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[Kumonoue no Tochi] A ilha que subiu ao céus


Azrael
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A curiosidade de Charlize Therone era maior que sua prudência e devido a isso ela acabou por tentar escapar da missão que lhes deram de ir com Aaron, "O máscara de ferro", para ir em uma misteriosa ilha, que só as lendas diziam existir. Uma tal ilha do céu, que as más línguas falavam habitar mais de 5000 metros de altura, e que tinha entre as pistas que encontrou nos livros, estranhos habitantes, mas isso não era tudo, devido a raridade das histórias e das migalhas que achara, muitos acreditaram ser apenas ilusão da cabeça de algum doido. Afinal, como algo assim poderia existir, e ainda mais podendo suportar vida e até cidades inteiras, mas o fato é que por sua experiência e vasta cultura, ela poderia dizer que algo que contradizia à lógica comum poderia existir. No entanto, como chegar lá seria o problema, mas isto não estava em suas mãos e sim da Marinha, portanto, logo foi perguntar a seu superior, isso muito discretamente é claro:

 

- Senhor, senhor, como faço para chegar a ilha do céu? - Ela falava com entusiasmo vendo aquela figura estranha na sua frente, mas logo fazia sinal de sentido para parecer mais amigável e gentil. Entretanto, estava bastante determinada e confiante de conseguir chegar na ilha tão misteriosa. Ela estava até mesmo empolgada, mas com o treinamento e com os músculos que ganhava parecia mais feroz, como um tigre enjaulado, além de agora as roupas parecerem bem mais apertadas.


Enfim, era esperar o que seu comandante poderia dizer, e caso não diga nada iria argumentar e até mesmo mostrar as pistas que tinha agrupado quando ainda fazia parte de Geometric Island, que agora parecia algo tão remoto em sua memória, algo distante de algum século perdido. Entretanto, à força que conseguira era surpreendente desde aquela época. Apesar de não ter alcançado postos mais avançados na hierarquia da Marinha, agora pelo menos poderia dar ordens, a alguém ou alguma coisa, mas por ser atrapalhada e desatenta não espera subir mais do que tinha conquistado. Afinal, estava mais acostumada com máquinas do que com pessoas,
e com elas, as respostas eram mais pragmáticas e lógicas, já com as pessoas, tudo mudava constantemente e virava do avesso de uma hora para outra, o que muitas vezes à prejudicava por não saber avaliar as diferentes situações, nem seus poderes ocultos. Entretanto, esses pensamentos deixaria para depois, pois agora era hora de entrar em mais outra aventura, algo muito mais arriscado, pois chegar a uma ilha à mais de 5000 metros de altura não deveria ser nada fácil. Além do mais, não tinha nenhuma informação concreta sobre a mesma, é sobre sabe-se lá o que vivia em um ambiente tão inóspito e distante. Todavia desde que chegara na Marinha,
conseguira obviamente mais recurso e informação, portanto, sabia mais coisas, e aquilo tudo à fascinava ainda mais, e tornava tudo ainda mais perigoso. Afinal, cair de uma altura daquela à fazia sentir calafrios...

 

@Yanhua

 

 

Edited by Azrael
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A curiosidade de Charlize Therone era maior que sua prudência e devido a isso ela acabou por tentar escapar da missão que lhes deram de ir com Aaron, "O máscara de ferro", para ir em uma misteriosa ilha, que só as lendas diziam existir. Uma tal ilha do céu, que as más línguas falavam habitar mais de 5000 metros de altura, e que tinha entre as pistas que encontrou nos livros, estranhos habitantes, mas isso não era tudo, devido a raridade das histórias e das migalhas que achara, muitos acreditaram

A moçoila teria como objetivo explorar a ilha dos céus. A marinheira demonstraria um mix de animação e gentileza, e seu comandante não faria muito caso para tais gestos virtuosos. Um homem com feições caucasianas, o comandante possuiria a tradicional pele clara e olhos azuis, entretanto, sua bela feição seria quebrada com sua gigantesca cicatriz, que iria da parte superior do lado direito de sua testa até sua mandíbula esquerda, dando-lhe um aspecto sombrio. Devido aos seus aspectos físicos, ema

A moça tomaria uma atitude ainda mais drástica, caso aquela pessoa não fosse o Comandante, ela primeiramente queria torcer o pescoço dele e depois perfuraria com vários shigans. Entretanto, não seria a primeira vez que alguém tinha lhe tratado com tanta indiferença, mas aquilo tinha passado dos limites, com aqueles bufos de fumaça no seu rosto. Todavia, como era boa à vingança, quando chegasse numa distância satisfatória simplesmente mostraria a língua e daria uma banana para ele. Porém, antes d

A moçoila teria como objetivo explorar a ilha dos céus. A marinheira demonstraria um mix de animação e gentileza, e seu comandante não faria muito caso para tais gestos virtuosos. Um homem com feições caucasianas, o comandante possuiria a tradicional pele clara e olhos azuis, entretanto, sua bela feição seria quebrada com sua gigantesca cicatriz, que iria da parte superior do lado direito de sua testa até sua mandíbula esquerda, dando-lhe um aspecto sombrio. Devido aos seus aspectos físicos, emanaria a imponência de um oficial calejado, tal como a frieza e a etiqueta de um militar veterano. Acenderia seu charuto, encarando-a com um olhar penetrante e intimidador, quase que como um urso abocanhando sua presa, possivelmente rendendo-lhe calafrios, dependendo de sua fibra. Após isso, bufaria, segurando o charuto entre seus dedos enquanto bufaria fumaça no rosto da marinheira.

 

— É mais fácil do que parece. Há um portão. — Falaria pausadamente com uma voz típica de um tabagista, encarando o céu por quase um minuto, deixando um silêncio constrangedor dominar a ilha. — Inclusive, há uma missão na ilha do céu. Como bem sabe — se você tem algum miolo nessa sua cabeça vazia — perdemos o conflito com os revolucionários, então buscamos aprender táticas com outras culturas e aprimorarmos nossa força-tarefa, cujo nível está péssimo. Lhe daremos um pequeno barco, onde conhecerá seus companheiros de missão, e seu instrutor lhe dará as informações necessárias. Buscamos colaborar com as forças de elite da ilha, e conseguir mais experiência e contatos para o próximo conflito. Dispensada. — Diria para a marinheira, arregalando o olho ao ver para onde ela iria, mas logo retomando sua compostura.

 

O homem encararia a senhorita Therone de cima para baixo, quase como se fosse uma existência inferior. Aparentemente, o comandante emanaria a aura do típico militar veterano casca-grossa que deposita nas novas gerações toda a culpa pelo declínio recente dos revolucionários. Ademais, estariam em um cruzador moderno, recheado de marinheiros novatos. A marinha investiu pesado em programas de intercâmbio e na reformulação de lideranças, com o objetivo de suprir a morte de não só uma marinheira, como de vários indivíduos em posições intermediárias. Algum tempo passaria desde a derrota humilhante, porém, os efeitos ainda seriam sentidos e a marinha estaria em alerta. Existiriam várias embarcações pequenas com números específicos, e Charlize lembraria que receberia uma senha. Poderia então supor que se trataria do barco que iria até Kumonoue no Tochi. Ademais, um sistema de áudio diria repetidamente:

 

— Barco 1 saindo para Kumonoue no Tochi em dez minutos. Deque 12.

 

Na quinta vez, o áudio iria para o próximo barco, convocando no total cerca de 15 barcos com 5 marinheiros cada. Therone então teria tempo para pegar um objeto, pensar na metafísica, sei lá. E então poderia se dirigir para o deque 12 para conhecer seus companheiros para aquela ilha. Entretanto, uma aura caliginosa se tornaria cada vez mais presente conforme se aproximaria da área designada.

 

@Azrael

Desculpe pela demora. Não vi a notificação. 

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 "Everything that lives is designed to end. They are perpetually trapped in a never-ending spiral of life and death. However, life is all about the struggle within this cycle. That is what 'we' believe."

 

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A moça tomaria uma atitude ainda mais drástica, caso aquela pessoa não fosse o Comandante, ela primeiramente queria torcer o pescoço dele e depois perfuraria com vários shigans. Entretanto, não seria a primeira vez que alguém tinha lhe tratado com tanta indiferença, mas aquilo tinha passado dos limites, com aqueles bufos de fumaça no seu rosto. Todavia, como era boa à vingança, quando chegasse numa distância satisfatória simplesmente mostraria a língua e daria uma banana para ele. Porém, antes de afastar...

 

-Sim, senhor! - Ela fazia sinal de sentido, batendo continência e despedia do Comandante, indo em direção ao barco designado aos marinheiros. Ela pegava o bilhete, e depois seguia rumo as embarcações que levariam à Kumonoue no Tochi.

 

"Entojado, por isso estamos nesta situação, devido à comandantes incompetentes como o senhor!" Em seguida continuaria seu caminho perdendo-se no meio da multidão e chegando, então, ao barco designado, adentraria nele calmamente. Então pressentia uma aura escura cada vez que chegava próximo ao seu objetivo, logo mantinha a postura defensiva, acionando seus sentidos mais apurados, ou Haki da Observação para sentir o que estava acontecendo a sua volta, pronta para desviar no menor sinal de perigo, ou defender com Haki do armamento. Mas, "O que seria essa missão em Kumonoue no Tochi? Nunca vi falar que a Marinha tinha interesse nessa ilha, e agora? O que devo fazer?" A ideia de ser apenas um treinamento a deixava com a "pulga atrás da orelha". Além do mais pelas missões anteriores, a garota bem sabia que a situação deveria ser bem pior do que relatavam os superiores. Como visto nas outras ilhas, ela sempre enfrentava situações de guerra, mesmo nos blues, o que à deixava ainda mais reticente. 

 

 

 

Spoiler

 

Haki da Observação

Rank B [100 pontos]

Haki Proficiente: mais habituado aos poderes, consegue acessar sua capacidade extrassensorial mesmo sem se concentrar.

Forma Passiva: pode sentir presenças num raio de 20 metros, captando suas movimentações com uma noção básica da direção em que estão em relação ao usuário. Ou seja, se estão à direita, à esquerda, à frente, atrás, acima ou abaixo. Também é possível ter uma noção dos poderes das auras, mas apenas se são mais fortes ou fracas que a sua. 

Forma Ativa: varre um raio de 30 metros, detectando e se concentrando em até uma aura por vez. Caso o alvo se mova, consegue sentir que algo aconteceu com uma noção aproximada da direção em que estão em relação ao usuário. Ou seja, se estão à direita, à esquerda, à frente, atrás, acima ou abaixo.

Buff Base: 10% dos pontos do Haki em Agilidade ao desviar ou reagir para bloquear.

 

Haki do Armamento

Rank: A [250 pontos]

Haki Avançado: com maior experiência no uso de suas capacidades espirituais, aprimora a intensidade e a duração de seus poderes, além de adquirir uma Especialização.

Forma Ativa: Consegue simultaneamente cobrir o equivalente a dois membros ou itens em contato contínuo com o corpo. É eficaz contra oponentes normalmente imunes a ataques físicos e sua natureza pode ser alterada de acordo com a Especialização escolhida. Não pode ser mantido por mais tempo do que o equivalente a quatro ações em combate e sua defesa ou ataque possuem a eficácia de equipamentos Rank A.

Buff Base: 10% dos pontos do Haki em Força, Proficiência ou Resistência para bloquear, causar ou suportar danos.

Especializações: Deflagration

 

Lista de Especializações de nível Avançado:

 

Deflagration

Habilidade Ativa. Especialização na qual o Haki adquire padrões em forma de chamas e uma leve aura da cor azul. Causa um aumento puro no poder ofensivo geral do armamento, também gerando calor e até chamas graças ao poder de fricção.
Buff Adicional ao Base: +5% dos pontos do Haki em Força ou Proficiência para causar danos meele.

 

 

 

 

 

@Yanhua

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A moçoila demonstraria alguns desentendimentos com a complexa administração marinheira no período atual, se limitando a fazer careta após se afastar, afinal, agredir um superior não aparentaria ser uma boa ideia mesmo em situações extremas. Buscaria o barco designado, provavelmente conhecendo sua rota exata sabe-se-lá-porque. Ademais, um homem com trajes praianos, óculos e cabelos loiros a cumprimentaria com uma expressão facial gentil e um tom de voz descontraída, olhando-a da cabeça aos pés enquanto pensaria consigo até iniciar uma abordagem. Ademais, existiriam dois marinheiros figurantes e uma marinheira que se moveriam rapidamente, chegando no barco no limite. Ademais, a marinheira cairia em cima de Charlize, que por algum motivo, teria ativado o Haki da Observação ainda na base. Entretanto, o uso paranoico de tal habilidade daria certo no fim das contas.

 

— Ai! Me desculpa! 

 

— Um anjo caiu do céu?

 

Num átimo, o homem de trajes praianos se aproximaria da marinheira de forma galanteadora, estendendo sua mão para ajudá-la a levantar. A moçoila coraria, e o mesmo retribuiria com um sorriso. Ademais, o barquinho seria relativamente moderno, contendo aparelhos de navegação, um pequeno radar, uma antena e até um radinho. Os companheiros de Charlize se juntariam ao redor dos bancos com estofado de couro, enquanto que o homem loiro ficaria em seu centro. Ele planejaria começar a falar, mas logo encararia a protagonista com um olhar de dúvida. 

 

— Não é melhor controlar sua tensão? Está diminuindo um pouco da sua beleza. Não que seja um problema, ainda é encantadora.

 

Após falar com a senhorita Therone, o homem respiraria fundo, ativando sistematicamente os sistemas do barco, tal como o piloto automático, que seria proveitoso haja vista de tal trajeto ser relativamente conhecido entre os navegadores da marinha. Ele então tiraria um pouco do pigarro da garganta, indo até um dos armários encontrados no barco e sacando sua capa de comandante. Percebe-se que o comandante hipster seria extremamente relaxado, haja vista não só as roupas que estaria utilizando em serviço, mas também como a poeira no símbolo de seus status. Com uma seriedade que destoaria do galanteador informal demonstrado até então, prosseguiria para introduzir os objetivos da missão para seus subordinados:

 

— Bem. Apesar disso ser dito como um "exercício", o que querem é que tenhamos mais experiência em combate e deixar países independentes com dívidas com o governo mundial, auxiliando-os para benefícios após o fim dos conflitos. No caso da Kumonoue no Tochi, temos uma teocracia cujo norte é Deus. Independente do que diabos ele seja, há um grupo que se declara luciferista. Ou seja, acreditam que Lúcifer era o verdadeiro Deus, que foi destronado por seu irmão moralista e expulso para o inferno. Possuem uma tradição centenária e fortes influências esotéricas, realizando ataques baseados em sua numerologia e sequestrando com o intuito de reviver Lúcifer. Não são numerosos, mas são perigosos e agem de forma bastante inteligente. Por padrões nos ataques, há usuários com um poderoso Haki do Armamento e usuários de Akuma no Mi de destruição em massa. Nos reuniremos com representantes do governo e iniciaremos nossa operação após isso. Dúvidas?

 

@Azrael

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 "Everything that lives is designed to end. They are perpetually trapped in a never-ending spiral of life and death. However, life is all about the struggle within this cycle. That is what 'we' believe."

 

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Após desviar da marinheira que caia com o rosto no chão, Charlize Therone fazia menção de ajudá-la, mas o homem com trajes praianos aparentemente fora mais rápido em auxilia-la. A marinheira no entanto não queria ser antipática, pois aparentemente ela não era, e simplesmente sorriu para os dois. Apesar disso, ela não era boba, e da sua mente surgia uma rápida divagação, "Esse é rápido no gatilho, ao contrário d...". Bem, isso não vinha ao caso, ao pedir para ficar mais relaxada, a ruiva ficava mais calma, mas vocês sabem como são ruivas, elas ficam, mas nem tanto assimm...

 

-Obrigado, vou ficar mais calma!- Ela agradecia ao "Comandante" cordialmente, entretanto, como sua personalidade era descontraída, tentava no entanto, observar o maquinário do barco. Afinal, adorava tecnologias avançadas, e essa deveria ser promissora. Afinal, subiriam mais de 5.000 metros de altura para chegar na Ilha do Céu. Todavia...

 

-Vejo que esses habitantes do Céu podem ser muito perigosos... - Ela obviamente não iria pronunciar, algo tão incauto quanto aquela palavra. Simplesmente pularia aquela parte, mas logo faria um adendo, "Bem, já percebo que isso é uma guerra? Além do mais, há indivíduos muitos poderosos entre eles, nestas partes posso grifar a palavra, "Akuma no mi" e "destruição", depois "massa". Vejo que vai ser pedreira..." Ela ficava meia constrangida e incomodada. Agora ela tentava observar as coisas ao redor, e tentar captar de onde tinha vindo aquela Aura Sombria anteriormente, e com a fala do Comandante era inevitável que a moça explanasse: - Bem, eu senti uma aura sombria anteriormente ao aproximar deste barco, poderia ser alguém ligado a este tal culto? - Charlize Therone, já tinha experiência em algumas ilhas, e ela sabia que nada de bom vinha desta sensação. Então, ela ficava ligada em sua volta. Essa aura poderia estar à enganando, e como o culto era ligado a destruição em massa, aquele local seria perfeito para isso...

 

-Bem, caso esse grupo esteja realmente ligado à destruição em massa...- De toda forma, a ruiva levantava e olhava em volta, com muito cuidado, com o Haki da Observação tentava encontrar à aura caliginosa, na decorrência de tudo ir para os ares, simplesmente pularia na Forma de Coelho, emendando com Geppo. No entanto, também reforçaria o corpo com Haki do Armamento. -Esse local seria o mais adequado para fazer um ataque? Apesar de querer acreditar que atacar uma Base da Marinha assim, e a própria organização deixar que uma ataca-se desse ocorra seria no mínimo estranho... Mas, talvez algo imprevisto, ou aleatório, como um "homem bomba"? 

 

A garota seguia nas suas divagações, afinal estava tudo muito fácil, e aquilo poderia ser também uma "sensação" futura, o que duvidava, devido à própria descrição do mestre daquele grupo horroroso que teria que enfrentar, à 5.000 metros de altura, ela também pensava no fato de a pessoa ao cair daquela altura, alcançar à tão sonhada velocidade terminal, ou o limiar de velocidade de uma certo objeto, de peso constante, que cai de uns 5.000 metros.

 

Spoiler

 

Nome da Técnica: Geppo
Tipo de técnica: Combate (Rokushiki)
Descrição: 
Permite ao usuário saltar no ar, ficando no ar por muito mais tempo que o habitual. Utiliza de rápidos e fortes chutes sobre o ar. Enquanto a técnica em si proporciona várias vantagens, tanto dentro e fora de batalha para o usuário, ele tem mais uma fraqueza importante: uma vez que seu uso depende fortemente das pernas do usuário, restringindo ou fixando-se as partes principais, ou seja as partes inferiores do corpo, esse ato pode perturbar significativamente o Geppo. No entanto, alguns usuários conseguem manter a técnica mesmo usando de somente uma perna, mantendo-se flutuando. O Geppo pode realizar 1 pulo na forma normal e 3 pulos na Forma Híbrida de Coelho.

 

 

Haki da Observação

Rank B [100 pontos]

Haki Proficiente: mais habituado aos poderes, consegue acessar sua capacidade extrassensoriais mesmo sem se concentrar.

Forma Passiva: pode sentir presenças num raio de 20 metros, captando suas movimentações com uma noção básica da direção em que estão em relação ao usuário. Ou seja, se estão à direita, à esquerda, à frente, atrás, acima ou abaixo. Também é possível ter uma noção dos poderes das auras, mas apenas se são mais fortes ou fracas que a sua. 

Forma Ativa: varre um raio de 30 metros, detectando e se concentrando em até uma aura por vez. Caso o alvo se mova, consegue sentir que algo aconteceu com uma noção aproximada da direção em que estão em relação ao usuário. Ou seja, se estão à direita, à esquerda, à frente, atrás, acima ou abaixo.

Buff Base: 10% dos pontos do Haki em Agilidade ao desviar ou reagir para bloquear.

 

Haki do Armamento

Rank: A [250 pontos]

Haki Avançado: com maior experiência no uso de suas capacidades espirituais, aprimora a intensidade e a duração de seus poderes, além de adquirir uma Especialização.

Forma Ativa: Consegue simultaneamente cobrir o equivalente a dois membros ou itens em contato contínuo com o corpo. É eficaz contra oponentes normalmente imunes a ataques físicos e sua natureza pode ser alterada de acordo com a Especialização escolhida. Não pode ser mantido por mais tempo do que o equivalente a quatro ações em combate e sua defesa ou ataque possuem a eficácia de equipamentos Rank A.

Buff Base: 10% dos pontos do Haki em Força, Proficiência ou Resistência para bloquear, causar ou suportar danos.

Especializações: Deflagration

 

Lista de Especializações de nível Avançado:

 

Deflagration

Habilidade Ativa. Especialização na qual o Haki adquire padrões em forma de chamas e uma leve aura da cor azul. Causa um aumento puro no poder ofensivo geral do armamento, também gerando calor e até chamas graças ao poder de fricção.
Buff Adicional ao Base: +5% dos pontos do Haki em Força ou Proficiência para causar danos meele.

 

 

 

 

@Yanhua

 

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Apesar da desconfiança por parte da moçoila, a aura soturna representaria não uma intenção explícita de um ataque iminente, e sim algo mais... intenso. Ademais, o caminho não seria tão conturbado como imaginara, sendo até que ligeiramente atraente em termos de estética, afinal, tal ambiente exótico seria digno de uma paisagem de filme. Durante o caminho, o comandante seria bastante amigável, frequentemente se comunicando com a tripulação caso eles tenham alguma dúvida, e caso não falem nada, falaria de coisas corriqueiras, tal como o clima ou o resultado do futebol ontem. Charlize poderia fazer alguma pergunta ou interagir com algum personagem durante o trajeto, que duraria cerca de 3 horas. Algum tempo depois, muito provavelmente para a decepção extrema da protagonista, seriam recebidos por homens uniformizados numa espécie de arco que representaria a entrada para Kumonoue no Tochi. Não existiria nada mítico, como por exemplo uma provação ou teste de caráter para passar, sendo apenas uma fronteira como qualquer outra ilha — excluindo o fato de ser acima dos céus, evidentemente.

 

— Boa tarde. Pelo navio, suponho que sejam os marinheiros numa missão de treinamento. Faremos o ritual padrão. Revistas de rotina e a retirada de quaisquer dispositivos que sejam armas de fogo ou explosivos. Evidentemente não duvidamos de seu caráter, mas é ligeiramente comum aliados seus trazerem dispositivos assim para a ilha, que acabam caindo na mão de baderneiros. Entretanto, os mesmos estarão lhes esperando na saída.

 

Apesar de seu semblante parecer ligeiramente ortodoxo, fariam aquilo de forma extremamente organizada. Uma mulher para revistar mulheres e um homem para revistar homens, evitando qualquer atrito que possa atrapalhar a relação entre a marinha e Kumonoue no Tochi. Os explosivos e armas de fogo não só de Charlize, como de todos os seus companheiros seriam confiscados, sendo trancados num cofre gigantesco. Apesar de confiscados, sua perda pareceria uma coisa extremamente improvável, e o comandante reagiria à aquilo com uma certa tranquilidade. A partir de então, seriam encaminhados para uma queda d'água gigantesca, e seu barco seria capaz de resistir à subida. Antes disso, no entanto, o comandante sairia distribuindo sacos para vômito. Um amor de pessoa, eu diria.

 

Ficariam na vertical por mais de uma hora, precisando recorrer aos seus cintos para não caírem. A marinheira desajeitada vomitaria umas três vezes ao lado da senhorita Therone, praguejando por ser colocada logo naquele fim de mundo. Entretanto, ao fim da subida, seriam recebidos por um belíssimo porto com um arco-íris no topo. Naquela bela vista, digna de recordação para a vida toda, vários habitantes do céu trajados com vestes militares prestariam continência, recebendo os marinheiros. Em geral, seriam homens gigantes, com cerca de dois metros e asas pequenininhas saindo por suas costas, quase que como um alívio cômico. O maior deles, com literais quatro metros de altura, os receberiam, abaixando para cumprimentar o comandante com sua mão.

 

— Wagner. Quanto tempo. Como vai? — Falaria o mascarado de quatro metros de altura trajando vestes militares. Seu tom de voz seria robótico, algo nível Darth Vader.

 

— General von HohensHWQKE,BDWQHBBufvghwedvwqehvdgwqevdgqwvdgfwqjfen. Uma grande presença, como sempre.

 

— É Hohenstaufen. Aliás, senti muito falta do seu senso de humor. Ha ha ha ha. — Sua risada seria robótica e cronometrada, sendo pouquíssimo orgânica. — Enfim, creio que seja melhor resolvermos nossos negócios primeiro.

 

@Azrael

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A "ruiva" via que não era nada, e que o comandante, simplesmente, tocava o barco rumo a Kumonoue no Tochi, o que à deixava ainda mais aliviada, ela tentava até mesmo dar uma relaxada não acionando mais seu Haki da Observação. Entretanto, logo a situação ficava mais tensa, afinal no momento que chegaram tiveram que guardar as armas, pelo menos desta vez esperava que tudo transcorre-se com mais segurança. O argumento do homem até fazia sentido, e ela acatava as ordens como desejado. Apesar de ficar de novo desconfiada, ainda mais com a revista, tudo parecendo organizado demais para seu gosto, a primeira coisa que veio a cabeça, foi "Será que terei que entregar minhas ferramentas também?". As questões vinham à mente, mas em seguida desapareciam, como fumaça. Afinal, teriam que enfrentar uma subida de mais de uma hora, aquilo, por sinal eram as benesses de ser marinheira, caso fosse pirata teriam que enfrentar tudo na marra. Então, " Será como que piratas e sujeitos fora da lei conseguem passar por tudo isso?" A moça nesses momentos evitava comentar as coisas, ou perguntar para o Capitão, afinal já criara alarde demais no começo da missão. Entretanto,

 

-Que nojo! - Ela logo via que a moça ao lado começava a vomitar, a "ruiva" tentava ser forte, e conseguia terminar a subida sem nenhum transtorno. O ruim era o efeito causado por aquele deslocamento digamos que rápido, ela logo sentia a gravidade em seu corpo. Mas, depois pelo ar rarefeito que contrabalanceava, voltava a sentir uma sensação de leveza. Entretanto, era difícil de respirar no começo, mas logo fora acostumando. Afinal, não era uma pessoa comum, ficara forte além de um ser humano comum.  O mais estranho veio a seguir, pois os habitantes do céu mais pareciam gigantes, com asas esquisitas saindo pelas costas, o que deixava à ainda mais intrigada, "Será que essas asas tem funcionalidade?". Esse pensamento era encoberto, pelo fato de ela ter que cumprimentar à todos, fazendo o famoso "ojigi". Apesar dela parecer mais nórdica, por isso em algumas pessoas ela simplesmente cumprimentava com as mãos. 


Em seguida, apareceu, o ser mais estranho nunca antes visto ali, usando capacete, e como voz que parecia saída de algum filme de robôs. Charlize Therone ficava bastante interessada por todos aqueles movimentos estranhos. Afinal gostava muito de tecnologia, e aquilo seria "um prato feito", principalmente, para uma inventora, pelo menos foi assim que começou suas aventuras, agora estava mais para lutadora experiente. Ou, como queria acreditar, uma "viking", só falta algum machado, ou algo do tipo, e também conseguir atingir a forma berserk, mas isto estava muito próximo de acontecer, pelo menos em sua cabeça. Afinal, havia também mulheres guerreiras vikings, era que tinha lido em um livro bastante rudimentar em Geometric Island, e se pareciam bastante com ela. Na maioria das vezes eram "ruivas", ou loiras, com grandes cabelos em forma de trança. Entretanto, essa era história para outro dia, agora queria somente entender há missão, e entender o conceito da mesma. Assim, como os fatos que estariam à levando até ali.

 

@Yanhua
 

 

Edited by Azrael
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A moçoila tentaria aparentar uma certa polidez, evitando se destacar mais do que outrora faria, entretanto, logo dispararia um "Que nojo!", jogando todo o foco para si mesma. Ademais, poucas coisas relevantes aconteceriam durante o trajeto, podendo ter destaque para seu questionamento interno acerca das asas pouco funcionais daquele povo e para seu interesse no general Hohenstaufen. O mesmo pegaria a pequena tripulação de marinheiros, caminhando com os mesmos pela zona comercial da cidade, gradualmente chegando em uma estrutura que mais se assemelharia a um pequeno posto militar. Pequeno entre aspas, haja vista o quão colossais seriam os militares. Entretanto, apesar de sua elevada altura, pareceria estranhamente compacto, tendo nas laterais apenas espaço para uma mesa de madeira e pouco espaço nas bordas. Ergueria um pergaminho, abrindo-o e mostrando um mapa:

 

— Já sabem por fora o que se passa na ilha, mas as informações são muito mais complexas do que parecem. Deixamos escapar que existia uma organização anti-Deus, mas não divulgamos que eles agora dominam todo um distrito através da força. Há seres muito mais fortes do que nós lá, e pela estrutura da ilha, não podemos invadi-lo, afinal, possuem armamentos e poderes maiores, impedindo que possamos subir nas correntes. Enquanto isso, eles estão em todos os locais. Nossos informantes disseram que terão um congresso para conseguir alianças com elites dos pequenos distritos, buscando um levante. Sua popularidade está se espalhando rapidamente, e as insatisfações locais só aumentam. Lúcifer não está parado como nosso Deus, afinal.

 

Ademais, o próprio Lúcifer estará nessa reunião com sua guarda pessoal. Ele sairá de seu castelo, mas certamente o congresso será um local tão perigoso quanto o primeiro. O comandante, tal como o general ficariam reflexivos acerca do que poderiam fazer. Entretanto, algo é certo: se eles ficarem parados, Lúcifer dobrará sua força já alta, e as negociações entre a marinha e o governo celeste serão finalizadas se o mesmo colapsar, ou seja, missão fracassada. Em um clima caliginoso, a marinheira romperia a escuridão como um feixe de luz.

 

— Espera, mas se ele está ficando tão forte, não é porque vocês são incompetentes? Por que ele deve cair se a população o quer?

 

— Além de extremamente poderoso, Lúcifer possui ideais nacionalistas e racistas. Ele quer dominar a ilha, e depois de consolidar seu império de ferro, buscará escravizar a humanidade, se tornando um problema direto ao governo mundial. O governo corrupto não é algo que as pessoas querem proteger, mas o Lúcifer representa um novo movimento político com ideias malignas e repressoras, mas não é como se eles estivessem dispostos a se sacrificar pelo governo atual, apenas aceitando seu domínio e suas leis. Por causa disso, não sabemos o que fazer. Vocês possuem mais experiência nesse tipo de problema que nós, alguma ideia então?

 

@Azrael

Desculpe pela demora. Estou ocupado com os estudos.

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A moça ficava quieta à maior parte da viagem, o que foi um erro, em vista que ela não sabia o nome da equipe que estava trabalhando, nem as características de cada um. Além disso, o General von Hohens, ao qual Charlize Therone estava observando começa a falar sobre a situação horrorosa que vivia a ilha do céu. E pelo visto, a maioria dos distritos já estava sendo praticamente  conquistado pelo lado negro da força. Além de terem maior poder de fogo, agora tinham mais influência dentro do Conselho dos distritos. Bem, então, o mais importante agora era saber o que estariam oferecendo em troca, em vista que a filosofia do líder, não era digamos tão saudável. Apesar da frase "corrupção" vir à mente, ou seja, eles também não eram santos, mas entre ser escravizado e ter verbas desviadas de forma ilegal, levando a morte de cidadãos de forma indireta, Charlize Therone não sabia o que era pior. 

 

- Acho que devemos tentar negociar com os distritos restantes, e ver o que eles querem... - A ruiva ficava pensativa com o argumento dado, não queria interferir muito na conversa. Mas, vendo à situação que estava era melhor expor suas ideias. - Quais são as reivindicações deles e o mais importante saber o que eles estão oferecendo para os distritos? No entanto, como não temos domínio sobre o terreno, nem as habilidades dele,  a estratégia de avanço nosso dependera, única e exclusivamente de seus homens, ou de algum mapa que possam nos fornecer. 

 

Ela tentava ser o mais cordial possível, explanando tudo que pensava sobre a situação, depois ficava atenta à tudo que o General von Hohens tinha à dizer, entretanto, como era subordinada mantinha muita discrição, e procurava não causar alarde ali. 

 

- O General von Hohens-sama tem algum ideia, talvez outra abordagem mais agressiva ou plano que pudesse fazer com que recuem nas tratativas? - Ela perguntava mais logo voltava a ficar calada, esperando, obviamente, que os superiores resolvesse a situação, enquanto isso iria dialogar com os outros membros da Marinha. -Caso tenhamos algum distrito disposto a passar para nossa lado poderíamos armar uma emboscada, usar de um pequeno grupo infiltrado para causar o caos na reunião colocando assim a culpa no inimigo.


Ela explanava suas últimas ideias e ficava quieta, era momento mais de escutar do que agir, em vista que tinha pouco conhecimento do terreno, e sobretudo, devido as negativas do General von Hohens. Ela tinha que ser prudente, afinal, pelo visto havia correntes, esses tais objetos seriam fundamentais para passarem para as próximas ilhas. Neste momento, ela estava curiosa para ver os mecanismos das mesmas. Mas...

 

- Como último recurso posso dar uma olhada nas correntes, afinal pode haver algum mecanismo que possibilite  aproximar as ilhas, e assim termos um campo de batalha mais amplo e efetivo para invadirmos a ilha inimiga, caso seja possível lógico... - Como inventora ela já estava doida para saber o funcionamento do mecanismo das correntes.

 

@Yanhua

  

Edited by Azrael
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— Bem, os distritos não estão reivindicando nada em particular, apenas não querem perder civis num conflito, afinal, muitos acreditam que o governo corrupto não os representa, então não há motivo para resistir aos rebeldes. Certamente acreditam que a situação piorará, mas certamente não é uma piora que justifique o derramamento de seu próprio sangue, e por isso a situação é tão complexa. Para ganharmos distritos, precisamos convencer que Lúcifer é uma ameaça para a estabilidade da ilha e do nosso modo de viver. 

 

Cruzaria os braços, abrindo um mapa em sua mesa com o intuito de contextualizar os marinheiros acerca da geografia do local, e o motivo de precisarem de uma ação desprovida de indecisão. Basicamente, pegariam o centro militar dos habitantes do céu, traçando uma linha em X e outra em Y, colocando um ângulo de 90º. Basicamente, existiriam duas abordagens possíveis: atacar a reunião ou a base com todas as forças, uma vez que uma operação simultânea seria inviável haja vista a distância entre ambos e os recursos bélicos e humanos necessários para tal operação. Ademais, o general continuaria escutando o que Charlize teria para falar, entretanto, pareceria ligeiramente decepcionado com o que a marinheira falaria. Se fosse possível juntar as ilhas, nem existiria tal distância para início de conversa, afinal, tal estrutura em um Estado unificado pioraria a economia e facilitaria movimentos separatistas. Ele suspiraria, explicando para o grupo mais algumas coisas antes de pedir uma decisão.

 

— Não há quaisquer mecanismos para unir as ilhas. Ademais, pela distância, devemos optar por uma decisão: agir na reunião ou na base inimiga, cuja presença do Lúcifer é improvável. Não sabemos como agir, afinal, nunca tivemos um histórico de clima de guerra civil, por isso os chamamos, aliás. É um problema muito além da nossa capacidade bélica e estratégica. Basicamente, quero que tracem um plano.

 

O comandante com trajes praianos levaria sua capa ao vento, observando àquela situação com um sorriso. Não pareceria chocado com tal, e após escutar o que o general teria para falar, realizaria um gesto para eles se afastarem, discutindo entre si. Os dois marinheiros figurantes naturalmente não teriam nada para falar; a marinheira de cabelos alaranjados seria burra demais para opinar; o marinheiro não conseguiria tirar um sorriso ligeiramente sádico de seu olhar; e todo o peso de decisão recairia na direção da marinheira. 

 

— Bem, eles não fazem ideia do que fazer, afinal, dever favores para a marinha para capturar um gatinho é como contratar um agiota para comprar uma moto. Eles não sabem o que fazem, o que é perfeitamente normal. Em situações comuns, eu agiria, porém, o intuito da missão não é simplesmente salvar uma ilha indefesa, e sim gerar novas lideranças. Quero que tracem uma estratégia, e estarei convosco para me certificar de que não morrerão, mas naturalmente o peso de uma má decisão não recairá sobre mim.  Ele abriria seu leque, abanando seu leque. — Kukuku...

 

— Então, já se decidiram? — Chegaria do nada, enquanto que o capitão sorriria para Charlize, jogando o peso da decisão para seus ombros... tal como toda a culpa caso cometesse algum erro, tal como a sugestão de juntar as ilhas.

 

@Azrael

 "Everything that lives is designed to end. They are perpetually trapped in a never-ending spiral of life and death. However, life is all about the struggle within this cycle. That is what 'we' believe."

 

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