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[Aventura Marítima]- Sparring


Azrael
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Mestragem

 

 

O grupo estava há dias no mar, quando misteriosamente ao chegarem perto da Reverse Mountain avistavam um pequeno barco a distância, mais precisamente à embarcação tinha lugar para somente dois ocupantes, e uma delas guiava o leme rumo ao navio da Marinha. Por sinal, todos ao verem aquilo ficaram aflitos, afinal o pequeno bote desenvolvia uma velocidade nunca antes vistas. Entretanto, o Capitão Vicent-san, verificando o objeto não identificado pela luneta, soltou um bufo ainda maior do que os anteriores, chegando até a balançar à cabeça:

 

-Só faltava essa, só faltava essa.... - Ele repetia incessantemente, enquanto via aquela pontinho no meio do oceano ficar cada vez maior, no entanto, as palavras dele eram mais de desagrado do que de alegria. Agora restaria aos tripulantes do barco conjecturarem o que poderia ser aquele objeto marinho não identificado ou OMNI. Todavia pela distância dele da embarcação da Marinha seria impossível distingui-lo, ao menos os recrutas não saberiam o que poderia ser o ponto daquela distância.

 

Os marinheiros, então, recebiam ordens para jogar a âncora ali mesmo naquele local. Ao visualizar melhor os recrutas presentes poderiam perceber que estavam próximos de uma pequena ilhota, mais um banco de areia no meio do oceano. Com uma grande pedra, sendo mais resultado de alguma erupção de lava recente de algum vulcão submarino, por fim dava para perceber que era uma futura ilha em formação. O mar naquele momento, como na maioria dos Blues era calmo e tranquilo, com pequenos redemoinhos de tempos, em tempos. Mas, o Capitão Vicent-san continuava olhando pela luneta, e sua expressão era de completa descrença, entretanto, como oficial, logo melhorava o humor ao avistar algo mais à frente. 

 

@Kadso@Macar
 

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O marinheiro mais experiente, simplesmente insistia em retirar mais da prisioneira, eis que para surpresa de todos, ela dava um sorrisinho para Nana, e começava a falar com a voz fina e rouca. Apesar de ter permanecido calada a maior parte do tempo. O argumento dela eloquente e direto, assustava à todos os presentes, entretanto, isso não era tudo, a garota fornecia até mesmo um mapa.  O que assustava ainda mais Nana, pois dava à impressão que a Revolucionária tinha deixado ser capturada, por com

Mestragem     O grupo estava há dias no mar, quando misteriosamente ao chegarem perto da Reverse Mountain avistavam um pequeno barco a distância, mais precisamente à embarcação tinha lugar para somente dois ocupantes, e uma delas guiava o leme rumo ao navio da Marinha. Por sinal, todos ao verem aquilo ficaram aflitos, afinal o pequeno bote desenvolvia uma velocidade nunca antes vistas. Entretanto, o Capitão Vicent-san, verificando o objeto não identificado pela luneta, soltou um b

Em curso rumo à Grand Line, estava difícil para a tripulação de marinheiros ter uma viagem tranquila por muito tempo. Ainda era cedo para saber se a nova pausa era realmente um problema e se sim, qual a magnitude dele, mas o fato é que o capitão Vicent mostrava certo desgosto e ordens de ancorar o navio eram acatadas.   Augustus olhava para o horizonte, para onde Vicent estava olhando com sua luneta antes de começar a se lamentar. Não possuía uma luneta em seu auxílio, mas era possível

Em curso rumo à Grand Line, estava difícil para a tripulação de marinheiros ter uma viagem tranquila por muito tempo. Ainda era cedo para saber se a nova pausa era realmente um problema e se sim, qual a magnitude dele, mas o fato é que o capitão Vicent mostrava certo desgosto e ordens de ancorar o navio eram acatadas.

 

Augustus olhava para o horizonte, para onde Vicent estava olhando com sua luneta antes de começar a se lamentar. Não possuía uma luneta em seu auxílio, mas era possível ver um "OMNI" que se aproximava de nosso navio. Parecia pequeno, não saberia dizer quantos tripulantes tinha a bordo. Aguardou pacientemente até que o tal OMNI estivesse em uma distância em que o próprio Augustus poderia ir de encontro através de seu Geppo. Não saberia dizer se eram conhecidos de Vicent, mas não pareciam tão em vindos antes, então sem nem perguntar, dá os saltos necessários rumo ao tal OMNI.

 

_ Olá! Não é muito prudente se aproximar de um navio da marinha nessa velocidade. O que procura? - Perguntaria, caso a "aterrissagem" tivesse sucesso, em caso de fracasso, Augustus, como bom marinheiro, sabia nadar e passar uma vergonha de vez em quando poderia fazer bem.

 

Spoiler

Nome da Técnica: Geppo

Tipo de Técnica: Combate - Rokushiki

Descrição: Permite aos usuários saltar no ar, com limite de 3 saltos com Combate e Força no Rank A.

 

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Já não bastasse ter saído daquela situação tensa na última ilha (ilusões, mulheres e monstros assassinos, festa tribal louca...) agora me deparo com um OMNI. Até alguns minutos atrás não sabia o que "deabos" significava OMNI, mas assim que botei a cabeça para funcionar acabei entendendo que era a versão marítima de OVNI. O capitão nos dar a ordem de ancorar, assim o fizemos. Augustus, tomando a frente, resolve uma aproximação com a técnica Geppo, eu ainda não tinha aprendido esse movimento e nem sabia como fazer, depois vejo com o Augustus os fundamentos...

 

Fiquei mais interessado na ilhota presente no meio do nada, o que só poderia ser obra de um vulcão submerso, ou seria as costas de um monstro marinho?!? Independente de qualquer coisa, aprendi que tenho que agir condizente com o meu cargo. Me viro para o capitão e lhe peço instruções: - Senhor, o que podemos fazer? - Lhe pergunto rispidamente, ainda estava aprendendo esse lance de respeitar a hierarquia (mesmo se a pessoa for mais fraca do que eu...).

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O mais apressadinho era Augustus que logo ia dando um Geppo em direção a embarcação, que ao se aproximar em alta velocidade revelava duas garotas, uma delas estava amarrada na proa, com várias correntes em volta dos punhos, do pescoço e das pernas. A outra por sinal, mantinha-se com as mãos no leme e guiando o barco. Todavia, o que mais destacava na menina era a roupa espalhafatosa, mais parecendo alguma onça, ou algo do tipo. Entretanto,

 

- Espere... - O Capitão Vicent-san dava ordens, antes do marinheiro simplesmente pular do convés e ir em direção ao OMNI, entretanto, já era tarde demais. Ele, então, balançava a cabeça e ficava à postos, já esperando a bomba que iria vir, afinal conhecia mais que ninguém a figura que iria aparecer ali. - Bem, só quero cinco aqui comigo,  os outros marinheiros podem continuar seus trabalhos, por enquanto...

 

O líder da embarcação, com isso apontava para Orich e mais quatro subordinados, ficando à todo momento, com à expressão meia estranha. Olhando para ele, o Ittouhei não saberia dizer se estava nervoso ou rindo. Todavia, 

 

- Orich, venha ficar ao meu lado aqui! - O Capitão Vicent-san, então, aprumava o corpo, e olhando bem, o "caolho" poderia perceber que ele usava faixas em todo o dorso, resultado de algum "acidente" desconhecido pela maioria. Contudo, figuras estranhas sempre surgiam, principalmente por estarem em um navio da Marinha. Na decorrência de não serem piratas, poderiam ser caçadores de recompensas, ou até algum membro da Marinha. E como era esse o caso, alguém levando algum prisioneiro. 

 

- Arrrrghhhhhhhhhhhhhhhhhhh.... - A figura rugia como um tigre, e depois muito rapidamente para os olhos de Augustus pelo menos, pegava a outra garota amarrada, colocava nas costas e sumia rumo ao navio da Marinha. Incrivelmente, ela deixava a embarcação nas mãos do recruta, por sinal, à "estranha prancha" ia velozmente em direção ao barco. O que poderia ocasionar um acidente sério, na decorrência da mesma não ser impedida. O barco, por sinal não tinha mecanismos aparentes, só um leme e o que parecia ser um motor, além da vela, que no momento estava recolhida. - Lilialiaaaaaaaaaaa deixo para você gatinho, já que fora tão apressadinho!

 

A doidinha simplesmente pousava delicadamente no convés, como um grande felino, colocando à outra garota no chão. Ela, então, olhava impaciente para o Capitão Vicent-san, como um animal acossado, mas que parecia não estar ligando muito para à presença de todos ali. Então,

 

- Vejo que não pode esperar Capitão...? - A mulher-tigre parecia não saber muito bem o nome do comandante, nem aonde estava direito, então, o que poderiam deduzir é que ela entrou naquela embarcação meio sem querer, ou por necessidade. - Constato que estão indo para a Grand Line, mas tenho aqui uma prisioneira....


0 Capitão Vicent-san não tinha dito nada até o presente momento, até ver a garota amarrada, de pele esquisita na sua frente. Ele parecia assombrado por aquilo, mas manteve à postura. Na Marinha havia indivíduos esquisitos, que por incrível que pareça tinham permissão de caça. Apesar da patente relativamente baixa, como visto anteriormente, mas está estava mais para uma caçadora de recompensas. E a roupa, a roupa era mais uma indumentária. Afinal, ela adorava...

 

-Nana, "A Kawai dos Minks"! - Ao ouvir este nome a moça ficava um pouco impaciente, enquanto à que estava amarrada simplesmente soltava uma risadinha, logo silenciada pela tigresa que puxava com mais força à corrente do pescoço da menina, à enforcando no processo. Entretanto, isso não era tudo... - Eu sou o Capitão Vicent-san, e este barco está sobre minha jurisdição, portanto, fale rápido, o que quer?

 

A moça ficava impaciente, mas mantinha a postura altiva e descompromissada, com quem estava falando, ou brincando com alguma bola de lã. Ela, então, levantava à prisioneira, colocando à de pé, e depois...

 

-Eu estou levando essa prisioneira para Nature Island, e gostaria de saber se poderiam me ajudar à levá-la, já que é bem perigoso ficar sozinha nestas águas. - A pergunta dela era direta e reta, sem rodeios, ela argumentava, entretanto, ela tinha um brilho no olhar, algo escondido, que logo o Capitão Vicent-san capitou e quando ia argumentar "E?", ela complementou rapidamente. - Queria também saber se vocês não querem "brincar" com ela, digo, essa moça é muito boa de luta, vocês vão querer tentar à sorte?

 

O comandante colocava a mão discretamente nas costelas, e dava uma olhada para os outros marinheiros, principalmente para Orich. Ao qual dava até mesmo uma risadinha, meia sem jeito de pedir... Entretanto, o que os marinheiros não sabiam, é que Nature Island também possuía um Coliseu, talvez o maior daqueles Blues. E também que felinos adoravam brincar com a presa antes de terminar com ela, e não seria diferente com uma figura tão peculiar, como Nana. A moça adorava fazer joguinhos com seus prisioneiros, antes de entregar para a Marinha, ou dar cabo de suas vidas.

 

@Macar@Kadso

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Que coisa sem sentido... Fico ofendido com a proposta da dita gostos... digo, caçadora: - Hey, não acha errado brincar com a vida alheia? Tudo bem que ela (apontei para a garota amarrada) é uma criminosa, mas não somos os "braços da justiça"?!? Se vamos gladiar com criminosos temos que oferecer algo, tipo, se ela ganhar ela ganha a liberdade... Mas em contra partida, o que a Marinha ganha com isso? Se quer entretenimento irei te oferecer isso, (peguei uma vara de pescar e lhe ofereci) pegue e pesque um rei dos mares! - Não sei se o que eu disse irá ofender a caçadora, mas poxa, cansei de pessoas que acham que podem brincar com os outros, a pouco tempo atrás pessoas do tipo dela gostava de me usar também.

 

Agora um pouco mais calmo, me viro para o capitão e lhe falo: - Mas de qualquer forma, o que o capitão decidir estar decidido... Só queria expor minha opinião contrária a qualquer rinha! - Digo coçando a cabeça ao mesmo tempo que, por precaução, mantenho o haki de observação ativado. Não vou dar brecha pra essa louca me atacar tranquilamente.

 

Caso o capitão aceite a sugestão da pussycat, acatarei e entrarei em modo de luta, pedirei desculpas para a moça e tentarei acabar com o mínimo de movimentos possíveis, usarei meu haki de observação para me precaver de qualquer movimento. Não usarei minha manopla pois acho covardia lutar armado com alguém desarmado (mas caso ela se arme usarei a manopla sem problemas).

 

 

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A invasão ao OMNI não sai como esperado. A responsável pela embarcação pega sua acompanhante, que estava mais para prisioneira, e rapidamente a abandona deixando Augustus no "controle" do objeto, que por sua vez estava em rota de colisão com a embarcação de Vicent. Augustus não era um navegador, mas ao menos era capaz de mover o leme para direcionar o OMNI para fora do alcance do navio da Marinha. Após isso, procuraria algum mecanismo que o desligasse, como uma chave, desligaria, guardaria a chave e voltaria para o navio.

 

"Agora essa engraçadinha vai ver só. Se acha esperta, mas vamos ver se consegue sair daqui sem poder ligar seu barquinho." - Tinha perdido as interações que ocorreram antes, então apenas observava o pessoal, sem dizer nada.

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@Macar

 

 

 

O Ittouhei não queria aceitar o desafio com a garota, oferecendo até uma vara de pesca para à tigresa, que somente  dá de ombros. Nana, então, vai em direção a prisioneira e solta alguns dos grilões que à prendiam, respectivamente, uma ou duas algemas. Entretanto, Orich poderia perceber que a lutadora ainda estava presa. Todavia isso não mudava nada sua agilidade e pericia, ela investia no sentido do marinheiro, e por pouco não acertava o rosto dele, o atingindo de raspão no lugar.

 

-Lialiaaaaaaaaaaaaaa ela não é nada fraca, tome cuidado! - A gatinha lambia as patas, enquanto observava o desenrolar da luta, por sinal chegava certos momentos e todos podiam escutar um som estranho. "Crec, crec", eram as algemas das mãos que começavam a demonstrar sons, o que demonstrava que elas estavam quebrando. Entretanto, Nana não estava nada preocupada com isso, parecia bastante tranquila, após o ocorrido é claro. Afinal, por breves segundos, os tripulantes que acompanhavam a luta poderiam perceber que ela tinha parado de lamber as mãos e olhava meio preocupado para o ocorrido. - Tome cuidado gatinho! Arrgggggggggggg!- Ela dava uma rosnada, depois de dar alguns conselhos à Orich. Depois...

 

Ela arranhava o ar, e voltava a postura meia descontraída. Enquanto, o Capitão Vicent-san que havia dado a permissão para a luta, simplesmente mantinha a postura altiva. No entanto, logo outro marinheiro pousava no convés do barco. 


 

@Kadso

 

O marinheiro conseguia pousar na prancha, mas ao contrário do que pensara, não era nada fácil manobra-la, só alguém com a flexibilidade de uma felino faria com que à embarcação fosse plenamente controlada. Ela por sinal, no primeiro momento, flutuava de maneira instável, indo de uma lado para o outro. Em seguida, e com muita dificuldade, Augustus conseguia redireciona-la, fazendo uma curva fechada para esquerda ao direcionar o leme. Todavia, não era tudo, e apesar de não saber, com a virada o marinheiro caia sentado e com as costas apertava um estranho botão amarelo, cessando com isso as atividades na prancha. Logo em seguida, o equipamento desligava, e o marujo recolhia estranhamente a chave que estava na ignição. Realmente, o rapaz queria sua vingança, e em sequência voltava ao navio, chegando lá, via à disputa entre Orich, seu amigo, com a prisioneira, à moça, por sinal, parecia estar levando a melhor, mesmo com os grilões que prendiam seus pulsos. A garota dava socos e chutes, parecendo ter grande proficiência no boxe e algum conhecimento na luta com as pernas. Ao ver aquilo, parecia que ela estava mais bailando, do que lutando, tamanha sua graciosidade. O outro marinheiro, entretanto, simplesmente desviava e parecia estar tendo dificuldade, pois por vários momentos a prisioneira quase conseguia atingi-lo no rosto, com cruzados de esquerda e uppercut's de direita.

Edited by Azrael
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- "Chichichi..." - E eu aqui pensando em covardia... A garota é um monstro, sinto que se diminuir meu foco por um momento eu levarei a pior. Decido por começar a usar minhas técnicas: - Kami-e! - Meu corpo fica relaxado enquanto deixo meu corpo mais solto. Aproveito para mudar o foco do meu haki de observação na tentativa de achar alguma abertura nos golpes da garota a minha frente, mas sua postura era impecável (ou eu sou fraco demais para perceber?!?). Nesse momento tive uma vaga lembrança de uma frase que dizia "num embate, se quer acabar logo, acabe com as armas de seus oponentes!", no caso da prisioneira percebi se suas armas mais notáveis são os punhos e o trabalho de pernas.

 

Por falar em pernas... Não, isso não é hora pra isso! Assim que encontro uma oportunidade lhe acerto a coxa com um Shigan com a mão esquerda fortalecida com haki de armamento, assim que ela se desestabilizar lhe darei um gancho de direita (também fortalecido com haki). Não sei se é por eu estar empolgado (com a luta, claro...) mas meu haki fica com uma leve cor de carmim. Sinto minhas mãos esquentando, é quase como se elas pudessem criar fogo do nada. Deixo para pensar nisso depois, agora meu foco é deitar a gost... digo, a prisioneira. 

 

Spoiler

Rokushiki [Corpo]: Rank A [200 pontos - Especialista]

Descrição: Rokushiki (六王銃 Rokushiki, literalmente "Seis Habilidades") é uma técnica de arte marcial que transforma o corpo humano em uma arma letal. Seu aprendizado requer que o usuário passe por um longo período de treinamento.

 

Haki da Observação

Rank B [169 pontos]

Haki Proficiente: mais habituado aos poderes, consegue acessar sua capacidade extrassensorial mesmo sem se concentrar.

Forma Passiva: pode sentir presenças num raio de 20 metros, captando suas movimentações com uma noção básica da direção em que estão em relação ao usuário. Ou seja, se estão à direita, à esquerda, à frente, atrás, acima ou abaixo. Também é possível ter uma noção dos poderes das auras, mas apenas se são mais fortes ou fracas que a sua. 

Forma Ativa: varre um raio de 30 metros, detectando e se concentrando em até uma aura por vez. Caso o alvo se mova, consegue sentir que algo aconteceu com uma noção aproximada da direção em que estão em relação ao usuário. Ou seja, se estão à direita, à esquerda, à frente, atrás, acima ou abaixo.

Buff Base: 10% dos pontos do Haki em Agilidade ao desviar ou reagir para bloquear.

 

 

Haki do Armamento

Rank A [250 pontos]

Haki Avançado: com maior experiência no uso de suas capacidades espirituais, aprimora a intensidade e a duração de seus poderes, além de adquirir uma Especialização.

Forma Ativa: Consegue simultaneamente cobrir o equivalente a dois membros ou itens em contato contínuo com o corpo. É eficaz contra oponentes normalmente imunes a ataques físicos e sua natureza pode ser alterada de acordo com a Especialização escolhida. Não pode ser mantido por mais tempo do que o equivalente a quatro ações em combate e sua defesa ou ataque possuem a eficácia de equipamentos Rank A.

Buff Base: 10% dos pontos do Haki em Força, Proficiência ou Resistência para bloquear, causar ou suportar danos.

Especializações: Deflagration

Habilidade Ativa. Especialização na qual o Haki adquire padrões em forma de chamas e uma leve aura da cor carmim. Causa um aumento puro no poder ofensivo geral do armamento, também gerando calor e até chamas graças ao poder de fricção.
Buff Adicional ao Base: +5% dos pontos do Haki em Força ou Proficiência para causar danos meele.

 

 

Nome da Técnica: Shigan

Tipo de Técnica: Combate - Rokushiki

Descrição: Shigan é uma técnica de combate, no qual o usuário empurra o dedo em um determinado alvo a uma velocidade muito alta, deixando uma ferida semelhante a um ferimento de uma bala. No entanto, nunca foi visto usado para combater ou desviar outro ataque poderoso em todas as lutas, porque provavelmente o usuário poderia facilmente quebrar o dedo. 

 

Nome da Técnica: Kami-e

Tipo de Técnica: Combate - Rokushiki

Descrição: Kami-e faz o corpo dos usuários ficar mole, a fim de evitar ataques.

 

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Com alguma dificuldade Augustus estava de volta ao navio, e para sua surpresa, seu companheiro estava levando a pior em uma luta contra alguém acorrentando. Pelo Capitão Vicent estar observando, tudo indicava uma luta autorizada, e ao perceber isso, Augustus não perde tempo em tirar onda com seu amigo. - _ Não acredito que você permitiu isso, Capitão Vicent-san! Para essa luta ser realmente justa a moça deveria também estar com os olhos vendados e equilibrando uma melancia na cabeça. - A frase é seguida de uma pequeno sorriso de canto de boca, direcionado para a moça que tinha fugido deixando a coisa que ela chamava de embarcação sob seu controle. Ela poderia entender como um sorriso enigmático, ainda não diria o motivo dele, nem mostraria que tinha as chaves daquela joça sob poder. Como ainda não estava totalmente inteirado da situação era o máximo que fazia além de observar a luta.

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Após passar um pouco de sufoco no começo, Orich resolve partir para ofensiva, mas a menina tinha um belíssimo trabalho de pernas e com seu conhecimento de boxe conseguia meio que por improviso interceptar alguns de seus golpes. Além disso, ao ver as mãos do menino imbuído com aquelas chamas, ela simplesmente dava alguns saltos para trás, esperando que ele continua-se, entretanto, já esperava alguma interferência de Nana. Enfim, 


- Bem, vemos que a luta está escalando demais para uso de poderes além de nossa compreensão, portanto, vou dá-la como encerrada. - A responsável pela prisioneira pegava as algemas e colocava na garota de volta e ia em direção à escada que levava  aos dormitórios, aparentemente ela iria ficar um bom tempo no navio. Todavia, não era tudo. O capitão Vicent-san assentia com a cabeça, e dispersava a tropa. Entretanto, logo seguia as garotas tentando começar algum diálogo. 

 

-Tenente Nana, ficará muito tempo no navio? - O comandante estava agora um pouco nervoso. Afinal, esperava entrar na Reverse Mountain, e ir em direção a Grand Line, no entanto, o destino tirara isso dele. Agora porém, ele tentava falar com a carcereira atrevida que tinha entrado no seu barco. No entanto, Nana era uma funcionária importante do governo, e se ela estava ali, significava que tinha conseguido alguma informação importante.  Mas, o que mais impressionava o Capitão Vicent-san, era o fato dela ter vários contatos, e conhecer muita gente tanto na Grand Line, quanto no "Paraiso dos Piratas". Apesar disso,

 

-Bem, trouxe essa prisioneira para vocês. Por sinal, faz pouco tempo que à capturei, e por incrível que pareça essa moça sabe muito sobre os revolucionários e pode também ajudá-los ...- O comandante chegava até mesmo a dar um passo para trás, meio perplexa por ela saber tanta coisa. Entretanto, ele logo pegava Nana pelo braço, e sumia pelos corredores do navio. Todavia, dos marinheiros presentes, Orich e Augustus eram os únicos que podiam escutar a fala do Capitão Vicent-san, os outros já haviam dispersado, alguns nem deram muita importância. Afinal, de todo jeito ficariam sabendo depois sobre o ocorrido. 


O fato era que, ainda que Nana tivesse certo diálogo com muitas pessoas influentes, a garota era pouco conhecida pelo público, e ainda mais na Marinha. Afinal, os contatos dela eram pontuais, isso devia-se sobretudo, à personalidade estranha dela. Todavia, ela ainda acreditava na Justiça, apesar de certo comportamento, às vezes errático e imprevisível dela, como todo o bom felino....  

 

 

@Macar @Kadso

 

Obs: Esse turno foi meio confuso para mim.

Edited by Azrael
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A luta entre Kimi e a prisioneira, da qual Augustus não sabia o motivo e como tinha se iniciado, acaba subitamente também. Pensou em ir até a "capitã" da estranha embarcação que possuía as chaves, mas Vicent pensou no mesmo. Augustus apenas observa e ao que tudo indicava, a mulher meio animal era uma tenente, mesmo não possuindo, ou estar vestindo uniformes que indicassem que era da Marinha. - "Não é possível. De qualquer forma, parece que acabei de me livrar de uma encrenca maior..." - Outra coisa que chamara sua atenção também foi o fato da prisioneira saber algo sobre o Exército Revolucionário, trazendo Marie Every em sua cabeça.

 

Assim que tivesse a oportunidade, Augustus iria até a tenente Nana, entregaria as chaves de seu OMNI, - _ Me desculpe pela intromissão em sua embarcação mais cedo. Pensei ser um inimigo. Sou o Sargento Augustus, prazer em conhecê-la. Também peço desculpas por talvez ter ouvido demais, mas pode me dizer que tipo de relação sua prisioneira tem com o Exército Revolucionário? Estive em Cernizza, e acabei me envolvendo com eles. - Por motivos mais que óbvio, não mencionaria Marie. Ouviria o que a tenente Nana teria a dizer e por fim iria falar com a prisioneira.

 

_ Olá, como vai? Pode me dizer o motivo dessas algemas e grilhões?

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Poxa, os responsáveis decidiram por parar a luta bem na hora que comecei a revidar, parece que a intenção era me fazer passar vergonha. Augustus aproveitou e fez seu comentário, eu lhe respondo com um gesto obsceno de forma discreta.

 

Me viro ao capitão e aceno mostrando que irei me retirar, não quero dar chance de ser usado novamente. Enquanto me retiro fico observando o que eles farão com a prisioneira, seu estilo de luta era bem interessante e sinto que lutar mais um pouco com ela poderia me deixar mais forte. Ainda me pergunto o que aquela garota louca queria com aquilo, nada disso faz sentindo... Decidi deixar isso de lado e fico repetindo a luta em minha mente: - "Aquele trabalho de pés, e aqueles golpes rápidos e precisos... Se não fosse pelo kami-e eu tinha me dado mal. Tenho que trabalhar na minha mobilidade..."

 

Fico pensando na luta até o momento que alguém me chama.

 

 

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Os marinheiros ficavam perdidos com o termino rápido da luta, mas ao afastar e ir de encontro à Nana, claramente a prisioneira havia desistido. Entretanto, a captora certamente decidiu preservar a integridade física da moça. Apesar de ser sádica, não obstante elas ao invés de sair do barco, iam em direção as partes inferiores dele, descendo uma pequena escada que havia perto da cabine do Capitão Vicent-san.

 

- Recolham à embarcação dela, logo zarparemos de novo para Reverse Mountain! - O comandante dava ordens, enquanto seguia as duas com aqueles estranho andar, aparentemente, ele deveria ser o mais fraco ali para estar aceitando tranquilamente à entrada de uma estranha no barco. - Agora, me diga, o que ela pode nós informar?

 

A felina dava de ombros e parecia não querer responder nada, mas, em seguida ouvia a pergunta de Augustus, parava um pouco de descer as escadas e respondia daquele jeito meio petulante, aceitando também as chaves da sua embarcação.  Nesta última, ficou meio surpresa pelo rapaz sem tão gentil, e deu mais informações para o trio.

 

-Os grilões servem para restringir a força da prisioneira, nós mantendo em segurança com isso... - Ela virava o corpo e olhava para os marinheiros na sua frente. Por sinal, eles poderiam perceber que Nana tinha alguns arranhões pelo corpo, nada demais... - Agora, posso dizer que estive em uma missão secreta, e capturei essa Revolucionária, em uma das ilhas, que por sinal, a Marinha fez o favor de perder. - A tigresa dava uma piscadela em direção ao Augustus, enquanto isso, voltava a descer às escadas.

 

O Capitão Vicent-san ficava espantado com à situação, entretanto, tentava disfarçar com o olhar meio perdido, e pensativo. Perscrutava a todos no barco, mas mantinha consciência da missão dada pelo den den Mushi estranho que tinha em seu escritório. Confuso, porém, perguntava com os olhos para Nana, e ela esperta, logo respondia.

 

-Sim, ela tem informações importantes sobre a ilha que pretendem ir! - O fato estranho era que, Nana não aparentava ser membro da CP, o esquadrão de espiões da Marinha, nem nada do tipo. Ela estava mais para uma entusiasta, do povo Mink, que Augustus conhecera um deles, aquele urso "BlauBlau", naquela  fatídica missão em Maggiore. Portanto, tinha também o hábito de agir sozinha e trabalhar desta forma, invadindo ilhas. Porém, esse fato era também muito estranho, mas pela movimentação que fizera, para os olhos mais treinados veria que o estilo dela era muito anormal.

 

Nana corria verdadeiramente como um tigre, sobre as quatro patas, e com isso tinha conseguido sair da primeira intervenção de Augustus, subindo rapidamente pelo casco do navio que apesar de não ser grande, tinha altura considerável, e isso foi em poucos segundos. 

 

- Vocês têm alguma cela no navio? - O capitão Vicent-san concordava com a cabeça. Afinal,  era um navio da Marinha, e apesar de ser um navio modesto, eles tinham um cubículo separado, e até algemas de kairoseki. Além disso, o fato mais estranhos a ressaltar era que a vida de Augustus e Orich era como uma montanha russa, pois eles tinham ido para Grand Line, e depois voltado para os Blues, e agora estavam indo em alguma missão secreta?

 

 

@Macar@Kadso

Edited by Azrael
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Aparentemente de má vontade, ao seu jeito, Nana responde Augustus, o que parecia mais uma cortesia pela devolução das chaves, mas também não diz muito. Aproveitando a deixa dada por Nana, Augustus vai até a prisioneira tentar extrair mais algumas informações dela. Nana disse que a prisioneira tinha informações sobre a ilha que pretendíamos ir, a dúvida era se isso se referia a última ilha antes de chegar a Grand Line ou na Grand Line mesmo, onde teríamos nossa missão.

 

_ Oi, me chamo Augustus. Qual seu nome? Por que está presa? Não me diga que você tem algo a ver com o que aconteceu em Cernizza... - Tentava jogar "o verde". - _ Ao que tudo indica, nossa última parada será em Forgotten Forest, conhece a ilha?

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Enquanto reproduzo a luta em minha mente chego a ideia que aperfeiçoar o Shigan (técnica de perfuração com os dedos) pois percebi que se a garota coxuda usasse haki de armamento para endurece-lás meus dedos poderiam estar quebrados agora: - " Quem inventou essa técnica deve ter tido muita confiança, ou ele não tinha muito zelo com os dedos... " - Penso. Nesse meio tempo tive uma epifania: Se o Shigan faz o uso do impacto focalizado em um único ponto o que aconteceria seeu dobrasse os dedos e empurrasse-os contra um alvo de resistência maior? E se eu fizesse isso contra uma parede ou placa de metal?

 

Com isso em mente, deixo os demais resolverem suas coisas e me dirijo a algum quarto que contenha alguma placa de metal ou algo resistente: - " Se der certo essa será minha primeira técnica criada... Devo me sentir orgulhoso?  Não, devo treinar e ficar forte! " - No momento que encontro algo que atende os requisitos de resistência começo a socar usando os dedos dobrados. Fico abismado com a eficiência da técnica mas ainda preciso aperfeiçoa-la pois ainda sinto pequenas dores nas falanges.

 

E pensar que treinar me traria um sentimento de paz... E quase tão bom quanto pescar!  Decido nomear a técnica como Hanmafinga (martelo de dedo): - " Com isso poderei esmurrar até mesmo armaduras! ". 

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O marinheiro mais experiente, simplesmente insistia em retirar mais da prisioneira, eis que para surpresa de todos, ela dava um sorrisinho para Nana, e começava a falar com a voz fina e rouca. Apesar de ter permanecido calada a maior parte do tempo. O argumento dela eloquente e direto, assustava à todos os presentes, entretanto, isso não era tudo, a garota fornecia até mesmo um mapa.  O que assustava ainda mais Nana, pois dava à impressão que a Revolucionária tinha deixado ser capturada, por como todos perceberam depois, não concordar com certas posturas dos seus superiores, fazendo com que o Capitão Vicent-san ficasse com "à pulga atrás da orelha".

 

-Eu não concordo com tudo que os Revolucionários estão fazendo, por isso.... - A moça entregava o mapa ao Capitão Vicent-san, nele havia vários locais importantes marcados, entretanto, eram mais as localizações dos prisioneiros, a maioria, por sinal, estava nas cavernas de escavação. Todavia, havia outros que estavam em celas especiais, um destacava-se por estar marcado com o círculo vermelho. As informações no mapa seriam de fundamental importância para a missão que Augustus iria aventurar-se. Além disso, o que mais ressaltava no documento era que ele não revelava a posição dos superiores, ou líderes Revolucionários. Esse fato desapontava o Capitão Vicent-san, mas...

 

- Alguns deles querem vingança, e irão fazer lavagem cerebral nos marinheiros... - O comandante dava um soco na parede neste momento, mas logo voltava a postura altiva. Ele, em sequência, passava o mapa para Augustus que o recebia, bastante satisfeito, com a informação com recolhera. Nana, então, encaminhava a moça para sua cela, sem dar maior importância para o assunto. Afinal, ela parecia estar muito atarefada, e cansada pela viagem que fizera, não demonstrando interesse nos assuntos do recruta. Por sinal, aquela prisioneira seria de fundamental importância para a própria Marinha. Apesar das informações não serem muito detalhadas, eles sabiam do contexto geral, da ilha de Maggiore.


-Bye, bye... - Nana despedia de todos, aquela figura peculiar, e avessas à conversas, descia as escadas virando a esquerda no corredor do navio, ia em direção aos aposentos reservados para os visitantes. O Capitão Vicent-san encaminhava-se de volta para o convés, já Orich, simplesmente dirigia-se para o treino. Augustus ficava com o mapa na mão, sem saber meio o que fazer, mas com algo importante para começar sua missão. Entretanto, agora deveriam ir para Nature Island, e ver, Nana ,divertir-se com à prisioneira...

 

Obs: Aventura acabou, esperem à postagem do GM.

Edited by Azrael
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CONCLUSÃO

 

  • Augustos e Orich recebem 25 pontos e 17.500.000 berries pela aventura.
  • O mestre recebe 10 pentagramas.
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