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[Two Seasons] Killing Is My Business... and Business Is Good!


Yanhua
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" Two Seasons trata-se de uma ilha composta por incontáveis antíteses, não limitando-se somente ao clima, mas sim à civilização local. Apesar de suas vistas paradisíacas, como informado por incontáveis viajantes, encontra-se num estado permanente de guerra em um território neutro. O clima tenso local ultrapassou a capacidade da marinha lidar com o problema, e tal estado se perpetuou durante as gerações. Caro viajante, se busca nessa ilha suprimentos, está no local correto; todavia, se andar até o coração da ilha, muito provavelmente verá um cenário anárquico e dificultoso para a exploração. Entretanto, se busca nele fauna e flora diversas, além de uma paisagem inesquecível, está no local correto. "

— Atlas da Grande Rota, volume 3.

 

---

@Sovereign Hajime

 

06:00

 

" Acordem, malditos! Quem trabalha na capa é [email protected]!!!! "

 

Noah conseguiria carona com um simpático grupo de piratas, que por conta do seu déficit de mão de obra, necessitariam de pessoas para a manutenção básica do navio, oferecendo carona em troca de serviços. Não eram pessoas ruins, apesar de talvez passarem ligeiramente do ponto em questões envolvendo disciplina, eram até que bastante gentis para os padrões marítimos, tratando Noah como um irmão, apesar de seu pouco tempo junto. Ademais, seria acordado por uma corneta cujo timbre soaria por todo o navio conforme seria tocado pelo capitão em locomoção, fazendo Noah sentir uma dor de cabeça aguda junto com o choque de acordar subitamente pela manhã. Teria algum tempinho para pegar coisas, pensar, conversar com alguém no corredor ou até amaldiçoar o capitão, caso fosse de sua vontade. Independente disso, seria recebido por um esfregão pendurado em sua porta, que logo cairia para frente, além de um balde d'água no lado esquerdo da porta, apenas longe o suficiente para não ser derrubado por alguma ira.

 

— Bom dia hehehehe! Vamos com isso? O capitão é duro, mas é uma boa pessoa. Recebe os passageiros como se fossem seus próprios filhos! Aparentemente esfregaremos o convés juntos, conto contigo, senhorzinho!

 

Seria cumprimentado por um homem que conhecera na boêmia da noite anterior, que apesar de suas roupas casuais e relaxadas, possuía nobres expressões caucasianas, divergindo das mesmas somente por conta da coloração extremamente peculiar de seus olhos: um forte cinza-claro. Ademais, o mesmo contaria algumas piadas no caminho, demonstrando ser bastante extrovertido. Passariam um longo tempo varrendo o convés, enquanto que a paisagem começaria a se tornar cada vez mais confortável, fruto da aproximação da ilha com clima de primavera. Agora já estariam perto das 13 horas, e o homem de olhos cinzentos olharia para o céu, segurando seu peculiar chapéu com uma expressão de felicidade.

 

— Lar doce lar. O que busca nesse fim de mundo, jovenzinho?  Eu venho pelos bolos da Sanshokuin-san, não os consumo faz eras! Apesar de toda a guerra, nossa casa continua sendo nossa casa, certo?

 

---

@Bills

 

11:30

 

Yukiko, tal como Noah, conseguiria uma carona. Entretanto, em circunstâncias totalmente diferentes. Não conseguiria carona com um grupo de marinheiros, caçadores de recompensa ou sequer piratas, e sim com um senhor de meia-idade e trajes extremamente excêntricos. Apesar dos mesmos, não seria um diplomata ou homem de negócios, e sim dono de um pequeno restaurante submarino que venderia bolinhos de polvo. Apesar de sua aparência inocente, lembrar-se-ia de uma apresentação pouco usual. Yukiko e o homem — chamado Rogério, por sinal — se encontrariam no porto de saída para uma ilha qualquer, e após a moçoila pedir por uma carona, ele falaria em alto bom som:

 

— Dou uma carona se você me der uma mamada.

 

A moçoila então não entenderia o que era uma mamada, então ela comentaria algo como "Mamar? Me desculpe, já passei da fase de gestação. Não acho que seria apropriado.". O homem ficaria incrédulo, levando-a consigo, e apesar das interações iniciais, Rogério a trataria como sua filha, afinal, com seus 50 anos, já poderia muito bem ter concebido uma garota daquela idade. Nem sequer a pediria para fazer nada, entretanto, ela acordaria na hora do rush, vendo o homem preparar todos os bolinhos de polvo com uma maestria assustadora para seu fenótipo singular de 140 centímetros e tendências fortes para o sobrepeso. Eles passariam alguns dias juntos, então já estariam ligeiramente íntimos.

 

— Yuki-chwaaaan! Estou cuidando dos pedidos, mas logo lhe darei uma boa refeição. Quero me despedir propriamente da senhorita!

 

A louça, tal como todo o ambiente estariam totalmente sobrecarregados, e o homem, mesmo quase perdendo o controle da sua cozinha, ainda cuidaria de todos os pedidos. Ademais, a moçoila poderia dar uma ajudinha caso quisesse. Algum tempo depois de administrar os problemas do navio-cozinha, ele prepararia algo especial por conta da casa, fazendo um jantar. Ele soluçaria, logo pegando um lenço para limpar suas lágrimas. Apesar de terem ficado poucos dias juntos e da apresentação desconcertante, sentiria a dor de um pai vendo sua filha sair de casa para viver um novo mundo. Com o jantar pronto e já aos prantos, falaria:

 

— Eu sentirei muitas saudades COF COF COF BUÁAAA. Você foi como uma filha para mim, mas esse foi nosso trato. Lembro dos nossos jantares, das piadas, das diversões. É uma despedida, mas se for para Silver Wing, não se esqueça de mim. Tenho um restaurante lá, chamado "Cantina do Polvo". Não hesite em me visitar, você é parte da família, afinal...

 

Choraria mais um pouco, até que eles comeriam aquele banquete.

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 "Everything that lives is designed to end. They are perpetually trapped in a never-ending spiral of life and death. However, life is all about the struggle within this cycle. That is what 'we' believe."

 

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" Two Seasons trata-se de uma ilha composta por incontáveis antíteses, não limitando-se somente ao clima, mas sim à civilização local. Apesar de suas vistas paradisíacas, como informado por incontáveis viajantes, encontra-se num estado permanente de guerra em um território neutro. O clima tenso local ultrapassou a capacidade da marinha lidar com o problema, e tal estado se perpetuou durante as gerações. Caro viajante, se busca nessa ilha suprimentos, está no local correto; todavia, se andar até

" - Estamos sendo invadidos? " - Dizia o pequeno jovem que pulava da cama e entrava em posição de combate. Poucos segundos depois ele se da conta que era só mais um inicio de dia no navio. Esse que conseguira carona e era acompanhados de duros, porém muito carinhosos companheiros, o garoto não poderia pedir por melhor carona para seu inicio de aventura, essa que ainda não tinha rumo, porém um grande objetivo. E isso era o que dava forças todos os dias para Noah. " - Bom dia pessoal, como estão?

— Mamada...? — Seria a primeira coisa que eu indagaria lentamente, com uma voz lenta e baixa, após acordar. Aliás, uma bela e recatada palavra para início da minha jogatina, de fato. Estaria ali com Rogério, nome cujo qual eu peguei a piada interna do cara que tá mestrando a aventura e é o npc que tá comigo aí. Teria pedido uma carona a ele e não tive problemas com aceitação por parte do senhor. Jem mesmo me pediu algo em troca — Ou quase não... —. Provavelmente os outros homens pediriam coisas

" - Estamos sendo invadidos? " - Dizia o pequeno jovem que pulava da cama e entrava em posição de combate. Poucos segundos depois ele se da conta que era só mais um inicio de dia no navio. Esse que conseguira carona e era acompanhados de duros, porém muito carinhosos companheiros, o garoto não poderia pedir por melhor carona para seu inicio de aventura, essa que ainda não tinha rumo, porém um grande objetivo. E isso era o que dava forças todos os dias para Noah. " - Bom dia pessoal, como estão? " - Diria o jovem caso houvesse alguém por perto, depois de fazer suas preces diárias. Seguindo para porta do quarto um homem já o esperava com um esfregão, que era basicamente o trabalho diário do jovem em sua estádia no navio. O senhor era simpático e dera bom dia ao pequeno, além de comentar de como o senhor capitão do navio era bom com seus hospedes, os tratava como filhos, porém tinha aquele jeito durão dele. " - Bom dia! Pode contar comigo para mais um dia de serviços. " - Diria o rapaz bem animado e educado. " - Sou muito grato pela ajuda do capitão, ele é uma grande pessoa, mesmo aparentando ser durão por fora. " - Diria num tom bem sincero. 

 

" - Mas bem, vamos ao serviço que esse chão será limpo sozinho! - Indagaria o jovem que faria alguma graça com o esfregão e logo seguiria para o seu trabalho assoviando tranquilamente. Durante o serviço Noah faria de suas graças diárias em busca das risadas do pessoal em volta. Passando o esfregão rapidamente imitando um navio, contando piadas ruins e imitando seus companheiros de navio. Enquanto trabalhava pensamentos de como seria sua chegada em terra passavam por sua cabeça, o pequeno pensava em como seria estar numa ilha grande pela primeira vez e sobre como teria finalmente um grande palco para iniciar sua jornada. Estava muito feliz e ansioso para a chegada e, terra firme. Com esses pensamentos e graças Noah continuaria esfregando o convés.

 

Por volta das 13 horas o homem que trabalhava com o jovem olhava ao horizonte vendo finalmente a ilha de Two Seasons, ele expressava clara felicidade por estar retornando ao seu " lar " e logo questionou ao jovem o que ele buscava em tal lugar. " - Não busco nada em particular por aqui, o destino apenas  decidiu que minha jornada começaria por aqui e cá  estamos. Pronto para trazer um sorriso a todos. " - Diria num tom sério e animado, enquanto olhava para seu crucifixo. " - Nosso lar sempre vai ser nosso lar, independente das circunstancias e do próprio local, fico feliz que esteja de volta ao seu lar. " - Diria com um sorriso no gosto. " - Como assim guerra?! O que está acontecendo por essas terras, pera, você disse BOLO???? Me conte mais sobre esse bolo da Shouhsouhsohoushu " - Diria com água na boca, praticamente esquecendo sobre o que tinha perguntado anteriormente. 

 

@Yanhua@Bills

 

 

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— Mamada...? — Seria a primeira coisa que eu indagaria lentamente, com uma voz lenta e baixa, após acordar. Aliás, uma bela e recatada palavra para início da minha jogatina, de fato. Estaria ali com Rogério, nome cujo qual eu peguei a piada interna do cara que tá mestrando a aventura e é o npc que tá comigo aí. Teria pedido uma carona a ele e não tive problemas com aceitação por parte do senhor. Jem mesmo me pediu algo em troca — Ou quase não... —. Provavelmente os outros homens pediriam coisas que não podem ser ditas aqui para não-infringimento das normas do fórum e ocasionamento de ban da minha conta. — Bom... dia... — Balbuciaria, ajeitando minha lente que não tiro nem pra dormir e abraçando Hanabi, meu brinquedo. Andaria com ele desse jeito por aí. Mas antes, verificar se meu vestido está apertando as asas decentemente.

 

Observando que não teria nada pra fazer e o mestre colocou que "Poderia dar uma ajudinha se quisesse" propositalmente sabendo do teor desastrado de todas as minhas personagens até hoje e que eu iria enxergar esse trecho, buscando praticá-lo logo em seguida. Oportunidades de fazer desastres não podem ser perdidas. Mas então, tentaria ajudar o velho com um sorriso no rosto de alguma forma não-especificada pelo mestre no que tange ao que eu posso auxiliá-lo e que independente do que for vai dar errado. — Eu... cozinhar... ruim... — Diria ao homem enquanto provavelmente eu já estivesse com o corpo lotado de sujeira — T-te-tentáculos de p-po-polvo?! —. Isso é, se essa parte não for completamente ignorada. O trataria caso se machucasse, mesmo que levemente. — Cuidado... perigoso... — O alertaria com um sorriso inocente, indicando uma preocupação sincera.

 

E indo pro último parágrafo que vou escrever pois estou com sono, preguiça e meu celular em 23%, finalmente me sentaria para a janta com o coroa. Ao vê-lo em prantos, me dirigiria até sua posição, me agachando já que ele é um anão de jardim e buscando posicionar minha mão esquerda sob a região do seu coração, segurando Hanabi com a oposta. Provavelmente sentiria os batimentos acelerados, mas... — Você... triste... — Daria uma breve pausa, logo continuando: — Eu... estou... com... você. — Finalizaria, sorrindo e fazendo uma pose de V sob meu olho esquerdo. Certamente ele assimilaria minha frase ao meu olho mágico. Não há dúvidas sobre isso.

 

Por fim, comeria com ele enquanto aguardaria os próximos acontecimentos. Aliás, digitar isso me deixou com fome. Obrigado Kwai.

 

@Yanhua

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- Sonic's the name! Speed is my game!

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@Sovereign Hajime

 

— Sim, bolo! Sabe rapaz, você me lembra meu primo. Como não tem nada para fazer, tampouco onde ficar, gostaria de ir para minha casa? Lá temos bolo, água fresca e camas quentinhas. Moramos no coração da ilha, de fato um local extremamente bonito, apesar de  não ser um mar de rosas. Infelizmente existe um conflito no coração da ilha, tal como na minha casa. É um dos motivos de eu estar retornando. Entretanto, se quiser, pode ficar como nosso convidado. Será uma honra!

 

O homem não aparentaria segundas intenções em seu discurso, pareceria do tipo bondoso que ofereceria a própria casa apenas para trocar experiências de viagem com um viajante. Além disso, não veria nenhuma malícia no mancebo, talvez sendo o motivo junto à empatia de viajante com o mesmo. Ele seguraria o chapéu, olhando para o céu com um sorriso no rosto, quase como se uma tempestade de emoções positivas viessem em sua cabeça. Ele riria bobamente consigo após algum tempo, olhando com doçura para Noah.

 

— Sabe, eu era um viajante como você. Até que tomei uma flechada no joelho, se é que me entende. Hahaha! Aliás, rapaz. Qual o seu nome? Sou Yorusuke!— Apesar de ter recebido uma "flechada no joelho", andaria normalmente, sendo aquela frase provavelmente uma expressão que apenas entendedores entenderão.

 

Após a fala do mesmo recheada de emoções, limpariam todo o convés. Agora comeriam junto ao bando vários frutos do mar, despedindo-se dos mesmos após a refeição. Ele sorriria bobamente com sua mão em seu estômago, demonstrando um deleite de emoções positivas. Entretanto, após pisar na ilha, seu aspecto se tornaria soturno. O local estava diferente. Em seus anos fora, houve um êxodo rural fortíssimo para as cidades comerciais portuárias por conta das invasões vikings. Existe uma disputa territorial fortíssima, e Noah saberia disso através das falas do bando durante o almoço. Yorusuke então liberaria um profundo "Yosh!", alugando uma carroça por uma quantia generosa de dinheiro — provavelmente por causa da periculosidade do trajeto. Ele então ergueria sua mão, sorrindo. Olharia para o sol, afirmando com peito estufado.

 

— Segundo o sol, são 13 horas. Estamos com sorte, chegaremos antes do anoitecer! — Sorriria, erguendo sua mão esquerda para ajudar Noah a subir na carroça. Enquanto a subiria, trocaria olhares com uma garota peituda ao lado de uma criança aos prantos. Entretanto, não conseguiria parar o veículo, distanciando-se dos mesmos sem poder fazer nada.

 

@Bills

 

— Tão fofa!

 

Comeriam bastante, até que o homem se despediria de Yukiko, deixando-a sozinha no porto até que zarparia. A mesma encontraria diversas atrações, tal como uma vidente, lojas de artigos mágicos, etc. Estariam num bairro de imigrantes ciganos, caracterizado por uma pobreza maior do que o resto da ilha, apesar de um doce cheiro de incenso que ofuscaria todo o cheiro ruim do lixo das docas. Poderia fazer o que bem quisesse, dependendo dos motivos responsáveis por sua chegada na ilha. Por sua mente infantil, tudo pareceria tão atraente, que provavelmente gastaria bastante tempo ali. Ademais, após explorar tal cenário, inevitavelmente encontrará um garotinho chorando ali. Ele se aproximaria da Yukiko, se esfregando na perna da mesma. 

 

— Hey, hey, onee-chan!... — Estaria em prantos, soluçando e chorando até que conseguiria formular uma frase. — GLUP, GLUP. Mi-minha mãe... eu pe-perdi... BUÁAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!

 

Poderia escolher guiar aquela criança para sua mãe ou simplesmente abandoná-la, entretanto, não teria muito o que fazer ali. Entretanto, ela continuaria chorando até que diversos civis encarariam com asco a viajante, crendo que ela fez a criança chorar ou algo assim. Sentia que caso o abandonasse, seria linchada pela população local, o que não seria uma oferta tão atraente, diga-se de passagem. Ademais, o céu estaria belíssimo, e veria um rapaz jovem saindo de carruagem junto com um homem de chapéu esverdeado, trocando olhares com o mesmo. Entretanto, não teria lá muito espaço, afinal, as pessoas já começariam a aglomerar-se caso a mesma não fizesse a criança parar de chorar. Além disso, não veria sinal aparente de sua mãe.

 

"Hey, o que essa peituda fez com a criança? Vamos ver"

"Pobre criança, sendo vítima de uma delinquente..."

"Será que é uma mãe abandonando o filho?"

 

Esses e outros sussurros seriam audíveis para Yukiko, enquanto que a criança não pararia de falar: — MAMÃE! MAMÃEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE! BUÁAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!

 

 

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O gentil homem lhe convidaria para se estabelecer em sua casa, lhe oferecendo o tão cobiçado bolo, água e moradia. O jovem logo pensaria no quanto o companheiro de trabalho era airoso e não pensaria muito para aceitar seu convite. " - Muito obrigado senhor, aceitarei com muito prazer a sua proposta. Desde já muito obrigado. " - Diria fazendo referencia ao mais velho, demonstrando sua grande gratidão. Continuando o discurso o homem comentaria a respeito da ilha. Segundo ele, a ilha era extremamente linda, porém exista conflitos internos no coração da ilha, lugar onde ficava sua casa.  Noah se questionaria ainda mais sobre do que se tratava tais conflitos, e sobre o que o homem esperava conseguir voltando para casa, seria ele alguma figura importante na ilha e esperava dar um jeito na situação? Sem pensar muito o jovem continuaria a escutar o homem que logo se apresentaria como Yorosuke.

 

" - Prazer em conhece-lo senhor Yorosuke. Me chamo Noah, Noah Romanov. Espero que possamos nos dar bem, e novamente muito obrigado pela gentileza. " - Se apresentaria de volta, cumprimentando-o com as duas mãos com um grande sorriso em seu rosto. Logo em seguida o homem lhe disse que havia levado uma flechada no joelho, e esse era o motivo de ter deixado a ilha, no entanto o jovem não entenderia o significado daquilo, afinal ele andava normalmente. Após as apresentações ambos voltaram a trabalhar até a hora do almoço, Noah manteria aquele seu jeito brincalhão durante o resto do trabalho. Durante o almoço, esse que tinha muitos frutos do mar para a refeição. O jovem comeria calado escutando certas coisas, como certas disputas territoriais que aconteciam pela ilha. Após terminar de comer o jovem cumprimentaria todos ali e agradeceria pela estadia, Noah faria questão de fazer uma reverencia para o capitão do navio, dizendo que era muito grato pela oportunidade e que fora uma honra trabalhar no local durante estes dias, além do mais o jovem diria que o mesmo estaria em suas orações e esperava que as coisas dessem para ele.

 

Após descerem do navio Yorosuke logo alugaria uma carroça, que por sinal custaria uma bela quantidade de dinheiro, o jovem se ligaria nesse detalhe. Muito feliz e animado o rapaz confiante anunciaria que eram 13 horas, e muito provavelmente chegariam em sua casa antes do amanhecer. Com ajuda do homem subiria na carroça e de lá partiriam em direção de sua moradia temporária. " - Muito obrigado Yorosuke, que tenhamos uma boa viagem. " - Diria num tom feliz olhando para as redondezas. Ao subir na carroça Noah trocaria olhares rapidamente com uma garota de olhos de duas cores, que tinha grandes pares de mamas, que lhe o lembravam da Madre Superior, no entanto não entanto não ficaria preso naquilo e logo voltaria a sua curiosidade a respeito da ilha. Ele distrairia com seus malabares durante o percurso, o jovem também  prestaria atenção e se atentaria aos detalhes da ilha. Caso achasse algo interessante o que lhe chamasse a atenção, não excitaria em questionar seu companheiro a respeito de tal. Além do mais, o pequeno palhaço esperava poder questionar mais o homem a respeito da ilha quando chegassem a casa de Yorosuke.

 

@Yanhua

 

 

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Ao alcançar o meu destino após meu último contato com o velho, observaria o novo ambiente ao redor. Eu não faço a menor ideia de porque estou aqui mas sou uma Garota Mágica, então... todas as coisas ocorrerão para meu bem (?). Nada para se preocupar; enfim, dentre os vários estabelecimentos por ali que com certeza vários chamaram minha atenção mas não quero digitar tudo pra não virar um muro, um me chamaria a atenção: O da (o) Vidente. Talvez ela tivesse um poder igual o meu. Impossível? Com certeza, mas não posso afirmar nada pra não tomar auto-hit. Com Hanabi guardado e as duas mãos entrelaçadas em minhas costas, iria de encontro a / o tal vidente.

 

— Palmeiras... mundial? — Indagaria para o / a proprietário (a) do local. Uma pergunta muito difícil, mesmo para um vidente. Por que? Não sei. Certamente há alguém me controlando de algum lugar muito distante e me fazendo falar essas coisas para divertimento próprio. Eu diria sádico, mas se for o faso foi esse "Alguém" que me criou e seu ato incentiva a felicidade. Ou seja... incrível! Se a resposta for positiva irei me surpreender. Acho.

 

E batendo perna por aí iria trombar numa criança que de repente começaria a chorar, gaguejando e se esfregando nas minhas pernas. Isso imediatamente chamaria toda uma multidão em nossa direção, aparentemente furiosos. Como eu tô sem tempo e preguiça não vou descrever mil linhas de diálogo cortados pra consolar o pivete e só irei emprestar Hanabi para que ele segurasse e posicionar minha mão sob seu rosto com um sorriso positivo, ignorando os figurantes do cenário. — Mãe... como? — Perguntaria a ele uma descrição física da mãe dele. Assim que falasse (Se for) ativaria meu Haki da Observação para procurá-la. Obviamente não a acharia fisicamente, mas a silhueta da sua aura é a forma que pretendo utilizar na busca.

 

Se não achasse sua aura de primeira (O que provavelmente vai acontecer) irei segurar sua mão e andar por aí até que ele achasse de vista e / ou eu notar uma silhueta que fosse o mais fisicamente próximo do que ele me descrevesse. Simplesmente ignoraria todos os outros civis. A felicidade da criança por enquanto é mais importante. Farei a deles posteriormente, talvez. E só pra finalizar como de costume, se alguém avançasse em mim iria tentar desviar e vazar dali. — Segure... — Balbuciaria, claramente me referindo à segurar firme em minha mão. Assim não nos perderíamos um do outro.

 

Ah é, eu me bati com o amigão ali. Mas ninguém liga pro Hajime então whatever.

 

Habilidades Utilizadas:

Spoiler

Haki da Observação
Rank: B [100];
Descrição: 

  • Haki Proficiente: Mais habituado aos poderes, consegue acessar sua capacidade extrassensorial mesmo sem se concentrar;

  • Forma Passiva: Pode sentir presenças num raio de 20 metros, captando suas movimentações com uma noção básica da direção em que estão em relação ao usuário. Ou seja, se estão à direita, à esquerda, à frente, atrás, acima ou abaixo. Também é possível ter uma noção dos poderes das auras, mas apenas se são mais fortes ou fracas que a sua;

  • Forma Ativa: Varre um raio de 30 metros, detectando e se concentrando em até uma aura por vez. Caso o alvo se mova, consegue sentir que algo aconteceu com uma noção aproximada da direção em que estão em relação ao usuário. Ou seja, se estão à direita, à esquerda, à frente, atrás, acima ou abaixo;

  • Buff Base: 10% dos pontos do Haki em Agilidade ao desviar ou reagir para bloquear;

Especializações: N/A.

 

@Yanhua

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@Sovereign Hajime

 

O caminho demonstraria ser ligeiramente calmo, porém, calmo até demais. Gradualmente veriam um movimento de êxodo rural para o litoral, que se somado com a superpopulação da cidade que atracariam, dariam informações notáveis para se compreender o que estaria de fato acontecendo na ilha. Conforme adentrariam a ilha, observariam que o número de pessoas se reduziria drasticamente, até que sobrariam poucas almas vivas além dos animais que habitariam aquele ambiente florestal, que gradualmente se tornaria cada vez mais frio. Algum tempo depois, chegariam numa espécie de clareira, com o intuito de alimentar o cavalo. Apesar da paz inicial, seria possível se escutar uma certa movimentação no mato. A movimentação, que outrora seria uma, já se tornaria várias, e a tensão se tornaria cada vez mais presente no local.

 

— Para trás.

 

Indicaria Yorusuke, projetando seu braço em direção aos seus companheiros, aproximando-se cada vez mais da parede. Conforme o tempo passaria, a tensão romperia no surgimento de três bárbaros. Todos possuiriam um visual selvagem, vestindo roupas de frio cobertas por peles de urso, além de longos cabelos e barbas. Eles seriam idênticos, possuindo variações apenas na tonalidade de seus cabelos. Um teria cabelos pretos, outro loiros e outro ruivos, e todos estariam equipando machados para assaltar quaisquer indivíduos que adentrariam seu território. A ilha estaria de fato extremamente confusa, tal como qual território seria do povo da primavera e qual seria o dos Vikings, e aparentemente cairiam em seu território, para seu azar.

 

— Kukuku. Não sabia que conseguiríamos três escravos, um cavalo e mantimentos tão de graça assim. O chefinho amará isso!

 

— Ora ora, meu irmão. Não se anime tanto. Será que esses daí aguentariam alguns dias sendo escravos? Olhe o aspecto do garoto e o do velho. Apenas o esquisitão do chapéu nos dará algum lucro.

 

— Calem-se. Vamos fazer nada mais que o necessário. Vocês escolheram uma hora ruim para entrar aqui, e pagarão caro se resistirem. Se entreguem para nós, e ninguém se machucará... tanto.

 

Eles não pareceriam tão dispostos a fazer muitas concessões. Yorusuke cruzaria os braços, e talvez a decisão entre entregar-se ou lutar estaria nas mãos do Noah, a não ser que ele quisesse aguardar pela ação dos Vikings ou Yorusuke. Entretanto, enquanto isso, o clima de Guerra Fria continuaria ali.

 

@Bills

 

— Palmeiras não ganhará mundial. Ao menos dentro do prazo de validade do meu globo, ou seja... 20 anos.

 

Após a fala um tanto quanto decepcionante para o interlocutor fora da quarta parede, Yukiko trataria do problema envolvendo a criança. Ela falaria as características da mãe, no entanto, seria impossível ver sua aura apenas com isso, então a procuraria até que encontrasse. Numa cena extremamente genérica, a criança soltaria a mão da protagonista, correndo até sua mãe, que agradeceria à garota. A criança também ficaria grata, dando-lhe seu saco de doces. Tudo pareceria muito bom, afinal, agora os cidadãos não a encarariam mais como uma peituda delinquente, e sim como uma heroína. Ademais, teria um circo de rua nas redondezas com um canhão perto de Yukiko, e os mesmos estariam prestes a conduzir um show. Enquanto isso, seria possível escutar no fundo:

 

— HAJIME SEU FILHO DA PUTA! VOCÊ ME TRAIU COM MINHA IRMÃ?!?!?!?!

 

Uma mulher surtaria com um caso de adultério, correndo atrás do homem com uma panela. O mesmo se moveria com uma extrema perspicácia e habilidade pelos civis que contemplariam o espetáculo. O palhaço colocaria foco no pavio do canhão, mas todos parariam para ver o barraco. A mulher lançaria uma panela, e antes que a protagonista pudesse reagir, seria atingida em cheio na cabeça pelo objeto metálico, dando três piruetas e caindo com a cara dentro do canhão e ficando presa, igual aqueles pornôs da brazzers.

 

— Como você ficou presa aí, Onee-chan?! — Falaria a criança

 

O palhaço também ficaria hipnotizado com uma vista quase erótica, certamente tratando-se de um tarado. A criança e a mãe ficariam olhando com pavor para aquela cena extremamente bizarra, e o canhão logo viraria, apontando para o céu. Paralelamente, a moçoila não conseguiria escapar, e muito provavelmente o desespero se tornaria cada vez maior.

 

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"Então nem mesmo um vidente é poderosoo suficiente para prever o mundial do Palmeiras. Isso significa que eu realmente sou especial. Subarashi!" - Faria um monólogo interno com certa empolgação usando de uma comparação bem "???" que parece mais expressar a opinião de outra pessoa do que o que eu realmente penso. Ás vezes me bate a sensação de estar sendo controlada por algo ou alguém. Provavelmente não estou e essa parte só foi pra botar mais linha no post. Pfv não me tira ponto por encher linguiça. Me desculpa por ser jogador de lol :c.

 

— Feliz. — Balbuciaria em resposta ao ato da criança de me dar doces, supondo que agora ela estivesse feliz por ter encontrado sua mãe após o mestre anular todas minhas ações com uma pré-programação dos acontecimentos indicando que até mesmo se eu colocasse no post que ia passar o turno inteiro comendo terra acabaria numa cena de stepsister da Brazzers. Com dor no crânio e ignorando isso porque sim, com serenidade diria. — Hajime... fracassado... — Após minha opinião sobre a forma como o nome me soava e fazendo uma teoria mental unindo esse fato mais a possibilidade da "traição", Hajime é um fracassado.

 

E pra tentar escapar do canhão unicamente pra não perder ponto por efetividade fora de combate mesmo sabendo que vou me arrombar ativarei o Haki da Observação pra enxergar as auras mais próximas e poder gesticular um "Me tira daqui". Ficou tudo escuro do nada e eu não faço a menor ideia de onde eu me meti. Obviamente o mestre vai atirar porque essa aventura é um shitpost então esse parágrafo vai ser inútil. Também tem a possibilidade da trollada mas whatever.

 

— Escuro... noite? — Indagaria naquele breu até então sem entender onde [email protected]%&#*$ eu tô. 

 

Habilidades Utilizadas:

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Haki da Observação
Rank: B [100];
Descrição: 

  • Haki Proficiente: Mais habituado aos poderes, consegue acessar sua capacidade extrassensorial mesmo sem se concentrar;

  • Forma Passiva: Pode sentir presenças num raio de 20 metros, captando suas movimentações com uma noção básica da direção em que estão em relação ao usuário. Ou seja, se estão à direita, à esquerda, à frente, atrás, acima ou abaixo. Também é possível ter uma noção dos poderes das auras, mas apenas se são mais fortes ou fracas que a sua;

  • Forma Ativa: Varre um raio de 30 metros, detectando e se concentrando em até uma aura por vez. Caso o alvo se mova, consegue sentir que algo aconteceu com uma noção aproximada da direção em que estão em relação ao usuário. Ou seja, se estão à direita, à esquerda, à frente, atrás, acima ou abaixo;

  • Buff Base: 10% dos pontos do Haki em Agilidade ao desviar ou reagir para bloquear;

Especializações: N/A.

 

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- Sonic's the name! Speed is my game!

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