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Armageddon


Pusheen
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De sua posição não podia ver, mas a súbita redução na curvatura do espaço junto com a criação de dois epicentros lhe deixou claro o que tinha acontecido. Com apenas metade da massa, não poderia criar um campo forte o suficiente para colapsar o navio. Algo que, se tivesse acontecido teria lhe ganho a cabeça da tripulação pirata inteira.

 

- Tsch… maldito Haki do Armamento… - resmungou, prosseguindo para fora no convés, agora vazio - Uma benção e ao mesmo tempo uma maldição - completou, lembrando-se dos benefícios que aquela técnica poderia lhe trazer.

 

Claro, ela podia ter cortado a esfera gravitacional que colapsaria no meio, multiplicando o centro em dois e reduzindo suas massas para a metade, mas era impossível destruir matéria. Pelo menos na condição dela. Imaginou que poderia usar aquela matéria remanescente para ainda causar algum estrago à própria mulher, contudo, do lado de fora já não conseguia vez Day-Z, apenas uma grande raiz. Era a infame fruta de Althea, que claramente conseguia fazer seu trabalho com uma precisão cronometrada.

 

- Patricida… Apenas mais uma tirana qualquer - resmungaria de novo, ao ver uma nova raíz crescendo em sua direção.

 

Liberando sua forma elemental e convocando todo seu poder, então, Leonard criaria a mais poderosa possível barreira de Gravitational Lensing. Deformando o espaço ao redor do navio, o Sniper Megalomaníaco obrigaria um desvio no trajeto da raiz. Assim, fazeria com que ela contornasse o Destroyer com uma boa distância de segurança, sem poder atingi-los. Contudo, cogitando que talvez nem isso fosse suficiente, ficaria à postos para lançar ataques que destruíssem a raiz antes que ela conseguisse penetrar a defesa e acertar o navio. Se os sistemas de Sparagmos já estivessem resfriados, assim que fosse o momento oportuno, materializaria as duas manoplas de sua armadura e uniria seus disparos em uma grande coluna que desintegrasse a raiz com o calor do plasma criado. Contudo, se ainda não pudesse utilizar o mecanismo, criaria duas Nightmare Spheres em rotação e a lançaria no sentido da raiz, percorrendo todo o seu corpo por dentro. Utilizando-se do aspecto em vórtex do ataque, distorceria o tecido do espaço - como quem torce um pano -, tentando estilhaçar a raiz de ponta a ponta. Por via das dúvidas, manteria o Haki da Observação ativados para o caso de ser surpreendido por algo ou alguém. Ademais, manteria-se atento aos arredores com seus outros 5 sentidos.

 

Talvez aquela fosse sua primeira missão em que o resultado tinha divergido tanto de seus cálculos iniciais. Ainda não encarava o resultado atual como negativo, mas mesmo assim sentia um certo descontentamento. Fosse governo mundial, fossem piratas, ou mesmo Yonkous, todos lhe pareciam farinha do mesmo saco. A única diferença era o tamanho da pilhagem. Conhecia bem o sistema de domínio no Novo Mundo e, ainda que a ideia inicial de secessão fosse completamente ética, no fim para as pessoas, que deveriam ser livres, era apenas uma troca de opressores. entre um governo que se achava dono legítimo do mundo sem nada ter feito e um ser poderoso de chapéu com caveira que acredita que determinada ilha é “seu” domínio, Leonard não via muita diferença. Sua agenda e projetos progrediam lentamente, mas seus cálculos e previsões eram sólidos. Traria ruína à todos que ameaçassem sua liberdade. Sim, desde que tinha começado com suas viagens já tinha entendido que haviam aqueles que não desejavam a revelação. E, se quisesse um dia chegar à verdade com seus experimentos, elementos como estes precisavam ser eliminados. 

Não mediria esforços e não teria medo de se sujar na lama. Ser chamado de cão do governo não era nada se comparado com o seu desejo de trazer uma nova alvorada à todos com sua ciência. Apenas continuaria arrecadando em silêncio, selecionando suas missões à dedo, agregando poder e influência. Aos poucos, se livraria das amarras de tais seres. E por isso, já sabia para onde deveria ir.

 

“Shinsekai…” - pensaria, enquanto executava suas ações defensivas com um olhar nitidamente perturbado por suas ambições.

 

@Dracon @Aglow

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PRÓLOGO: BRING THE DEVIL       E o anjo do Senhor, cujo nome é Fúria, descerá sobre os descrentes com sua espada de prata, trazendo a condenação eterna em sua mão direita. E ele entoará cânticos de regozijo, que se tornarão em lamúria para aqueles que não vestem a túnica da santidade. E, diante da sentença final, haverá choro e ranger de dentes dos ímpios, e haverá cânticos de alegria dos justos, pois saberão que há Justiça, pois Ele é a Justiça. A bendita lâmina, por fim, haverá de to

????? ??? ??????????: ???? ?? ?????    O homem de cabelos negro, pele alva e profundos olhos vermelhos, imerso na sombra misteriosa que impede de maneira dramática a revelação de sua identidade, estava aflito. A discussão com Lulu-chan era demasiado improdutiva, visto que Lulu-chan era bom demais em rebater sua impaciência com paciência e sarcasmo. Lulu-chan, até aquele ponto, mostrava-se invencível.    - Estou pronto, B-sama. Vou terminar os preparativos.    - Hmpf

THE INFERNAL RUSH   ????? ??? ??????????: ???? ?? ????? NUBLADO    - Lulu-chan, você demora demais para arrumar o cabelo.     - Você está há 30 minutos olhando essa ruga na testa e eu não te critico. Pode ficar tranquilo que está tudo sob controle.    - Hmpf, tá.         MIGHTY MICHAEL E ÁGUAS PRÓXIMAS DA TRIANGLE SCOUT | @Elivelton Carneiro @Azrael    - Isso parece que resolve o nosso "problema", Woon-kun - dizia Yu

O felino que havia recuado, volta mais uma vez para atacar Kasai com sua enorme velocidade. Mesmo com o haki da observação, não conseguiu desviar do seu ataque. Tentou se defender com as manoplas, porém ainda assim o gato conseguiu arranhar seus braços de forma bem feia, sangrando bastante e a sensação de queimação era incomoda.

 

- DESGRAÇADO!! Como ousa... Ferir meus braços, derramar meu sangue... Vou matá-lo! - Kasai se enfurecia com suas feridas, enquanto via o gato desaparecer novamente. No meio da sua fúria, Kasai notara que o navio estava parando, parecia que teriam chegado ao destino. Com isso Kasai notou duas coisas diferentes, primeiro a raiz que se aproximava agora, fazia parte do poder da yonkou e sua capitã, que também estava lutando próximo dali. Segundo, sentiu uma presença ameaçadora, o suficiente para Kasai sentir seu coração parar por alguns segundos.

 

- Parece que não terei tempo de me preocupar com aquele maldito gato... - Kasai voltou a si com a tal presença se aproximando. Kasai cogitou que seria melhor se aproximar da raiz que não parecia vir com intenções de ser um ataque, já que fazia parte da habilidade de sua capitã e era melhor do que ficar esperando a tal presença se mostrar diante dele, para talvez acabar com sua vida. Então assim faria, se aproximaria da raiz e manteria sua total atenção no seu haki da observação para possíveis novos ataques. Usando haki do armamento nas manoplas quando precisasse atacar ou se defender.

 

 

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Spoiler

 

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Com esforço, Astaroth enfim conseguiria abater sua oponente. Seu ataque, apesar de não efetivado de forma limpa, ocasionaria em um corte antecedido por um avanço, cujo objetivo seria atingir em cheio a atiradora. Seria vítima de um disparo no processo, todavia, inutilizaria o membro de sua inimiga, consequentemente a deixando totalmente vulnerável e ocasionando em sua infeliz morte. A sádica professora faria questão de tardar para finalizar sua adversária, alvejando-a em uma série de cortes dolorosos. Riria enquanto cortaria a carne da "senhorita Atiradora" de forma impiedosa, finalizando-a em um súbito corte. Rindo de forma sádica, traria sua espada para si, golpeando com a parte cega de sua arma no corpo morto da atiradora até a maior parte do sangue sair de sua lâmina.

 

- Ara ara, Atiradora-san. Foi um bom duelo, apesar de você ter morrido rápido. Será que eu deveria ter lhe fatiado mais? Não tenho certeza, mas certamente sua feição patética durante seu leito de morte me excita. 

 

Contrastando com o êxito da mulher de cabelos negros e mechas avermelhadas, a situação de Selene demonstraria um caráter um tanto mais caliginoso. A "Representante Divina" sucumbia para a velocidade superior de sua oponente, que despejaria um líquido vermelho que queimaria a pele da habitante do céu. A mulher trocaria o líquido em sua seringa diversas vezes, e após uma série de injeções, surgiria um líquido branco de aspecto um pouco fantasmagórico. Astaroth coraria ao avistar tal líquido, que possuía uma notável semelhança com um fluido bastante familiar. Seus olhos arderiam com as chamas da perversão, apontando para a maníaca dos líquidos coloridos com um olhar convencido.

 

- Não é possível. Branco, viscoso e praticamente fantasmagórico. Isso só pode ser uma coisa! Você está consumindo p*rr* de forma ilícita, no meio de um combate! A falecida Atiradora-san poderia ser uma tarada com fetiche em possibilidades de engravidar, entretanto, agora reconheço que a verdadeira tarada é você. Bato palmas para sua perversão, não são todos que possuem bolas para trazer p*rr* para o combate. Você me superou, Exibicionista-san.

 

Abaixaria brevemente sua cabeça em um sinal de respeito para a ousaria da pervertida rapariga. Após os devidos ritos, subitamente rumaria até a última inimiga restante, encarando-a com um sorriso sádico. Astaroth forçaria os músculos de sua perna, aprimorando sua velocidade. Com sua espada em mãos, aproveita de sua agilidade temporária para realizar múltiplos saltos para fintar seu oponente. Em seguida, ela se deslocaria rapidamente na direção de sua oponente, utilizando de seu repentino aumento de agilidade para bater de frente com sua inimiga, tendo em vista sua superioridade em comparação com Selene, que possuía similaridades com a professora nesse campo. Buscando igualar a situação, se aproximaria da portadora de seringas, executando um corte preciso em sua inimiga e surgindo em suas costas após a realização do ataque.

 

"Ela possui uma velocidade maior que Selene, que tem uma agilidade muito parecida com a minha. O corpo ali aparentemente será vítima de alguma reação química. Como estamos em uma saga clichê, creio que ela será ressuscitada milagrosamente. Isso ocorre nos hentais de ação, por isso deve ocorrer aqui também, haja vista o quão fidedignos eles são. Me afastarei do corpo da Atiradora-san, mas alvejarei ela mesmo assim. Certamente ela é a mais forte, logo devo ser cautelosa com ela."

 

Evitando se aproximar do corpo da sua antiga oponente, giraria caso surgisse em suas costas. Para garantir o êxito de tal movimentação, buscaria utilizar seu Haki do Armamento em conjunto com seu Haki da Observação, com o objetivo de prever a área atingida pela seringa e utilizar o Haki para defesa. Todavia, priorizaria desviar de um ataque, utilizando tal técnica como última opção. Astaroth sucederia o movimento com um chute, aproveitando-se da energia cinética de seu giro, buscando desequilibrar sua inimiga. Girando a ponta da sua espada em formato de círculo enquanto realizaria uma posição digna de uma verdadeira duelista, lançaria nove ataques simultâneos contra nove pontos diferentes. Cada um dos ataque consistiria em um golpe básico do Kenjutsu - corte de cima para baixo, de baixo para cima, da esquerda para a direita, da direita para a esquerda, nas quatro diagonais e uma estocada - aproveitando-se do súbito aumento em sua precisão para atingir pontos de acordo com sua prioridade. Seu objetivo primário seria o local onde a "Exibicionista-san" armazenasse suas substâncias, tendo respectivamente como objetivos secundários e terciários atingir órgãos e tendões.

 

"Meu objetivo não será mais tentar matar ela. Posso deixar isso para minhas aliadas, logo tentarei não me expor além do necessário."

 

A professora agiria de forma exageradamente cautelosa, aproveitando-se do aumento em suas capacidades físicas para escapar ao notar algum movimento que coloque em risco sua vida. Apesar da oponente restante ser claramente a mais forte, Astaroth teria fé suficiente em suas aliadas para lidar com sua inimiga em comum. Em momentos que percebesse que estaria mais vulnerável, utilizaria seu Haki da Observação, desviando e utilizando seu Haki do Armamento como defesa ou correndo de acordo com os ataques da exibicionista.

 

- Seria erótico se eu dissesse que gostaria de lhe penetrar apenas na amizade? Não que eu não tenha vontade de lhe submeter de forma sexual agora, mas prioridades, ok? - Coraria após finalizar sua fala.


Técnicas Utilizadas:

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Nome da Técnica: Tiamat

Tipo de técnica: Combate

Ataque Crítico - Velocidade

Descrição: Nesse ataque, Astaroth força os músculos de sua perna, aprimorando sua velocidade. Com sua espada em mãos, aproveita de sua agilidade temporária para realizar multiplos saltos para fintar seu oponente. Em seguida, ela se desloca rapidamente na direção de seu oponente, atingindo-o com um corte horizontal na área inferior do tronco.

 

Nome da Técnica: Punição
Tipo de técnica: Combate
Descrição: Nesse ataque, Astaroth desembainha sua espada e executa um corte preciso em seu adversário, surgindo em suas costas após a realização do ataque. Devido a velocidade utilizada no ataque, o dano só é mostrado quando a professora embainha sua espada.

 

Nome da Técnica: Tiamat

Tipo de técnica: Combate

Ataque Crítico - Destreza

Descrição: Nesse ataque, Astaroth lança 9 ataques simultâneos contra 9 pontos diferentes, cada um dos ataque consiste em um ataque básico do kenjutsu (corte de cima para baixo, de baixo para cima, da esquerda para a direita, da direita para a esquerda, nas quatro diagonais  e uma estocada), aproveitando-se se sua grande destreza e de seu aumento anormal de destreza.

 

Haki da Observação
Rank: B (100)
Descrição: O usuário tem a capacidade de sentir a presença de pessoas de intenções hostis nos arredores (raio de alguns metros) em situações fora de batalha, mesmo que não esteja concentrado nisso. Em batalha, consegue prever ataques de inimigos em seu raio de visão e manter a concentração mesmo realizando outras ações, contanto que não sejam muito elaboradas.

Haki do Armamento
Rank: B (100)
Descrição: Consegue ser mantido ativo em uma pequena parte do corpo ou num objeto por um curto período de tempo (alguns segundos). Defesa e ataque possuem a eficácia de equipamentos rank-B.

 

Arma Utilizada:

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Nome da Arma: Colhedor de Essências
Rank: B

Aparência: 

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@Bills @Sovereign Hajime

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 "Everything that lives is designed to end. They are perpetually trapped in a never-ending spiral of life and death. However, life is all about the struggle within this cycle. That is what 'we' believe."

 

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Rou olhava para o corpo sem vida da garota no chão, tragou seu cachimbo profundamente lotando seus pulmões com aquele fumaça roxa. Em seus olhos não havia compaixão, pena ou arrependimento, como ela havia dito no início desse embate; a morte é inevitável, e essa garota tinha selado seu caminho em direção a senhora morte assim que atacou Rou. Soltou lentamente a fumaça presa em seus pulmões antes de limpar o sangue de sua espada nas roupas da garota, quanto terminou de limpar o sangue da lolis embaixnhou sua espada.

 

Passou as maos rapidamente pelo corpo da defunta procurando por sua bolsa onde carregaria seus bens, afinal agora pertenciam a Rou, era a lei da guerra. Em seguida daria uma olhada mais uma vez ao redor, veria Edgar de longe, ergue os ombros se o cavaleiro julgasse suas ações. Olhando os arredores viu a luta do Ás com a pirata e o show de luzes e raízes que eles proporcionavam e soube que ali ela não poderia intervir, se não acabaria morta. Uma daquelas raízes veio em direção ao navio de Leonard, porém foi parada, mas logo outra assumiu o lugar da anterior.

 

- Parece que não, mas a quem sabe esperar o tempo abre portas

 

Esperava uma intervenção divina, ou nem precisaria ser divina, uma intervenção mundana já bastaria, só precisa impedir que o navio fosse para o fundo do mar, afinal já estavam quase no objetivo. Infelizmente Rou nada podia fazer além de assistir, afinal não era uma combatente de longo alcance.

 

 

 

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There was nothing to fear and nothing to doubt.

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Em um momento de susto, Kumanee apaga, sendo salva por K. Com sua velocidade absurda, o instante enquanto desmaiava foi suficiente para ela se martirizar e se culpar por sua falha, mas ela logo se encontrou sonhando com seu herói favorito, Kuma Kenshin, cortando aquele maguinho negro estranho. 

 

Se conseguisse acordar, usaria seu Paw Treatment para remover de si toda dor e cansaço, esperando que algum médico do navio a impedisse de morrer com qualquer ferimento que possuísse. 

 

@Night

 

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Eu... Consegui. Consegui vencer a moe forçada. Isso unido ao fato de que eu salvei tudo e todos do navio Mamona, impedindo que a loli destruísse o canhão e explodisse tudo, instantes antes. Balas normais não funcionaram para derrubá-la, então, usei das que me "emprestaram" - digamos assim -, no caso, as de mamona, que a neutralizaram rapidamente, mostrando um abismo de diferença entre balas comuns e as balas especiais vindas do Novo Mundo, ou, comumente conhecido, Shinsekai.

 

Ela morreu no meio do ar e seguiu girando, caindo logo ao meu lado, comigo fazendo apenas um movimento para a direita e afastando o corpo de defunto de mim e o impedindo de cair por cima do meu corpo. Creio que o único problema no momento é o fato de que se ela permanecesse ali, seu corpo iria apodrecer uma hora ou outra, e iria feder. Já não basta a boca suja da Ruiva, outro tipo de fedor, seja lá labial ou corpóreo, seria um pouco ruim de aturar, eu creio, muito embora tenha já simpatizado bastante com ela, até o momento, e, isso era bom.

 

Buscaria sair do fundo do convés, aonde eu tinha sido martelada e voei até lá em baixo, ao mesmo tempo recarregando minha arma e voltando às balas normais, deixando as mamonas inoperantes por enquanto. Usaria apenas em casos extremos. Bem, tentaria chegar a tempo de poder ao menos auxiliar minhas companheiras em seus combates, na longa distância. Mesmo com algumas costelas quebradas eu teria alguma utilidade. Aliás, para isso, usaria o Haki do Armamento para reduzir um pouco a dor, enquanto eu caminhava. Quando chegasse aonde as outras estavam, eu iria me posicionar no chão, mirar e atirar na inimiga que estava de pé. para eliminá-la sem muitos precedentes ou papo de heroína de desenho animado.

 

- Demorei? - Perguntaria a minhas companheiras caso o combate tivesse terminado após meu tiro. Ao mesmo tempo, aguardaria algum médico da tripulação vir me auxiliar com meu pequeno probleminha de movimentação, mas, me mantendo atenta a tudo, com meu Haki da Observação ativo. Fora isso tudo, ignoraria os bens da garota do martelo bem antes de tudo isso que menciono fazer após deixar seu corpo no convés. Roubar não é um ato que me deixe mais moe. E, por causa disso, iria deixar tudo lá, mesmo.

Técnicas Utilizadas:

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Haki da Observação
Rank: B (100)
Descrição:  O usuário tem a capacidade de sentir a presença de pessoas de intenções hostis nos arredores (raio de alguns metros) em situações fora de batalha, mesmo que não esteja concentrado nisso. Em batalha, consegue prever ataques de inimigos em seu raio de visão e manter a concentração mesmo realizando outras ações, contanto que não sejam muito elaboradas.

Haki do Armamento
 Rank: B (100)
Descrição: Consegue ser mantido ativo em uma pequena parte do corpo ou num objeto por um curto período de tempo (alguns segundos). Defesa e ataque possuem a eficácia de equipamentos rank-B

 

Arma(s) Utilizada(s):

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Nome da Arma: Ivory
Rank: B

Aparência: 

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Tem não. Imagem corrompeu :D.

 

Nome da Arma: Balas (x?) - Normais
Rank: E

 

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- Sonic's the name! Speed is my game!

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A habitante do céu fora superada pela velocidade de sua adversária e acabaria sendo atingida pelo líquido vermelho da seringa da sua oponente, o que resultou na queimadura de sua pele. - Grrrrrr, COMO OUSA SUA PEQUENA DEMÔNIO! - Selene ficaria enfurecida com sua adversária por conta do líquido queimar sua pele, coisa que geralmente acontecia quando algum objeto sagrado entrava em contato de um demônio. - Você pagará por isso. Não irá sobrar nada quando eu terminar contigo. - A jovem declararia a sua inimiga que faria de tudo para acabar com sua vida, e claramente ela não tinha nenhuma intenção de fazer isso de uma forma delicada.

 

Selene então percebe que sua companheira infiel estava partindo em direção a sua adversária com seu Haki da observação ativo, ela então pressionaria suas pernas aumentando sua velocidade e partiria juntamente dela em direção a oponente. Observando os movimentos da infiel rumaria ao lado oposto ao que ela fosse, com total atenção imaginava que a adversária fosse reagir a ofensiva da infiel desviando para próxima de si, ela então estaria pronta para desferir um forte corte horizontal na perna dela, que teria como objetivo inutilizar seus movimentos. A jovem estaria pronta para usar Haki do armamento para se proteger, assim como desviar  de possíveis golpes caso sua oponente conseguisse prevenir seu ataque e ainda quisesse a contra-atacar, utilizaria de saltos para desviar e ganhar uma certa distância. Caso Selene fosse capaz de acertar seu golpe na menina diria para infiel: - Não pense que lhe deixarei com toda a diversão. - Selene terminaria com um sorriso sádico. 

 

A pirata ainda tentaria acabar com a existência de sua adversária, e então não lhe daria espaço para que pudesse, por mais uma vez se curar. Usando de movimentos sistemáticos de pulos ao redor dela desferindo sempre uma estocada em sua adversária, mesmo que elas não possuíssem muita força tentaria a fazer sangrar. Selene não deixaria de manter sua cautela mesmo que estivesse se divertindo com a possibilidade de fazer sua oponente sofrer, tentaria desviar para os lados caso fosse alvo dela e se fosse necessário recuaria para uma distância segura. Se a adversária da estranha dupla de sádicas estivesse ferida ao ponto de poder ser finalizada, Selene não desperdiçaria força na estocada que teria alvo o coração da " líder ".  

 


Spoiler

Haki

Haki da Observação - Rank A ( 250 )
Descrição: 
 Fora de batalha, usuário consegue sentir a presença de pessoas relativamente distantes (raio de um ou dois quilômetros) e captar intenções hostis dentro desse range mesmo que não esteja concentrado nisso. Em batalha, consegue prever ataques de inimigos em seu raio de visão e manter a concentração mesmo realizando ações complexas.

Haki do Armamento - Rank C ( 50)
Descrição:
 Consegue cobrir uma parte do corpo com sucesso, permitindo assim atingir usuários de Akuma no Mi, inclusive Logias. Pode ser usado em movimento, mas não ser mantido ativo por mais que um ou dois segundos. Defesa e ataque possuem a eficácia de equipamentos rank-C.

Técnicas

 

Nome da Técnica: Ascensão Divina 
Tipo de técnica: Combate e Haki

Ataque Crítico - Agilidade 
Descrição: Serene se concentra nos movimentos de seu adversário com seu haki ao mesmo tempo que mantém suas pernas flexionadas aguardando os movimentos de seu oponente. Com o corpo e mente sabendo para onde deve ir, desvia dos ataques desferidos e logo parte para cima de seu oponente com um duplo corte em formato de X que ascende por todo o tronco do adversário.

 

Equipamento

 

Nome da Arma: Divine Dagger
Rank: Rank B

Aparência: 

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Mecanismo : Apertando sua base é liberado uma substancia venenosa em sua lamina. Essa substancia é capaz de entrar em ação a partir de um mínimo contato da lamina com um organismo vivo, fazendo com que a vítima comece a sentir um mal estar que evolui para tonturas e náuseas lentamente. 

 

 

 

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THE REAPER, WHOSE NAME IS FURY

 

MIGHTY MICHAEL | @Elivelton Carneiro @ShinoNaro

 

 Diante da presença ameaçadora que se aproximava, Kasai, ferido, resolve recuar. A pequena elite pirata em Mighty Michael estava obtendo bastante sucesso em lidar com a presença das duas vice-almirantes e a situação parecia visivelmente favorável. Etta, Nina e seus pets não estavam conseguindo lidar tão bem com as principais forças de Althea, o que era até previsível.

 

 Em seu ímpeto de fuga, Kasai recebe várias investidas do gato, mas a adrenalina em seu corpo causada pelo instinto de sobrevivência ampliara seus reflexos de uma maneira estranha. Kasai então consegue subir na raiz de Yggdrasil.

 

 - Baptiste-sama?! - ouve uma das vice-almirantes gritar.

 

 Enquanto isso, Woon permanecia num estado catatônico.

 

 

M1A REINHARDT DESTROYER |   @Keel Lorenz @Aglow @Dracon

 

 

 A equipe do navio de Leonard se aproxima de Marineford com o avariado mas ainda funcionante Destroyer. Seria necessária um amplo reparo no navio para que voltasse a ser o mesmo de antes. Enquanto o mestre perde tempo descrevendo a situação do navio, porém, Edgar e Leonard resolvem atacar a massiva raiz de Yggdrasil, falhando miseravelmente, e falhando, e falhando, e falhando de novo. Luzes fancy, lanças poderosas e energia negra pareciam não fazer mais do que cócegas na árvore, que ia se afastando à medidas que os caçadores de recompensa seguiam seu trajeto.  

 

 

Ao chegarem em Marineford, são prontamente recebidos com alguns marinheiros e uma equipe técnica que começa a perambular pelo navio. Um homem loiro destaca-se pela ausência de uniforme oficial.

 

 - Vice-almirante Louis ao seu dispor, prezados. A Marinha como contratante do vosso serviço se sente na responsabilidade moral de arcar com todos os prejuízos da viagem, então permitam que nossa equipe auxilie nos reparos - dizia o homem, com uma expressão um pouco alterada e perturbada - você... é Leonard, estou certo?

 

 A raiz seguia na direção do navio, e parecia que iria alcançá-lo em breve. Louis observa a planta inimiga com um olhar de desprezo:

 

 - Permita-me - disse, mas não aguardou nenhuma permissão nenhuma para proceder. Estendeu sua palma para cima, de onde começa a surgir vários cristais que unem-se bons metros acima do Destroyer, formando uma grande lente de vidro. A luz do sol passa por ela, concentrando-se e atingindo a raiz, ateando-lhe fogo e fazendo com que recue.

 

 - Onde estávamos... ah sim, Leonard, certo? Ouvi dizer que você esteve em missão em Haunted Island. Procede?

 

 

DAY-Z |   @Zaza Wallenstein @Night

 

 A bordo de Day-Z, Kumanee e K recuperavam-se de seus ferimentos. Kumanee consegue acordar, mas ainda estava muito debilitada para que pudesse mover seus membros e fazer suas maracutaia de akuma no mi. K permanece em estado catatônico, aparentemente pela extensão dos seus ferimentos, mas também poderia ser pelo player que não postou. Devido ao estado catatônico, uma pedra do destino do player off cai sobre a cabeça de K, deixando-o mais ferido ainda. Uma segunda pedra, muitas vezes maior vinha de algum lugar no céu e cairia no mesmo lugar, mas desapareceria prontamente se o player postar.

 

 Os dois piratas podiam ouvir a tripulação fazendo vários comentários, mas naquele momento as vozes eram incompreensíveis. A visão de ambos era turva. Alguém mexia em seus corpos.

 

 

MAMONA | @Diable @Sovereign Hajime @Bills

 

 A líder mequetrefe após injetar a substância fantasmagórica em si começa a apresentar uma reação atípica. Selene tenta perfurá-la durante o frenesi da pequena monstrinha psicopata, mas a lâmina, para o desgosto de Astaroth, não penetra. Astaroth tenta ajudar, mas não consegue uma aproximação segura. Selene percebe um ataque a caminho com seu haki, mas não consegue se mover a tempo e recebe um socão que a joga longe.

 

 Daí Taya, mirando ao longe, dá um tiro de mamoninha na pequena monstrinha. E fim, eras isso.

 

 - Nossa ainda bem que vocês tavam aqui - dizia um dos tripulantes que estavam escondidos - sabe como é né, eu só sei mirar esse treco aqui. Só ia atrapalhar vocês.

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Jess Mac

URANE | BÔ ZEBU | MEI

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Enquanto fugia para perto da raiz da árvore, Kasai foi atacado novamente pelo gato. Graças a adrenalina causada pelo instinto de sobrevivência, seus reflexos foram melhores do que o normal, ele então conseguiu subir com sucesso na raiz.

 

- Que droga é esse gato? Marinha tá criando animais mutantes agora?! - Kasai já exausto pela insistência do gato, expressou seus sentimentos ao conseguir chegar na raiz. O pirata ruivo ouviu então uma das vice-almirantes gritar um nome.

 

- Baptiste..? Será o nome daquela presença? Acho que já ouvi esse nome antes, deve ser alguém da força principal da marinha. Será que tem como a capitã me ouvir? É melhor que ela se prepare para reforços inimigos... - Kasai falava sobre a ameaçadora presença que havia sentido antes, e acreditava ser um problema que poderia mudar o rumo da batalha. Ele agora manteria sua guarda atenta para possíveis ataques em cima da raiz, e tentaria reagrupar e aguardar por novas ordens.

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Estava nitidamente frustrado com o fato de que uma raiz conseguia facilmente resistir aos seus poderes. Contudo, irritações de lado, estava ainda mais intrigado com o motivo das raízes conseguirem ser tão poderosas, mas ao mesmo tempo relativamente lentas. O M1A, avariado do jeito que estava, conseguia ir rápido o suficiente para que não fosse atingido. E Leonard, obviamente, não acreditava que aquilo era à toa. Poderia ser uma hesitação da Yonkou diante do quartel general da marinha? Poderosa como era, o motivo da hesitação com certeza teria que ser assustador. 

 

- Será que o Destroyer consegue? - uma voz eletrônica agradável surgiria de um cubo, que acompanhava fixamente os movimentos de braços do elemental.

 

- Ele já resistiu a muitas coisas… - responderia Leonard, alterando com golpes de matéria negra - Acho que consegue chegar na costa e, com mais reparos... - prosseguiria, ainda tentando garantir que a raíz não chegasse - Deve ser capaz de navegar mais algumas boas milhas - parou brevemente, desviando a concentração momentaneamente para os ataques - Porém, as águas da Grande Linha já o maltrataram bastante. Quem sabe já não esteja na hora de aposentá-lo… - finalizaria, nitidamente pensativo, mas ainda executando os movimentos de mão para criar rajadas de gravidade.

 

- Hmm… - responderia Machina distraidamente, fitando o navio avariado e as raízes com seu típico olhar curioso e meio ingênuo.

 

Entretanto, tendo o caçador notado que a distância entre as raízes e o navio apenas aumentava, optou por desistir de direcionar esforços em vão. Em sua forma normal, ficaria de olho até que chegassem em Marineford, onde seria surpreendido por uma comitiva bastante generosa. Obviamente, a não uniformização de um deles lhe chamou a atenção. Afinal, geralmente eram os de alta hierarquia que tinham licenças para poder quebrar o protocolo. Não surpreso, mas intrigado com o desconcerto do Vice-almirante, que aparentava ser o tipo de pessoa que, em situações normais, provavelmente seria bem mais cortês, Leonard tratou de se pronunciar.

 

- Sim, Vossa Excelência - assentiria com a cabeça, confirmando a o seu nome ao Vice-almirante - Rei de Ouros, igualmente ao vosso dispor - polidamente prosseguiria com a apresentação, fazendo uma ampla reverência com um dos braços à frente do corpo - É muito generoso da parte do contratante, agradeço e aceito à oferta de bom grado - completaria, finalizando elegantemente a generosa reverência ao Vice-almirante.

 

Esperava que ele prosseguisse com o motivo de confirmar sua identidade, porém ambos foram surpreendidos com as raízes. Antes que pudesse fazer algo, porém, o homem loiro avançou e Leonard, por sua vez, apenas abriu o caminho, estendendo o braço de forma cortês para que a autoridade passasse. Não era tolo. Nunca simpatizou com o conceito do Governo Mundial em si. Todavia, conhecia de cabo a rabo o protocolo e quais as consequências de quebrá-lo. Eram maneirismos excessivos, mas necessários àquela situação. Relevaria.

 

Leonard estava bastante surpreso com o assunto da pergunta. No entanto, não simplesmente deslizaria, demonstrando isso. Considerando a vista grossa que a marinha tinha feito sobre tal assunto, procurando manter-se sereno.

 

- Exato - balançaria a cabeça lenta e calmamente. - Por estar viajando na Rota 2, naturalmente tive que passar por Haunted Island há algum tempo - prosseguiria, mentindo em partes, mas ainda tentando manter-se absolutamente sereno. - Há algo que gostaria de saber, Vossa Excelência? - finalizaria, calmamente gesticulando a fala com as mãos à mostra. Algo que, na linguagem corporal, costumava ser inconscientemente interpretado como um gesto de quem não tem nada a esconder.

 

Obviamente, Leonard já tinha completa noção do que o homem queria saber. Por isso, manteria-se atento a todos os seus movimentos. Com o Haki da Observação, em segredo, estaria preparado para desviar caso sentisse alguma hostilidade por parte do homem. Se fosse o caso, com o auxílio do Haki, utilizaria Gravitational Lensing para desviar o trajeto do ataque do inimigo e, então, aumentar a margem de distância entre ele e a sua evasão. Durante todo o tempo, manteria suas emoções sob extremo rigor. Com isso, cuidaria para que seus sentimentos fossem estritamente defensivos. Do contrário, o inimigo poderia detectar a hostilidade, acabando com o teatro.

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Não ficou surpreso quando as lanças se chocaram contra a raiz e nem arranhão fizeram, contudo quando notou a matéria negra de Leonard cujo a propriedade era fazer uma baguncinha ser inefetiva da mesma forma, ficou bastante chocado e receoso com aquilo. Ao que tudo indicava a raiz era forte o suficiente para destruí-los e não havia nada o que pudessem fazer a não ser nadar (humanos) ou voar (aberrações), guardou suas lanças e com um sorriso já pensava em algum verso de impacto, de despedida.

 

Estreitou os olhos, não seria preciso, a raiz era mais lenta que o navio avariado, se sentiu no final um tolo por ter se preocupado, não foi capaz de ver a velocidade da raiz ou analisar a distancia que estavam de Marineford, observando o outro cientista que conversava com seu cubo mágico concluiu que ele também não, por isso não se sentiu tão mal assim. E enquanto não chegavam, percorreu todo a embarcação, verificando os danos - seu lado de inventor ainda era forte, apesar de gostar muito de poesia - e quando finalmente atracaram, um grupo de marines vieram os recepcionar.

 

- Edgar Fenwick of Vahlor, é uma honra - cumprimentou o Vice Almirante do seu modo de sempre. Era um homem bem bonito mas que não caía muito nos gostos de Edgar. Pessoalmente preferiria Aqua, em um universo muito louco que pudesse escolher. Quando o homem ofereceu reparo gratuito e Leonard aceitou, se preparou para seguir os marinheiros, contudo notou a cara estranha do oficial e olhou para trás, notando que a raiz ainda assim os perseguia. Abriu espaço para o oficial e assistiu sua performance, enquanto cutucava Rou - Ali ali, só pode ser a vidro vidro no mi. - a partir daquele dia chutaria o poder das pessoas como originários de uma akuma no mi. 

 

 

Como o sujeito se dirigiu especificamente a Leonard, se encaminhou para os outros que faziam a vistoria no navio, explicaria a situação para eles, o que tinha tido tempo de arrumar, o que foi danificado e como reparou o navio no meio da batalha contra os piratas. Tinha ouvido Leonard falando pro seu cubo que talvez aposentasse a embarcação mas mesmo assim, vendê-lo todo arrumado renderia muito mais dinheiro. Era o mínimo que podia fazer pela estadia na viagem.

 

Pensando agora, sequer tinha tido tempo para pensar no que fazer com a sua recompensa pela missão. Talvez apenas mandasse para alguma ruiva gata nil da Spades.

 

 

@Keel Lorenz @Aglow

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Tendo conseguido derrotar um dos piratas que invadiram o Mighty Michael com a ajuda da forma de como o mesmo me subestimava, conseguido usar os dois tipos de haki livremente pela primeira vez e tendo realizado o tratamento médico dos marinheiros que precisavam acabei por ficar catatônico por um turno inteiro graças a luta de nível monstruoso da Yonkou contra a Almirante Yuuna. Já havia visto monstros como o meu pai e o rei dos piratas agindo mas dois deles se confrontando era algo inédito para mim. - Elas estão em um nível diferente... - Colocando meus sentimentos em palavras reparei que a ação ao meu redor continuava, um dos piratas havia morrido, outro estava tentando escapar, Etta e a Vice-almirante Nina pareciam estar tendo dificuldades contra os homens de confiança da Yonkou Althea e que nós chegamos ao nosso destino, Marineford. Além de que reparei que elas falaram um nome um pouco familiar mas isso não vinha ao caso agora. - "Já esta na hora de parar de sonhar acordado!" 

 

A primeira coisa que fiz foi passar ordens para os marinheiros ainda em pé. - Não deixem o perímetro ser quebrado, mantenham a formação e não deixem que os piratas façam como querem! Mantenham-se atentos aos movimentos deles e atirem assim que tiverem a oportunidade Dando cobertura para as Vice-almirantes! - Alguns deles devem ter visto como eu ganhei de uma dessas elites sozinho, por isso minha moral com os homens daqui deveria estar deveras alta com os marinheiros presentes, apesar de eu mesmo não acreditar que empurrar um homem no mar conte como uma vitória embora. - "Mas isso não deve ser o bastante para aliviar o fardo nos ombros delas... Esses dois piratas são fortes demais, oque estou para fazer é o cúmulo da loucura... Bem, deixando isso de lado vamos ver por quantos segundos posso facilitar a vida delas." - Resolvido meus dilemas internos retirei meu terno e entreguei para o mesmo homem que havia dado a gravata, comecei a enrolar as mangas de minha camisa até o cotovelo e com um sorriso destemido dei passos a frente. - Homens, vou até ali enfrentar Helliot do bando da Yonkou Althea, não sei quanto tempo conseguirei comprar mas nesse período ajudem as Vice-almirantes atacando Charlotte. Desejem-me sorte e não vão além do seus limites... Hong Liu, você vem comigo. - Meu panda começou a andar atras de mim enquanto estava seu pescoço como se lutar comigo fosse a coisa mais natural a se fazer.

 

Próximo do local aonde eles se enfrentavam comecei os preparativos para usar a bala do dragão, queria acerta-lo com toda a força possível por isso usaria o haki de armamento no momento que desferisse o golpe, também tentei usar o haki do observador para prever algum momento que que Helliot estaria sozinho ou desprevenido como depois de recuar ou quando estivesse prestes a realizar um ataque de morte certa em uma delas pois pelo oque eu sei, seres humanos tem dois momentos que baixam a guarda em uma luta, um é quando eles tem certeza que escaparam do perigo, e outro é quando eles tem certeza da vitória, se o haki do observador não desse certo confiaria em meus olhos e julgamento para ataca-lo, e quando o momento chegasse... - Hasshoken... Ryuudangan! - Colocaria tudo de mim neste golpe, fosse força física ou haki. - Desculpe por ser rude, mas seu companheiro acabou de sair para dar um mergulho e por isso estou sem nenhum parceiro no momento... Me daria a honra, Helliot-san? - Sabia que não tinha chances contra ele normalmente somente de olhar, por isso que depois do primeiro ataque, tentaria comprar tempo jogando conversa fora e quando o mesmo me atacasse me manteria na defensiva me esquivando de seus ataques usando o haki do observador para tentar evitar completamente os mais perigosos que pudessem me matar instantaneamente, me deixar cego ou aleijado e evitar passivamente os menos perigosos, sempre esperando por uma oportunidade de revidar em um contra ataque com um bom e velho soco cheio de haki de armamento chamado... - Hasshoken, Tamashii hasai!

 


Desta vez turnei!  

 

tudo oque foi usado vai logo abaixo

Spoiler

Nome da Técnica: Ryuudangan

Tipo de técnica: Combate (hasshoken)

Ataque Crítico - Força

Descrição:  Woon dá um soco potente que acarreta em uma onda de choque. Woon respira fundo, concentrando energia, em seguida dando 3 passos para trás, finalizando a movimentação de costas para o adversário. Enrijecendo os músculos e unindo o máximo de sua força nos punhos, ombros e abdômen, Woon dá o soco enquanto gira para frente, contra o adversário, de forma que esse giro potencialize a força do golpe. A força do impacto deve causar uma onda de choque, que atinge o adversário.

 

Nome da Técnica: Tamashi Hasai 
Tipo de técnica: Combate (Hasshoken)
Descrição: Uma técnica especial de soco, criada pelo próprio Woon. Ela se baseia em desferir um único soco em um movimento explosivo com o braço, transferindo toda a energia cinética dos músculos em seu corpo por trás desse golpe para o potencial máximo de impacto que seu corpo é capaz de produzir no alvo. Enquanto em um nível iniciante ela não aparenta ser muito diferente de um soco um pouco mais forte, quando desferida por um usuário de alto nível, o impacto destrutivo do soco pode se estender até mesmo além do alcance do punho e atingir algo distante sem perder a força  

 

Haki do Armamento
Rank: C (60)

 

Haki da Observação
Rank: C (50)

 

 

 

One piece RPG 

 

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Observou com um certo desinteresse os dois Spades tentando conter as raízes, pois sabia que não conseguiriam se igualar ao poder de uma pirata lolis tão poderosa. Embainhou sua espada e cruzou os braços acima do busto segurando com o braço esquerdo seu cachimbo, a fumaça ajudava a se acalmar, claramente era uma viciada.

 

Por mais que parecesse impossível alcançar a ilha devido ao poder das raízes claramente onipotentes de acordo com a narração, o navio de Leonard ainda sim, contrariando todas as probabilidades, chegou a ilha da Marinha, o palco do último ato daquele show. Rou encarou a enorme ilha um pouco admirada pelo lugar, mas isso logo passou. Assim que o navio atracou uma equipe surgiu do nada acompanhando de um homem loiro sem uniforme da Marinha, o homem foi logo se apresentando, Rou era muito educada para não responder.

 

- Samayo Rou 

 

Quando notou a direção do olhar do homem, virou-se novamente e viu as raízes, soltou a fumaça dos pulmões, um brilho chamou sua atenção novamente para o loiro quando o mesmo atacava e exterminava as raízes. Sentiu Edgar cutucando-a. 

 

- Todo mundo tem uma akuma no mi, ainda dizem que são raras.

 

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There was nothing to fear and nothing to doubt.

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Vendo que tudo tinha acabado, finalizando comigo atingindo minha oponente com um disparo das lendárias mamonas, eu iria me sentar perto das outras para tirar um descanso, já que, as batalhas foram longas e constantes, de modo que eu não conseguia parar para observar o horizonte ou dar uma respirada. Minha amizade e interação social melhorou muito com minhas companheiras, algo que era surpreendente e bom, ao mesmo tempo, já que eu era muito tímida no começo - ainda sou -, tornando mais difícil a comunicação com pessoas que eu acabara de conhecer, que neste caso, eram elas. Já sentia que eu confiava bastante nelas como uma figura de proteção.

 

- Nosso trabalho em equipe está ótimo, Ruiva tarada-senpai e Anja-chan. Se continuarmos assim, estaremos mais próximas do nosso objetivo. Aliás, tem algum médico aqui? O estilo Moe me permite causar grandes estragos, mas, não me impede de sofrer muitos estragos, da mesma forma. Faca de dois gumes. - Digo a elas, ressaltando nosso trabalho em conjunto que tinha melhorado comparado ao início, perguntando de forma geral na minha última frase.

 

Ainda assim, manteria minha atenção, com meu Haki da Observação ativo, para evitar ataques surpresas ou coisas do tipo, recarregando minha arma para não sofrer com situações em que meu pente acabe no meio da luta. Com o do Armamento imbuiria meu corpo para evitar maiores danos. Já tinha sofrido muitos, porém. Não teria ouvido o canhoneiro falando, por estar muito distante na hora.

Técnicas Utilizadas:

Spoiler

Haki da Observação
Rank: B (100)
Descrição:  O usuário tem a capacidade de sentir a presença de pessoas de intenções hostis nos arredores (raio de alguns metros) em situações fora de batalha, mesmo que não esteja concentrado nisso. Em batalha, consegue prever ataques de inimigos em seu raio de visão e manter a concentração mesmo realizando outras ações, contanto que não sejam muito elaboradas.

 

Haki do Armamento
Rank: B (100)
Descrição: Consegue ser mantido ativo em uma pequena parte do corpo ou num objeto por um curto período de tempo (alguns segundos). Defesa e ataque possuem a eficácia de equipamentos rank-B

 

Armas Utilizadas:

Spoiler

Nome da Arma: Ivory
Rank: B

Aparência:

Spoiler

Tem não. Imagem corrompeu :D.

 

Nome da Arma: Balas (x?)
Rank: E - S

@Sovereign Hajime @Diable

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- Sonic's the name! Speed is my game!

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Ainda com dores, Kumanee se esforçava para mover se mexer mas não conseguia. Ela precisava utilizar seu tratamento em si mesma, mas estava incapaz. Enquanto isso, sentia toques em si, mas era incapaz de ver o que estava acontecendo. Nesse instante, cessou seus esforços físicos e concentrou-se em seu Haki da Observação, tentando entender o que estava acontecendo. Esperava conseguir recuperar forças suficientes logo para poder se mover e retirar suas dores, além de poder se defender do que quer que estivesse acontecendo - apesar de ela achar que eram toques aliados. Assim que conseguisse utilizar suas habilidades novamente, usaria o Paw Treatment em si mesma e, se possível, em K também. Se, ao recuperar-se, percebesse também que os toques em seu corpo eram mal-intencionados, fugiria deles com um salto. 

 

@Night

 

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Após um complicado combate, a situação enfim estaria contida por ora. A líder colocaria uma substância esbranquiçada de aparência fantasmagórica em si. Paralelamente ao frenesi de sua oponente causado pelo uso de tal composto químico, Astaroth coraria brevemente, apontando com seu dedo indicador para a garota. Aquele líquido, na mente da professora, trataria-se do famigerado "líquido do amor", como chamado nas obras que a mulher de cabelos negros com mechas avermelhadas, e a loucura que tal substância traria remeteria sobre o título das infames obras que a professora lê em seu cotidiano. Aparentemente o consumo incessante de pornografia já havia corrompido totalmente sua moralidade, transformando-se na típica pessoa que identifica uma conotação sexual nas coisas mais cotidianas até as mais atípicas.

 

- Então você está louca de tes***? Jamais imaginei que tal termo fosse tão verdadeiro, realmente impressionante. Os deuses da pornografia estão recheados com a razão do conhecimento universal erótico. E depois dizem que uma boa pornografia não é cultura. Malditos retrógrados!!!

 

Astaroth não encontraria quaisquer oportunidades de abater sua inimiga durante seu frenesi, ficando praticamente estática enquanto Selene tentaria abatê-la. Após a "herdeira divina" ser atingida por um golpe, a atiradora finalizaria a líder com um preciso disparo com suas mamoninhas, dando fim ao combate. A professora, deprimida por alguns instantes, ajoelharia. Envolvendo suas mãos sobre a cabeça enquanto a balançaria, não conseguiria acreditar no desperdício. Haja vista suas obrigações recentes, estaria impossibilitada de prolongar exageradamente um combate após a eliminação precoce de suas adversárias, praguejando para quaisquer deuses existentes e enfim finalizando com um soco no chão. Ignoraria seu curso mequetrefe de teologia, blasfemando contra eles.

 

"Ainda bem que Deus está morto. Caso o contrário, eu mesmo o mataria por essa infelicidade."

 

- Não foi dessa vez. Para saciar meus instintos sádicos, apenas 67 revistas já devem ser suficientes. Mas tenho um questionamento. É melhor consumir yuriBDSM ou nasal? O que acha, Ser Angelical Tarado-san? E  LMWES-chan, realmente precisamos de um médico. Seu poder Moe é meramente ofensivo, mas serve como defesa também. Duvido que alguém em sã consciência atacaria uma fofura como você.

 

Após aquele clima caliginoso, um tripulante cuja única utilidade seria controlar o canhão se mostraria para o trio. Após uma efêmera crise existencial, buscaria retomar sua linha de raciocínio central acerca do aumento de sua influência no navio. A ausência de uma figura central e o constante crescimento da liderança da professora ocasionariam em uma chance única. Após sobreviver nessa batalha, seu sonho de virar a rainha do sadismo estaria cada vez mais próximo. Cerrando seu punho esquerdo paralelamente a um soco no ar, fitaria o homem com um olhar que mesclaria determinação com uma pitada de êxtase.

 

- Então continue utilizando a tarefa que você cumpre com maestria. Apesar do duelo por aqui ter finalizado, a batalha está longe de seu desfecho. Deixe-me ajudá-los na coordenação dos ataques. Se concluirmos tudo perfeitamente, lhe recompensarei. Vocês homens gostam de ser pisados, certo? Minhas pesquisas de campo indicam que 70% dos homens sentem fetiche por pés, enquanto que mais da metade desses sentem prazer na submissão. Dado curioso, não? Independente disso, acredito que eu seja mais útil ajudando no canhão do que defendendo. Sou uma mera duelista, mas sinto que posso ajudá-los na parte estratégica. Conto com vocês. - Realizaria uma breve fala em suas ações para o devido impacto de seu discurso, retomando-a com outro tema em mente. - Aliás, seria interessante encontrarmos um médico para mim e minhas amigas. Nunca se sabe quando alguém pode atacar, e todo o tempo é precioso em um momento assim. Solicito atendimentos prioritariamente para aquela fofura militar, a habitante do céu de asas negras e por último para mim. Nossa prioridade é atender nossa atiradora para que ela nos dê cobertura o mais rápido possível.

 

Abaixando a cabeça enquanto soltaria um risinho levemente sádico, acenando com a cabeça para o tripulante acompanhá-la até o canhão de mamoninhas. As ameaças momentâneas cessariam por ora, logo seria a oportunidade perfeita dela adquirir experiência estratégica, além de aumentar seu prestígio dentro daquele meio nem um pouco pitoresco. Apesar de seus notáveis ferimentos, estaria disposta a liderar a navegação. Suas estratégias funcionaram anteriormente, logo buscaria auxiliar o navio mesmo com tantos ferimentos em seu corpo, frutos da batalha anterior. Apesar de conseguir ultrapassar uma série de obstáculos, aquele seria apenas o início da saga da conclusão de seus objetivos mais profundos. Apesar de todo um clima de conclusão, se concentraria em utilizar seu Haki da Observação, com o objetivo de evitar ser surpreendida por um ataque após a poeira baixar, realizando desvios na medida do possível, levando em conta os danos em seu corpo.


Técnicas Utilizadas:

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Haki da Observação
Rank:
 B (100)
Descrição:  O usuário tem a capacidade de sentir a presença de pessoas de intenções hostis nos arredores (raio de alguns metros) em situações fora de batalha, mesmo que não esteja concentrado nisso. Em batalha, consegue prever ataques de inimigos em seu raio de visão e manter a concentração mesmo realizando outras ações, contanto que não sejam muito elaboradas.

 

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 "Everything that lives is designed to end. They are perpetually trapped in a never-ending spiral of life and death. However, life is all about the struggle within this cycle. That is what 'we' believe."

 

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K, após um momento de sono, foi atingido na cabeça por uma pedra. Ele, que já não era uma pessoa normal, não ficaria em um estado mental são após ser atingido por aquilo, de modo que sua loucura voltou ao ápice.

 

Ele então encarou a pedra, ordenando a ela:

 

- SUMA DAQUI! Eu não sou um dinossauro, mude seu alvo.

 

Após ordenar a pedra, ele sentiu alguém mexendo em seus corpos. Sentiu então vontade de urinar. Unindo o útil ao agradável, urinou na pessoas que estava mexendo nos corpos, após abrir o zíper da calça. Não perdia nada com isso afinal. Ou será que perdia?

 


 

@Zaza Wallenstein

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A situação não sairia como Selene planejava, e ela acabaria por ser jogada longe por um soco de sua adversária. - COMO OUSA SEU SER INSIGNIFICANTE! - A jovem gritaria totalmente enfurecida, se fosse possível algo como fogo sair dos olhos de uma pessoa, isso definitivamente estaria acontecendo. Antes que pudesse pensar em fazer algo, sua companheira militar acabaria com a vida daquele ser de uma forma totalmente rápida e de uma simplicidade que Selene julgava indolor, imaginando que a mesma deveria sofrer no processo. Um dos tripulantes que estava escondido agradeceria a ajuda do trio, porém a pirata ainda estava muito enfurecida e mesma daria um breve olhar que conteria uma enorme aura assassina.

 

Selene se levantaria de onde foi jogada e daria uma pequena limpada na parte onde atingiu o chão. - Humph.... - Diria com um longo suspiro. - Pelo menos o mal fora eliminado... - A expressão de desapontamento preenchia sua face. A situação do trio de pequenas demônios fora resolvido, Selene não conseguira fazer nada demais durante o combate o que a deixaria um pouco triste, porém ainda imaginava que viria a ser útil num futuro próximo, afinal ela é a destinada. Deixando de lado seus sentimentos a pirata viria a dar um sorriso para suas companheiras mostrando que elas úteis juntas, mas não o manteria por muito tempo, afinal ela era um ser superior e eles não deveriam mostrar afeto a simples humanos... 

 

Juntando suas mãos Selene começaria a sussurrar pequenas preces enquanto ficaria de olho com seu haki da observação no que viria a acontecer. 

 


Spoiler

Haki

Haki da Observação - Rank A ( 250 )
Descrição: 
 Fora de batalha, usuário consegue sentir a presença de pessoas relativamente distantes (raio de um ou dois quilômetros) e captar intenções hostis dentro desse range mesmo que não esteja concentrado nisso. Em batalha, consegue prever ataques de inimigos em seu raio de visão e manter a concentração mesmo realizando ações complexas.

 

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THE REAPER'S TOUCH

 

MIGHTY MICHAEL | @Elivelton Carneiro @ShinoNaro

 

 Kasai recua diante da presença ameaçadora, no entanto, os demais que tinham vindo até Mighty Michael com ele não pareciam ter tido a mesma oportunidade. A raiz em que se encontrava começa a recuar espontaneamente, levando o jovem pirata lentamente até a árvore Yggdrasil. Kasai também escuta gritos, aparentemente deveriam ser de Helliot e de Charlotte. Não viu ou ouviu Bob.

 

 No entanto, como não parecia possível haver paz naquele momento, uma coruja - a mesma que atacara Mero turnos atrás - avança ferozmente contra Kasai. Não parecia disposta a deixá-lo escapar tão fácil. Esquivar-se seria complicado, visto que a raiz não era larga o suficiente para que se movesse com estabilidade para os lados.

 

 Enquanto isso, Woon podia ter mais ciência do que seriam os gritos. Baptiste havia chegado com sua presença no navio e quaisquer ações que o jovem marinheiro tivesse elaborado agora iam por água abaixo. De uma maneira ridícula, Baptiste atravessa o campo de batalha e retorna à posição original como se nada tivesse acontecido além dos gritos emitidos por Charlotte e Elliot. Woon sequer conseguira ver a sua movimentação mas era certo que o almirante da marinha tinha feito algo. Afinal, a sua espada não teria se embainhado de sangue sozinha, teria?

 

 Bob não estava mais naquele navio, então ali restavam Charlotte e Helliot que, naquele momento, pareciam apenas restos do que um dia já foram. Possuíam uma ferida nem um pouco proeminente em seus braços, mas agora demonstravam uma aparência idosa e doente.

 

 - Você sabe que Althea-sama não vai deixar isso barato, não é? - dizia Helliot, com uma voz rouca e fraca, porém ainda impositiva de certa forma.

 

 - Eu realmente espero que não - respondeu Baptiste, tirando um espelho de mão do bolso e admirando o próprio rosto. Enquanto piscava e mandava um beijo para si mesmo, complementa - mas acho que ela seja goste bastante da própria vida para ousar tanto.

 

 Baptiste então guarda o espelho, assumindo uma postura um pouco mais séria. Estrala o próprio pescoço e ordena:

 

 - Nina, Etta, favor ajudar com o transporte do prisioneiro, sim? - dizia, referindo-se claramente a Johan, quando percebeu a presença de Woon - quem é esse? Bem, não importa. Eu tenho que fazer uma limpeza, meus amores. Não volto.

 

 Baptiste some. Nina e Etta então se entreolham e, após, olham para os randoms presentes no navio, acenando positivamente. Prontamente os randoms, a maior parte deles ferido de alguma forma, mas funcionais, se dirigem ao interior do navio, trazendo consigo um Rei dos Piratas silencioso e acorrentado e levando-o para fora do navio.

 

 Enquanto isso, inúmeros gritos se ouviam ao longe. Talvez fosse algo relacionado à tal limpeza de Baptiste.

 

 

M1A REINHARDT DESTROYER |   @Keel Lorenz @Aglow @Dracon

 

 

 - Oh, sim, um prazer, sim - respondia Louis aos cumprimentos. Alguns gritos ecoavam ao longe, mas o jovem vice-almirante não parecia dar bola - pois bem, sir Leonard, há algo que gostaria de saber sim.

 

 Louis então aproxima-se, de uma maneira que poderia parecer até ligeiramente obscena. Seu olhar era algo um tanto intenso e mantinha-se fixo no de Leonard. Chegando então em uma distância pouco maior que alguns centímetros do rosto de Leonard, ele continua:

 

 - Você viu os meus irmãos? - perguntou, exibindo após um olhar curioso. Sem esperar nenhuma resposta, o vice-almirante parece ter uma espécie de insight perturbador - ah, sim, você não pode ficar aqui. Meu p-... digo, Baptiste-sama não vai ficar satisfeito se o vir. Vocês precisam partir, rápido!

 

 Louis agita-se e logo começa a emitir ordens.

 

 - Homens, espero que esteja tudo pronto. Esses nossos amigos tem que partir! - dizia, quando novamente se aproximou de Leonard, sussurrando-lhe novamente - fique com isso. Vá.

 

 A equipe da marinha então sai do navio às pressas, assim como Louis. Leonard e seu time seguem ouvindo gritos.

 

 

DAY-Z |   @Zaza Wallenstein @Night

 

Kumanee e K acordam. K, no entanto, tem um acordar um tanto especial. Aos primeiros sinais de consciência, ele poderia jurar estar vendo uma pedra imensa vindo em sua direção, mas logo ela desapareceu como se nunca tivesse existido.

 

 - Você foi salvo da pedra do destino, não deixe de postar mais - uma voz sem gênero sussurrava em seu ouvido.

 

 E K urina.

 

 - AH, PUTA QUE O PARIU, FILHO DUMA ÉGUA DESDENTADA E CORNA! CUIDO DESSE DESGRAÇADO MACHUCADO E RECEBO UMA CARALHA DE UM JATO DE MIJO, Ô INFERNO!! ESSA PORRA DE HOMEM É O QUE? INCONTINENTE?! AH, VÁ...

 

 Os xingamentos continuaram, e por algum tempo inclusive, mas o mestre achou por bom tom não reproduzir tudo visto que durou bastante tempo e o mestre não tinha tanta criatividade nem paciência para elaborar tantos xingamentos. Paz.

 

 A voz era de Margarida que, com todo o seu jeitão bruto, é também médica. Kumanee recobra o restante de sua consciência que faltava e percebe-se completamente imóvel. Estava toda engessada e, dessa forma, nem conseguia usar Paw treatment em si mesma.

 

 - E você vai sossegar esse piriquita. Você conseguiu quebrar ossos dos quais eu nem lembro o nome. Aparentemente você deve ser feita de papel... eu devia ter deixado você morrer. É, era uma boa ideia.

 

 - Margarida-sama, as raízes da Yggdrasil estão impedindo o avanço da frota.

 

 - Pois é isso, prezados. Aparentemente o nosso papel é apenas nos recuperar por ora.

 

 

MAMONA | @Diable @Sovereign Hajime @Bills

 

  - É, moça, tem médico aqui não. Eu quase que sou só figurante nesse navio. Isso me deixa um pouco triste, inclusive. Mum Ona nunca falava comigo, nem sabia o meu nome. Eu era apenas o moço do canhão.

 

 - Não fique assim, Robervaldo José.

 

 - Obrigado... *snif*

 

 - Eu ouvi dizer que Margarida, capitã do Day-Z, é médica. Estamos bem próximos deles, poderíamos pedir ajuda, mas teríamos que aproximar mais o navio...

 

 - Eu faço isso... *snif*

 

 - Robervaldo, você também sabe pilotar?

 

 - Eu sei fazer muitas coisas... MAS SOU SÓ O MOÇO DO CANHÃO *SNIF*.

 

 Robervaldo José então vira-se em posição fetal e inicia um choro absurdamente ruidoso e irritante. O homem que anteriormente era um random agora assumia um papel importante, embora chato.

 


 

cabando galera, vm la

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Jess Mac

URANE | BÔ ZEBU | MEI

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"QUE?!!" Kumanee pensou ao perceber que estava completamente enfaixada, incapaz até mesmo de usar suas habilidades. Estava frustrada. De fato ela não era o ser mais resistente do mundo, afinal, pelo menos em teoria, era capaz de refletir a imensa maior parte dos ataques que se dirigiam a ela. Contudo, dessa vez ela não conseguiu. E mesmo também não sendo tão papel quanto Margarida parecia crer, ela ainda conseguiu se quebrar toda. Estava frustrada demais até pra falar. Como ela iria aparecer assim? Como chamaria atenção assim? Ela estava enfuriada, uma oportunidade desse tamanho jogada fora por nada. Imperdoável! Quem, o mago negro? Que nada, ela ficou incomodada por ele tê-la ferido e feito isso com ela, mas quem ela realmente não estava perdoando era a si mesma. Tanto esforço para chegar até ali, brigar com os figurões daquela guerra, pra tudo acabar em um deslize (que nem foi completamente culpa dela). Apostas, contudo, devem ser feitas. Ela não se arrependeu da estratégia que montou, mas sim do fato de ter sido incapaz de executá-la com perfeição como deveria. Estava frustrada e não diria uma única palavra, esperando talvez alguma cura milagrosa cair sobre si para poder, ao menos, se mover e tentar fazer mais algo nessa guerra. Enquanto isso, seus olhos se enchiam de lágrimas enfurecidas demais para escorrer. 

 

@Night

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Naturalmente, Reinhardt estava preocupado com os súbitos gritos do campo de batalha, que claramente eram anormais. Contudo, o caçador tinha uma máscara social a manter ali, e isso definitivamente demandava certo foco e energia da parte dele. Rapidamente faria o capacete desaparecer de sua cabeça: estava pronto para responder, novamente, que estava à disposição do vice-almirante. Entretanto, foi surpreendido com uma súbita aproximação. Mesmo à uma distância praticamente íntima, Leonard manteria seu sorriso polido, fingindo que nada acontecia. Contudo, mesmo assim, a aura sombria e tensa seria nítida em seu semblante.

 

“Irmãos...” - aquela voz ecoou na cabeça de Leonard, trazendo imediatamente a imagem daquelas dezenas de tubos à tona.

 

Ele claramente só poderia se referir às crianças que encontrou dentro de tubos cheios d'água em Haunted Island. Meras cascas, mais uma vez teria encontrado alguém que ousava profanar o campo da alma. Se elas eram suas "irmãs", então ele provavelmente também seria fruto de experimentos anti-éticos. Contudo, mediante a súbita expressão de medo, que supôs ser uma sensação vinda do HdO, a visão de Leonard sobre o assunto mudou completamente. Ele claramente parecia estar escondendo algo de Baptiste, ao qual tinha se referido de forma estranha pouco antes de se interromper. Tendo em vista o caráter familial, aquele “p” mudo provavelmente queria se referir a “pai”. Uma hipótese que, apesar de bastante reveladora, simplesmente parecia ser assustadora demais para acreditar.

 

“Um Almirante performando livremente experimentos com almas e humanos artificiais...huh...” - pensou, tenso, conforme ainda mantinha sua expressão leve e serena.

 

Claro, os seus princípios faziam com que Leonard fosse incapaz de sentir algo diferente de um intenso desprezo por tal homem. Entretanto, realisticamente falando, não é como se aquilo fosse exatamente problema seu. Enquanto se mantivesse distante da vista  e dos objetivos do Almirante, não haveriam complicações. Leonard não era um idealista tolo e, muito menos, o pináculo da justiça no mundo dos homens. Conhecia bem os seus próprios limites. E, como não enxergava nenhuma autoridade a qual fosse legitima o suficiente de ser diretamente encarregada por punir ações indiscutivelmente anti-éticas, se quisesse que houvesse justiça, teria que fazê-la por si mesmo. Ou via Spades, claro, o que também era muito improvável, já que a atividade parecia ser totalmente desinteressante do ponto de vista econômico para a organização. 

 

O ponto era que, apesar de discordar veementemente, não via motivos para enfrentar um Almirante somente por conta de seus princípios. Simplesmente não era tão altruísta assim. No entanto, sempre tivera uma clara preferência por missões que se alinhassem com seus princípios de ética. E aquele era o exemplo perfeito de trabalho que não conflitava com seus valores. O tipo de trabalho que cumpriria com gosto. Ou, então, algo que ajudaria alguém a cumprir com gosto. Estava ansioso para lhe retornar aquele favor, ajudando-o como fosse possível. Porém, só até certo ponto, claro. Sabia que algo mais radical, como participar na eliminação de um Almirante, significava arcar com riscos grandes demais e, por isso, o faria apenas sob contrato remunerado. E, para essa possibilidade, Louis provavelmente era a parte mais interessada em ver o fim definitivo de Baptiste, aquele ser desprezível. Ou então, no mínimo, de seus planos. Não tinha como ter certeza de quais suas reais intenções por ora, mas esconder algo do Almirante certamente dava a entender que não compactuava com os métodos que tinham utilizado para lhe trazer à existência.

 

- Muitíssimo obrigado por tudo, Vossa Excelência, serei eternamente grato - depois de vários instantes com um sereno sorriso falso, Leonard finalmente se pronunciaria em uma respeitosa reverência - Agradeço a preferência por meus serviços e, caso o contratante precise novamente, saiba que estou à total disposição - prosseguiria discretamente em um tom cínico de conspiração, conforme recebia algo e também entregava uma carta de baralho contendo uma frequência secreta para contato.

 

O seu faro de caçador estava bastante certo quanto uma coisa: Louis era um tremendo cliente em potencial. Obviamente deixaria telefones para contato. Mas não só isso. Enquanto passasse a carta, rapidamente a imbuiria com uma quantidade discreta de Exotic Matter, algo que poderia ser bastante útil no futuro. Em contrapartida, com a mesma habilidade, discretamente também armazenaria o que quer que fosse que Louis tinha lhe entregado em sua dimensão de bolso. Não queria arriscar serem vistos.

 

- Recolham a âncora, homens, partiremos imediatamente - logo viraria-se para sua embarcação e tripulação em bom tom. - Temos um longo caminho adiante - finalizaria, olhando para Rou, Edgard e Aqua com um sorriso simpático, mas ainda recheado de cinismo. 

 

Ao que chegasse à ponte de comando, agitando os dedos sob os painéis, traçaria o curso do M1A Destroyer para longe do campo de batalha. Naturalmente, escutava os gritos vindos de lá e, por tabela, já podia concluir que o oficial da marinha em questão deveria estar simplesmente massacrando todos. Por isso, evitaria aquela direção à todo custo. Ao seu ver, o fato do Mighty Michael ter atracado em Marineford e de ter feito contato com o Vice-almirante em nome da Marinha tinham oficialmente cumprido o contrato. Não mais teria que se intrometer no que quer que fosse que estivesse acontecendo no epicentro da histeria. Naturalmente, desviando dos piratas para evitar conflitos, assim que estivesse mais calmo e à uma distância segura, invocaria o item que o loiro tinha dado em suas mãos. Queria ver o que era. Ademais, estaria atento ao radar do navio, monitorando para o caso de ser seguido por algo ou alguém.

 

@Aglow @Dracon

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Tratava com os marinheiros as reparações do navio e quando acabaram notou que o Vice Almirante-dono chamava os com certa urgência. Curioso, se aproximou da dupla mas não foi preciso fazer isso para notar os gritos de desespero que assolava as almas que invadiam Marineford. O Vice mencionava Baptiste, pelo seu conhecimento de mundo sabia que se tratava de outro Almirante, assim como Yuuna, fez uma correlação e concluiu que o Almirante expulsava os piratas de um modo um pouco... dolorido. Sentiu um pouco de pena dos depravados, só prendê-los seria o suficiente, mas estaria longe de retrucar. Sequer Nine poderia. Observou os contratantes se afastando enquanto ouvia as ordens do Rei de Ouros.

 

Não era seu trabalho, mas não queria ficar para ver o eventual genocídio que ocorria. Correu para a ancora e a puxou, deveriam sair o quanto antes. - És uma hora infortuna para ser um pirata! - disse a Rou e ao lobo - Que as almas dos caídos encontre paz! - e observou a base marine começar a se distanciar. Emocionado com os gritos e inspirado pela aventura daquele dia, começou a entoar em ritmo meio cantado, proclamando seus versos sobre a missão para seus amigos e colegas do convés, enquanto o Destroyer navegava.

 

 

Vinha a frota enviada do céu!

Marinheiros, caçadores, justos, ao léu!

A escolta do Rei dos piratas foi formada,

No triângulo liderados pela Deusa de Prata!

 

E então subitamente surge o Spade Aqua!

Avisando do perigo, os injustos, piratas!

Atraídos por vínculos, fama, fé!

Uma batalha grandiosa se desenhava, né, né?

 

Avançavam sem escrúpulos, sedentos, raquíticos

Impedidos por ondas de áqua megalomaníacos!

Em meio à confusão passa uma lynda estrela febril!

Projétil! Meteoro! Mamona! Barril???

 

Em volto em rosas os piratas chegaram!

As balas do Destroyer voavam errôneas, cortadas!

Desafiavam a lógica, a razão e voavam!

 

Altruístas passaram a experiência pra nós!

Voamos também, empurrados por baixo!

O Rei de Ouros gostava da ideia amável!

Pairou também, era fruta vetável!

 

A matéria negra cantou sua música!

Envolveu os inimigos em uma fuga constante!

E o cavalheiro que vos fala consertava o navio,

Para a sinfonia dos piratas fugir do perigo!

 

E assim mandamos os vilões para Hades!

Afinal ninguém pode ir contra a honra, Spades!

 

@Keel Lorenz @Aglow

 

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Havia feito a minha determinação para lutar mesmo se me matasse mas ao que parecia chegar em Marineford foi o bastante para nos garantir a vitória. Os dois homens de confiança da Yonkou Althea foram derrotados em um instante por um homem que já conhecia, havia o visto uma vez na cerimônia após a operação da captura do rei dos piratas, o Almirante Baptiste, que esqueça do momento em que o vi sacar a sua espada, nem sequer vi quando ele atacou, só tive certeza do que aconteceu quando escutei o grito dos dois piratas e vi a espada do Almirante suja de sangue. - "Sinto como se toda a minha determinação tivesse sido jogada para escanteio pelo destino, oque me deixa com muito vergonha... Mas se todos estão bem acho que tudo bem." O Almirante passou ordens para as Vice Almirantes transportarem os prisioneiros e com tudo acabado, peguei as roupas que deixei com um dos soldados da marinha, as vesti e me dirigi até as duas.

 

Nina-sama e Ettazi.. Digo, Etta-sama! - Após chamar a atenção das duas e as cumprimentar batendo continência comecei a falar sobre o assunto que queria com um sorriso constrangido. - Sinto muito por ter sido um peso para as duas durante a missão. Parece que foi como Etta-sama disse, ainda sou fraco demais... Oque pude fazer hoje foi muito limitado, seja passando ordens ou em ação, por isso gostaria de me desculpar por minha falta de força. - Ao que parecia fiquei um pouco cheio de mim mesmo após ter ganhado um pouco de força, tendo chegado até aqui e visto os verdadeiramente fortes lutarem me mostrou o quão longe eu estava do nível deles. Após isso, independente da resposta dada por elas mantive meu sorriso até que as mesmas não dessem mais atenção para oque fizesse. - "Estou longe demais..." - Em minha cabeça, ainda pensava na minha falta de força e montava uma determinação para supera-la. - Isso não é bom... Se não for forte não poderei proteger nada... - Falando essa palavras para ninguém em especial, minha expressão se tornava uma pouco escurecida, sentia que minha determinação estava aos poucos se tornando uma obsessão, mas  se esse desejo por força seria algo bom para mim ou não, somente o futuro saberia.  

 

Continuei seguindo o mesmo caminho que as duas Vice-almirantes que escoltavam o Rei do piratas e o vendo consegui esquecer um pouco meus dilemas pessoais e me foquei em outras perguntas que estavam em minha cabeça falando para quem quisesse ouvir, seja as Vice-Almirantes, o resto da escolta ou até mesmo o próprio Johan D. Ark. - Sabe, no dia em que esse homem foi capturado uma certa capitão da Marinha me perguntou oque eu achava que aconteceria no mundo. Minha resposta para ela foi que os Yonkous iriam lutar uns contra os outros tanto pelos territórios de Johan D. Ark como pela supremacia dos mares, mas isso não aconteceu... E o pior de tudo, um desses Yonkous arriscou tudo oque tinha para salva-lo. - Aquilo era algo que eu não poderia não pensar como estranho, afinal mesmo que ele fosse chamado de "Rei" não é como se Johan usasse uma coroa ou algo do tipo, não havia porque ele ser respeitado pelos outros piratas e quando me lembrava do perfil de Althea, uma pirata que matou o próprio pai para subir a posição que tem hoje, tal ato altruísta não fazia sentido algum.

 

Johan D. Ark... - Olhando para o pirata sussurrei o seu nome daquele pirata uma vez enquanto pensava sobre aquilo. - "Em primeiro lugar, por quê este homem era chamado de rei? Sura força era realmente assustadora mas vendo Althea lutar ela não me parecia muito atrás dele... Se os quatro Yonkous se juntassem, acredito que ele seria derrotado..." - Conforme pensava, continuei olhando para o rosto do pirata fixamente enquanto caminhávamos. - "Algo fora a sua força... Talvez ele tivesse em posse de alguma arma ou algo parecido que deixou os outros Yonkous em cheque... Nesse caso as coisas que aconteceram hoje fariam sentido. Althea talvez não quisesse Ark livre, talvez só queria saber dele como encontrar esse "algo" que a deixaria na mesma posição de Ark... ou seja, seu objetivo era..." Tornar-se a próxima rainha dos piratas... - Não havia prestado atenção quando um de meus pensamentos acabara de sair de minha boca, mas não acreditava que alguém o entenderia, por outro lado continuei olhando para o rei dos piratas por um tempo tentando entende-lo até achar que já bastava. - Nina-sama, Etta-sama, por agora me juntarei a outros médicos para tratar os feridos, com licença. - Bati continência outra vez e me dirigi para o lugar aonde os feridos se encontravam para fazer bom uso de minha profissão.  

 


@Pusheen

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One piece RPG 

 

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A tentativa de fuga usando a raiz havia dado certo. A raiz ia recuando até a árvore Yggdrasil, enquanto Kasai podia ouvir os gritos dos seus aliados, que não tiveram a mesma sorte que ele.

 

- Pobres companheiros, parece que deram de cara com aquela tal presença. Mas não se preocupem no além, a pessoa que importava conseguiu se safar, sintam esse alívio e vão em paz! - Kasai sentia alguma tristeza pelos companheiros perdidos, mas no fim das contas quem mais importava para ele, era o próprio.

 

Porém a felicidade de Kasai durou pouco, o mestre destino não o deixaria fugir tão facilmente. A coruja que havia matado seu/sua companheiro (a), agora buscava Kasai.

 

- Me esquivar não parece ser uma boa, então teremos que resolver isso trocando golpes! Te vingarei, Mero! - Kasai usaria seu haki da observação para prever as trajetórias dos ataques da coruja, e responderia com socos rápidos cobertos com o haki do armamento. Os socos seriam usados tanto para bloquear os ataques com um contra-ataque, como para tentar conseguir uma abertura para acertá-la.

 

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Spoiler

 

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Após sua busca mal sucedida por um médico, o homem do canhão subitamente seria controlado por uma intensa melancolia. Apesar de sua reputação e reconhecimento mínimos, por algum motivo os deuses que conduziriam aquela história escolheriam que sua explosão de tristeza ocorresse logo no momento mais inoportuno possível. Astaroth aparentemente deveria ativar sua oratória, fortalecida ao extremo no decorrer de sua jornada para resgatar o rei dos piratas e se tornar mais famosa. Ela já não seria mais uma simples professora tarada aleatória, e sim uma professora tarada aleatória com potencial de realizar um coaching para Robervaldo José. A mulher de cabelos negros com mechas avermelhadas envolveria sua mão esquerda em seu pescoço, tirando o pigarro de sua garganta num sutil movimento dentro de sua boca, resolvendo aplicar seus ensinamentos do curso mequetrefe de coaching pedagógico da Universidade de São Lúcifer.

 

"Hora de aplicar os conhecimentos que aprendi em um dos meus cursos SUPER RENOMADOS. Basta eu movimentar minha mão, demonstrar confiança, andar em círculos na direção da pessoa a ser motivada, e por fim utilizar expressões difíceis cujo significado não faço ideia. Apesar de que devo conhecer todos os termos da língua, haja vista meus cursos SUPER RENOMADOS da Universidade de São Lúcifer. Para ser uma rainha sádica versátil, devo possuir um vocabulário que atenda todos os públicos, logo serei capaz de discursar."

 

- Então, senhor Robervaldo José. Acredito que você deva alterar seu MINDSET.  

 

Aumentaria a entonação de sua palavra final propositalmente, uma técnica ensinada pelos coaches quânticos da infame Universidade de São Lúcifer. Realizando uma breve pausa entre suas falas, envolveria seus dedos de forma intelectual sobre seus óculos, fazendo-os brilharem de forma praticamente mágica. Após pausar para o devido impacto daquela expressão atípica cujo significado nem Astaroth, muito menos o moço do canhão saberiam, retomaria sua frase, andando em círculos na direção do mesmo enquanto abriria seus braços e gesticularia como uma verdadeira coach.

 

- Pense comigo, senhor Robervaldo. Como já dizia um autor, "Ser um vencedor não significa nunca sofrer uma queda, e sim saber se levantar. Existem três tipos de pessoas no mundo. O primeiro tipo são aquelas que fazem as coisas acontecerem, o segundo são as que assistem as coisas acontecerem e, por fim, há aquelas que perguntam o que aconteceu." Qual delas você quer ser? Você está subestimando sua capacidade como homem que carrega a arma mais forte da artilharia da Althea. Eu vi sua capacidade de utilizar esse canhão para exterminar hordas inimigas. Se você não estivesse aí, o que aconteceria com os inimigos que você eliminou? Nós quase morremos para uma quantia ínfima de inimigas, imagina se houvessem ainda mais deles? Se essa frota fosse invadida e destruída, perderíamos a maior parte do poderio bélico ao nosso favor. No fundo, apesar do reconhecimento nulo por sua pessoa, você foi o grande responsável pela nossa sobrevivência até então. Grandes reis, imperadores, generais, não são nada sem as hordas que eles lideram. Mesmo que você não seja reconhecido, seja pisado, seja humilhado, ainda é parte vital do sucesso dos líderes que não sabem da sua existência. Um líder sem exército é apenas um tolo sonhador, mas ao adquirir seguidores que tornem seus objetivos possíveis, fazem história. Apesar do holofote não estar em você, você é parte de tudo isso que está acontecendo, e se todas as pessoas, por menor que sejam seus ofícios, resolvessem desertar, nada disso seria possível. Não subestime sua importância. O QUE SERIA DE UM FILME ERÓTICO COM TENTÁCULOS APENAS COM UMA GAROTA, SEM FILMADOR, ATOR, DIRETOR E POLVO? ABSOLUTAMENTE NADA!

 

Cortando seu discurso formulado com base em seus conhecimentos de uma universidade com cursos totalmente duvidosos, acabaria por não aguentar falar de forma séria, cedo ou tarde voltando a falar sobre pornografia. Por mais séria que fosse a situação, por maiores que fossem seus ferimentos, nada a impediria de espalhar a palavra profana da bíblia do sadismo, também conhecida como "Ninfetas do Caribe e o Polvo Lascivo", da famigerada Fujimoto-sensei. Após perder o foco central de seu discurso, que seria simplesmente motivar o homem para ela ser curada por uma médica, retomaria o motivo de todo seu discurso coach motivacional, buscando alegrar Robervaldo José. Todavia, apesar da seriedade de seus ferimentos, se recordaria acerca de um conto erótico chamado "Jogos Famintos: Em Transas", estreando uma enfermeira sádica, dos mesmos criadores da Fujimoto-sensei. Ao lembrar-se de tal obra, logo coraria, retomando o foco ao respirar por alguns segundos.

 

- Então, senhor Robervaldo José. Poderia me levar até a médica que citou? Nossos ferimentos precisam de tratamento, haja vista que a situação aparentemente acalmou. - Falaria de forma séria, todavia, ao apontar para a árvore que brotaria subitamente no mar, se lembraria de uma cena de ereção, corando. - Preciso disso... - Balançaria seus braços, buscando corrigir sua fala. Todavia, ignoraria àquela desfeita, retomando seu raciocínio. - Já que essa árvore grande, grossa... surgiu, acredito que seja a hora ideal para pararmos e descansarmos. Todo o tempo ganho é de suma importância, afinal, não se sabe quando o conflito voltará.

 

Após terminar suas falas com Robervaldo, gostaria de testar uma teoria. A "líder mequetrefe" utilizou uma substância estranha para regenerar seu corpo no meio da batalha. Naturalmente Astaroth não era uma garota tola (apesar de extremamente louca), não utilizando repentinamente a substância com medo de sofrer algum efeito colateral. Aprendeu sobre tais efeitos em seu curso mequetrefe de Biologia na Universidade de São Lúcifer, curso lecionado por um professor de Geografia com claras tendências anarco-fascistas. A mulher resolveria cortar o corpo da líder em alguns pedaços para analisar quaisquer efeitos colaterais que viessem a ocorrer no corpo dela antes de sua morte. Caso acreditasse que aquela substância fosse segura, as apanharia, todavia, não colocaria a substância dentro de seu corpo, utilizando-a como única opção, caso a única alternativa ao seu uso fosse a morte, utilizando-a como a última opção possível.

 

- Espero não ter que utilizar isso. Colocar coisas dentro de seu corpo só ocasiona numa felicidade momentânea, dor de cabeça e filhos.


@Bills @Sovereign Hajime

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 "Everything that lives is designed to end. They are perpetually trapped in a never-ending spiral of life and death. However, life is all about the struggle within this cycle. That is what 'we' believe."

 

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