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Ruisu
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Nós Marines morremos. É por essa razão que estamos aqui.

Mas a Marine Corps vive para sempre.

 

 

 

E por essa razão você viverá para sempre.

 

 

 

 

 

 

ost~ Semper Fidelis: Marines Theme I

 

 

 

 


 

Passos em marcha fazem o chão tremer.

 

 

 

Homens e mulheres de uniforme se moviam rapidamente em conjunto, atravessando largos corredores e salões. Rifles eram distribuídos em mãos, com munição sendo carregada em suas câmaras.

Era um estado de emergência. Todos os marinheiros deviam imediatamente se apresentar a seus superiores, e seriam dirigidos as devidas embarcações. Não havia nenhum fora de sincronia, e ninguém seria deixado para trás. A missão dependia daquilo. A maior de todas as missões.

 

A própria corporação marine dependia daquilo.

 

Sinais de luz piscavam pelas pistas que levavam aos navios e submarinos, com os marinheiros fardados se deslocando habilmente pelo caminho que delineavam. Suas botas soavam como uma tempestade, e a força que era mobilizada por aqueles homens se assemelhava a tal fenômeno da natureza.

Instrutores agitam as mãos direcionando a entrada dos soldados, com uma sirene soando pelo porto militar que pessoal não autorizado devia se afastar da região de embarque das tropas. As velas são soltas, capturando o vento do oceano. Ao longo dos convés de diversos navios, canhões eram arrastados por subordinados apressados, que sabiam que não havia espaço para erros naquela operação.

 

 

Senhores, esse é o momento em que iremos provar nosso valor.

 

 

Maquineiros puxavam e empurravam alavancas de enormes motores metálicos. Jatos de vapor quente escapam em um chiado agudo como uma criatura infernal gritando em dor. Uma agulha indicando a pressão da máquina subitamente salta para a região vermelha do medidor. Os operadores acenam um para o outro com a cabeça, e cada um vira sua válvula. A maquina ao redor deles range.

 

Em meio aos navios da marinha, uma gigantesca sombra se ergue, como um humanoide de metal surgindo das águas.

 

 

Esse é o momento em que a JUSTIÇA finalmente irá prevalecer!

 

 

Um carro dirigia por entre uma fileira de marinheiros que batiam continência. Dentro dele, sentada no banco de trás, uma mulher de vestido cruza as pernas, uma expressão indiferente em seu rosto. A Almirante Marine, mais conhecida por sua alcunha:

Kinshin [銀神], a Deusa de Prata.

 

Diante do veículo se abre uma plataforma levando ao maior de todos os navios ali. A embarcação que liderava a frota. No momento em que isso acontece, os demais soldados entendem que era o momento de partir.

Âncoras são içadas.

 

 


Entre a frota de navios, aquele nomeado com seu número de série - AM-420N - começa a se mover em frente junto dos demais. Com suas mãos no leme, Aurora começa a guiar sua embarcação. Ela exclama ordens a seus subalternos, que haviam se multiplicado da noite pro dia desde que lhe fora atribuída parte naquela operação. Os homens carregavam os novos canhões e reforços as estruturas do navio que haviam sido disponibilizadas como parte de seu equipamento. O navio estava mais poderoso do que nunca.

 

 

Pouco mais a frente, uma segunda embarcação se deslocava. Loguetown XX era sua designação, um navio azulado com o símbolo de sua navegadora em uma das velas dianteiras. Essa navegadora era Eli Kinsley, que também tinha recebido sua própria tripulação de marinheiros para comandar. Eles encaixavam nas laterais os novos armamentos modificados sob o gosto da marinheira que teve sua embarcação significativamente aprimorada para a operação. Não era ela quem comandava o leme apesar de comandar o navio; a mulher se encontrava ocupada estando maravilhada com os novos canhões e metralhadoras instalados no convés e casco de seu barco.

 

 

Somente aqueles mais destacados e leais a esta corporação foram convocados para estar aqui. Tenham orgulho Marines! Seus esforços foram recompensados!

 

Esta é a tão sonhada oportunidade de servir seu governo na batalha que irá mudar o mundo!

 

 

Um submarino emerge na retaguarda da formação. Nautilus, era chamado.

A escotilha ao topo se abre, e dela surge a figura do jovem capitão Woon Shiryuu. A brisa do mar esvoaçava seu cabelo de leve, mas ele apenas cruza os braços pensativamente encarando o horizonte. Assim como os outros, seu Nautilus tinha sido modificado para carregar armamentos e proteção avançados, com os melhores materiais que podiam ser disponibilizados pela marinha. Porém havia outra coisa ocupando sua mente naquele momento. A lembrança do debriefing dado a ele e outros marinheiros convocados pessoalmente a aquela operação especial.

 

 


 

 

Parabéns. A partir deste momento, todos os presentes aqui estão promovidos a patente de capitão.

 

O anúncio veio da voz sendo projetada por um den den mushi diante dos marinheiros. A pessoa do outro lado da linha não se tratava de ninguém menos do que o misterioso Almirante de Frota, cujo rosto nenhum deles havia visto antes. Receber a honra de tal promoção diretamente daquele homem era algo que poucos marinheiros sonhariam em presenciar, mas ainda assim havia um certo receio em relação as circunstâncias envolvendo aquela decisão.
No entanto, nenhum ousou se pronunciar diante do comando da maior autoridade militar existente ali.

 

Suas embarcações estão sendo aprimoradas nesse instante enquanto falamos, para que se adequem as necessidades da situação. Subordinados serão designados a elas para auxiliarem na operação dos armamentos e demais funções, e uma vez que zarparem, eles estarão sob seu comando. Confio que o desempenho demonstrado por seus feitos até agora servem de prova que vocês são capazes de assumir essa responsabilidade.

 

Entre uma palavra e outra o Almirante de Frota pausava, quase aleatoriamente, como se estivesse observando as pessoas ali de alguma forma, analisando suas reações ao que dizia.

 

Vocês, marines, são a força dessa corporação. Estaremos contando com seus talentos para o sucesso da operação. Pela ordem de nosso mundo.

Pela Justiça Absoluta.

 

A transmissão corta, e os homens e mulheres na sala batem continência em resposta as palavras do superior. O momento da verdade havia chegado, e com aquelas palavras sua missão era ordenada.

 

 


 

 

"Atenção homens."

 

O comunicado chega para todos os marines na frota por diversos meios que tinham, rádios ou den den mushis.

 

"A partir desse ponto, estaremos em águas não patrulhadas. Território pirata. Mantenham seus olhos e orelhas abertos."

 

 

Só havia um objetivo para aquela frota. Emboscar e capturar o bando pirata sob o comando do homem chamado Johan D. Ark, também conhecido como Rei dos Piratas. Cada movimento daquele plano tinha sido organizado pelo próprio Almirante de Frota, e tudo devia ocorrer em perfeita sincronia se quisessem suceder em tal empreitada.

E assim se dava início a missão mais importante da história da Marinha.

 

 

ROMANCE DAWN - ACT TWO

 

O nome daquela operação era apenas apropriado para tal objetivo. Ela se chamava:

 

 

 

 

OUT OF THE DARK

 

 

 

 

 

 

 

 



 

 

Spoiler

 

Caso n tenha ficado claro na mestragem, todos os participantes estão no momento com suas embarcações melhoradas para rank A, e foram promovidos durante o evento para as patentes de Capitão. Vocês possuem cada um uma tripulação de 25 npcs sob suas ordens, e que irão auxiliar em operar as diversas novas funções nas embarcações de vcs.
Junto com o primeiro post eu vou pedir que vocês anexem em spoiler uma lista de melhorias que vcs querem pras embarcações atuais, como armas e funções extras que acharem necessárias, dentro do que se espera de algo no rank A, lembrando que ainda precisa ser baseado na embarcação da ficha. O que vocês colocarem será o que vai ser usado durante o resto do evento, então considerem bem suas escolhas.

 

Em resto, vocês podem me procurar por MP ou no discord do rpg pra tirar dúvidas sobre a mestragem ou os turnos de vcs.

 

 

 

 

@Hermezilla@Elivelton Carneiro@Joe Portiolli

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Nós Marines morremos. É por essa razão que estamos aqui. Mas a Marine Corps vive para sempre.       E por essa razão você viverá para sempre.             ost~ Semper Fidelis: Marines Theme I           Passos em marcha fazem o chão tremer.       Homens e mulheres de uniforme se moviam rapidamente em conjunto, atravessando largos corredores e salões. Rifles eram distribuídos em mãos,

- É magnífico não é?   O navegador de Aurora responde, soando um tanto maravilhado. Ele sorria, como se estivesse orgulhoso de si mesmo como marinheiro, e de sua corporação. Logo em seguida responde sua capitã, afirmando que ele não entendia muito bem a ciência por trás daquilo, mas que tinha escutado rumores de que se tratava de algum dispositivo criado pelo departamento de tecnologia depois de um acontecimento recente.   Aparentemente, se baseando no poder observado da akum

- H-hah... Pffahaha...   Cobrindo parte  do rosto com uma das mãos, Tsuyu tenta controlar seu riso de forma discreta. Diferente da expressão que mantinha até aquele momento, a forma que ria agora soava genuína, quase alegre até. O motivo é claro, era Johan. A figura do pirata podia parecer ameaçadora para outros, mas Tsuyu conhecia a verdadeira face do capitão por trás daquela falsa presunção. A valquíria Eli volta o rosto na direção da pirata, sem entender o ar casual da 'bruxa'.

- É chegado o grande dia!!!! POR ODIN, NÓS VENCEREMOS!!!!!

 

Com uma grande empolgação dentro de si, Valquíria bradou esse grito no convés do seu navio. O motivo para tanta felicidade não era a toa, visto que seu navio havia sido equipado para se tornar uma verdadeira embarcação de guerra. Junto a isso, ela havia recebido uma promoção ao posto de capitão por ninguém mais, ninguém menos, que o próprio Odin (Almirante de Frota). Seus olhos estavam mais brilhantes que o normal e a sua expressão parecia de uma criança que acabara de conhecer o próprio papai noel.

 

- Odin confiou em mim e prometo que não irei decepcioná-lo!!! O MUNDO CONHECERÁ A EXTENSÃO DAS MINHAS ASAS DE VALQUÍRIA!!!!

 

Ela não possuía asas (só se fossem feitas de biscoito...), mas dava para entender o sentido que ela quis passar. Mesmo tendo perdido grande parte das suas memórias em Lankar, Eli ainda queria ser reconhecida com uma grande personalidade aqui na terra (e também em Valhalla). Ela carregava esse sonho dentro de si e, quando escutava a missão que havia sido designada, começava a esboçar um sorriso dentro de si. Aquela era a chance de ouro que ela havia esperado por todo esse tempo.

 

Após ter se dirigido para a sala de comando, Valquíria ligou o den den mushi que se comunicava a todo o navio e mandou um recado para todos os tripulantes:

 

- COMPANHEIROS, ESSA SERÁ A MISSÃO MAIS DIFÍCIL QUE VOCÊS TERÃO EM SUAS VIDAS!!! ESTAMOS EM TERRITÓRIO INIMIGO E TEMOS UMA GUERRA IMINENTE NOS AGUARDANDO!!! ENTÃO LUTEM DANDO O SEU MELHOR, PARA QUE NÃO HAJA ARREPENDIMENTOS EM SUAS VIDAS!!! SOMOS GUERREIROS ORGULHOSOS E NÃO IREMOS DESISTIR ENQUANTO NOSSAS VIDAS NÃO FOREM TOMADAS!!!! TORÇO PARA QUE NENHUM DE NÓS VENHA A ENCONTRAR VALHALLA... MAS SE ISSO ACONTECER, IREMOS COM A CABEÇA ERGUIDA E COM A EXCELENTE SENSAÇÃO DE TERMOS DADO NOSSO MELHOR!!! BOA LUTA PARA NÓS TODOS E QUE ODIN ESTEJA NOS AJUDANDO NESSE COMBATE!!!!

 

Bem, foi uma mensagem bem barulhenta/escandalosa/incômoda para ouvidos sensíveis, mas ela transmitia bem o sentimento que Eli Kinsley carregava dentro do seu peito. Pegando o seu casaco com o kanji de Justiça (正義, Seigi) e o colocando sobre os ombros, sem colocar os braços dentro da manga, Valquíria começou a andar até a proa do Loguetown XX com a sua tradicional mala de emergência na mão direita. Chegando no lugar, ela colocou a mala no chão, cruzou os braços e deu um sorriso:

 

- QUE O SHOW COMECE!!!!!

 


 

@Ruisu Eu vou pedir pra atualizar a personalidade da Eli, já que ela deu uma mudada na ilha que to jogando. Eu não mudei antes porque a ilha não tinha acabado (e porque achei que ia pro evento com ficha secundária...). Mas basicamente ele virou o estado de valquíria em quase 100% do tempo. Mas ela ainda lembra da família dela, sonhos e tem noção de que tem que obedecer o pessoal da marinha :lol:

 

E quanto ao meu navio aqui vai:

Spoiler

- Um sistema de Den den mushi em todo o navio, para possíveis comunicações com a tripulação;

- Trocar os canhões rústicos por canhões mais modernos e que sejam colocados na esquerda, direita, frente e trás do navio. Por mim pode ser uns 3 de cada lado, mas se não puder, deixa só uns 2 mesmo;

- Na popa do navio, deixar um sistema tipo o Coup de burst (para o navio dar um impulso para a frente, até uma distância de 1 Kilômetro).

 

 

 

 

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Ya prishol daty etu piesnyu !!!!

 

26PaIKs.jpg?1

 

 

 

 

 

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Aurora estava séria, quase atônita. Sua personalidade expansiva, reclamações, ou qualquer tipo de socializações haviam sumido por hora. Em outro momento teria tido uma calma maior para reconhecer as personalidades importantes ali, talvez tentar conversar com Kinshin e tentar um trabalho sob sua tutela. Seria uma excelente forma de ser notada na organização. Mas não havia tempo para aquilo. Marchavam ritmados para dentro do AM-420N e a tensão no ar era palpável. Os barulhos dos marines se movimentando contrastavam com os barulhos da natureza e anunciavam um futuro conturbado. No meio da frota estava ela e sua nova tripulação partindo ao encontro da missão das missões. Ela segurava o leme e encarava o horizonte até perceber a merda que estava fazendo.

 

"  Mas que merda?! " - pensou. "  Será que estou tão nervosa assim? "  - fez um sinal para o navegador assumir o seu lugar e largou o leme o mais rápido possível antes que atingisse algum outro navio por perto. Uma gota de suor escorreu de sua testa. - Atenção homens. - dizia a voz no comunicador. Mesmo numa situação como aquelas Aurora não pode deixar de revirar os olhos. Esperou os comunicados terminarem. Estavam em águas perigosas e iriam atrás do mais perigoso dos piratas. Precisava agora falar com sua própria tripulação. Era uma responsabilidade que ela não poderia escapar por mais que quisesse, então acabou fazendo do seu jeitinho.

 

- Quando vocês se inscreveram na marinha... - começou, num tom de voz mais alto para captar a atenção de todos. Por mais que a tensão do momento e a marcha organizada já tivessem colocado todos em uma posição disciplinada. - ..eu aposto que vocês acharam que iam proteger o vilarejo de vocês ou pegar uns piratinhas de merda. POIS BEM! Estamos indo pegar o Johan, rei dos fucking piratas, D. Ark! - falou o nome dele com bastante ênfase, embora não precisasse realmente. - Se estiverem com medo está tudo bem. Significa que são saudáveis! Não ter medo seria ter uns parafusos soltos na cabeça. - levantou o dedo para indicar que ainda não tinha terminado para abaixar logo em seguida com velocidade, defenestrando o resto de seu discurso improvisado: - Mas não podem deixar medo nenhum segurarem vocês na hora do vamo ver! Essa é a realização máxima, o ápice da existência da corporação em anos e por menores que sejam nossos papéis nisso tudo, nós não vamos decepcionar! - sorriu, brevemente. - EU OUVI UM AMÉM?! - gritou, esperando uma contrapartida. Às vezes ela se preocupava que ninguém falasse nada, mas eles não seriam assim tão loucos de irritá-la daquela forma.

 

Depois do discurso, se sentia um pouco mais calma. Navegava com outros tantos barcos e esperava saber o que tinha criado a deixa para que a marinha finalmente decidisse investir contra ele.

 


 

Spoiler

- Adaptação de uma das salas do barco para uma prisão. Foram removidos todos os móveis e colocadas placas de metal nas paredes e grades por dentro. Fica diretamente abaixo do convés e existe um mecanismo onde pode-se abrir um buraco no convés que dá para essa prisão. Existe um segundo mecanismo que deixa a água do mar entrar nesse cômodo pelo casco e um terceiro que expulsa a água de lá.

- De cada lado quatro armas sendo:

     * dois canhões normais com balas de canhão e poder destrutivo

     * duas armas que são como super bestas em série, com mecanismos de gerar fogo para acender as pontas das flechas e ao acionar o gatilho soltar vinte flechas em chamas na mesma direção. Para recarregar é só colocar vinte flechas num tubo no topo e elas vão caindo para os locais corretos onde serão tensionadas para um novo disparo.

- Na frente três armas sendo:

     * dois canhões normais com balas de canhão e poder destrutivo

     * um lança-arpão com um arpão bem grande, cabo de aço reforçado e um motor que enrola o cabo depois, permitindo puxar o arpão de volta ou aproximar o navio para onde ele tenha atingido, dependendo.

- Na parte de trás umas cabines reforçadas com poucas aberturas, onde atiradores podem ficar com segurança enquanto miram e atiram em quem está perseguindo.

- Um mecanismo magnético no mastro principal que, se acionado, atrai para si todo o metal por perto. Forte o suficiente para atrair armas e vestuários de metal, por exemplo, mas não forte o bastante para tirar os canhões, arpão, cabines ou sala-prisão do lugar e quebrar o navio.

- Um aparelho de karaoke no alojamento pra aumentar a moral da tripulação.

 

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Muitos acontecimentos importantes haviam acontecido em um curto período de tempo, dito isto, momentos antes da grande missão que havia sido escalado ter o seu inicio, estava do lado de fora do submarino que acabara de emergir. Em uma situação normal talvez aproveitasse a vista ou a brisa do mar que batia no meu rosto de forma agradável, porém o momento em questão não me deixaria aproveitar de tais luxos. - Capitão neee... - No momento em que recebi esta promoção repentina, senti que algo estava muito errado para que a Marinha agisse com tanta pressa, naquele momento já havia notado que a razão para que eles precisassem de tantas pessoas em cargos de comando seria porque em pouco tempo teríamos uma missão de escala colossal, e assim foi. Mas ainda havia uma coisa que me incomodava. - "Veja bem... Eu... Tinha acabado de me alistar... Não tenho nenhuma grande conquista como Marine... Esta tudo bem uma promoção tão arbitrária?" - Por um lado, foi muito bom ter o meu talento reconhecido pelo homem com a maior patente de toda a Marinha, sentimento que foi claramente compartilhado pelos outros promovidos, mas por outro lado, se o motivo não era talento, só poderia significar que éramos destacáveis. Aumentar o número de cargos de comando para que os verdadeiros comandantes tivessem menos trabalho para lidar no campo de batalha era uma estratégia muito comum no Império Kano quando eles estavam em alguma desvantagem nas guerras... Bem, apesar de dizer "descartáveis", também devo acrescentar que como estratégia e formação, este fracionamento não é de todo ruim, já que se o inimigo não puder fazer o mesmo será possível enfrentemos cada navio pirata que vier pela frente com uma vantagem de pelo menos um para quatro. E no caso deles também se fracionarem, tudo seria decidido pela eficiência da cada embarcação, o que estamos  também em uma grande vantagem.

.

(***)Uuuuhcchii(***)

.

Escutei o som do espirro de Hong Liu chamando a minha atenção para voltar para dentro, como não queria deixar a minha recém adquirida tripulação esperando, entrei fechando a escotilha. Já do lado de dentro, recebemos uma transmissão dizendo que a partir daquele momento estávamos em águas não patrulhadas, em outras palavras, daquele momento em diante, deveríamos permanecer atentos a qualquer irregularidade. A missão havia finalmente se iniciado e eu também precisava passar ordens, apesar de não ser o maior fã de grandes discursos, tentei dar o meu melhor. - Bem... Nossa, agora que vejo que todos estão me olhando me faz sentir um pouco de vergonha. Hahaha... *Cof Cof*... Enfim, A partir de agora, estamos no que podemos chamar de território inimigo, portanto gostaria que todos vocês mantivessem isto em mente! Nossa posição na formação da frota é de suma importância para todo o andamento da missão. Qualquer um que pensa na retaguarda como apenas reservas, peço que abandone este pensamento neste exato momento. Nosso objetivo é impedir o avanço de qualquer ataque inimigo buscando quebrar a nossa formação por trás, além de prestar suporte as outras embarcações da formação, interceptando qualquer inimigo que consiga atravessar a formação antes que possa causar grande dano aos nossos aliados, como por exemplo, um outro submarino...- Isto era um fato, porém fiz questão de lembra-los por precaução já que poderíamos não ser os únicos com submarinos. - Exatamente por estarmos na retaguarda que temos a melhor visão de toda a formação, este fato somado a mobilidade que apenas um submarino pode ter fará com que manter a defesa da formação e o suporte aos aliados seja um trabalho fácil. Ou pelo menos é nisso que eu acredito. - Fiz uma pequena pausa para olhar para as expressões de cada um dos vinte e cinco Marinheiros que tinha sob o meu comando e depois de confirmar algo, continuei a falar. - Posso ser inexperiente, mais conto com o apoio de cada um de vocês para que possamos completar a nossa missão com exito! Dito isto Eu, Capitão Woon Shiryuu vos digo... Todos em suas posições! - E com isso, cada um deveria assumir a sua posição, no maquinário, torpedeiros, ou comigo na ponte de comando, isso dependeria do talento que cada um teria. A propósito, falando em talento... - Quem será o responsável pela cozinha? Gostaria de pedir uma porção extra grande de Mapo Doufu para mim... - E assim comentei para os marinheiros que me acompanharam para a ponte de comando.

 

Infelizmente para mim, ainda havia um pequeno receio no que estava prestes a fazer, já que além de comandar estas vidas que estavam comigo, também traria a morte para qualquer inimigo que aparecesse. Mesmo sendo piratas, gostaria de evitar qualquer morte desnecessária. O que parecia ser uma impossibilidade ao meu ver, já que as chances do inimigo saber oque planejamos não são nulas, afinal, ele não é o rei dos piratas à toa. Todas as minhas ordens foram dadas com este fato em mente, mas ainda tinha um pouco de duvida se estas ordens haviam sido as melhores, por isso, já na ponte de comando, perguntei para os outros soldados oque eles pensavam. - Pessoal, olhando a situação como um todo, oque vocês acharam das minhas ordens? Há alguma coisa que gostariam de acrescentar?

 


Spoiler

Sobre as modificações. 

1- Reestruturação do casco para ficar de acordo com o novo rank

2- Atualização da ponte de comando, instalando um sonar potente que rastreie toda a frota e seus arredores, rádios para comunicação externa com outros navios e submarinos na frota e melhor monitoramento e comunicação interna e um den den mushi para emergências 

3- dobrar o numero de tubos de torpedo, assim como aumentar os tipos de torpedos que teremos além dos explosivos

  ³.¹ - Torpedos de espuma - eles criam uma espuma sólida ao redor do alvo atingido que restringe os movimentos da embarcação.

  ³.² - Torpedos arpão - não são ocos como os outros, totalmente sólidos e muito pesados, criados apenas para atravessar o casco de embarcações como um arpão lançado ao mar

4- maquinário com sistema de resfriamento e um sistema de super aceleração por aquecimento.

5- Uma cozinha e banheiro maior

@Ruisu espero que não tenha ficado muito grande.

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1. Beginnings

 

https://i.imgur.com/Swfm7ov.jpg?1

 

- Ei novata, nós todos apreciamos sua empolgação;

 

A voz surge no comunicador da garota Valquíria, e também nos de Woon e Aurora. Um momento atrás, os dois, assim como todo o resto da frota, tinham escutado os brados de Valquíria para seus homens por aqueles mesmos comunicadores; provavelmente a capitã do Loguetown XX acidentalmente havia conectado seu den den mushi a frequência de comunicação da frota, resultando em todo o resto dos marines se unindo ao público de seu discurso.

Por sua vez, a mulher que falava agora soava calma, e até bem humorada com a situação.

 

- Mas eu recomendaria que você usasse a frequência interna da próxima vez, certo?

 

- Nah, novatos precisam se divertir nessas horas. - dessa vez era a voz de um homem falando. - Essas excentricidades geralmente são sinal de marines fortes. Logo que se alistou você não era muito diferente Barda.

 

- Pff, hah! Eu suponho que você tem razão velhote. E com tantos novatos promovidos ao mesmo tempo, talvez um pouco de excentricidade seja o que eles precisam.

 

Finalmente, os capitães reconhecem a quem pertenciam aquelas vozes. Tinham os encontrado durante seu debriefing, os principais superiores responsáveis por os supervisionar durante os estágios iniciais da operação:

 

Vice-Almirante da segunda divisão de retaguarda, Gerhard Ludwig, também conhecido por sua alcunha, Pardal do Mar.
 

Spoiler

 

https://i.imgur.com/GDPqXm1.jpg

 

 

 

 

 

A mulher falando era outra Vice-Almirante. Barda Lapointe, A Nobre, responsável pela quinta divisão de avanço.
 

Spoiler

 

https://i.imgur.com/95BB5ta.jpg

 

 

 

 

 

- Novata. - ela volta a se dirigir para a valquíria. - Seu nome era Eli Kinsley não é? Você tem um poder bem peculiar aí... Akuma no Mi. Dizem que se pode comprar uma ilha com o valor de uma dessas frutas. Um combate em alto mar é perigoso para aqueles que comeram delas, mas eu tenho a impressão que você vai saber se virar.

 

- Todos nós estamos ansiosos para ver o talento de vocês, novos capitães. - completa Gerhard. - Eu tenho boas expectativas em dois de vocês em especial. Aurora que em tinha se tornado uma subtenente pouco depois de se unir a corporação. Tão jovem e já é capaz de dominar o Haki da Armadura, como esperado de uma das guerreiras Kuja. E Woon Shiryuu... você esteve envolvido com um número de situações notáveis antes de se alistar. Devo dizer que a forma que lidou com o monstro de Vromlok foi impressionante.

 

- Estaremos contando com a força de todos vocês nessa operação. E espero que possam contar com a nossa também.

Não era possível ver seu rosto por estarem falando pelo comunicador, mas os capitães podiam perceber pela expressão no den den mushi que a vice-almirante sorria ao dizer aquilo. Podia parecer pouco, mas em uma missão envolvendo a vida ou morte de todos os envolvidos, aquela tentativa de formar laços era essencial para o bom desempenho das tropas.

 

De certa forma, assim como a vida dos novos capitães estava nas mãos de seus superiores, as vidas deles como seus companheiros de batalha também estariam nas mãos de Woon, Eli e Aurora.

 

 

 

Os subordinados de Eli endireitam seus corpos, batendo continência perfeitamente alinhados diante da capitã.

 

No navio de Aurora, seus homens gritam de volta seu 'amém', ficando em sentido.

 

Se dirigindo para a ponte de comando com Woon, um marinheiro traz um prato com um tipo de miojo cozinhado recentemente para o capitão. Ele afirma que não tinham o tofu desejado, mas que tinham preparado aquele prato da melhor forma que podiam com os materiais no submarino.

"Se os superiores acreditam em você, então nós acreditamos em você, capitão." ele diz.

 

 

***

 

 

- Hmph.

 

Com a mesma expressão indiferente de antes, a Almirante Yuuna fitava o horizonte sentada em um trono montado especialmente para ela na principal cabine de seu navio. O comunicador do resto da frota estava ajustado em um volume baixo o suficiente para que toda a conversa dos outros marines não a incomodasse, mas que ainda fosse possível para que os subordinados monitorando as comunicações pudessem fazer seu trabalho.

 

- Lorde Yuuna.

Um homem de óculos se aproxima do trono respeitosamente, curvando a cabeça diante da almirante. Em seu pescoço, um cordão prateado simbolizando que ele era um fiel da seita que cultuava a almirante como uma divindade.

 

- Diga o que precisa e desapareça. - ela responde desinteressada.

 

- A comandante da divisão Trojan informa que as preparações estão completas. A emboscada deve seguir de acordo com os planos, e a previsão é que o alvo seja alcançado em 30 milhas.

 

Ao terminar de falar, o homem dá dois passos para trás, se curva novamente e só então volta por onde veio. Yuuna suspira, movendo um dedo para o lado. De um armário na direção em que ela aponta, sai uma garrafa de vinho que flutua pelo ar até uma pequena mesa ao lado do trono onde havia uma taça vazia. A garrafa se abre sozinha, servindo o vinho naquela taça perfeitamente antes de ser colocada na mesa ao lado dela.

Em seguida agora a taça flutua, indo até a mão da almirante que gesticulava sutilmente, como que controlando o movimento daqueles objetos. Yuuna bebe um gole do líquido vermelho, suspirando.

 

- Hmm... O dia finalmente está aqui... em que irá me ver esmagar esse mundo com que você tanto sonhava... Johan D. Ark.

 

Com o canto de seus lábios, Kinshin forma um sorriso cruel.

 

 


 

 

@Hermezilla@Elivelton Carneiro@Joe Portiolli


 

Spoiler

 

Olha, quando for pra interagir com os subordinados de vcs n precisa esperar pela mestragem ok, vocês que controlam eles.

Durante esse turno vocês tem acesso a comunicação entre vocês, então podem considerar como um turno de rp livre pra conversarem o que precisarem pelo den den mushi.

 

 

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Nossos superiores estavam bastante tranquilos enquanto se comunicavam conosco pelo den den mushi. Depois de seu encorajamento, agradeci pela sua cortesia respondendo com um ''espero poder atender as suas expectativas'', mas também fiquei bastante curioso sobre muitas coisas, o comentário que o Vice-Almirante Gerhard fez ao meu respeito foi uma delas. - V-Vice-Almirante Gerhard... Como o senhor sabe de tudo isto? - Estava um pouco nervoso e envergonhado, além de um pouco assustado depois de saber que a Marinha estava ciente dos meus passos até em Vromlok, uma vila em uma ilha que supostamente foi esquecida pela Marinha. - "Não me diga que estou sendo monitorado desde antes de me alistar não é?" - A rede de informações da Marinha pareceu por um instante mais assustadora do que a rede do Yo-nii, mas com toda aquela confusão com a família J'knell, este tipo de atenção não seria uma grande surpresa. Escutei a sua resposta enquanto comia meu miojo e agradecia aos meus homens, depois disso usei a comunicação da tropa mais uma vez para fazer uma outra pergunta, desta vez direcionada a quem quisesse responde-la. - Tenho também mais uma duvida, sobre aquilo que o Vice-Almirante acabou de comentar... Gostaria de saber o que é Haki? É algum tipo de código interno? - Este era um conhecimento que não tinha, por isso atiçou a minha curiosidade, oque seria Haki? Além disso ele também disse algo sobre uma armadura. Seria alguma técnica de forja? Ou ele apenas afirmou que a Capitão Aurora tem uma ambição tão resistente quanto uma armadura... -"Não, não, não, não... Deve ser outra coisa não é? Se for algo tão simples eu também tenho as minhas próprias ambições."

 


@Ruisu @Joe Portiolli @Hermezilla quem quiser responder 
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Enquanto andava para fazer a sua pose maneira (vide final do turno passado), Eli ouviu umas vozes surgirem nos comunicadores do seu navio. Ela rapidamente voltou para a sala de comunicação para ver o que estava acontecendo:

 

- Mas eu recomendaria que você usasse a frequência interna da próxima vez, certo?

 

Quando escutou isso, Valquíria se ligou do erro que tinha acabado de cometer. Não que ela tenha ficado com vergonha, ou algo assim, já que valquíria não tinha falado nada para que se vergonhasse. O problema foi que ela estranhou o erro tão bobo que tinha acabado de cometer:

 

"- PELAS BARBAS DE ODIN!!! TENHO QUE FICAR MAIS ATENTA!!!"

 

Uma outra voz surgiu e começou a conversar com a primeira. Depois de um tempo, já era fácil identificar os donos daquelas vozes: Gerhard Ludwig, Vice-Almirante da segunda divisão de retaguarda e Barda Lapointe, a Nobre, responsável pela quinta divisão de avanço e também uma Vice-Almirante.

 

"- Minha voz alcançou até a Elite do exército de Odin!!!! ISSO MOSTRA O QUANTO QUE ESTOU NO CAMINHO CERTO!!!!!!"

 

- Novata. Seu nome era Eli Kinsley não é? Você tem um poder bem peculiar aí... Akuma no Mi. Dizem que se pode comprar uma ilha com o valor de uma dessas frutas. Um combate em alto mar é perigoso para aqueles que comeram delas, mas eu tenho a impressão que você vai saber se virar.

 

Eli escutou aquilo com um certo orgulho dentro de si. Ter sua força reconhecida por uma grande líder só confirmava o quanto que ela realmente estava no caminho certo. Ela só estava estranhando ainda essa história de ser conhecida como Eli Kinsley e não como valquíria... Mas isso era algo meio esperado (já que o nome dela de verdade é Eli...).

 

- SIM SENHORA, MEU NOME É ELI KINSLEY!!!! E OBRIGADA PELA CONFIANÇA!!! ESSE FRUTO DE YGGDRASIL IRÁ NOS AJUDAR A ALCANÇAR O SUCESSO!!!!!!

 

Após essas palavras, os comandantes desligaram a sua comunicação. Eli novamente saiu da sala de comunicação e começou a andar para fazer a sua pose maneira (igual do final do turno anterior...), quando ela percebeu os seus subordinados fazerem continência. Aquela cena foi meio engraçada para a jovem inventora, mas ela finalmente estava se ligando da responsabilidade que tinha recebido.

 

"-EU TENHO QUE HONRAR ESSE POSTO!!!!!!"

 

Mas antes que ela pudesse novamente chegar no lugar, Eli novamente ouviu uma pergunta de um dos capitães que tinha acabado de ser promovido recentemente, que era o Woon Shiryuu, e retornou para respondê-lo:

 

- Capitão Woon, aqui é a valquíri... Eli Kinsley!!! Eu também não sei que negócio é esse haki, mas parece que esse negócio consegue fazer armaduras!!! Será que também é uma fruta de Yggdrasil??? Porque eu também consigo criar armaduras, só que com o material relacionado a minha fruta.

 

Dessa vez Eli não saíria da sala de comunicação. Ela ficaria lá e esperaria alguma resposta dos capitães. Não valeria de nada ela ficar nessa de andar e, no final, ter que voltar para essa sala...

 


 

@Elivelton Carneiro @Hermezilla Pronto, postei

E ruisu a legenda das minhas falas são

Vermelho, negrito, itálico e centralizado - Pensamentos

Vermelho, negrito, itálico e à direita - Falas/gritos comuns da personagem

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Aurora escutou um discurso vigoroso sobre deuses e lugares estranhos pela rede de comunicação geral. Não era muito de se estranhar. Desde que saíra de Amazon Lily tinha tido contato com diversas crenças e religiões diferentes. Ao contrário da cultura normal, no entanto, descobriu que era melhor não se envolver demais em conhecer as religiões, pois havia muito fanatismo e pouca lógica na cabeça daqueles que as seguiam. Fez algumas notas mentais das palavras que aquela capitã dissera, mas decidiu ignorar educadamente e não pressionar o assunto.

 

Ouviu então as mensagens de dois vice-almirantes. O Pardal e a Barda. Eles eram grandes armas da organização e estavam num nível completamente diferente do dela. Um nível que ela esperava alcançar em breve, contudo. Eles falaram um pouco sobre ela e sobre outros dois capitães que estavam com seus navios ali perto. O fato curioso foi que, mesmo estando na Grand Line, Aurora ouviu depois pelo comunicador que os outros capitães não sabiam o que era Haki... Cobriu a cara com a face da mão, sentindo uma vergonha alheia.

 

"  Minha deusa! Como isso é possível?! Eu aposto que eles não estavam nem perto de serem capitães... pegaram uns novinhos promissores que acabaram de chegar dos blues..." - revirou os olhos, escondidos pelo facepalm. "  Bom, paciência... não é hora de desconfiar daqueles que podem salvar sua vida daqui a meia hora. "  - voltou a uma postura melhor e pegou o den-den-mushi para falar.

 

E então percebeu que não sabia explicar o que era Haki. Aquilo tinha sido desenvolvido durante sua vida como a linguagem, ou o combate em si. Era uma coisa muito mais vivida e menos racionalizada.

 

- Companheiros... - falou pelo canal externo - é difícil de explicar o que é o Haki. - começou. - Mas para efeitos práticos... para não se surpreenderem com possíveis inimigos que saibam usá-lo, o importante é saber o que pode ser feito com ele. - fez uma pausa e começou a enumerar: - Pode ser que seus oponentes enxerguem seus movimentos antes de vocês fazerem. Como um sexto sentido que prevê um futuro a curto prazo. - levantou um dedo na sua mão, que os demais não veriam, mas a ajudaria com o raciocínio. - Pode ser que eles endureçam seus corpos e até armas, de forma que sejam mais resistentes do que vocês possam imaginar. Um golpe desses pode até acertar o corpo de alguém que comeu uma Logia. - levantou o segundo dedo. - Por fim... pode ser que piratas muito fortes, provavelmente o próprio Johan, solte uma onda de energia tão forte que aqueles fracos de espírito vão cair desmaiados imediatamente. Caso isso aconteça, não temam! Ou vocês estarão desmaiados demais para pensar a respeito ou fortes o suficiente para continuar lutando! - levantou o terceiro dedo e encaixou o fone no caracol.

 


@Joe Portiolli, @Elivelton Carneiro

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Escutei a explicação da Capitã Aurora sobre Haki até o fim, como nenhum dos Vice-Almirantes voltou a falar imaginei que eles estavam deixando com que os novatos interagissem entre si, e assim resolvi tirar uma pequena dúvida sobre a sua explicação, ainda não sabia se aquilo eram técnicas ou alguma habilidade especial mas esta resposta podia esperar, porque oque estava na minha mente naquele momento era outra coisa. Por alguma razão, este Haki que deveria ser desconhecido para mim se tornou um pouco familiar depois de ouvi-la. - Capitã Aurora, tenho algumas outras dúvidas sobre este Haki que gostaria de esclarecer, por exemplo... - Fiz uma pequena pausa e respirei fundo, pois naquele momento estava lembrando de alguns eventos do passado que me fariam perder a paciência sem esta preparação. - É possível com este Haki desviar de ataques enquanto esta vendado e ainda... Contra-atacar como se estivesse vendo o seu adversário? - Fiz esta pergunta porque uma certa vez o idiota do meu pai me enfrentou de olhos vendados com a desculpa de "treinar o olho da mente" e ainda assim não só fui completamente derrotado como não consegui acerta-lo uma vez sequer. Só de lembrar disto, já foi o suficiente para fazerem veias saltarem da minha testa. Depois de escutar se era possível ou não, fiz a minha segunda pergunta. - T-também... seria possível... Q-quebrar os ossos de uma pessoa usando apenas um dedo? - Sim... Ele também fez isto comigo, com um único golpe quebrando meu rádio e ulna do braço direito. Quanto mais lembrava destes eventos do passado, mais raiva sentia. - "Oyaji... Seu monstro maldito! Aposto que ele não me falou disto de propósito! Mukiiiiii!!! Que raiva! Um dia você me paga!"

 

 

One piece RPG 

 

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"  Hã?! Que tipo de perguntas são essas? "  - pensou, incrédula. "  Será que ele tava se fazendo de bobo? " 

 

- Eu acho que sim... - respondeu ao capitão. - Depende das pessoas envolvidas... - disse. - E também... é possível que alguém aponte pra você e exploda seu intestino por dentro. Tome cuidado com pessoas que apontam. - falou, séria. Então desligou o transmissor e deixou escapar um pouco do riso preso.

 

Olhou para sua tripulação, ainda desconhecida e torceu para que não a desaprovassem demais, mas não ligava muito na verdade.

 

@Ruisu

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"Intestino? Apontando?" - Olhei para os meus homens ainda um pouco incrédulo sobre aquela ultima informação, mas eles não demonstravam nenhuma reação, talvez não soubessem muito sobre Haki ou sequer estivessem prestando atenção.- "Não acho que esta pessoa tenha feito uma brincadeira a esta altura também..." - Dito isto, por via das dúvidas resolvi acreditar em suas palavras. - Fumu... Obrigado pela informação, tomarei os devidos cuidados com pessoas que apontam! - No pior dos casos só precisaria desviar destas pessoas antes de apontarem para mim, por isso não estava tão preocupado já que seria como sair da trajetória de uma bala ou algo parecido. - "E pensar que neste mundo tem pessoas que podem fazer coisas deste tipo... Como esperado da Grand Line... Eu suponho."

 

 


@Hermezilla @Ruisu

 

Mantendo a minha linha de pequenos momentos de infantilidade, resolvi agir deste jeito >< 

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2. Generation 1 Prototype, Mark 27

 

 

 

- É assim como ela disse. - Continua o vice-almirante Ludwig, se dirigindo a Woon Shiryuu - A Grand Line é cheia de todo tipo de pessoas perigosas, muitas delas em um nível semelhante do homem que vamos enfrentar. Logo é natural que quando alguém demonstra potencial em um lugar como os Blues, a marinha logo decide prestar atenção em suas ações.

 

- A última coisa que queremos é um novo pirata nesses mares. - Barda comenta, soando distraída. - Se o novo potencial não puder se unir a nossas forças, ele deve ser considerado uma ameaça a ser eliminada.

 

- Felizmente vocês escolheram o lado certo.

 

A transmissão termina com um clima menos bem humorado do que havia começado. Estavam do lado certo, era o que asseguravam seus superiores. Porém algo na forma que diziam aquilo deixava a mais leve suspeita de que eles sabiam de algo além do que fora informado aos novos capitães. Não simples informações da missão, mas algo mais complexo, inexplicável.

 

https://i.imgur.com/Rh9PMvO.jpg

 

 

Logo um disparo se escuta para aqueles que estavam acima da superfície. Levantando os olhos para o céu, os marinheiros podiam avistar um sinalizador vermelho brilhando por entre as nuvens. O significado daquilo tinha sido passado a eles durante o planejamento:

 

Piratas. Uma das divisões tinha avistado embarcações piratas.

 

 


 

2 horas depois

38º 54' N  77º 02' W

 

 

Navios de velas escuras avançavam cortando as águas salgadas do oceano. Sua destinação era apenas uma: o pequeno navio solitário que estava ancorado em alto mar apenas um pouco adiante deles.

 

O vento faz o navio solitário balançar de leve com o mar. Uma escotilha abre nele, e de dentro sai uma garota de cabelos roxos, aparentemente a única a bordo. Ela sobe ao convés em passos suaves e atentos, para então virar o rosto na direção da frota pirata que se aproximava.

Em seus olhos, uma expressão resoluta, que não parecia ter qualquer tipo de medo ou esperança diante da visão.

 

 

 

Mas havia muito mais além do que olhos podiam ver ali. Não somente além, mas abaixo. Submerso.

 

Afundando no azul escuro do mar, dezenas de metros sob o navio solitário, uma outra frota de gigantes metálicos. Submarinos.

Em formação, eles aguardavam o momento certo de atacar. Eles eram apenas uma parte da força total enviada pela marinha naquela operação, mas ainda assim, o poder de fogo combinado de todos eles era equivalente ao que na grand line era conhecido como Buster Call, o mais poderoso ataque marine conhecido publicamente, capaz de afundar uma ilha.

 

Woon Shiryuu, entre os principais capitães naquela formação, via seus homens correrem pelo submarino, constantemente conferindo o status de suas armas e munição. O Nautilus estava logo a frente, e seria responsável pelo início do ataque a frota inimiga. As luzes no interior tinham sido apagadas, substituídas por uma iluminação vermelha que manteria o gasto de energia das instalações a um mínimo de forma que a movimentação e capacidade de fogo do Nautilus funcionassem a 100% de seu potencial. Qualquer mecanismo ou sistema não indispensável tinha seu uso reduzido em favor das funções de combate.

 

Logo os subordinados do capitão se aquietam, terminando os preparos para o ataque e aguardando em suas posições. Esperavam pelas ordens de Woon. A cada segundo, a frota inimiga se aproximava mais, e em momentos estariam ao alcance de seus torpedos.

 

 

No navio solitário, a garota ainda fitava o horizonte, enquanto a brisa do mar era o único som sobre a superfície do oceano.

Logo, o vento sopra com mais força, e acaba por lançar ao ar o manto que cobria a cabeça da garota, esvoaçando seus cabelos e revelando seu rosto imutável mesmo diante daquilo...

 

 

ost~ The New Impact

Spoiler

https://i.imgur.com/pbSUoYO.jpg

 

 

 

A partir de agora, o impacto inicial era iminente.

 

 

To be continued

 

 

 

 

 



@Elivelton Carneiro@Hermezilla@Joe Portiolli
 

 

Spoiler

 


Joe e Hermes tão ocultados com o resto da frota nesse turno, vocês podem reagir se comunicando com os npcs se quiserem saber como estão ocultos. Vocês conseguem acompanhar tudo o que aconteceu na mestragem por meio de informações de áudio e vídeo diversas (vai depender dos sistemas de comunicação nos navios de vcs)

 

Elivelton tem que bolar a forma que vai atacar esse turno dando ordens pros subordinados e controlando eles. A primeira linha da frota inimiga tem aproximadamente 10 navios (que vc pode ver pelo seu radar) reforçados, equivalentes aos de Rank A da marinha.

Não é possível se dizer ainda qual deles é o líder da formação. Informações dos seus superiores preveem que depois de serem atacados, eles tem capacidade de atacar de volta mesmo que vocês estejam submersos, contanto que tenham alguma ideia de onde estão suas posições, então decida bem como vai ser sua estratégia de ataque porque vai haver uma janela de tempo depois dele em que vc vai estar vulnerável a danos.

 

 

A música tá no fim porque é a OST dos posts de vcs -q

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"Em resumo, meu contato com a Marinha já estava gravado em pedra." - Não sabia se deveria me sentir aliviado ou assustado com esta informação, mas se fosse para escolher qual a emoção dominante naquele momento, a resposta certa seria medo. A missão estava prestes a começar, mas a sensação de que algo naquela missão estava sendo omitido não saía de minha cabeça, porém, resolvi me preocupar somente com o agora, e se em algum momento, algo diferente do informado acontecer, nessa hora, lidarei com isso da melhor forma possível.

 

Poucas horas depois, a primeira frota inimiga estava no nosso caminho, e nós, assim como outros submarinos, fomos encarregados de desferir o primeiro golpe. A frota inimiga tinha aproximadamente dez navios, ou pelo menos foi isso oque apareceu no radar, normalmente, estaríamos em vantagem por atacar desta posição mas ainda havia a chance do inimigo poder revidar, mesmo estando metros abaixo deles. - Homens avisem os outros submarinos para esperarem com seus torpedos explosivos preparados, porque logo logo eles terão muitos alvos quase parados para praticar tiro ao alvo. - E assim, para garantir que o nosso ataque acabaria com a frota inimiga rapidamente decidi começar o ataque com torpedos de espuma, para dificultar as manobras evasivas do inimigo. - Comecem o bombardeio com os torpedos de espuma da esquerda para direita da formação inimiga, enquanto nos movemos semi circularmente. - A razão para isto era começar o ataque o mais próximo possível no começo, nos afastando da frota inimiga gradualmente para não sermos cercados, encerrando o ataque enquanto nos aproximamos de novo para atacar com a mesma eficiência do começo. - Quando os outros submarinos começarem o bombardeio a frota inimiga, flanquearemos a formação deles atravessando nas suas costas em linha reta enquanto atacamos os seus navios com torpedos explosivos, e quando eles revidarem façam manobras evasivas em ziguezague enquanto submergimos ainda mais. - Também pedi para informarem para o resto da frota, que no momento que nosso submarino os flanqueassem enquanto os bombardeamos, eles deveriam aproveitar a abertura que causaríamos ao dividir a atenção do inimigo para cerca-los completamente. - Outra coisa, mantenham o olho no radar! Se qualquer outro navio aparecer no radar devemos atrasa-los para não prestarem ajuda a frota inimiga. Mantenham os torpedos de espuma prontos para isso. E no caso de um submarino inimigo aparecer, o ataquem com torpedos arpão. - Estratégia formada, submarino em posição, era hora de começar o ataque. - Fogo!

 

 


@Ruisu

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Escutar as palavras dos vice-almirantes fez com que Valquíria ficasse com uma expressão séria. Ela estava bastante empolgada com essa idéia de haki, ainda mais com a possibilidade de derrubar os fracos de espírito com uma onda de energia:

 

"- QUERO SÓ VER ELE ME DERRUBAR!!!!"

 

As perguntas de Woon foram suficientes para que Eli soubesse, nem que fosse um pouco, dessa nova manifestação de energia. E os "conselhos" deixados também foram escutados por valquíria e fizeram com que ela se atentasse a esses detalhes nos combates. Mas, o que teria feito Eli ficar com uma expressão séria???

 

"- Nós escolhemos o lado certo..."

 

Para valquíria, o lado certo havia escolhido ela. Já que havia nascido como uma humana para cumprir alguma missão de Odin (ela que acreditava nisso...), Valquíria sabia que desde o começo estava destinada a lutar pelo "lado certo". Mas e esses seus aliados?? Quer dizer que só por não serem da marinha, isso os faria automaticamente inimigos a serem derrotados??? Ou só são aqueles que se levantam contra os ideais da marinha??

 

Essa dúvidas percorreram a sua cabeça por um curto espaço de tempo, já que valquíria escutou um disparo e viu que um sinalizador vermelho havia sido disparado para os céus.

 

- Começou!!!!

 

Eli ligou o sistema interno de comunicação do seu navio e, tomando cuidado para não deixar as suas informações se espalharem pelos outros navio (como aconteceu anteriormente), mandou as seguintes ordens:

 

- Encarregados da artilharia, posicionem os Marines para os canhões e preparem as munições que serão usadas nos disparos!! Encarregados das comunicações, fiquem de olho em algum sinal vindo de algum outro navio aliado!! E equipe de reparo, fique atenta a possíveis avarias!!! Se não conseguirem dar conta dos consertos do navio, por favor entrem em contato comigo para ajudá-los no reparo. Não sei se estarei disponível, mas se estiver, estarei dando uma ajuda a vocês. Para melhorar nossos contatos, os encarregados de cada divisão deverão ficar com um den den mushi para passar as informações para mim. Eu também estarei andando com um den den mushi!!!

 

Todos os envolvidos responderam com um " - Sim, senhora!!!". Eli parou na sala de comunicação e ficou esperando se alguma outra informação seria dada. Foi assim que ela ouviu a estratégia de Woon.

 

- Tripulação, quando começar os bombardeios da frota de submarinos, vamos preparar uma emboscada para os navios inimigos!!!! Acredito que o restante da nossa frota irá fazer isso, então aproveitaremos a situação para cercá-los!!!!

 

Após dar essa ordem, Eli correu para o convés do navio e esperou pelo que viria a acontecer. Agora era só uma questão de tempo para que o caos começasse.

 


 

@Ruisu Foi mal pela demora. Felizmente esse turno para mim foi mais light rsrs

 

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"  Lado certo... é claro que sim, precisavam falar isso?! "  - aquela frase soava em sua cabeça. "  Parece até que tem algo errado com isso. Como se escondessem que estamos prestes a fazer algo muito errado... Não... deixa de besteira. As coisas tem mais faces do que parecem... se preocupa em subir de vida e proteger a ilha... " - devaneou.

 

Não muito tempo depois avistaram o sinalizador vermelho e souberam o que vinha pela frente. Em questão de horas se aproximavam de uma frota de navios inimigos e estavam prontos para começar o combate. De alguma maneira, parecia que os inimigos não conseguiam vê-los. Os submarinos avançavam na frente e os navios estavam de alguma forma ocultos na retaguarda.

 

- Ei, Você! - falou com o navegador. - Como é possível que eles ainda não nos viram? Que tipo de coisas fizeram com os navios? - perguntou.

 

Independente da resposta, precisaria também se preparar para agir depois que o ataque surpresa acontecesse. - Vamos abrir um pouco nossa posição para pegá-los pelos flancos. Se a gente consegue prender um dos navios inimigos com o arpão, já podemos cuidar de um pedaço dessa batalha. - explicou.

 

Espreitou os olhos para enxergar os submarinos. Aqueles piratas mal sabiam o que estava acontecendo. Era quase desleal.


@Ruisu Malz

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  • 2 weeks later...

- É magnífico não é?

 

O navegador de Aurora responde, soando um tanto maravilhado. Ele sorria, como se estivesse orgulhoso de si mesmo como marinheiro, e de sua corporação. Logo em seguida responde sua capitã, afirmando que ele não entendia muito bem a ciência por trás daquilo, mas que tinha escutado rumores de que se tratava de algum dispositivo criado pelo departamento de tecnologia depois de um acontecimento recente.

 

Aparentemente, se baseando no poder observado da akuma no mi de uma criminosa que tinha enfrentado a Almirante frente a frente, e possuía a capacidade de manipular uma espécie de névoa que ofuscava a visão de seus oponentes mas permitia que seus aliados vissem com clareza dentro dela. A Cientista Chefe ficou tão fascinada com o conceito que passou os meses seguintes tentando reproduzir tal efeito por meio de seus experimentos.

 

- Adel Curie, é como a chamam. Mas nenhum de nós subordinados viu sequer o rosto dela... só ouvimos rumores. Parece que ela sempre está com uma;

 

...Máscara de Gás.

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Que a marinha possuía alguém capaz de reproduzir os efeitos do poder de uma Akuma no Mi apenas ouvindo sobre eles... Aurora agora via que o poder da organização a qual estava aliada era ainda maior do que tinha imaginado inicialmente. De fato, os piratas que estavam enfrentando não tinham a menor ideia do que estavam contra. Como tinha pensado, a diferença era quase desleal.

 

- Se você me perguntar capitã, eu não descartaria a possibilidade de vermos mais maravilhas acontecerem nessa operação que sejam resultado de alguma criação dessa tal Adel Curie... Nunca se sabe o que esperar quando se trata dela.

 

***

 

 

 

 

 

Marinheiros no Nautilus observam em expectativa o movimento da frota pirata. Uma voz soa no comunicador: contato do submarino mais próximo.

 

Contato em 15 segundos.

 

A cada segundo, o radar piscava com um bipe sonoro. Os pontos indicando a frente da frota se moviam mais em direção ao centro do monitor. Torpedos de espuma são carregados nos canhões na sala de armas. Ao lado de Woon, o navegador principal aperta os controles, a tensão em seu corpo quase emanando como uma aura. Eles tremiam. Outro bipe.

 

Contato em 10 segundos.

 

Submersos no escuro das profundezas oceânicas, canhões metálicos se movem apontando para cima. As turbinas do Nautilus começa a girar.

 

Nove.

 

Uma grande fileira de submarinos prepara seus canhões, se movendo para seguir o plano de movimentação do capitão Woon.

 

Oito.

 

Na cabine de seu próprio navio, Gerhard cruza os dedos enquanto apoia os cotovelos sobre uma mesa, fitando o horizonte. Seus olhos se estreitam, anos de experiência o informando de que mesmo com tudo a seu favor, esse tipo de operação nunca se desenrolava sem complicações.

 

Sete.

 

Soprando nas velas negras, o vento do mar carregava as embarcações piratas sempre a frente. Seus cascos cortavam as águas como lâminas, mais velozes do que qualquer criatura viva daquele mesmo oceano.

 

Seis.

 

Eli segura na borda de seu convés, a excitação quase a fazendo bater os calcanhares contra o chão impacientemente. Ela aguardava por caos e nada menos, apenas natural para a personalidade guerreira que controlava sua mente agora.

 

Cinco.

 

Luz do sol reflete da lente em uma luneta quando ela é abaixada. Na proa de um dos principais navios piratas, um homem confirmava que a figura no pequeno barco adiante era, de fato, aquela conhecida como "Olhos do Futuro":

- Pythia. - ele pisca em descrença mas logo puxa um comunicador para perto da boca com a outra mão. O aparelho faz um zumbido antes de dar o sinal de conexão. - Seus informantes estavam certos D.

Ela está aqui.

 

Quatro.

 

 

Um homem de cabelos longos escuros atrás daquele que fazia o comunicado logo se aproxima, uma expressão de desconfiança em seu rosto.

- Espera um momento... - sussurra fazendo um gesto para que os demais ficassem em silêncio. - Eu sinto... algo?

 

Três.

 

- Qual o problema chefe?

- Meu Haki. Algo está o afetando, mas não consigo dizer bem o que...

 

Dois.

 

Se apoiando na borda do navio, ele estreita o olhar, fitando as águas que causavam a estranha sensação disparando seu Haki da Observação. Focando seus sentidos, ele vasculha o mar... Nada na superfície... mais fundo... até o ponto em que a luz do sol já não alcançava... Eram...?

 

Um.

 

Os olhos do homem se arregalam e ele subitamente se vira para o resto da tripulação.

- Armadilha....!

 

***

 

(ost~ Beasts)

 

Como se as próprias profundezas estivessem despertando, o escuro do oceano se move com bolhas de ar se libertando e ascendendo a superfície. Era silencioso, mas ainda assim a vibração dos disparos emanando pela água faz com que as criaturas marítimas nadassem em pavor para fugir do impacto iminente.

 

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E então, como predadores famintos, cilindros metálicos ascendem em alta velocidade, se revelando da escuridão para a luz. Torpedos. Talvez centenas deles, avançando tal qual bestas infernais cujo único propósito era a destruição. Trilhas de bolhas era deixadas para trás em seu trajeto, e as inúmeras silhuetas daqueles projéteis contra a luz do sol na superfície parecia ser o suficiente para enganar olhos destreinados a por um momento acreditar que via um cardume gigantesco como jamais tinha visto.

 

Mas o homem que cujo Haki tinha o avisado do impacto iminente tinha seus olhos treinados. Bartazar, como era chamado, se vira para a tripulação com urgência tentando gritar para eles do que era inevitável a aquele ponto. Seus lábios tentam pronunciar a palavra armadilha, mas o estrondo e as chamas o engolem naquele momento.

 

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O navio explode, se tornando uma gigantesca bola de fogo. Do outro lado da formação, um pirata navegador sente seu leme travar quando um dos torpedos atinge o caso de sua própria embarcação a sacudindo. Ele grita exigindo saber o que infernos tinha acontecido, sem ver a espuma endurecida que impedia seu navio de mudar a direção. E então chamas se erguem do seu convés em uma segunda explosão, o lançando para trás.

 

Ao longe, os marinheiros observam um a um os dez navios adiante da frota serem atingidos constantemente. Alguns já começavam a afundar, enquanto outros perdiam sua direção e entravam em rota de colisão com os demais navios aos lados.

 

 

Em meio ao fogo, o pirata Bartazar salta dos destroços de seu navio, se atirando para a proa de um segundo navio que já começava a pender para o lado lentamente, atingido com tanta força pelos torpedos que todo o estibordo da embarcação tinha sido arrancado da água, e o navio estava prestes a ser virado de cabeça para baixo com o impacto.

Se agarrando a um pedaço solto de madeira do convés, já que agora não era mais possível ficar de pé com a inclinação, Bartazar arregala os olhos horrorizado. Constantes explosões soavam por toda a formação dianteira, e chamas consumiam as embarcações como se fossem feitas de papel. Gritos de dor e pavor zuniam em seus ouvidos enquanto os seus companheiros e subordinados caíam ao mar ou eram atirados pelas explosões, muitos em pedaços.

 

Um grito mais próximo o faz virar o rosto, e ele avista mais acima de onde estava um garoto. Mais um dentre tantos piratas jovens e entusiastas que se uniam a aquele tipo de bando em busca de aventuras na grand line, agora com um pedaço pontudo de madeira perfurando seu estômago e segurando em uma corda com toda a força que restava em seu corpo para não cair. O navio se inclina mais, um alto rangido de suas estruturas internas se partindo avisa o pirata que seria uma questão de segundos até que fossem todos jogados ao fundo do mar. Bartazar grita pelo garoto, estendendo a mão. Diz que iria o apanhar, que confiasse nele. O homem conhecia o medo do rapaz, e promete para si mesmo que se pudesse ao menos salvar um de seus companheiros naquela situação, então ele iria-

 

A viga onde se segurava quebra. Outra explosão cobre o que restava do navio em chamas vermelhas, engolindo a visão do garoto enquanto Bartazar caía. Seu haki o faz olhar para baixo, e ele percebe mais torpedos vindo diretamente para sua direção. O pirata fecha os olhos, cruzando os braços na frente do rosto enquanto eles assumem uma coloração completamente negra como carvão.

 

 

 

Mais explosões na formação da frente, constantes como fogos de artifício. De sua câmara, a Almirante Yuuna caminha adiante de sua tripulação e por meio dos comunicadores, fala com todo o resto da frota marine.

 

- A escória pirata está confusa e perdida sob nossa emboscada. - ela diz em um tom de voz monótono, quase como se tal situação fosse tão natural como a chuva ou a brisa. - Que nossa Justiça Divina caia sobre eles como um golpe de misericórdia. Contemplem nosso poder e se afoguem em terror.

 

Kinshin Yuuna fecha os olhos por um momento, respirando calmamente antes de os abrir com uma expressão nitidamente mais séria.

 

- Todas as divisões, avancem. Hoje, a mancha escura de nossa história será finalmente apagada. Desapareçam para sempre, escória.

 

 

O véu invisível que ocultava a frota marine é levantado. A formação pirata, antes acreditando estar sob ataque apenas de um esquadrão submerso, logo entende sua verdadeira situação quando avistam a quantidade incontável de embarcações marine os cercando por completo.

 

Bartazar se levanta entre os destroços de um dos poucos navios entre os dez atingidos que ainda se mantinha sobre a superfície, suas roupas em frangalhos e seu rosto coberto de pequenas feridas e cortes.

O pirata sente o ar sumir de seus pulmões.

 

 

 

 

Luz do sol atravessa a superfície do mar como pequenos feixes luminosos.

Contra o brilho de cima, no escuro das águas, inúmeras silhuetas lentamente afundavam em meio a um agora silencioso caos. Corpos, destroços, ruínas. Flutuando, quase sem peso, sendo abraçados pelas sombras do abismo, uma chuva de morte.

 

Porém não havia ninguém para ficar de luto ou pagar os respeitos aos seus fins. Aquela batalha apenas tinha começado.

 

 

 

 

 

Do pequeno barco entre a marinha e os piratas, a garota de cabelos roxos, Pythia, ainda observava sem reação. Depois de tudo aquilo, ela apenas inclina a cabeça levemente de lado, enigmaticamente.

 

 

 


 

 

@Joe Jooj Portiolli@Elivelton Carneiro@Hermezilla
 

Spoiler

 

Vcs continuam no controle das embarcações e tripulações de vcs. Podem executar seus planos e ações pra esse turno, tem no momento diante de vcs todo o resto da frota pirata, dentro do alcance das suas armas. Vcs podem atacar a distância enquanto avançam, mas é uma ordem dos superiores que avancem pra começar a fechar o cerco. Podem postar fazendo os ataques ao invés de só dizerem como pretendem atacar btw, a forma como as coisas vão acontecer esse turno vai depender de como vcs decidirem abordar isso.

 

Elivelton eu to considerando que ainda tá atacando junto com o resto da divisão de submarinos da forma que descreveu no último post seu, mas vc pode mudar como achar necessário. Os movimentos dos inimigos vão ser relevantes só na próxima mestragem.

 

 

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"  Não sabe explicar?"  - ficou um pouco decepcionada. Ela mesma não soube explicar o que era haki com propriedade momentos atrás. Sabia também que o mundo estava repleto de coisas diferentes que eram ou não frutos de poderes de akuma no mis. Mas não conseguia sentir outra coisa. Dizer que a cientista podia reproduzir os poderes de uma akuma que ouviu falar não era apenas simplista, era absurdo. Isso significava um poder aterrador. Preferiu não  acreditar completamente no seu subordinado. "  Ele deve ter se confundido em algum momento... ou exagerado sei lá. " - tentava trazer as coisas que ouvira pra mais perto do que sua cabeça pudesse aceitar.

 

Olhou para a cientista. "  Adel Curie... com certeza uma mulher impressionante, mesmo que não seja completamente verdade."  - encarou-a por mais uns instantes. "  E mesmo que tenha uns gostos meio excêntricos também..."  - torceu o nariz. Aquela máscara era uma coisa completamente anticlimática. Além de feia devia ser também desconfortável. Esperava que fosse um aspecto prático... ou melhor... esperava que não. Se não ela própria estaria sem proteção.

 

Mudou o foco de sua atenção para a frota pirata logo depois. Não faltava muito para que os submarinos finalmente emergissem com o ataque surpresa. E então viu acontecer. Aqueles piratas não faziam ideia do que esperava por eles e foram atingidos sem trégua. Era realmente desleal. Mas não estava ali para fazer grandes juízos de valores. O bando do rei dos piratas com certeza já tinha causado danos enormes ao governo, à paz, à população de diversas ilhas. Tinha que acreditar que aquilo era o certo a se fazer ou pelo menos se enganar o suficiente. Em seu coração sabia que estava apenas galgando as posições necessárias para poder proteger seu próprio povo.

 

Por um segundo imaginou se Amazon Lily fosse alvo de um ataque como aquele. Torceu o nariz de novo. "  Pare de pensar nisso, idiota... não fizemos nada que pudesse atrair isso. " - se repreendeu. E o ataque inicial finalmente cessou. Nesse momento escutou a transmissão de Yuuna. Seu ódio pelos piratas era quase palpável. Aurora tivera oportunidade perto dela para saber se aquela era sua visão de um modo geral ou se era o calor daquela operação que a motivava, mas temia um pouco por ela. As ações vindas de emoções fortes demais frequentemente levavam as pessoas a resultados nada satisfatórios.

 

- Tripulação! Ouviram a almirante, vamos avançar! - gritou para que todos pudessem começar a puxar as cordas, soltar as velas, e se posicionarem nas armas. - Ei jovem... qual o seu nome? Não posso ficar falando você o tempo todo... - perguntou ao navegador ao seu lado. - Vamos avançar perto do navio dessa cientista Adel... - disse. "  Ou isso nos garantirá uma proteção extra ou fará de nós um alvo... "  - pensou. "   Seja como for... estou estranhamente interessada nessa mulher e se quero ser reconhecida hoje por algo, tenho que ficar perto de pessoas importantes."  - observou o restante da tropa pirata que tinha sobrado à medida que avançavam sobre eles.

 

Assim que entraram no limite do alcance de artilharia, fez sinal para que diminuíssem a velocidade. - Atenção... Preparar para disparar os canhões frontais. Vamos afundar esses piratas! - puxou a atenção dos subordinados que estavam posicionados nos canhões. - Atirem! - abaixou a mão junto com a fala. Era uma coisa que sempre quis fazer.

 

"  Tudo está quase que fácil demais... "  - estranhou. " Parece até uma grande atuação... será que viemos pegar um bode expiatório? "  - talvez fosse apenas ansiedade. Mas na cabeça da sub-tenente, ou melhor, capitã, capturar o rei dos piratas seria uma missão muito mais perigosa. Pegou o den-den-mushi. - Ei... Woon! - falou no comunicador interno. - Está vendo algo de diferente? Inesperado? - era uma pergunta boba demais de se fazer. Que tipo de resposta ela esperava? Mesmo assim, não conseguia sossegar aquela impressão.

 

@Ruisu, @Elivelton Carneiro, @Joe Jooj Portiolli

 

 

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- É ISSO AÍ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

O grito de empolgação de Eli confirmava o sucesso "inicial" do plano. Os navios dos piratas estavam sendo atacados pelos submarinos de Woon e a situação estava parecendo totalmente favorável aos Marines:

 

- HOMENS, JÁ SABEM...

 

- A escória pirata está confusa e perdida sob nossa emboscada. Todas as divisões, avancem. Hoje, a mancha escura de nossa história será finalmente apagada. Desapareçam para sempre, escória.

 

O grito animado da Valquíria foi interrompido por esse comunicado, com um tom monótono, emitido pela Kinshin Yuuna.

 

"- CARAMBA, ELA TÁ BEM???"

 

Naquela situação tensa a kinshin conseguia manter uma compostura exemplar. Valquíria achou isso incrível, mas sabia que não era do seu jeito se portar de uma maneira tão calma. Ainda mais quando os inimigos estavam a frente:

 

- DIVISÃO DE ARTILHARIA, ATIREM QUANDO ELES TIVEREM PRÓXIMOS DO ALCANCE DE NOSSOS CANHÕES!!!! Vamos ajudar os submarinos nesse ataque total!!!! Divisão de navegação, continue avançando para preparar o cerco contra esses piratas!!!!! Não podemos deixar nenhum deles fugir!!! Se alguém que está de vigia ver algum barco pirata tentando fugir, nos avise para que venhamos capturar esses barcos!!!!

 

Enquanto o navio avançava, Eli começava a bater palmas no navio. Em cada batida, biscoitos apareciam e começavam ser modelados pela sua habilidade:

 

"- Artesã dos biscoitos"

 

Todos os biscoitos foram modelados para assumir a forma de armaduras. Após ter colocado as armaduras-biscoito no seu corpo, Eli prendeu seus dois martelos de guerra na cintura. Para substituí-los, Ela criou mais dois biscoitos e os modelou para se tornarem dois martelos (cada um segurado em uma mão).

 

- Eli-San, começaremos os disparos!!!!

 

- TUDO BEM!!!!!!

 

E assim, o navio de Eli começou a disparar contra a já prejudicada formação de navios piratas. Pode até parecer que a Valquíria não possuía coração, ou algo assim, mas ela realmente estava levando aquilo tudo a sério. Ela não sabia até que ponto a situação estava sendo favorável, ou se aquilo era um teatro por parte dos piratas (se fosse, eles eram bons atores). O que restava para ela era continuar avançando e atacando para tentar terminar logo com isso tudo e ter a menor quantidade de baixas possíveis (como se fosse ser fácil assim...).

 


 

@Ruisu Não sei se tu vai entender, mas os martelos de guerra são os dois que eu tenho no inventário (um rank B e um rank C). Eu estou "poupando" eles por hora, aí por isso que estou usando os martelos biscoito.

 

 

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Ya prishol daty etu piesnyu !!!!

 

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O ataque inicial ocorreu de acordo com o planejado e por causa disso os danos que a frota inimiga recebeu foram o suficiente para ser comparado a um cheque mate na primeira jogada, mas era exatamente por isso que não estava nem um pouco feliz com aquilo, afinal, meus planos acabaram por tirar muitas vidas, nessas horas oque me vem a cabeça são palavras que o nii-san me disse uma vez durante os nossos treinamentos.

 

"...Um soldado que treina o seu Wǔshù até o limite da exaustão todos os dias, em batalha matará centenas. Mas um estrategista que treina o seu cérebro com a mesma dedicação, com certeza matará milhares..."

 

- Eu... Com certeza pagarei por este carma um dia... - Comentei cabisbaixo enquanto segurava meus braços com força, não queria nem mesmo pensar em quantas pessoas morreram naquele primeiro ataque, mas infelizmente, o ambiente atual não seria gentil o suficiente comigo para permitir qualquer lamentação, tinha que executar mais ordens que tirariam ainda mais vidas, se não, do contrário, os próximos a morrerem poderiam ser algum companheiro da Marinha ou até mesmo eu. Felizmente para mim, uma pergunta estranha direcionada a mim vinda do den den mushi quebrou minhas duvidas em um único instante.

 

   "Ei... Woon!... Está vendo algo de diferente? Inesperado?"

 

- Hã? - Não sabia exatamente oque ela queria como resposta, olhei nos arredores e nem mesmo os meus homens sabiam como reagir a aquilo, era uma pergunta estranha, porém o mais estranho era que por alguma razão o meu corpo estava mais leve depois daquilo. - O mar... Eu acho? As coisa aqui em baixo... São bastante... Azul?

 

Por alguma razão respondi de uma maneira tão confusa quanto a sua pergunta, talvez até mais, porém, essa pequena conversa sem sentido foi o bastante para me descontrair e para reafirmar a minha determinação.

- Não se preocupe muito Aurora-san, estamos atrás da formação inimiga e olhando constantemente o radar, se algum reforço aparecer nós daremos um jeito nisso! Ataquem a vontade que protegeremos a retaguarda de todos vocês!

Estando mais uma vez em um bom humor, repassei mais uma vez as ordens para meus homens.

 

- Mudarei um pouco as ordens, não acho que o mesmo golpe funcionará duas vezes, e não quero arriscar nossos pescoços assim como o de nossos aliados, vamos atacar com mais precisão, por isso parem de atirar torpedos explosivos no resto da formação inimiga, disparando somente torpedos arpão, vamos subir um pouco para que os disparos sejam ainda mais precisos.

Os alvos dos torpedos arpão serão os lemes, patilhões e quilhas dos navios que ainda estão intactos. Depois de disparados, iremos submergir mais uma vez enquanto damos a volta no resto da formação inimiga, assim voltando para a nossa própria formação.

 

O leme náutico é o dispositivo que controla a direção de um barco, sem ele, tudo oque um barco pode fazer é boiar a deriva. O patilhão também é um dispositivo vital de uma embarcação, sem ele um barco perde toda a sua estabilidade e com pouco tempo capotará.

E por ultimo mas não menos importante, a quilha de um navio é a sua espinha dorsal por assim dizer, fora a parte esterna, a sua extensão pega toda a embarcação da proa a popa, se ela for severamente danificada, um navio simplesmente partiria ao meio com uma leve corrente marinha.

Além disso, os torpedos arpão são armas criadas somente para perfuração, não explodem, mas são tão duros, maciços e pesados que perfurar o casco de um navio seria como brincadeira de criança.

 

- Vamos iniciar o ataque mais uma vez, Fogo!

 

Enquanto retornamos a nossa formação, me manteria de olho no radar para ter certeza de que mais nenhuma embarcação apareceria nos arredores,  no caso de aparecer, confirmaria com o visor do submarino para ter certeza de que se trata de uma embarcação pirata. Sendo ou não uma embarcação pirata, avisaria aos nossos aliados da sua existência, os abatendo com torpedos espuma no caso de ser uma embarcação pirata, mas se não fosse o caso, tentaria primeiro entrar em contato com o mesmo através de um canal aberto do sistema de comunicação do submarino, explicando sobre o que estava ocorrendo e pedindo para que a mesma embarcação se afastasse do local.

 

Falhando nisso, tentaria me aproximar, se o mesmo não tivesse armas ou coisas parecidas para poder falar com os seus tripulantes pessoalmente, saindo pela escotilha. - "A segurança de civis deve ser a nossa prioridade acima de tudo."

 

 


@Ruisu @Joe Jooj Portiolli @Hermezilla

Sinto muito pelo atraso, como explicado antes, só to conseguindo postar daqui do trabalho.

Qualquer dúvida sobre a ação, me contate por mp

 

Aliais: o wushu citado la em cima vem do chines, segundo o google tradutor significa, habilidades marciais, kung fu também tem o mesmo significado mas achei wushu mais maneiro

Edited by Ruisu
Fazendo aqui pra eu ler melhor
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One piece RPG 

 

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Água é puxada através turbina do Nautilus quando o submarino do capitão Woon começa avançar a frente do resto da formação.

- Vocês ouviram o capitão! Armem os arpões, preparem-se para investir diretamente, velocidade máxima adiante!

 

Com força, as turbinas rugem pelo abismo aquático, fazendo toda a estrutura do submarino vibrar. O colosso metálico começa a se inclinar para cima, alçando em direção da frota inimiga.

Na sala de armas, marines passavam os torpedos de um a outro. Enormes cravos de ferro, semelhantes a arpões e feitos com o propósito de atingir pontos vitais das embarcações alvo com precisão cirúrgica, ou o que poderia se chamar assim quando se falava de algo tão grande.

- Primeiro alvo está em alcance! Suas ordens, capitão?!

 

- Vamos iniciar o ataque mais uma vez! Fogo!

 

***

 

Fogo.

 

O comando ecoava pelos convés de diversos navios na formação marine. Destruam a ameaça pirata, de uma vez por todas. Cortar o mal pela raiz, a raiz conhecida como pirataria, representada ali pelos seguidores do Rei dos Piratas.

Esferas de ferro cruzam o céu em arcos descendentes, se chocando contra os navios como uma chuva de chumbo e destruição. Sem ceder ao ataque, os navios piratas bradam ordens para reagir, e logo os disparos de seus canhões soam do centro daquele círculo de morte.

 

Com seus martelos peculiares em mãos, a valquíria Eli Kinsley motivava seus subordinados com seus comandos energéticos em meio ao barulho tempestuoso dos disparos vindo do seu navio. Ela liderava o cerco, fazendo o círculo se fechar aos poucos e reduzindo a distância entre a frota marine e os inimigos. Seu navio, Loguetown XX, cortava as ondas no mar velozmente começando a se destacar da formação.

Um de seus subordinados grita do leme, dizendo que iria abordar a frota pirata diretamente, para que a capitã pudesse demonstrar seus poderes de biscoito.

- Nós vamos te dar cobertura capitã! - afirma empolgado. - E não estaremos sozinhos!

 

De fato, tal qual ele dizia, outros seis navios se destacam da formação logo atrás do Loguetown XX, inspirados pela investida sem interromper o ataque de seus canhões. O alvo era um dos principais navios na frota pirata adiante, onde uma mulher vestida como uma freira aguardava de braços cruzados.

- Toda velocidade a frente! Vamos mostrar a força de nossa capitã!

Os marinheiros bradavam juntos, clamando "Eli, Eli, Eli!" no ritmo das explosões.

 

***

 

Apenas minutos tinham se passado desde o início daquela batalha. Baltazar parecia correr os olhos pelo círculo marine com atenção, como se buscasse por um alvo específico. Finalmente, entre a linha de frente ele reconhece uma figura mascarada em um dos navios. Porque uma cientista tão importante estava ali...?

Não importava, ele se convence logo depois. Ela certamente devia ser uma figura importante no ataque e organização dos marines. Se devia atacar alguém primeiro, seria ela. A derrubar seria fatal para todo aquela batalha

 

Bart sorri com uma expressão arrogante.

- Vocês são meus.

 

Ele curva o corpo, tocando uma das mãos sobre o pedaço de proa onde estava. Um de seus calcanhares levanta, e pura pressão de ar explode abaixo dele. No momento seguinte, o homem tinha desaparecido.

 

 

 

 

- Impacto iminente detectado! Objeto não identificado, se movendo em alta velocidade!

O aviso é seguido por um alarme que apita no monitor que o marinheiro usava. Era a cabine de comando da cientista Adel Curie, que apenas parecia fitar o mar sem qualquer surpresa. A mulher não responde, apenas tossindo de leve e murmurando baixo algo como "inevitável", que nenhum dos subordinados compreende.

 

Uma nova explosão de ar surge no meio do mar, de onde voa a figura de Baltazar. Quem o avistasse diria que era mais semelhante a um tipo de bala ou míssil voador do que uma pessoa. Seus pés não tocavam a água exceto por curtos momentos quando ele se impulsionava novamente contra a superfície, causando outra explosão que o lança ainda mais velozmente a frente.

 

Adel toca em um dos painéis, um gráfico circular surgindo sob seus dedos. Ela gesticula algumas vezes, mudando o gráfico para algo que somente ela podia compreender. A cientista vira a cabeça para o navio que se aproximava do seu: aquele comandado pela capitã amazona, Aurora.

- Hm, conveniente. - sai um sussurro quase sem força de baixo de sua máscara.

 

 

***

 

- Maldição!

 

Gritando irado, um dos capitães piratas se agarra a um mastro enquanto seu navio se inclinava quase completamente para trás afundando. Um torpedo tinha atingido a quilha do navio em cheio, e aos poucos a embarcação se despedaçava. Ele xingava ao vento, avistando apenas a sombra do submarino próximo a superfície que passava por baixo de seu navio, indo em direção ao próximo. O homem levanta o dedo do meio de uma das mãos antes que o mastro onde estava se partisse também, o lançando as águas.

 

 

- Análise de danos indica outro sucesso capitão! - o navegador de Woon anuncia. - Parece que a operação está indo perfeitamente de acordo com o-

 

 

CRACK
Um poderoso impacto sacode o submarino subitamente, fazendo com que muitos dos homens que estavam em pé fossem derrubados contra o piso. Enormes bolhas de ar podiam ser vistas subindo do fundo do mar. Aquilo era claramente o resultado de uma explosão. O radar do submarino começa a apitar desesperadamente, e o marinheiro responsável por o ler se levanta ainda desorientado, tentando ver o que causava tal comoção.

 

Seus olhos se arregalam, incapaz de acreditar no que o radar indicava. Ele se volta para Woon, a cor sumindo de seu rosto.

- R-rei... rei dos mares...

 

 

Mais explosões sacodem o submarino. Agora Woon entendia o que estava acontecendo. Era a frota de submarinos sendo destruída abaixo. O próprio Nautilus então sofre um tranco, sendo puxando mais para baixo na água escura.

- C-contato!

 

Os olhos do jovem capitão se dirigem em direção de uma das janelas principais. Logo ele podia ver seu inimigo. Não era possível o descrever com meras palavras. Tudo que vinha a sua mente era uma massa infernal de tentáculos e dentes, maior que qualquer coisa que ele já tivesse visto antes em sua vida. Um ser cuspido do próprio abismo.

 

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***

 

 

Conveniente, foi a palavra proferida pela cientista. Sua mão desliza pelo monitor novamente, e a imagem de um navio aparece em azul. Adel clica em vários icones ao longo dela, fazendo suas cores mudarem para vermelho. Logo em seguida, ela faz um gesto de inversão com a imagem. Uma mensagem aparece na tela:

 

"Confirmer le contrôle override?"

 

Clicando nela, Adel suspira e logo tosse.

 

 

 

 

- Capitã! Algo está errado! - grita um dos homens de Aurora, tentando mover o leme sem sucesso. - Eu não consigo... O navio está... por si só!?

Antes pudessem tentar fazer algo a respeito, a embarcação começa a virar. O navio acelera, passando a frente do navio da cientista, e virando de lado, como se estivesse se colocando de escudo para a outra embarcação. Em na linha de ataque por onde o pirata Baltazar se aproximava em alta velocidade.

Finalmente, os marinheiros compreendem o que estava acontecendo.

 

- P-preparar para impacto! Todos para suas estações de combate! Capitã! Suas ord-

 

O casco do navio explode fazendo toda a sua estrutura tremer. No segundo seguinte, outra explosão, dessa vez no convés, de onde surge a figura do pirata, semi oculta por fumaça e destroços que ainda caíam. Sem esperar pelos marinheiros ainda em choque, as armas do navio, canhões e bestas e lança arpões se movem sozinhos, voltando-se parar mirar no intruso como se tivessem vontade própria.

 

Sem dar importância para o risco de disparar tal poder de fogo no próprio navio, as armas abrem fogo imediatamente, todas focadas onde estava Baltazar. Os marines correm para se protegerem do caos, mas alguns ainda são pegos no fogo cruzado. Ainda mais fumaça se ergue no meio do convés enquanto flechas, arpões e balas de aço explodiam ao centro. A rajada dura apenas alguns segundos antes das armas começarem a se recarregarem por conta própria. Aquela nuvem baixa aos poucos, e talvez não surpreendentemente, a silhueta do pirata ainda se mantinha de pé.

Outra flecha se atira de uma das bestas, mirando para um tiro na cabeça. Finalmente Baltazar se move, levantando ambos os braços juntos com algo em suas mãos. O movimento produz tanta força que dissipa de vez aquela poeira, revelando a espada que empunhava. Em um golpe ele deflete a flecha como se não fosse nada, estreitando os olhos na direção da tripulação no navio.

 

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Um largo sorriso se forma em seus lábios.

- Ok cães de guarda. Quem vai querer parar de latir e tentar morder primeiro?

 

 

 

 

 

To be continued

 


 

 

@Joe Jooj Portiolli@Elivelton Carneiro@Hermezilla

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A impressão de marasmo que preocupava Aurora tratou logo de vir mordê-la pelas costas. Ela encarava o horizonte enquanto seu navio se aproximava com o da cientista Adel. Divagava sobre a destruição dos piratas e sobre questões fundamentais antropológicas até que pensou ter visto uma distorção no ar esquisita. "  Ei... não.. espera! Tem algo vindo pra cá rapidamente!"  - mal teve tempo para abrir a boca em surpresa e seu navio já começou a se mover mais rápido atravessando na frente da outra embarcação. - Navegador! Seu sem nome de bosta! O que está fazendo? - perguntou, perdendo a paciência. Mas o barco já estava posicionado como um escudo para a cientista.

 

O clarão de compreensão bateu forte. - P-preparar para impacto! Todos para suas estações de combate! Capitã! Suas ord-

 

Mas casco do navio explodiu com o impacto fazendo toda a sua estrutura tremer. Dali pra frente foi um verdadeiro caos. Todas as armas se viraram contra o pirata invasor e Aurora soube ali mesmo que não tinha mais controle nenhum sobre aquele navio. O homem que chegara ali era um verdadeiro monstro e a cientista atrás dela outro. Ela não tinha ideia se seria útil naquela situação, mas desconfiava que a maioria de seus subordinados não.

 

- TRIPULAÇÃO! VÃO PARA O NAVIO ALIADO ATRÁS DE NÓS! AJUDEM COMO PUDEREM DE LÁ! - gritou, encarando o pirata enquanto ele desviava uma flecha de fogo da besta com uma espada. Alguns dos marinheiros estavam paralisados. - ANDEM LOGO SEUS BOSTAS! NÃO FIQUEM AÍ PARADOS! - cuspia enquanto gritava, alarmada pela situação.

 

- Ok cães de guarda. Quem vai querer parar de latir e tentar morder primeiro? - provocou o pirata, sorrindo. "  Bastardo arrogante! Espero que ele seja tudo isso pra estar falando essas merdas! E espero viver depois do que vou fazer agora! "  - pensou enquanto o encarava. Correu junto com os outros, mas não para o navio ali perto e sim para o controle do mecanismo ali perto que acionava a melhoria recém patrocinada para essa excursão. Apertou o botão que ligava a força magnética no mastro principal e torceu para que não estivesse quebrado ou fosse fraco demais.

 

"  Sem essa espada talvez minhas chances aumentem..."  - considerou. Mas não esperou resultados. Qualquer que fosse a intensidade do magnetismo, um segundo de distração já era um oportunidade que não podia desperdiçar. - Amazon Gap Breaker - sussurrou, fincando os pés no chão e avançando contra o pirata. Ficaria atenta para que ele apenas não desviasse e fizesse passar direto. Ele parecia ter a velocidade para isso. Ao se aproximar, desferiria um murro imbuido de haki do armamento contra suas costelas.

 

Era um golpe despretensioso, mas dificilmente o primeiro golpe definia toda uma batalha. Aurora não podia por todas as cartas na mesa. Precisava saber mais sobre as capacidades de seu oponente e formular planos melhores. Ela suspeitava que sua tripulação e a própria Adel poderiam lhe ajudar em algum aspecto, mas não contava com isso. Qualquer tipo de golpe que o pirata tentasse contra ela, usaria seus antebraços para bloquear, usaria seu haki e tentaria manter o olhar menos assustado que fosse possível.

 

 

Spoiler
Citar

- Um mecanismo magnético no mastro principal que, se acionado, atrai para si todo o metal por perto. Forte o suficiente para atrair armas e vestuários de metal, por exemplo, mas não forte o bastante para tirar os canhões, arpão, cabines ou sala-prisão do lugar e quebrar o navio. (primeiro post - melhorias de navio)

 

Nome da Técnica: Amazon Gap Breaker
Tipo de técnica: Combate
Descrição: Aurora firma os pés no chão com força e se impulsiona na direção do oponente, cobrindo a distância e atingindo-o com seu ombro/braço/cotovelo. A intenção é ficar bastante perto depois da execução da técnica.

 

@Ruisu, @Elivelton Carneiro, @Joe Jooj Portiolli

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Um evento totalmente inesperado aconteceu, ninguém jamais esperarei que toda a frota de submarinos sofreria nas mãos de um rei dos mares, minha tripulação já estava no limite, e provavelmente todos os marinheiros da frota submarina estava do mesmo jeito, precisava da cooperação de todos para podermos escapar desta situação desesperadora, por isso ativei toda a comunicação e exclamei despreocupadamente, com a intenção de chamar a atenção de todos. - Tako.... Isso vai cair bem com cerveja! "Não que tenha idade para consumir álcool... Tehee!" Parece que um belo ingrediente veio parar na nossa frente! Homens peçam para todos os submarinos presentes dispararem seus torpedos ao nosso sinal! Vamos imobiliza-lo com torpedos espuma para que todos possam acerta-lo! Depois disso atirem um torpedo arpão direto na sua boca grande para finaliza-lo! Depois desta luta teremos Takoyaki!

 

 

Oque eu queria conquistar agindo daquele jeito era simples, no fundo do mar, as chances de morrer se abatidos são muito maiores do que em um navio, queria que todos os homens da frota de submarinos que estavam entrando em desespero recuperassem a calma e trabalhassem juntos para que pudéssemos escapar dessa situação. Os Torpedos espuma eram mais ou menos uma garantia, não acreditava que este polvo pudesse se mexer rapidamente já que o mesmo estava usando os seus tentáculos para destruir a nossa frota, porém queria ter 100% de certeza. Os torpedos explosivos da tropa talvez fossem mais do que o bastante para abate-lo mas resolvi usar o torpedo arpão depois das explosões para me certificar de mata-lo. Sobre mirar na sua boca, imaginei que ele talvez tivesse uma pele grossa, por isso seria mais fácil de feri-lo por dentro. - "Não deixarei que esse polvo inconveniente acabe com meus companheiros aqui!" E mais uma vez... Fogo!

 

   


@Ruisu @Joe Jooj Portiolli @Hermezilla

 

Explicação do ataque, Torpedos espuma no polvo, depois ordem para que a tropa de submarinos atirassem, todos ao mesmo tempo, por ultimo torpedo arpão mirando dentro da sua boca grande. fim 

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 - Nós vamos te dar cobertura capitã!

 

Avançar contra uma embarcação inimiga era uma das melhores coisas que poderiam estar acontecendo naquele momento para valquíria, ainda mais que ela estava navegando no seu próprio navio. O que talvez pudesse completar aquela sensação de satisfação, era ouvir essas palavras por parte de um tripulante do Loguetown XX.

 

- Toda velocidade a frente! Vamos mostrar a força de nossa capitã!

 

Um sorriso surgiu no rosto de Eli. Ver que os seus subordinados estavam confiando nela e, além disso, estavam se empenhando tanto em completar logo aquela missão, só trazia sentimentos bons para a "capitã provisória". Era incrível como ela era respeitada, mesmo sendo uma capitão promovida temporariamente. 

 

"- Obrigada, Odin!!!!"

 

Olhando fixamente para os navios adversários, Eli teve um clarão na sua cabeça. Pegando o den den mushi e o colocando na frequência interna do seu navio, ela emitiu o seguinte recado:

 

- Divisão de artilharia, preparem um canhão para mim. Vou adiantar a minha chegada no navio inimigo!!!!!!

 

Os marinheiros bradavam o nome de sua capitã, quando ouviram essa ordem por parte dela. Todos ficaram meio surpresos ao ouvir esse pedido meio "estranho".

 

- Será que a capitã está falando sério???

 

- Não é possível que...

 

Alguns poucos tripulantes pareciam ter dúvida sobre essa idéia "maluca" por parte de sua capitã, mas o restante começou a gritar mais alto o nome de Eli. A valquíria se posicionou no canhão e olhou para o navio que parecia ser o principal daquela frota de piratas:

 

- QUE ODIN LUTE AO NOSSO LADO!!!!! DIVISÃO DE ARTILHARIA, FOGOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

E após dispararem o canhão, Eli saiu voando em cima de uma das balas na direção do navio alvo. Junto dela, alguns outros voluntários tentaram se fazer essa prática de surf de bala de canhão (não tentem fazer isso em casa...).

 

- VAMOOOOS NESSAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!

 

E num piscar de olhos, Eli já estava chegando no navio adversário. Antes que a bala acertasse o seu alvo, Eli deu um salto em cima da embarcação e viu uma mulher de freira de braços cruzados:

 

- EI, PIRATA!!!!!

 

Quando valquíria apontou um dos seus martelos para a mulher e olhou no seus olhos, uma estranha sensação veio dentro de si. Ela não sabia o porquê, mas sentia que já tinha visto aquele rosto em algum lugar.

 

- NÃO SEI PORQUÊ, MAS VOCÊ NÃO ME PARECE SER ESTRANHA... AHHHH, TANTO FAZ!!! ENTREGUE-SE LOGO PARA A MARINHA E EVITE QUE MAIS PERDAS VENHAM A ACONTECER DO SEU LADO!!!!

 

Era lógico que aquelas palavras não iriam conseguir convencer a mulher de desistir. Mas Eli tinha que falar aquilo!!! E a respeito dessa sensação estranha que a Valquíria sentiu, era verdade que aquela mulher não lhe era estranha. Ela na realidade se parecia com uma adversária que Eli, junto dos seus antigos amigos de Frota (e alguns aliados da marinha), lutou para impedir que Pythia fosse resgatada. Aquela batalha teve um final péssimo para a Marine e, como grande parte das perdas que a Marine teve nas suas missões, acabou sendo escondida no fundo de suas memórias. Mas a imagem daquela mulher começou a surgir com mais intensidade nas danificadas lembranças de Valquíria, que associou essa imagem a figura de:

 

- VOCÊ... EU ACHO QUE... VOCÊ É A BRUXA DOS MONSTROS DE OSSOS???

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3. Gory Tea and Biscuits with a side of Bones and Guts

(OST~Violent Times)

 

 

Esses tempos em que vivemos não permitem o conceito de paz. Não enquanto esses mares estiverem divididos, não nas águas em si, mas nos corações dos homens.

Um mergulho de volta ao campo de batalha, simultâneo a forma como tais corações mergulhavam em violência. Muito abaixo das nuvens calmas, o ciclo se repete.

 

 

Como um enxame de formigas, os marines sob o comando da Capitã Aurora avançam em conjunto desarmados, as suas armas metálicas todas presas na armadilha magnética do mastro principal. Seu inimigo era o pirata Balthazar, também desarmado. O pirata se choca contra a onda marine.

 

Sendo recebido por um punho fechado contra seu nariz, o primeiro marinheiro a o alcançar cai desacordado no chão. Bart agarra um segundo pela garganta ao mesmo tempo que sua mão livre derruba um dos que tentava o pegar pelo flanco. Outro marine ataca na altura da cintura do pirata, fazendo força para tirar seu equilíbrio. Com o calcanhar, Bart esmaga os ossos de um dos pés daquele infeliz e então usa o homem que segurava pela garganta como um cassetete para o arremessar fora do navio. Gira o corpo para o lado, soltando o homem no ar apenas para agora o apanhar pelo calcanhar e acertar mais três marinheiros a sua frente que caem como pinos de boliche.

Estava prestes a atacar novamente quando dessa vez alguém segura seu braço pelo pulso.

 

- Amazon Gap Breaker!

 

Um forte soco o atinge em cheio na altura de suas costelas. Balthazar tem a impressão de sentir alguns ossos ficarem levemente fraturados, o fazendo virar os olhos na direção do golpe. Isso o faz trocar olhares com a capitã de cabelos neon que tinha o acertado: A Kuja, Aurora.

 

Mais força é aplicada no soco, o jogando para o lado. Sem descanso ele é atacado agora com um chute voador de um dos marines, e se defende com as duas mãos juntas a frente de si, segurando a sola do pé do oponente e o lançando girando para cima. Dois outros marines deslizam rasteiros pelos seus lados, cada um segurando uma ponta de uma corda que logo puxam ao se levantar. Balthazar pula, mas um de seus pés é capturado pela corda e puxado para trás, o forçando a se equilibrar com apenas uma perna. Nesse momento Aurora surge novamente diante dele junto com dezenas de seus subordinados. O pirata joga o corpo de lado em um salto, usando o peito do pé livre em um chute que engancha a corda e puxa consigo o marinheiro segurando sua ponta. Aquele homem é balançado como uma bola de demolição em direção ao outro, e logo ambos são puxados em um largo arco contra os outros marines diante de Bart. Aurora se abaixa desviando da corda e do chute, e rapidamente se impulsiona a frente com um gancho de direita contra o queixo do pirata. A cabeça dele vai para trás com o impacto mas logo volta com toda força em uma cabeçada no rosto da capitã, criando uma pequena explosão de força e quase esmigalhando seu nariz. Ele segue com uma joelhada contra o diafragma da mulher que a arrasta para trás e então estende a mão a agarrando pelo cabelo para a puxar de volta e desferir outro golpe, quando é interrompido por um marine que soca seu braço para cima libertando a capitã. De trás dele outros dois investem contra Balthazar ao mesmo tempo o empurrando para o outro lado onde mais outro se aproximava correndo com uma larga viga de madeira maior que si próprio.

 

O objeto explode contra as costas do pirata, que esboça uma expressão de dor por um momento antes de desferir uma cotovelada contra o queixo de um dos homens que o segurava e então o puxar por sobre os ombros e lançar ele contra o marinheiro de trás. Depois disso ele coloca o braço ao redor do pescoço do que restava contra si, o sufocando o suficiente para que ele não tivesse mais forças para o segurar e então golpeia suas costas com a palma da mão em um sonoro CRACK da coluna daquele homem sendo partida ao meio. Partindo para o ataque, Balthazar se torna um borrão por um momento, surgindo diante de um marine que apenas pode tropeçar para trás apavorado antes de Bart o apanhar pelo braço antes que caísse. Um golpe com a palma da mão contra seu cotovelo esmigalha os ossos daquele homem virando seu braço ao contrário, a ponta do osso partida rasgando a pele e ficando exposta para fora. Puxando aquele osso para fora do braço do homem, Bart o usa como uma arma improvisada, desviando para trás de outro marine que tentava o segurar e golpeando sua nuca com o objeto pontudo, criando um longo jorro de sangue que se esparrama sobre os demais ao seu redor. Em seguida ele chuta outro oponente no peito sobre um marine atrás, avançando sobre o primeiro e cravando o osso em sua barriga, o jogando para o lado e então apanhando a cabeça do segundo entre as mãos e torcendo seu pescoço violentamente para trás.

 

Explosões de canhões ecoam, fazendo Balthazar se voltar para trás. Ele já estava esperando, mas se depara com a capitã Aurora bem diante dele, uma de suas mãos fechada em um punho enegrecido de Haki. O pirata sorri, fechando seu próprio punho em haki e o desferindo de encontro com o golpe da Kuja, uma nova explosão ocorrendo entre os dois de forma a erguer uma nuvem de poeira e detrito.

 

***

 

Marinheiros loucos o suficiente para seguir a Valquíria Eli Kinsley surgem por entre a nuvem de poeira no navio pirata daquela conhecida como Mulher Esqueleto. Eles correm, armas em mãos, apenas para serem recebidos imediatamente por projéteis que atravessam seus crânios como balas. Mas por demais tomados pela fúria berserker inspirada por sua capitã, aqueles ainda de pé nem sequer tremiam diante da morte, continuando a avançar.

 

Adiante, armas de biscoito se chocavam constantemente contra estacas feitas de ossos. Tsuyu, apelidada Bruxa dos Ossos pela guerreira adversária, mantinha um pequeno sorriso compassivo no rosto que contrastava completamente com a velocidade e agressividade em que se movia, empunhando sua arma de ossos com apenas uma mão e defletindo inúmeros golpes dos martelos de biscoito da valquíria que atacava maniacamente como uma besta selvagem.

Mas diferente de uma, seus golpes possuíam uma distinta finesse de uma verdadeira lutadora. Os martelos são brandidos em sequência, sem deixar brechas na recuperação de cada movimento, Eli avançando um passo a frente para cada novo golpe, tentando compensar seu poder inferior a oponente com pura brutalidade e pressão. Suas mãos pareciam se tornar borrões em meio a barragem, e apenas olhos treinados poderiam perceber a velocidade com que os martelos de biscoito se esfarelavam a cada ataque, sendo reformados um a um pelo poder da marinheira no momento em que movia o seguinte para atacar.

 

A troca de golpes é interrompida por um segundo quando Tsuyu acerta um corte no pulso de Eli, fazendo a capitã largar um dos martelos para o ar e ser forçada a saltar para trás em esquiva quando logo em seguida a bruxa pirata ataca em uma estocada com sua distorcida espada de ossos. A esquiva parece a colocar longe do alcance da arma, mas tal noção equivocada logo é corrigida quando o sorriso no rosto de Tsuyu toma um aspecto mais cruel e a espada se segmenta e se estica a frente como um chicote, formando um pequeno crânio em sua ponta que abre uma boca cheia de dentes afiados para abocanhar o peito de Eli. Ela atinge a marinheira em cheio, e continua se esticando a frente em alta velocidade até atingir a parede de uma cabine que facilmente é destruída com o impacto. Não satisfeita, a pirata puxa a espada de volta, que traz com ela a garota ruiva...

 

No entanto não era no corpo de Eli que aqueles dentes estavam cravados, e sim em um largo biscoito quadrado que a garota segurava na frente do peito. A marinheira aproveita o impulso de ser puxada e larga o biscoito se deixando ganhar altura sobre a oponente. Diante dela, caía o martelo que tinha sido tirado de suas mãos um momento atrás. Ela imediatamente o apanha com as duas mãos, puxando o cabo para baixo e o alongando ao mesmo tempo que a cabeça do martelo se expandia e ganhava mais massa, tornando aquela arma em uma grande marreta de biscoito enquanto caía em direção da adversária. Em resposta a manobra, Tsuyu coloca um dos dedos sobre o próprio peito e fecha os olhos em um leve sorriso que toma um ar quase horripilante de tão bizarramente gentil que era mesmo naquela situação, e ainda mais quando ela continua o gesto cravando aquele dedo em sua própria pele exposta e o puxando para o lado de forma a abrir um largo e profundo ferimento.

 

Em um piscar de olhos, uma quantidade enorme de galhos e raízes brancos brotam da ferida, rapidamente crescendo para cima como uma árvore viva tentando alcançar Eli em pleno ar. Os galhos se torcem entre si como uma teia de ramos ao redor da valquíria que desvia da melhor forma que podia em queda mas ainda acaba recebendo diversas dilacerações ao longo do corpo antes de seus pés conseguirem pisar sobre os próprios galhos e ela passar a correr sobre eles abaixo. A marreta gira, golpeando mais daqueles galhos de ossos que pareciam não parar de brotar em sua direção tentando a empalar. Em meio a eles brotam também criaturas esqueletais, já atacando a capitã marine com espadas e lanças de ossos. Uma lâmina ataca Eli tentando tomar sua cabeça, ao que a garota dobra o corpo para trás deixando o golpe passar no ar em frente a seu rosto ao mesmo tempo que move a marreta e despedaça o crânio da criatura de baixo para cima. Logo em seguida, crava o cabo da marreta entre os galhos ao lado e usa como uma alavanca para se impulsionar para cima novamente, agora desviando de um novo conjunto de ramos que se cruzam no exato ponto onde estava um segundo atrás.

Eli gira o corpo com o peso da arma e mira um dos pontos na camada externa da 'árvore' onde os ramos eram mais finos. Marreta a frente de si, ela atravessa a camada se livrando daquela gaiola de ossos e se vendo livre para ir novamente na direção de sua inimiga pirata. Uma de suas mãos forma um gancho de biscoito que a valquíria crava contra os ossos para mudar a direção de seu movimento, e então se arremessa para baixo.

 

Os olhos serenos de Tsuyu se voltam para o lado como que prevendo cada movimento de sua adversária, e no momento seguinte a valquíria pousa a seu lado com um estrondo, marreta já pronta para o ataque. A mulher esqueleto se encontrava com seu corpo parcialmente dentro do que parecia ser o tronco daquela enorme árvore, e assim como todo o resto dela, era feito de ossos. Para Eli, não havia oportunidade melhor do que ter um ataque em um alvo fácil que não iria se mover, e sem hesitar, golpeia a oponente com tronco e tudo mais que estivesse no caminho em um segundo e poderoso estrondo que faz fragmentos de ossos e madeira do convés voarem para todo lado. Como que serrada por um lenhador, a grande árvore branca começa a ruir tombar sobre o navio, levantando uma nuvem ainda maior de poeira e detritos.

 

***

 

Ondas de puro impacto dispersam a fumaça revelando os dois combatentes que mediam forças um contra o outro.

A marinheira amazona, Aurora, cujo punho tremia coberto em haki e sangue contra o punho de seu adversário, o imediato do rei dos piratas conhecido como Alto Pardal: Balthazar, que não tinha mais do que alguns arranhões em seu corpo.

 

- Isso foi divertido. - o pirata sorri sarcasticamente - Mas acho que nós devíamos passar a ver outras pessoas.

 

Com um alto estrondo o mastro principal do navio subitamente explode em faíscas elétricas. O aparelho magnético entrava em curto, com a espada de Balthazar começando a tremer e causar rachaduras em toda a estrutura antes de saltar girando pelo ar, vindo parar bem na mão do pirata. A lâmina brilha com uma luz azulada, emitindo sons semelhantes a uma serra elétrica que superam até mesmo o barulho da batalha ao redor. Ele baixa a espada em um golpe relâmpago sobre Aurora, e a garota não parecia ser capaz de reagir rápido o suficiente. Ela seria cortada ao meio, morreria ali mesmo depois de todo seu esforço para proteger seus subordinados e a própria ideia de justiça pela qual tanto ela como os outros marines lutavam.

 

Sem conseguir mover o corpo, ela apenas fecha os olhos.

 

***

 

 

4. Flight of the Sparrows

 

 

Torpedos e arpões cruzam as águas escuras, atingindo a enorme massa de dentes e tentáculos e criando globos de espuma que endurecia sem qualquer efeito em seus movimentos.

 

- Impacto com o alvo confirmado! - grita um dos operadores de radar no submarino Nautilus, claramente exasperado com o que via. - Mas não parecem haver efeitos! Ele continua em rota de colisão com-

 

Sem conseguir terminar de falar, sua mensagem logo fica obviamente clara quando o submarino sacode violentamente quando um dos tentáculos gigantescos o acerta, o estrondo de metal sendo destruído ecoando pela embarcação. Diversos alarmes começam a soar, e os painéis apitam indicando o grave dano que o submarino tinha sofrido. Um dos oficiais pergunta o que estava acontecendo pelo comunicador, ao que os operadores da sala de armas respondem em pânico que a couraça tinha sido comprometida e o submarino estava rapidamente sendo inundado.

O oficial de comunicações tenta entrar em contato com o resto da frota de submarinos, apenas para ser recebido com estática. O que estava acontecendo? Porque ninguém respondia?

 

- S-senhor... - apontando para o radar, um dos marinheiros chama a atenção do Capitão Woon. - O resto da frota submersa... Eles...

 

Não era preciso dizer. Woon podia ver por conta própria no radar. Não havia mais uma frota submersa. O Nautilus era o único submarino que não tinha sido destruído. Todos os marinheiros viram os olhos para seu capitão enquanto as luzes vermelhas piscavam junto com o alarme incessante.

Logo abaixo do submarino que começava a afundar, o monstruoso rei dos mares  se aproximava, sua boca cheia de dentes se abrindo para destruir sua última presa da forma mais violenta. Tamanha era a força projetada por seu movimento, a estrutura metálica do Nautilus ainda tremia, não deixando que Woon e seus subordinados esquecessem por um momento sequer que estavam prestes a encontrar seu fim em um caixão metálico, dezenas de metros abaixo da batalha onde o resto de seus irmãos em armas ainda lutavam.

 

Falha Crítica. Falha Crítica. Todos os Sistemas: Offline.

 

O marinheiro que operava aquele painel de controle bate contra a tela com o punho em frustração. Mas todos ali sabiam que esse momento poderia chegar. Desde que se alistaram, a sombra de uma morte súbita e sem glória pairava sobre suas cabeças. Tal era o destino dos marinheiros que enfrentavam os mares da Grand Line em nome da justiça.

 

- Foi... Foi uma honra, Capitão!

 

Estreitando suas posturas, aqueles homens levam as mãos retas para cima em continência para o superior que tinha servido tão pouco tempo com eles, mas ainda assim oferecera tudo que tinha. Com aquele gesto, eles o reconheciam como digno de seu serviço.

 

O tremor no submarino aumenta. A criatura estava ali. Havia chegado o momento.

 

Mas o som que escutam não é o da morte os engolindo, e sim um rugido mecânico (link).

 

 

Algo move o submarino, mas ao invés de dentes se cravando na couraça, o submarino é erguido. Olhando pelas janelas, Woon avista o que ele só podia descrever como... garras? Garras de metal, dobradas ao redor do Nautilus, e tirando da água até que pelas janelas ele podia ver a luz do sol.

 

***

 

Todos os olhos se voltam para aquele colosso, piratas descrentes de que seus inimigos marines seriam capazes de tal coisa, e as forças da marine corps observando aquele milagre da ciência com orgulho.

Adel Curie, ainda clicando em botões virtuais no painel principal de sua sala de controle, se deixa por um momento fitar sua criação e sorri por baixo da máscara.

 

- Tão belo. - diz pela primeira vez em voz clara.

O rugido metálico soa pelo campo de batalha novamente.

 

(ost~Machine God of Monsters)

Spoiler

https://i.imgur.com/OZKnrRa.jpg

 

 

Luz entra pela escotilha do submarino, por onde vários marinheiros e uma figura familiar surgem. Era uma Vice-Almirante, que antes Woon tinha conhecido apenas por sua voz nas comunicações.

 

- Nada temam! - ela anuncia de bom humor - Sou eu, Barda Lapointe, aqui para salvar o dia!

 

Ela ri um pouco da própria atitude exageradamente heroica antes de ordenar a seus homens que guiassem os outros marines para dentro do robô gigante. Porém, enquanto a evacuação estava em andamento antes que Woon saísse ela o segura pelo braço.

 

- Não tão rápido novato. - Barda sorri. - Eu e você temos uma missão especial. Esse seu submarino ainda pode nos dar mais uma vitória nessa batalha. Vá se armar com tudo que puder carregar. Estamos prestes a disparar o maior torpedo da história. Hah!

 

***

 

Como um piscar de olhos, a espada desce para tirar a vida de Aurora. Mas no momento em que ela esperava que sua vida terminasse, um flash de luz cruza o caminho da lâmina a sua frente, a repelindo para trás junto com Balthazar. O homem tropeça surpreso, mas logo posiciona sua espada para frente novamente, a expressão em seu rosto ficando séria.

O que tinha acontecido? Tal pergunta logo é logo respondida quando Aurora percebe a capa vermelha esvoaçante que estava entre ela e seu inimigo pirata. Um homem de idade avançada com a mão sobre o cabo de uma espada em sua cintura, aguardando atentamente o próximo ataque do oponente de cabelos negros.

 

https://i.imgur.com/GDPqXm1.jpg

 

- Me perdoe, Capitã Aurora. - o velho, que agora Aurora reconhecia como o Vice-Almirante Gerhard Ludwig , comenta em um tom de voz exausto. Parecia que chegar em um momento chave daqueles tinha sido exigido um tremendo esforço. - Meu atraso quase custou a vida de toda sua tripulação. Mas não irá se repetir. Nós marines lutamos juntos. E juntos iremos derrotar este vilão.

 

- Quem diria. Não estava esperando que você aparecesse aqui Ludwig.

 

- Alto Pardal... pensar que chegaria em um ponto tão baixo como executar jovens inocentes. Suas ações trazem vergonha para nossa ordem!

 

- Tsc... Continua cego e ignorante como sempre. Que seja.

 

Como um borrão, Balthazar avança sobre o Vice-Almirante, que prontamente saca sua espada em resposta. Os cortes se cruza, e o simples impacto resultante se alastra pelo convés e toda a estrutura do navio. A embarcação treme, e aos poucos começa a lentamente afundar. Aurora percebe que aquele dano não tinha sido apenas superficial, e o próprio navio tinha se partido ao meio. De alguma forma ele não tinha se separado por completo ainda, mas seria uma questão de tempo.

 

A amazona ainda tinha forças para lutar. Um pouco mais adiante, o mastro de seu navio tombado estava sendo usado como uma ponte improvisada por alguns de seus homens para chegar até o navio de Adel Curie ao lado. Sua decisão seria entre manter a luta em seu próprio navio ajudando o Vice-Almirante enquanto a embarcação afundava, ou arriscar a fuga salvando mais de seus homens porém sem saber ao certo se eles estaria em perigo novamente caso Balthazar conseguisse alcançar o outro navio.

 

Qualquer que fosse sua decisão, poderia ser a diferença entre vida ou morte naquele momento.

 

to be continued

 

 


 

 

@Elivelton Carneiro@Joe Jooj Portiolli@Hermezilla

 

 

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Não esperava que os torpedos não iriam funcionar, muito menos que a tropa seria dizimada, pensei em várias formas de tentar nos livrar desta situação mas nada funcionaria, não havia mais tempo, estava cheio de arrependimentos, por não poder cumprir o meu objetivo de vida e por arrastar todos aqueles bons homens comigo, não tinha coragem para encará-los, até que Hong Liu tocou no meu ombro e apontou para a tripulação, seus rostos não mostravam nenhum sinal de arrependimento, fazendo com que meus ombros ficassem mais leves. - A honra foi toda minha! - Respondi com sinceridade aos seus sentimentos e então encarei o rei dos mares com o maior dos sorrisos, acreditando que poderia pelo menos causar-lhe uma indigestão que o levaria a morte. Ou era isso oque imaginava...

 

 

Ao envés de ir para baixo, fomos para cima, ao envés de presas monstruosas, vi garras de metal, ou envés de um rei dos mares monstruoso no fundo do mar, na minha frente estava uma uma fera metálica tão monstruosa quando o rei dos mares caminhando sobre as águas. - Ha...haha...ha... Incrível, parece que fomos salvos. - Sorria sem graça, descrente, porém ainda fascinado pela magnitude daquela máquina.

 

 

Do lado de fora de Nautilus, já fora d'água, a Vice-almirante Barda nos recepcionou com um discurso heroico e nos guiou para dentro daquela máquina, ou melhor dizendo, todos menos eu... A Vice-almirante me parou pelo braço me chamando para algo que dizia ser uma missão especial, escutei com atenção oque tinha a dizer e apesar de não ser direta, entendi oque queria dizer quando falou "...Seu submarino..." e  "Maior torpedo da história." - Vice-almirante... Por um acaso... Nautilus... - Não consegui terminar a frase, mas ela com toda certeza me entendeu, aquela ideia era louca, incrivelmente insana, mas por algum motivo eu não conseguia parar de sorrir, aquela ideia, apesar de parecer loucura também era excitante.

 

 - "Ao que parece, o charme e a loucura deste plano me cativaram." - Para falar a verdade eu havia pensado no mesmo quando estávamos prestes a sermos comidos no fundo do mar, mas desisti porque achei que os explosivos dos torpedos não seriam o bastante, problema que agora não deve existir mais, naquele robô gigante deveria haver um arsenal, já que a Vice Almirante me mandou me armar, isso quer dizer que também devem haver bastante explosivos. Sem falar que muitos dos homens que estavam sobre o meu comando no submarino são ótimos engenheiros. - "Materiais, mão de obra e tempo... Tenho tudo oque preciso!" As suas Ordens! - Bati continência e a seguir fui me armar de acordo com as suas ordens, também fiz com que Hong Liu carregasse quantas armas conseguisse. 

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One piece RPG 

 

nozomu-itoshiki-hanging-by-the-sakura-tr

 
 

 

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