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[Lankar] The Surviving Rose


Zaza Wallenstein
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Eli acompanhou todo o movimento da estranha mulher, quando foi pega de surpresa pelo ataque repentino. A inventora puxou o seu outro martelo do cinto ( o martelo de rank B) e deu um salto para trás, procurando evitar o primeiro golpe da espadachim.

 

- TU É MALUCA??? O QUE EU FIZ PRA VOCÊ??

 

O sangue da Eli começou a esquentar no momento que ela recebeu um ataque de surpresa. Não sabia o motivo da hostilidade daquela mulher, mas a marine soube responder muito bem ao comentário da "guardiã":

 

- VOCÊ REALMENTE VAI VER ALGUÉM FERIDO!!!! OU NÃO, JÁ QUE DEVE ESTAR DESMAIADA DE TANTO APANHAR!!!!!!

 

E com os olhos cheios de fúria, Eli partiu pra cima da outra mulher (bem waifu, por sinal...). Ela iria tentar atacar a região do crânio da adversária, mesmo isso sendo uma tarefa muito difícil. Se algum outro corte fosse feito na direção da inventora, ela utilizaria os seus martelos para bloquear o golpe e efetuaria alguns golpes físicos básicos(chutes, trombadas ou o que desse pra fazer no momento...) para afastar a espadachim dali. Não seriam golpes físicos para finalizá-la, mas sim para afastá-la mesmo (e se ela der brecha, continuar com o ataque na direção do crânio dela).

 

- VÊ SE NÃO DESMAIA QUANDO EU TE DERRUBAR!!! TENHO UM BILHÃO DE PERGUNTAS PRA FAZER!!!!

 


 

@Zardook

kkkkkkkkk eae men :lol:

 

 

Edited by Joe Portiolli

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O dia havia sido completamente atolado em trabalho. Muita papelada referente à última investida contra Boris na prefeitura. Felizmente tudo deu certo no final. Apesar de não saber exatamente o paradeiro dos prisioneiros, suas reais motivações ou mesmo as consequências imediatas de suas ações, Eli ainda teve que fazer vários relatórios sobre tudo o que aconteceu. Não que tenha sido um problema para a agitada inventora, mas definitivamente incomodava sua curiosidade ser privada de tanta informação

-- Sim senhora! - respondeu com a mão na testa o Zatsuyou Timon á Ittouhei quando ela saiu do quarto - Ele lhe espera na sala XII! Acompanharei a senhora até lá, por favor me siga.    Depois de estranhar a informação de qual era a sala, sabendo que aquela não era a sala do comodoro William, Eli seguiu o rapaz. Timon na realidade já era conhecido da inventora. Ele era um marinheiro de baixa patente, não tinha muita condição física e raramente ia para a frente de batalha. Contudo, o rapa

"- Ah, é o Timon. Ele tá bem agitado hoje..."   Foi o que Eli pensou, quando se encontrou com o Zatsuyou. O jovem marine disse a sala onde William se encontrava e, também, ofereceu a sua companhia até o lugar. Eli estranhou a princípio, já que a sala XII não era do Comodoro William.   - Sala XII??? Por que lá??   Mesmo fazendo essa pergunta, Eli seguiu Timon até o lugar indicado. Não demorou muito tempo para que os dois chegassem na sala. Eli ficou ainda mais descon

Quase que em cima da hora demais, Eli dá um salto para trás depois de puxar seu martelo. Ao mesmo tempo, a mulher de cabelos azuis passava sua espada com força pelo lugar onde a inventora estava há pouco. Um leve vendo bateu em Eli saindo da espada; não chegou a cortá-la ou feri-la, mas dava pra perceber que a mulher tinha uma boa habilidade com aquela espada. 

 

Com o avanço repentino da ruiva, a guardiã recuou um pouco, ela não esperava tamanha disposição e reflexos de uma pessoa aleatória aparecendo em seu templo. Num instante Eli já estava em cima de sua oponente bradando um dos martelos na direção de sua cabeça. Rapidamente a mulher abaixou sua cabeça e girou para o lado, escapando do ataque por pouco e já iniciando um seu contra a lateral do abdomen de Eli. 

 

Não esperava ela, contudo, encontrar um martelo parado em seu caminho, interrompendo completamente o ataque e a segurando por um instante. Nesse mesmo momento Eli já moveu sua perna para chutar a da amiguinha e acertou por pouco, já que a mesma já havia iniciado um salto para trás. Desequilibrada pelo contratempo em seu movimento, ela pousa de forma bem torta e tropeça, dando mais uma cambalhota para trás antes de parar novamente de pé, mas um pouco agachada, olhando para Eli com um ar sério. 

 

 -- Você é melhor do que eu esperava... talvez eu consiga até me divertir um pouco antes de acabar com você. 

 

Ela pôs sua espada do lado do corpo e se colocou ereta, claramente se preparando para atacar. Antes que qualquer preparação fosse feita, a garota de cabelos azuis saltou na direção de Eli com a espada à frente, pronta para atravessar seu corpo com um ataque certeiro no estômago, mas ainda havia uma pequena brecha de movimento para Eli agir e se livrar, daquela oponente.

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- Pft, NÃO VÁ SE ACHANDO SÓ PORQUE CONSEGUIU EVITAR UM ATAQUE MEU!!!!

 

Eli manteve os seus olhos fixos nos da adversária e esperou pela proximidade do seu ataque. Quando a mulher chegasse numa distância que fosse próxima, porém segura para não tomar um golpe, Eli se jogaria para o lado esquerdo e arremessaria o Martelo Rank C contra o corpo da mulher (ela tentaria focar na região que vai do rosto até o peitoral da mulher). Se ela se esquivasse, ou tentasse bloquear o golpe, Eli iria avançar com o seu Myjolnir para acertar a sua cabeça. Para esse ataque, Eli iria ligar a corrente elétrica do seu martelo (Se a oponente bloqueasse o golpe, poderia receber uma descarga elétrica). Se a Eli conseguisse acertar a primeira martelada na mulher, ela iria complementar com um ataque direcionado a cabeça da adversária (com a intenção de derrubá-la).

 

- DIGA ME QUEM É??? E POR QUE ESTÁS NESSE LUGAR QUE PARECE VAHALLA?!?!

 


 

@Zardook

CARACA BORRACHA MANO. É ASSIM QUE QUER BATER NOS PULIÇA??

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Com a pequena abertura que conseguiu, Eli logo saltou para o lado arremessando Baragaki contra a mulher. Sem ter tanto tempo quando a inventora para desviar ou defender, a espadachim pôde somente erguer um pouco o braço para impedir que o martelo se afunda-se no seu crânio, mas acertando-a em cheio no ombro e a fazendo recuar um instante com o braço cobrindo o rosto.

Quando os cabelos azuis sairam da proteção de seu braço Eli já estava quase na sua frente com o martelo erguido e carregado pronta para um movimento descendente que esmagaria sua cabeça. Ela erguei a espada a tempo para bloquear o movimento, provocando um encontro de metais estrondoso. A defesa da guardiã havia sido por pouco mas certeira... ou teria sido, se ela não tivesse recebido uma descarga elétrica por todo o seu corpo. 

 

 -- AAAHH!

 

O berro foi bastante alto enquanto ela era jogada para trás não mais de um metro, mas o suficiente para fazê-la cair no chão e ter que agir muito rapidamente numa cambalhota para trás e mais um salto em seguida. 

 

As duas estavam com uma boa distância agora, cinco metros que poderiam ser cobertos pelo movimento de qualquer uma das duas em míseros instantes, mas elas ficaram se encarando por alguns instantes. 

 

 -- É... - dizia ofegante aquela que, indubitavelmente, estava mais cansada e ferida das duas - ...você realmente é melhor do que eu pensei. Te darei permissão de saber meu nome então, marinheira. Meu nome é Navil, e você está no único lugar em Lankar onde realmente adoramos a deusa Kharsís, diferente desses fracotes que brincam lá em cima. Isso tudo em breve será revelado e explicado, mas temo que você não estará aqui pra vê-lo!

 

Navil respirou fundo. De alguma forma, sua estatura parecia aumentar. Suas pernas dobraram-se levemente para trás, o tecido que cobria seus braços rasgou e caiu no chão em maior parte, tudo enquanto todo o seuu corpo se cobria numa coloração semelhante à de seu cabelo, mas como um pelo. A armadura acompanhou o corpo como se fosse feita especialmente para essa mudança. Por fim seu rosto tomou uma forma mais felina ao mesmo tempo em que também era coberto pelos pelos. 

 

 -- Contemple a Neko Neko no Mi modelo Pantera. Não queria ter que usar isso contra você, mas você se mostrou merecer. Agora vamos brincar de verdade. 

 

Foi instantâneo. Muito mais rápido do que Eli podia esperar ou se planejar contra, Navil já estava na sua frente bradando a espada contra si. Em uma espécie de reflexo quase milagroso, a inventora deslocou seu martelo para defender-se do ataque pela lateral, mas sua arma passou sem empecilhos pelo que era uma ilusão criada pela velocidade animal daquela pessoa. Na realidade, ela tinha recuado sua espada e estava prestes a realizar uma estocada contra Eli. 

 

Percebendo isso a ruiva tentou dar um passo para o lado, tentando se desviar desesperadamente do golpe mortal que receberia. Com um quase sucesso, a inventora impediu a espada de atravessar diretamente por seu abdomen, mas acabou com um belo talho aberto em seu lado. Aproveitando-se ainda de sua agilidade superior, a mulher-gata ergueu sua perna e acertou Eli no estômago antes mesmo que a inventora pudesse recobrar direito o equilíbrio. 

 

Caindo e rolando para trás, Eli foi capaz de se colocar de pé, mas não havia dúvidas que aquele ferimento a puxava para o chão. O sangue escorria com força, principalmente depois de ser empurrado para fora pelo chute. A luta tinha acabado de ficar um tanto mais difícil para nossa heroína. 

 


Se pá tenha ficado meio confuso então, resumindo:

Seus dois ataques acertaram de alguma forma, te dando vantagem, mas aí ela tem uma Zoan e conseguiu abrir um belo dum corte no lado da sua barriga e depois te chutou pra longe. 

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- HahahaAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

 

Depois de receber um ataque no lado da barriga, a inventora começou a rir. Poderia parecer maluquice (e realmente era, se fosse analisar o ponto de vista de uma pessoa normal), mas para Eli, aquilo era um verdadeiro desafio enviado pelo seu maior superior:

 

- OBRIGADO ODIN!!!! CHEGOU A HORA DE MOSTRAR A VERDADEIRA FORÇA DA VALQUÍRIA!!!!! - Enquanto gritava, Eli bateu palmas para criar um escudo de biscoito. Para essa situação, a Marine iria criar um escudo que fosse do tamanho do seu corpo. Era claro que nem tudo era flores e, mesmo dando uma de durona, Eli havia sentido aqueles golpes.

 

"- Se Lóris estivesse aqui, esse ferimento não seria nada..."

 

Mesmo estando no "modo valquíria", Eli começou a se lembrar dos seus amigos que havia deixado para trás. Rosto por rosto, ela se lembrava de cada situação que havia passado anteriormente com eles. O mais curioso nisso, é que tudo não passou de milésimos de segundos.

 

"-Tch, não posso perder o foco. Tenho que ganhar essa luta!!!"

 

Seja como Valquíria, ou como Eli Kinsley, ela não gostaria de sair daquele luta como uma derrotada. Ela tinha que se provar que ainda possuía um valor. Nem que fosse pequeno, ou até mesmo quase nulo.

 

- NAVIL, É HORA DA VALQUÍRIA BRILHAR!!!

 

E avançando com o seu escudo a frente, Eli tentou fazer um ataque frontal contra a mulher pantera. A jovem Ittouhei não sabia se Navil tinha percebido, mas ela trazia dois soldados biscoitos ajudantes. No momento que criava o seu biscoito escudo e o empunhava, Eli comandou para que um soldado biscoito pulasse na direção do rosto da mulher, enquanto que o outro pegasse o estilhaço do trem rubro e o tentasse fincar no pescoço dela. Só que eles deveriam fazer essa combinação, na hora que Eli começasse a fazer a investida com o escudo.

 

Se Navil perdesse a sua atenção com qualquer uma das investidas (seja tomando uma trombada do escudo, ataque de um dos biscoitos, ter quebrado o escudo biscoito sem causar dano na Eli, etc), a inventora iria dar uma martelada (com uma nova carga elétrica) na direção do crânio dela. Mesmo se ela não perdesse a atenção, Eli não iria recuar da investida. A diferença é que ela tentaria fazer com o que o escudo fosse atacado primeiro para, poder assim, direcionar o ataque para o crânio (com a eletricidade ligada)

 

E se nada desse certo??? A marine pularia para trás (ou se jogaria para o lado), para tentar escapar dos golpes e tentaria procurar um lugar que estivesse numa distância segura da adversária.

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A luta tomou um rumo novo quando ambas as combatentes decidiram expor o poder de suas frutas. Vendo a criação daquele estranho biscoito a partir de um bater de palmas assustou a mulher-pantera em um primeiro momento mas ela logo compreendeu que deveria ser arte de uma Paramecia. Não só isso como a atitude insana da valquíria estavam começando a incomodá-la, mas se esforçava para manter o foco na batalha. 

 

Com a clara declaração de guerra de Eli, Navil sorriu e também saltou em direção ao confronto. Quando ambas se aproximaram logo os biscoitos apareceram de trás do escudo e Navil tomou um belo susto. Contudo, com sua agilidade felina aumentada, ela facilmente mudou seu movimento e lançou os dois bonecos para os lados com um corte que felizmente não os decepou no meio mas os jogou longe. 

 

Em um último instante ainda, extremamente próxima de se chocar contra a parede de biscoitos, Navil pôs toda a sua força em um segundo corte horizontal voltando do primeiro e, claramente excedendo os limites de seu corpo, cortou aquele escudo no meio de forma limpa, ainda fazendo um pequeno corte no braço de Eli que o segurava. 

 

Entretanto, Navil acabou sendo a surpreendida. Ela cria piamente que, após gastar seus esforços pra destruir aquele escudo, teria um caminho livre para acertar a inventora de forma certeira. Contudo, o que aconteceu foi o contrário. Com o escudo fora do caminho, Eli já estava com seu braço erguido e se preparando para realizar um fortíssimo golpe elétrico descendente no crânio felino da mulher de pelos azuis. 

 

Os olhos de Navil se arregalaram, ela podia ver aquele martelo descendo em sua direção com algumas faíscas elétricas saindo dele. A valquíria observava esse olhar com felicidade, ela também sabia que não havia tempo para a mulher gato desviar, por mais rápida que fosse. Aqueles momentos passavam em câmera lenta enquanto ambas as partes esperavam o término definitivo da luta. 

 

 -- Opa.

 

E o clima passou. Como se tivesse saído do nada, uma mão alcançou Myjolnir e o parou no ar, segurando-o para que não acertasse a cabeça de Navil alguns centímetros fora do alcance. Em um rápido reflexo a mulher gato deu um passo para trás. Seu pelo estava cheio de suor e seus olhos ainda estavam enormes olhando para o martelo que quase tirou sua vida. Já de volta ao mundo real, Eli também foi capaz de mudar seu foco e olhar para a pessoa que segurava seu ataque. 

 

 -- Eu esperava mais de você Neko-chan.- dizia ele para Navil com toda a calma e tranquilidade do mundo. 

 

Toda a eletricidade que a inventora sabia estar passando para a mão daquele homem, toda a força que Eli aplicava naquele ataque, ele parecia aguentar ambos como se não fosse absolutamente nada. 

 

 -- Huhum! Você já pode parar de me dar choque senhorita Eli. Não está adiantando nada mas ainda assim me incomoda um pouco. 

 

Ao dizer isso, o rapaz moveu seu corpo com extrema agilidade e deu um chute na barriga da inventora que a jogou do outro lado da sala, fazendo-a também soltar o seu martelo e deixá-lo na mão daquele estranho. 

 

 -- Você se saiu melhor do que eu imaginava, mas não posso simplesmente deixar você matar uma fiel assim. - disse ele soltando o martelo no chão e o deixando ali. 

 

 -- Senhor Claudius! Perdão! - Navil falava com medo nos olhos; não dava para entender se o medo ainda era da sua morte iminente ou do homem que se aproximava dela, mas claramente ele o respeitava muito pela forma de falar e se curvar levemente diante dele - Eu precisei da sua ajuda mas, por favor, me perdo-UGH!

 

Ela cuspiu algum sangue depois de receber um forte soco na barriga desferido pelo rapaz. Ele a soltou no chão e ela ficou ali caída, desmaiada.

 

 -- Você me decepcionou, mas lido com você depois. Agora você... - ele se virou para Eli novamente. 

 

A inventora estava caída no chão, ofegante. O sangramento havia aumentado de forma exponencial e se somado ao dano que aquele soco causou em seus órgãos internos. Morte era algo quase certo para ela naquele momento, principalmente sem sua companheira médica ao seu lado. Claudius, no entanto, se aproximava vagarosamente dela com um pequeno sorriso no rosto. 

 

 -- Você realmente foi muito bem nessa luta. Merece meus parabéns. Não esperava que você fosse ser tão útil, mas acabou se provando melhor do que eu imaginava. Tenho certeza que será mais útil do que aquele outro inventorzinho irritante. 

 

Ele a alcançou e pegou seus cabelos. Por algum motivo, por mais que tentasse, Eli não conseguia mover um músculo sequer, nem mesmo falar. Se buscasse por seus bonecos perceberia que estavam ambos completamente esmigalhados no chão. Ele puxou-a pelos cabelos ruivos até erguê-la do chão e colocá-la na sua altura. A dor de ter seus cabelos puxados era incômoda, mas não chegava perto da dor que já sentia de seus ferimentos.

 

 -- Mas não se preocupe, Eli-san, - nesse momento, olhando nos olhos daquele homem, a inventora começou a sentir um enorme cansaço e um sono incontrolável que fechava vagarosamente os seus olhos à força - no final, você não se lembrará de nada.

 

------ Ela apagou ------ (pause a ost para ouvir a próxima por favor)

 

 

 

 -- Vão, vão, vão!! Chamem algum médico! Não podemos deixar a capitã assim e nem movê-la com esses ferimentos! 

 

A cabeça de Eli parecia que ia estourar. Uma dor excruciante tomava todo o seu corpo enquanto ela acordava. Podia sentir que havia poeira eu seu rosto enquanto abria os olhos e cospia alguma da sujeira em sua boca. 

 

 -- Onde está o Comodoro? Alguém sabe me dizer onde ele está?

 

Ela ouvia vozes ao seu redor que gritavam desesperadas e apressadas. Um barulho de desabamento seguiu, causando o que ela entendeu como um movimento de algumas pessoas na direção do ocorrido. 

 

 -- Ninguém sabe onde está William?!

 

 -- Ele ainda está enfrentando aquele doido nos trilhos do trem! As ordens dele são de não se aproximar em hipótese alguma!

 

Fazendo alguma força e resistindo bastante à dor que vagarosamente passava, Eli foi capaz de se erguer um pouco do chão e abrir melhor os olhos. Bateu a poeira de sua roupa e de seu rosto enquanto se levantava propriamente. Se olhasse ao redor poderia ver que a maior parte da cidade ao redor dela estava completamente destruída. Prédios estavam derrubados ou desabando, haviam alguns focos de fogo em volta e, principalmente, o que chamou mais atenção dela e chamaria de qualquer ser humano na face da terra: um robô humanoide estrondosamente grande ajoelhado e apoiado em sua espada.

 

Enquanto ainda tentava crer no que via, uma forte pontada passou por sua cabeça e a faz se contorcer de dor. Se tentasse, seria incapaz de recuperar a grande maior parte de suas lembranças. Tinha memórias vagas de sua família e de coisas relativamente recentes que ocorreram até seu encontro com um tal de Claudius. Lembrava da luta contra Navil e do templo em que estava mas não tinha a menor ideia de como chegou ali. Lembrava de Naganda, Canvas, Timon e mesmo de William, mas não conseguia se recordar de mais nenhum de seus companheiros da marinha. Na verdade nem ao menos lembrava como entrou na organização, sabia somente que era parte dela, de alguma forma.

 

Com a dor passando novamente e Eli tentando se conformar com o que parecia ter sido uma espécie de amnésia, ela começou a voltar a si e reparar no ambiente. Passava os olhos naquele robô tentando se lembrar de alguma coisa que aconteceu a si nos últimos anos mas nada vinha à sua mente. Ela supôs que teve amigos em algum momento, supôs que teve sucessos e falhas dentro da marinha e que teve formidáveis oponentes em sua carreira. Contudo, apesar de crer que tudo isso era verdade, não tinha qualquer lembrança, laço ou sentimento relacionado a essas coisas. Era quase como se realmente não tivessem acontecido. 

 

Esquecendo isso por um instante, ela prestou mais atenção naquela máquina que tanto lhe chamava a atenção. Era enorme, mas parecia já estar desligado. Não havia luz ou som algum saindo daquela criatura, além de diversas avarias e buracos em sua estrutura. Cravado no que seria a cabeça dele, inclusive, um pequeno projétil verde parecia ter aberto uma mini cratera naquele robô. Por acaso o projétil estava ligado a um fio de aço que, se Eli seguisse com os olhos, levaria a outra imagem chocante.

 

Olhando para o outro lado, Naganda estava visivelmente ferida e acabada. O fio de aço se ligava ao cotovelo da capitã, dando a entender que o projétil seria uma parte de seu próprio braço de metal. Ela estava desmaiada em um monte de escombros de um grande prédio que aparentemente esteve ali em algum momento. Várias feridas cobriam seu corpo e alguns marinheiros a cercavam preocupados. Um deles já era conhecido de Eli, Timon, de quem ela tinha algumas brandas e fúlgidas memórias. 

 

Passando à sua direita mas a uma certa distância, ela também pode ver alguns civis acompanhados de um alto e forte homem com um braço de metal, aparentemente fugindo do prédio que havia acabado de desabar. 

 

 -- Soldado, leve esses civis para algum lugar seguro! - disse o homem com uma voz grossa a um dos soldados perto de Timon.

 

 -- Sim, senhor!

 

 -- Tenente Comandante Glorium, já chamamos ajuda para a Capitã Naganda. Me perdoe dizê-lo mas eu acredito que devamos ignorar as ordens de William e irmos lá ajudá-lo!

 

 -- De forma alguma! Aquele homem está muito acima do nosso nível e talvez até do de William. Se ele nos pediu para não nos aproximarmos não é só porque nós podemos nos ferir, mas nós vamos acabar é atrapalhando ele. Temos que seguir cuidando das coisas aqui e esperar que ele seja capaz de derrotar aquele maluco.

 

 -- ...sim senhor... - respondeu Timon exitante e incomodado. 

 

Então ouviu-se uma explosão que chamou a atenção de todos. Aparentemente havia ocorrido há uma quadra dali. Imediatamente o Glorium Shousa já puxou Timon pelo braço e começou a correr na direção da explosão sem nem ao menos reparar em sua volta o mesmo ver que Eli estava ali.

 

 -- Vocês ficam aqui cuidando da minha irmã! Timon, venha comigo!

 

 -- Sim senhor!

 

A situação estava realmente catastrófica, e não parecia que ia melhorar muito tão cedo.

 


 

Repetindo e aumentando a lista:

Timon: Turquesa

Naganda: Verde Escuro

William: Azul (normal)

Navil: Azul Marinho B

Claudius: Tijolo de Fogo (?)

Glorium: Verde Escuro B

Random: Cinza 3

Edited by Zardook

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Aquela batalha estava seguindo por um rumo que era do total agrado da nossa Marine. Não pela situação favorável, mas sim por ser uma luta justa entre duas pessoas extremamente determinadas.

Valquíria poderia estar com o sangue quente, por causa de combate, mas o seu interior possuía a excitação de uma mulher que estava lutando com o seu melhor:

 

- NEM TUDO É RESOLVIDO COM FORÇA...

 

Foi o que Eli disse, quando viu a sua adversária cortar o escudo. O plano havia seguido conforme o planejado e aquela era a hora de dar o golpe final.

 

- POR ODIIIINN!!!!!!!!!!!!

 

Com um sorriso no rosto, Eli finalmente desceu com uma martelada para acertar... nada. Sim, o martelo havia sido parado antes de acertar a cabeça de Navil.

 

- Quem.. É.. VOCÊ?????

 

Os olhos da Valquíria se encheram de fúria ao ver que uma nova pessoa havia chegado no campo de batalha. Ele, além de conhecer a guardiã daquele lugar, também parecia possuir uma grande força (visto a facilidade que teve para segurar o Myjolnir).

 

 -- Huhum! Você já pode parar de me dar choque senhorita Eli. Não está adiantando nada mas ainda assim me incomoda um pouco. 

 

"- O quê?? Ele não está sendo afetado pela eletricida..."

 

Os olhos cheio de fúria da inventora deram para lugar para uma expressão de surpresa. Ela estava começando a perceber a gravidade da situação, quando recebeu um chute que a jogou para o outro lado da sala. O ferimento da barriga começou a doer mais ainda.

 

- MALDITO!!!!!

 

 -- Você realmente foi muito bem nessa luta. Merece meus parabéns. Não esperava que você fosse ser tão útil, mas acabou se provando melhor do que eu imaginava. Tenho certeza que será mais útil do que aquele outro inventorzinho irritante. 

 

- Inventorzinho irri... VOCÊ ESTÁ FALANDO DO..

 

O homem já havia demonstrado a sua força de diversas maneiras. E agora, como se quisesse humilhar mais ainda a inventora, a agarrou pelos cabelos. Ela não tinha companheiros, seus soldados biscoitos estavam quebrados e nem mesmo suas armas estavam por perto. Parecia que para ela, só restava aguardar a morte:

 

- HEHEHE... ESTAREI TE ESPERANDO DO OUTRO LADO. SEU MALDI..

 

Eli não conseguiu completar a sua fala naquela hora. Seus olhos ficaram pesados e ela só  escutou algumas palavras naquela hora. Aquelas, talvez, tenham sido as últimas palavras que Eli Kinsley tenha ouvido.


---- Um novo começo -----

 

 -- Vão, vão, vão!! Chamem algum médico! Não podemos deixar a capitã assim e nem movê-la com esses ferimentos! 

 

- Hã???

 

Uma ittouhei de cabelos vermelhos abriu seus olhos e tentou se acostumar com a luminosidade do lugar. Sua cabeça doía, não se sabe o porquê. Alguma pancada forte?? O barulho alto que estava sendo ouvido naquele lugar???

 

- Pft - A Marine cuspiu alguma sujeira da sua boca e começou a tentar mexer o seu corpo. Logo viu que uma dor consumia todos os seus membros. - Ai...

 

 -- Ninguém sabe onde está William?!

 

 -- Ele ainda está enfrentando aquele doido nos trilhos do trem! As ordens dele são de não se aproximar em hipótese alguma!

 

"- EI, O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI??" - Pensou a mulher, enquanto olhava para a sua mão direita. Ela começou a tentar lembrar o que tinha acontecido antes de ter caído no sono. Naquele momento, ela lembrou da sua adversária anterior e de um homem que era muito poderoso.

 

"- SERÁ QUE ESTOU EM VALHALLA??????"

 

A mulher se ergueu do chão, pegou a sua mala de emergência (a mala estava próxima dela), ajeitou os seus martelos na cintura e prestou atenção no lugar. Sua mente parecia estar muito confusa.

 

"- ISSO AQUI NÃO DEVE SER VALHALLA!!! MAS QUE DESGRAÇA ESTÁ ACONTECENDO???"

 

Nesse momento, a mulher se ligou de um detalhe: No meio de tanta destruição, havia um grande robô humanoide ajoelhado. Ela sentiu uma grande animação em ver aquele robô, mas não sabia o porquê de ter ficado assim.

 

"- Por que essa animação??? EU SOU UMA VALQUÍRIA!!!! UMA GUERREIRA ESCOLHIDA PARA LUTAR CONTRA... OLHAS ESSES DETALHES!!! QUE ESCULTURA MECANIZADA MARAVILHOSA!!!!!"

 

A mulher então parou e, enquanto olhava para o robô, começou a refletir:

 

"- Tá, eu lembro que sou uma Valquíria enviada para lutar contra o mal. Uma família me adotou e eu lutei contra dois oponentes muito fortes num templo de ouro. Mas... EU NÃO TENHO NOME??? E POR QUE EU TO LUTANDO AO LADO DA MARINHA????"

 

A mulher começou a sentir uma forte dor na cabeça e no estômago. Essas perguntas pareciam estar incomodando ela cada vez mais:

 

"- Droga, por que esqueci tudo??? Será que na realidade não existiu nada que eu tivesse que lembrar?? Mas... Como vim parar aqui então??"

 

As dores pareciam diminuir e ela continuava a olhar para o robô. Depois de um tempo, ela notou uma coisa curiosa:

 

"- QUE FIO É ESSE??"

 

A valquíria começou a acompanhar o fio e viu que estava ligado a uma figura conhecida:

 

- EU TE CONHEÇO!!!!!

 

A marine começou a ter uma curta lembrança da Naganda passando uma missão de buscar o seu irmão, Canvas. Isso a fez relembrar um pouco de como a marinha funciona:

 

"- Então essa mulher é a minha superiora na terra... Bom, ela não parece estar em condições de qualquer coisa!!! Acho que é melhor ajudá-la... calma aí, aquele cara ali também é conhecido!!! Acho que o nome dele é Timon!!!"

 

Antes que a Valquíria pudesse falar com Timon, ela viu toda a cena envolvendo os Marines e o seu superior (Glorium).

 

"- Eu lembro desse William também!!! Com quem ele deve estar lutando???"

 

Enquanto continuava mergulhada nos seus pensamentos, Valquíria escutou a nova explosão. Glorium puxou Timon pelo braço e começou a correr na direção de onde veio o sinistro.

 

"- Chegou a minha hora de brilhar!!!"

 

E com um sorriso no rosto, a mulher começou a correr atrás do Glorium e do Timon (Ela iria correr na limitação do seu corpo, se tivesse.). Ela não tinha um motivo para fazer isso e só estava sendo impulsionada pelo desejo de entrar logo no campo de batalha. Se Odin a tinha escolhido para estar ali, ela deveria cumprir a sua missão.

 

- Ei, não deixem a Valquría ruiva para trás!!!!!

 


 

@Zardook Mano, deu trabalho essa... Mas vamos as considerações

 

1) Falas com " - Asterisco, travessão, vermelho em negrito e itálico e, em grande parte, centralizadas"  são os pensamentos da Eli. Quando não ficaram centralizadas, eu mantive o restante da formatação e descrevi como "Pensou".

 

2) As demais fala - Travessão, vermelho e negrito  são as falas/onomatopéias comuns dela. Estou explicando porque né :lol:

E nas falas que não são da Eli, copiei a formatação que colocou na mestragem.

 

3) Esse robô me lembrou desse clipe, não sei porquê :lol:

 

 

 

 

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Ainda não totalmente inteirada da situação geral, a valquíria seguiu seus instintos e saiu correndo atrás da explosão a fim de ajudar Glorium e Timon cuidar dela. 

 

- Ei, não deixem a Valquría ruiva para trás!!!!!

 

Com o grito de Eli atrás de di, Timon acabou virando a cabeça um pouco curioso com o fato de a voz não lhe ser estranha.

 

 -- Eli-san! Você está bem! Venha com a gente e depois conversamos! - disse ele sem parar de correr. 

 

Glorium, então, virou sua cabeça um pouco ao ouvir o nome da inventora, aparentemente interessado e surpreso.

 

 -- Eli Kinsley? - murmurou ele aparentemente assustado com a presença dela ali.

 

O shousa, contudo, não foi o único surpreso ao ouvir o nome Eli, mas a própria também ficou. Algumas memórias atacaram seu consciente sendo lembradas contra sua vontade. Momentos em que a chamaram de Eli, Eli Kinsley. Não lembrou muito mais do que terem chamado seu nome e, claramente, que aquele então era o seu nome. 

 

 -- Socorro! - gritou uma mulher próxima aos destroços da explosão - Meu filho está preso ali!

 

 -- Mamãe! - chorava desesperado o garoto com um grande bloco de pedra sobre seu corpo, deixando de fora somente sua cabeça chorosa.

 

 -- Calma filho, eles estão chegando. Socorro! Por favor!

 

 -- Timon, venha comigo!

 

Os dois foram correndo até o escombro tão rápido quanto puderam. Timon rapidamente se agachou e começou a examinar a situação do garoto ali embaixo, assim como tentar acalmá-lo. Enquanto isso outras pessoas corriam para longe daquela explosão e dos pequenos focos de fogo que ela criou; alguns, inclusive, de dentro dos restos do prédio que explodiu. 

 

 -- Todos vocês, siga nessa direção, há soldados lá que vão guiá-los para um lugar seguro. Vão! Vão! - gritava Glorium indicando a direção.

 

Em seguida ele olhou mais uma vez para Eli apreensivo, como se quisesse fala com ela. Contudo, ele tinha outra prioridade no momento.

 

 -- Tenente Comandante, eu vou me assegurar que o garoto não se mova muito, mas eu preciso que o senhor erga essa pedra. Você acha que consegue?

 

Realmente era uma pedra grande. Não era a parte maior ou mais pesada que cobria o corpo do garoto, e por isso ele ainda hão havia sido esmagado, mas para levantar esse pedaço seria necessário levantar tudo. Olhando para aquilo Eli tinha certeza que não seria capaz de levantar aquilo com força bruta, seria necessário muito mais do que isso. 

 

 -- Deixa comigo! - gritou o homem de moicano segurando firme no pedregulho com ambas as mãos e erguendo-o com enorme força do chão - VAI! VAI! 

 

O desespero nos olhos do homem que segurava aquele peso assustador era claro, ele estava conseguindo segurar mas não significa que era fácil pra ele. Timon por sua vez puxava lentamente o garoto para longe daquela pedra, tentando não feri-lo mais no processo. 

 

 -- Mamãe! Tá doendo! - chorava desesperada a criança.

 

 -- Calma garoto, quase lá. Segura aí tenente!

 

 -- CUIDADO!! - berrou a mulher apontando para um pedaço de pedra que estava caindo sobre eles.

 

Não dava pra saber se Glorium conseguiria se segurar mesmo com aquela pedra cainho sobre si, muito menos se a pedra não esmagaria a criança caso Timon não a tirasse mais rápido. Se Eli quisesse ajudar, ela teria que fazê-lo rápido.

 


Timon: Turquesa

Naganda: Verde Escuro

William: Azul (normal)

Navil: Azul Marinho B

Claudius: Tijolo de Fogo (?)

Glorium: Verde Escuro B

Randoms: Cinza 3

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Valquíria corria atrás de Glorium e Timon, quando escutou o jovem marine a chamar por um nome estranho.

 

"- Eli??? Por que ele está me chamando assim???"

 

Memórias de pessoas a chamando por esse nome começaram a surgir na sua cabeça. Ela continuava a correr, para tentar acompanhar os outros dois marines, mas sua cabeça estava ainda mais confusa:

 

"- Esse nome deve ser o meu nome de humano!!!! Sim, é isso!!!! A minha família me deu esse nome para que eu pudesse me entrosar com os humanos!!! ISSO, ELES SÃO MUITO INTELIGENTES!!!"

 

Quando terminava de pensar no porquê do seu nome ser Eli kinsley, Valquíria ouviu um grito de socorro no meio daquela confusão. Era uma mãe pedindo ajuda para socorrer o seu filho:

 

- EU VOU TE AJUDAR!!!!!

 

Mas antes que a Valquíria pudesse fazer qualquer coisa, Glorius e Timon avançaram para ajudar a criança. Eli se aproximou deles e começou a olhar o que poderia ajudar. Ela era uma inventora que, por mais que se achasse uma exímia lutadora, sabia que não tinha força suficiente para levantar aquele pedregulho.

 

- Droga, o que faço???

 

A inventora não viu a hora que Glorium olhou para ela. Na realidade, ela só foi perceber o homem na hora que ele levantou o pedregulho:

 

- PELO MARTELO DE THOR!!!!! O SENHOR É UMA ESPÉCIE DE SEMIDEUS????

 

Ela se impressionou em um primeiro momento, mas logo se ligou que deveria tentar ajudá-los. Afinal, um pedaço de pedra estava caindo em cima deles e poderia estragar todo o trabalho em equipe.

 

- DEIXEM ISSO COMIGO!!!! - Eli tirou os seus dois martelos e avançou contra o pedaço de pedra que estava caindo. Ela deu um pulo e acertou a pedra com os seus dois martelos, com a intenção de destruí-la.

 

- AQUI É 120 ANOS!!!!!! BIRRRL!!!!! TÁ SAINDO DA JAULA A VALQUÍRIA, BIRRLLL, E MANDANDO PRO QUINTO DOS INFERNOS ESSA PEDRA ENVIADA PELO TRAPACEIRO LOKI!!!!!!!!!!

 

Tomara que isso não assuste ainda mais a criança...

 


 

@Zardook Oi rsrs

A idade dela é 20 anos. Ela disse 120, porque é a idade "valquírica" :lol:

 

 

Ya prishol daty etu piesnyu !!!!

 

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Depois de berrar insultos contra o filho de Odin (ou quase isso) e reproduzir memes ultrapassados, a valquíria Eli se aproximou da cena de salvamento e saltou tão alto quanto pode para acertar a pedra em dois. Além de lança-la longe o suficiente para que não acertasse ninguém (uns 4 metros pra trás) ela ainda conseguiu despedaçar o pedregulho em algumas partes. Olhando para cima poderia ver que era o pedaço de uma sacada que ainda estava desabando, e continuaria a cair logo depois.

 

 -- VAMOS TIMON!

 

 -- Certo! Certo! Venha garoto. 

 

A criança continuava com seu choro estérico e desesperado enquanto a mãe simplesmente derramava lágrimas na espera por seu filho.

 

 -- Pronto Tenente! - gritou Timon assim que conseguiu remover o corpo do garoto de debaixo da pedra de forma segura. 

 

Glorium soltou o destroço de volta no chão produzindo um alto estrondo e elevando uma pequena núvem de poeira do chão.

 

 -- Uffa. - disse ele visivelmente exausto. 

 

 -- Prontinho senhora. - Timon dizia ao entregar a criança nos braços da mãe posicionando os braços dela de forma a não feri-lo mais - Leve-o com cuidado até os marines, eles devêm levá-la a algum médico caso não tenha algum com eles já. 

 

 -- Muito obrigada senhor! Muito obrigada mesmo! Eu não sei como agradecer! Vocês salvaram meu filho!! - ela gritava e chorava enquanto apertava o filho contra seu peito. 

 

 -- Não se preocupe senhora, estamos apenas fazendo nossa obrigação. Vá logo de encontro aos marines, saia daqui, esse lugar é muito perigoso.

 

 -- Sim! Muito obrigada mesmo! Muito obrigada!

 

A mulher saiu ainda chorando com o filho nos braços na direção indicada antes pelo Tenente.

 

 -- Eli! Onde você estava? - disse Timon se aproximando - Nós não paramos um segundo de te procurar! Achamos que você pudesse ter morrido mas não desistimos sem achar um corpo. Estou tão feliz que você esteja bem! Meu Deus quanto tempo!

 

O soldado se aproximou bastante da valquíria e deu-lhe um abraço, ele parecia realmente estar com saudades de Eli, e não pareciam saudades de alguém que havia sumido por algumas horas. 

 

 -- Basta soldado! Vá procurar por mais sobreviventes, eu tenho assuntos a tratar com a senhorita Kinsley. Me chame se necessário.

 

 -- Sim senhor! - ele disse e saiu enquanto o tenente se aproximava dela.

 

 -- Senhorita Kinsley, eu não sei onde a senhorita esteve ou o que esteve fazendo todo esse tempo, mas você é a única que pode me ajudar. - ele parecia bastante sério falando, chegava a fazer memórias de Naganda passarem pela cabeça da valquíria - Eu recebi informações que uma mulher gato estaria se preparando para lançar mais um ataque em massa na nossa cidade. Eu creio que ela possua uma fruta do tipo Zoan e por isso pode alternar entre as formas. A mesma pessoa que me deu essa dica disse que você a conhecia tanto na forma animal como humana. Ninguém mais a viu nas duas formas, então se ela estiver por aí na forma humana jamais seremos capazes de encontrá-la, só você poderia. Ela deve estar a caminho do galpão nesse exato momento, então preciso que você vá lá encontrá-la. Se você seguir esse mapa não tem como se perder! - disse ele a entregando o papel com as direções - Mas corra de verdade! Você tem que chegar lá antes dela ou pode estar tudo acabado! Corra! Vá! isso é uma ordem do seu superior! 

 

 -- Tenente Comandante! - Timon gritou de dentro do prédio que desabava pedindo pela ajuda de Glorium.
 
 -- Estou indo! Vá agora Eli, estamos contando com você! A segurança da cidade está em suas mãos! Irei para lá também quando a poeira aqui abaixar, então estou logo atrás de você, mas você tem que se virar sozinha até eu chegar! Vá! Depressa!

 

Ele então foi atrás de Timon para prover a ajuda de que ele necessitava. Cabia à valquíria decidir o que fazer a seguir. 

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Depois de ter usado um meme Old but Gold, e de ter destruído a pedra, Eli viu o final do resgate do menino. Ela soltou uma gargalhada e fez o seguinte comentário:

 

- MUITO BOM, MUITO BOM!!!!

 

Achando que estava tudo tranquilo, Eli guardou seus martelos e colocou a suas mãos atrás da nuca. Antes que ela pudesse falar qualquer coisa, Timon se aproximou e começou a falar um monte de coisa ao mesmo tempo:

 

- Eu sei lá... - A valquíria mal respondeu a primeira pergunta, e já foi bombardeada de comentários. Ela começou a achar estranho tudo isso... quando foi abraçada pelo Marine:

 

- Ei, que negócio é esse??? Não vai se aproveitando!!!!

 

Falando do jeito rígido da Valquíria, Eli afastou um pouco o marine com o braço direito. Pelo rosto dela, dava pra ver que ficou sem graça com toda essa felicidade por parte do Timon:

 

"- Mas pra que isso tudo??? Será que eu fiquei sumida por tanto tempo assim???"

 

Antes que pudesse perguntar qualquer coisa, Glorium mandou o soldado procurar o que fazer. Eli estranhou quando ele (Glorium) disse que tinha coisas a tratar com ela:

 

"- Droga... Será que fiz alguma besteira???"

 

-- Senhorita Kinsley, eu não sei onde a senhorita esteve ou o que esteve fazendo todo esse tempo, mas você é a única que pode me ajudar. Eu recebi informações que uma mulher gato estaria se preparando para lançar mais um ataque em massa na nossa cidade. Eu creio que ela possua uma fruta do tipo Zoan e por isso pode alternar entre as formas. A mesma pessoa que me deu essa dica disse que você a conhecia tanto na forma animal como humana. Ninguém mais a viu nas duas formas, então se ela estiver por aí na forma humana jamais seremos capazes de encontrá-la, só você poderia. Ela deve estar a caminho do galpão nesse exato momento, então preciso que você vá lá encontrá-la. Se você seguir esse mapa não tem como se perder! Mas corra de verdade! Você tem que chegar lá antes dela ou pode estar tudo acabado! Corra! Vá! isso é uma ordem do seu superior!

 

Eli olhou com um ar de surpresa. Tanta coisa pra assimilar (e muitas perguntas para se fazer), mas ela não poderia perder tempo. Ainda mais que a sua missão seria uma revanche contra Navil:

 

- Chefe, eu realmente não sei o que aconteceu comigo naquele templo, mas uma coisa que lembro muito bem é do rosto dessa mulher... - Enquanto falava, Eli se aproximou da Mala e a pegou com a mão direita. - E de um maldito chamado Claudius!!! - Depois de ter pego a Mala, ela foi até Glorium e pegou o mapa com as informações. Antes que ela pudesse perguntar qualquer coisa ( de novo...), Timon pediu ajuda para Glorium:

 

-- Estou indo! Vá agora Eli, estamos contando com você! A segurança da cidade está em suas mãos! Irei para lá também quando a poeira aqui abaixar, então estou logo atrás de você, mas você tem que se virar sozinha até eu chegar! Vá! Depressa!

 

- SIM!!! E QUE A FORÇA DE THOR ESTEJA CONOSCO!!!!!

 

Após gritar isso, Eli deu as costas e começou a correr, seguindo o caminho indicado no mapa. Ela não iria parar de correr em momento algum, a menos que avistasse Navil ou Claudius andando pelo caminho. O seu objetivo seria o galpão que Glorium mencionou:

 

- Se eu chegar antes dela, irei esperá-la com um grande sorriso no rosto. O SORRISO DA VALQUÍRIA QUE A LEVARÁ AO OUTRO MUNDO!!!!

 

Antes mesmo de chegar no galpão, ela já estava com esse sorriso no rosto. Gente, o que está acontecendo com essa jovem???

 


 

Ao som de Red hot chilli peppers (e outras músicas) fiz esse turno @Zardook rsrs risos risos

Acho que não tem mais nada a comentar, só que eu não achei uma imagem fácil para colocar as mãos na nuca. Naruto fazia isso e outros personagens de battle shounen também. Mas bahh, tá tranquilo, tamo junto!!!!

 

Ya prishol daty etu piesnyu !!!!

 

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Animada com a possibilidade de se vingar de sua oponente, ou melhor, de finalmente vencê-la, uma vez que sua última luta foi brutalmente interrompida perto do final, Eli começou a correr insanamente seguindo as direções do mapa. A última coisa em que reparou antes de sair foi o olhar estranho no rosto de Glorium ao ouvir o nome Claudius. Não parecia que ele tinha alguma história, mas aparentemente o Tenente já tinha alguma ideia da existência desse "maldito chamado Claudius".

 

Correndo pela cidade, a inventora podia perceber o tamanho do estrago causado nela. Havia enormes crateras cortadas no chão pela espada daquele robô, prédios que caíram sobre si depois de alguém ser jogado nele e prédios que claramente foram chutados para longe. Além disso haviam vários corpos pela rua, tanto de civis que morreram nos desastres como soldados que tentaram enfrentar aquela coisa e falharam da pior forma possível. Felizmente para a marinheira ela não passou por muitas áreas que ainda não haviam sido vasculhadas pelos marinheiros, então ela raramente via feridos ou civis em perigos e quando os via já estavam acompanhados de oficiais. 

 

Atravessando os montes de escombros e desviando dos focos de incêndio, Eli parecia estar se aproximando bem rápido do seu destino. No entanto, acabou encontrando alguns obstáculos em seu caminho.

 

 -- Socorro! Me aj... - berrava uma mulher até ter sua garganta atravessada por uma espada. 

 

 -- Incrédulos morrerão! - gritou o homem que a matou enquanto outros dois vestidos de forma muito semelhante procuravam pelo lugar por outros sobreviventes a fim de eliminá-los.

 

Por algum motivo, a cabeça de Eli doeu um pouco. Era uma dor quase imperceptível, mas a inventora parecia lembrar de alguma coisa. Ela não sabia como ou de onde, mas tinha certeza que aqueles homens, com aquelas roupas, eram subordinados de Claudius de alguma forma.

 

 -- Ei! Quem é você?! - gritou um deles sacando uma estrela da manhã e apontando para a inventora.

 

 -- Não podemos deixar nenhum sobrevivente! - apontou o outro enquanto retirava sua espada do pescoço daquela mulher e se preparava para correr na direção da inventora.

 

 -- Calma! Calma! É a Eli-san! Não se preocupem. - diferente dos outros, este não apresentava qualquer hostilidade para com Eli, ele abaixou sua lança apontando-a para baixo e começou a se aproximar lentamente como se fosse um amigo da ruiva; percebendo isso os outros dois também abaixaram suas armas, relaxando mas continuando atentos à situação - Navil-san estava procurando por você, ela disse que queria te ver. Ela deve estar chegando no galpão agora, se você correr chega lá antes dela ainda! 

 

 -- Aaaahh!! - gritou um homem que acordou quando o rapaz da lança acidentalmente pisou em seu pé e o quebrou.

 

 -- Opa! - o rapaz mal perdeu seu tempo e já pôs sua lança direcionada para atravessar o crânio do homem caído. 

 


Lembrando que a cor Cinza 3 vai ser usada em todos os Randons. Caso eles virem importantes no futuro a cor será mudada ou caso eles já sejam claramente muito importantes como foi com o Glorium. Sobre esse que eu botei em negrito é só porque ele está mais importante nesse turno, mas não necessariamente continuará sendo, depende do que você fizer. Se ele virar importante mesmo eu coloco uma cor ^^

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- Nossa, até parece que está acontecendo um ragnarok aqui...

 

Foi o que Eli comentou, enquanto corria pela cidade. Aquele cenário de destruição só fazia aumentar as dúvidas que ela carregava dentro de si. Afinal, o que estava acontecendo ali???

 

- Vendo o resgate do garotinho, só me fez querer ajudar mais essas pessoas que não possuem os poderes de Odin. Mas essa situação de ficar sem saber de nada está me incomodando... O que me consola é saber que vou ter chance de dar um golpe final naquela mulher desgraçada!!!!

 

Seguindo o mapa que Glorium havia lhe dado, Eli parecia estar se aproximando do destino. Seu coração começava a acelerar, estimulado pela ansiedade de um combate iminente. Só que antes de chegar no local, a Valquíria ruiva deu de cara com um grupo bem perigoso.

 

- DESGRAÇADOS, O QUE ESTÃO FAZENDO????

 

A mulher gritou com eles, após ver um deles assassinando uma mulher, e se preparou para pegar os seus dois martelos (logo depois de largar a sua mala no chão). Seus olhos estavam cheios de fúrias e ela não parecia estar com humor para brincar com eles ali.

 

- Droga... - Mas antes que pudesse fazer isso, sua cabeça começou a doer um pouco. Memórias daqueles homens, e de quem poderia ser o seu líder, haviam aparecido.

 

- É AGORA QUE ACABO COM A RAÇA DELES!!!!

 

Pegando seus dois martelos, a mulher se preparou para entrar num combate com eles.

 

-- Ei! Quem é você?!

 

-- Não podemos deixar nenhum sobrevivente!

 

- VENHAM, SEUS DESGRAÇADOS!!! VOU MANDAR TODOS VOCÊS PRA HELGARDH!!!!!!!!!!!!

 

Felizmente (ou não...) o combate foi interrompido por uma outra pessoa. Ele parecia conhecer a Valquíria e suas palavras foram suficientes para acalmar os outros dois.

 

- Navil-san estava procurando por você, ela disse que queria te ver. Ela deve estar chegando no galpão agora, se você correr chega lá antes dela ainda!

 

Escutar essas palavras só fez Eli ficar com mais dúvida:

 

"- ME ESPERANDO??? COMO ASSIM??? E POR QUE ESSE CARA TÁ CHEIO DE AMIZADE COMIGO???? DROGA, SERÁ QUE EU SOU UMA PESSOA COM DUPLA PERSONALIDADE??? SE..SERÁ QUE SOU UMA VALQUÍRIA QUE FOI MANDADA PARA A TERRA PARA PAGAR MEUS ERROS, SÓ QUE ME REVOLTEI, E DECIDI AGIR JUNTO DOS JOTUN (Mitologia nórdica, gigantes inimigos dos deuses nórdicos...)??????? NÃ-NÃO É POSSÍVEL??"

 

Ela estava com a cabeça girando, mas tinha que tomar uma decisão.

 

- Irei me encontrar com ela sim... Mas me conte de onde você me conhece??? - Eli olhou nos olhos do homem, enquanto falava com ele. Quando ela terminou de perguntar, viu o homem pisar em um outro caído e se preparar para acertar a lança no crânio dele:

 

- NÃO MATE ESTE HOMEM!!!!!!!!!! - Gritou a mulher, com os olhos cheios de fúria. - E ISSO SERVE PRA VOCÊS DOIS TAMBÉM!!!! ENFRENTEM GUERREIROS DIGNOS E NÃO PESSOAS QUE NÃO CONSEGUEM SE DEFENDER!!!!!!!

 

Ela voltou os seus olhos para o homem da lança:

 

- VAMOS, ME DIGA COMO VOCÊ ME CONHECE???

 

Eli iria esperar as respostas do homem da lança, para assim poder ir para o galpão. Se ela chegasse antes de Navil, iria começar a se armar com um escudo biscoito, martelo biscoito e depois uma armadura de biscoito (Iria criá-los com a artesã dos biscoitos). Se o homem não respondesse, Eli não iria perder muito tempo e já correria pro galpão. Encontrar com a Navil era uma prioridade no momento.

 


 

@Zardook Só tá saindo wall. Mas que que isso :lol:

E claro que quando ela correr pro galpão pra encontrar com a Navil, Eli estaria levando a sua mala de emergência. Não coloquei porque é meio óbvio e também pra não encher mais de informação no parágrafo final :lol:

E to lendo mitologia nórdica também :lol:

 

Ya prishol daty etu piesnyu !!!!

 

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Assustado pelo grito de Eli, o estranho conhecido parou sua lança no meio do caminho.

 

 -- Aah!! Socorro! Kharsís me ajude!!

 

 -- Tsc.

 

O rapaz então virou sua lança ao contrário e, apontando a parte não pontiaguda para a cabeça do homem ele o acertou e o apagou, aparentemente não o matando. 

 

 -- Do que você está falando? Essas pessoas são infiéis, eles tem que morrer. E que história é essa de como eu te conheço? Você está muito estranha Eli-san... não estou reconhecendo você, parece até uma pessoa diferente.

 

O olhar eu seu rosto era de estranhamento e preocupação, mas não era mais atento do que o do homem que se aproximava dele com a espada empunhada.

 

 -- Vamos embora Natt. Não sei quem é essa sua amiga mas ela parece não estar te reconhecendo. Se Navil quer vê-la deixe que ela vá encontrar com ela. A gente tem trabalho pra fazer ainda e não podemos ficar distraídos com isso. 

 

 -- Tá... - seu aparente conhecido se virou relutante e foi seguindo seus companheiros para um caminho diferente daquele; em certo ponto ele virou o rosto e, somado ao seu olhar de surpresa havia também um leve toque de surpresa, como se ele realmente cresse que era próximo da valquíria. O que não sabia, contudo, ele que ele podia até ter conhecido Eli, mas a valquíria jamais o tinha visto em sua breve vida. 

 

Os três rapazes estavam se afastando sem muita pressa, abrindo caminho para que a ruiva seguisse na direção planejada. Caso ela quisesse insistir por respostas com eles ainda havia uma última chance, mas com o temperamento dos dois homens que ela não conhecia, aquilo podia acabar tomando rumos indesejados. Além disso, talvez a própria Navil fosse capaz de oferecer algumas respostas à marinheira. Cabia a ela decidir o que fazer. 

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-- Do que você está falando? Essas pessoas são infiéis, eles tem que morrer. E que história é essa de como eu te conheço? Você está muito estranha Eli-san... não estou reconhecendo você, parece até uma pessoa diferente.

 

Os olhos da Eli se arregalaram ao ouvir isso. Por causa da surpresa que teve ao ouvir as palavras do homem, ela até deixou de lado a idéia de chamar a atenção dele (já que ele havia colocado um inocente pra dormir...).

 

"- Quem é Eli Kinsley de verdade????"

 

Enquanto ela estava pensativa, os 3 homens iam se afastando sem muita pressa. Valquíria olhou para os 3 e até pensou em segui-los... mas lembrou que tinha uma missão. Ela tinha que se encontrar, o mais rápido possível, com Navil.

 

"- É, tenho que priorizar minha missão. Esses desgraçados me conhecem de algum jeito, mas eu não lembro deles. A mulher gato deve saber o que aconteceu comigo naquele templo... E o porquê daquele cara ser tão "próximo" a mim. Droga, será que realmente sou uma traidora???"

 

Dúvida, dúvidas e mais dúvidas. Nada muito diferente, já que falamos de uma pessoa que acabou de perder a sua memória. Segurando a sua mala, e o mapa, Eli logo partiu para o galpão e começou a se armar (escudo, martelo e armadura) para o combate com a Navil... Isso se tivesse combate.

 

- E quando ela chegar, irei perguntar mais do que aconteceu naquele templo. Ela com certeza sabe!!!!

 


 

@Zardook turno simples e de leve. Não vou enrolar tanto e pahhhh

E tamo num ritmo bom : 3

Ya prishol daty etu piesnyu !!!!

 

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Ainda incomodada com a cena que passou mas focada em sua missão, Eli permitiu que os homens fossem embora e, preparando-se para o provável combate correu na direção do galpão. No começo do caminho ela pôde ouvir um grito feminino mais ou menos onde os homens haviam ido. "Aaaah! Nãão!!". Contudo, ela sabia que se demorasse muito de chegar ao galpão as palavras de Glorium se cumpririam e um ataque muito maior aconteceria. Ela não podia perder tempo. 

 

Ela correu tão rápido quanto pôde por mais alguns minutos no meio daqueles restos de ragnarok. Mais à frente ela percebeu que a cidade estava cada vez menos destruída. Aparentemente ela já havia passado do espaço em que houve tanta luta e destruição. Ela pôde ver ali maior concentração de grupos de resgate da marinha, até alguns oficiais de patente mais alta estavam por ali auxiliando os grupos. Contudo, ela não podia parar para ajudar, sua missão era prioridade.

 

Continuou correndo até chegar a um ponto na cidade em que toda aquela destruição parecia não ter chegado. Pelo menos não diretamente. As ruas estavam vazias, o movimento que normalmente haveria ali simplesmente não existia. Uma pessoa ou outra ainda estava executando o processo de evacuação, um ou outro civil atrasado ainda saia de sua casa. Contudo, o movimento era muito pequeno, nada que pudesse chamar a atenção. 

 

Mais alguns minutos de corrida e Eli finalmente pôde vê-lo. O galpão era realmente grande e dava para ser visto de longe, além do fato de que o mapa já indicava a proximidade do destino. Animada e com pressa pra chegar antes de Navil, a inventora começou a correr mais rápido até lá. Instantes depois disso, pôde perceber que saiu de detrás de um prédio, correndo na mesma direção que ela mas um tanto mais rápidos, uma pessoa com uma capa marrom cobrindo todo o seu corpo e, ao seu lado, um animal com peças de couro cobrindo seu corpo. 

 

Os dois estavam um pouco à frente da ruiva, então não repararam em sua presença ali. Contudo, se prestasse atenção, Eli poderia dizer que aquele animal não lhe era estranho. Na verdade, era uma pantera com uma cor bastante familiar. Não demoraria até que os três alcançassem o galpão. Como a porta estava fechada, não dava pra dizer se os dois conseguiriam entrar antes Eli chegar, mas com certeza tentariam - independente de saberem que ela está atrás deles.

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Enquanto corria para o galpão, Eli ouviu mais um grito de uma vítima. Ela ficou com uma expressão de fúria e começou a respirar profundamente. Ela queria avançar naqueles três e acabar com eles:

 

- MALDITOS... QUANDO EU TERMINAR DE RESOLVER AS COISAS COM AQUELA MULHER, VOCÊS SERÃO OS PRÓXIMOS!!!!!

 

Ela poderia correr atrás deles e começar uma briga. Mas isso não seria inteligente por parte dela, já que muitas vítimas poderiam ser feitas se ela não detivesse as ações de Navil:

 

- Tomara que algum marine acabe com a raça daqueles malditos!!!!!

 

Enquanto corria pela cidade, Eli ia observando todos os detalhes do cenário. Marines ajudando no resgate, lugares que não aparentavam estar destruídos...

 

- Tenho que chegar logo naquele galpão!!!!

 

Depois de ter corrido por um bom trecho, Eli finalmente avistou o galpão. Ela tinha acabado de ficar animada, quando avistou mais duas pessoas chegando no lugar.

 

- Droga... aquela ali parece com a Navil!!!! - Pensou a Inventora, ao avistar uma pantera do lado de uma figura com capa. Ao contrário do que poderia parecer, Eli reduziu a velocidade de sua corrida e, começando a andar, bateu palmas:

 

"- ARTESÃ DOS BISCOITOS!!! ARMADURA E ESCUDO DE BISCOITO!!!!"

 

A inventora já iria vestir "o seu traje de batalha" e iria pegar os martelos na mão. A intenção dela com isso tudo era de deixar os dois alvos chegarem na porta primeiro, conseguir se armar sem eles verem e fazer a seguinte abordagem quando terminasse de se armar:

 

- EI NAVIL!!!! É MUITO BOM TE REENCONTRAR!!! AGORA PODEREI ACERTAR AS MINHAS CONTAS CONTIGO!!!!

 

E sem fazer nenhum movimento de ataque, Eli ficou olhando para a mulher pantera. Ela estaria esperando para ver o que a mulher pantera tinha pra falar.

 


 

@Zardook Me esforcei muito pra fazer esse turno. Não quero deixar hiatus (Y)

Qualquer dúvida, só me me quotar ou chamar no pvt do discord

E um videozinho pra voce ficar feliz:

 

Ya prishol daty etu piesnyu !!!!

 

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Finalmente ela chegou. Avistou o que deveria ser sua oponente e logo começou a se preparar para o combate enquanto a dupla "misteriosa" alcançava o portão.

 

- EI NAVIL!!!! É MUITO BOM TE REENCONTRAR!!! AGORA PODEREI ACERTAR AS MINHAS CONTAS CONTIGO!!!!

 

Os dois viraram de sopetão. Eles realmente não tinham percebido a inventora ali antes. Navil rapidamente ergueu-se sobre as patas traseiras e voltou à sua forma humana. Apesar de ser algo naturalmente estranho, para Eli não parecia tanto. Talvez ela tivesse visto aquilo outras vezes, talvez algo parecido. Sua amnésia não a permitia entender direito. 

 

 -- Eli! O que você está fazendo aqui? - ela perguntou exibindo uma armadura bem mais apelativa aos olhos de Eli que a antiga - Eu achei que você ainda estiv... Ah, é verdade. Você não se lembra de nada não é?

 

Ela suspirou não muito feliz ao perceber ou talvez se lembrar do fato que a inventora não se lembrava do que havia passado. De fato Claudius disse que isso aconteceria, mas ainda assim era bastante estranho ter acontecido tanta coisa e o resultado ter sido não só um enorme esquecimento como uma aparente mudança de personalidade. 

 

 -- Vá entrando. - disse ela para a pessoa de capuz que mexia nas fechaduras parecendo estar pronta para entrar - Não queria fazer isso... mas não parece que você vai me deixar opção. 

 

Ela então sacou sua espada e pôs-se em posição de batalha esperando por Eli. Afinal, não era a mulher-gato quem estava com pressa para acabar com aquilo.

Edited by Zardook

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  • 1 month later...

Olhar para Navil não foi suficiente para resgatar toda a lembrança do que tinha acontecido naquele templo. Essa situação já incomodava Eli, mas ver o homem tentando abrir aquela fechadura parecia ter sido o estopim para que uma grande injeção de adrenalina fosse dado no corpo da inventora.

 

"- TENHO QUE AGIR RÁPIDO!!!!!!!!!"

 

Avançando com um bater de palmas, Eli colocou o martelo da mão direita na sua boca e modelou o biscoito que acabara de fazer (com a batida de palma) para pegá-lo com a mão direita. Antes que alcançasse Navil, Eli iria arremessar esse martelo biscoito na outra pessoa que tentava entrar no galpão.

 

- AGORA É VOCÊ, NAVIL!!!!

 

Eli só conseguiu gritar perfeitamente, porque o martelo que estava na boca havia sido colocado novamente na mão direita (já que ela ficou livre por causa do arremesso anterior). Como ela estava indo na direção da mulher gato, Eli colocou o seu escudo na frente do corpo e tentou fazer uma investida contra o corpo de Navil. Com esse movimento, ela tentaria se defender de algum golpe por parte da mulher gato e, talvez, esse encurtar de distância poderia prejudicar uma chance de resposta da adversária.

 

- ELLL MYJOLNIR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

Levantando o seu martelo elétrico, Eli iria aplicar um golpe descendente na direção do rosto da mulher gato. Era um interessante meio de se iniciar o combate... o negócio vai ser dar certo...

 


 

@Zardook Falei que não ia fazer hiatus, mas esse mês foi tenso. Foi mal aí.... T.T

 

 

Ya prishol daty etu piesnyu !!!!

 

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A primeira ação de Eli foi rapidamente lançar seu martelo na direção da pessoa de capuz que tentava abrir as fechaduras. Navil deu um rápido passo para o lado e acertou aquele biscoito moldado com sua espada. Ela tinha esperança de partir aquilo no meio, mas só o que conseguiu fazer foi desviar o ângulo para que o martelo acertasse a porta perto da cabeça daquela pessoa. A porta foi um pouco abalada, mas não chegou a sofrer nenhum dano claro. A pessoa também se assustou, mas logo voltou para as fechaduras. 

 

Navil também não perdeu tempo. Depois de defender seu aparente companheiro, a espadachim partiu rapidamente para cima de Eli, que também estava se aproximando dela. Com o escudo à frente, Eli cobriu-se completamente e se preparou para o choque iminente com sua oponente enquanto já tinha seu martelo erguido e pronto para atacar. Mas talvez o choque não fosse tão iminente. No momento em que a inventora esperava esse choque, a mulher-pantera apareceu transformada do seu lado. Com sua agilidade felina aumentada, ela conseguiu mudar sua forma e realizar a manobra de desvio, já preparando uma estocada contra o peito da valquíria. 

 

Mas Eli também não era lerda. Com seus reflexos menos apurados mas ainda assim úteis, a ruiva desviou o trajeto de seu braço e descendeu seu martelo para o lado, na direção de Navil. A mulher deu um salto para trás, com medo de tomar outro choque daquilo como ela já havia tomado antes. Ela suspirou e partiu para cima de novo com a espada na frente do corpo. Sabia que provavelmente não conseguiria penetrar aquela armadura, mas com certeza iria passar algum dano para o corpo da inventora. Nenhuma das duas estava em posição de desistir. 

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  • 2 weeks later...

- Tsc!!!

 

Valquíria ficou frustrada ao ver que seu martelo não havia acertado o alvo. Além disso, a sua investida não foi totalmente eficaz e a adversária já preparava um contra ataque:

 

"- COMO SE AS COISAS FOSSEM SER FÁCEIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!"

 

Vendo que Navil estava avançando, Eli trocou a posição dos seus martelos. Agora com o baragaki na mão direita, Eli novamente avançou com o escudo a frente. A diferença desse avanço para o anterior, era que ela não iria esperar a mulher se aproximar e sim iria disparar todos os pregos de dentro do martelo na direção do rosto/pescoço dela.

 

Independente do resultado desse ataque, Eli iria continuar avançando com o seu escudo a frente (para evitar algum ataque da espadachim), com a ressalva que dessa vez ela iria ficar atenta a um possível ataque pelas laterais do corpo.

 

- É HORA DE EXTRAIR UMAS PEÇAS!!!!!

 

Aproveitando o avanço com o escudo, Eli novamente trocou a posição dos martelos. Segurando o Myjolnir com a mão direita, Valquíria virou o martelo para que a parte de trás ficasse virada para a frente. Com o martelo assim, Eli iria focar em acertar o braço que Navil costuma segurar a sua espada, e iria dar um puxão com a intenção de arrancar parte da carne do braço dela. Era um golpe meio violento, mas era a melhor forma de desarmar a mulher. Para usar esse golpe, Eli também iria ligar a corrente elétrica do Myjolnir para tentar atordoar ainda mais a oponente:

 

"- TENHO QUE ACABAR COM ISSO LOGO!!!!"

 

Se navil fosse desarmada com esse golpe, Eli iria virar com uma martelada na cabeça dela (com a intenção de desacordá-la). Após isso, ela iria voltar as suas atenções para o figurante que estava ali.

 


 

@Zardook a habilidade que usei:

Extração de pregos
 

Spoiler

Tipo de técnica: Profissão - Inventora
Descrição: 
Eli bate com a parte de trás do martelo (onde costuma tirar os pregos), com a intenção de encravar o instrumento/arma no seu alvo. Se tiver sucesso, ela dá um vigoroso puxão para tentar extrair o que deseja do alvo (pode ser um simples prego, ou a carne de alguma pessoa...). 

 

 

Ya prishol daty etu piesnyu !!!!

 

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Aproveitando o momento em que sua oponente estava recuada e se preparando para atacar, Eli troca de mão seus machados e dispara contra ela seus pregos. Navil tenta desviar para o lado mas percebe que só conseguiria escapar dos dois primeiros, pois Eli já mudara sua mira. Relutante, ela recua mais um pouco - interrompendo sua investida - e consegue defender os ouutros 3 com esquivas e deflexões de sua espada. 

 

Passada a onda de pregos ela retoma sua investida, agora sendo acompanhada pela aproximação de Eli. As duas se encontram rapidamente com somente o escudo de brinquedo entre si. Diferente de em seu movimento anterior, possivelmente tentando testar o que aconteceria, Navil avança numa estocada contra o escudo de biscoito. Eli sente o impacto e é levemente empurrada para trás, mas não chega a sofrer dano nenhum.

 

Tirando o escudo da frente ela se prepara para extrair o prego que era a espada de Navil, mas nesse instante vê que a sua oponente mais veloz do que si já se preparava para um segundo ataque. A mulher pantera ataca ligeiramente antes, acertando o abdômen da armadura de Eli e a empurrando para trás com mais força do que antes. Enquanto se afastava contra a vontade da mulher de cabelos roxos, a valquíria ainda conseguiu descender seu martelo contra seu braço, mas encontrou o mesmo problema de Navil: armadura. Da distância onde estava, Eli só conseguiu alcançar até o bracelete que cobria o pulso de sua oponente. Mas isso já era o suficiente para a eletricidade fazer efeito. A força que empurrava Eli cessou - apesar de ela ainda ter recebido o impacto - e Navil tremeu por um instante enquanto se jogava para trás.

 

Puxando o braço de volta enquanto ambas eram jogadas para trás, Eli acabou conseguindo ainda ferir as costas da mão de Navil. Contudo, se parasse para perceber, também havia recebido um leve ferimento na barriga. O seu era bem menor do que o dela e totalmente superficial, mas era um indicativo perigoso: Navil era capaz de perfurar sua armadura, mesmo que por pouco. As duas respiraram depois daquele impacto, Navil estava bem abalada pelo choque mas também não parou por muito tempo. 

 

Ela jogou a espada como se fosse para longe, mas logo se transformou em pantera completamente e, num salto, abocanhou a arma e começou a correr. Ela corria em círculos em volta de Eli, até mais rápido do que antes. Se tentasse disputar com velocidade contra aquele animal, a inventora seria completamente derrotada. Esperar também era perigoso, já que ela podia saltar em sua direção a qualquer momento de forma que acabasse a surpreendendo. Além disso, Eli estava com muito mais pressa do que ela para acabar a luta. A inventora teria que dar um jeito de sair daquela situação. 

 

@Joe Jooj Portiolli

Edited by Zardook

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    • By RGB
      JUPITER NIK-NIK
       
       
       
      i. INFORMAÇÕES BÁSICAS
       
      Nome: Jupiter Nika Nikolaj.
      Idade: Vinte e dois anos.
      Gênero: Masculino.
      Alcunha: 
      Carreira: Marinheiro.
      Grupo: 
      Raça: Humano.
      Dinheiro: 36.000.000 berries.
      Recompensa: 0 berries.
      Sonho: Destruir o One Piece e, desse modo, dar um fim na Era dos Piratas.
      Passatempos: Treino, design, engenharia e mecânica.
       
       
       
      ii. APARÊNCIA
       
       
       
       
      iii. PERSONALIDADE
       

       

      iv. BIOGRAFIA
       

       

      v. RELACIONAMENTOS
       
      Jupiter Gideon [NPC]: Apesar de aparentar não se entender com o homem para aqueles que os observam, por conta da troca de xingamentos que sempre acontece ao se encontrarem, Nik-Nik possui uma eterna gratidão e respeito para com o homem que lhe resgatou dos piratas, Jupiter Gideon, que também o adotou e lhe criou como seu verdadeiro filho.  
       
       
      vi. ATRIBUTOS
       
      Força: Rank D (30 pontos) | Resistência: Rank E (10 pontos) | Agilidade: Rank D (30 pontos) | Destreza: Rank E (10 pontos)
       
       

      vii. PROFISSÃO
       
      Inventor: Rank D (20) | Médico: Rank E (10) | Navegador: Rank E (10)
       
       

      viii. COMBATE
       
      Naval Chains: Rank C (40 pontos)
      Descrição: Naval Chains é um estilo de luta que se utiliza de correntes como principal arma, focando em debilitar os movimentos dos inimigos ao prendê-los nas mesmas, além de causar dano utilizando-as como espécie de chicote e, também como "arpão", para meio de locomoção.
       
       
       
      ix. HAKI
       
      (Não possui no momento.)
       
       
       
      x. AKUMA NO MI
       
      (Não possui no momento.)
       
       
       
      xi. TÉCNICAS
       
       
       
       
      xii. EQUIPAMENTO
       
       
       
       
      xiii. NAVIO
       
      (Não possui no momento.)
       
       
      xiv. INVENTÁRIO
       
      Uma mochila tática de modelo militar da cor preta com capacidade e espaço interno para até quarenta litros. Seu tamanho é quarenta e cinco centímetros de altura, vinte e nove centímetros de largura e vinte e três centímetros de profundidade. Na parte superior possui uma alça, no interior tem um bolso costurado e na frente há mais dois bolsos. Um colar de ouro com medalhão oval que guarda uma pequena e envelhecida fotografia dos pais falecidos de Jupiter Nik-Nik no seu interior. Um cantil de bolso de aço inox com capacidade de duzentos e quarenta mililitros. Um log pose que utiliza agulha como ponteiro, tendo sua pulseira a base de madeira. Uma corda poliéster trançada da cor branca, com comprimento de quinze metros e diâmetro de seis milímetros. Sua capacidade é de até trezentos e sessenta quilogramas. Seis unidades de fita isolante antichama de cores variadas, com dez metros de comprimento e quinze milímetros de largura cada. Três pacotes pequenos de plastico com porções de pregos e parafusos. Kit de ferramentas manuais que contém: um alicate de seis polegadas, uma trena de um metro, um estilete, duas chaves de fenda de precisão, quatro soquetes, um extensor e um martelo. As ferramentas podem ser guardadas em uma pequena maleta organizadora de plastico prateada.
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      @Detroit, é isso. Boa sorte! 
       
    • By Jake Souleart
      Informações Básicas
       
      Nome: Jake Storm Phoenix
       
      Idade: 18 anos
       
      Gênero: Masculino
       
      Alcunha: --
       
      Carreira: Marinheiro
       
      Grupo: ---
       
      Raça: Humano
       
      Dinheiro: 36.000.000
       
      Recompensa: --

      Sonho: Terminar sua carreira em uma boa posição, casar com uma mulher não tão feia e nem tão bonita, ter um casal de filhos e viver bastante até ter uma boa velhice.

      Passatempos: Jake é um escritor de meio periodo, sempre buscando algo em que se inspirar, apesar de nunca sair do seu primeiro capitulo. Além disso, Jake adora jogar games de desafios mentais, apesar de raramente concluir algum.

       
      Aparência
       
      Personalidade:

       
      Biografia:
       
       
       
      Relacionamentos:
       Pai-> Buttlers Storm: Um velho pescador que sempre buscou ensinar ao seu filho sobre o mundo, mesmo que ele mesmo não tivesse conhecimento sobre este. Não é um guerreiro, mas sempre esteve disposto a proteger seu único filho, ainda mais depois da morte de sua esposa. Jake possui uma boa relação com ele, mesmo que as vezes fique envergonhado.

       

      Atributos
       
      Força: Rank D ( 25 pontos) | Resistência: Rank D( 20 pontos) | Agilidade: Rank D (20 pontos) | Destreza: Rank E (15 pontos)
       
      Profissão: ---
       
      Combate
       
      Rokushiki: Rank  (80 pontos) 
       
      Descrição: Estilo de arte marcial que transforma o corpo humano em uma arma letal..
       
       
       
      Haki:
      ===
       
       
       
       
      Técnicas

      Nome da Técnica: --
      Tipo da Técnica: --
      Descrição:---
       
      ===
       
      Equipamento
       
      Nome do item: ---
      Rank: ---
      Aparência: ---
      Mecanismo:---
       

      ====
      Navio
       
      Nome do Navio: 
       
      Artilharia: 
       
      ====

      Inventário
    • By Elivelton Carneiro
      Em algum lugar no meio do mar - 20:00 h
       
       
       
       
      Seguindo até a ilha chamada Forgotten Forest sob Ordens de seu superior Albert, Tachibana Ryousuke aproveitou a sua viagem para preparar um belo banquete para a tripulação que o levaria até o seu destino. Como homens do mar, todos estavam mais do que acostumados a comer peixe, mas como ninguém daquele barco sabia nada além do básico da cozinha, aquela foi a primeira vez em muito tempo que eles comeriam uma refeição verdadeiramente deliciosa. 
       
       
      - Estava esperando por isso! - Exclamou o capitão Simba quando Ryousuke trouxe os pratos que havia preparado, cozido, grelhado, assado, fora os acompanhamentos, todos pareciam tão bem feitos que algumas pessoas da tripulação não paravam de babar, e ao som do primeiro ronco vindo do estomago do capitão, como se fosse um sinal para iniciar a janta, todos partiram para cima da comida como se fosse gafanhotos atacando uma plantação. - Estava ótimo! Fazia quanto tempo desde a ultima vez que comi algo tão bom? Ryou-chan, por favor se case com a minha filha! Hahahaha. - Com a barriga cheia e com muito bom humor, o capitão começou a ''puxar papo'' com Ryousuke, obviamente nem tudo foi piada, o maior motivo para Simba chama-lo para este pequeno bate papo foi para explica-lo não só sobre a missão como também sobre a ilha para onde o mesmo estava indo e depois de fazer uma pequena introdução sobre a ilha chamada de Forgotten Forest, Simba começou a falar sobre a missão da qual Ryou foi embutido. - Ryou-chan, o Albert só te falou uma pequena parte do trabalho não é? Vou explicar o resto para você. Sabe, este criminoso conseguiu de alguma forma invadir a Base da Marinha de Coliseu Island e roubou de la alguns documentos com informações que podem prejudicar bastante não só aquela ilha como também arruinar toda uma operação que envolve todo o South Blue, ele provavelmente vai entregá-la para algum criminoso ou até mesmo vende-la, por isso estabelecemos uma vigilância constante nesses mares parando qualquer embarcação que vá para aquela ilha, mas mesmo com todo esse esforço a parte principal que era captura-lo... Essa parte você já sabe não é? - Fez uma pequena pausa enquanto pegava alguns papeis e os colocou na mesa, eles eram um retrato falado e uma foto de uma mulher. Começo a falar de novo depois de destacar o retrato falado, o empurrando na direção de Ryousuke. - O Homem do retrato falado é o tal do criminoso, fora o seu rosto, não sabemos nada dele, mas ele é habilidoso o bastante para poder entrar e sair de uma base da marinha sem ser pego, por isso tenha bastante cuidado. - Em seguida ele apontou para a foto da mulher. - Essa mulher é Baiken, ela é a mercenária que foi contratada para caçar este homem, ela é como você, muito boa com katanas mas se você a achou bonita ou algo assim é melhor não tentar nada, ela é mais homem que muitos dos meus tripulantes, um deles até mesmo tentou agarrar naqueles peitos fingindo tropeçar e como resultado quase teve suas bolas cortadas fora. Hahahaha. - Simba ria enquanto olhava para um tripulante que estava claramente desconfortável com aquele ultimo comentário, talvez ele fosse o tal do pobre coitado que tentou ser um pervertido sortudo mas a conversa sobre isto parou por ali. - Ryou-chan, por enquanto é melhor você ir dormir, chegaremos na ilha amanhã de manhã.
       
       
       
      No outro dia, as cinco da manhã, já era possível avistar a ilha, e depois de ancorar, Simba levou Ryousuke para a ilha em um bote, ao chegar na ilha, Simba passou uma ultima informação para Ryousuke. - Ryou-chan, para o caso de você não saber, a Marinha quer muito esse homem vivo para poder saber quem foi que o contratou para fazer esse serviço. Se não for possível de faze-lo, tente pelo menos trazer alguma informação útil com você. Boa sorte! - Ryousuke já estava em terra, e o bote com Simba também já estava voltando para o barco ancorado, a próxima embarcação só apareceria outra vez em sete dias, mas esses mesmos sete dias pareciam um tempo minúsculo se lembrado de sua missão. Podia um único homem achar essa agulha em um palheiro tão grande? Ryousuke, apesar de parecer impossível, se achava capaz. E assim tem início o primeiro de sete dias em Forgotten Forest.
       
       
        
      @Sovereign Hajime começou! espero que esse tipo de introdução esteja ao seu gosto  
    • By Zaza Wallenstein
      Pouco tempo se passou, não deveria ser mais do que uma hora. Tachibana esteve o tempo todo acordado desde que Johnson saiu e agora já estava 100% recuperado. Se prestasse atenção, perceberia que o gato do Chef saiu alguns minutos depois dele, tendo lambido o local onde era sua ferida até sair. 
       
      Ryousuke estava sozinho no quarto e pronto para fazer o que quisesse. Sua arma estava ali, um espólio de seu combate ou talvez um presente, ele poderia pensar como preferisse. Seu uniforme também estava disponível e uma janela na parede daria vista para o exterior da ilha. Ele podia ouvir alguns sons vindo de fora do quartel mas não conseguiria distinguir perfeitamente o que cara um era. O que ele tinha na cabeça era uma obrigação: ir falar com Albert.
       
      @Sovereign Hajime
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