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[Lankar] Aposta Alta Low Rider


Dracon
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Aposta Alta Low Rider

 

O clima gélido da ilha era preponderante, mesmo com o céu limpo ao meio dia, o sol não era capaz de esquentar com muita eficiência os moradores dos 3 centros urbanos, os maiores por assim dizer. Mesmo assim, em comparação com as montanhas, era válido afirmar que as cidades eram paraísos tropicais, tamanho o frio produzido por geadas e tempestades de neve. Longe, porém, desse frio extremo, duas pessoas NÃO se destacavam da multidão. Pelo menos um deles com certeza passava despercebido. Coberto por agasalhos, roupas que o protegem do frio, o doutor Edward Crombel se encontrava sentado em um banco, na frente de uma estação, mas ao lado de fora. O fluxo de pessoas ali era mais intenso, pois era o principal ponto o qual os habitantes e viajantes iam e voltavam entre as cidades de Lankar.

 

Ao seu lado, um ser único fazia companhia. Sendo a mistura de mink com algum tipo de tritão, Seth Pink - o mink sem pelos, talvez não teria tanta facilidade assim de se misturar naturalmente, tendo em vista que não era humano. Também trajava as roupas, afinal teria tanta necessidade disso quanto humanos pelas características já descritas. Estavam em um território aberto, uma espécie de praça, um átrio que parecia compor aquela grande estação. 

 

Havia chegado na ilha na noite anterior, e sem muito tempo preferiram alugar quartos em um hotel no centro de Hasus, onde estavam agora, e descansar. Já no dia seguinte, estariam disponíveis e dispostos para começar a atividade deles em Lankar, mas mais importante, iniciar oficialmente a operação da Hórus. Mas faltava informação sobre a ilha.

 

 

 

Longe dali, no porto de Lâssir, um submarino chegava, e um pirata cansado e talvez abalado pelos acontecimentos em Gardênia submergia seu submarino. Sua companheira de viagens havia evitado tocar no assunto delicado, mas era fato que o silêncio esmagava ainda mais o ambiente confinado. Agora em Lankar, Jhon teria mais tranquilidade e ameaças muito menos perigosas se comparadas com aquelas causadas por um buster call de um almirante em uma ilha no meio do novo mundo. Era suposto que poderia dormir mais. Mas afinal, porque viajava? Dormir nos lugares era uma opção interessante para um turista? Um pirata?

 

- É bem frio aqui. - disse a mink gata do lado de fora da embarcação. Já havia corrido e aberto a escotilha para observar o território novo - Tem muita coisa valiosa para ser roubada - completou colocando a cabeça para dentro do submarino, impaciente com a demora de Jhon. - Vamos logo.

 

O porto era rico de comerciantes, trabalhadores fortes e braçais transportando caixas e barris intermináveis, carregando e descarregando navios de médio e grande porte. O comércio era algo bem notável de Lankar.

 

 

 

 

 

that's it guys. Titulo com referencias

descrevam as roupas dos personagens de vocês, como lankar é frio, as roupas habituais farão os personagens sentirem frio, considerem que já compraram roupas assim, etc

 

as únicas infos que a hórus tem é que lankar é conhecida pelas corridas diárias de trem, por enquanto

 

sigam o tópico, ai não preciso ficar marcando

 

@Harper @ShinoNaro @.Juao

 

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Aposta Alta Low Rider   O clima gélido da ilha era preponderante, mesmo com o céu limpo ao meio dia, o sol não era capaz de esquentar com muita eficiência os moradores dos 3 centros urbanos, os maiores por assim dizer. Mesmo assim, em comparação com as montanhas, era válido afirmar que as cidades eram paraísos tropicais, tamanho o frio produzido por geadas e tempestades de neve. Longe, porém, desse frio extremo, duas pessoas NÃO se destacavam da multidão. Pelo menos um deles com certez

2º Turno    Hasus, meio dia   A temática de trens estava profundamente enraizada na cultura dos habitantes de Lankar, só de ficar na cidade por algumas horas já ficava notório, mesmo que o motivo ainda fosse desconhecido pela dupla. Assim como Seth notou, ninguém muito interessante chamou atenção afinal estavam em um lugar público em horário de pico, no meio do dia. Mesmo se tentassem ouvir as conversas dos grupos ou duplas, apenas pescariam conteúdos triviais como o preço da

3º Turno    Hasus, Subúrbio   Tendo decido se separar do seu parceiro, Crombel toma um caminho árduo: não no sentido geográfico, mas sim em questões agradáveis. Enquanto o centro apresentava um cenário médio e movimentado, quando mais andava na direção desejada, mas antiga e decrépita eram as construções, mais suja e quebrada eram as ruas, pessoas vestindo trajes mais simples e surrados, decididamente em menor volume. Segundo suas observações, era provável a presença de fábri

O clima era agradável, não pela temperatura, mas pelo que a temperatura poderia proporcionar. Em um frio desses, ficar perto de uma lareira tomando vinho era muito confortável, e o Dr. Crombel gostava. Infelizmente não era possível ficar perto de uma lareira no momento, conseguir mais informações sobre a ilha era essencial tanto para seus negócios como para os negócios da Hórus. Pensando em como iniciar sua jornada, Crombel estava sentado em um banco, olhando do lado de fora para uma das várias estações de trens que aquela cidade possuía.

 

Crombel usava sapatos para o frio/neve, com uma calça jeans mais robusta, criada especialmente para o frio. Já na parte de cima do corpo, o doutor usava uma blusa comum coberta por um sweater grosso feito de lã, com uma gola que cobria todo o pescoço e as mangas se estendendo por todo o braço. Por cima do sweater tinha um sobretudo puffer, que se estendia até pouco abaixo dos joelhos e assim como o sweater cobria todo seu braço. Esse puffer tinha um capuz que Crombel poderia usar. Além do capuz, o lado de fora do puffer tinha dois bolsos cada lado, para colocar as mãos e evitar o frio. Havia dois bolsos internos no puffer, em um deles Crombel colocou seu isqueiro e charuto. No outro bolso tinha um cachecol, que Crombel usaria eventualmente caso precisasse cobrir o rosto de eventuais ventos frios. Suas Katars estavam presas na cintura e consequentemente cobertos pelo puffer. O puffer estava abotoado até a altura de seu peito e Crombel não usava o capuz, suas mãos estavam dentro dos bolsos, evitando o frio.

 

- Temos um negócio aqui - Disse para seu comparsa Pink - Aparentemente trens são um bom negócio nessa cidade - Crombel se referia ao fato do possível negócio de venda e tráfico de peças, ou até de trens mesmo. Além das corridas e apostas que deveriam acontecer por conta delas - Temos que entender como que funciona os trens e essa cidade, depois fazemos nossa jogada - Disse com um sorriso de canto de boca enigmático. O Dr. pensava em como transformar essa cidade em um negócio para Hórus, escravos para fazer seus serviços, tinham para todo lado. 

 

- ku ku ku ku - Deixou o som de um riso contido escapar enquanto pensava no futuro.

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Depois de ter passado por um inferno gerado pelos peixes gigantes que controlavam o Mundo, Jhon, a Mink gata, e o seu submarino chegaram em um novo ponto de suas aventuras. Tinha sido uma viagem silenciosa, afinal estava faltando alguém, a primeira companheira do pirata, Archie. Por ter que pilotar o submarino, Jhon não teve muito tempo para dormir, e isso o afetava ainda mais. Queria encontrar uma pousada e dormir um dia inteiro, porém Jhon é amaldiçoado com seu senso de justiça, será que ele conseguiria realizar seu desejo?

 

Quando Jhon menos esperava, a gata já estava olhando do lado de fora, conhecendo a nova ilha. E ela nem chegou, e já queria roubar. Pelo visto, o que dormir representava para Jhon, representava o roubo para a gatuna.

 

- Espere, se está frio vou fechar minha jaqueta e vestir algo por cima. - Fechou sua jaqueta roubada da Marinha, que na visão dele era sua marca registrada. E colocou uma roupa igual a desse personagem aqui da obra, copiada na cara dura. Conseguiu camuflar a jaqueta, mas não tirou seu boné da Marinha, escrito " Pirate " no lugar onde devia estar o Marine. - Estou pronto, mas antes de roubar algo se lembre de ver de quem. Não roubarei de pobres e inocentes! E terei que te impedir se esse for o alvo.  - Era um pirata complicado. - E mais importante, não devíamos ir descansar? Explorar a ilha e ver a movimentação da Marinha? Acabei de sair de uma guerra que deve estar nos jornais até hoje. E aumentaram minha recompensa, me orgulho como pirata, porém isso é um problema se vierem atrás de mim. - Jhon não queria levantar suspeitas. Sim, o homem com um boné escrito Pirate. Mais do que tudo, ele queria ir dormir, se andassem por aí, ele poderia acabar se deparando com algo que fizesse sua maldição pessoal o forçar a se envolver em problemas.

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Em um local de intenção movimentação monótona, Seth mantinha-se sentado confortavelmente enquanto observava as pessoas daquela ilha. Hora ou outra fixava seus olhos em alguém aleatório e tentava buscar qualquer informação de quem era e da onde estava indo, mas para seu azar aquilo só lhe deixava com mais tédio e o fazia pensar por que estava ali. Entre sua lamentações, o vento que batia em suas orelhas lhe fazia lembrar do clima gélido e de se arrepender de não comprar uma touca, mesmo que o motivo fosse justo: Não queria esconde-las. Contudo, estava bem agasalhado para o frio, escolheu comprar um Sobretudo preto que descia até seus joelhos e estava todo abotoado mas de forma que a "fenda" das costas desse total liberdade de movimentação para seu rabo, em suas mãos também usava duas luvas pretas e para completar o look contra o frio usava um cachecol amarelo, que comprou apenas para destoar do seu estilo atual, mas que era bem aproveitado em seu pescoço. Juntava suas mãos enquanto inclinava seu corpo para frente, sabia perfeitamente que poderia usar seu poderes para se esquentar mas não achava necessário por ora, então apenas aguentaria o vento gélido na orelha sem perder a compostura. 

 

Ao contrário daquela multidão sem sal, ao seu lado estava seu parceiro de negócios, que já tinha uma personalidade mais interessante. Quando quebrou o silêncio, Pink não o olhou, apenas ouvia enquanto olhava para o céu. - Quando uma ilha se identifica muito com apenas uma coisa, fica muito mais fácil de entende-la. Provavelmente ter um trem por aqui é um status quo. - Voltava seus olhos a multidão quase que apontando o que queria dizer. - Então concordo, precisamos entender melhor a situação para nos movimentar e a partir disso marcar o começo da nossa organização. - Por um momento um sorriso apareceu na sua face enquanto voltava a dizer de forma mais motivada. - Eu quero ver essa corrida de trens de perto. Uma competição tão encravada na cultura local deve ter um grande mercado por trás, seja ele ilegal ou não, acho que seria um bom começo pra gente, não acha Doutor? -

 

Finalizou seu raciocínio se levantando lentamente do banco e levando sua mão até seu bolso, procurando por seus cigarros normais e o isqueiro. Não estava muito afim de fumar, mas a fumaça iria esquentar suas orelhas enquanto seus olhos buscavam alguma placa ou mapa para ele localizar aonde estava e quais seriam seus próximos passos. 

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2º Turno 

 

Hasus, meio dia

 

A temática de trens estava profundamente enraizada na cultura dos habitantes de Lankar, só de ficar na cidade por algumas horas já ficava notório, mesmo que o motivo ainda fosse desconhecido pela dupla. Assim como Seth notou, ninguém muito interessante chamou atenção afinal estavam em um lugar público em horário de pico, no meio do dia. Mesmo se tentassem ouvir as conversas dos grupos ou duplas, apenas pescariam conteúdos triviais como o preço da comida e a corrida do dia anterior. O mink, observando os arredores enquanto acendia seu cigarro, observou uma placa de pedra longa onde havia sido colado um mapa bastante simples, mas que serviria aquele propósito, afinal é um lugar conveniente na saída da maior estação da cidade, um guia simples e imediato para turistas que chegavam. Como um navegador ainda, leu as informações com maestria.

 

Estavam mais ou menos na parte central da cidade, enquanto pontos relevantes se destacavam: centro comercial, museu, área residencial alta para ricos, média e pobre, estações de trem, e uma área parecida com um paddock onde os corredores e mecânicos preparavam seus trens para as corridas. Trilhos de trem atravessavam a cidade completamente, passando por pontos importantes, sejam eles no nível do solo ou parecidos com um aero trem, e iam, naturalmente, para outras cidades. A malha ferroviária era muito intensa. Lendo aquele mapa, Seth sabia a direção exata das coisas que havia lido, só faltava agora tomar uma decisão.

 

 

Lâssir, meio dia

 

- Gostei da blusa - comentou a gata - Agora não atrairemos atenção desnecessária, então não tire. - recomendava enquanto Jhon saía do submarino e pisava no pier de madeira escura - Você realmente precisa rever seus conceitos de carreira - começaram a andar pelo longo pier, rumo a terra. A conversa deles era dissolvida rapidamente diante das diversas vozes nos arredores - É um pirata estranho, você deveria virar um Spade ou um Liberatore, ambos estão em alta depois dos acontecimentos recentes... E você sequer tem um navio pirata - e fez sinal de deboche - Quem te respeitaria como pirata? Submarino é coisa de espião, de membro tático.

 

A movimentação no porto era frenética, podiam ver de relance um ou outro marine de passagem e por isso dava para perceber que não estavam tão próximos assim de uma base. O boné escrito pirate era, por enquanto, irrelevante na notoriedade do tigre. - Óbvio que você quer dormir, mas dessa vez eu apoio. Nada de muito interessante vai acontecer na luz do sol, então precisamos estar ativos e descansados quando a lua chegar. Não reclamaria de executar outro grande roubo, mas precisaremos de uma equipe confiável. Roubar de um magnata, é claro. - se apressou em completar

 

- Mas mesmo assim eu prefiro explorar a dormir. É fundamental sabermos onde esta localizada a base da marinha, se ela existir. O que acha? - perguntou enquanto venciam o movimentado porto, chegando em ruas que os levariam para o centro comercial, segundo uma placa havia mostrado.

 

 

 

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- Obrigado. E você, o frio não te afeta tanto quanto nós humanos, Hashibi? - Questionou a mink. Ao sair do submarino e começarem a andar pelo longo píer, Hashibi começou a questionar a escolha de carreira de Jhon, ao ouvir suas regras sobre roubar. - Você não entende muito sobre piratas né, Hashibi? - Ele também não entendia, mas prosseguiu. - Ser um pirata é ser livre! Não precisamos ser bons ou ruins, não precisamos nos prender as regras ou um objetivo fixo! Podemos criar as nossas próprias regras! Podemos escolher se vamos fazer algo bom ou algo ruim! E não preciso ouvir as ordens de nenhuma organização de força maior. Ser um revolucionário e lutar contra o governo?! Quem quer todo esse trabalho? Um caçador de recompensas? Me envolvi nessa última guerra por ter agido como um e aceitado um serviço por dinheiro! - Discursava sobre seus ideais de pirata para Hashibi. - Eu desisti da Marinha porque eu queria a liberdade de um pirata. Sinceramente, se eu não tivesse um senso de justiça desnecessário, eu teria só me tornado um fazendeiro  em algum canto isolado, onde dormiria o dia todo, só acordando para conseguir alimento. Porém tenho isso, talvez tenha nascido quando aquilo aconteceu na minha infância... De qualquer modo, não consigo ignorar minha vontade de ajudar pessoas em situações que eu considere injustas. - Se lembrava do seu passado e da sua motivação. - Ao mesmo tempo, não quero ser um herói da Marinha ou revolucionário que salvará o Mundo. Só preciso tentar ajudar aqueles com quem eu me esbarrar. E quero me esforçar o menos possível, então roubar dos ricos é ganhar dinheiro fácil. Cometer crimes, ajudar os outros, e ter minha liberdade pra dormir. Só consigo pensar na vida como um pirata para mim! - Encerrava com sua conclusão. Era raro para o preguiçoso falar tanto de uma vez, então Hashibi conseguiu o tocar em algum lugar dentro do seu coração.

 

A medida que continuavam andando, era possível notar um ou outro marinheiro passando, mas só. A base deles não devia ser próxima. As próximas palavras da mink tiraram um raro sorriso da cara de Jhon. - Hahaha! Que ótimo que concorda! Sim, vamos descansar e recuperar nossas forças! - Tentou ignorar a parte que ela queria trabalhar depois disso.

 

- Explorar... Vou te acompanhar nessa exploração até acharmos a pousada mais próxima. Além da Marinha, temos que ver se existe alguém rico e de preferência que seja um babaca para roubarmos. Se não um roubo, outra forma de ganhar dinheiro nessa ilha. Enfim, depois de encontrar a pousada, você explora, eu durmo! - Respondeu, enquanto torcia para não encontrar nada, e só chegar na pousada em paz.

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Enquanto seus pulmões enchiam de fumaça, Seth lia o mapa e armazenava as informações do mesmo para si, em seguida expelia toda a fumaça em seu rosto, para que então fossem até suas orelhas e cumprissem sua função. O que era meio inútil. "Devia ter comprado uma touca... Ou eu devo usar uma droguinha mais pesada pro frio passar?" Devaneou por um tempo com seu problema pessoal enquanto se virava para seu parceiro. 

 

- Achei o caminho para a corrida, vou ir lá para ver se encontro algo interessante. - Soltou um sorriso tendencioso para o Doutor. - Você tem algum outro plano ou vem comigo? Se formos nos separar precisamos marcar um local para encontro. - Esperaria pela resposta e caso fosse preciso daria as direções que leu no mapa para seu parceiro, pelo menos as que sabia.

 

Após definir seus próximos passos, tomaria o caminho mais curto para o paddock enquanto voltava a fumar o cigarro, diferente de antes não soltava a fumaça na sua cara, além de não querer parecer um otário, estava mantendo o ventinho gelado na orelha em segundo plano, agora estava focado no seu caminho e os arredores. Já em seu rosto o incomodo aumentava a cada ventinho entre as orelhas. 

 

- Não sei você, mas odeio frio. - Resolveu externar um pouco da sua raiva com o Crombel ou sozinho mesmo, importante era desabafar.

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- Corridas? ku ku ku - Riu contidamente, entendendo o que se passava pela mente de Pink - Não, vou andar um pouco e ver se encontro algo por aqui - Se referia ao submundo, queria começar a fazer uma base da Hórus naquela ilha, para fazer isso, contato com o submundo era necessário - Deixa eu ver.

 

Ouviu as localizações de Pink, tentou memorizar todas as localizações que havia escutado. Como seu parceiro ia para as corridas, Crombel decidiu ir para as área residenciais, principalmente as mais pobres. Nesse local procuraria por pistas do submundo.

 

- Podemos nos encontrar no hotel de noite, aqui é muito movimentado para entrar em futuros detalhes. - Combinou o local. Qual o local mais ideal que o hotel que estavam se hospedando? Ali onde estavam parecia ser um bom lugar, mas Crombel achou melhor não arriscar se encontrar de novo em um lugar que já haviam passado, mesmo sendo perto de estações, comércios e bem localizada - Eu gosto do frio, quando estou em um local quente ku ku ku - Respondeu, imaginando um bom vinho quente dentro de seu submarino. 

 

Assim que seu parceiro seguisse, pegaria o mapa para não se perder no caminho de volta, ou até mesmo no caminho de ida. Olharia para objetos ou pontos de referencia enquanto se dirigia para a parte pobre. Sempre estava de guarda alta, um assassino que se preze nunca fica de guarda baixa, pelo menos é o que Crombel acredita.

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3º Turno 

 

Hasus, Subúrbio

 

Tendo decido se separar do seu parceiro, Crombel toma um caminho árduo: não no sentido geográfico, mas sim em questões agradáveis. Enquanto o centro apresentava um cenário médio e movimentado, quando mais andava na direção desejada, mas antiga e decrépita eram as construções, mais suja e quebrada eram as ruas, pessoas vestindo trajes mais simples e surrados, decididamente em menor volume. Segundo suas observações, era provável a presença de fábricas mais rudimentares, pois trombava com pessoas pintadas de graxa e carvão em uma freqüência considerável. Fora isso, nada de anormal apontava o submundo, apenas pessoas pobres em seu dia-a-dia.

 

Até que becos silenciosos direcionou o médico para uma pequena praça, muito escondida pois só era acessível por travessas muito estreitas e pela porta dos fundos das casas que o rodeavam. Ali, pessoas meio mal encaradas conversavam, até avistarem o homem, fixando seu olhar imediatamente nele. - Está perdido, senhor? - sorriu mostrando dentes pouco cuidados. Um homem mais velho com roupas de marca e qualidade era presa fácil para aqueles moradores. Eram seis homens, apenas um se adiantou ficando a frente dos demais, seus trajes eram velhos como o esperado mas não estavam sujos nem nada. 

 

 

Hasus, Paddock

 

Diferente do seu comparsa, o mink felino se manteve ali mais no centro de Hasus, em direção ao paddock dos trens da cidade. Era uma área baixa com construções simples para comportar os trens e os protegerem da chuva, enquanto trilhos passavam acima, dando uma sombra maior para a área. Os hangares foram construídos alinhados de ambos os lados, de modo que formasse um corredor largo com trens estacionados. Como era de se esperar, não se tratava de carros portanto precisava de espaço, tanto para os veículos, quanto para os trilhos que saíam de cada garagem e se emendavam no centro, sendo então caminho para o resto da cidade.

 

O trabalho ali era intenso, algumas equipes faziam reparos emergenciais em grande velocidade, provavelmente preparando o trem para a próxima corrida enquanto outros seguiam mais tranquilos, só esperando a hora de liberar. - O que um estrangeiro como você estaria fazendo aqui no começo da tarde? - Seth ouviu uma voz grave atrás de sí, quando se virou encontrou um mecânico meio alto e careca, usava um macacão de jeans e uma camiseta quadriculada, não se importava muito com os ventos gelados. - Interessado nas corridas eu imagino, é pra isso que os turistas vem afinal de contas - deu de ombros - Talvez até queira participar? Ou é um inventor e está mais interessado na parte técnica? 

 

 

Lâssir

 

Era bem possível que Hashibi não concordasse com a filosofia de Jhon, pois apenas ficou em silêncio enquanto observava ao redor, ao mesmo tempo que era esperado ela retrucar, tendo em visto sua personalidade, mas não o fez, mostrando que talvez não valesse a pena ou não estava com vontade. Contudo, referente a segunda parte da conversa, ela não se omitiu - Calma que ainda temos informação para coletar. Quanto mais eu trabalho e você dorme, maior vai ser meu corte e menor o seu. Não que isso sirva de motivação para você, eu duvido muito, ainda não fui capaz de encontrar algo que desperte sua vontade e garra além desse papo de ajudar pobre... - meio ríspida talvez, ela tentou dar um ponto final naquilo o quanto antes.

 

Após andarem um pouco, se viram em uma rua meio estreita, cercado de prédios de janelas grandes de ambos os lados, chão de pedra, postes de ferro e uma movimentação de pessoas um pouco maior, podiam inferir que se tratava de uma das ruas do centro comercial. As lojas, no andar do térreo, se diversificavam muito, enquanto comportavam nos andares de cima, apartamentos para seus donos ou para aluguéis de outras pessoas. Vendo uma mulher de expressões mais amenas encostada em uma parede de uma doceria, Hashibi se aproximou com Jhon sem hesitar muito. - Boa tarde! Você poderia me informar onde se encontra a base da marinha? Meu amigo aqui deseja se alistar. - A mulher, com um sorriso, olhou Jhon de baixo para cima mas não notou seu boné - Mas que ótimo! Precisamos mesmo de reforço! Peguem um trem para o Monte Cárhs, o centro de operações deles ficam lá dentro.

 

 

Preztaprei (preztaprei) - Profile | Pinterest

 

Agradeceu com um aceno, e quando tomaram distância, observou - Nossa ação fica mais fácil desse modo. Essa ilha tem 3 cidades, planeja visitar as outras?

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- É melhor que não descubra. Conhecendo você, já imagino que usaria meu senso de justiça para me forçar a entrar em todo tipo de enrascada. Sobre dinheiro, desde que eu tenha o suficiente para necessidades básicas, não é algo que ligo tanto. Mas vamos roubar até você ficar satisfeita aqui. - Se importava em deixar Hashibi minimamente feliz.

 

Ao continuarem andando, chegaram em uma rua mais movimentada, parecia ser uma rua comercial. Hashibi se aproximou de uma mulher que estava próxima de uma loja de doces, e sem consultar Jhon, o usou como desculpa para tirar informações sobre a base da Marinha. Um pouco surpreso, só forçou um sorriso e balançou a cabeça positivamente. Deu certo e conseguiram a localização da base.

 

- Três cidades? Não tem necessidade de conhecermos todas, vamos ver algum mapa e escolher a que fica mais distante desse Monte Cárhs. Vamos atuar fora do alcance da base. E queria saber mais sobre essa ilha: Roubo é nosso único meio de lucrar? - Assegurou que deveriam atuar longe das forças da lei, e questionou sobre como poderiam lucrar.

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Seth caminhava tranquilamente até seu destino, já havia jogado a bituca do cigarro e passado seu sapato por cima. O cenário que via a sua frente era interessante, só demonstrava como a locomoção era predominante na cidade, além da estrutura muito bem planejada. Enquanto olhava ao redor e pros vários trens, ouviu alguém lhe chamar de forma não muito educada, o que o fez virar seu rosto com um olhar felinamente sério. Enquanto ponderava as palavras do homem a sua frente, visto que sentiu um pontada de ignorância, o mesmo continuou suas indagações, o que deu brecha pro felino de ter informações sobre o que queria sem ser tão evasivo com o assunto que lhe interessava: O mercado das apostas.

 

- Bom, um turista como eu conseguiria participar da corrida com essa facilidade? - Deu um ênfase na parte que lhe incomodou anteriormente enquanto o encarava. - Eu estou curioso sobre a corrida que mexe com o coração da população, então achei que seria interessante conhecer um trem mais de perto. E claro, quem sabe apostar no vencedor. Seria sua equipe a favorita? - Mudaria momentaneamente sua face para uma mais neutra, deixando a ultima parte levemente com um ar ameno. - Você poderia me mostrar seu trem? - Esperou a resposta com a mesma face de antes, quiçá ajudasse com o pedido.

 

Enquanto esperava, notou as vestes do homem a sua frente, logico ele ser um local ajudava ele não sentir o frio que a ilha proporcionava, mas a cena junto das palavras do seu companheiro de antes estava batendo na sua cabeça. Refletiu por um tempo enquanto retirava seu cachecol amarelo e o enrolava para guardar no bolso do sobretudo. Não pensou mais nos frios entre as orelhas e sua irritação com esse caso sumiu no mesmo passo. 

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Enquanto Crombel andava em direção a periferia, a estrutura do prédios mudavam para um visual mais decrépito e sujo. Nada fora do comum, o Dr. nasceu, cresceu e viveu em ambientes semelhantes ou até piores, a situação ali não o surpreendia. Por saber que locais como esses são mais propícios para negociações do submundo, entrou em becos que normalmente ninguém entraria. Esses becos guiaram Crombel para uma praça escondida. No meio da praça se encontrava figuras distintas, não distintas fisicamente, mas distintas na qualidade das roupas.

 

Enquanto andava até ali, cruzou com vários tipos de pessoas trabalhadoras, ao passar por elas uma pessoa normal sentiria empatia, ainda mais se tivesse passado por situação semelhante durante sua vida, mas não Crombel. Sua vida o fez ficar em estado de "vazio emocional", ele olhava para eles e não sentia nada além de expectativa. A expectativa que Crombel sentia era como eles trabalhariam ao virar escravos para sua organização, afinal, ninguém sentiria falta se uma dúzia, ou mais, de algum dessas pessoas sumissem. Se ligassem para eles, aquela área não estaria daquele jeito.

 

- Eu não diria que estou perdido, mas agradeço a preocupação - Respondeu, em seu tom havia certa ironia que não deve ter ficado claro por não conhecerem o doutor - Estou procurando um local para fazer certos tipos de negócios - Nesse momento o canto de sua boca deu uma leve subida - Sabem se tem algum mercado por aqui? - Para uma pessoa normal, perguntar sobre mercado soaria como procurar por um Carrefour ou Pão de Açúcar, mas para alguém do submundo, perguntar sobre "mercado" logo após mencionar "certos tipos de negócios" pode soar como gatilho para informações obscuras. As pessoas a sua frente pareceram ser do tipo que entenderiam as entrelinhas do comentário do doutor.

 

Assim que terminasse de responder, ficaria com seu Haki da Observação ativado para prevenir eventuais investidas ocultas, afinal, o submundo pode ser cruel sem motivo algum. Usaria seu Haki para ler a aura pessoas a sua frente e ter noção de força de combate.

 

 

Spoiler

 

Haki da Observação: Rank B ( 100 )

Haki Proficiente: mais habituado aos poderes, consegue acessar sua capacidade extra-sensorial mesmo sem se concentrar.

Forma Passiva: pode sentir presenças num raio de 20 metros, captando suas movimentações com uma noção básica da direção em que estão em relação ao usuário. Ou seja, se estão à direita, à esquerda, à frente, atrás, acima ou abaixo. Também é possível ter uma noção dos poderes das auras, mas apenas se são mais fortes ou fracas que a sua. 

Forma Ativa: varre um raio de 30 metros, detectando e se concentrando em até uma aura por vez. Caso o alvo se mova, consegue sentir que algo aconteceu com uma noção aproximada da direção em que estão em relação ao usuário. Ou seja, se estão à direita, à esquerda, à frente, atrás, acima ou abaixo.

Buff Base: 10% dos pontos do Haki em Agilidade ao desviar ou reagir para bloquear.

 

 

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