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[Vahlor Island] - Legion


Night
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   Diante do fim da luta, as coisas não acalmaram de imediato. "Surtada", Michaela se movimentou para destruir completamente a secretária. Diante da grande brutalidade da revolucionária, a garota deixou apenas algumas poucas últimas palavras, que vinham banhadas em arrependimento.

 

- Tera... Me desculpe...

 

   Após a morte, um cartão e algumas pílulas duvidosas foram coletadas, pouco antes da garota seguir até uma espécie de armazém. Apesar do hospital estar vazio, Michaela encontrou dois pacientes randons ali dentro, aparentemente escondido. 

 

- Não nos mate por favor. - Disse o paciente com uma voz rouca, diante de uma Michaela banhada em sangue. Logo depois, desmaiou.

 

   Podendo coletar algumas máscaras de oxigênio e cilindros caso fosse de sua vontade, a garota prosseguiu em direção à porta. Sem tempo para enigmas, destruiu toda área ao redor da resistente porta metálica. Como se o projetor já estivesse esperando que alguém fizesse isso, porém, Michaela se deparou apenas com um grande buraco por baixo do elevador que ficava atrás da porta. Sua profundidade era imensa, de modo que não era possível se quer ver o fundo dele, como se fosse realmente uma entrada para o verdadeiro inferno.

 

    Paranoica, Michaela decidiu não seguir pelo buraco em um primeiro momento, lhe restando algumas outras opções. Caso seguissem a trilha para a saída da caverna, poderiam ver algumas gotas de sangue por ela. Possivelmente da capivara, indicaria a rota por ela seguida. Caso não quisessem perseguir o fofo bichinho, também teriam a opção de reportar os resultados para Tera, no Sidra das Astúrias. Quem sabe, seguir pelo buraco. Por fim, poderiam simplesmente dar um passeio pelo mercado. Eram diversas opções à serem escolhidas por aí.

 

   Enquanto isso, Kamille havia ficado parada novamente. Novamente, em um estado de transe, um aparente fragmento de meteorito acertou a cabeça da sereia causando um pequeno sangramento. Como algo daquilo havia surgido dentro de uma caverna? Pelo visto, isso era um detalhe pouco importante, comparado ao fragmento ainda maior que acertaria a cabeça da sereia no próximo turno caso ela ficasse parada novamente. 

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Apesar da intenção inicial de se ir até Liar Island, uma repentina ligação do alto escalão dos revolucionários foi responsável por uma mudança de planos. Havia pistas de algo ligado à A.P.T.M. em Vahlor Island. Por meio do den den mushi, não foram informados muitos detalhes à dupla, apenas de que um homem de meia idade chamado Tera iria ao encontro deles, assim que recebesse a notícia de que haviam chegado.      Ao desembarcar na ilha, no reino de Sôhmirs, a dupla se deu conta de que a

"Hoojiro... Hoojiro. Quem que coloca esse nome no filho, hein? Se o pássaro tiver algo haver com as habilidades dele então... faz sentido eu acho." — Finalizaria meu pensamento refletivo acerca do nome do líder da Ilha dos Tritões como pontuado por Peu outrora. Estaria encarando o céu reluzentes com ambos os braços — Obviamente cobertos — atrás do pescoço enquanto isso. O clima dessa vez estava ameno, diferentemente das outras ocasiões. Pelo menos desta vez minha má sorte não acarretará em tempe

A dupla seria desviada de sua missão inicial, buscando em Vahlor Island pistas para a missão atribuída por Vesper Arcebus. Num local pacato na medida do possível, contrastando totalmente com a maré de azar caótica que até então misteriosamente afligia a dupla, uma mulher extrovertida portando uma pistola repentinamente surgiria naquele dia ensolarado, abordando-as. Ademais, há que se destacar que Michaela estaria com uma dor de cabeça que deixaria seu humor mais turbulento do que de costume, ond

— Nada pessoal, mas sem testemunhas. Quem me garante que vocês não são aliados deles?

 

Passaria sua espada sem nenhuma preocupação, executando todas as testemunhas oculares, com exceção de Kamille, evidentemente. Ademais, observando do que de fato se trataria aquela porta, não conseguiria tirar da cabeça que aquilo seria uma armadilha. Excluindo as chances dele poder não estar ali, todo o campo de batalha estaria totalmente no controle do médico, além da passagem subterrânea abrir caminhos para os tais gases supracitados. Além disso, o homem capivara poderia trazer reforços, mas devido aos seus ferimentos, dificilmente conseguiria algum êxito. Também teria amostras e informações acerca do laboratório, então poderia consultar o Tera também. Considerando que a Kamille estaria estática, atribuiria à ela a tarefa de guardar aquele local. Falaria com a mesma, segurando seu queixo com suas mãos sujas de sangue, encarando-a inicialmente com um olhar maligno, mas segundamente com um sorriso que contrastaria com a sujeira em seu vestido.

 

"Então estamos em um impasse. Certamente seria tolice descer ali imediatamente, já que existem chances altas de ser uma armadilha, além da dificuldade em sair do subterrâneo caso existam gases ou bombas. Já que a Kamille está parada aí igual uma idiota, deixarei que ela cuide daqui. Ademais, hei de finalizar o homem-capivara e conseguir informações antes de fazer qualquer movimento. Se tiver uma saída fora o elevador, saberei disso. Além disso, serei precavida e colocarei o roedor na ratoeira."

 

— Estou contando contigo para proteger o laboratório. Seja uma boa garota. Ademais, voltarei em poucas horas.

 

Após encrustar plantas na área do elevador, suficientemente para que possa destruí-lo quando quiser, sairia daquele local sangrento, utilizando novamente de seus membros vegetais para um deslocamento mais eficiente. O Zoan estaria ferido, então dificilmente conseguiria ir muito longe, e mesmo se não pegasse o mesmo, ainda teria questões secundárias, tal como a consulta ao Tera, logo seria difícil que sua ação fosse inútil. Além disso, pegaria cilindros e máscaras, armazenando-os dentro de uma espécie de uma recém-criada mochila vegetal, que estaria ligada aos demais braços, que não sofreriam tanto com o peso em caso de luta. Também balançaria sua espada, jogando seu sangue na parede e desembainhando-a logo em seguida. Uma vez que seu alvo estaria definido, iria até o inferno para matá-lo.

 

"Existem três possibilidades. Ele não está ali; ele está ali, mas pode sair por uma rota secundária; ele está ali e não sairá. Independente das mesmas, a resolução para esse problema se encontra no Zoan, e se o A.T.P.M. estiver de fato preso, a Kamille o deterá caso ele tente utilizar o elevador. Se necessário, destruirei o elevador e resolverei isso de forma limpa e eficaz. Mas até lá, preciso achar o homem-capivara. Aliás, seria bem irônico se eu estivesse na realidade torturando o filho do Tera. Hahahahah."

 

Observação:

Fonte avermelhada: Tom de voz vívido e cativante.

Fonte preta: Tom de voz monótono e sério.

 "Everything that lives is designed to end. They are perpetually trapped in a never-ending spiral of life and death. However, life is all about the struggle within this cycle. That is what 'we' believe."

 

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Puru Puru Puru Puru.

 

- Como estão os assuntos?

 

- Elas não virão. 

 

- E o garoto? É um projeto de anos. Vai deixá-lo ir tão fácil assim?

 

- ... . Se há uma coisa que aprendi com os Spades, é que material humano é substituível. Arranjarei outro como ele. Apenas preciso intensificar as buscas.

 

- De fato, não é nosso primeiro contratempo. Conto com sua cooperação, companheiro. Câmbio, desligo.

 

---------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

   Após finalizar as testemunhas, Michaela pegou alguns equipamentos do armazém, evitando testemunhas por matá-las. Ao fim, deixou Kamille, apagada, "cuidando" da clínica e partiu rumo à trilha de sangue deixada pela capivara. Seguindo gotas de sangue e pegadas deixadas pela criatura, notou que após algum tempo, elas haviam tomado após uma forma diferente. Aquilo provavelmente significava que o efeito da droga sob a zoan havia acabado. Seguindo o rastro por alguns minutos, finalmente chegaria até bem próximo ao mar.

 

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Lá, estava o jovem, em sua forma humana. Sem espada, com vários cortes ao longo do corpo, caiu de joelhos. Mas não apenas ele. A própria Michaela, sentindo a perda de sangue causada pelos ferimentos externos e possivelmente hemorragias internas, bambeou sobre suas pernas após uma tontura repentina e também caiu. Ambos os lutadores estavam em seus respectivos limites.

 

   Se virando de frente para Michaela, a zoan deu algumas declarações bastante peculiares, mostrando estar em seu limite, e possivelmente delirando:

 

   - 5 Minutos. O Relógio de Pêndulo....

 

   Além da presença do Zoan, se Michaela colocasse em prática seu Haki de observação, sentiria algumas presenças ao mar. Além das paredes, ainda não lhe estavam visíveis, mas possivelmente dariam as caras à qualquer momento. Como se soubesse estar diante de um último ato, retirou uma seringa, com um líquido de cor azul, e injetou em si mesmo. Dali em diante, enfrentaria à revolucionária com suas últimas forças.

 

 ---------------------------------------------------------------------

 

    Após ficar no estrado de transe por mais alguns minutos, Kamille ouviu o som de um elevador subindo. Ao passo que o som mostrava sua aproximação, a sereia sentiu uma espécie de choque em seu corpo, caindo ao chão. Seu corpo inteiro ardia, como se estivesse queimando por completo. Ainda imóvel, notou a porta do elevador se abrir. Era o próprio A.P.T.M., saído de seu buraco.

 

     - Ora Ora. Isso aqui está uma bagunça. - Disse, enquanto cutucou a destruição causada por Michaella no elevador. - E parece que temos uma senhorita envenenada por aqui. Mas não tema, nobre Kamille. Irei salvá-la!

 

   Se aproximando rapidamente da sereia, retirou uma seringa com um líquido azul, injetando no braço humano da mulher. Após alguns minutos de alívio nos sintomas, Kamille começou a vomitar um líquido estranho, com aspecto de sangue, mas cor violeta.

 

   - Ora Ora. - Disse A.P.T.M., enquanto realizava algumas anotações em seu caderno. - Parece que seu sangue rejeitou a cura. Mas que pena.

 

   Enquanto agonizava em direção à morte, com o líquido violeta saindo por vários orifícios de seu corpo, Kamille pode ouvir algumas últimas considerações do "médico".

 

   - Não se preocupe, minha nobre Kamille. Farei questão que seu corpo seja útil para a ciência. Descanse em paz.

   

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Michaela obteria aparente êxito em sua empreitada, entretanto, um contratempo com sua companheira acabaria por colocar em xeque toda a operação. Desconhecia aquilo, evidentemente, mas ao mesmo tempo saberia que estaria lidando com um oponente incapaz de dar informações logo após seu primeiro sinal de delírio. Aliás, uma informação válida é que seu morcego estaria sobrevoando a caverna, logo encontrando sua dona enquanto a mesma seguiria os rastros do segurança. Ademais, abriria sua mão, dando-lhe de comer aproximadamente 15 sementes, que seriam facilmente digeridas por seu estômago anormal. Após alguns minutos de caminhada, encontraria o Zoan já em sua forma humana, realmente em seu limite, tal como estaria a vicária, que também cairia logo no chão.

 

"Jamais pensei que as dissertações filosóficas acerca da fraqueza da carne pudessem ser tão literais. Não é cômico?"

 

Apesar de suas dores, estaria com sua mente inabalável. Seu estado corporal não seria um dos melhores, mas tinha plena convicção de que abateria o Zoan e todos os oponentes que sentiria com o Haki da Observação. Se julgaria melhor aos demais inimigos, afinal, para vencer, bastaria que ela não cometesse erro algum. Após enfrentar o vice-almirante, seu ego estaria no auge, tal como a confiança em suas habilidades. Estaria suspensa em seus quatro braços vegetais, e suas sementes estariam prestes a dominar a área. Pelas circunstâncias inesperadas e uma maré de azar, o mínimo que deveria fazer seria matar seu inimigo, que não transmitiria quaisquer informações por seu estado de degradação física — e provavelmente mental — decorrente dos danos físicos e químicos. 

 

— O dia está lindo, não é mesmo? — Riria, continuando sua frase. — O sol, o sangue na areia, as moscas espreitando por carne putrefata. Como é belo.

 

Paralelamente à sua fala, se elevaria do chão com os membros inferiores vegetais. Seu controle independeria de sua condição física, desde que pudesse focar em utilizá-los. O morcego lançaria suas sementes na areia, que com a influência da Akuma no Mi de Michaela, conseguiriam os nutrientes necessários para crescerem, dominando a circunferência ao redor dos lutadores, gerando quase que uma pequena arena de gladiadores, com exceção do fato de que todo o campo poderia ser utilizado contra o Zoan. Com seus braços vegetais superiores, seguraria sua espada, ativando seu mecanismo e dividindo-a em duas. A partir de uma parte da arena, seriam gerados espinhos que se dirigiriam ao homem, buscando empalá-lo. Ao mesmo tempo, fecharia suas rotas de fuga com a arena vegetal e suas espadadas, que o retaliariam facilmente, haja vista que não sofreriam das mesmas limitações físicas decorridas dos danos aos lutadores. 

 

— Últimas palavras? — Após dar um espaço para o mesmo, utilizaria das espadas, cortando sua garganta com um ataque em "x". Agora sua atenção seria dirigida à presença de terceiros, além de uma frase peculiar do mesmo:

 

" '5 minutos. O relógio de pêndulo.' O que isso quer dizer? Bem... considerando o declínio dessa operação, é a menor das minhas preocupações.' " — Pensaria, juntando as lâminas em uma só, balançando-a para limpar o sangue. Cravaria a lâmina na areia, apoiando-se enquanto sustentaria seus membros vegetais no solo, preparando-se para mais um conflito.

 "Everything that lives is designed to end. They are perpetually trapped in a never-ending spiral of life and death. However, life is all about the struggle within this cycle. That is what 'we' believe."

 

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- O que é esse som? Um relógio de pêndulo? Onde estou?

 

- Não se preocupe, garoto. Está num lugar seguro agora. És especial. Apenas me dê um tempo. E lhe transformarei em uma obra-prima. 

 

---------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

   Governo Mundial. Piratas. Caçadores de Recompensa. Revolucionários. Todos, sem exceção, buscaram armas que em algum ponto pudessem pender o equilíbrio para seu lado. E o garoto capivara, que Michaela estava enfrentando no momento era mais um dessas tentativas, muitas vezes sem sucesso. Ética, Humanidade. Nada importa diante da busca pelo poder.

 

   Com ambos próximos do limite, a revolucionária se ergueu novamente sobre suas plantas. Já seu adversário, preso em suas 3 formas básicas devido ao término do efeito da rumble ball, assumiu sua forma híbrida fofinha. Diante do avanço dos espinhos contra si, a capivara girou sobre o próprio eixo, utilizando os dentes avantajados característicos do animal para triturar as plantas. As espadadas da revolucionária porém, passaram a aplicar alguma pressão. No limiar físico, a capivara apenas conseguia realizar esquivas no limite, incapaz de impedir completamente os cortes que se acumulavam por seu diminuto corpo.

 

   Conforme a dupla se movimentava com tudo o que tinha pelas areias, Michaela preparou seu golpe final, um corte realizado em X na garganta do garoto. Já no impacto, a garota notou algo diferente. Como se sua espada houvesse acertado algo de metal, realizou o agudo ruído característico da perfuração desse. Além disso, sua garganta acabou se provando mais resistente que o esperado, com a revolucionária sendo incapaz de decepar o jovem. Logo em seguida, sangue violeta jorrou do ferimento. Ao atingir a garota, porém, Michaela pode notar que o sangue se solidificou em pequenos cristais sólidos da mesma cor, cobrindo seu corpo.

 

   Aparentemente mudo devido ao ferimento, a criatura se aproveitou do excesso de confiança da revolucionária para se arremessar contra ela, acertando-a com uma cabeçada no estômago, diagonalmente de cima para baixo. Novamente, Michaela sentiu um impacto metálico em seu corpo, que a arremessou em direção ao chão, há alguns metros dali. Um som de "crack" bem alto também pode ser ouvido, que aliada à bastante dor, significou algumas costelas quebradas. Teve tempo para se recompôs, aliada à uma pequena pausa pela capivara, dando tempo para ambos recuperarem algumas de suas forças.

 

   Diante da situação, Michaela ganhou algum tempo para observação. O ferimento da capivara era aparentemente fatal, de modo que apenas altas doses de adrenalina e da misteriosa substância azul pareciam ser capazes de mantê-lo de pé e vivo. Além disso, as presenças ao mar haviam finalmente passado pelas paredes. Já bem próximas, a espadachim pode notar que se tratava de um grupo de tritões e sereias, nadando em direção à praia. Pelo ritmo rápido que se movimentavam, chegariam ali em pouquíssimo tempo.(Início do próximo turno.) 

 

   - A tonta... não está aqui. - Pode Michaela ouvir uma das sereias comentando, já próxima a praia.

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