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[Aventura Marítima] Rabbit Hole


Zaza Wallenstein
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Depois de alguns momentos de solidão refletindo sobre o ocorrido com a sereia, Freya dá por si que, pelo que aparenta a luz que atravessa sua janela, já se aproxima o meio do dia. E, como se a luz não fosse suficiente para avisá-la, sua barriga ronca, deixando claro que era hora de ela sair daquele aposento e comer alguma coisa. 

 

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Por mais que ainda estivesse bastante intrigada com o ocorrido em Vahlor Island, Freya optou por, pelo menos por enquanto, não pensar no assunto. Afinal, não era como se ela pudesse fazer algo sobre isso. Ela havia falhado em sua missão e isso era tudo que seus superiores queriam ouvir, infelizmente. Um comportamento típico de autoridades, deploráveis e insensatas, como de costume.   Enfim, já num estado mental um pouco mais "agradável" que o anterior, a sirena logo tratou de se levant

Ali no convés, todos os tripulantes observavam a conversa da mulher e, bem - até onde se sabe - da garota com máxima atenção. A tensão no ar era clara, contudo Freya não parecia ceder. E Bunny gostava disso. Afinal, se a mulher tivesse escolhido simplesmente descer das tamanca, seria fácil demais ganhar aquele bate-boca. A ruiva, então, em suas palavras tinha dado a entender que achava tudo aquilo uma baboseira, ou seja queria voltar para o seu quarto, mas que não fugiria do desafio, em outras p

O coelho gigante bípede vinha e voltava de suas crises de mal estar, dava para ver em sua expressão. E, conforme Freya o provocava, ele começava a perceber que a mulher tentava dizer alguma coisa. Com uma cara nada bonita, focava na boca da mulher mexendo, mas ainda parecia totalmente alheio quanto ao significado das palavras. Se antes estava alterado, agora… De qualquer forma, não seria por isso que deixaria de atacar a mulher que era sua presa. Dando um último chacoalhão, tentando por os miolo

Por mais que ainda estivesse bastante intrigada com o ocorrido em Vahlor Island, Freya optou por, pelo menos por enquanto, não pensar no assunto. Afinal, não era como se ela pudesse fazer algo sobre isso. Ela havia falhado em sua missão e isso era tudo que seus superiores queriam ouvir, infelizmente. Um comportamento típico de autoridades, deploráveis e insensatas, como de costume.

 

Enfim, já num estado mental um pouco mais "agradável" que o anterior, a sirena logo tratou de se levantar da cama, estimulada por um instinto que compartilhava com a maioria dos seres vivos : a fome.  Inicialmente, optaria por explorar a embarcação em que estava, em busca de alimentos já prontos, já que não era a melhor cozinheira do universo. Contudo, caso não encontrasse nada, trataria de usar de a Sentença, usando sua Kusarigama, para tentar pescar algum animal selvagem nos mares que a rodeavam.

 

Nesse meio tempo, no entanto, Akaku também buscaria encontrar qualquer pessoa que pudesse lhe ajudar com esse problema, preferencialmente alguém com vestes de um cozinheiro, o que provavelmente lhe pouparia do trabalho de ter que pescar seu próprio alimento.

 


@Zaza Wallenstein

Spoiler

Nome da Técnica: Sentença
Tipo de técnica: Combate
Descrição: Freya lança a lâmina de sua kusarigama em alguma parte do corpo do inimigo, buscando prender a parte letal da arma no corpo do adversário. Logo em seguida ela pode puxar o inimigo na sua direção, ou ir até ele utilizando do impulso da corrente da kusarigama para realizar outro ataque.

 

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Levantando-se, Freya pôde reparar melhor no quarto em que estava. Era um aposento bem simples com uma cama de solteiro e uma mesa onde estavam todos os pertences dela. Ela logo os pegou e saiu dali à procura de alimento. 

 

Olhando em volta ela logo olhou na direção em que ficava a cozinha e se dirigiu para lá esperançosa. E essa esperança foi recompensada mesmo antes de ela chegar: o cheiro de carne enchia todo o corredor em que ela estava. Ao final do corredor a porta abria com um chute de Bunny:

 

 -- Então a princesa decidiu acordar? - ela perguntou com um ar confiante demais para quem estava com molho de carne no canto da boca. 

 


@Nie

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- A palavra "princesa" está proibida nas nossas conversas, começando por hoje. - Com um tom imperativo e relativamente irritado, Freya respondeu Bunny. Instantes atrás, ela havia decidido varrer tudo que se relacionada à aquela palavra, e ter sido lembrada do assunto justamente por alguém que havia lhe dado uma bronca em função daquele tema não era nada agradável. - Sabia que é falta de educação comer antes dos outros ? Não que alguém com uma boca suja como a sua saiba o que é isso, é claro. - Sendo a pessoa rancorosa que era, Akaku aproveitou para descontar o sermão que havia recebido em Vahlor Island com uma piada. 

 

Sem negar a possibilidade de ter que comer uma possível gogoroba criada pelas demoníacas mãos da garota, a ruiva tentou encontrar a origem do cheiro de carne. Caso encontrasse a comida, ela aproveitaria para provar um pouco do alimento, usando da lâmina de sua kusarigama como talher. Durante esse ato, a revolucionária procuraria por qualquer defeito mensurável no alimento para que dessa forma, ela tivesse algo para reclamar com Bunny.

 


 

@Zaza Wallenstein

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Com uma expressão assustada, a revolucionária logo chegou sua boca com a mão para ver se estava de fato suja, até que encontrou o ponto certo. 

 

 -- Nossa, que irritadinha. - Bunny falou passando por Freya enquanto limpava sua boca com a manga - Vou deixar passar porque me avisou da sujeira e porque deve estar com mau-humor de fome. Quando acabar me encontre no convés. 

 

Entrando, então, pelas portas, Akaku viu um refeitório. Ele não era muito grande, deveria caber umas quarenta pessoas mas não tinha nem dez naquele momento. Todos se espalhavam por mesas relativamente grandes de 10 lugares, não deixando nenhuma mesa vazia. Mais à frente ela via a cozinha e, à frente dela, o balcão de servir onde agora 2 mulheres passavam com seus pratos recebendo a carne. 

 

Indo até lá, a revolucionária novata recebeu logo um prato numa bandeja com seus talheres. Se olhasse para as opções veria uma bandeja com alguma carne, outra com algum frango e o resto eram acompanhamentos. Restava decidir o que comer e onde. 

 

@Nie

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- Tá, tá. - Sem muita paciência ela respondeu sua superior, sem dar muito bola para as palavras de Bunny. - E antes que eu me esqueça, você deveria se envolver com homens mais bonitinhos. Bigodes não estão exatamente na moda, sabe ? Eu sei que você consegue, mesmo com a sua evidente falta de busto. - Comentou enquanto saia de fininho, referindo-se ao dono do bar que havia encontrado em Vahlor Island anteriormente.

 

Ao adentrar no refeitório, infelizmente, Freya logo acabou percebendo que não havia sido a garota de cabelos loiros que havia preparado aquela comida, e portanto não poderia importuna-la utilizando desse assunto. Assim, sem muitas opções, a sirena optou por discretamente pregar um quantia razoável de comida no balcão, prato esse que contava com um pouco de cada alimento disponível ali, para em seguida se sentar no local mais isolado possível, tentando dessa forma evitar contatos visuais desnecessários, por mais que nenhuma das mesas estivesse completamente vazia.

 

"Espero que nenhum idiota venha me importunar" - Concluiu, dando uma garfada na refeição enquanto construía uma pirâmide com as cartas de seu baralho com a outra mão livre.

 

 


 

 

@Zaza Wallenstein

 

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Aproximando-se do balcão para pôr sua comida no prato, Freya percebeu que, com seus pratos cheios, as duas mulheres já se afastavam. Contudo, a revolucionária pôde ainda ouvir:

 

 -- Você soube que vão testar a novata?

 

 -- Soube sim, e parece que ela é fortinha então deve ser um teste bem divertido.

 

Elas se afastaram antes que a ruiva pudesse dizer qualquer coisa. 

 

Com seu prato cheio com um pouco de tudo, Akaku consegue encontrar o ponto mais afastado em um dos cantos da sala. Haviam mais duas pessoas em sua mesa mas estavam no canto oposto. Dois homens, um deles com uma tatuagem de marinheiro no braço e o outro com uma espada com detalhes de flores na cintura. O com tatuagem tentava convencer o outro de que ele tinha sorte e que Althea era muito mais bela do que Yuuna. O outro discordava e tentava convencer seu colega do contrário. 

 

Enquanto comia, Freya tentava ignorar a conversa na mesa montando sua pirâmide de cartas. Ela logo conseguiu focar sua atenção ali, comendo quase que no automático, mas isso permitiu que algo desagradável acontecesse: alguém se aproximasse dela. O loiro chegou quase que de fininho e, colocando seu instrumento no assento ao lado, pôs um baralho em cima da mesa. 

 

 -- Você gosta de cartas, quer ver um truque? - ele perguntou com um olhar sedutor enquanto Freya mastigava o último pedaço de frango. 

 

@Nie

 

 

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"Testar a novata ? Deve ser coisa da Bunny. Eles devem querer testar a minha força depois de eu ter falhado na minha missão. É, não dá pra reclamar depois do meu vacilo." - Concluiu, pensando consigo mesmo que a sua figura era o alvo dos comentários daquelas duas moças. 

 

O ambiente do refeitório era bastante comum : homens comentando sobre a beleza de mulheres, pessoas comendo caladas e fofocas espalhadas pelos cantos. Aquele lugar e aquelas pessoas faziam com que Freya se lembrasse de seu antigo bando, o que acabou nutrindo ainda mais sua raiva ( sentimento esse que havia sido aliviado pela comida que estava degustando ). Assim, ficando ainda mais irritada do que estava antes, Akaku acabou tendo sua "paz" perturbada por um animador idiota de quinta categoria que havia sido estúpido o suficiente para não perceber que ela não queria papo, mesmo estando isolada do resto das pessoas. 

 

- Não, se possível. Até onde eu sei, refeitórios foram criados para as pessoas poderem degustar suas comidas em paz, e não para animadores mostrarem seus dotes. - Virando o rosto de propósito para o lado contrário em que o bardo estava, a revolucionária evitava qualquer tipo de contato visual com o homem, deixando claro sua insatisfação com aquela situação.

 

Levantando-se em seguida da mesa, levando seu prato para onde ela havia tirado o mesmo, Freya procurava visualmente pelas duas mulheres para então questioná-las sobre o assunto do qual estavam falando anteriormente. Caso fosse novamente incomodada pelo tarado do violino, Akaku intencionalmente deixaria o prato cair com os restos de comida sobre suas roupas, tentando dessa forma aliviar um pouco da sua raiva, coisa que pretendia fazer no teste que havia escutado instantes atrás.

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 -- Oh... - reagiu o loiro surpreso com a reação de Freya - Então tá. 

 

Surpreendentemente talvez até para a ruiva, o loiro se levantou da mesa antes dela e foi em direção à saída com uma expressão bastante apática no rosto. 

 

Erguendo-se então e devolvendo o prato à pessoa que lhe deu, Akaku olhou em volta à procura da dupla de revolucionárias que falavam sobre o tal teste. Encontrou-as sem muita dificuldade em uma mesa próxima, sentadas na ponta. Estavam conversando mas a sereia não era capaz de discernir sobre o que à distância em que estava.

 

@Nie

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Graças ao grande deus sireno, aquele bardo nojento não havia se dado ao trabalho de continuar aquela conversa que certamente seria pouco produtiva. Talvez Freya estivesse disposta à dar alguma chance para o coitado num outro dia, mas infelizmente para o loiro, este dia não era hoje.

 

Enfim, após avistar as duas pessoas que estava procurando, a revolucionária acabou se aproximando das mesmas quase que instintivamente, sendo guiada principalmente por sua curiosidade. Assim que estivesse numa distância razoável, para não parecer intrometida, esperaria uma brecha para entrar na conversa, sem se dar ao trabalho também de se sentar na mesa.

 

- Bem, desculpem a minha falta de educação, mas acabei escutando uma conversa de vocês duas sobre um "teste com a novata" ou algo do gênero. Poderiam sanar a minha curiosidade ? - Questionava as duas da maneira mais educada que seu humor lhe permitia.

 

@Zaza Wallenstein

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Chegando mais perto das duas, Freya pôde discerni-las melhor. Uma delas tinha a pele mais escura e cabelos encaracolados longos e negros. A outra era mais clara e tinha os olhos puxados, seu cabelo também era negro mas era liso e preso num longo rabo de cavalo. Aproveitando uma breve brecha na conversa das duas, Akaku conseguiu fazer sua pergunta. Na mesma hora a "asiática" se virou com os olhos "arregalados" e um sorriso no rosto.

 

 -- Sim! Me disseram que vão jogar ela na toca do coelho. Não sei de ninguém que tenha saído de lá vivo! Mas parece que ela é fortinha, dizem que ela tem chance! O que você acha?

 

 -- Ei! - a mais morena chamou a atenção.

 

 -- Que foi?

 

 -- A novata é ela. - ela falou baixo e com os dentes cerrados, como se pra ser discreta, mas não foi nada eficaz. 

 

 -- Queee?! Por que você não me disse? - a mulher perguntou séria para Freya - Não podia te falar isso! Você vai me meter em problemas, tchau!

 

Logo as duas levantaram e seguiram na direção da porta, deixando duas bandejas e pratos com um pouco de comida ainda na mesa. 

 

@Nie

Foi mal a demora. To meio sem ânimo pra jogar então n devo postar por agora, mas vou tentar mestrar com mais frequência.

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"Toca do coelho ? Sério ? Primeiro me colocam para matar uma sirena morando numa caverna, depois me dizem que vão jogar numa famigerada "toca do coelho". Os revolucionários devem ter algum preconceito com sirenas ou alguma tara com animais, só pode." 

 

Inicialmente, acabou ficando um pouco irritada com as informações que havia recebido sobre a tal toca, todavia, depois de presumir que os Liberatores provavelmente planejavam testar suas capacidades em função da sua falha logo na sua primeira missão acabou se acalmando. Pelo visto, Freya realmente era muito boa com teorias, já que havia acertado mais ou menos o que aconteceria em seus pensamentos.

 

Após levar as bandejas e pratos das duas medrosas de antes até a origem de tais objetos, Akaku saiu do refeitório enquanto acendia o seu amado cigarro utilizando de seu isqueiro, ao mesmo tempo que procurava por Bunny pelo navio. Assim que encontra-se a garota, agiria da seguinte forma :

 

- Aposto que a senhorita sabe muito bem do que se trata essa tal "toca do coelho" e não decidiu me contar por capricho. Será que a vossa excelência poderia, com toda a sua benevolência, me dar mais algum detalhe sobre esse tal evento maravilhoso onde vão testar a novata ? - Ao fim dessas palavras, a sirena jogaria a fumaça produzida por sua droga para cima. - Eu nem duvido que isso tudo seja uma ideia sua, pra variar.

 

 


 

 

Tudo bem, normal. O que a falta de um título de shichibukai não faz com alguém né :shiro:

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  • 2 weeks later...

A princípio, Freya parecia bastante irritada com o fato de que os revolucionários estavam implicando justamente com ela. Contudo, logo percebeu que suas teorias estavam se concretizando e que tudo indicava que estavam apenas fazendo aquilo para testar se ainda era um recurso que valia a pena ser mantido pelos Liberatores. Então, depois de uma boa ação para com o faxineiro do local, Freya se dirigiu para o resto do navio, enquanto aspirava toda aquela fumaça, provavelmente para se acalmar. 

 

Andou por alguns minutos pela a embarcação - a procura de Bunny - até que decidiu subir ao convés. Para sua surpresa - ou não - no deck estavam reunidos em um falatório bem alto quase que todos os revolucionários do navio. Conforme Freya emergia da escada, mais e mais deles cessavam suas conversas e começavam a encará-la. Quando se deu por conta, o convés todo estava em silêncio sepulcral, olhando-a como algo estivesse para acontecer.

 

- Ora ora ora… - disse Bunny, sorrindo maliciosamente enquanto erguia-se da borda do navio, que fazia de encosto até então - Veja só quem finalmente decidiu aparecer - prosseguiu já ereta, cruzando os braços e fazendo cara de deboche. - Já conseguiu encher o buchim, meu anjo? Já tem tudo o que precisa? - indagou cinicamente, em um tom como se conversasse com uma criança.

 

@Nie

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Pelo visto a ruiva havia acertado em cheio : realmente aquilo tudo havia sido ideia de Bunny. Claro, para o jogador que comandava o personagem isso já era meio óbvio por razões de né, no mundo real a língua inglesa existe. Enfim, sem abusar de um God Mode em função de traumas passados, Freya prosseguiu calada pelo seu caminho, jogando de relance um pouco da fumaça que mantinha em sua boca contra  os rostos daqueles que olhavam demais a revolucionária. Por fim, finalmente a sirena encontrou a garota que estava procurando.

 

- Mas é claro, como eu poderia reclamar de um tratamento tão exemplar como esse ? Quase sinto que eu estou na residência de um Tenryubito. - Respondeu na mesma medida, sem perder a calma ao mesmo tempo que se recusava a cair no joguinho da garota. Não era a superioridade hierárquica de Bunny que faria com que Akaku abrisse mão de sua compostura, ou de sua ironia. - Pra falar a verdade, eu só estou afim de voltar para o meu quarto, mas parece que isso não será possível. Fazer o quê né. - Ao término de sua fala, a revolucionária terminou de consumir sua droga e jogou os restos da mesma no mar que lhe rodeava. Aguardava uma resposta mais precisa de sua companheira de carreira, já que ela era a única interessada naquela baboseira toda, embora Freya compreendesse as suas prováveis razões de estar fazendo todo aquele show.

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Ali no convés, todos os tripulantes observavam a conversa da mulher e, bem - até onde se sabe - da garota com máxima atenção. A tensão no ar era clara, contudo Freya não parecia ceder. E Bunny gostava disso. Afinal, se a mulher tivesse escolhido simplesmente descer das tamanca, seria fácil demais ganhar aquele bate-boca. A ruiva, então, em suas palavras tinha dado a entender que achava tudo aquilo uma baboseira, ou seja queria voltar para o seu quarto, mas que não fugiria do desafio, em outras palavras “aquilo não seria possível,fazer o que?”. A garotinha coelhuda captou e gostou ainda mais.

 

- Mas não seja por isso, vossa alteza - retrucaria Bunny, esboçando um sorriso cheio de dentes. - Sua vontade aqui é uma ordem - logo prosseguiria, reverenciando a mulher com um braço à frente do corpo, contudo com um sorriso muito mais maligno do que antes.

 

Uma pequena picada seria sentida por Akaku em sua nuca, que logo veria as coisas diante de si apagarem lentamente. Havia perdido o controle de suas ações e, bem, estava anestesiada demais para sentir, mas com súbita aproximação do convés em seu campo de visão poderia dizer que havia caído. Logo encontrou-se em uma escuridão mental completa, inclusive desprovida de noção temporal.

 

Down The Rabbit Hole.

 

Não sabia dizer quanto tempo havia se passado, nem onde estava, mas logo uma brisa nas partes baixas lhe incomodaram o suficiente para que despertasse do sono confortável. Ao que abrisse os olhos a primeira coisa que veria seria um lindo vestido azul, que aos poucos perceberia estar ela mesma vestindo. Sua saia e cauda pareciam bufantes demais, algo que subitamente se conectaria à brisa sentida nas partes baixas. Algo soprava abaixo de si? Não, definitivamente não. Logo veria que, na realidade, era ela quem estava em queda livre e o fofo vestidinho, seu salvador, servia como um tipo de paraquedas.

 

O buraco subitamente desafunilou e uma série de objetos malucos começaram a surgir, como se acelerassem contra a queda dela. Móveis, decorações, quadros, abajures, lousas, mesas, pianos, sofás, travesseiros. Ela podia ver tudo passando diante de si em um instante. Então, mesas de sinuca, espelhos, criados mudos, bolas de bilhar, cadeiras, estantes de livros, cristaleiras, relógios de pêndulo, dados, mas também chapéus, mantas, armários, jogos de pratos, talheres de pratas, roupas diversas, femininas, masculinas. Por fim, logo depois de algumas cartas de baralho dançarem ao seu redor, logo se veria graciosamente tocando o chão.

 

Era de noite em um belíssimo jardim. Tanto o assoalho quando o teto eram cobertos por um belo tapete de grama. E fora o seu formato estranho, como se fosse um comprido corredor retangular, a flora luminescente do local pareciam normais. No limite do possível. Assim que se desse conta do ambiente, ao seu redor uma fumaça translúcida rodopiaria, soando um ronronar agradável. Parando com o rastro diante de si, em pleno ar, dois olhos verdes com pupilas em fenda se abririam. Em seguida, um sorriso de dentes serrilhados.

 

- Veja só, quem temos aqui - diriam a boca e olhos flutuantes, que fitavam Freya de cima abaixo - Uma próxima desafiante? - indagaria, acentuando o seu sorriso em serra minguante.

 

Sons e tremores no chão imediatamente após a fala do ser poderiam ser ouvidos e sentidos. Pequenas quantidades de terra salpicariam do teto.
 

 

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Infelizmente para Akaku, Bunny era uma garota muito, muito esperta. A mesma havia se dado ao trabalho de cercar a ruiva com seus lacaios, além de também ter criado a situação mais propícia para a realização de seu objetivo até então desconhecido : drogar a sirena. Freya não esperava aquilo, embora também não duvidasse que uma atitude dessas poderia vir justamente daquela loli ( afinal, lolis são traiçoeiras ). Vendo que seus esforços para permanecer consciente eram inúteis, a sirena acabou cedendo aos efeitos da substância injetada em sua nuca, sem estar tão preocupada assim com o que poderia lhe sobrevir. Afinal, por mais que as duas ainda tivessem suas desavenças, elas ainda eram companheiras de causa.

 

...

 

Instintivamente levando sua mão esquerda até suas partes baixas para evitar o contato do vento contra aquela região, Freya despertou de seu sono, que até então, não sabia exatamente quantas horas ou minutos havia durado. Observando com mais atenção os seus arredores, ainda um pouco confusa com relação ao que realmente estava acontecendo, finalmente a sirena tomou plena consciência de que estava queda livre, embora não soubesse exatamente o que iria encontrar no momento de seu impacto contra o chão. No mesmo instante, ela também percebeu que a desgraçada havia trocado suas roupas sem sua permissão. Apesar de gostar das mesmas, que realizavam um bom contraste com seus cabelos carmesins, obviamente a sirena se sentiu incomodada com tamanhã falta de educação, por mais que em sua cabeça, tudo aquilo fosse fruto dos efeitos da droga injetada em seu corpo.

 

Após tomar o devido cuidado para não ser acertada pelos mais variados objetos que caíam do céu, finalmente a revolucionária alcançou o chão sem maiores problemas. O ambiente, claro, combinando com as roupas de Akaku, eram bastante estilosos, embora a mulher não tivesse exatamente um interesse maior em admirar com mais atenção os efeitos daquela ilusão. Todo aquele cenário estava muito bem articulado para um espetáculo, que embora não desejasse, Akaku estava curiosa para saber do que se tratava.

 

- Não acho que desafiante seja o melhor termo para me caracterizar. Afinal, é você quem comanda essa realidade. Se é que eu posso realmente chamar isso de "realidade". - Respondeu, observando o par de olhos nem um pouco chamativos no seu raio de visão. - Mas bem, não vou voltar atrás com a minha palavra. Vamos ver se eu consigo te vencer em seu próprio jogo.

 

Percebendo então seria atingida novamente por alguns eventos aparentemente não muito agradáveis, tanto de cima quanto de baixo, Freya imediatamente levou sua mão até sua bochecha para beliscar a mesma, enquanto permanecia com os olhos fechados, tentando dessa forma fugir daquela óbvia ilusão. Caso falhasse nessa tentativa, a mesma procuraria por alguma coisa que lhe chamasse a atenção naquele jardim, como uma porta ou casa, para então se proteger utilizando da mesma. No último dos casos, a sirena tentaria quebrar o chão com chutes descendente imbuídos com HdA, para logo em seguida tentar alcançar um lugar seguro utilizando de seu vestido para se manobrar em pleno ar.

 

@Keel Lorenz

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Geralmente, resistir a drogas poderia ser um trabalho bastante difícil. Ainda mais quando se trata de uma substância sintetizada na infame Grande Linha. Freya, então, apenas manteve-se aceitando seu destino - para acelerar plot - até que já não tinha mais consciência nem para isso. Sabe-se lá quanto tempo depois, Freya tinha acordado como quem tinha passado por uma noite daquelas: a última coisa que lembrava era o chão do convés. E só. Logo que recobrou suas faculdades, desprezou a possibilidade de terem trocado suas roupas enquanto desacordada. Porém, em seguida, questionou a veracidade do que testemunhava.

 

Curiosa mas enfadada com todo aquele espetáculo, depois de pousar graciosamente, Freya decidiu interagir com o misterioso ser diante de si. Então, com os dizeres da mulher, em um “poof”, um felino se materializando, finalmente completando e dando sentido àqueles olhos e boca flutuantes. 

 

- Ao questionar a natureza de sua realidade, minha cara - planaria ao redor da mulher, de barriga para cima e com os braços atrás da nuca, como se relaxasse em uma piscina - Verá que o real é algo bastante... - rodopiaria novamente, parando diante do rosto dela - Difícil de definirrrr - completaria, de forma bastante enfática, ronronando o ‘R’ cara-a-cara com Akaku.

 

O assunto, porém, logo foi cortado por um tremor. Freya imediatamente avançou, procurando abrigo. E o gato, por sua vez, ficou para trás, lentamente ficando cada vez mais translúcido, até desaparecer. Passados alguns instantes, a sirena encontrou algo que parecia ser uma casa para gente… de baixa estatura. Algo que não era um problema, porém. Afinal, ao que abaixasse, facilmente poderia entrar na construção. Dentro, podendo ver o lado de fora apenas através do portal, sentiria mais e mais tremores. Entrando em um ritmo, cada vez ficava mais claro que se tratavam de passos. De algo bastante pesado, diga-se de passagem. Permanecendo no local, já que nitidamente a quantidade de terra esfarelando do teto aumentava, Freya sentiria o epicentro dos tremores tão perto que, em algum momento, veria aparecer uma grande massa branca e peluda através da portinha. 

 

Não podia ver a figura completa daquilo, porém, dava para ver que era grande, branco, peludo e fofinho. Apesar do ar bastante abraçável, logo um enorme rosnado furioso poderia ser ouvido. Por sorte, antes que pudesse fazer algo como se levantar,  Freya sentiria uma brisa sobre suas costas, junta de um barulho de muita madeira quebrando. Se dando conta do que tinha acontecido, veria que a metade de cima da casa tinha sido arrancada num poderoso golpe lateral. Então, já sem o teto, quando olhasse para cima, finalmente poderia constatar um enorme coelho besta. Comicamente - ou não -, por cima de uma camisa branca ele vestia um terno, gravata borboleta e colete. Ainda, presa ao tecido deste, uma bela corrente dourada prendia um elegante relógio de bolso. Mesmo parecendo um gentleman sem calças, enraivecido, o coelho prontamente estenderia os braços e urraria ensurdecedoramente com a boca ao alto.

 

@Nie

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Freya não era maior fã de gatos e tudo mais, tanto que acabou ficando um tanto quanto desconfortável com a aparição repentina daquela figura naquele lugar que a mesma pensava ser uma ilusão. Tanto o formato daquele, quanto a sua voz lhe irritavam profundamente. Afinal, gatos tem relações bastante antagônicas com peixes, embora Akaku fosse justamente as duas coisas ( :shiro: ).

 

- Isso é verdade. A única coisa incontestável nesse momento é o fato de que a sua voz é bastante irritante. Ainda não consigo definir se você é uma versão mais gorda da Bunny ou alguma outra coisa, mas ironicamente, os dois conseguem me causar a mesma sensação de repugnância. - Terminou sua fala, evidenciando o seu desconforto ao interagir ser com um predador natural de animais aquáticos.

 

Tendo seu pressuposto quebrado pelo choque de realidade, se é que o jogador pode usar esse termo nessa situação, a sirena acabou se deparando com uma figura ainda mais asquerosa que a anterior, já que agora um famigerado coelho estava vestindo roupas. No final de tudo, aquilo não importava. Tudo o que precisava fazer era dar um jeito de sair dali, e era isso que a ruiva pretendia fazer, querendo aquele animal gigante ou não.

 

- Parece que alguém tá querendo sentar na janelinha ein ? - Caçoou, referindo-se aos trajes do bichano que por ventura eram bastante esquisitos, na sua concepção. - Sabia que gritar é falta de educação ? Não é o tipo de coisa que um cavalheiro faria. Honre-se suas bolas, digo, suas roupas rapaz. - Finalizando sua provação, Akaku iniciou sua investida.

 

Presumindo, do jeito que o mestre gosta, que a fonte de toda aquela ilusão não era exatamente a figura do coelho, mas sim a do relógio que o mesmo estava portando consigo. Dessa forma, enquanto a figura gritava por motivos de conveniência, Freya pegou sua kusarigama e utilizou de sua sentença para cravar sua arma em alguma parte do corpo do coelho que estivesse próxima do relógio. Em seguida, ela utilizaria do impulso do movimento para se dirigir até onde o objeto estava, para logo em seguida desferir uma série de golpes com seu Ichi contra o mesmo. No final desse movimento, a sirena lançaria sua corrente contra o ponteiro do relógio e arrancaria o mesmo com a lâmina de sua foice. Durante todas essas ações, ela manteria seu HdO ativo para proteger eventuais regiões atacadas pelo animal com sua foice, e se possível, utilizaria de seu vestido para manobrar em pleno ar, desviando assim dos golpes do inimigo.

 

Caso isso não surtisse efeito, ela recuaria e tentaria evitar os ataques do animal gigante, utilizando de seu HdO para prever ataques eventuais.

 

@Keel Lorenz

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Deixando nítida a tensão entre espécies, Freya retorquiu o gato de forma meio amarga. Contudo, este apenas continuava sorrindo, como se gostasse da atual situação complicada em que a senhorita se encontrava. Depois de um pequeno riso seco, como reação à resposta dela, o ser nada disse e evaporou gradualmente. O coelho, então, apareceu e fez a sua deixa. E, mesmo na posição em que estava, Akaku tornou a caçoar dos seres ali presentes. Não era possível, pelo menos por ora, saber se o coelho sequer entendia o que ela estava falando. Contudo, de qualquer, forma ele não parecia estar ali para abraços fofinhos.

 

Quando o coelho baixou sua guarda, Freya, que parecia bastante focada em um dos elementos de sua vestimenta, enganchou sua foice para um avanço rápido. Causando dor por estar fincado na carne, o coelho obviamente não gostou nem um pouco do ato. Voltou a sua atenção para a barriga, enfurecido e procurando pela mulher causadora do desconforto. Ele até tentou desferir alguns socos de um lado para o outro para afastá-la dali, mas um misterioso poder fazia parecer como se ela soubesse exatamente onde ele pretendia socar. Para piorar, então, em meio a esses frustrantes golpes no ar, começou a sentir fortes chicoteadas de metal seguidas. Sua pelagem aparentava ficar suja com alguma coisa esverdeada, mas visto o estado de fúria e, talvez, de inteligência, a besta nem pareceu notar.

 

Akaku era arisca e, àquela altura, o coelho já tinha gastado certo fôlego tentando pegá-la em vão. Aproveitando-se de mais essa brecha, então, Freya rapidamente emendou os movimentos finais de seu crítico. E nem precisou de tanta força assim: quase que imediatamente à sua impressão de força na corrente pode ouvir o som do ponteiro quebrar. O que acontece é que: ela não foi a única a perceber que o relógio agora estava quebrado. O coelho ouviu e sentiu o que tinha acontecido, porém, por alguns curtíssimos instantes ficou inerte, como se tentasse entender o que tinha acontecido.

 

- AGORA EU VOU ME ATRASAR!!!!!!! - subitamente urrou o coelho, ensandecido em suas expressões.

 

O Haki da Observação de Akaku ainda estava vigente, claro, contudo o coelho já não parecia pensar em seus golpes como antes. Em estado de fúria, uma de suas grande patas caoticamente agitadas conseguiu acertar a ruiva, jogando a contra o tronco de uma das árvores próximas. Ele era bem mais forte do que ela resistente e, por isso, com o choque a sirena pode sentir uma dor significante. Ela demoraria alguns segundos para se recompor e, enquanto o fizesse, com o Haki poderia claramente sentir um ímpeto de fúria e hostilidade para com sua pessoa. Sabia que o coelho estava prestes a avançar, com um forte impulso de suas pernas projetadas para saltos, porém não conseguia especificar bem qual seria a natureza do ataque. O caos na consciência da besta era visível e a imagem mental do ataque que tentava prever com o Haki mudava a todo momento.

 

@Nie

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Acabou que destruir o relógio do coelho não lhe rendeu nenhum benefício, como estava esperando, mas muito pelo contrário : agora a besta estava descontrolada, e muito mais motivada à matar a sirena do que antes. No geral, Akaku diria que foi uma boa tentativa, embora não estivesse disposta à tentar algo parecido em futuro próximo. Enfim, independente do que pensava, fato era que o animal estava avançando contra si, e definitivamente a revolucionária teria que fazer algo, caso ainda quisesse sobreviver.

 

- Ah, não liga não. Quem ama perdoa, é o que eu sempre digo. Se eles gostarem de você, tenho certeza que não vão ligar para isso. Claro, se você sobreviver. - Falando com alguma dificuldade em função da dor, ela respondeu.

 

Percebendo então que os ataques do coelho acabaram fugindo de qualquer padrão, muito possivelmente devido à sua raiva, Freya acabou por não se concentrar tanto em seu Haki da Observação para desviar, já que isso provavelmente apenas lhe confundiria. Serrando os dentes para não gritar, diante da dor promovida pelo golpe do animal, a sirena iniciou sua movimentação cravando a lâmina de sua arma no gramado do local, utilizando do impulso para desviar de um possível golpe do mamífero. Se ela percebesse que seria atingida, entretanto, Akaku utilizaria de seu HdA para se defender em conjunto com a sua arma.

 

Assim que percebesse uma brecha, ela novamente cravaria sua kusarigama no corpo de seu oponente ( Sentença ), para logo em seguida se aproximar do animal com o impulso. Em seguida, Freya usaria de seu Ni para fatiar grande parte do corpo do animal enquanto ascendia em função do impulso anterior. Durante esse processo, ela também colocaria veneno em sua arma.

 

Assim que alcançasse a cabeça do bicho, a sereia tentaria cravar sua lâmina imbuída em HdA na testa do animal. Se possível, ela tentaria desviar manipulando seu vestido no limite do possível, e se necessário, ela também se defenderia com a sua arma fortalecida com Haki.

 

Spoiler

Nome da Técnica: Sentença
Tipo de técnica: Combate
Descrição: Freya lança a lâmina de sua kusarigama em alguma parte do corpo do inimigo, buscando prender a parte letal da arma no corpo do adversário. Logo em seguida ela pode puxar o inimigo na sua direção, ou ir até ele utilizando do impulso da corrente da kusarigama para realizar outro ataque.

 

Nome da Técnica: Ni
Tipo de técnica: Crítico - Agilidade
Descrição: A Akaku gira sucessivamente sua kusarigama, dando a impressão visual de que ela está sempre em movimento. Os golpes sucessivos de Freya podem ser feitos em mais direções simultaneamente, cobrindo uma área maior, mas isso faz com que eles sejam menos potentes, apesar do aumento da extensão dos golpes. Freya pode colocar veneno em sua arma durante esse golpe, se assim quiser.

 

@Keel Lorenz

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Ao destruir o relógio, Akaku pode constatar que ele nada tinha a ver com a ilusão. Pelo menos não no quesito de ser a causa. Apesar das novas informações, isso não tinha sido tão vantajoso no sentido da luta, porém. O coelho estava em um quase berserk e o padrão caótico e não-pensado deixava seus ataques difíceis de prever com o Haki da Observação. Freya, ainda assim, não tinha perdido a acidez nos comentários. Entretanto, ainda que tivesse a capacidade de falar, o coelho não parecia estar muito conectado à realidade. Era quase como se estivesse sob o efeito de alguma coisa, além da fúria que nitidamente estava sentindo.

 

Diante da dor e dos ferimentos por ter sido arremessada contra o tronco com força, Akaku rapidamente aprendeu a focar no que realmente importava. Desativando o Haki da Observação, que já tinha percebido não ter muita serventia, ela tratou de se recuperar para desviar do novo ataque. Ataque este que, apesar muitíssimo violento e poderoso, claramente era mal-pensado e simples. Assim que o coelho saltou adiante, então, abriu uma enorme boca, que poderia facilmente engolir a mulher inteira. Ainda que fosse um herbívoro, tinha dentes dianteiros bastante afiados, que ao atingirem a árvore, facilmente se cravaram nela, arrancando-a com raiz e tudo durante o processo.

 

Akaku, porém, antes que pudesse ser mastigada junto com a árvore, utilizou de sua velocidade superior para cravar a foice no chão e sair dali com um impulso de Sentença. Aproveitando-se da clara abertura deixada pelos movimentos enraivecidos do coelho, fincou a kusarigama, avançando novamente com outro impulso de Sentença em direção ao coelho. Com uma inoculação constante de veneno, agora com a foice fincada na lateral do coelho, a sirena então ainda ativaria seu Ni. 

 

Viajando como uma serra rotativa pelo corpo do coelho, a ruiva rapidamente começaria subir em direção à cabeça do animal. Esse porém, já estava há muito consciente da aproximação da inimiga e, portanto, teve tempo para reagir antes que ela pudesse subir até o topo. Usando a árvore em sua boca, em um movimento circular com sua cabeça miraria outro golpe poderoso em Freya. Contudo, ela estava preparada e, diferente do outro golpe, tinha conseguido bloquear os danos de forma muito mais eficaz com seu Haki do Armamento. Sendo arremessada para trás, mas pousando de pé, Akaku veria um coelho com ferimentos por todo corpo e já com uma significativa quantidade de áreas esverdeadas por toda sua pelagem. Conforme ele chacoalhava a cabeça, era possível perceber que ele sentia os efeitos da droga. Contudo, ao mesmo tempo também se mostrava muito resiliente. E, por conta de seu por elevado, Freya claramente precisaria inocular doses cavalares de veneno se quisesse terminar o serviço.

 

@Nie

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Os resultados alcançados por Freya em seu ataque não eram exatamente os que almejava, mas considerando a situação de maneira geral, eram bem bons. Ela havia conseguido fatiar um grande pedaço do corpo do coelho, de maneira que no processo, também havia conseguido envenenar seu adversário, substância que já estava apresentando alguns efeitos no mamífero, embora ele ainda estivesse conseguindo se mante de pé, mesmo depois de tantos golpes.

 

- Você deveria facilitar o meu trabalho e apenas ficar quieto, assim você não terá mais que se preocupar com atrasos ou qualquer coisa do tipo no paraíso dos bichos. - Sim, a sirena estava provocando o animal apenas por carência,mesmo sabendo que ele não parecia ligar muito para as suas falas.

 

Aproveitando-se do fato de que seu inimigo estava tonto, Akaku iniciou uma ofensiva em zigue-zague, forçando o animal à mover o seu pescoço de um lado para o outro sucessivamente, o que poderia por consequência piorar os efeitos estonteantes da substância de sua kusarigama. Em seguida, ela novamente utilizaria da sentença para cravar a lâmina de sua arma por entre as patas traseiras do animal, para logo depois disso utilizar do impulso para se lançar naquela direção enquanto realizava uma trajetória curvilínea, que por ventura poderia atrapalhar a percepção da realidade por parte do coelho.

 

Assim que alcançasse o espaço entre as duas patas traseiras do animal, ela novamente realizaria o seu Ni com a foice envenenada, buscando assim quebrar o equilíbrio do animal e dessa forma derrubá-lo. Com o animal já no chão, ela desviaria de uma possível queda daquele corpo imenso contra si e cravaria a sua lâmina nas nuca do bicho ( Sentença ), utilizando do impulso para fatiar aquela região de seu corpo enquanto buscava alcançar seu pescoço ( Ni ). Por fim, ela executaria um corte único giratório com a sua foice fortalecida por HdA contra a nuca do animal ( Ni ), tentando assim eliminar a ameaça que tanto lhe importunava.

 

Spoiler

Nome da Técnica: Sentença
Tipo de técnica: Combate
Descrição: Freya lança a lâmina de sua kusarigama em alguma parte do corpo do inimigo, buscando prender a parte letal da arma no corpo do adversário. Logo em seguida ela pode puxar o inimigo na sua direção, ou ir até ele utilizando do impulso da corrente da kusarigama para realizar outro ataque.

 

 

Nome da Técnica: Ni
Tipo de técnica: Crítico - Agilidade
Descrição: A Akaku gira sucessivamente sua kusarigama, dando a impressão visual de que ela está sempre em movimento. Os golpes sucessivos de Freya podem ser feitos em mais direções simultaneamente, cobrindo uma área maior, mas isso faz com que eles sejam menos potentes, apesar do aumento da extensão dos golpes. Freya pode colocar veneno em sua arma durante esse golpe, se assim quiser.

 

@Keel Lorenz

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O coelho gigante bípede vinha e voltava de suas crises de mal estar, dava para ver em sua expressão. E, conforme Freya o provocava, ele começava a perceber que a mulher tentava dizer alguma coisa. Com uma cara nada bonita, focava na boca da mulher mexendo, mas ainda parecia totalmente alheio quanto ao significado das palavras. Se antes estava alterado, agora… De qualquer forma, não seria por isso que deixaria de atacar a mulher que era sua presa. Dando um último chacoalhão, tentando por os miolos no lugar, o coelho se preparou para outro ataque.

 

Entretanto, Akaku era mais rápida que ele. Antes que pudesse se dar conta, a mulher já corria em sua direção em um trajeto sinuoso. Sem entender, ele de fato acompanhou o rápido zigue-zague. Os floreios tinham de fato ajudado a sirena a garantir seu impulso, contudo não da forma que imaginou. A agitação da cabeça não tinha sido tanta assim, globos oculares eram móveis afinal. Era só que a velocidade dela era bastante superior à do coelho-besta, que por sua vez parecia tender bem mais para a resistência e força. Para piorar, o coelho que já não era tão ágil, agora encontrava-se com sua percepção razoavelmente afetada, quase como se estivesse bêbado. Por isso, antes que pudesse reagir, Freya já teria rapidamente alcançado o espaço entre suas pernas, usando Ni. O estado de pseudo-embriaguez também acabava por contribuir com o equilibrio e estabilidade do monstro e, por isso, não demorou muito para que o coelho caísse de barriga no chão. A ruiva, esperando aquilo, apenas recuou um pouco das pernas e observou o animal cair.

 

O resto aconteceu bem rápido e de forma indolor. Emendando um impulso de sentença com uma finalização de Ni, em um corte giratório imbuído de Haki do armamento, a nuca do animal foi facilmente dilacerada. Com a morte confirmada, porém, Freya Akaku não se sentia tão bem. Sua visão estava turva e não conseguia identificar bem as coisas ao seu redor. Logo sentiria enjôos e um súbito cansaço aliado a dores de cabeça. Toda aquelas cores ao seu redor pareciam se esvair aos poucos, diferentemente de sua consciência. Sim, apesar de sentir-se ofuscada - por conta de uma súbita aversão a luz - e de seus ouvidos zunirem, podia ver silhuetas humanas entrarem naquele espaço onde tinha sido confinada. Uma delas, mais baixa, tinha o timbre de voz familiar. Era Bunny. Ela não conversava com Akaku, mas sim com outros homens que tinham entrado com ela e, agora, analisavam o corpo do finado coelho. 

 

Passando alguns minutos bem mal, aos poucos os sentidos de Freya voltariam ao normal. E, quando o fizessem, se veria em um porão de navio, onde curiosamente havia um jardim. Não tão psicodélico quanto o de antes, mas um jardim até que razoável, levando em conta que estavam em um local fechado. Perto do corpo caído da besta veria um homem de jaleco, conversando e compartilhando uma prancheta com Bunny.

 

- Esse demonstrou ser bem mais inteligente que os outros - concluiu o homem para Bunny, que assentia suas falas com as mãos na cintura - Creio que, em mais algumas gerações, teremos um espécime satisfatório - finalizaria, passando a prancheta para a menina.

 

- Eu quero eles mais agressivos e mais destrutivos. Muito mais - pontuaria Bunny, bastante incisiva, com uma certa malícia na voz.

 

- Mas, senhorita… - o homem imediatamente relutaria - Poderá ser bem difícil de controlá-los se aumentarmos ainda mais o nível de agressividade - estava nitidamente consternado com a ordem.

 

- É pra isso mesmo que eles vão servir - Bunny retrucaria imediatamente, meio seca -, parara propagar o caos. Não preciso de controle algum - finalizaria de forma decidida, devolvendo a prancheta e enxotando o homem dali.

 

Assim que a garota se virasse, ela e Freya trocariam olhares. Com uma risada de canto, a menina se aproximou da ruiva, dizendo:

 

- Nossa, meu anjo, assim até parece que você teve uma noitada daquelas, hein? - observaria a sirena de cima, com uma expressão bem presunçosa -  Bom, de qualquer forma, eu diria  que você passou no teste... - completou, momentaneamente observando a situação causada nos arredores, mas logo retornando ao seu "eu" provocativo - Mas... diz aí, o que achou da minha balinha nova, “In Wonderland”? - finalizaria, debochando de Freya que realmente parecia estar tendo uma ressaca à jato. 

 

@Nie

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Finalmente a sirena havia conseguido eliminar o seu predador natural. De fato, dar um fim à vida de um ser tão...esquisito, por assim dizer, trazia para ela uma sensação de alívio, que provavelmente se assemelharia ao sentimento de um peixe que acabara de fugir de um tubarão gigante. Todavia, infelizmente, matar o seu adversário não lhe trouxe sensações tão boas quanto esperava, embora ainda estivesse satisfeita com o seu desempenho no combate. Sem forças para resistir aos constantes efeitos negativos daquilo que ela ainda insistia em chamar de "ilusão", Freya acabou escutando a voz de Bunny, a pequena e malévola garotinha que havia lhe posto naquele cenário.

 

Depois de acordar, ela acabou percebendo que o jardim realmente existia, que embora provavelmente fosse o mesmo lugar de seu combate, era um pouco menos iludido, e acertadamente menos charmoso. Ao seu redor, estavam a besta morta, um homem e a maldita menininha loira que parecia balbuciar algumas palavras que Akaku entendia com certa dificuldade.

 

- Então isso tudo era um experimento ? Não precisa fazer esse drama todo e me drogar apenas para que eu matasse um animalzinho desses. - Levantando-se, ela respondia rispidamente. - Mas fazer o quê né, o que passou passou. E eu gostei bastante da sua droga, é o tipo de coisa que eu gostaria de ter no meu arsenal. Inclusive os efeitos colaterais dela parecem ser bastante interessantes, não é mesmo ? - Aproveitando-se do seu estado debilitado, Freya apertou uma determinada região de sua barriga e vomitou em Bunny, intencionalmente, é claro. - Oh, me desculpe. Será que eu poderia ir até o meu quarto descansar, antes que acidentes como esses aconteçam novamente ? - Perguntou, com um cínico sorriso no rosto, esperando já dar um fim aos problemas que aquela situação havia lhe criado.

Słodki Flirt, gra, w której podrywasz chłopaków i umawiasz się na ...

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Apesar do mal-estar que sentia, Freya estava aliviada por ter conseguido derrotar aquele monstro. Contentou-se, também, momentaneamente com seu desempenho em combate, entretanto logo perdeu sua consciência. Tinha visto Bunny, mas estava um pouco cansada demais para reagir. Quando acordou, já com um nível de consciência bem melhor, pode perceber do que tudo aquilo se tratava. Visto que não tinha dormido nem por alguns minutos, rapidamente se levantou para indagar Bunny, que ainda estava ali.

 

- Hummm? - resmungou em tom cômico, cinicamente custando a acreditar no que ouvia. - Não precisava? Não precisava. Mas assim foram três coelhos numa cajadada - prosseguiu, passando a mão em seu cabelo em um tom mais leve e metido. - Testei minha droga, a ninhada atual dos meus bichinhos e… Você - viraria-se, fixando o olhar na mulher imediatamente na fala. - Ordens vindas de cima, anjo, não foi nada pessoal - parou momentaneamente, virando-se enquanto revirava os olhos para a situação que nitidamente lhe era insignificante. - Gostou, é? Parecem? - porém, logo voltou a falar, cerrando os olhos de forma desconfiada e observando Akaku de canto.

 

Como se sentisse aquilo vindo, a garota imediatamente saiu da frente. O vômito caiu na grama e Freya sorriu com a situação. Bunny não estava muito feliz com isso e, por isso, imediatamente respondeu a última pergunta da sirena.

 

- Pode sim... Amada - finalizaria, subitamente desaparecendo em um golpe rápido.

 

Debilitada, a última coisa que Freya sentiu foi um forte golpe em sua nuca. Com isso, Akaku tinha desmaiado e caído na grama do jardim. Bunny chamou alguns homens, então, que a carregaram até seu quarto, em sua cama, onde permaneceu dormindo por quase um dia. O navio dos revolucionários, por sua vez, calmamente seguia viagem, adiante na Grande Linha. 

 


Spoiler

 

RP: 10

Escrita: 10

Não lembro de ter visto erros gramaticais ou ortográficos na escrita do Nie. Ela também é bastante clara e acima da média em termos de desenvoltura. Não tive problema algum e não vejo porque descontar aqui.

Interação: 10

Aqui também não tem o que descontar. Interagiu muito bem com a Bunny e até me fez querer ver mais das duas personagens interagindo.

 

Desenvolvimento do personagem: 10

Foi bem nesse quesito também. A Freya me passa muito a imagem de ser uma megera egoísta e, isso, o Nie soube interpretar muito bem. Ao meu ver, ele também soube desenvolver bem a psique da personagem após a derrota na missão da ilha passada;

 

Eficiência em combate: 9

Eu tive que apressar bem a luta por conta da aventura marítima já estar bem “atrasada” em relação ao clímax. Eu tinha que concluir em poucos turnos e, nesse quesito, o Nie também ajudou muito, acelerando o processo com boas estratégias de combate. Bem, exceto por um turno em que ele acabou focando em um elemento que não tinha tanta importância assim.

 

Eficiência fora de combate: -

Não aplicável.

 

 

Média Final: 9,666...

Pontos obtidos: 48

Berries obtidos: 48 milhões.

 


@Nie É isso. Agora, é só esperar o fim do evento pra atualizar.
 

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