas ainda sim se dirigiu em direção à dupla protagonista. Àquela altura, Olga já havia voltado ao balcão, demonstrando nutrir certa confiança na capacidade de A.P.T.M. lidar com a situação. Já o homem, ao chegar ao balcão, sentou-se próximo as revolucionárias e pediu um copo de Sidra das Astúrias para Olga, que prontamente iniciou o preparo da bebida, juntamente com mais uma refeição de Kamille e mais um café para Michaela. Em seguida, o homem dirigiu-se uma fala a Michaela e Kamille, mantendo sua cortês expressão no rosto, enquanto levantava ligeiramente seu chapéu.

 

   - Chamo-me Tera. Creio que as moças devam se chamar Michaela e Kamille, estou correto?

 

Após a fala, ele virou-se de frente para o balcão, esperando pela bebida e possivelmente uma confirmação da identidade das revolucionárias. Simultaneamente, o autoproclamado A.P.T.M. continuava a realizar o procedimento, observado pelos apreensivos bebuns, e Olga preparava a bebida de Tera, imediatamente após servir um novo prato para Camille e um novo café para Michaela.

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  • 2 weeks later...

"Duvido que ele fale sobre suas ligações com os Spades abertamente, mas aparentemente encontramos uma paz."

 

O homem continuaria falando, dando alguns detalhes acerca de sua história com os Spades. Um homem bastante falante, aparentemente. Ademais, um dos frequentadores do bar transformaria o clima de animação do local em algo um tanto quanto fúnebre. Entretanto, por conta de sua habilidade envolvendo a medicina, A.P.T.M. conseguiria tratá-lo com um estranho líquido azul, curando-o. A performance praticamente teatral — haja vista o quão "cool" pareceria no momento da cura — daria espaço para a entrada de um senhor de meia-idade, cujos traços aparentemente bateriam com a descrição dada pelos seus superiores. O homem se aproximaria da dupla enquanto Michaela realizaria uma pausa de poucos segundos voltada para a fala do homem robótico sobre sua bebida.

 

** 

Todo o ambiente seria engolido por um vortex, onde a atmosfera e o cheiro acolhedor do bar se transformaria apenas em melancolia. Visualizaria a bebida, a única estrutura do ambiente original que se perpetuaria naquele mar de lugubridade. Ao contrário da figura nobre e imponente normalmente vista, Michaela estaria com diversas falhas em sua maquiagem e olheiras gigantescas, além de compartilhar aquele pequeno cômodo com diversas garrafas de rum, segurando uma enquanto daria um gole, finalizando-a e jogando-a para o canto. Em um estado de vertigem, socaria uma parede de madeira cheia de lascas, demonstrando um estado de lamentação juntamente com aquela caligem. Levantar-se-ia apesar das dificuldades causadas pelo alto teor alcoólico de sua bebida, falando consigo em um baixo tom de voz:

 

— De volta para a rotina normal agora, eu suponho. — Diria enquanto se deslocaria com dificuldade até um local em que pudesse se arrumar, lidando com uma forte tontura e a uma dor de cabeça aguda.

 

**

 

"Por que eu me lembro disso logo agora?"

 

Voltaria para a realidade, piscando seus olhos enquanto veria o ambiente voltar ao normal. Rejeitaria a bebida oferecida pelo homem robótico, voltando sua atenção para o homem que declararia ser o Tera. Nada parecia errado, afinal, suas características batiam totalmente com o que saberia dele até então, logo poderia baixar um pouco sua guarda. Respiraria fundo, retomando sua personalidade mostrada comumente, segurando sua bengala e olhando-o com uma confiança que contrastaria totalmente com a Michaela frágil de seus flashbacks. Seus olhos, afiados como o de uma águia, mas igualmente belos sufocariam qualquer pessoa que falasse diretamente com ela, não por conta de nenhum tipo de poder, mas por conta de uma persona de fato inigualável.

 

— Perfeitamente. Após nossa refeição, suponho que tenhamos muito para conversar.

 

Voltaria sua atenção para a refeição, afinal, estaria com uma fome notável por conta das circunstâncias de sua árdua viagem até Vahlor Island. Entretanto, enquanto cobiçaria efetuar a primeira garfada, seu cérebro entraria em pane geral. Duas opções igualmente importantes: um café e um prato de comida. Nesse duelo, estaria em jogo seu vício pelo gosto delicioso de um bom café quentinho sem açúcar e uma comida que poderia sanar o vulcão que estaria prestes a explodir dentro de seu estômago. Seria extremamente indelicado e contra sua postura de dama perfeita que sua barrica roncasse na véspera de uma reunião importante. Ao mesmo tempo, seu vício por coisas amargas — e sobretudo pela cafeína — soariam extremamente tentadores. Não seria uma escolha óbvia, afinal, poderia facilmente disfarçar o roncar de sua barriga, mas sua fome aumentaria gradualmente até que isso a incomodasse. Como aquilo não valeria nenhuma vida, qualquer escolha feita resultaria no mesmo. Entretanto, não gostaria de se render aos seus instintos, realizando a escolha mais racional possível.

 

"O café está me fazendo salivar, enquanto minha barriga está prestes a roncar por conta da fome que venho acumulando faz dias. Sinto que meu corpo se desmanchará se eu não comer, mas ao mesmo tempo, estou com dor de cabeça ao ver um café quentinho e não poder bebê-lo. De qualquer forma eu sairei prejudicada. Então me resta compreender que posso diminuir ao máximo as chances de algo dar errado. Utilizarei critérios com peso 1, calculando qual das duas opções é a mais viável. A salivação, dor de cabeça e o fato de que o café esfriará somarão peso 4, uma vez que o último critério valerá por dois porque sim. Ao mesmo tempo, meu estômago roncando, a fome incomodando meu corpo e meu cérebro cada vez mais e a saia justa de aumentar o tempo de espera para a reunião somam um peso 3. Certo. Optarei pelo café."

 

Seguraria seu café enquanto uma música épica ecoaria durante o trajeto de sua mão até a caneca, triunfando naquela decisão de suma importância — ao menos dentro de seu cérebro racional até mesmo para as coisas mais supérfluas — com extrema categoria. Após bebê-lo da forma mais "cool" possível, se lembraria de uma coisa antes de colocar a caneca vazia de café na mesa. Encararia Kamille com o olhar de uma águia prestes a abocanhar sua presa, paralisando-a instantaneamente — talvez por medo, susto, ou qualquer coisa assim — levantando seu dedo indicador e médio, apontando para ela e sinalizando:

 

— Essa bebida possui um gosto muito mais intenso do que o suco que você detestou, e além disso, te dará dor de cabeça e loucura. Não beba-o!

 

"Acho que fiz bem. Mais uma alcoólatra na tripulação não faria bem nem para nossas mentes e nem para nossos bolsos. Infelizmente ser agente de um exército sem governo não é o suficiente para encher meus cofres. Realmente seria melhor se eu tivesse optado pela estabilidade e o salário de um servidor público..."

Observação: ** = Flashbacks, sonhos, delírios, monólogos, etc.

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 "Everything that lives is designed to end. They are perpetually trapped in a never-ending spiral of life and death. However, life is all about the struggle within this cycle. That is what 'we' believe."

 

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"De novo esses Spades. Se vierem pra cima da gente eu só preciso acabar com eles e acabou a história."  — Faria um monólogo interno em reação às falas do ciborgue — Ou será androide? — que estava respondendo Michaella com dois L. — Cuide de mim pra que eu não fique assim, que nem ele. — Balbuciaria à Michaella com tom de sinceridade, interrompendo minha refeição — Se eu ainda estiver comendo — por um momento e observando a cura de um figurante e sentindo a atmosfera pesada que acometera o local subitamente. Apesar de ser "do mal", A.P.T.M parecia ter alguma bondade em seu coração, ou seja... — Posso acabar não perdendo minha memória mas andar por aí sobrevivendo a base de combustível e não poder mais sentir dor, fome, sede, o contato com outro ser humano e afins deve ser depressivo. — Finalizaria olhando para o ciborgue.

 

— Fui melancólica demais, peço que me perdoe. — Daria uma rápida pausa, logo continuando — Eu não bebo então fique tranquila. — Alertaria minha companheira, indicando que não teria que se preocupar com a possibilidade de ter uma sereia com bafo de peixe. Minha tolerância a álcool é absurdamente baixa então um pequeno gole me deixaria "lokassa". Bem, logo após a ação médica bem sucedida de A.P.T.M, meu diálogo com Michaella e o retorno do ambiente sereno da taverna, um homem armado nos abordara sabendo nossos nomes.

 

— Vosmecê deves ser aquele que esperamos. Se Vesper-sama confias em ti então eu também. Encantada. — Me apresentaria ao homem — Cê bem que ele já me conhece —, fazendo uma breve reverência formal, recobrando minha atenção ao prato de comida de Michaella. Essa vai ser minha maior vigarice. Percebendo que ela estava demorando demasiadamente eu iria simplesmente "pegar sua comida emprestada", devorando tudo numa única mordida como num anime de comédia, engolindo logo após junto à comida que eu já tinha — Ou o que sobrou dela —. Falta de educação e classe? Claro que não. Obviamente pensei nisso antes pra fazer da forma mais sutil e ética possível para ninguém do bar reclamar. Eu estava simplesmente com fome e peguei a comida da minha companheira pra saciar minhas necessidades. Acho que ela não vai ligar. Amigos servem para isso, não é?

 

— Itadakimasu. — Diria com felicidade no meu olhar e com as mãos juntas — Esquerda obviamente coberta —, como se estivesse rezando. — Você tem bom gosto pra comida. Agradeço por me oferecer. — Agradeceria — Deu pra perceber mas enfim —, notavelmente feliz, logo tomando um pequeno susto com a advertência de Michaella. E, bom, não é sobre eu ter roubado a comida dela. Sabia que não se importaria então não me impressiono. Amigos conhecem uns aos outros e aqui não seria diferente. Enfim. — Eu que sou a cozinheira e você que me explica sobre os alimentos? Que estranho. — Responderia. No fim eu sabia que ela só não queria compartilhar café com ninguém. 

 

— Podes falar caso queiras, sinhozinho Tera. — Lembraria da existência do homem após o momento comédia com minha personalidade lerda e burra que estranhos não podem conhecer, falando com ele e ficando — Ou tentando... — séria. Me atentaria às suas falas enquanto finalizaria minha comida caso ela ainda existisse. Se não for o caso apenas vou ouvir, mesmo.

 

"Tô com fome. Ainda não ingeri nutrientes o suficiente. Será que faço a Michaella pagar de novo?"

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   Enquanto o clima do bar se mantinha tenso, conforme o tratamento era realizado, Tera fez um aceno positivo diante das respostas das senhoritas. Então, prosseguiu retirando uma carta de dentro do casaco, e a entregando para Michaela, até então em silêncio. Após um breve período de tempo, o senhor de meia-idade recebeu sua bebida das mãos de Olga, tomando um gole. Apenas dali em diante, começou a falar:

 

   - É perfeitamente possível sentir a essência da maçã nesse copo. Essa agradável sensação no paladar. Realmente bom. Obrigada, minha querida waif-...-barmaid.Tera aparentou ter uma pequena fixação em senhoritas de mais idade. Apesar disso, finalmente pareceu chegar a parte importante.

 

   - Gostaria de ter um bom diálogo com as senhoritas. E a carta servirá para esse propósito, ela contém informações e instruções de modo claro. Ele tomou mais um gole da bebida, pouco antes de apontar para a parede onde estavam contidos cartazes de recompensa.

 

   - Vossas senhorias ficaram supimpas naquelas fotografias.Naquele momento, Michaela e Kamille podiam se dar conta de que seus respectivos cartazes também estavam presentes ali, caso prestassem atenção. - Mas não recomendo que fiquem nesse lugar por muito mais tempo. Caçadores de recompensas vagamente sóbrios poderiam causar  um belisário contratempo.

 

   Após o término da fala de Tera, o clima no bar mudou para um repentino alívio. O homem havia finalmente acordado, enquanto mexia os pulsos e as mãos, com um sorriso no rosto.

 

- Muito obrigado. - Agradeceu o bebum, em lágrimas. Outros bebuns também pareciam especialmente felizes, provavelmente amigos próximos. 

 

- Se houver qualquer problema, pode procurar-me em minha clínica. Aqui está o endereço.- Completou, entregando-lhe um cartão. Por fim, o ciborgue foi em direção ao bar, não antes de trocar algumas palavras com a dupla protagonista. Não teria escolhido essa vida se pudesse, claro.

 

- Rejeitaram minha oferta, que rude.- Afirmou. Com sua voz robótica, era impossível saber se era num tom sério ou deboche. - Novamente, lhes desejo boa sorte em sua jornada em Sohmirs. Apenas tomem cuidado. Algumas pessoas não são o que parecem ser, no fim de tudo.

 

   Por fim, trocou algumas palavras com Tera.

 

 - Ainda não irá desistir, não é mesmo?

 

   A fala pareceu ter acertado Tera como uma dinamite, de modo que o senhor de meia-idade, até então calmo, rapidamente se levantou diante do médico:

 

  - Sua abominação!

 

   Os ânimos exaltados rapidamente foram esfriados por Olga:

 

   - Ora Ora, nada de brigas no Sidra das Astúrias.

 

  Instantaneamente e com uma rapidez que pareceu surpreender até mesmo o auto proclamado A.P.T.M., Tera sentou-se.

 

   - Mas é claro, minha wai...- Tera foi aparentemente acometido por uma breve tosse. - barmaid-sama.

 

   Após a pequena discussão, A.P.T.M. simplesmente saiu, como se nada houvesse acontecido. O bebuns voltaram a cantar, e Tera continuou a tomar sua bebida, aparentemente com uma expressão mais abatida que outrora. Por fim, Michaela poderia notar que seu prato de comida havia desaparecido. Para onde haveria ido? Quem sabe, não é mesmo?

 

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Conteúdo da carta na próxima página -> -> -> -> ->


 

Prezadas Kamille e Michaela

 

Conforme já informado, estamos diante de um infortúnio que resulta no desaparecimento, não apenas de alguns revolucionários, como também de civis e integrantes de outras organizações. Investigações e Deduções, concluídas por mim e por Tera, meu superior, apontam o local do desaparecimento como sendo a clínica do autodenominado A.P.T.M. Alguns barulhos excêntricos apontaram que, não apenas a clínica, como também um laboratório secreto funciona no subsolo. Acreditamos que lá seja um bom local para uma investigação.

 

As suspeitas à parte de Tera são de certa forma seladas pelo desaparecimento de seu filho, cerca de 10 anos atrás. O garoto, cujo nome era Abrão, era portador de uma doença incurável. A.P.T.M., então, se ofereceu a realizar um tratamento experimental. Após um aparente início promissor, A.P.T.M. declarou que o rapaz havia falecido. Tera se mostrou incrédulo num primeiro momento, mas após ver o corpo morto de seu filho não podia negar. Com tristeza, o pai enterrou seu filho. Com o tempo, porém, suspeitas apareceram na mente de Tera. Ele desenterrou o caixão, abrindo-o, e notou que o corpo do rapaz não mais estava lá. Tera indagou A.P.T.M., que apenas lamentou e disse ter nenhuma relação com o fato. Tera, claro, não acreditou, mas desde então o tempo passou. Com mais desaparecimentos surgindo, as suspeitas apenas aumentaram, apesar de não ter sido possível achar uma confirmação. Um fato importante a se ressaltar, é que o desaparecidos são em sua totalidade jovens, desde crianças até o máximo de 25 anos, incluindo o filho de Tera, à epoca com 11 anos.

 

Quanto ao próprio A.P.T.M., pesquisamos sobre o seu passado. Foi integrante dos Spades desde seu início, se juntando a divisão do Ás de ouros um pouco depois. Era conhecido pelo nome de Legion. Após um conflito interno, foi ordenada sua execução à partir do Ás de espadas. De alguma forma, sobreviveu, e assumiu seu novo nome, A.P.T.M., além da aparência cibernética. Fundou clínicas médicas ao longo rota 1, e declara como sendo seu único trabalho e paixão desde então. Apesar disso, fortes indícios apontaram para negócios obscuros com clientes desconhecidos, que provavelmente estão ligados com o desaparecimento das pessoas,.

 

Pretendo investigar o laboratório uma vez mais antes da chegada das prezadas. Uma porta suspeita, de um metal resistente, aparenta precisar de uma senha para ser aberta, e possivelmente com ela conseguiremos chegar ao laboratório. Pretendo obtê-la, não importa o que precise fazer para isso. Por fim, agradeço a cooperação. Espero que façamos um bom trabalho juntas em breve. O endereço da clínica é [endereço], e ela fica localizada próxima a caverna [nome qualquer] , localizada nos arredores da ilha. Espero que já esteja com a senha em mãos assim que nos encontrarmos.

 

Atenciosamente, Agar.

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Imediatamente apanharia a carta, lendo-a com a sagacidade de alguém com o hábito da leitura. Paralelamente, após algum papo esquisito envolvendo "wai-...", um diálogo extremamente subjetivo aumentaria exponencialmente a tensão na área, cujo tema seria perfeitamente explicado na carta já lida quase que inteiramente por Michaela. Seria apática em relação à tensão daquele local, agora já sabendo da existência das recompensas dentro da taberna. Pagaria a mais pelo estresse, saindo o mais rápido possível enquanto ignoraria totalmente a traquinagem de sua aliada envolvendo seu almoço. Se retirando do local, olharia para sua recompensa, sorrindo para a mesma. Ademais, se certificaria de arrastar Kamille pelo braço — se preciso — para tirá-la dali.

 

"Aliás, não tinha um 'juntas' na carta? Espero que ao menos seja bonita..." — Sua luxúria tomaria seus pensamentos por alguns instantes suficientes para que perdesse o foco, balançando sua cabeça em negação em seguida com o intuito de voltar para a realidade.

 

"Se os Spades resolveram utilizar esse homem, significa que seu projeto possui algum potencial bélico. Espero que sejam drogas ou remédios, mas minha intuição diz que é algo pior. Será que estamos lidando com verdadeiras armas humanas? Não acho que eu possa extrair nada concreto desses pensamentos, fora uma intuição irracional e óbvia de que existe algo mais sombrio do que eu imagino ali. Enfim... como trata-se de uma instalação subterrânea, tenho infinitas possibilidades ali dentro." — Pensaria consigo, assoviando enquanto surgiria um morcego literalmente do além, mas não qualquer morcego. Seu nome? Plínio de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga, ou Plínio para os mais chegados.

 

Encarar-lhe-ia com um olhar sádico — o mesmo que surge durante aquelas lutas — deixando-o flinston e submisso em seu braço. Ademais, com Kamille totalmente em seu controle e seu animal de estimação pronto para ser utilizado a qualquer momento, se moveria em direção ao objetivo se apoiando em sua bengala — motivo? Meramente estilístico, eu diria — perguntando a localização da clínica com base no endereço, com todo o seu charme e carisma de sempre, evidentemente. Ademais, durante o trajeto, se questionaria acerca dos interesses dos Liberatores na pesquisa do A.T.P.M., afinal, a busca pela justiça parecia uma resposta superficial para algo extremamente profundo. Afinal, quais seriam os verdadeiros interesses da organização revolucionária?

 

"Certamente utilizarão disso como propaganda prol-revolucionários, tendo em vista suas profundas ligações com o Governo Mundial durante o apogeu dos experimentos. Entretanto, reconheci vários indivíduos que diariamente me questiono se seriam de fato humanos. Tenho certeza que dirão que foram homens que se sacrificaram pela causa revolucionária, mas será que isso seria de fato algo ético? Sinceramente, não me importo com ética, entretanto criar uma organização com base em valores e quebrá-los para atingi-los me soa contra-intuitivo. No fim, são apenas interesses. Será que eles querem a tecnologia desse homem e estão utilizando os desaparecimentos apenas como pretexto? Imagino que sim."

 

— Kamille, para você, o que são os revolucionários? Você considera eles uma organização boa? — Pela primeira vez a trataria como uma adulta, olhando-a nos olhos com um semblante de seriedade enquanto aguardaria por uma resposta à altura. Entretanto, logo desviaria o olhar, dizendo: — Deixa. Não é uma pergunta muito útil, desculpe-me pelo incômodo. 

 

Aproximando-se da clínica, analisaria a área, aguardando movimentações e mais detalhes do mestre no próximo post.  .

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  • 2 weeks later...

— Que humano estranho. Bem, não precisava sair desse jeito apesar de eu entender seu sentimento. — Tentaria "acalmar" minha companheira que estava um tanto quanto estressada e provavelmente por eu ter roubado sua comida além do fato de nossas recompensas estarem circulando no bar. — Nós matamos um cara importante ao lado de uma líder revolucionária. Até que faz sentido essa rapidez na transmissão de nossos cartazes por aí apesar de baixa. Também pode simplesmente ser aquelas coincidências clichês dos livros. — Diria andando com Michaella e seu morcego.

 

— Acabei não pegando nada pra comermos no caminho e esqueci minha mochila. Grande dia. — Balbuciaria com certa tristeza no olhar, claramente demostrando estar com fome, me recompondo logo em seguida e notando certa inquietação no comportamento de Michaella. Nada incomum até aqui, na verdade. Como provavelmente ela demoraria uma década pra sair de seu estado de espírito, começaria a fazer peripécias com o morcego, colocando-o acima do meu dedo indicador como se fosse uma águia, fazendo cafuné e essas coisas aí.

 

"Parando pra pensar nesse morcego... nada nele é bonito. A sua estrutura óssea facial é angelicalmente, demoníacamente horrorosa. A clavícula dele é feia, o globo ocular, a laringe até os raios pulmonares internamente são ridículas. A sua arcada dentária não combina com a sua cartilagem da orelha. Se eu ficar com fome ele deve dar uma boa janta. Só preciso distrair a Michaella e levá-lo para um canto. Se ela perceber o sumiço basta dizer que ele se perdeu em algum lugar e problema resolvido, né? Plano infalível!"

 

Imediatamente sairia do meu pensamento após Michaella com dois L me abordar com uma pergunta um tanto quanto atípica e inconveniente. Não imaginava que ela fosse me perguntar isso e muito menos que eu tivesse que pensar na resposta algum dia. Pelo visto, vou ter que fazer isso agora. — Olha, essa pergunta até que me pegou de surpresa. — Daria uma breve pausa para pensar em como prosseguir — Na realidade, nem eu sei. Tenho trinta e dois anos mas lembro apenas de metade desse tempo, ou seja, dezesseis anos. Dezesseis anos esses que fui criada por pessoas que eram revolucionários e a todo momento diziam que era o caminho mais correto a se seguir. Ingressei no ramo de Revolucionária para retribuir o favor dos meus criadores. — Faria uma nova pausa para respirar — Acho que fiz a escolha certa, no fim das contas. Te conheci e essas coisas... sabe? — Finalizaria desviando o olhar, claramente com vergonha.

 

Depois do diálogo nada meloso, a seguiria, observando os arredores. Vai que... eu precise destruir alguma coisa, né?

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   Resolvidas as últimas pendências no Sidra das Astúrias, e criando mais algumas relacionadas a mamíferos voadores e revolucionários, Michaela e Kamille partiram em direção ao endereço descrito na carta. Após uma caminhada moderada por estradas de terra em direção às cavernas de Vahlor Island, finalmente chegaram ao local alvo. 

 

   Apesar de algumas placas de sinalização, em especial uma escrita "Clínica A.P.T.M.", a dupla ainda teve de adentrar a caverna por mais alguns minutos. O interior da caverna havia sido modificado, era bastante alta e larga, com algumas placas de ferro para sustentação, além de lâmpadas e um caminho de pedra. Ao fim do caminho, a clínica de fato.

 

Clínica A.P.T.M.

 

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    A clínica era, nada mais nada menos, que um navio abandonado, devidamente adaptado para uma clínica.  Sabe-se lá como o navio havia parado ali, mas era possível notar alguns corpos de água, que pareciam ir até bem fundo. Ao entrar na clínica, a dupla pode se deparar com uma jovem, que parecia ser a recepcionista. Ela usava seu casaco sobre o rosto, como uma espécie de máscara. A clínica também tinha outros médicos e pacientes, sentados em um banco enquanto esperavam ser chamados pela recepção. Uma engenhoca de madeira no centro parecia liberar uma espécie de senha, que aparentava controlar às chamadas da recepção através de um painel. Em um dos cantos da clínica, uma figura estranha, que portava uma enorme espada. Parecia ser uma espécie de segurança. Uma porta dupla, de madeira, com duas janelas circulares, parecia levar ao corredor onde os quartos se encontravam presentes. Caso espionassem pelas janelas, a dupla notaria que, ao fim do corredor, se encontrava uma porta de metal resistente, que aparentava precisar de uma senha para se abrir. De relevante, aparentemente nenhum sinal da moça chamada Agar. E também, barulhos estranhos, de maquinários, aparentavam vir de um subsolo bem distante.

 

   Dali, em diante, eram escolhas a ser feitas. Caso tentassem invadir o local atrás das portas de madeira, porém, podiam estar certas de que ao menos o rapaz da espada não às deixaria entrar naquela área restrita com tranquilidade.

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— De fato é um indivíduo extremamente peculiar. — Responderia Kamille, antecedendo o próximo diálogo. Escutaria com um olhar sério as frases de sua companheira, entretanto, logo coraria e seguraria algumas das mechas laterais de seu cabelo. Disfarçando seu constrangimento, respiraria fundo, respondendo Kamille. — Sua gratidão é algo legítimo, mas proponho uma situação. E se os revolucionários fossem na realidade maus? Até que ponto sua gratidão aguentaria fazer barbaridades? Aliás, é mais uma reflexão. Não precisa me dar uma resposta, mas pense sobre. — Sutilmente, buscaria ter algum conhecimento sobre a relação de sua aliada com a organização dos Libertatores. O mundo está mudando, e Michaela seria a primeira a abandonar o barco caso ele encalhe.

 

Andaria em passos calmos e graciosos, como quem pouco se importa com tempo. Sendo a mesma Michaela cética de sempre, estranharia se a remetente da carta ainda estivesse viva, então pouco se importaria com a duração do trajeto até a clínica. Ademais, estaria — literalmente — com seu morcego em mãos, instruindo-o a depositar sementes que geraria a partir da sua mão para que as mesmas se infiltrem em toda a parte orgânica ao redor da clínica, que seria um navio naufragado com um tom um tanto cult, diga-se de passagem. 

 

"Acho difícil eu simplesmente entrar ali e dizer: 'Opa, tudo bem? Busco sexo com uma mulher que me mandou uma carta aleatória e estou procurando-a. Podem me ajudar?'. Primeiro porque ela deve estar morta, segundo porque dificilmente eu faria algo tão bizarro, e terceiro porque muito provavelmente minha libido será engatilhada por uma secretária bonita. Aliás, a primeira possibilidade é que eles saibam quem somos nós, já a segunda seria exatamente o oposto. Como demoramos um pouco, talvez ele já tenha 

 

Adentraria a clínica com seu toque de fidalguia de sempre. Apesar de ainda mais devagar, haja vista que aguardaria pela infiltração de suas sementes em quaisquer superfícies orgânicas locais. Seu plano consistiria em gerar plantas com cerca de 1-10 metros de diâmetro, espetando o barco a partir de suas sementes já plantadas. Não seria nem um pouco plausível deixar uma área tão rica de pesquisas intacta, tendo em vista que talvez seja cobiçada até por Spades. Ademais, existiria uma secretária — muito bonita sinal, que já dispararia a libido de nossa infeliz protagonista — e um espadachim com um ar espectral (?). Dois indivíduos interessantíssimos, diga-se de passagem. Mudando de assunto, apesar do crescimento inicialmente lento de suas sementes, poderia ativar o gatilho quando precisasse já que sua direção já estaria definida. Para ser mais exato, ocorreria logo após visualizar os dois funcionários da clínica clandestina.

 

— Faça o que quiser, Kami-chan. 

 

"Será que ela atacará os oponentes ou salvará os civis?"

 

Geraria a partir de seus ombros vinhas cujos espinhos se assemelhavam a arame farpado que se deslocariam para frente juntos.  Ao chegarem rapidamente no limite — próximos de uma parede que impeça o avanço, por exemplo, se moveriam aos lados, formando um longo ataque que atingiria tudo num ângulo de 120º em sua altura (interpretem como aquele ataque do Pokémon). Evidentemente estariam na altura do membro em que foram conjurados, e por Michaela ter uma altura bem superior à de Kamille, proporcionaria uma janela para que sua companheira fizesse algumas ações. Com o movimento da mesma e a preparação das estruturas vegetais plantadas por seu morcego, fecharia sua mão, atingindo o navio em diversos pontos com as grossas plantas, gerando no mínimo um abalo. Todos os seus movimentos dariam apoio para Kamille agir da forma como bem quisesse. Ademais, enquanto a movimentação de sua aliada distrairia ambos, buscaria finalizar o espadachim, que pareceria o mais forte. Aliás, paralelamente ao seu ataque, uma das 10 plantas gigantes lançadas até o navio atingiria a metade da sala, separando a dupla inimiga caso nenhuma superfície forte impeça seu avanço súbito.

 

"Realmente um desperdício. Essa secretária é uma gatinha..." — Pensaria com um ar melancólico, colocando seus dedos polegar, médio e indicador em sua testa enquanto suspiraria. Aliás, estranhamente faria isso enquanto administraria as várias ofensivas citadas. Existem limites para essa psicopata multitarefa?

 

Informações úteis:

 

Modelo planejado dos ataques:

Spoiler

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Akuma no Mi:

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Mosa Mosa no Mi

Rank: B [160]
Descrição: A Mosa Mosa no Mi ( モサモサの実é uma Akuma no Mi do tipo Paramecia que concede ao usuário a capacidade de criar plantas a partir de seu corpo, também dando a capacidade de controlar todas as plantas que tenha gerado, tornando-o um Humano Gerador de Plantas (育種家人間, Ikushuka Ningen). Além de criar plantas, esse fruto do diabo é também capaz de alterar a taxa de crescimento das plantas, aumentando consideravelmente tanto a velocidade quando a direção que a planta tomará em seu processo de expansão.

 

Pet:

Spoiler

Nome do Pet: Plínio de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga (também conhecido apenas como Plínio)
Rank: E

Aparência: Plínio é um morcego negro com asas avermelhadas com uma aparência simpática; possui características comuns aos demais morcegos frutíferos, apesar de sua aparência naturalmente peculiar fruto de uma linhagem de morcegos extremamente nobres.

Spoiler

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Padrão comportamental: É extremamente fiel à Michaela por puro medo da mesma, porém é naturalmente um escravo das necessidades femininas de sua espécie. Caso encontre uma "morcega" que julgue ser digna de seu sangue real, instantaneamente abandonará seus deveres e sua família para se reproduzir com uma "morcega" ordinária. Porém, ao lado de Michaela — mulher que Plínio acredita piamente ser sua esposa — tende a ficar um tanto recatado, se limitando a cumprimentar com toda a cortesia do mundo as pessoas a quem é apresentado, ficando nos ombros de sua "esposa" com medo de ser repreendido pela mesma. É uma das "vítimas" da jovem de olhos amarelos, sendo um dos poucos seres que presencia seu "modo sádico".

Habilidade: Possui um estômago capaz de digerir os mais bizarros tipos de frutos e sementes com velocidade, descartando-os rapidamente no ambiente.

 

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  • 2 weeks later...

— Não está escrito que eu sou obrigada a matar nas regras, está? E se não está, eu posso fazer do jeito que quiser, não é? — Indagaria, com um dedo no queixo e certa inocência não entendendo muito bem aonde Michaella com dois L queria chegar. Após certo tempo de caminhada tranquila nós havíamos chegado na clínica indicada e... nada que eu esperava. — Isso é uma clínica? Parece um daqueles navios assombrados dos livros de terror. Vocês humanos tem uma noção de estética bem bizarra. Lembrando que o ciborgue doidão lá já foi humano um dia. — Balbuciaria enquanto observaria o ambiente circundante pensando em comida ao mesmo tempo.

 

E sem muita demora Michaella havia me dado um "comando", indicando que eu estaria livre para fazer o que bem entendesse. Bom, eu já iria fazer o que bem entendesse mesmo que não fosse comandada — Igual uma cachorrinha — pra isso; enfim. — Vamos inverter. Dessa vez você faz um ataque direto. Irei tentar tirar os civis daqui. Se não for um incômodo, gostaria de uma mãozinha pra isso. Mas primeiro temos que dar cabo daquele carinha ali. Ele deve ter uma chave de acesso ou coisa do tipo. É bom que você fique com ela. — Diria, claramente me referindo ao espadachim enquanto me prepararia para o embate.

 

Sem mais delongas, dispararia duas ondas de ar de cada punho na direção do guarda, avançando em velocidade total contra o mesmo logo em seguida. Quando conseguisse cortar distância, em sincronia com as plantas iria começar a golpeá-lo no esquema "Um golpe de cada um" dos games com quick time event de dois personagens comigo gingando para o lado oposto do meu golpe — Caso acerte, claro —, permitindo que as plantas de Michaella o acertassem logo em seguida pelo lado livre sem nenhuma interromper a outra e eu possa continuar a sequência de ataques sem perder ritmo. Se ele me atacasse buscaria bloquear com meu braço esquerdo para absorver o impacto do seu golpe e/ou imbuindo Haki do Armamento com aprimoramento de Resistência em qualquer outra parte do corpo que fosse atingida para o caso de não ter ângulo ou velocidade suficiente para colocar o braço mecânico na frente. Nessa pequena fração de tempo entre Ataque VS Defesa, provavelmente as plantas o atingiriam, permitindo que eu me recomponha e o ataque logo em seguida. Deixaria para Michaella finalizá-lo.

 

Seguindo o pressuposto que os golpes do Kyojin Karate são altamente doloridos ele seria facilmente abatido caso o plano de ataque dê certo. Tentaria achar algum tipo de chave de acesso acreditando que fosse precisar em algum momento porque... clichês. Entregaria à Michaella caso encontrasse. Depois, tentaria retirar os civis dali independente de houver ou não um novo embate no momento em que eu for fazer isso. Lutar com eles ali seria deixar suas vidas em perigo. Se eu derrubar tudo — Algo que tenho certeza que vai acontecer — muito provavelmente todos eles vão morrer, então... prevenção. 

 

— Não esperava que eu fosse ter que salvar humanos algum dia. Nem tudo é como a gente espera, de fato. — Finalizaria a sentença já atenta a tudo e todos para não receber um ataque surpresa. Se fosse alvejada durante o resgate buscaria bloquear os danos para que os civis não fossem atingidos com Haki do Armamento para Resistência + Braço + Palma aberta, pedindo para que eles continuassem a fugir sem mim. Após, me prepararia para o ou os inimigos, caso eles apareçam agora, obviamente.

 

"Há a possibilidade de eu simplesmente ficar no vácuo e eles não estiverem afim de serem resgatados por uma desconhecida ou mesmo tomarmos uma surra do espadachim. Nunca se sabe."

 

Técnicas Utilizadas:

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Haki do Armamento
Rank: B [100];

Descrição: 

  • Haki Proficiente: Mais habituado aos poderes, consegue acessar suas capacidades espirituais adequadamente e por um tempo bem maior;

  • Forma Ativa: Consegue eficientemente cobrir o equivalente a um membro ou item em contato contínuo com o corpo. Por isso, é eficaz contra oponentes normalmente imunes a ataques físicos. Não pode ser mantido por mais tempo do que o equivalente a duas ações em combate e sua defesa ou ataque possuem a eficácia de equipamentos Rank B;
  • Buff Base: 10% dos pontos do Haki em Força, Proficiência ou Resistência para bloquear, causar ou suportar danos;

Nome da Técnica: Ablenkung;

Tipo de Técnica: Combate - Mermaid Moe's Style!;

Descrição: Esta técnica dá a possibilidade de Kamille defletir ataques na curta distância e/ou inimigos armados empurrando ou golpeando o movimento de seu oponente com a palma aberta, geralmente no braço ou na arma em si, desviando a rota original do ataque caso seja rápida o suficiente para tal e consiga aplicar o movimento com êxito. Para o segundo caso, se feito com sucesso e do "jeito certo", é capaz de desarmar o inimigo ou também evadir seu ataque levando em conta a agilidade e movimentos de ambos. Pode ser combinado com o Impact Dial caso usado com o braço mecânico para a tentativa de absorção da força cinética do golpe ou mesmo já utilizando a liberação de impacto, de forma que possa servir como uma espécie de "Impulso" para tentar desestabilizar o inimigo à depender da distância e local em que é atingido. Haki do Armamento também pode ser usado para amplificação do movimento.

Equipamentos Utilizados:

Spoiler

Nome do Equipamento: R10OBRX - Unglaublicher Bestrafungsarm von Moe-chan!;
Rank: S;

Aparência:  Batizada "R10OBRX " por algum motivo que eu não sei, é uma prótese de braço feita com minérios raros encontrados na Grand Line e com o intuito de melhorar o bem-estar de Kamille sem afetar os demais membros pela implantação, se tornando uma arma essencial para o combate dela por ser bastante leve, flexível, resistente e versátil ao mesmo tempo. Sua aparência é "Comum", sendo uma espécie de estrutura esquelética semelhante à camadas blindadas de aço com alguns parafusos visíveis e linhas estéticas. Ela é ligada diretamente ao sistema nervoso como se fosse uma extensão do próprio corpo, sendo controlada através do recebimento de pulsos elétricos dos nervos para alimentar e regular os vários motores elétricos e atuadores pneumáticos internos. Possui um Impact Dial embutido.

Seu combustível é o "Bioetanol", criado através de resíduos vegetais e afins para não causar complicações em sua usuária como provavelmente fariam outros tipos de combustíveis. O uso deste combustível é dado através do derramamento de seu líquido na superfície da prótese, cujo este último irá absorver automaticamente para seus mecanismos internos, alimentando-os e recuperando suas energias.

Mecanismos: 

  • Lasst uns die perversen bestrafen!: A prótese mecânica braçal de Kamille possui um mecanismo interno que possibilita a ativação do Impact Dial embutido em si, absorvendo a energia cinética de golpes ou movimentos que atinjam sua superfície, assimilando-a e podendo devolvê-la na mesma intensidade em forma de onda de choque com a intenção de atingir o oponente com a força ou mesmo destruir o ambiente circundante sem que afete muito a usuária com seu recuo. Isto pode ser utilizado em conjunto com o Gyojin Karate, aumentando e muito a sua eficácia em combate. De forma que não haja um abuso, esse mecanismo é ativado à custo do próprio combustível, indicando que, caso usado em excesso, acarretará na inoperância do braço até que seja reabastecido;

 

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- Sonic's the name! Speed is my game!

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   Após discutirem assuntos filosóficos referentes à causa revolucionária, a dupla adentrou a clínica, pouco depois de Michaela realizar alguns... preparativos do lado de fora. Nos primeiros instantes, o clima pareceu absolutamente normal. Os pacientes sendo atendidos pela recepcionista, enquanto outros eram encaminhados às salas de atendimento. Tudo isso observado de modo atento pelo segurança.  Foi quando, repentinamente, o segurança anunciou:

 

-Tic Tac. Tic Tac.

 

A secretária então, interrompeu o atendimento de um paciente, exclamando por uma espécie de auto-falante:

 

- Estamos sendo atacados. Corram!

 

    Instantes depois, vinhas surgiram dos ombros da revolucionária e as plantas de Michaela adentraram o navio, gerando um abalo, perfurando-o de todas as direções, com as vinhas indo rumo ao espadachim. Um pouco antes delas, porém, duas ondas de ar foram socadas contra ele. Com um swing de sua espada, foi capaz de repelir ambas, porém, dando tempo a Kamille se aproximar. Como consequência, o espadachim ergueu sua espada, limitando-se a defender o ataque combinado com uma guarda utilizando a espada num primeiro momento, ainda que de modo inefetivo, pois alguns ataques não atingiam a espada e outros o machucavam através dela. Rapidamente, porém, Kamille, mais próxima, pode notar que a forma do espadachim estava mudando. Ele foi encolhendo de tamanho, enquanto ganhava pelos. Após um golpe com o braço esquerdo de Kamille arremessar o capuz do espadachim fora, foi revelada uma nova forma. Uma antropomórfica, diminuta e fofinha capivara. Ao terminar a transformação, anunciou novamente.

 

  -12 horas.

 

  E lançou um golpe frontal contra a sereia, que defendeu com seu braço esquerdo, absorvendo o impacto com seu dial e arremessando a espada do rapaz para longe.  No mesmo momento do bloqueio, Kamille sentiu uma espécie de pena para escrita atingir suas costas, em um ataque devidamente coordenado.

 

--------------------------------------------------------------------

    Enquanto o combate de 2 contra 1 ocorria, a secretária retirou algumas pílulas de uma caixa, ingerindo uma delas, de cor branca, guardando as demais em um bolso . Com o passar do tempo, seu braço direito cresceu, tornando-se grande ao ponto de ser comparável ao braço do auto-amor do younkou Agostinho. Com o membro, pegou uma pena, inicialmente branca, tornando-se negra ao ser imbuída com haki do armamento, e a arremessou na direção da Kamille, no mesmo momento que o comando foi dado pela capivara. Ela perfurou, como uma bala, as plantas gigantes que se amontavam como uma barreira ao centro do navio, atingindo a parte de trás da sereia. Com o braço ocupado, seu haki do armamento não foi capaz de impedir que o instrumento fosse cravado em sua pele, ainda que de forma superficial, enfraquecido após ter atravessado várias coisas. Se a sereia tentasse retirar a pena, notaria um líquido de cor verde saindo dele.

 

  Após o movimento, a secretária retirou, com calma, algumas penas de sua gaveta, parecendo pronta para utilizá-las em breve. 

 

                                                          ----------------------------------------------------------------------

  Como consequência do bloqueio de Kamille, as vinhas de Michaela acertaram em cheio o diminuto homem-capivara, arremessando-o para fora do navio. Os golpes em conjunto aparentavam ter dado efeito, deixando o usuário de zoan, com uma defesa sólida, bastante ferido. Porém, a luta ainda não havia acabado ali. Após alguns civis terem, naturalmente, saído correndo da clínica, o homem se levantou, misteriosamente silencioso. Retirou uma espécie de esfera amarela da cueca(?), mordendo-a logo em seguida. Logo depois, enquanto mudanças aconteciam em seu corpo, cavou para debaixo da terra, iniciando um movimento em direção a Michaela. De debaixo da terra, foi possível ouvir.

 

 -12 Horas. 12 horas. 3 horas.

 

Enquanto a cena acontecia, a secretária comentou pelo auto-falante.

 

 - Pelo visto o mestre estava certo, estão de fato atrás da cabeça dele .- Não era possível ver sua boca por trás da roupa, se não poderia se avistar um sorriso naquele momento. Então, mudou seu foco para a dupla.  -Michaela. Kamille. Se preparem para 3 minutos de terror. - Ao fim da fala, se preparou para arremessar 3 penas em seus alvos.

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Acenaria para baixo com sua cabeça em afirmação, apesar de no fundo pouco se importar com as baixas civis e crer que dificilmente eles ficariam inertes naquela turbulenta situação. Fornecendo toda a cobertura possível para sua aliada, Kamille logo iniciaria um duelo com o espadachim, que posteriormente demonstraria ser usuário de uma Akuma no Mi, que apesar de deixá-lo extremamente fofinho, engatilharia a manifestação de uma das nuances mais perturbadoras de sua personalidade. O despertar de suas feições sádicas declararia o início da "Paixão da Capivara", afinal, ao contrário de qualquer garota normal, Michaela possuiria uma tendência de despertar seu sadismo não somente ao ver garotas fofas e masoquistas, mas também com qualquer coisa minimamente fofa. Pessoas normais pensariam "vou abraçar essa capivara fofinha uwu", enquanto a vicária sádica estaria mais para um:

 

— Ara ara... vou torturar essa capivara fofinha. UwU! — Apesar de ser obcecada por higiene pessoal e conhecida como uma dama extremamente exemplar, a senhorita Wittelsbach demonstraria alguns traços de e-girl OwO, colocando sua mão esquerda perto de sua boca, pronunciando AS PALAVRAS QUE FARIAM QUALQUER SHOTA NUM RAIO DE 10 KM ESCAPAR QUE NEM UM CONDENADO.

 

Observando ambos atacando desesperadamente sua loli, apertaria com força sua mão direita — a usada para pronunciar o "Ara ara" — utilizando das plantas grandes para aumentar a área de influência de seus poderes. Seu plano consistiria em três fases: atacar o espadachim e obstruir o campo de visão da secretária; ligar todas as estruturas vegetais garantindo um campo maior para que possa atacar e defender de forma eficaz; e por último, após ligar todas as plantas grandes através de plantas menores, dominar toda a área do navio. Pela complexidade das ações e a intensidade do combate, dificilmente os dois últimos aconteceriam tão rapidamente, sendo apenas a fase 1 um ataque imediato (a.k.a. que terá efeitos no próximo turno).

 

Com esse plano em mente, enquanto a secretária perfuraria sua grande planta com o intuito de atacar Kamille, a revolucionária sádica contra-atacaria com plantas criadas a partir da estrutura vegetal perfurada pela pena, que formariam juntas uma espécie de punho, que antes de a atingirem se separariam em vários socos, atingindo a área ao redor da secretária, apesar de comprometer a letalidade em prol de aprisioná-la e evitar mais ataques, buscando matar um de cada vez. Além disso, enquanto o punho se dividiria em vários, criaria um pequeno cipó espinhoso que iria por baixo, buscando as pernas da secretária e matando-a caso ela "dê mole". O ataque teria como intuito sufocar a inimiga e evitar o uso das penas, além de aprisioná-la, mesmo que não acerte um ataque fatal.

 

"Aliás, esse homem cavando é extremamente chato. Evitarei qualquer uma de suas investidas ao ganhar uma vantagem de deslocamento."

 

Ao observar o homem cavando e saber que ele atacaria Kamille ou ela, rapidamente geraria quatro braços vegetais em suas costas, saltando para longe enquanto que na parte em que os "braços" estariam apoiados surgiria passivamente mais vegetação, que poderia ser rapidamente utilizada para aprisioná-lo caso ele tente qualquer gracinha, abatendo-o com os braços vegetais ao criar espinhos nos mesmos, serrando-o dolorosamente caso ele cometesse algum erro. Paralelamente ao ataque do homem-capivara, concentraria no que a secretária estaria prestes a fazer, alertando Kamille.

 

— Dificilmente a secretária escapará dali sem quebrar algo, então caso ela saia um centímetro da prisão vegetal, prepare-se para abatê-la. Se ela tentar qualquer gracinha, posso sufocá-la. Aliás, também posso cuidar do usuário de Zoan, então foque somente em abatê-los na ordem que preferir.

 

Aliás, também aproveitaria daquela tensão relacionada aos próximos ataques para juntar todas as plantas grandes que atacariam sincronicamente o navio, unindo-as através de plantas menores com o intuito de dominar toda a área do navio. Basicamente, as plantas menores uniriam fisicamente as maiores, criando uma espécie de teia, e nos espaços vazios da mesma, surgiriam cada vez mais plantas, permitindo que diversos ataques sejam feitos a partir delas. Se tudo der certo, as teias estarão prontas no próximo turno, enquanto que o domínio completo será feito no turno após a consolidação das teias.

Descrição da Akuma no Mi:

Spoiler

Mosa Mosa no Mi

Rank: B [160]
Descrição: A Mosa Mosa no Mi ( モサモサの実é uma Akuma no Mi do tipo Paramecia que concede ao usuário a capacidade de criar plantas a partir de seu corpo, também dando a capacidade de controlar todas as plantas que tenha gerado, tornando-o um Humano Gerador de Plantas (育種家人間, Ikushuka Ningen). Além de criar plantas, esse fruto do diabo é também capaz de alterar a taxa de crescimento das plantas, aumentando consideravelmente tanto a velocidade quando a direção que a planta tomará em seu processo de expansão.

 

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 "Everything that lives is designed to end. They are perpetually trapped in a never-ending spiral of life and death. However, life is all about the struggle within this cycle. That is what 'we' believe."

 

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  • 2 weeks later...
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    Enquanto alguns pacientes ainda observavam, de longe, as cenas lamentáveis que ocorriam na clínica, o combate pipocava entre os ali presentes. Ou pelo menos quase todos, visto que a sirena permanecia parada, como se estivesse num transe. Porém, as movimentações continuaram pelos demais. Com um punho em direção à secretaria, a mulher foi obrigada à largar as penas e trocar socos com os punhos em forma de planta. Enquanto isso, um sorrateiro cipó atingiu suas pernas, à fazendo perder o equilíbrio e cair, aprisionando a secretária.

 

   Já a pequena capivara era de longe mais problemática. Ao ter braços vegetais crescendo em suas costas, ele rapidamente expandiu seu corpo, se tornando uma espécie de bola de pelos, grande e fofinha. A velocidade da transformação arremessou os braços para longe antes que pudessem criar raízes, e em seguida, o segurança transmutou-se em outra forma, com garras avantajadas, iniciando a cavar novamente. Sua mudança rápida entre as formas, e sua velocidade em determinadas formas  também tornava mais difícil focá-lo. Enquanto Michaela se afastava, a criatura, mais rápida, encurtou a distância. Ao se aproximar da revolucionária e sair da terra, a capivara transmutou-se novamente, assumindo uma forma que privilegiava os braços e o peito, ao custo de pequenas e magras pernas, similar a um maromba que pula o dia da perna na academia. Em seguida, enquanto o movimento de dominar a área do navio pelas plantas prosseguia, os gigantes braços da capivara atingiram Michaela 3 vezes. Os dois primeiros, frontais, seguidos por um segundo, que acertou o lado esquerdo de Michaela. Os golpes tinham peso, força, e arremessaram a revolucionária para fora do navio, quebrando madeira e plantas pelo caminho, até se chocar com uma parede da caverna.

 

   Enquanto isso, caso Kamille acordasse, poderia notar 3 pequenos ferimentos, buracos, em seu peito. Se olhasse para a parede, veria algumas unhas cravadas nas plantas que ali estavam. De alguma forma, a secretária, mesmo numa posição desvantajosa, havia arremessado as próprias unhas postiças contra a sereia. Uma situação não muito boa se desenhava.

 

   Já no lado de fora do navio, à cerca de 10 metros dele, Michaela ouviu um anúncio vindo de baixo da terra, enquanto a criatura capivara ia em direção à ela. 

 

   -6 horas. 9 horas. 11 horas.

 

    Kamille também tinha problemas, de modo que possivelmente mais unhas viriam por aí.

 

1 minuto se passou.

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Por algum motivo, Kamille permaneceria parada enquanto seus oponentes demonstrariam suas capacidades naquele soturno campo de batalha. A secretária seria afetada pelos ataques da vicária de cabelos caramelos, entretanto, o homem capivara não seria tão facilmente abatido. Ao contrário do esperado por Michaela, o seu oponente transmutaria diversas vezes, tornando o duelo bastante imprevisível e anulando quaisquer chances da revolucionária contra-atacar. Seria uma questão de tempo até que seu inimigo desferisse golpes intensos contra a moçoila, que logo voaria com o impacto dos mesmos. Enquanto no ar, focaria em amortecer seu impacto com as rochas da caverna, utilizando do que sobraria de seus braços vegetais, crescendo-os de forma com que utilizem do local de impacto como ponto de apoio, retornando ao solo tranquilamente, apenas tendo que lidar com os danos em seu corpo e a ameaça iminente do inigualável homem-marmota. 

 

"Realmente. Esses seguranças não são coisa fácil." — Refletiria, recompondo-se ao maior estilo Doutor Octopus após receber uma voadora do homem aranha. "Aliás, o que houve com a Kamille? Bem... não creio que eu esteja com tempo de sobra para pensar nisso. Vou me limitar a matar e torturar aquela fofura. Moideu :3 OwO."

 

Não seria muito de sua personalidade de Michaela ter seu semblante alterado durante uma batalha, entretanto, no caso do Zoan, ela faria uma expressão que representaria sua ansiedade em... torturá-lo (?). Bem... adaptando-se aos padrões demonstrados por ele, adotaria um formato de gancho para os espinhos que estariam na superfície dos seus membros vegetais, buscando rapidamente neutralizá-lo caso ele adote o formato esférico, uma vez que ao se prenderem em sua pele, os novos espinhos o rasgariam ainda mais caso ele se expandisse. Além desse contra-ataque, desenvolveria sua proatividade naquele combate, gerando várias sementes e lançando-as no solo. A partir daí, existiriam duas abordagens: ou Michaela encontraria tempo para atacá-lo com suas sementes, que agora seriam plantas manipuladas juntas ao Haki da Observação, encurralando-o e prendendo-o; ou agiria no contra-ataque por falta de tempo, atacando, defendendo e se locomovendo com seus membros vegetais, ganhando tempo suficiente para que dominasse o terreno com as sementes supracitadas.

 

"Agora, preciso ir para a próxima fase do plano"

 

Após dominar o subsolo com suas plantas, teria como objetivos três coisas: primeiramente, criar túneis próprios com suas plantas não só para o encurralar — afinal, ele poderia rapidamente fugir ao criar outra rota — e sim gerar pontos para crescer plantas em um ritmo exponencial, quase que como os famosos fios de laser em filmes de espião, que disparariam um alarme que geraria um crescimento repentino de plantas com espinhos em formato de gancho, feitos  a partir da planta "estimulada", interligando tudo numa espécie de teia de aranha; segundamente, gostaria de dominar a superfície, enchendo passivamente — graças ao contato de seus membros com o chão — a área ao seu redor com sua vegetação, gerando pontos onde plantas podem ser criadas, naturalmente contra-atacando de forma eficaz qualquer ataque físico que ele possa efetuar; terceiramente, embainharia sua espada, ainda não dividida, segurando a dura bainha com um de seus braços superiores. Também é válido ressaltar que Michaela está a cerca de 5 metros do chão, não existindo nenhum telhado que a limite agora. Além disso, por seu Haki ser limitado, focaria em grandes ataques, pois saberia notar que o ponto estaria perto de suas plantas, mas não para onde ele iria, impedindo sua precisão. Também é válido ressaltar que utilizaria de suas plantas para "pescá-lo" e aprisioná-lo ao arrancá-lo à força, visando um interrogatório sobre questões envolvendo o médico robótico dono daquela espelunca.

 

"Preciso de informações sobre o A.P.T.M. e a senha da porta. Enquanto Kamille está ocupada, posso ser bem mais... desumana no interrogatório."

 

Descrição da Akuma no Mi:

Spoiler

Mosa Mosa no Mi

Rank: B [160]
Descrição: A Mosa Mosa no Mi ( モサモサの実é uma Akuma no Mi do tipo Paramecia que concede ao usuário a capacidade de criar plantas a partir de seu corpo, também dando a capacidade de controlar todas as plantas que tenha gerado, tornando-o um Humano Gerador de Plantas (育種家人間, Ikushuka Ningen). Além de criar plantas, esse fruto do diabo é também capaz de alterar a taxa de crescimento das plantas, aumentando consideravelmente tanto a velocidade quando a direção que a planta tomará em seu processo de expansão.

 

 

Nome da Arma: Raijin
Rank: A

Aparência: 

Spoiler

 

Resultado de imagem para bengala cabeça dupla de águia

(Aparência com a espada guardada)

T7JEQQH.jpg 

(Aparência de ambas as lâminas)

 

Mecanismo: Possui um sutil botão na área inferior do local que intercede as cabeças. Caso seja da vontade do usuário, esse mesmo botão pode fazer com que a espada única possa dividir-se em duas.

Haki da Observação
Rank:
 C [40]
Descrição: 

Spoiler

Rank C [40 pontos]

Haki Despertado: ainda não está habituado aos novos poderes, mas caso se concentre, consegue acessar uma sua capacidade extrassensorial.

Forma Ativa: varre um raio de 20 metros, detectando e se concentrando em apenas uma assinatura por vez. Caso o alvo se mova, consegue sentir que algo aconteceu, mas sem noção de direção.

Buff Base: 10% dos pontos do Haki em Agilidade ao desviar ou reagir para bloquear.

 

 

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 — Olá, Camille. Já faz um tempo que não nos vemos. Tudo bem? — Uma voz ecoara na minha mente, atualmente inconsciente. — Ah, oi Senhor Chupa-Cu. Eu estava lutando, o que faz aqui? Você só aparece em meus sonhos. Eu dormi? — Indagaria à origem da voz, que revelara sua faceta no meu subconsciente e eu rapidamente identificaria como meu amigo imaginário Chupa-Cu que eu inventei agora porque sim. — Dormiu. Só falar a frase mágica e acredito que acordará. — Responderia Chupa-Cu a mim em minha mente. — Ah é, não posso deixar a Michaella lutar sozinha! Ela pode morrer e eu também se ficar inerte. Não quero que nenhum desses dois aconteça. Desculpe mas nossa conversa será curta dessa vez. Qual a dica da frase de hoje? — Novamente faria um questionamento, demonstrando bastante pressa. — O que você sente mas não consegue falar pra pessoa. — Responderia Chupa-Cu, me deixando corada. No entanto, não ficaria com vergonha pois só ele consegue me escutar, então...

 

— MICHAELLA, EU TE AMO! — Bradaria em alto e bom som, acordando no processo (?). — Ah, de volta ao mundo real, com um pouco de dor. — Balbuciaria com uma sorriso no rosto, logo caindo na real que eu havia me declarado ao vivo e à cores para meio mundo de gente e, claro, para a Michaella me envergonhando intensamente no processo, até mesmo esquecendo os machucados pelo corpo. — Eu... não... quero... mais... viver — Faria um monólogo interno, me colocando em postura de combate com um olhar morto e buscaria em nenhum momento encarar Michaella. No atual momento, não possuo coragem para tal após meu erro.

 

Reprimindo ao máximo minha vergonha e ainda não encarando Michaella, tentaria retirar qualquer pedaço ou sobra de arremessáveis que ainda estivessem presas em meu corpo e buscaria estancar o sangramento caso existente e/ou haja necessidades de tal. Após, focaria minha visão na mulher que me acertara enquanto inconsciente, claramente com intenções de quebrar ela na porrada enquanto Michaella se resolveria com o tatu ou seja lá qual for o nome do bicho. Não sei se consigo me mover na tranquilidade de Buda, mas se sim, buscaria encurtar distância para com a mulher após o aviso de Michaella sobre seus próximos movimentos — embora seja óbvio a intenção dela de continuar me alvejando de longe —.

 

Para tal, correria na direção dela olhando para os movimentos de suas mãos para saber quando e como ela arremessaria seus projéteis. Provavelmente Michaella incomodaria, o que facilitaria meu trabalho, mas se não obter êxito na sua ação, minha "estratégia" não irá mudar em nenhum momento. Buscaria desviar de todos os arremessáveis que fossem possíveis, bloqueando / repelindo e absorvendo o impacto das rápidas demais para minha visão ou corpo acompanharem e conseguirem desviar — Contraditório??? —. Se fossem muitos ao mesmo tempo e/ou fizerem curva tentarei fazer manobras mais acrobáticas como empurrar minha mão contra o chão para receber impulso e me recompor caso eu desvie de um e outros continuarem vindo em minha direção e por aí vai. A estratégia de absorver os impactos também cairia bem. Nesse caso, a prioridade seria utilizar o braço esquerdo para os movimentos, mantendo o esquerdo livre para tal. O que eu não sei é: Se vou conseguir fazer isso tudo ou mesmo se o mestre está entendendo o que tô escrevendo aqui.

 

Esqueci de usar mencionar o uso do Haki do Armamento no parágrafo passado e agora tô com preguiça de mexer, então tanto faz. Prosseguindo, assim que conseguisse enfim encurtar a distância e caso eu não tomasse um golpe do nada que me arremesse até Marte como nos filmes de comédia, a atacaria com uma saraivada violenta de ataques não-letais imbuídos em Haki do Armamento com impulso de Força, gingando de um lado para o outro após cada sequência de 1-2, dificultando que me acerte e/ou sua leitura dos meus movimentos. Isso também vai impedir que eu atrapalhar as plantas de Michaella e que as plantas me atinjam "sem querer". E sobre as bofetadas, queria deixar ela bastante machucada mas não a ponto de desmaiá-la, apenas quebrar uns 205 ossos. Mó paz. Se Michaella simplesmente a prender, ainda assim vou quebrar a mulher no pau, só que de forma mais fácil. Utilizaria o Tone Dial para gravar informações importantes como senhas e etc. Alguns lugares só são destravados com reconhecimento de voz, então... Bom, acho que... só.

 

"Se eu for uma personagem de algum jogo e alguém estiver me controlando, ele esqueceu propositalmente de me fazer atacar o tatu. Que cara preguiçoso... No entanto, acho que ele só mencionaria que me faria quebrar ele no pau assim que Michaella o imobilizasse além do básico de me manter atenta à possíveis novos ataques para que eu possa desviar ou bloqueá-los. Ah... alguém dá um jeito nesse cara? Espera, o que eu tô pensando afinal?"

 

Técnicas Utilizadas:

Spoiler

Nome da Técnica: Ablenkung;

Tipo de Técnica: Combate - Mermaid Moe's Style!;

Descrição: Esta técnica dá a possibilidade de Kamille defletir ataques na curta distância e/ou inimigos armados empurrando ou golpeando o movimento de seu oponente com a palma aberta, geralmente no braço ou na arma em si, desviando a rota original do ataque caso seja rápida o suficiente para tal e consiga aplicar o movimento com êxito. Para o segundo caso, se feito com sucesso e do "jeito certo", é capaz de desarmar o inimigo ou também evadir seu ataque levando em conta a agilidade e movimentos de ambos. Pode ser combinado com o Impact Dial caso usado com o braço mecânico para a tentativa de absorção da força cinética do golpe ou mesmo já utilizando a liberação de impacto, de forma que possa servir como uma espécie de "Impulso" para tentar desestabilizar o inimigo à depender da distância e local em que é atingido. Haki do Armamento também pode ser usado para amplificação do movimento.

 

Haki do Armamento
Rank: B [100];

Descrição: 

  • Haki Proficiente: Mais habituado aos poderes, consegue acessar suas capacidades espirituais adequadamente e por um tempo bem maior;
  • Forma Ativa: Consegue eficientemente cobrir o equivalente a um membro ou item em contato contínuo com o corpo. Por isso, é eficaz contra oponentes normalmente imunes a ataques físicos. Não pode ser mantido por mais tempo do que o equivalente a duas ações em combate e sua defesa ou ataque possuem a eficácia de equipamentos Rank B;
  • Buff Base: 10% dos pontos do Haki em Força, Proficiência ou Resistência para bloquear, causar ou suportar danos;

Especializações: N/A.

 

Equipamentos Utilizados:

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Nome do Equipamento: R10OBRX - Unglaublicher Bestrafungsarm von Moe-chan!;
Rank: S;

Aparência:  Batizada "R10OBRX " por algum motivo que eu não sei, é uma prótese de braço feita com minérios raros encontrados na Grand Line e com o intuito de melhorar o bem-estar de Kamille sem afetar os demais membros pela implantação, se tornando uma arma essencial para o combate dela por ser bastante leve, flexível, resistente e versátil ao mesmo tempo. Sua aparência é "Comum", sendo uma espécie de estrutura esquelética semelhante à camadas blindadas de aço com alguns parafusos visíveis e linhas estéticas. Ela é ligada diretamente ao sistema nervoso como se fosse uma extensão do próprio corpo, sendo controlada através do recebimento de pulsos elétricos dos nervos para alimentar e regular os vários motores elétricos e atuadores pneumáticos internos. Possui um Impact Dial embutido.

Seu combustível é o "Bioetanol", criado através de resíduos vegetais e afins para não causar complicações em sua usuária como provavelmente fariam outros tipos de combustíveis. O uso deste combustível é dado através do derramamento de seu líquido na superfície da prótese, cujo este último irá absorver automaticamente para seus mecanismos internos, alimentando-os e recuperando suas energias.

Mecanismos: 

  • Lasst uns die perversen bestrafen!: A prótese mecânica braçal de Kamille possui um mecanismo interno que possibilita a ativação do Impact Dial embutido em si, absorvendo a energia cinética de golpes ou movimentos que atinjam sua superfície, assimilando-a e podendo devolvê-la na mesma intensidade em forma de onda de choque com a intenção de atingir o oponente com a força ou mesmo destruir o ambiente circundante sem que afete muito a usuária com seu recuo. Isto pode ser utilizado em conjunto com o Gyojin Karate, aumentando e muito a sua eficácia em combate. De forma que não haja um abuso, esse mecanismo é ativado à custo do próprio combustível, indicando que, caso usado em excesso, acarretará na inoperância do braço até que seja reabastecido.

 

Nome do Item: Tone Dial;

Rank: E;

Aparência: ?;

Efeito: Pode gravar e reproduzir todo tipo de som.

 

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- Sonic's the name! Speed is my game!

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Em algum escritório por aí...

 

Puru Puru. Puru Puru.

 

- Alô.

 

-....

 

- Ainda precisamos de mais alguns anos para garantir a total segurança do processo. Está certo disso?

 

-....

 

- Entendo. Liberarei o projeto "Monesi", assim como requisitado. Pela ciência.

 

          --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 

 

   Após ser lançada para trás pela capivara, Michaela se chocou com as costas na parede. O impacto foi tamanho, que a revolucionária sentiu que havia perdido sua consciência por um segundo, ao encontrar a parede. Rapidamente, porém, se recompôs, utilizando 4 braços vegetais como patas de aranha. Enquanto a criatura corria por debaixo da terra, seu domínio de plantas avançou contra ele. Seu haki de observação não era tão preciso, portanto, até aquele momento, Michaela ainda não foi capaz de mensurar danos, apenas que a capivara não tinha desacelerado. Algumas das plantas, em especial as "varas de pescar", estavam sendo destruídas, e outras saíam ensanguentadas, demonstrando algum sucesso na empreitada. Com o tempo, a revolucionária notou que o objetivo do roedor não era o chão abaixo dela. E sim a parede da caverna, à mesma a qual a revolucionária havia sido arremessada anteriormente. Saindo de um buraco lateral, por trás da revolucionária, a capivara avançou como um míssil.

 

   Com alguns cortes no corpo, o animal começou a girar, exibindo seus grandes e avantajados dentes, ainda mais desenvolvidos com uma nova forma a qual a capivara se transformou ainda no ar. Ganhando algum tempo com o haki de observação, a revolucionária atacou com os membros vegetais superiores e um grande ataque utilizando algumas das plantas, que foram rompidos pelos dentes do roedor.

 

   - Parece que alguém esqueceu do que capivaras se alimentam, fufufufu. - Riu a, ainda presa, secretária, enquanto arremessava alguns projéteis defletidos pela sereia.

 

    Apesar da fala da mulher, a capivara havia desacelerado consideravelmente quando cruzou seus dentes com o bastão de Michaela. A revolucionária se desequilibrou um pouco com seus membros vegetais, mas pode notar que ambos tinham forças similares. Enquanto outros plantas subiam pelo chão, e com ambos ainda no ar, a capivara mudou para sua forma "garra" novamente, enquanto pressionava a espada de Michaela com os dentes, e cravou sua garra direita nas costelas da revolucionária, com força. Antes que pudesse acertar a segunda, porém, houve tempo para que uma segunda leva de plantas acertasse a capivara por baixo, o colocando para cuspir sangue com vários cortes na parte de baixo do corpo, antes de forçá-lo a recuar, com um backflip para trás, pousando no solo. Apesar dos ferimentos, usuários de Zoan eram bem resistentes, de modo que a capivara ainda se mantinha de pé, de alguma forma, com uma expressão demoníaca, ainda que fofinha, em sua forma híbrida padrão.

 

    Na outra ponta, finalmente acordada de seu sono profundo, Kamille retirou as unhas de seu corpo a avançou em direção a secretária. Apesar do espaço curto que lhe era disponível para movimentação, a destreza e força da mulher lhe permitia arremessar algumas de suas unhas postiças com precisão, apesar de acabarem sendo refletidas com uma certa tranquilidade pela sereia devido às mesmas restrições. Ao fim, Kamille se aproximou, e desceu o cacete na secretária, que não tinha muito o que fazer devido à situação que se encontrava, graças à Michaela. Curiosamente, o sangue que jorrava de si era roxo. Ao fim, ainda consciente, deixou cair o que parecia uma espécie de den den mushi misturado com um megafone. E ele tinha a aparência do mesmo A.P.T.M. que haviam encontrado anteriormente.

 

   - Garoto. Preciso de você aqui.

 

   Com o chamado, a capivara correu. Não para dentro do navio, mas para fora da caverna, num movimento aparentemente incompreensível. A dupla poderia tentar prossegui-lo, se quisessem. Após isso, a voz continuou uma espécie de monólogo.

 

    -Michaela. Kamille. - As parabenizo por terem chegado tão longe. Bravo. - Foi possível ouvir palmas ao fundo, após uma pausa nas falas. Seu tom de voz ainda era de certa forma calmo, como se as tivesse REALMENTE parabenizando. - Mas saibam que a partir do momento que atacaram minha profissão, minha paixão, meus pacientes e meus funcionários, cruzaram uma linha. E as farei pagar pessoalmente. Venham aqui, e lhes mostrarei uma amostra do inferno.

 

  Após o término da fala, uma fala da secretária:

 

  - Máscaras... de oxigênio...  Armazém... Não... Esqueçam...

 

Caso interrogassem a secretária após a fala, teriam como resposta apenas grunhidos de dor, possivelmente um efeito colateral das pílulas que havia ingerindo anteriormente. Pílulas, estas, que poderiam ser achadas em caso de uma revista na mulher, juntamente com um cartão. Esse cartão, aparentemente escrito em sangue, continha os seguintes dizeres.

 

Senha: Sidra das Astúrias

Ag

 

A última frase aparentemente havia sido interrompida, visto que o último "g" estava quase ilegível. A partir dali, a dupla tinha uma certa liberdade do que fazer em seguida. De resto, tinhas as mesmas informações de antes, que incluíam a porta com um espaço para se digitar uma senha.

  

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"E se eu matar ele de choque hemorrágico enquanto ele se contorce de dor? Ou será que ele morrerá de medo ou por causa da dor? Hahahahah, que fofo."

 

Após essa frase, cada um de seus ataques liberaria nuances de sua loucura, quase como se os cada vez maiores danos liberassem um "HAHAHAHAHAHA" em seu cérebro. Curiosamente, a mente de Michaela durante o combate pareceria lúcida, entretanto, a partir de certo ponto, seu objetivo nem sequer parecia finalizar aquela luta. Um prazer praticamente orgásmico seria sentido por Michaela a cada ataque desferido ao homem-capivara. Não obstante, manteria um sorriso totalmente maligno enquanto veria seu inimigo sucumbir, até que ele bateria em retirada muito provavelmente por ordens do A.T.P.M.. Desde cedo fora ensinada a reprimir seus impulsos sádicos, e apesar de apenas sorrir por fora, seu cérebro estaria à mil. Seja pela carga cognitiva que gastaria na luta, seja pelas altas doses de dopamina em seu cérebro, que deleitariam seus instintos até que a retirada do mesmo abriria espaço para uma decepção e o surgimento de sua lucidez.

 

"Hã? Sério...? Que decepcionante."

 

Entretanto, com a saída do mesmo, sua sanidade retornaria, tal como uma decepção profunda surgiria. Nesse semblante, retornaria ao navio, onde veria os últimos suspiros da secretária. Já com pouca paciência, sacaria sua espada, cortando sua garganta. Nem sequer encararia a Kamille de tão irritada, simplesmente usando dois de seus braços vegetais para segurar os lados do cadáver enquanto veria seus espólios. Encontraria pílulas e um cartão, guardando-os, e após isso, iria até a porta, jogando longe o corpo com seus braços. Motivo? Só pra descontar a raiva mesmo. Ademais, antes de quaisquer empreitadas, olharia toda a área acessível, incluindo o armazém, caso ele não esteja na zona blindada, procurando pelas tais máscaras, apesar de dificilmente achar que obteria êxito ali.

 

Também não estaria com muita paciência com a porta, e ao invés de se meter em enigmas irritantes, utilizaria da infiltração vegetal preparada nos últimos turnos para degradar a área ao redor da porta, fazendo com que apenas a parte blindada permanecesse intacta. Para isso, expandiria suas plantas na parte mais frágil da estrutura do navio — provavelmente de madeira — contornando a porta. Além disso, antes de entrar, respiraria fundo, se dirigindo à Kamille. Por prezar ao extremo em cumprir todas as nuances da missão, quase que uma espécie de T.O.C., gostaria de entrar ali e investigar cada parte do laboratório, entretanto, as circunstâncias estariam extremamente suspeitas, então gostaria de clarear a mente de sua aliada e avisá-la acerca dos possíveis riscos. Falaria apaticamente e seriamente, basicamente sua personalidade "verdadeira".

 

— Temos que investigar o laboratório, e pelas informações ao nosso redor, isso é claramente uma armadilha. Me cubra, e cuidarei disso. Pode fazer as honras e chutar a porta. Destruí o que a segurava e ela cairá facilmente. — Falaria, enquanto que utilizaria das plantas grandes que penetrariam o navio para abri-lo ao máximo possível. Pelas falas da secretária, estaria paranoica com o uso de algum gás por parte do A.T.P.M., e evitaria entrar em qualquer sala fechada, mesmo que devastasse o navio no processo.

 

"Será que ele está aqui? Pelo trajeto que o homem-capivara fez, duvido muito que isso não seja uma armadilha. Mas entrar aí é simplesmente inevitável."

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 "Everything that lives is designed to end. They are perpetually trapped in a never-ending spiral of life and death. However, life is all about the struggle within this cycle. That is what 'we' believe."

 

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